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Archive for março \31\UTC 2011

 

Neste domingo o líder desce a serra para um compromisso com ares de mini decisão. Palmeiras e Santos se enfrentam em jogo que, além de determinar a classificação da primeira fase, certamente dará moral para as finais. Vamos às informações do clássico!

Horário e local: domingo, às 16:00, na Vila Belmiro (Globo/PPV).

Árbitro: será Vinicius Furlan. Histórico:

2011 – 3×1 Paulista(c)

2010 – 3×1 XV de Piracicaba (amistoso – f)

2009 – 1×1 Guaratinguetá (f)

Pendurados: Cicinho, Rivaldo, Kleber e Gabriel Silva. Próximo jogo: Prudente (Canindé)

Desfalques: Pierre e Dinei, lesionados; Marcos e Valdivia são dúvidas.

Palpite IPE: Deola; Cicinho, Thiago Heleno, Danilo e Rivaldo; M. Araújo, Assunção, Patrik e Lincoln (Valdivia); Kleber e Luan.

Destaques/Santos: o lateral Jonathan, o volante Arouca e o atacante Diogo estão vetados para o confronto. Em compensação, Léo volta à equipe. No ataque, Elano, Ganso e Neymar estão confirmados e a vaga restante é disputada por dois ex-palmeirenses: Zé Eduardo e Keirrison.

Último confronto: foi pelo Brasileiro 2010, um empate em 1×1 (Kleber; Alan Patrik).

Última vitória no local do jogo: com direito a hat-trick de Robert – 4×3 – pelo Paulistão 2010 (Robert x 3, Diego Souza; Pará, Neymar e Madson).

Última derrota no local do jogo: foi pelas semi-finais do Paulistão 2009 – 2×1 (Keirrison; Neymar e Kleber Pereira)

Curiosidade: o Palmeiras não perde do Santos há dois anos. A última derrota foi pelo jogo de volta das semi-finais do Paulistão 2009, em partida marcada pela confusão Diego Souza x Domingos. Desde então foram 5 partidas, com 3 vitórias palestrinas e 2 empates.

Histórico: a vantagem é toda verde!

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
295 126 78 91 524 436 172 84 38 50 318 236

O IPE NÃO se lembra: enfrentando um jejum que já durava quase 9 anos, o Palmeiras teria pela frente o Santos de Pelé na final do Paulista de 1959, mas nem mesmo o rei foi capaz de segurar a equipe de Palestra Itália. O Palmeiras se sagrou Super Campeão Paulista de 1959, vencendo a partida pelo placar de 2×1. Abaixo, a ficha e um video da decisão.

 

 

10/01/60 – PALMEIRAS 2 x 1 SANTOS – Super Campeão Paulista / 59
Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – Pacaembú – São Paulo / SP – Brasil – Cr$ 3.076.375,00
Árbitro: Anacleto Pietrobon (SP)
Palmeiras (São Paulo/SP): Valdir Joaquim de Moraes, Djalma Santos, Valdemar Carabina, Aldemar, Geraldo Scotto, Zequinha, Chinesinho, Julinho, Américo, Romeiro, Nardo – Técnico: Oswaldo Brandão
Santos (Santos/SP): Laércio, Urubatão, Getúlio, Dalmo, Formiga, Zito, Dorval, Jair Rosa Pinto, Pagão, Pelé, Pepe – Técnico: Lula
Gols: Pelé (Santos), 14 min, Julinho (Palmeiras), 43 min primeiro tempo, Romeiro (Palmeiras), 3 min segundo tempo.

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1º Desafio IPE

Caramba, ainda me faltam duas respostas!

Amigo leitor, que tal mostrar que você sabe tudo sobre o Palmeiras e ainda ganhar um prêmio por isso? Pois é, o momento chegou! O Instituto Palestrino de Estatística apresenta seu primeiro Desafio, um pequeno questionário que põe à prova seu conhecimento sobre a história do Verdão e do futebol em geral.

Os desafios são temáticos; este primeiro versa sobre estádios. Para incentivar sua participação, desta vez haverá recompensa: responda às perguntas abaixo e concorra a um exemplar de “As Melhores Seleções Brasileiras de Todos os Tempos”, de Milton Leite. Que beleeeeza!

Regulamento: envie as respostas das perguntas abaixo até às 23:59 de segunda-feira que vem, 4/4, para blogdoipe@gmail.com. O livro será sorteado entre aqueles que acertarem mais questões.

