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Archive for janeiro \31\UTC 2011

Portuguesa 0 x 2 Palmeiras

 

Gladiador faz mais uma vítima

Sejamos francos: até Cicinho acertar uma patada improvável num passe igualmente improvável, a partida se arrastava para um zero a zero num festival de erros de parte a parte. E se a Lusa tivesse achado seu gol numa das inúmeras falhas defensivas de Rivaldo, não se poderia dizer que o placar seria injusto.

Nos estertores da partida, o segundo gol serviu para transformar 80 minutos de futebol indigente em uma ótima vitória, que encaminha bem o time rumo a uma das oito vagas e permite descobrir com calma a melhor formação. Talvez até a suspensão de Kleber nesse momento seja positiva: ele volta contra o Corinthians, e contra o Mirassol Felipão pode experimentar, sabendo que um tropeço não cobrará um preço muito alto mais a frente.

Apesar do jogo fraco, houve notícias positivas, em particular no que diz respeito aos novos jogadores: João Vítor parece saber o que faz, e os dois “pontas” – Max Santos e Adriano – entraram bem. Claro, é muito cedo, mas uma má impressão faria muito mal num ambiente que, embora momentaneamente tranquilo, é sujeito a nuvens e trovoadas – ainda mais com derby no domingo. Thiago Heleno, por sua vez, dividiu opiniões: houve quem o achasse estabanado e quem o considerasse seguro. Fato é que a defesa estava irregular ontem, mas ali entrosamento é fundamental. Como é o mais importante dos estreantes, pois é o único deles que efetivamente parece garantido como titular, ficaremos de olho nas próximas partidas.

Entre os problemas mais urgentes, Felipão precisa sacar Dinei do time. Patrik tem sido apenas regular, mas quando entra melhora o time – e isso por si só basta para evidenciar as más atuações do camisa 29. Tinga também vem rendendo pouco, e Rivaldo segue abaixo da crítica. Menos mal que os problemas maiores são com os jogadores da turma de 2010. De novo, é cedo pra queimar os novos.

Os destaques das partida ficam por conta de Marcos, Kleber e Cicinho. O destaque negativo – com exceção do hors concours Rivaldo – vai para Tinga, que ainda não mostrou a que veio em 2011.

FICHA TÉCNICA

Portuguesa 0 x 2 Palmeiras

Local: Estádio do Canindé, em São Paulo (SP)
Árbitro: Raphael Claus
Assistentes: Luis Alexandre Nilsen e Marcio Jacob
Renda: R$ 224.520,00.
Público: 9.304 pagantes.
Cartões Amarelos: Domingos e Preto Costa (Portuguesa); Kleber, João Vítor e Cicinho (Palmeiras)
Gols: Cicinho aos 36’/2T e Kléber aos 46’/2T (Palmeiras)

Portuguesa
Wéverton; Paulo Sérgio (Rafael Silva), Domingos, Preto Costa e Marcelo Cordeiro; Ferdinando, Guilherme, Ademir Sopa e Henrique (Dinei); Luis Ricardo e Héverton.
Técnico: Sérgio Guedes

Palmeiras
Marcos; Cicinho, Thiago Heleno, Maurício Ramos e Rivaldo; Márcio Araújo, João Victor e Tinga (Adriano); Luan (Max Santos), Dinei (Patrik) e Kleber.
Técnico: Luiz Felipe Scolari

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O maior lateral dos dois times

Neste fim de semana o Palmeiras tem seu primeiro clássico do ano. Clássico? Com a Lusa? Bom, é fato que o próximo adversário não tem tantos títulos quanto diversos outros rivais, mas também podemos definir uma partida assim pela tradição e história do confronto. E a Portuguesa, que enfrentamos pela primeira vez há quase 90 anos, é o quarto clube com o qual o Palmeiras mais jogou; apenas ela, Corinthians, São Paulo e Santos nos enfrentaram mais de 200 vezes.

Horário e local: domingo, às 17:00, no Estádio Dr. Osvaldo Teixeira Duarte, ou Canindé (PPV)

Árbitro: será Raphael Claus. Apitou o Palmeiras apenas uma vez:

2010 – 3×2 Sertãozinho (c)

Desfalques: Marcos Assunção, Valdivia, Lincoln e Pierre, lesionados; Danilo, prestes a ser vendido; Gabriel Silva, servindo à seleção sub-20.

