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Archive for março \31\UTC 2011

 

Neste domingo o líder desce a serra para um compromisso com ares de mini decisão. Palmeiras e Santos se enfrentam em jogo que, além de determinar a classificação da primeira fase, certamente dará moral para as finais. Vamos às informações do clássico!

Horário e local: domingo, às 16:00, na Vila Belmiro (Globo/PPV).

Árbitro: será Vinicius Furlan. Histórico:

2011 - 3×1 Paulista(c)

2010 – 3×1 XV de Piracicaba (amistoso – f)

2009 – 1×1 Guaratinguetá (f)

Pendurados: Cicinho, Rivaldo, Kleber e Gabriel Silva. Próximo jogo: Prudente (Canindé)

Desfalques: Pierre e Dinei, lesionados; Marcos e Valdivia são dúvidas.

Palpite IPE: Deola; Cicinho, Thiago Heleno, Danilo e Rivaldo; M. Araújo, Assunção, Patrik e Lincoln (Valdivia); Kleber e Luan.

Destaques/Santos: o lateral Jonathan, o volante Arouca e o atacante Diogo estão vetados para o confronto. Em compensação, Léo volta à equipe. No ataque, Elano, Ganso e Neymar estão confirmados e a vaga restante é disputada por dois ex-palmeirenses: Zé Eduardo e Keirrison.

Último confronto: foi pelo Brasileiro 2010, um empate em 1×1 (Kleber; Alan Patrik).

Última vitória no local do jogo: com direito a hat-trick de Robert – 4×3 – pelo Paulistão 2010 (Robert x 3, Diego Souza; Pará, Neymar e Madson).

Última derrota no local do jogo: foi pelas semi-finais do Paulistão 2009 – 2×1 (Keirrison; Neymar e Kleber Pereira)

Curiosidade: o Palmeiras não perde do Santos há dois anos. A última derrota foi pelo jogo de volta das semi-finais do Paulistão 2009, em partida marcada pela confusão Diego Souza x Domingos. Desde então foram 5 partidas, com 3 vitórias palestrinas e 2 empates.

Histórico: a vantagem é toda verde!

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
295 126 78 91 524 436 172 84 38 50 318 236

O IPE NÃO se lembra: enfrentando um jejum que já durava quase 9 anos, o Palmeiras teria pela frente o Santos de Pelé na final do Paulista de 1959, mas nem mesmo o rei foi capaz de segurar a equipe de Palestra Itália. O Palmeiras se sagrou Super Campeão Paulista de 1959, vencendo a partida pelo placar de 2×1. Abaixo, a ficha e um video da decisão.

 

 

10/01/60 – PALMEIRAS 2 x 1 SANTOS – Super Campeão Paulista / 59
Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – Pacaembú – São Paulo / SP – Brasil – Cr$ 3.076.375,00
Árbitro: Anacleto Pietrobon (SP)
Palmeiras (São Paulo/SP): Valdir Joaquim de Moraes, Djalma Santos, Valdemar Carabina, Aldemar, Geraldo Scotto, Zequinha, Chinesinho, Julinho, Américo, Romeiro, Nardo – Técnico: Oswaldo Brandão
Santos (Santos/SP): Laércio, Urubatão, Getúlio, Dalmo, Formiga, Zito, Dorval, Jair Rosa Pinto, Pagão, Pelé, Pepe – Técnico: Lula
Gols: Pelé (Santos), 14 min, Julinho (Palmeiras), 43 min primeiro tempo, Romeiro (Palmeiras), 3 min segundo tempo.

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1º Desafio IPE

Caramba, ainda me faltam duas respostas!

Amigo leitor, que tal mostrar que você sabe tudo sobre o Palmeiras e ainda ganhar um prêmio por isso? Pois é, o momento chegou! O Instituto Palestrino de Estatística apresenta seu primeiro Desafio, um pequeno questionário que põe à prova seu conhecimento sobre a história do Verdão e do futebol em geral.

Os desafios são temáticos; este primeiro versa sobre estádios. Para incentivar sua participação, desta vez haverá recompensa: responda às perguntas abaixo e concorra a um exemplar de “As Melhores Seleções Brasileiras de Todos os Tempos”, de Milton Leite. Que beleeeeza!

