Feeds:
Posts
Comentários

Ainda comemorando a classificação na Copa do Brasil, o Palmeiras volta as atenções novamente para o Campeonato Brasileiro e terá pela frente justamente nosso adversário da semi-final, o Grêmio.

Horário e local: Domingo, 27/05, as 18:30, no Estádio Olímpico (Sportv/PPV)

Árbitro: será Marcelo De Lima Henrique (RJ), cujo histórico registra 12 jogos, com 7V, 4E e 1D:

2011 – 2×2 Atl-PR (BR, f) / 1×2 Atl-MG (BR, f)

2010 – 1×0 Atl-PR (CB, c) / 2×1 Atl-MG (BR, f) / 1×1 Atl-MG (SA, f)

2009 – 2×2 Avaí (BR, c) / 4×0 Goiás (BR, c)

2008 – 2×1 Inter (BR, c) / 3×0 Vitória (BR, c)

2007 – 2×1 Atl-MG (BR, f) / 0×0 América-RN (BR, f)

Desfalques/Reforços: Daniel Carvalho, lesionado, e Román, na seleção, estão fora. Barcos volta à equipe.

Pendurados: não há. Próxima partida: Sport, na Ilha do Retiro.

Previsão IPE: Bruno; Cicinho, L.Amaro, Henrique e Juninho; Araújo, Assunção, J.Vitor e Valdivia; Luan e Barcos.

Destaques/Grêmio: Luxemburgo anunciou antecipadamente que irá a campo com o time titular. O lateral Edílson, que saiu lesionado do último jogo, e atacante Kleber, ainda em fase de recuperação, ficam de fora. A única dúvida fica por conta do volante Souza, que poderá ser poupado. A provável escalação gremista para a partida deverá ter Vitor; Gabriel, Gilberto Silva, Naldo e Pará; Fernando, Vilson (Souza), Marco Antonio e Rondinelly; Marcelo Moreno e Miralles.

Ex-palmeirenses no Grêmio: o atacante Kleber.

Palpite IPE: 1×1, gols de Barcos para o Palmeiras e Marcelo Moreno para o Grêmio.

Último confronto no local do jogo: foi pelo Brasileirão 2012 – 2×2 – gols de Cicinho e Assunção para o Palmeiras, e Fernando e Brandão para o Grêmio.

Última vitória no local do jogo: foi pelo Brasileirão 2011 – 2×1 – gols de Assunção e Ewerthon para o Palmeiras, e Jonas para o Grêmio.

Última derrota no local do jogo: foi pelo Brasileirão 2009 – 0×2 – gols de Rafael Marques e Máxi Lopes.

Histórico: o primeiro confronto da história data de 1946 e foi válido pelo Troféu Cidade de Porto Alegre. Vitória palestrina por 2×1, gols de Villadoniga e Mantovani.

GERAL BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
77 32 29 16 113 84 43 18 16 9 57 38

O IPE NÃO se lembra: pelo Brasileirão de 1971, o Palmeiras venceu o Grêmio por 3×1, com direito à um gol do meio de campo de Luís Pereira. Fedato e Hector Silva marcaram os outros gols, com Flecha descontando para o tricolor gaúcho.

Que venha a semi!

Noite de festa em Barueri. Após treze anos, o Palmeiras volta a garantir presença em uma semi-final de Copa do Brasil.

O primeiro tempo foi de bastante equilíbrio. Ambas as equipes exploravam as jogadas de velocidade. O Palmeiras tentava com Cicinho pela direita e Mazinho pela esquerda. O Atlético, por sua vez, concentrava suas ações pelo lado direito, com Guerrón.

Jogando no contra-ataque, o Atlético se aproveitava dos constantes erros de passe e saídas de jogo afobadas para chegar ao ataque, mas sem perigo real à meta de Bruno. Já o Palmeiras encontrava facilidade para chegar a frente, especialmente pelo lado direito, mas esbarrava em mais uma apresentação infeliz de Cicinho.

A única chance real de gol no primeiro tempo foi de Betinho. Após belo passe diagonal de Valdivia, o estreante da noite invadiu a área em velocidade e chutou rasteiro, em cima do goleiro. O que se viu no restante do primeiro tempo foram seguidos erros do ataque de ambas as equipes.

No segundo tempo, sem Guerrón, o Atlético perdeu a referência no ataque e facilitou a vida do Palmeiras. Com maior volume de jogo e com Valdivia mais ligado do que na primeira etapa, o gol foi amadurecendo.