Pendurados: de forma nada surpreendente, Kléber é o primeiro do ano. Próximo jogo: Mirassol (f) – mas depois é o Derby.

Possíveis novidades: Chico e Adriano podem debutar

Palpite IPE: Marcos; Cicinho, Maurício Ramos, Thiago Heleno, Rivaldo; Márcio Araújo, João Vítor, Tinga, Patrik; Luan, Kléber

Destaques/Portuguesa: a Lusa vem de derrota em casa e tem uma série de desfalques: Dodô e Marco Antonio, lesionados (o último foi cogitado recentemente no Palmeiras); Fabrício e Héverton foram afastados pois desejam se transferir, e Maurício Nascimento provavelmente tem cláusula que o impede de jogar. O time de Sérgio Guedes pode atuar com Wéverton; Paulo Sérgio, Domingos, Preto Costa e Marcelo Cordeiro; Guilherme, Glauber, Ademir Sopa e Ivo; Luis Ricardo e Kempes.

Último confronto: após um dilúvio vespertino, empate no Palestra (Danilo; Luís Carlos)

Última vitória no local do jogo: em 2006, pelo Paulista, 2 a 1 de virada (Thiago Gomes, Edmundo; Almir). Depois disso, houve apenas mais um jogo lá, que terminou empatado.

Última derrota no local do jogo: lá se vai quase uma década que, pelo Brasileiro de 2001, caímos por 2 a 0 (Fabiano, Ricardo Oliveira)

Curiosidade: foi contra a Lusa que o Palmeiras garantiu o Paulista de 1932, xx. E, em 1940, fomos campeões três pontos à frente dela.

Histórico: o Palmeiras tem pouco menos que 50% de vitórias, tanto no geral quando no Paulista. A vitória nunca são favas contadas.

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
260 123 73 64 474 337 150 72 46 32 271 175

O IPE se lembra: em 1987, o Palmeiras levou um chocolate: 4 a 1 no Pacaembu. Foi um dos primeiros jogos do Palmeiras que este redator acompanhou in loco. Mais uma daquelas partidas que faziam um menino de menos de 10 anos se perguntar por que raios torcia para aquele bando…

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Imagem histórica de um jogo idem

Chegamos hoje ao sexagenário de uma das conquistas mais marcantes da Sociedade Esportiva Palmeiras: o título do Campeonato Paulista de 1950, em decisão épica contra o São Paulo no Pacaembu.

O torneio começou em agosto, e o tricolor, então bicampeão estadual, largou na frente (perdeu na segunda rodada para o Santos, mas venceu as outras cinco das seis primeiras partidas), seguido de perto pelo Palmeiras. O Verdão assumiu a ponta ao vencer o clássico do primeiro turno: 2 a 0, ambos os gols de Brandãozinho (Pacaembu, 15/10/1950). A liderança, porém, seria perdida pouco tempo depois, e a situação ficaria mais grave ainda após a primeira partida do mágico ano de 1951: uma derrota por 3 a 1 no Derby deixou o Alviverde 3 pontos atrás do São Paulo, faltando apenas três rodadas. Não custa lembrar, na época as vitórias valiam dois pontos; ou seja, duas vitórias e o rival seria campeão antecipado. No entanto, nos dois domingos seguintes, enquanto o Palmeiras fazia sua parte batendo XV de Piracicaba e Portuguesa Santista, o clube do Canindé (casa do São Paulo na época) sucumbia ante Ypiranga e Santos. E foi assim que, na última rodada, a tabela previra um Choque-Rei que se tornaria decisivo – e o Palmeiras jogaria pelo empate.

Uma fortíssima chuva antecedeu a peleja daquele domingo, 28 de janeiro de 1951. Ainda assim, o juiz inglês Alwin Bradley, que já apitara quatro partidas do Palmeiras naquele torneio, deu início à decisão, que reunia seis atletas que poucos meses antes haviam sido vice-campeões da Copa do Mundo do Brasil: do lado tricolor, o famoso meio-campo de Bauer, Rui e Noronha, além de Friaça; da parte verde, Jair Rosa Pinto e o recém-contratado Rodrigues. Em meio ao aguaceiro, que tornou a partida eternamente conhecida como o Jogo da Lama, o São Paulo abriu o placar logo aos 4 minutos de jogo. A pressão são-paulina perdurou por todo o primeiro tempo, em que Oberdan Catani impediu que o placar fosse mais elástico.