Regulamento: envie as respostas das perguntas abaixo até às 23:59 de segunda-feira que vem, 4/4, para blogdoipe@gmail.com. O livro será sorteado entre aqueles que acertarem mais questões.

Perguntas:

1. Na primeira década do século XX, ocorreu no Parque Antarctica um evento até então inédito na América do Sul. O que foi?

2. Em que estádios fora do Estado de São Paulo o Derby já foi disputado?

3. O estádio abaixo entrou para a história do Palmeiras. Qual é ele?

4. Cite cinco estádios cujas partidas inaugurais contaram com a presença do Palmeiras.

Para completar, uma questão que não é sobre o Palmeiras:

5. Estádio com nome de ex-jogador tem um monte. Nome de dirigente, mais ainda. De político, nossa senhora! Agora, e de ex-árbitro? Sim, existe ao menos um. Qual é ele? Vai uma dica: é um dos mais importantes do país onde fica.

Divulgaremos o resultado terça que vem. Boa sorte!

Pode ser seu

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100. E vem mais.

Agora é nossa vez

É, hoje esse jovem blog chega à sua centésima postagem. Agradecemos aos leitores e amigos que nos apoiaram desde o primeiro dia e mantemos o compromisso de trazer sempre textos abrangentes, informativos e curiosos.

Além dos tradicionais pré e pós-jogos, aqui você já leu sobre as viagens do Palmeiras aos países das Copas de 2018 e 2022 e à nação abalada por um enorme terremoto. Você também conferiu como o Palmeiras se saiu em jogos de Carnaval, e conheceu o único jogo de nossa história no Natal. Descobriu curiosidades sobre nossos ex-presidentes, quais foram nossas goleadas marcantes, e aprendeu até mesmo que somos octo enquanto a imprensa ainda falava em octa – a contragosto, claro.

Arriscamo-nos até mesmo a sugerir novas fórmulas para o Brasileirão – sem entregadas e sem clássicos no final – e para o Paulista. Para completar, estatísticas e histórias de craques e títulos do passado, que você pode descobrir ou revisitar clicando em nossas categorias listadas à direita.

Enfim, queremos trazer coisas diferentes, pois a torcida palmeirense é diferente. Não se contenta com mais do mesmo, e foi isso que nos motivou a criar este espaço. Aguardem, pois vem mais, a começar por uma surpresa amanhã. Por ora, agradecemos novamente a cada um de nossos leitores, e lembrem-se: o blogdoipe@gmail.com está à sua disposição.

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Curtindo uma de artilheiro

O Palmeiras venceu hoje o Bragantino, jogando no Canindé, e se mantém na disputa pela liderança – caso o rival tropece amanhã frente ao time da Vila Sônia, o Verdão será líder isolado com 35 pontos ganhos em 16 partidas disputadas. A 10ª vitória na competição veio e cada vez o otimismo vai aumentando e a pressão diminuindo. Novamente com Rivaldo na lateral esquerda e com Chico de titular na vaga de Assunção, o Palmeiras foi pro jogo enfrentar os gigantes  (no tamanho mesmo) de Bragança Paulista.

A partida nem bem começou e Rivaldo sofreu falta frontal, na ausência de Assunção, Lincoln e Thiago Heleno se posicionaram para a cobrança, o próprio Rivaldo ainda ameaçou chatear a torcida mas quem cobrou mesmo foi o Zagueirão: 1×0. A partir daí a partida ficou truncada e o Bragantino avançou mais que o Palmeiras, o time parecia desinteressado pela partida e cauteloso demais para atacar, fim de primeiro tempo com a única outra chance, num chute de fora da área de Chico que o goleiro da terra da linguiça do Bragantino espalmou para fora.

Pro segundo tempo Don Felipone manteve a mesma escalação e o time manteve a mesma postura: pouco atacava e deixava o Bragantino jogar, mas sem dar chance pro azar, nada de grandes sustos. De tanto correr e tentar, o adversário ‘pregou’ e o Palmeiras teve a frieza de matar a partida: Thiago Heleno, o matador da camisa número 4 guardou mais um depois de boa cobrança de falta de Lincoln: 2×0 e parecia que já estava tudo decidido MAS ainda havia tempo para MAIS, depois de bela tabela entre Patrik e Rivaldo (sério mesmo!!), o camisa 40 deixou João Vitor na frente do gol, com a frieza que um camisa 9 teria (caso esse jogador existisse no elenco), o volantão levantou  a cabeça, escolheu o canto e tirou do goleiro, sem chutão, sem loucura: 3×0 e fecha a conta seu juiz.