Felipão então fez as duas mudanças que definiram a partida. Maikon Leite e Luan entraram descansados e mudaram a cara do jogo, imprimindo bastante velocidade pelas pontas.

Foi assim que nasceu o primeiro gol. Maikon Leite aplicou um drible da vaca no zagueiro atleticano e cruzou para Valdivia, que teve calma para passar para Luan, que completou para as redes.

O segundo gol veio em cobrança de escanteio de Maikon Leite, que Valdivia desviou e Henrique completou para o gol – 2×0 – e vaga garantida.

A se lamentar nesta partida o lance bobo que rendeu ao Mago o terceiro cartão amarelo, tirando-o do primeiro jogo da semi. Outro ponto que merece atenção é o alto índice de erros de passe na intermediária da equipe, que acaba proporcionando contra-ataques perigosos ao adversário. Contra um time mais forte (leia-se Grêmio e São Paulo), isso certamente será fatal.

A Copa do Brasil agora dá uma pausa. As semis-finais serão disputadas somente a partir do dia 13 de junho. Tempo para a equipe corrigir os erros e chegar tinindo à decisão.

- Bruno: foi bem nas poucas vezes em que foi exigido – 6

- Cicinho: não conseguiu dar sequência a uma jogada sequer de ataque que participou – 4

- L.Amaro: sem dar sustos, passou um pouco de sufoco com os erros na saída de bola da equipe mas não comprometeu – 7

- Henrique: seguro na defesa, ainda deixou o dele no ataque – 8

- Juninho: sofreu no primeiro tempo com Guerrón, e no segundo com Edigar – 5

- Araújo: abusou nos erros de saída de bola – 5

- Assunção: idem a M.Araújo – 5

- J.Vitor: mais preso à marcação, foi bem. Sofreu penalti que o juiz ignorou – 6

- Valdivia: foi melhorando durante a partida e distribuiu bons passes. Pecou nos dribles e tomou um cartão bobo que o tira da partida de ida da semi-final – 6,5

- Mazinho: esforçado mas sem inspiração – 5,5

- Betinho: dizem que a primeira impressão é a que fica…. poís é – 4

- Luan: entrou e fez o dele – 7

- Maikon Leite: participou da jogada dos dois gols – 7

- Patrik: mal pegou na bola, fica sem nota.

- Felipão: mexeu bem na equipe. Precisa arrumar a saída de jogo e alertar a equipe nas segundas bolas, que sempre caem no pé do adversário – 7

- Arbitragem: impressionante. Até escanteio a juizada anda roubando da gente. Penalti então, melhor não comentar.

FICHA TÉCNICA:
PALMEIRAS 2X0 ATLÉTICO-PR

Estádio: Arena Barueri, em São Paulo (SP)
Data/hora: 22/5/2012 – 19h30
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG)
Auxiliares: Marcos Eustaquio Santiago (Fifa-MG) e Cleriston Clay Barreto (SE)

Renda e público: R$ 460.195,00 / 17.574 pagantes
Cartões amarelos: João Vitor, Betinho e Valdivia (Palmeiras); Zezinho (Atlético-PR)
GOLS: Luan, 23′/2ºT (1-0); Henrique, 37′/2ºT (2-0)

PALMEIRAS: Bruno, Cicinho, Leandro Amaro, Henrique e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, João Vitor (Patrik, 39′/2ºT), Valdivia e Mazinho (Maikon Leite, 21′/2ºT); Betinho (Luan, 15′/2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari

ATLÉTICO-PR: Rodolfo, Pablo, Manoel, Renan Foguinho e Heracles (Gabriel Marques, 33′/2ºT); Deivid, Alan Bahia, Zezinho e Martín Ligüera; Guerrón (Edgar Junio, intervalo) e Bruno Mineiro. Técnico: Juan Carrasco.

Ão ão ão

O capítulo de hoje encerra a série de seleções que montamos de acordo com o local de nascimento de cada atleta ou ex-atleta do Verdão (e que você pode conferir clicando aqui). Esta última esquadra é composta de jogadores dos Estados ainda não contemplados. Sabemos que existe uma grande diferença cultural entre as regiões aqui abordadas, mas pedim0s a compreensão do leitor; é que não há tantos nomes de passagem relevante no clube oriundos dessas plagas. Ainda assim, extraímos o que de lá tivemos de melhor:

1. Edgar - salvo engano, este capixaba que defendeu o Verdão em 1957 e 1958, com destaque para uma vitória na Vila Belmiro por 2 a 1, é o único arqueiro de nossa história proveniente das regiões que estamos analisando.