Luiz Villa e Waldemar Fiúme comemoram

No intervalo, Jair cobrou aos berros mais empenho da equipe.  A bronca pode ter lembrado aos demais a grandeza da camisa que vestiam; o fato é que no segundo tempo o Palmeiras foi outro. E a recompensa veio aos 15 minutos: numa jogada iniciada por ele, Jair, a bola acabou nos pés de Aquiles, que não perdoou: 1 a 1. Os 30 minutos seguintes foram de uma intensa batalha, mas nenhuma meta foi vazada. Com o apito final, o Palmeiras sagrava-se campeão do Ano Santo de 1950, e toda aquela equipe, especialmente Jair, entrava de forma indelével no panteão de heróis alviverdes. Curiosamente, Jajá da Barra Mansa, como também era conhecido, quase não participou daquela decisão: depois do Derby, fora afastado pelo técnico Ventura Cambon e não atuara nas partidas contra XV e Santista; na semana da decisão, porém, foi o destaque de um jogo-treino e garantiu seu retorno ao onze inicial. Azar do São Paulo.

O time campeão: Turcão, Oswaldo, Oberdan, Sarno, Villa, Waldemar Fiúme; Lima, Canhotinho, Aquiles, Jair, Rodrigues

Curiosidades:

- Em 6 de agosto de 1950, o Palmeiras conquistara frente ao mesmo São Paulo a nona edição da Taça Cidade de São Paulo, torneio disputado entre o Trio de Ferro mais Santos e Portuguesa. O título paulista viria a romper um tabu: foi a primeira vez que um time levava as duas taças no mesmo ano.

- Dentre os títulos que compõem as Cinco Coroas palestrinas, o Jogo da Lama trouxe a segunda: a primeira fora a Taça Cidade de São Paulo, a terceira o Rio-São Paulo de 1951, seguida pelo bi da Cidade de São Paulo e a Copa Rio.

- Foi o título paulista de 1950 que deu ao Palmeiras o direito de disputar a Copa Rio.

- O empate impediu o São Paulo de conquistar o tricampeonato estadual, até hoje inédito para eles. Vale dizer que, nas outras quatro vezes que o clube chegou ao bi, em três foi o Palmeiras o responsável pelo fim da série.

- Sobre a famosa foto que abre o post: nela estão Jair Rosa Pinto, em pé, Oberdan e Turcão, no chão. Há quem diga que a foto foi tirada no intervalo, mas na realidade ela efetivamente foi tirada após a conquista, fato confirmado pelo próprio zagueiro. Agradecemos a Jota Roberto Christianini pelo esclarecimento.

FICHA TÉCNICA

28/01/1951 – PALMEIRAS-SP 1 x 1 SÃO PAULO-SP – CAMPEONATO PAULISTA / 1950
Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – Pacaembu – São Paulo / SP – Brasil – Renda: Cr$ 855.922,00
Árbitro: Alwin Bradley
Palmeiras (São Paulo/SP): Oberdan, Turcão, Palante, Waldemar Fiúme, Luiz Villa, Sarno, Lima, Canhotinho, Aquiles, Jair Rosa Pinto, Rodrigues – Técnico: Ventura Cambon
São Paulo (São Paulo/SP): Mário, Savério, Mauro, Bauer, Rui, Noronha, Dido, Remo, Friaça, Leopoldo, Teixeirinha – Técnico: Vicente Feola
Gols: Teixeirinha (São Paulo), 4 min primeiro tempo, Aquiles (Palmeiras), 15 min segundo tempo

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Palmeiras 3 x 1 Paulista

Já é líder...

O Palmeiras convidou o Paulista pra uma festinha no Pacaembu e este, como bom convidado, dançou. Os dois times vinham empatados em pontos, com duas vitórias e um empate cada. Com o resultado o Verdão fica  na liderança do Paulistão-11 junto com o Santos (perde no saldo de gols e número de gols marcados). O jogo marcou a estreia de Marcos no ano e de João Vitor com a GLORIOSA camisa 35.