Batendo nos pequenos, sem dó nem piedade, a equipe de Palestra Itália segue sua caminhada firme rumo ao mata-mata, com a melhor defesa e agora um dos 4 melhores ataques. O próximo jogo é contra o Santos, na Vila Belmiro. Pode ser o momento da afirmação definitiva e de chegar nas fases finais com mais moral e confiança.

Na opinião do IPE o pior em campo foi Rivaldo, apesar da participação no 3º gol o jogador apresentou muitas falhas defensivas e pouco produziu ofensivamente, o melhor por sua vez foi Thiago Heleno, que além dos dois tentos anotados, mostrou disposição e bom posicionamento na defesa, vamos até desconsiderar a entortada que levou ainda no primeiro tempo.

FICHA TÉCNICA:
PALMEIRAS 3 x 0 BRAGANTINO

Estádio: Canindé(SP)
Data/hora: 26/03/2011 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Magno de Sousa Lima Neto
Auxiliares: João Edilson de Andrade e Claudenir Donizeti Gonçalves da Silva

Renda/público: R$ 272.631,00 / 10.460 pagantes
Cartões amarelos: Everaldo, Junior Lopes e Cristian (Bragantino); Cicinho (Palmeiras)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Thiago Heleno, aos 2′ do 1ºT  e aos 35′ do 2ºT. João Vitor, aos 42′ do 2ºT.

PALMEIRAS:
Deola; Cicinho (João Vitor), Leandro Amaro, Thiago Heleno e Rivaldo; Márcio Araújo, Chico, Patrik e Lincoln; Kleber (Maurício Ramos) e Adriano (Luan).

BRAGANTINO:
Gilvan, Murilo Henrique, Carlinhos e Everaldo (Júnior Lopes); Nêgo, Rodriguinho, Marcos Aurélio (Fabrício Carvalho), Eder e Cristian (Roberto); Marcelinho e Léo Jaime

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Vários escudos, todos campeões

Leitor, tente se imaginar no Pacaembu na noite de quarta-feira, 25 de março de 1942. Pense que você não apenas teria assistido apenas a uma partida, como haveria testemunhado uma mudança profunda em uma de suas paixões. Afinal, há exatos 69 anos, o público que compareceu ao estádio viu o capítulo final de uma era: a Società Sportiva Palestra Italia entrava em campo pela última vez, para enfrentar o Flamengo em jogo válido pela Quinela de Ouro. Echevarrieta abriria o placar, o rubro-negro viraria, mas Lima empatou, naquele que foi o último gol da equipe cujo nome poderia morrer, mas cujo espírito permaneceria inquebrantável.

O motivo da mudança de nome foi o decreto-lei outorgado por Getúlio Vargas no início daquele ano, que tornou obrigatória a mudança de nomes de entidades que remetessem aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão), ou a eles aliados. Em virtude deste decreto, o Palestra Itália oficiamente se converteu na Sociedade Esportiva Palestra de São Paulo no dia 27 de março de 1942; foi já com esta denominação que a equipe entrou em campo no dia seguinte para ser derrotado no Derby que encerrou a Quinela. E foi também como Palestra de São Paulo que a equipe iniciou sua participação no Paulista daquele ano (que o clube conquistaria de forma quase invicta, com derrota apenas no último jogo).

O Estado Novo, no entanto, considerou que a mudança não era suficiente, uma vez que o nome ainda parecia aludir à colônia italiana (ainda que Palestra seja um termo grego); por isto, nova mudança, e o diretor Mario Minervino sugeriu em reunião que o clube fizesse menção à extinta (e alvinegra) Associação Atlética das Palmeiras, tricampeã estadual em 1909, 1910 e 1915. Com a anuência do homenageado, decidiu-se adotar o nome que se mantém até hoje: Sociedade Esportiva Palmeiras.

Como sabemos, a estreia sob novo nome não poderia ser mais auspiciosa: foi a “Arrancada Heroica”, a histórica vitória por 3 x 1 contra o São Paulo em 20/9/1942, dia em que “morremos líderes e nascemos campeões”.

