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Archive for julho \29\UTC 2011

O tradicional bigode fino...

Se ainda estivesse vivo Julinho completaria 82 anos hoje, infelizmente foi convocado para a Seleção do ‘outro lado’ em 2003. Um dos maiores ídolos da história do Palmeiras, brilhou também pela Portuguesa de Desportos e em terras italianas desfilou sua categoria com o uniforme da Fiorentina.

Depois de ter sido dispensado (!!) das categorias de base do Corinthians (explicado), Julinho foi para o Juventus da Mooca, onde ficou somente 6 meses sendo contratado pela Portuguesa, na Lusa brilhou por 4 temporadas antes de se transferir para a Viola, um caso raro de jogador que foi para a Europa e no regresso veio para o Palmeiras apesar de não ter jogado no time do Palestra Itália anteriormente. No clube italiano Julinho conquistou um título do Campeonato Nacional (1955/56) e dois vice-campeonatos, além de ter sido apontado em 1996 como o melhor jogador da história da Fiorentina.

Já no Palmeiras participou da Primeira Academia, ganhando diversos títulos, entre eles o Super Campeonato Paulista de 59 e o primeiro Campeonato Brasileiro do clube. Julinho ficou no Verdão de 1959 até 1967, o ano de encerramento de sua carreira, jogou 269 partidas e marcou 81 gols, conquistou os Campeonatos Paulistas de 59, 63 e 66, o Campeonato Brasileiro de 60 (Taça Brasil) e o Rio-São Paulo de 65.

Pela Seleção Brasileira disputou a Copa do Mundo 1954 e recusou convocação para a Copa de 1958 por achar que estava tirando lugar de jogadores que atuavam no Brasil, uma vez que era jogador da Fiorentina (qual a chance de alguém fazer isso hoje?). Ao todo foram 31 partidas e 13 gols, entre eles um que calou a maior vaia da história do Maracanã.

Júlio Botelho faleceu em São Paulo, no dia 10 de janeiro de 2003 aos 73 anos. O blog do IPE agradece ao craque pelos serviços prestados, sem dúvida ele foi o maior ponta direita da história do futebol e um dos maiores jogadores da história alviverde.

Intimidade total

Confira duas belas histórias a respeito de Julinho Botelho nos links:

A maior vaia do Maracanã – http://tinyurl.com/42fy2qj

Signore Tristezza – http://tinyurl.com/3fb7zsj

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Após conquistar a primeira vitória fora de casa, a equipe de Felipão recebe o galo mineiro tentando embalar na competição e se aproximar dos líderes. Vamos às informações da partida:

Horário e local: sábado (30/07), às 21:00 (sim, você não está louco!), no Canindé (PPV).

Árbitro: será Sandro Meira Ricci (DF), cujo histórico não é animador:

2010 – 1×1 Goiás (f); 0×1 Atl-GO (f – CB)

2009 – 3×1 Atl-MG (c); 0×2 Flamengo (c); 2×3 Vitória (f)

Situação na tabela: o Palmeiras está em quarto, e o Atlético em décimo terceiro.

Nesse momento, em 2010: em décimo primeiro, o Palmeiras foi à Goiânia e, com um empate por 1×1 contra o Goiás, terminou a rodada em décimo terceiro.

Desfalques: Márcio Araújo e Kleber suspensos. Marcos é dúvida.

Pendurados: Thiago Heleno, Maikon Leite, Wellington Paulista, Maurício Ramos, Marcos Assunção, Luan e Patrik.

Próxima partida: Coritiba (fora)

Palpite IPE: Deola; Cicinho, Thiago Heleno, M.Ramos e Gerley; Chico, Assunção e Valdivia; Maikon Leite, Wellington Paulista e Luan.

Destaques/Atlético-MG: o técnico Dorival Jr. terá os desfalques dos suspensos Toró e Dudu Cearense, mas em compensação terá a volta dos zagueiros Réver e Leonardo Silva, e também a volta do volante Serginho. A provável escalação deverá ser Giovanni; Patric, Réver, Leonardo Silva e Guilherme Santos; Richarlyson, Serginho, Mancini e Daniel Carvalho; Magno Alves e Jonatas Obina.

Último confronto no local do jogo: Palmeiras e Atlético se enfrentam no Canindé apenas uma vez na história, há 27 anos! Em 22/04/1984, pelo Torneio Heleno Nunes, o Atlético venceu por 2×1 (Formiga (2); Jorginho).

Última vitória em SP: foi pela Copa Sul-Americana 2010 – 2×0 – (Marcos Assunção e Luan).