2. Rosemiro – o lateral direito paraense foi dono da camisa 2 durante a metade final da década de 70, quando em meio a seus 300 jogos conquistou o Paulistão de 1976.

3. Nen - o zagueiro nascido na Capital Federal ficou cinco anos no Palestra. Alternou momentos de titular e reserva, mas volta e meia deixava seus gols, como na importante (para derrubá-los) vitória no Derby do segundo turno do Brasileiro de 2007.

4. Paulo Assunção - o volante matogrossense fez muito mais sucesso fora do Palmeiras do que no clube, mas ainda assim integra esta seleção. Jogará na zaga, pois as opções que haviam para esse setor não eram das mais qualificadas, incluindo Darinta, ícone dos anos de lata.

5. Márcio Araújo – o volante maranhense ainda dá seus sustos na torcida - vide o último Derby - mas é um jogador dedicado, geralmente regular e eficaz na marcação, por isso arranjou um espaço aqui.

6. Carlos Henrique - o ponta esquerda capixaba dos anos 80 veio do Flamengo e joga aqui improvisado na lateral. Não brilhou, mas fez boas partidas em um tempo de raras alegrias.

7. Paulo Nunes – foi o nome que motivou essa série, que nasceu quando o redator avistou um carro de sua terra natal (Pontalina, Goiás). O Diabo Loiro foi peça importante nas conquistas do fim dos anos 90, quando desfilou uma coleção de máscaras alusivas a cada vitória do time.

8. Elson - o volante/meia paraense foi peça importante na volta do Palmeiras à primeira divisão, e mesmo com críticas da torcida conseguiu seguir carreira na Alemanha. Sinal de que pode ocupar uma vaga nesta equipe.

9. Baltazar – o goiano, conhecido como “artilheiro de Deus”, teve duas passagens no auge dos tempos de vacas magras, mas ainda assim anotou 25 tentos em sua trajetória verde.

10. Achilles – a ironia do destino fez com que o craque deste time tivesse sua carreira encerrada prematuramente por contusões justamente no calcanhar. Antes disso, porém, o meia matogrossense foi campeão paulista em 1950 e da Taça Rio em 1951, na qual não pôde jogar a decisão por ter sofrido fraturas na semifinal contra o Vasco.

11. Maurílio – por critérios exclusivamente técnicos, a vaga seria de Müller. Mas enquanto o hoje comentarista não aprender a exercer decentemente seu atual ofício, fica de fora dessa equipe. Melhor para o candango Maurílio, reserva que pegou o áureo início da era Parmalat. Sua partida histórica, claro, foi a virada sobre o São Paulo no dia da morte de Ayrton Senna. Mas já antes, na Copa do Brasil de 1993, ele fez o gol que nos classificou contra o Vitória e mui justamente teve um lugar na Seleção requisitado pela torcida verde.

Técnico: temos aqui um problema – o Palmeiras jamais teve um treinador das regiões Norte e Centro-Oeste, bem como um capixaba. Portanto, teremos que improvisar um ex-jogador que depois se tornou técnico, mas não teve passagem pelo Verdão nessa carreira. Trata-se do brasiliense Sérgio Soares, hoje no Cerezo Osaka e que pode se orgulhar de ter enfrentado o Alviverde duas vezes na Libertadores de 2005 pelo Santo André e sair sem perder.

O desfalcado banco de reservas (melhor ir com menos do que ir com quem não mereça) contaria apenas com atacantes sul-matogrossenses, no caso Alberto, Keirrison e Müller.

O Palmeiras vai a campo nesta quarta-feira atrás de um feito que não se repete desde 1999: avançar à semi-final da Copa do Brasil. Com o empate em 2×2 no jogo de ida, o Palmeiras pode empatar por 0×0 e 1×1, que estará classificado.

Horário e local: Quarta-feira, 23/05, as 19:30, na Arena Barueri (Sportv/ESPN Brasil)

Árbitro: será Ricardo Marques Ribeiro (MG), cujo histórico registra:

2011 – 0×0 Grêmio (BR, c) / 1×2 Figueirense (BR, c)

2009 – 1×0 Fluminense (BR, c)

2008 – 0×2 Coritiba (BR, f)

Desfalques/Reforços: Barcos está suspenso pelo terceiro amarelo. Daniel Carvalho saiu contudido do último jogo e ainda é dúvida. L.Amaro, que também saiu lesionado, tem poucas chances de ser relacionado. O atacante Betinho teve sua documentação regularizada e está liberado.