O Santo voltou

O primeiro tempo começou com uma bela chance de Luan, com menos de 1 minuto, mas depois foi ficando truncado até que aos 19′ Kléber sofreu falta e Marcos Assunção inaugurou o placar, tanto o do jogo quanto o seu no ano. O Paulista esboçou uma reação, nada suficiente no entanto para empatar. Com uma lesão na coxa o artilheiro da partida até ali deu lugar a João Vitor, o estreante da noite. Quando a fatura da etapa já parecia encerrada, Luan passou para Rivaldo que encontrou Kléber no meio da área, o Gladiador matou de pé direito e sem deixar a bola quicar (à la Beach Soccer) enfiou pro fundo do gol, 43′ do 1ºT, Palmeiras 2 x 0 Paulista.

Na volta do intervalo, muitos erros de passe e uma notável perda do meio de campo. Para reverter isso Felipão sacou Dinei – completamente nulo – aos 11′ e deu lugar a Patrik. Não poderia ter dado mais certo, o garoto recebeu de Cicinho e marcou um gol muito parecido com o de Kléber, 21′ e 3×0, segundo gol dele com a HISTÓRICA camisa 10 40 do Palmeiras. Aos 35′ num lance infeliz Maurício Ramos chutou pra trás ao tentar afastar e marcou contra, 3×1. Depois disso alguns contra-ataques do Palmeiras, uma substituição; a entrada do Vitor dessa vez não foi no Cicinho (o famoso Valmir-no-Leandro), quem deixou o gramado foi Tinga, pouco produtivo, aparentemente fora de posição; e mais nada, fim de jogo.

O Palmeiras fecha os 4 primeiros jogos com 3 vitórias e 1 empate, demonstrando algumas diferenças em relação ao time de 2010, apesar de o elenco ser muito parecido, em que pese a melhor performance de alguns jogadores que pouco produziram no ano passado e variações de jogadas deixando de depender exclusivamente da bola parada, com grande destaque para Luan. Na incontestável humilde opinião do IPE o melhor em campo foi Luan. E para você? Deixe nos comentários!

Ficha Técnica:

PALMEIRAS 3 X 1 PAULISTA
Marcos; Cicinho, Danilo, Maurício Ramos e Rivaldo; Márcio Araújo, Marcos Assunção (João Vitor), Tinga (Vitor) e Dinei (Patrik); Luan e Kleber. Cristiano; Eli Sabiá, João Paulo e Cléber (Fabiano); Bruno Formigoni, Baiano, Fábio Gomes, Rone Dias e Marquinhos; Diego Barboza (Carlão) e Hernani.
Técnico: Luiz Felipe Scolari. Técnico: Fernando Diniz.
Gols: Marcos Assunção, aos 19, e Kleber, aos 43 minutos do primeiro tempo. Patrik, aos 21, e Maurício Ramos (contra), 35 aos minutos do segundo tempo.
Cartões: Baiano e Bruno Formigoni (Paulista). Kleber (Palmeiras).
Local: Pacaembu, em São Paulo. Data: 27/01/2011. Árbitro: Vinícius Furlan. Auxiliares: Giulliano Neri Colisse e Fabio Rogerio Baesteiro. Público: 6.113 pagantes. Renda: R$190.452,00.

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Fedato, o Talismã

 

Segunda Academia – Em pé: Eurico, Leão, Luís Pereira, Alfredo Mostarda, Dudu e Zeca. Agachados: Edu, Fedato, Leivinha, Ademir da Guia e Nei.

 

Talismã, xodó, décimo segundo jogador. Muitos são os jargões utilizados para definir os jogadores cujas trajetórias são marcadas por serem sempre a primeira opção do banco de reservas, especialmente aqueles que no decorrer de suas carreiras de lá saíam para marcar gols importantes. A história do futebol é repleta deles, mas quando o assunto é Palmeiras, o primeiro nome que vem a cabeça sem dúvida é o de Fedato.

Nascido aos 18 de novembro de 1948 e natural de São Caetano do Sul, Antonio Carlos Fedato chegou ao Palmeiras em 1965 para atuar pelo juvenil. Entre os anos de 1967 e 1970, rodou o estado atuando emprestado por Nacional (São Paulo), Botafogo, Comercial (ambos de Ribeirão Preto) e finalmente pelo Noroeste (Bauru), onde se destacou, ajudando no acesso da equipe à primeira divisão. No segundo semestre de 1970 retornou ao Palmeiras e passou a integrar o elenco da Segunda Academia.