O Palestra Itália entrou em campo 824 vezes, obtendo 540 vitórias (quase dois terços das partidas disputadas) e 2292 tentos (2,78 por jogo), que culminaram em oito títulos paulistas (mais dois extras), um Rio-São Paulo, duas Taças de Campeões Rio-SP, quatro Taças Competência e diversos outras conquistas. E seu sucessor, o Palestra de São Paulo, é o único clube com 100% de conquistas na história do futebol paulista; afinal, disputou apenas um Estadual (pois o registro na competição fora feito com este nome), e o venceu. Coisas das quais só quem tem nosso tamanho e história pode se orgulhar.

Primeiro jogo, primeira taça

PS: vale lembrar alguns outros clubes que também tiveram que ter seus nomes alterados.

- Palestra Itália (MG): Durante alguns meses, eles tentaram o mesmo que o Palmeiras, passando a se chamar Palestra Mineiro. Forçados a mudar novamente, escolheram Ypiranga. Durou apenas um jogo – derrota para o arquirrival Atlético. Por fim, adotaram o nome de Cruzeiro Esporte Clube

- Palestra Itália (PR): três vezes campeão estadual, passou a se chamar Paranaense, depois Comercial e, vejam só, Palmeiras. Entretanto, nos anos 50, com o decreto anulado, voltaram ao nome original. Permaneceram no futebol até 1967. Mesmo sem atuar mais, quatro anos depois fundiu-se ao Britânia e ao Ferroviário para formar o Colorado; este se fundiria 18 anos depois com o Pinheiros para formar o atual Paraná Clube.

- Hespanha (SP): o clube santista que hoje milita nas divisões inferiores passou a se chamar Jabaquara

- Germânia (SP): o clube da capital, campeão paulista de 1906 e 1915 já havia abandonado o futebol quando teve seu nome alterado para Pinheiros.

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Antes de ter a primeira semana de folga após dois meses (a última foi entre o Derby e o Americana), e já pensando no clássico contra o Santos, o Palmeiras terá pela frente o Bragantino, que vem de derrota para o São Caetano e luta para se aproximar do G8 paulista.

Horário e local: sábado, 26/3, às 18:30, no Canindé (PPV)

Árbitro: será Magno de Souza Lima Neto. Nunca apitou jogos do time do Palmeiras.

Pendurados: Kleber e Gabriel Silva. Próximo jogo: Santos (f)

Desfalques: Danilo e Assunção, suspensos; Valdivia, Pierre e Dinei lesionados. Marcos ainda é dúvida.

Palpite IPE: Deola; Cicinho, Thiago Heleno, L. Amaro e Rivaldo; M. Araújo, João Vitor, Patrik e Lincoln; Kleber e Adriano.

Destaques/Bragantino: o lateral Lindembergh e o zagueiro Carlinhos voltam de suspensão. Já o artilheiro da equipe, Juninho Quixadá, continua fora por conta de uma lesão. O Bragantino conta ainda em seu elenco com velhos conhecidos da torcida Palmeirense: o goleiro Gilvan e o meia Cristian “Mendigo”. Além destes, os atacantes Finazzi e Fabrício Carvalho também atuam por lá.

Último confronto: ano passado, pelo Paulistão, vitória por 3×2 (Robert, Cleiton Xavier e Lenny; Diego Macedo e Juninho Quixadá)

Última vitória em SP: foi pelo Paulista de 2009 – 3×0 – com gols de Jeci e Ortigoza (2)

Última derrota em SP: faz tempo! Foi pelo Brasileiro de 1991 – 2×0 – gols de Ronaldo Alfredo e Ivair.

Curiosidade: o time do Bragantino que derrotou o Palmeiras em 1991 era comandado por Carlos Alberto Parreira e tinha alguns jogadores que marcaram época como Mauro Silva, Biro-Biro e Gil Baiano. Outra curiosidade deste jogo: o árbitro foi José Roberto Wright, hoje comentarista da Globo.

Histórico: Ampla vantagem esmeraldina.