Pendurados: Cicinho e Valdivia. Próxima partida: se nos classificarmos, será o vencedor do duelo Grêmio x Bahia. Na partida de ida, em Salvador, deu Grêmio (2×1).

Previsão IPE: Bruno; Cicinho, Henrique, Maurício Ramos e Juninho; Araújo, Assunção, J.Vitor e Valdivia; Luan e Maikon Leite (Betinho).

Destaques/Atlético-PR: vindo de vitória na estreia da série B (4×1 Joinville), o Furacão não poderá contar com o zagueiro Bruno Costa, lesionado. Além deste, o lateral direito Gabriel Marques, também se recuperando de lesão, está praticamente vetado. Já na lateral esquerda, Heracles está recuperado de lesão e volta à equipe, liberando Zezinho para atuar no meio. Poupado, o meia Paulo Baier também está fora do confronto. O técnico Juan Carrasco fez testes na equipe e, se mantiver a escalação do último treino antes da decisão, deverá deixar Guerrón no banco, indo a campo com Rodolfo; Pablo, Manoel, Renan e Heracles; Deivid, Alan Bahia, Liguera e Zezinho; Edigar e Bruno Mineiro.

Ex-palmeirenses no Atlético: o atacante Fernandão (que jogou alguns minutos da CB pelo Palmeiras e por isso fica fora) e o meia Paulo Baier.

Palpite IPE: 2×1, gols de Assunção e Henrique (PAL), e Bruno Mineiro (ATP).

Último confronto no local do jogo: será a primeira vez na história que o Palmeiras enfrenta o Atlético-PR na Arena Barueri.

Última vitória em SP: foi pelo BR-2011 – 1×0 – gol de Chico.

Última derrota em SP: foi pelo BR-2007 – 0×2 – gols de Edno e Alex Mineiro.

Histórico: O Palmeiras jamais perdeu para o Atlético-PR na Copa do Brasil (M-E-D-O).

GERAL COPA DO BRASIL
J V E D GP GC J V E D GP GC
42 21 14 7 63 45 4 3 2 0 8 4

O IPE se lembra: na primeira vez que Palmeiras e Atlético se cruzaram na Copa do Brasil, em São Paulo, vitória verde por 3×1, gols de Cuca e Evair (2) para o Palmeiras, e Reinaldo para o Atlético.

foi pouco…

Começou o campeonato nacional mais disputado e interessante do mundo, o Brasileirão. Na versão 2012 o Palmeiras estreou com time misto e fita velha carregada no tape, a versão 2011 do rei dos empates entrou em campo e ‘garantiu’ o ponto depois de estar vencendo até os 42′ do 2ºT.

O jogo começou com o Verdão tomando a iniciativa, a Lusa demorou até os 10′ para se encontrar em campo, equilibrando um pouco a partida, pouca ação (e muitos erros defensivos palestrinos) até sair o golaço de Luan aos 37′, depois de interessante tabela entre Barcos, Patrik e o próprio Luanel a  bola sobrou para ser disparada pro fundo das redes.

O treinador Luiz Felipe encenou durante a semana que daria chances para o recém-repatriado Felipe mas o segundo tempo foi passando e nada da entrada do meia, Daniel Carvalho deu lugar a Mazinho – que jogou bem – Barcos se lesionou e Maikon Leite o substituiu e finalmente Leandro Amaro foi rendido por Maurício Ramos. Dessa maneira o Palmeiras passou o 2ºT inteiro sem meia armador e implorando para levar o gol que consagraria a missão: o empate. Tanto fez que conseguiu, aos 42′ da segunda etapa, em falha bisonha da zaga, Rodriguinho cabeceou com a mais absoluta liberdade, livre de qualquer marcação alviverde e sacramentou; comemora Felipão! conseguimos!