Perguntas:

1. Na primeira década do século XX, ocorreu no Parque Antarctica um evento até então inédito na América do Sul. O que foi?

2. Em que estádios fora do Estado de São Paulo o Derby já foi disputado?

3. O estádio abaixo entrou para a história do Palmeiras. Qual é ele?

4. Cite cinco estádios cujas partidas inaugurais contaram com a presença do Palmeiras.

Para completar, uma questão que não é sobre o Palmeiras:

5. Estádio com nome de ex-jogador tem um monte. Nome de dirigente, mais ainda. De político, nossa senhora! Agora, e de ex-árbitro? Sim, existe ao menos um. Qual é ele? Vai uma dica: é um dos mais importantes do país onde fica.

Divulgaremos o resultado terça que vem. Boa sorte!

Pode ser seu

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100. E vem mais.

Agora é nossa vez

É, hoje esse jovem blog chega à sua centésima postagem. Agradecemos aos leitores e amigos que nos apoiaram desde o primeiro dia e mantemos o compromisso de trazer sempre textos abrangentes, informativos e curiosos.

Além dos tradicionais pré e pós-jogos, aqui você já leu sobre as viagens do Palmeiras aos países das Copas de 2018 e 2022 e à nação abalada por um enorme terremoto. Você também conferiu como o Palmeiras se saiu em jogos de Carnaval, e conheceu o único jogo de nossa história no Natal. Descobriu curiosidades sobre nossos ex-presidentes, quais foram nossas goleadas marcantes, e aprendeu até mesmo que somos octo enquanto a imprensa ainda falava em octa – a contragosto, claro.

Arriscamo-nos até mesmo a sugerir novas fórmulas para o Brasileirão – sem entregadas e sem clássicos no final – e para o Paulista. Para completar, estatísticas e histórias de craques e títulos do passado, que você pode descobrir ou revisitar clicando em nossas categorias listadas à direita.

Enfim, queremos trazer coisas diferentes, pois a torcida palmeirense é diferente. Não se contenta com mais do mesmo, e foi isso que nos motivou a criar este espaço. Aguardem, pois vem mais, a começar por uma surpresa amanhã. Por ora, agradecemos novamente a cada um de nossos leitores, e lembrem-se: o blogdoipe@gmail.com está à sua disposição.

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Curtindo uma de artilheiro

O Palmeiras venceu hoje o Bragantino, jogando no Canindé, e se mantém na disputa pela liderança – caso o rival tropece amanhã frente ao time da Vila Sônia, o Verdão será líder isolado com 35 pontos ganhos em 16 partidas disputadas. A 10ª vitória na competição veio e cada vez o otimismo vai aumentando e a pressão diminuindo. Novamente com Rivaldo na lateral esquerda e com Chico de titular na vaga de Assunção, o Palmeiras foi pro jogo enfrentar os gigantes  (no tamanho mesmo) de Bragança Paulista.

A partida nem bem começou e Rivaldo sofreu falta frontal, na ausência de Assunção, Lincoln e Thiago Heleno se posicionaram para a cobrança, o próprio Rivaldo ainda ameaçou chatear a torcida mas quem cobrou mesmo foi o Zagueirão: 1×0. A partir daí a partida ficou truncada e o Bragantino avançou mais que o Palmeiras, o time parecia desinteressado pela partida e cauteloso demais para atacar, fim de primeiro tempo com a única outra chance, num chute de fora da área de Chico que o goleiro da terra da linguiça do Bragantino espalmou para fora.

Pro segundo tempo Don Felipone manteve a mesma escalação e o time manteve a mesma postura: pouco atacava e deixava o Bragantino jogar, mas sem dar chance pro azar, nada de grandes sustos. De tanto correr e tentar, o adversário ‘pregou’ e o Palmeiras teve a frieza de matar a partida: Thiago Heleno, o matador da camisa número 4 guardou mais um depois de boa cobrança de falta de Lincoln: 2×0 e parecia que já estava tudo decidido MAS ainda havia tempo para MAIS, depois de bela tabela entre Patrik e Rivaldo (sério mesmo!!), o camisa 40 deixou João Vitor na frente do gol, com a frieza que um camisa 9 teria (caso esse jogador existisse no elenco), o volantão levantou  a cabeça, escolheu o canto e tirou do goleiro, sem chutão, sem loucura: 3×0 e fecha a conta seu juiz.