Por atuar tanto pelas pontas como no comando de ataque, transformou-se no “primeiro reserva” da equipe, entrando sempre quando um titular da Segunda Academia não podia ser escalado. Entretanto, foi entrando no decorrer das partidas que Fedato alcançou junto à torcida o status de Talismã. Não foram poucas as vezes em que entrou e ajudou a equipe a vencer ou até mesmo decidiu uma partida. (Palmeiras 2×1 Saad – Paulista 1975 – Gol 1: http://tinyurl.com/4qudlqo ; Gol 2: http://tinyurl.com/yecgox9)

Dentre as muitas histórias curiosas de sua carreira, destaque para esta: http://tinyurl.com/4otesnm.

Fedato permaneceu no Palmeiras até 1975, quando ganhou passe livre e foi jogar no Náutico-PE. Após encerrar a carreira, retornou ao Palmeiras como treinador, somando um total de 79 partidas no comando da equipe.

Fedato faleceu há exatos 11 anos de forma precoce e surpreendente, com apenas 51 anos de idade.

 

Antônio Carlos Fedato (16/11/1948 – 26/01/2000)

Jogos pelo Palmeiras: 269

Vitórias: 141

Gols marcados: 61

Estreia: 07/10/1970 – Catanduvense/SP 1 x 2 Palmeiras

Despedida: 17/12/1975 – Santo André/SP 0 x 2 Palmeiras

Títulos: Brasileiro 1972/1973, Paulistão 1972/1974, e Ramón de Carranza 1974/1975.

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Em busca da terceira vitória seguida – algo que o time não conseguiu no torneio de 2010 - o Palmeiras tem pela frente um Paulista empolgado com o bom início de campeonato. Vamos às informações:

Horário e local: Quinta, 27/01, no infame horário das 21:50, no Pacaembu.

Árbitro: será Vinícius Furlan. Histórico:

2010 – 3×1 XV de Piracicaba (f, amistoso)

2009 – 1×1 Guaratinguetá (f)

Desfalques: Valdivia, Lincoln e Pierre, lesionados; Gabriel Silva, servindo à seleção sub-20.

Pendurados: nenhum ainda

Possíveis novidades: Marcos, Thiago Heleno, João Vítor e Adriano “Michael Jackson” podem estrear.

Palpite IPE: Marcos; Cicinho, Maurício Ramos, Danilo e Rivaldo; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Tinga; Luan, Kléber, Adriano.

Destaques/Paulista: o Galo da Japi segue invicto, empatado com o Palmeiras com sete pontos. O zagueiro Rodrigo Sabiá está suspenso. A escalação provável do time comandado pelo ex-jogador palmeirense Fernando Diniz é Cristiano; Eli Sabiá, João Paulo e Cléber; Weldinho, Baiano, Fábio Gomes, Rone Dias, Sidnei; Diego Barboza, Hernani. Destes, Fábio Gomes e Baiano participaram do retorno do Palmeiras à série A em 2003.

Último confronto: na melancólica despedida do Paulistão-2010, uma derrota por 3 a 1 em Jundiaí (Lincoln; Felipe Azevedo 2, Samuel Xavier) 

Última vitória no local do jogo: em 2009, o Palmeiras conquistou sua sétima vitória consecutiva no início do Paulistão com uma vitória simples (Evandro)

Última derrota no local do jogo: foram 12 jogos em São Paulo, e o Verdão nunca perdeu. Não vai ser agora, vai?

Curiosidade: embora sejam apenas 39 jogos até hoje, a história dos confrontos começou cedo – a primeira partida foi em 1919 (Paulista 2 x 1).

Histórico: como em todos os casos de times do interior que nos enfrentam há muito tempo, a vantagem é grande. Mas há equilíbrio nos últimos anos – e o time jundiaiense nos eliminou  na semi de 2004.

GERAL   CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC   J V E D GP GC
39 21 11 7 82 53   23 12 8 3 42 25

O IPE se lembra:  na abertura do Paulista de 2007, os times se enfrentaram no Palestra, em jogo que acabou 4 a 2 e marcou a estreia de Caio Júnior e Pierre, para não falar de Marquinho, William, Edmílson “Canhão do Pantanal”, Caio e Beto.