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
32 16 8 8 53 31 21 10 7 4 34 17

O IPE se lembra: em 1989, o Palmeiras foi a Bragança pelo Paulista daquele ano. Em jogo tenso e marcado por muita confusão, o Bragantino, do técnico Vanderlei Luxemburgo, saiu na frente com Valmir. Após o gol, a torcida palmeirense entrou em conflito com a polícia e jogo foi paralisado por alguns minutos. O Palmeiras só chegou ao empate aos 35 minutos do segundo tempo, com um gol contra de Pintado (hoje técnico do Linense e ex-jogador de São Paulo e Santos). Com este empate, o Palmeiras conquistou pela última vez a Taça dos Invictos. Abaixo, a ficha daquele jogo:

25/05/1989 – BRAGANTINO-SP 1 x 1 PALMEIRAS-SP – CAMPEONATO PAULISTA
Estádio Marcelo Stéfani – Bragança Paulista / SP – Brasil – Público: 14.473 pagantes – Renda: NCz$ 37.784,00
Árbitro: José Roberto Wright (RJ)
Bragantino (Bragança Paulista/SP): Paulo César, Gil Baiano, Pintado, Nei, Biro-Biro, Souza, Zé Rubens, Valmir, Mano, Claudinho Gaúcho (Dino), Gatãozinho (Gallo) – Técnico: Wanderley Luxemburgo
Palmeiras (São Paulo/SP): Velloso, Édson Boaro, Toninho, Nenê, Abelardo, Júnior, Gérson Caçapa, Edu, Careca (Mauricinho), Gaúcho, Neto (Marcus Vinícius) – Técnico: Émerson Leão
Gols: Valmir (Bragantino), 2 min, Pintado (Bragantino) (contra), 35 min segundo tempo

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Palmeiras 3×0 Linense

 

Patrik chuta para marcar o primeiro da noite

 

Valdivia lesionado, Rivaldo na lateral, zaga desfalcada, Lincoln de volta e adversário lutando contra a degola. O Palmeiras superou as dificuldades na noite de hoje e garantiu a classificação para a próxima fase do Paulista.  A cada rodada parece mais claro que a decisão ficará mesmo para os clássicos Palmeiras x Santos e São Paulo x Corinthians.

Em Barueri, o Palmeiras não encontrou dificuldades para atropelar o Elefante da Noroeste. Diferente das partidas anteriores, apesar de ser contra um adversário mais fraco, o time não passou sustos desnecessários.

Jogando no 4-4-2, a equipe começou tendo um pouco de dificuldades para acertar o ataque, insistindo pelo lado direito. A equipe rondava a área do Linense, mas não levava real perigo.

Felipão então pediu para que o time chutasse a gol. E foi arriscando que a partir dos 35 minutos, a equipe criou três chances reais e abriu o placar na terceira tentativa. Na primeira Assunção arriscou de fora, após corta luz de Márcio Araújo. Na segunda Cicinho chutou, e no rebote Lincoln marcou… um drop goal. Na terceira, não teve conversa: Patrik recebeu de Lincoln, conduziu e bateu – belo gol – 1×0.

Não demorou muito e, após bela troca de passes entre Adriano e Kleber, o zagueirão do Linense derrubou o pop star. Penalti marcado; e convertido por Kleber: 2×0.

No segundo tempo a equipe voltou com a mesma formação e com a mesma disposição. Em jogada de Lincoln, Patrik – o melhor da noite – contou com um pouquinho de sorte para marcar o terceiro após bate-rebate na área.

A partir daí o time puxou o freio de mão, até foi repreendido em determinado momento por Felipão, mas administrou o resultado e garantiu a vitória com tranquilidade. Talvez tenha faltado um pouco de ambição no segundo tempo para fazer um placar mais elástico, mas no geral a equipe foi bem.

Na próxima rodada o Palmeiras volta ao Canindé para enfrentar o Bragantino, que vem de derrota para o São Caetano e ocupa a décima primeira posição, com 19 pontos.

 

 

FICHA TÉCNICA:
PALMEIRAS 3×0 LINENSE

Estádio: Arena Barueri, em Barueri (SP)
Data/hora: 23/03/2011 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Paulo Roberto de Sousa Jr
Auxiliares: Ricardo Pavanelli Lanutto e Humberto Lellis Talarico Leite

Renda/público: R$ 107.038,00 / 3.986 pagantes
Cartões amarelos: Danilo, Kleber, Marcos Assunção (PAL); Gilsinho, Tarracha, Bruno Quadros (LIN)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Patrik, 38′/1ºT (1-0); Kléber (pên.), 43′/1ºT (2-0); Patrik, 16′/2ºT (3-0)

PALMEIRAS: Deola, Cicinho, Danilo, Leandro Amaro e Rivaldo; Márcio Araújo, Marcos Assunção (Chico, 41′/2ºT), Patrik e Lincoln (Tinga, 40′/2ºT); Adriano e Kleber (Miguel, 40′/2ºT). Técnico: Felipão.