Batendo nos pequenos, sem dó nem piedade, a equipe de Palestra Itália segue sua caminhada firme rumo ao mata-mata, com a melhor defesa e agora um dos 4 melhores ataques. O próximo jogo é contra o Santos, na Vila Belmiro. Pode ser o momento da afirmação definitiva e de chegar nas fases finais com mais moral e confiança.

Na opinião do IPE o pior em campo foi Rivaldo, apesar da participação no 3º gol o jogador apresentou muitas falhas defensivas e pouco produziu ofensivamente, o melhor por sua vez foi Thiago Heleno, que além dos dois tentos anotados, mostrou disposição e bom posicionamento na defesa, vamos até desconsiderar a entortada que levou ainda no primeiro tempo.

FICHA TÉCNICA:
PALMEIRAS 3 x 0 BRAGANTINO

Estádio: Canindé(SP)
Data/hora: 26/03/2011 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Magno de Sousa Lima Neto
Auxiliares: João Edilson de Andrade e Claudenir Donizeti Gonçalves da Silva

Renda/público: R$ 272.631,00 / 10.460 pagantes
Cartões amarelos: Everaldo, Junior Lopes e Cristian (Bragantino); Cicinho (Palmeiras)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Thiago Heleno, aos 2′ do 1ºT  e aos 35′ do 2ºT. João Vitor, aos 42′ do 2ºT.

PALMEIRAS:
Deola; Cicinho (João Vitor), Leandro Amaro, Thiago Heleno e Rivaldo; Márcio Araújo, Chico, Patrik e Lincoln; Kleber (Maurício Ramos) e Adriano (Luan).

BRAGANTINO:
Gilvan, Murilo Henrique, Carlinhos e Everaldo (Júnior Lopes); Nêgo, Rodriguinho, Marcos Aurélio (Fabrício Carvalho), Eder e Cristian (Roberto); Marcelinho e Léo Jaime

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Vários escudos, todos campeões

Leitor, tente se imaginar no Pacaembu na noite de quarta-feira, 25 de março de 1942. Pense que você não apenas teria assistido apenas a uma partida, como haveria testemunhado uma mudança profunda em uma de suas paixões. Afinal, há exatos 69 anos, o público que compareceu ao estádio viu o capítulo final de uma era: a Società Sportiva Palestra Italia entrava em campo pela última vez, para enfrentar o Flamengo em jogo válido pela Quinela de Ouro. Echevarrieta abriria o placar, o rubro-negro viraria, mas Lima empatou, naquele que foi o último gol da equipe cujo nome poderia morrer, mas cujo espírito permaneceria inquebrantável.

O motivo da mudança de nome foi o decreto-lei outorgado por Getúlio Vargas no início daquele ano, que tornou obrigatória a mudança de nomes de entidades que remetessem aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão), ou a eles aliados. Em virtude deste decreto, o Palestra Itália oficiamente se converteu na Sociedade Esportiva Palestra de São Paulo no dia 27 de março de 1942; foi já com esta denominação que a equipe entrou em campo no dia seguinte para ser derrotado no Derby que encerrou a Quinela. E foi também como Palestra de São Paulo que a equipe iniciou sua participação no Paulista daquele ano (que o clube conquistaria de forma quase invicta, com derrota apenas no último jogo).

O Estado Novo, no entanto, considerou que a mudança não era suficiente, uma vez que o nome ainda parecia aludir à colônia italiana (ainda que Palestra seja um termo grego); por isto, nova mudança, e o diretor Mario Minervino sugeriu em reunião que o clube fizesse menção à extinta (e alvinegra) Associação Atlética das Palmeiras, tricampeã estadual em 1909, 1910 e 1915. Com a anuência do homenageado, decidiu-se adotar o nome que se mantém até hoje: Sociedade Esportiva Palmeiras.

Como sabemos, a estreia sob novo nome não poderia ser mais auspiciosa: foi a “Arrancada Heroica”, a histórica vitória por 3 x 1 contra o São Paulo em 20/9/1942, dia em que “morremos líderes e nascemos campeões”.

O Palestra Itália entrou em campo 824 vezes, obtendo 540 vitórias (quase dois terços das partidas disputadas) e 2292 tentos (2,78 por jogo), que culminaram em oito títulos paulistas (mais dois extras), um Rio-São Paulo, duas Taças de Campeões Rio-SP, quatro Taças Competência e diversos outras conquistas. E seu sucessor, o Palestra de São Paulo, é o único clube com 100% de conquistas na história do futebol paulista; afinal, disputou apenas um Estadual (pois o registro na competição fora feito com este nome), e o venceu. Coisas das quais só quem tem nosso tamanho e história pode se orgulhar.