Última derrota em SP: foi no interior do estado, mas também vale. Pelo BR-2010, cumprindo tabela, o Palmeiras perdeu para o Atlético por 2×0, no estádio Fonte Luminosa.

Histórico: a vantagem é verde!

GERAL   CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC   J V E D GP GC
 65 35 10 18 94 66   43 24 5 14 57 45

O IPE se lembra: em 30/10/2005 o Palmeiras foi ao Mineirão e voltou com os 3 pontos – 3×1 – gols de Washington (2) e Correa.

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A primeira vitória desta camisa branca

Um jogo que serviu pra muitas coisas, entre elas o fim da história “o Palmeiras não vence fora de casa”. Serviu também para vermos um gol (bizarro, sem dúvida) após 17 dias, e para nos afastarmos um pouco da concorrência na briga por uma vaga na Libertadores*. Já na corrida pelo título, não nos permitou galgar posições, mas pelo menos nos manteve junto aos outros vencedores das 21:50 na caça ao líder. Agora o clima no Parque São Jorge, mesmo com um jogo a menos, não deve ser aquela tranquilidade toda demonstrada domingo, após a derrota, como se perder não fizesse diferença alguma.

Também não podemos deixar de ver que  a partida serviu para observar aspectos negativos. Entre estes, a falta de pontaria de Kléber (que, se fez um belo gol de esquerda na estreia contra o Botafogo, ontem exagerou do direito de chutar mal), a omissão de Maikon Leite, o truque de desaparecimento do Mago e, acima de tudo, a inexpressividade de Wellington Paulista. Honestamente, se é para ter um atacante que fica rondando pelos outros setores do campo, Luan faz o serviço melhor (e como é duro escrever isso).

Ao resumo, então: o Palmeiras podia ter matado a partida aos 46 segundos, mas Kléber desperdiçou ótima chance. O Palmeiras seguiu bem, mas não marcou. Aliás, caro leitor, aprenda: se o Palmeiras começa bem, mas em 10 minutos não marca, vá fazer um lanche e só volte no segundo tempo. Você teria perdido no máximo um gol mal anulado, que era até previsto: compensou o que nós levamos domingo do Flu e também foi bisonhamente invalidado. Agora, senhores juízes, estamos quites, OK?

Mesmo depois do terceiro oxo seguido ao fim de 45 minutos, ainda parecia claro que o Verdão conseguiria os três pontos. A superioridade era nítida; seria possível que os pés continuassem tão descalibrados por mais um tempo? Bom, o chute de Maikon Leite no pé da trave, a saída de Valdivia para a inexplicável entrada de João Vítor (pensando bem, se as alternativas são Patrik e Tinga, talvez não seja tão inexplicável assim) e os minutos passando lentamente pareciam encaminhar o time para uma nova igualdade sem gols, ainda mais melancólica em se considerando a profusão de gols em Curitiba e Santos. Pior, o Figueira melhorava e podia até vencer. Mas ao menos ontem, ainda bem, não foi assim.

Isto porque o Palmeiras fez o que faz de melhor nesse campeonato: gols achados de bola parada. Foi assim contra o Atlético-PR, contra o Inter, contra o América e finalmente ontem. Assunção – que vinha jogando mal – mostrou porque nunca sai do time, e Maurício Ramos aproveitou. Daí pra frente, chutão pro mato e sufoco até que Alício Pena Júnior trilou o apito final e vencemos a primeira partida em cinco anos sob o comando do rechonchudo árbitro mineiro (a última fora um 3 a 1 sobre o Botafogo no Rio).

Melhor em campo? Deola foi bem quando exigido, os zagueiros foram competentes, mas Márcio Araújo foi monstruoso. Pena que o único palmeirense que jogou todos os minutos até aqui fique de fora dos embalos de sábado à noite, como também ficará fora Kléber, cujo cartão foi, digamos, evitável.

E Gerley? A impressão inicial foi boa; o moleque come muito feijão, e por isso cruza forte demais, mas isso se ajeita. Mais importante é que não tenha se inibido e que participou bastante. O segundo tempo foi inferior ao primeiro, porém nada que tempo e treino não possam ajeitar (espero!).

Curiosidade: Maurício Ramos é o zagueiro de maior média de gols por jogo no BR: 0,50. No ranking geral, está em oitavo.

*é bom tomar cuidado com essa história de G4, pois se o campeão da Sul-Americana for brasileiro (supondo, claro, que não sejamos nós), ele vira G3.