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Oeste 0 x 1 Palmeiras

 

Patrik! Patrik??

Você se lembra quando foi a última vez que o Palmeiras ganhou um jogo com um gol depois dos 40 do segundo tempo? Pois é, foi no já longínquo 29 de abril do ano passado, quando o alviverde bateu o Atlético-GO na partida de ida das quartas de final da Copa do Brasil. Quase nove meses depois, uma nova vitória com um gol nos momentos derradeiros, daquelas que quase fazem esquecer como o jogo foi ruim.

Com o gol tardio do garoto Patrik, uma REVELAÇÃO DA BASE que, com poucas oportunidades (no máximo 200 até agora), conseguiu marcar seu primero tento com o manto verde, o Palmeiras saiu com a vitória na visita a Itápolis. A assistência para o gol mais uma vez foi de Luan – a quarta em quatro gols com bola rolando no Paulistão.

O jogo começou chato, com o Oeste pressionando, rondando a área mas sem desafiar o herdeiro de São Marcos, o atacante do time de Itápolis, o Óseas Fábio Santos, mostrou um pouco de qualidade e velocidade. O Palmeiras pouco ameaçou. O rubronegro aproveitou, cresceu na partida e assustou Deola algumas vezes ainda, mas o primeiro tempo não passou disso.

No intervalo, Felipão sacou o inoperante Dinei da esquadra e colocou Patrik – que errou absolutamente tudo até marcar o gol – mas o time continuava estéril [fica a dica do IPE: jogo de domingo tem que ser pela manhã, para evitar esse efeito feijuca, ok?] e o Oeste mostrava sinais de que além de não vender a derrota barato, queria até comprar a vitória; Danilo assustou com uma bola cabeceada na trave, fazendo o Oeste recuar um pouco – dali em diante, sua melhor chance foi “criada” por Rivaldo numa belíssima furada. Felipão mexeu novamente e sacou Cicinho, longe de repetir a estreia, para a entrada de Vitor. Marcos Assunção, ainda sem acertar o pé em 2011, até enfiou uma bela bola quase na linha de fundo na esquerda, para Luan, que concluiu e fez a torcida prender a respiração, mas a redonda saiu raspando o poste oposto. O empate já parecia inevitável quando aos 41′ Luan resolveu cumprir seu papel e serviu o craque da camisa 40, num gol muito parecido com 3 dos gols da vitória sobre o Ituano. Fecha a conta e paga os 10% do garçom, Patrik, Oeste 0 x 1 Palmeiras, fim de papo no Amaros’ Arena.

A falta de criatividade do meio campo preocupa, mas aos trancos e barrancos o Verdão já é o 3º com 7 pontos; ficamos na expectativa dos retornos de Valdívia e de Lincoln e também da contratação de mais reforços de qualidade…

FICHA TÉCNICA

OESTE 0 X 1 PALMEIRAS
Fábio; Dedê, Rafael Caldeira, Paulo Miranda e Fernandinho; Márcio, Roger (Serginho), Dionísio e Alex William (Fábio Neves); Fábio Santos e Mazinho. Deola; Cicinho (Vítor), Maurício Ramos, Danilo e Rivaldo; Marcos Assunção, Márcio Araújo, Tinga (Leandro Amaro) e Dinei (Patrik); Kleber e Luan.
Técnico: Ademir Fonseca. Técnico: Luiz Felipe Scolari.
Gol: Patrik, aos 41 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Dinei, Rivaldo (Palmeiras), Alex William, Fábio Santos, Rafael Caldeira, Paulo Miranda, Dionísio e Fábio (Oeste).
Data: 23/01/2011. Local: Amaros, em Itápolis. Árbitro: Welton Orlando Wohnrath. Auxiliares: Fabio Luiz Freire e William Rogério dos Santos Turola. Público: 4.302 pagantes.

 

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Buscando a segunda vitória no Paulistão, o Palmeiras enfrenta o Oeste tentando manter o embalo após a boa vitória sobre o Ituano.

Horário e local: Domingo, 23/01, às 19:30, no Estádio dos Amaros (antigo Picardão), em Itápolis (Sportv).

Árbitro: será Welton Orlando Wohnrath. É a primeira vez que ele apita jogos do Palmeiras. Será também a primeira vez que ele apitará um jogo de time grande.