Vamos às notas:

Bruno: boas defesas, mas ficou plantado nas bolas alçadas – 6
Cicinho: perderam a chance de vender, não tá jogando absolutamente nada – 3
Leandro Amaro: tava louco pra entregar, mas não teve tempo: 4
Henrique: falhou completamente no gol dos caras – 3
Juninho: outro que caiu demais, péssimo na defesa – 3
Márcio Araúj0: o arroz com feijão de sempre, só que com menos sal na parte defensiva – 4
João Vitor: ficou sem função, só o treinador achou que precisava dele ali para conter a poderosa BarceLusa – 4
Patrik: e o Felipe no banco, vai levar nota só pela triangulação no gol – 4
Daniel Carvalho: sem ritmo, sem brilho, sem graça – 5
Luan: dedicação, vergonha na cara, gol, mas não consegue carregar o time sozinho, ele e Patrik juntos não dá – 7
Barcos: criou uma boa chance no 1ºT, participou do gol e recebeu pouquíssimas bolas – 6

Maurício Ramos: seguro, não vai ficar isento pela falha generalizada da defesa no gol da Lusa – 5
Mazinho: se jogar na frente vai render mais, Felipão, o cara NÃO é meia!! – 5
Maikon Leite: quase brilhou, mas parou na trave – 5

Luiz Felipe: chega, não é possível, sempre os mesmos jogadores, as mesmas substituições, chora, reclama, grita e na hora do ‘vamo vê’ faz tudo sempre igual (e errado), adeus, não dá mais – ZERO

Camisa nova: sem entrar no mérito do design, quem permitiu escrever em PRATA na camisa do Palmeiras?! ZERO

Melhores momentos:

Ficha Técnica:

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 1 x 1 PORTUGUESA

Local: Estádio Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 19/5/12 – 18h30
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Anderson Moraes Coelho (SP) e Fabio Rogério Baesteiro (SP)
Renda/ público: R$ 271.801/ 8.939
Cartões amarelos: Ananias 34′/1T (POR); Luis Ricardo 15′/2T (POR); Rogério 37′/2T (POR); João Vitor 47′/2T (PAL)
Cartões vermelhos: - 

GOLS: Luan 37′/1T (1-0) e Rodriguinho 41′/2T (1-1)

PALMEIRAS: Bruno, Cicinho, Henrique, Leandro Amaro (Maurício Ramos 2T) e Juninho; Márcio Araujo, João Vitor, Patrik, Daniel Carvalho (Mazinho 7′/2T) e Luan; Barcos (Maikon Leite 35′/2T). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

PORTUGUESA: Wéverton, Luis Ricardo, Renato, Rogério e Raí; Wilson Matias (Bruninho 39′/2T), Léo Silva, Boquita (Michael 24′/2T) e Henrique; Ricardo Jesus (Rodriguinho 16′/1T) e Ananias Técnico: Geninho.

O time que triunfou em 2000

A CBF anunciou esta semana a possibilidade de que a partir de 2014 a final da Copa do Brasil passe a ser realizada em jogo único, em estádio previamente determinado. A ideia não agrada muito a este redator, que não considera a Champions League o paradigma universal do futebol e pensa que os torcedores devem ter direito a acompanhar a decisão em sua própria casa; porém, é compreensível que a federação em primeiro lugar tente manter na ativa os elefantes brancos estádios construídos para a Copa do Mundo e, em segundo, dê a torcedores afastados dos centros tradicionais a chance de assistir a um jogo que de outra forma não teriam. Um teste é válido.

Se este formato vingar, o Palmeiras pode vir a disputar uma decisão em campo neutro. Não seria a primeira vez que isso aconteceria; para saber nosso retrospecto, levantamos as quatro vezes em que o Verdão fez a partida derradeira longe de sua torcida (e da do adversário). No caso, valem tanto partidas únicas como “negras” (as terceiras partidas de uma série). Não incluímos decisões apenas em ida e volta, porque o resultado da ida influencia na volta – aqui, só entra jogo em que entrávamos iguais, pro tudo ou nada.

1. Palmeiras 2 x 0 Náutico (3ª partida, 2º Campeonato Brasileiro de 1967, Maracanã) – o Palmeiras havia vencido o Náutico em Recife na ida, em 20/12 e o título parecia encaminhado; uma semana depois, porém, o Timbu surpreendeu o Verdão no Pacaembu em e conquistou a vitória. Assim, a decisão ocorreu dois dias depois no Rio de Janeiro. E dali, com gols de César e Ademir, a Taça Brasil – nosso terceiro título nacional – rumou para o Palestra Itália.

2. Estudiantes 2 x 0 Palmeiras (3ª partida, Libertadores da América de 1968, Centenario) - em La Plata, deu Estudiantes; no Pacaembu, Verdão. Na noite de 16/5, no Uruguai, não teve jeito: os argentinos marcaram com Ribaudo e Verón (sim, pai do que atua hoje) e ficaram com o primeiro de seus três títulos consecutivos.