FICHA TÉCNICA

Estádio: Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC)
Data/hora: 27/7/2011 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Alicio Pena Junior (MG)
Auxiliares: Guilherme Dias Camilo (MG) e Fabricio Vilarinho da Silva (GO)
Renda e público: R$ 204.230,00 / 13.421 pagantes
Cartões amarelos: Ygor, Maicon (FIG); Thiago Heleno, Gerley, Maikon Leite, Marcos Assunção, Márcio Araújo, Kleber (PAL)
Cartões vermelhos: -
GOLS: Mauricio Ramos, 36′/2ºT (0-1)

FIGUEIRENSE: Wilson, Pablo (Coutinho, 26′/1ºT), João Paulo, Edson Silva e Juninho; Ygor, Túlio, Maicon (Rhayner, 25′/2ºT) e Fernandes; Héber (Elias, Intervalo) e Aloísio. Técnico: Jorginho.

PALMEIRAS: Deola; Cicinho, Maurício Ramos, Thiago Heleno e Gerley; Márcio Araújo, Marcos Assunção e Valdivia (João Vitor, 16′/2ºT); Wellington Paulista (Luan, 26′/2ºT), Maikon Leite (Chico, 40′/2ºT) e Kleber. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

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Vindo de dois jogos sem vitória, o Palmeiras vai a Santa Catarina enfrentar o “Furacão do Estreito” tentando a reabilitação no campeonato e seguir na cola dos líderes. Vamos às informações da partida:

Horário e local: Quarta (27/07), às 21:50, no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis-SC (Band/PPV).

Árbitro: será Alício Pena Júnior (MG), cujo histórico não é nada animador:

2010 – 2×2 Botafogo (c)

2009 – 2×2 Atl-PR (f)

2008 – 2×3 Goiás (f)

Situação na tabela: o Palmeiras é o quinto colocado. O Figueirense está em nono.

Nesse momento, em 2010: um empate por 1×1 no Derbi faria com que o Palmeiras caísse uma posição, terminando a rodada em 11o. lugar.

Desfalques: Henrique, aprimorando a forma física. Marcos, poupado.

Pendurados: Márcio Araújo, Wellington Paulista, Maurício Ramos, Luan, Kleber e Patrik.

Próxima partida: Atlético-MG (casa)

Palpite IPE: Deola; Cicinho, Thiago Heleno, Maurício Ramos e Gerley; M.Araújo, M.Assunção e Valdivia; Maikon Leite, Kleber e Luan.

Destaques/Figueirense: com os desfalques do meia Wilson Pitonni e do lateral Bruno, o técnico tetra-campeão Jorginho faz mistério e não revela o time que entra em campo. Os candidatos à vaga na lateral são Coutinho e Pablo. A tendência é que Coutinho seja improvisado, já que Pablo ainda está aprimorando a condição física. A provável escalação deverá ser Wilson; Coutinho, Roger, João Paulo e Juninho; Fernandes, Wellington Sousa, Maicon e Ygor; Rhayner e Aloísio.

Último confronto no local do jogo: Foi um empate em 0×0, pelo BR-2008, ano em que o Figueirense terminaria rebaixado.

Última vitória no local do jogo: Pela 21a. rodada do BR-2007 – 2×1 – gols de Valdivia e Max.

Última derrota no local do jogo: Foi mais um daqueles vexames que o Palmeiras adora impor à sua torcida – 6×1, pelo BR-2006, que causou a despedida de Emerson Leão do Palestra.

Histórico: a vantagem é palestrina.

GERAL   CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC   J V E D GP GC
 14 6 6 2 22 16   13 5 6 2 20 16

O IPE se lembra: em 20/07/2005 o Palmeiras foi à capital catarinense e, de virada, atropelou – 4×1 – gols de Nen, Marcinho, Reinaldo e Pedrinho. Curiosamente, foi a estreia de Leão, substituindo Paulo Bonamigo.

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Nada de 'Magia'

Além de todas as polêmicas envolvendo Palmeiras e Fluminense na semana passada, a derrota. Onde mais importa o Verdão não conseguiu se impor e saiu de pasto campo derrotado. O time mais sujo do futebol brasileiro conquistou os 3 pontos e colocou o alviverde para fora do G4.

O jogo começou com um ataque intenso para cada lado, um milagre de São Marcos e só. O Palmeiras foi assustar novamente próximo do fim do primeiro tempo em finalização de Maikon Leite. O Verdão era refém das bolas paradas e mesmo nelas Thiago Heleno e Marcos Assunção não chegaram a exatamente assustar Diego Cavalieri.