Primeiro jogo, primeira taça

PS: vale lembrar alguns outros clubes que também tiveram que ter seus nomes alterados.

- Palestra Itália (MG): Durante alguns meses, eles tentaram o mesmo que o Palmeiras, passando a se chamar Palestra Mineiro. Forçados a mudar novamente, escolheram Ypiranga. Durou apenas um jogo – derrota para o arquirrival Atlético. Por fim, adotaram o nome de Cruzeiro Esporte Clube

- Palestra Itália (PR): três vezes campeão estadual, passou a se chamar Paranaense, depois Comercial e, vejam só, Palmeiras. Entretanto, nos anos 50, com o decreto anulado, voltaram ao nome original. Permaneceram no futebol até 1967. Mesmo sem atuar mais, quatro anos depois fundiu-se ao Britânia e ao Ferroviário para formar o Colorado; este se fundiria 18 anos depois com o Pinheiros para formar o atual Paraná Clube.

- Hespanha (SP): o clube santista que hoje milita nas divisões inferiores passou a se chamar Jabaquara

- Germânia (SP): o clube da capital, campeão paulista de 1906 e 1915 já havia abandonado o futebol quando teve seu nome alterado para Pinheiros.

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Antes de ter a primeira semana de folga após dois meses (a última foi entre o Derby e o Americana), e já pensando no clássico contra o Santos, o Palmeiras terá pela frente o Bragantino, que vem de derrota para o São Caetano e luta para se aproximar do G8 paulista.

Horário e local: sábado, 26/3, às 18:30, no Canindé (PPV)

Árbitro: será Magno de Souza Lima Neto. Nunca apitou jogos do time do Palmeiras.

Pendurados: Kleber e Gabriel Silva. Próximo jogo: Santos (f)

Desfalques: Danilo e Assunção, suspensos; Valdivia, Pierre e Dinei lesionados. Marcos ainda é dúvida.

Palpite IPE: Deola; Cicinho, Thiago Heleno, L. Amaro e Rivaldo; M. Araújo, João Vitor, Patrik e Lincoln; Kleber e Adriano.

Destaques/Bragantino: o lateral Lindembergh e o zagueiro Carlinhos voltam de suspensão. Já o artilheiro da equipe, Juninho Quixadá, continua fora por conta de uma lesão. O Bragantino conta ainda em seu elenco com velhos conhecidos da torcida Palmeirense: o goleiro Gilvan e o meia Cristian “Mendigo”. Além destes, os atacantes Finazzi e Fabrício Carvalho também atuam por lá.

Último confronto: ano passado, pelo Paulistão, vitória por 3×2 (Robert, Cleiton Xavier e Lenny; Diego Macedo e Juninho Quixadá)

Última vitória em SP: foi pelo Paulista de 2009 – 3×0 – com gols de Jeci e Ortigoza (2)

Última derrota em SP: faz tempo! Foi pelo Brasileiro de 1991 – 2×0 – gols de Ronaldo Alfredo e Ivair.

Curiosidade: o time do Bragantino que derrotou o Palmeiras em 1991 era comandado por Carlos Alberto Parreira e tinha alguns jogadores que marcaram época como Mauro Silva, Biro-Biro e Gil Baiano. Outra curiosidade deste jogo: o árbitro foi José Roberto Wright, hoje comentarista da Globo.

Histórico: Ampla vantagem esmeraldina.

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
32 16 8 8 53 31 21 10 7 4 34 17

O IPE se lembra: em 1989, o Palmeiras foi a Bragança pelo Paulista daquele ano. Em jogo tenso e marcado por muita confusão, o Bragantino, do técnico Vanderlei Luxemburgo, saiu na frente com Valmir. Após o gol, a torcida palmeirense entrou em conflito com a polícia e jogo foi paralisado por alguns minutos. O Palmeiras só chegou ao empate aos 35 minutos do segundo tempo, com um gol contra de Pintado (hoje técnico do Linense e ex-jogador de São Paulo e Santos). Com este empate, o Palmeiras conquistou pela última vez a Taça dos Invictos. Abaixo, a ficha daquele jogo:

25/05/1989 – BRAGANTINO-SP 1 x 1 PALMEIRAS-SP – CAMPEONATO PAULISTA
Estádio Marcelo Stéfani – Bragança Paulista / SP – Brasil – Público: 14.473 pagantes – Renda: NCz$ 37.784,00
Árbitro: José Roberto Wright (RJ)
Bragantino (Bragança Paulista/SP): Paulo César, Gil Baiano, Pintado, Nei, Biro-Biro, Souza, Zé Rubens, Valmir, Mano, Claudinho Gaúcho (Dino), Gatãozinho (Gallo) – Técnico: Wanderley Luxemburgo
Palmeiras (São Paulo/SP): Velloso, Édson Boaro, Toninho, Nenê, Abelardo, Júnior, Gérson Caçapa, Edu, Careca (Mauricinho), Gaúcho, Neto (Marcus Vinícius) – Técnico: Émerson Leão
Gols: Valmir (Bragantino), 2 min, Pintado (Bragantino) (contra), 35 min segundo tempo

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Palmeiras 3×0 Linense

 

Patrik chuta para marcar o primeiro da noite

 

Valdivia lesionado, Rivaldo na lateral, zaga desfalcada, Lincoln de volta e adversário lutando contra a degola. O Palmeiras superou as dificuldades na noite de hoje e garantiu a classificação para a próxima fase do Paulista.  A cada rodada parece mais claro que a decisão ficará mesmo para os clássicos Palmeiras x Santos e São Paulo x Corinthians.

Em Barueri, o Palmeiras não encontrou dificuldades para atropelar o Elefante da Noroeste. Diferente das partidas anteriores, apesar de ser contra um adversário mais fraco, o time não passou sustos desnecessários.

Jogando no 4-4-2, a equipe começou tendo um pouco de dificuldades para acertar o ataque, insistindo pelo lado direito. A equipe rondava a área do Linense, mas não levava real perigo.

Felipão então pediu para que o time chutasse a gol. E foi arriscando que a partir dos 35 minutos, a equipe criou três chances reais e abriu o placar na terceira tentativa. Na primeira Assunção arriscou de fora, após corta luz de Márcio Araújo. Na segunda Cicinho chutou, e no rebote Lincoln marcou… um drop goal. Na terceira, não teve conversa: Patrik recebeu de Lincoln, conduziu e bateu – belo gol – 1×0.

Não demorou muito e, após bela troca de passes entre Adriano e Kleber, o zagueirão do Linense derrubou o pop star. Penalti marcado; e convertido por Kleber: 2×0.

No segundo tempo a equipe voltou com a mesma formação e com a mesma disposição. Em jogada de Lincoln, Patrik – o melhor da noite – contou com um pouquinho de sorte para marcar o terceiro após bate-rebate na área.

A partir daí o time puxou o freio de mão, até foi repreendido em determinado momento por Felipão, mas administrou o resultado e garantiu a vitória com tranquilidade. Talvez tenha faltado um pouco de ambição no segundo tempo para fazer um placar mais elástico, mas no geral a equipe foi bem.

Na próxima rodada o Palmeiras volta ao Canindé para enfrentar o Bragantino, que vem de derrota para o São Caetano e ocupa a décima primeira posição, com 19 pontos.

 

 

FICHA TÉCNICA:
PALMEIRAS 3×0 LINENSE

Estádio: Arena Barueri, em Barueri (SP)
Data/hora: 23/03/2011 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Paulo Roberto de Sousa Jr
Auxiliares: Ricardo Pavanelli Lanutto e Humberto Lellis Talarico Leite

Renda/público: R$ 107.038,00 / 3.986 pagantes
Cartões amarelos: Danilo, Kleber, Marcos Assunção (PAL); Gilsinho, Tarracha, Bruno Quadros (LIN)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Patrik, 38’/1ºT (1-0); Kléber (pên.), 43’/1ºT (2-0); Patrik, 16’/2ºT (3-0)

PALMEIRAS: Deola, Cicinho, Danilo, Leandro Amaro e Rivaldo; Márcio Araújo, Marcos Assunção (Chico, 41’/2ºT), Patrik e Lincoln (Tinga, 40’/2ºT); Adriano e Kleber (Miguel, 40’/2ºT). Técnico: Felipão.

LINENSE: Mateus, Maidana, André Turatto (Samuel, 17’/2ºT), Bruno Quadros e Tarracha; Marcos Vinícius, Marcelo, André Bilinha (Rodrigo, 32’/2ºT), Gilsinho e Henrique (Rodrigo Guarú, 15’/2ºT); Pedrão. Técnico: Pintado.

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