3. Manchester United 1 x 0 Palmeiras (jogo único, Mundial Interclubes de 1999, Nacional Olímpico de Tóquio) – o Palmeiras fez uma boa partida, mas não conseguiu vazar a meta inglesa naquele 30/11. Com isso, o solitário gol de Roy Keane bastou para o campeão europeu derrotar o dono da América.

4. Palmeiras 2 x 1 Sport (jogo único, Copa dos Campeões de 2000, Rei Pelé) – a final em Maceió surpreendeu a todos, que acreditavam em um Flamengo x São Paulo. O brioso Leão e o renovado Palmeiras de Murtosa, no entanto, fizeram a decisão do inédito torneio. Com gols de Asprilla e Alberto, o Verdão levou a vaga na Libertadores do ano seguinte e corroborou a fama de ser o único time do país a ter conquistado todos os torneios nacionais já criados.

Em resumo, são apenas quatro jogos. Saímos derrotados nas partidas internacionais, mas triunfamos em território nacional; como estamos falando de uma possibilidade aventada para a Copa do Brasil, já vimos que o Palmeiras saiu no lucro nestes casos. Se uma delas foi contra o Náutico e outra com o Sport, seria possível celebrarmos nosso centenário vencendo o Santa Cruz na decisão?

Bem no meio das decisões da Copa do Brasil e da Libertadores (dá-lhe calendário!) eis que se inicia o campeonato nacional mais disputado do planeta. A primeira das 38 rodadas deste ano reserva ao Palmeiras um ‘clássico’ paulista diante da Portuguesa, que conseguiu o acesso ano passado, sagrando-se campeã da série B, mas em compensação foi rebaixada no Paulista deste ano.

Horário e local: Sábado, 19/05, as 18:30, no Pacaembu (PPV)

Árbitro: será Raphael Claus (SP), cujo histórico registra 3 vitórias em 3 jogos:

2011 – 1×0 Sto.André (c) / 2×0 Portuguesa (f)

2010 – 3×2 Sertãozinho (c)

Desfalques/Reforços: Felipão tem todo o elenco à disposição mas deve poupar alguns jogadores visando o duelo de volta pelas quartas-de-final da Copa do Brasil. Valdivia e João Vitor devem ficar de fora. Já Barcos, que no BR envergará a camisa 9, deverá ir a campo, já que está suspenso na CB.

Pendurados: não há. Próxima partida no certame: Grêmio (f)

Previsão IPE: Bruno; Artur, Henrique, Thiago Heleno e Fernandinho; Araújo, Assunção, Patrik e D.Carvalho; Mazinho e Barcos.

Destaques/Portuguesa: ainda juntando os cacos após o rebaixamento no campeonato paulista, a Lusa vai tentando montar a equipe para a disputa do BR. Gustavo e Vandinho foram reintegrados ao elenco, e foram contratados o meia Moisés, do América-MG, o zagueiro André Luís, ex-Flu e Santos, o goleiro Gledson, do Boa Esporte, e o volante Wilson Mathias, do Internacional. Além dos novos contratados, o técnico Geninho poderá contar com o retorno do atacante Ricardo Jesus, recuperado de lesão. Por outro lado, o meia Henrique foi punido pelo STJD e está fora da partida. A provável escalação deverá ter Gledson; Luís Ricardo, Gustavo, André Luís e Marcelo Cordeiro; Guilherme, Wilson Mathias, Moisés e Hugo; Vandinho e Ricardo Jesus.

Ex-palmeirenses na Portuguesa: o zagueiro Gustavo.

Palpite IPE: 1×0, gol de Barcos.

Último confronto: foi pelo Paulistão deste ano – 1×1 – gols de R.Bueno (PAL) e Maylson (POR).

Última vitória no local do jogo: foi pelo BR2008 e foi de goleada – 4×2 – gols de Gustavo, Alex Mineiro (2) e Kleber (PAL) e Jonas (2) (POR).

Última derrota no local do jogo: faz tempo! Foi pelo Paulista de 1991 – 0×1 – gol de Vladimir

Histórico: no histórico geral a vantagem é toda verde. Já no Brasileiro, há um equilíbrio maior, mas o número de partidas é pequeno.

GERAL CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
257 120 71 66 448 328 26 11 7 8 32 30

O IPE NÃO se lembra: em 1979 o Palmeiras de Telê Santana não tomou conhecimento da Portuguesa e atropelou sem dó – 5×1 – gols de Zé Mário, Luís Sílvio, Nedo, César e Baroninho.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.