Pro segundo tempo o Palmeiras voltou igual enquanto o Fluminense resolveu mexer no ataque. O time carioca pressionou e o Verdão apenas se defendeu, a criação estava muito fraca, Valdívia, Kléber e Maikon Leite não conseguiam se entender, Luan isolado na esquerda também não deu continuidade a nenhuma jogada mais perigosa. Com o ataque praticamente nulo a defesa foi pressionada até ceder o gol em um lance de cruzamento da esquerda em que Marquinho (esse mesmo), completou pras redes, o bandeirinha aliviou e o juizão anulou o tento. Pouco tempo depois, cruzamento da direita e, vejam só, Marquinho mandou pro fundo do gol em nova cabeçada, dessa vez não teve jeito. Mesmo perdendo o Palmeiras não conseguiu criar nada útil e continuou não ‘ofendendo’ a defesa adversária.

Para o próximo jogo, que também é fora de casa, esperamos que Felipão consiga definir uma estratégia de ataque convincente, visto que Luan e Maikon Leite nas pontas e Kléber centralizado não estão rendendo absolutamente nada. Além disso é urgente que Valdívia comece a jogar novamente, sem criação de nada adianta contar com 3 atacantes.

Confira os melhores momentos da peleja:

FICHA TÉCNICA:

FLUMINENSE 1 X 0 PALMEIRAS
Diego Cavalieri; Mariano, Gum, Márcio Rosário e Carlinhos; Edinho, Diguinho, Marquinho (Valencia) e Souza (Ciro); Deco (Rafael Sobis) e Fred. Marcos, Cicinho, Maurício Ramos, Thiago Heleno e Rivaldo; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Valdivia (Dinei) e Luan; Maikon Leite (Patrik) e Kleber.
Técnico: Abel Braga. Técnico: Luiz Felipe Scolari.
Gol: Marquinho, aos 29 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Márcio Rosário, Deco, Edinho, Fred (FLU), Thiago Heleno, Márcio Araújo, Cicinho, Maurício Ramos e Rivaldo (PAL).
Renda: R$ 167.550,00. Público: 9.214 presentes, 6.547 pagantes.
Data: 24/07/2011. Estádio: Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ).Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa/PR). Assistentes: Gilson Bento Coutinho (PR) e José Carlos Dias Passos (PR)

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O maior estrangeiro artilheiro do Palmeiras

Este sábado, 23/7/2011, marca o centenário de nascimento de um dos grandes de nossa história. Artilheiro e campeão, vitorioso pelo Palestra Itália e pelo Palmeiras, Echevarrieta ostenta simplesmente a maior média de gols entre todos os atletas que fizeram mais de uma partida envergando o manto verde.

Juan Raúl Echevarrieta nasceu em La Plata, na Argentina. E foi pelo Gimnasia y Esgrima local que começou sua carreira, justo quando El Lobo ostentava a maior equipe de sua história. Alternou períodos como titular e reserva entre 1932 e 1938; mesmo sem jogar muito mostrou seu instinto goleador: em 95 partidas, bons 45 gols. Teve depois uma breve passagem pelo Vélez Sarsfield, até cruzar a fronteira rumo ao Palestra Itália, onde teve início a mais bela página de sua carreira.

Em quatro anos de clube, de 1939 a 1942, Echevarrieta brilhou com incríveis 114 gols em 127 jogos, numa impressionante média de 0,9 gols/jogo. Sua estreia se deu logo num Choque-Rei (2×1, 2/7/1939), em que passou em branco. Já na sua terceira partida, no entanto, marcaria os dois gols que deram a virada frente a Portuguesa, que fora para o intervalo vencendo por 2 a 1. Os dois gols não foram um mero acaso: ele marcou em dobro também nas três partidas seguintes, e fecharia a temporada com 22 gols em 21 jogos.

Ao longo de seus quatro anos no clube, Echevarrieta também se destacou por jogar em todas as posições do ataque, o que lhe valeu o apelido de “Homem dos Sete Instrumentos”, expressão portuguesa comum para pessoas versáteis.

Títulos, conquistou dois: primeiro, o Paulista de 1940, o último do Palestra Itália – conquistado numa goleada por 4×1 sobre o São Paulo, na qual, adivinhem?, o argentino marcou duas vezes. Depois, na Arrancada Heroica de 1942, quando ele marcou mais um na primeira partida e primeiro título do clube com o nome atual. Ou seja, ele foi campeão pelo Palestra e pelo Palmeiras, marcando nas duas decisões contra o clube tricolor.