Desfalques: Marcos, Valdivia e Lincoln são dúvidas; Pierre lesionado; Adriano sem documentação; Gabriel Silva, servindo à seleção sub-20.

Palpite IPE: Deola; Cicinho, M. Ramos, Danilo e Rivaldo; M. Araújo, M. Assunção e Tinga; Luan, Dinei e Kléber.

Destaques/Oeste: vindo de derrota para a Portuguesa no meio de semana, o Oeste tenta se reabilitar e manter-se dentro do G8. O zagueiro Cris, expulso, está fora da partida. O lateral Dede, lesionado, é dúvida.

Último confronto: na última partida disputada no antigo Palestra, válida pelo campeonato paulista, antes do fechamento para obras, um empate em 0×0.

Última derrota no local do jogo: foi em um amistoso de preparação para a temporada 2004 – 2×1 (Vagner Love; Guin e Marcinho). Esta derrota é também a única na história do confronto.

Histórico: Será apenas o quinto jogo na história do confronto. Em jogos oficiais, estamos invictos.

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
4 1 2 1 4 4 3 1 2 0 3 2

O IPE se lembra: pelo campeonato paulista de 2004, o Palmeiras venceu o Oeste por 2×1, gols de Pedrinho e Vagner Love. Neste ano, o Oeste, que acabara de subir da A2, perdeu 12 pontos por ter escalado 3 jogadores de forma irregular e terminou a primeira fase com -2 pontos, sendo assim rebaixado.

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Sob nova direção

O novo mandatário

 Arnaldo Tirone Filho foi eleito ontem o 36º presidente da história do Palmeiras (a lista completa está no site oficial). Particularmente nos primeiros anos, a troca de comando foi muito mais frequente – uma demonstração clara disso é o fato de que metade deles chefiou o clube ainda como Palestra Itália. Aproveitando a mudança no trono verde, eis aqui algumas curiosidades sobre os detentores do poder ao longo de nossa história:

- o primeiro mandatário da Società Sportiva Palestra Italia foi Ezequiel Simoni, que havia se proposto a bancar os custos iniciais de formação do clube e por isso, mesmo sem pedir, foi escolhido para ser dirigente da nova entidade. Ficou no cargo, contudo, apenas por dois meses.

- nos primeiros anos, a troca no posto foi constante. No início de 1917 (apenas dois anos e meio após a fundação), Guido Sarti foi o oitavo a assumir a presidência, e finalmente o primeiro a perdurar um ano inteiro.

- Francesco de Vivo foi o presidente que esteve mais vezes no cargo. Foram quatro passagens; a primeira durou um mês, entre o fim de 1915 e o início de 1916, a última foi de seis meses em 1927. No total, ele esteve pouco mais de três anos no poder.

- Davide Pichetti, o primeiro a ficar mais de um ano (1920-1923) foi também o primeiro a ser campeão paulista, em 1920.

- um dos presidentes do Palmeiras pertencia à família mais rica do Brasil na primeira metade do século XX. Luiz Eduardo Matarazzo era o 13º e último dos filhos de Francisco Matarazzo e foi o mandatário entre o fim de 1928 e o início de 1932, período por sinal em que o Palestra Itália passou em branco no que diz respeito a conquistas.

- o sucessor de Matarazzo, no entanto, teve muito mais sucesso. Num ranking hipotético de “porcentual de aproveitamento” seria difícil bater Dante Delmanto: três anos de mandato e o tricampeonato paulista. De quebra, o Rio-São Paulo de 1933, a inauguração da arquibancada do Palestra Itália e a maior goleada da história do derby.

- Ítalo Adami foi quem “morreu líder e nasceu campeão”. Foi o único a presidir tanto o Palestra Itália quanto o Palmeiras.

- Mario Frugiuele era o presidente durante a Taça Rio. Uma bola usada na decisão contra a Juventus ficou durante muito tempo em sua casa, mas hoje está no clube.

- o presidente que ficou no cargo por mais tempo foi Delfino Facchina: entre 1959 e 1970 e entre 1979 e o meio de 1980, quando faleceu no meio de seu mandato de quatro anos. Em termos de maior tempo consecutivo no cargo, sua gestão de 12 anos empata com a de Mustafá Contursi.

- além de Delfino Facchina, o outro presidente do clube no período das Academias foi Paschoal Giuliano, que também detém o recorde de mais tempo decorrido entre suas gestões. O primeiro dos seus três mandatos começou em 1953; o último se encerrou em 1984.