LINENSE: Mateus, Maidana, André Turatto (Samuel, 17′/2ºT), Bruno Quadros e Tarracha; Marcos Vinícius, Marcelo, André Bilinha (Rodrigo, 32′/2ºT), Gilsinho e Henrique (Rodrigo Guarú, 15′/2ºT); Pedrão. Técnico: Pintado.

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Uma pausa entre os jogos

 

O Palmeiras fez contra o São Caetano sua 17ª partida oficial no ano (não contamos o amistoso contra o XV de Piracicaba). Vamos a algumas curiosidades sobre os números dos jogadores até aqui:

- Onipresente: Márcio Araújo é o único atleta que disputou todas as partidas da temporada. Não só isso, como também disputou todos os minutos, pois ainda não foi substituído e nem começou no banco. O camisa 8 é secundado por Cicinho, que só não jogou na primeira partida do ano, e Tinga, que só não atuou contra o Uberaba.

- Só uma: Dois atletas deram o ar da graça em apenas uma oportunidade: Lincoln, na estreia, e Bruno Turco, contra o Ituano.

- Goleiros: Entre os goleiros, Deola jogou 12, Bruno 2 e Marcos somente três vezes (Paulista, Portuguesa e Corinthians).

- O exército verde: já são 27 os jogadores utilizados no ano (apenas na Copa do Brasil, em três jogos, são 20).

- Artilheiros: Doze atletas balançaram as redes em 2011; o artilheiro do ano é Kléber, com nove, seguido por Adriano (seis), e Patrik (quatro).

- Garçons: os “assistentes”, ou passadores para o gol, dependendo de seu nível de brasilianismo, são 10, puxados por Luan, com 4. Seguem-no de perto Marcos Assunção, Valdivia e Kléber, com três.

Ambos: oito jogadores estão tanto na lista dos que marcaram como dos que deram assistência: Kléber, Luan, Patrik, Valdivia, Assunção, Cicinho, Vinícius e Gabriel Silva.

- Pro chuveiro: Thiago Heleno foi o primeiro alviverde expulso na temporada.

- Amarelados: Danilo e Kléber, com quatro cada, são os jogadores que mais receberam amarelos esse ano. Contudo, o zagueiro ainda não cumpriu nenhuma partida de suspensão: está pendurado nas duas competições. Não é típico do camisa 23 ser advertido: no Brasileiro de 2010, ele só ficou fora uma vez por amarelos, na 29ª rodada.

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Faltando 5 jogos para o fim da primeira fase do Paulistão 2011, o Palmeiras inicia a reta final na briga para se manter nas primeira posições, e se possível tentando terminar a primeira fase na ponta. Para isso, a equipe tem pela frente 3 jogos em casa e dois fora, sendo um deles o clássico contra o Santos. No primeiro confronto desta reta final, a equipe recebe o Linense, que luta para escapar da degola. Vamos às informações do jogo!

Horário e local: quarta-feira, 23/3, às 19:30, na Arena Barueri (PPV)

Árbitro: será Paulo Roberto de Sousa Jr. Nunca apitou jogos do time profissional do Palmeiras, mas foi ele o árbitro no jogo que eliminou o Palmeiras da Copa SP de juniores deste ano.

Pendurados: Marcos Assunção, Danilo e Gabriel Silva. Próximo jogo: Bragantino (c)

Desfalques: Thiago Heleno e Luan, suspensos; Valdivia, Pierre e Dinei lesionados. Marcos treina mas deve permanecer de fora.

Palpite IPE: Deola; Cicinho, Danilo, Chico e Gabriel Silva; M. Araújo, M. Assunção, Tinga e Patrik; Kleber e Adriano.