O gol da Arrancada também seria seu último com a camisa verde: Echevarrieta faria apenas mais duas partidas amistosas pela equipe, despedindo-se contra o Santos (1×1, 1/11/1942). Curiosamente, o time da Vila foi exatamente seu destino, e ele estreou lá já justificando sua fama: contra o Madureira, marcou cinco vezes. Posteriormente, atuaria pelo Ypiranga e rapidamente pelo São Bento. Após se aposentar, seguiu vivendo no país, até falecer em Florianópolis, em 23/11/1987.

Quase 70 anos após se despedir, Echevarrieta ainda ocupa a 11ª posição entre os maiores artilheiros verdes, e é o único atleta nascido fora do Brasil a romper a marca dos 100 gols pelo clube.

Por seus números, por seus gols decisivos e por sua presença em momentos importantíssimos de nossa história, reverenciamos o maior estrangeiro a envergar nosso manto, neste dia de seu centenário.

Post relacionado: Uma Seleção Estrangeira

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Após mais uma semana de polêmicas e vindo de uma partida tecnicamente amarrada no meio de semana, o Palmeiras vai até o inteiror do Rio de Janeiro para enfrentar aquele time, que tem um cartola como mascote e vive às custas de planos de saúde e viradas de mesa. Vamos às informações da partida:

Horário e local: Domingo (24/07), às 16 horas, no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ (Globo/Band).

Árbitro: será Heber Roberto Lopes (PR). Histórico:

2011 – 0×2 Ceará (f)

2010 – 1×2 Goiás (casa - SA), 2×0 Atl-MG (casa – SA); 3×0 Vitória (casa – SA); 0×1 Corinthians; 1×0 Prudente (fora); 2×3 Cruzeiro (casa);

2009 – 2×1 Vitória (casa); 0×0 São Paulo (fora); 2×2 Corinthians (casa); 0×2 Grêmio (fora).

Curiosidade: o paranaense Heber Roberto Lopes já apitou Palmeiras x Fluminense em diversas oportunidades na carreira. Nosso histórico contra os cariocas com o apito dele é o seguinte:

07/11/2001 – Palmeiras 2 x 6 Fluminense – Palestra Itália (São Paulo)

03/03/2002 – Palmeiras 3 x 2 Fluminense – Palestra Itália (São Paulo)

04/12/2005 – Palmeiras 3 x 2 Fluminense – Palestra Itália (São Paulo)

03/12/2006 – Fluminense 1 x 1 Palmeiras – Maracanã (Rio de Janeiro)

Situação na tabela: o Palmeiras está em quarto, e o Fluminense é o 12o.

Nesse momento, em 2010: o Palmeiras iniciou a rodada em décimo e o empate por 0×0 com o Ceará em Fortaleza manteve a equipe na mesma posição.

Desfalques: Henrique, aprimorando a forma física.

Pendurados: Wellington Paulista, Luan, Kleber e Patrik.

Próxima partida: Figueirense (fora)

Palpite IPE: Marcos; Cicinho, Maurício Ramos, Thiago Heleno e Gerley; Márcio Araújo, Marcos Assunção e Valdivia; Maikon Leite, Luan e Kleber.

Destaques/Fluminense: Ainda tentando embalar neste campeonato, a provável escalação dos cariocas deve ser Diego Cavalieri, Mariano, Gum, Márcio Rosário e Carlinhos; Edinho, Diguinho, Marquinho e Souza; Rafael Sobis e Fred. O novo reforço surpreendeu e treinou entre os titulares, na vaga de Rafael Moura, artilheiro tricolor no ano.

Último confronto no local do jogo: Foi um empate por 2×2 (Marcinho e Juninho Paulista; Gabriel e Leandro) em 21/08/2005, pelo Campeonato Brasileiro.

Última vitória no RJ: Foi em 2007 – 1×0 – com gol de Valdivia.

Última derrota no RJ: essa vai ser difícil esquecer. Foi em 08/11/2009, pelo segundo turno do BR-2009; Simon 1×0 Palmeiras.

Histórico: a vantagem verde é esmagadora.

GERAL CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
 91 51 15 26 166 133 36 23 9 11 67 52

O IPE se lembra: em 1996, no estádio do Café (PR), o Palmeiras não teve dó do futuro bi-rebaixado e ensacolou, com direito à um golaço-aço de Djalminha – 5×1 – Com gols de Djalminha (3), Cafu e Rincon.

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