- Brício Pompeu de Toledo, presidente em duas ocasiões entre 1978 e 1982, era o irmão caçula de Cícero, ex-presidente do São Paulo que dá nome ao Estádio do Morumbi.

- um ex-presidente foi exonerado do cargo: Jordão Sacomani, o primeiro gestor do período da fila, foi deposto por conta da má situação financeira em que colocou o clube.

 - Valentino Sola, Luiz Eduardo Matarazzo, Hygino Pellegrini, Mario Frugiuele, Ferruccio Sandoli e Delfino Facchina são nomes de ruas em São Paulo (a Hygino Pellegrini, por sinal, ao lado do Palestra). Dante Delmanto dá nome a um viaduto, Francisco Patti a uma praça, Raphael Parisi e Mario Beni a escolas.

A biografia de alguns dos principais presidentes do clube pode ser conferida aqui.

*

Entre os membros do IPE, havia quem preferisse Nobre, mas também quem apoiasse Tirone, por não crer que ele será apenas uma marionete de Mustafá, como (compreensivelmente) se teme na maior parte da Mídia Palestrina. De toda forma, o fato é que Pituca agora é o presidente do clube, e seu sucesso será o sucesso do Palmeiras. Por isso, torcemos – todos - para que faça uma ótima gestão.

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Após o empate na estreia, o Palmeiras busca se recuperar contra um time que no momento está impedido de jogar em seu estádio. No fechamento da segunda rodada, a primeira visita ao interior será a um estádio no qual estivemos há menos de dez dias.

Horário e local: Quinta, 20/01, às 21:00, no Barão de Serra Negra, em Piracicaba (SporTV).

Árbitro: será Paulo César de Oliveira, e curiosamente um dos novos assistentes atrás do gol será seu irmão Luiz Flávio. Histórico:

2010 – 1×1 Corinthians (n, BR); 2×2 Barueri (f, P – o Prudente ainda não havia mudado de nome)
2009 – 2×2 Barueri (f, BR)
2008 – 1×2 SPFW (f, P - o jogo do gol de mão de Adriano); 5×2 Bragantino (f); 4 x 0 Juventus (em Ribeirão Preto)

Desfalques: Marcos, Valdivia, Lincoln e Pierre, lesionados; Gabriel Silva, servindo à seleção sub-20.

Palpite IPE: Deola; Vítor, M. Ramos, Danilo e Rivaldo; M. Araújo, M. Assunção, Tinga e Patrik; Luan e Kléber.

Destaques/Ituano: As várias contratações em geral foram de jogadores desconhecidos e o elenco não reúne nomes famosos. Um dos atacantes é Malaquias, que provocou a expulsão de Marcos no mesmo Bragantino 2 x 5 Palmeiras citado acima como um dos jogos de PC Oliveira. O time presidido por Juninho Paulista estreou com derrota em Jundiaí, 2 a 1, atuando com Éder; Èder Sciola, Cesar Gaucho, Jackson e Esquerdinha (Oliveira); Adoniran, Jean Pablo, Junior Urso (Leandrinho) e Jefferson; Malaquias e Welton (Thiago Faria).

Último confronto: na terceira rodada do Paulistão de 2010, empate em 3 a 3 no Palestra (Diego Souza, Robert, Deyvid Sacconi; Juninho, Danilo contra e Rodrigão)

Última vitória na casa do adversário: o Palmeiras nunca bateu o adversário em Piracicaba; já em Itu, foi uma goleada por 4 a 1 no Paulista de 2005 (Magrão, Diego Souza 2, Osmar; Ludemar)

Última derrota no local do jogo: já houve uma derrota no Barão de Serra Negra – e o Palmeiras era mandante. No Paulistão de 2008, na estreia de Diego Souza, 1 a 0 para o Galo (Felipe)

Histórico: o Palmeiras leva vantagem, mas está em jejum há algum tempo: a última vitória foi na abertura do Paulistão 2006, 2 a 1.

GERAL   CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC   J V E D GP GC
21 12 4 5 39 20   19 11 4 4 32 19

O IPE se lembra: em 2009, empate por 1 a 1. Contra todas as probabilidades, os gols foram de Alex Afonso e Lenny…

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