Destaques/Linense: Após a derrota em casa para o São Bernardo, que derrubou o “Elefante” novamente para a zona de rebaixamento, a equipe de Lins vem à São Paulo com a missão de se recuperar no campeonato e fugir da degola. Para esta partida, o técnico Pintado não deverá ter problemas. Entre os destaques da equipe do interior estão velhos conhecidos das grandes torcidas: Bruno Quadros (ex-Botafogo, Flamengo e Cruzeiro), Wellington Monteiro (ex-Vasco, Inter, Fluminense), Pedrão (ex-Goiás e Barueri) e o veteraníssimo Alessandro Cambalhota (ex-Santos, Porto-POR, Fluminense, Cruzeiro, Atl-MG, Corinthians e tantos outros…).

Último confronto: Faz muito tempo! Foi em 1965, em um amistoso que acabou 2×0 para o Palmeiras, com gols de Tupãzinho e Rinaldo.

Última vitória em SP: Foi pelo campeonato Paulista de 1957, e foi de goleada: 6×2, com gols de Mazzola (2), Quincas (2) e Nilo (2) para o Palmeiras. Genê e Alemão descontaram para o Linense.

Última derrota em SP: O Palmeiras jamais perdeu para a Linense atuando em casa.

Curiosidade: foram poucas as vezes em que Palmeiras e Linense se cruzaram em suas histórias, mas se por um lado o histórico registra poucas partidas, o mesmo não se pode dizer sobre a média de gols do confronto: 4,2 por jogo.

Histórico: o primeiro confronto data de 1949 e o último foi em 1965.

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
11 8 1 2 34 12 8 6 0 2 26 12

O IPE não se lembra: a maior goleada na história do confronto aconteceu em 1954, mas foi válida pelo Campeonato Paulista de 1953 – 7×2 – Com gols de Richard (2), Berto (2), Lima e Liminha (2) para o Palmeiras, e Américo (2) para o Linense.

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"Jajá de Barra Mansa" completaria hoje 90 anos

 

Um dos principais jogadores brasileiros de seu tempo, este carioca, nascido em 21 de Março de 1921 e natural de Quatis, completaria hoje 90 anos.

Jair Rosa Pinto, ou “Jajá de Barra Mansa” como era conhecido, jogou nos 3 principais clubes do Brasil nos anos 40 e 50 – Vasco, Palmeiras e Santos – sendo suas passagens mais marcantes pelos dois primeiros. Meia-esquerda de estilo clássico, foi um dos primeiros camisas 10 típicos entre tantos que o Brasil produziu em sua história.

Jair chegou ao Vasco em 1943, vindo do Madureira. Atuou na equipe cruzmaltina durante 4 anos, até se transferir para o rival Flamengo em 1947, insatisfeito por ganhar menos do que seus colegas de clube. Pelo time da colina, foi um dos principais jogadores do famoso “Expresso da Vitória”, considerado até hoje um dos maiores times da história vascaína, tendo participado da campanha do título carioca de 1945.

Em sua passagem pelo Flamengo, uma história curiosa, e que foi também o fator determinante para sua transferência para o Palmeiras: em 1949, após uma derrota em um clássico contra seu ex-clube por 5×2, teve sua camisa queimada pela torcida e foi acusado de ter vendido a derrota aos vascaínos. Diante deste quadro, se transferiu para o Palmeiras ainda em 1949.

No Palmeiras, foi ídolo da equipe por 7 anos. Conquistou os títulos Paulista de 1950 (o famoso Jogo da Lama), o Rio-São Paulo de 1951 e o mais importante título da história do clube, o Mundial de Clubes de 1951, batendo o Juventus-ITA na final, em pleno Maracanã, e sendo ovacionado e aclamado pela torcida, um ano depois da perda da Copa do Mundo de 1950, para o Uruguai. Pela equipe de Palestra Itália, disputou 241 partidas e marcou 71 gols.

Sobre a Copa de 1950 e o Mundial de Clubes de 1951, ninguém melhor do que o próprio Jair para explicar o que significou a conquista:

 

Campeão Mundial de Clubes - 1951

 

Já no fim de sua carreira, atuou pelo Santos e testemunhou o surgimento de Pelé. Tendo sido, segundo alguns historiadores, uma espécie de tutor do Rei em termos de posicionamento, liderança e conduta profissional.

Pela seleção brasileira, atuou em 41 partidas e marcou 24 gols. Depois de aposentado, Jair retornou ao Rio de Janeiro. Faleceu em 28 de Julho de 2005, aos 84 anos, vítima de embolia pulmonar após uma cirurgia.

Obrigado, Jajá!

 

Jair e o "Jogo da Lama"

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