Feeds:
Posts
Comentários

Archive for janeiro \31\UTC 2012

Invicto, mas vindo de dois empates, o Palmeiras busca não se desgarrar do grupo que está mais à frente. Além disso, um novo tropeço não seria bem acolhido pela torcida, ainda mais às vésperas de um clássico. Pressionado, é hora de o Verdão mostrar um algo mais nesta temporada.

Horário e local: quarta (1/2), às 22:00, no Paulo Machado de Carvalho (PPV e talvez Globo/Band para a região de Itu).

Árbitro: será Antonio Rogério Batista do Prado, cujo histórico não é muito grande:

2011 – 0 x 1 Corinthians (n)

2010 – 4 x 3 Santos (f)

2008 – 2 x 2 Mirassol (c)

2006 – 1 x 4 América (c)

Situação na tabela: com 5 pontos, o Palmeiras está em sétimo. Já o Sapão vem em quinto, com um pontinho a mais.

Desfalques: Barcos ainda não estreia, Valdivia é dúvida.

Pendurados: Henrique. Próxima partida: Santos (n)

Palpite IPE: Deola; Cicinho, Leandro Amaro, Henrique, Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Daniel Carvalho, Valdivia; Luan, Ricardo Bueno.

Destaques/Mogi Mirim: o time presidido por Rivaldo e comandado por Guto Ferreira vem de derrota para a Ponte, mas vem esperançoso a São Paulo, onde deve atuar com Anderson; Edson Ratinho, Tiago Alves, Lucas Fonseca, João Paulo; Val, Baraka, Renê Júnior, Fernandinho; Roni, Hernane

Ex-palmeirenses no Mogi: o único é o ainda nosso Felipe, que é titular mas desfalca a equipe por força de contrato.

Previsão IPE:  ao contrário do que costuma ocorrer em partidas do Palmeiras, veremos muitos gols: o Palmeiras abre 2 a 0 com Luan e Henrique e cede o empate, mas faz o terceiro com Marcos Assunção.

Último confronto: num jogo ainda pior que o do último fim de semana, o Palmeiras foi a Mogi em 2011 e nenhum time saiu do zero.

Última vitória em São Paulo: na abertura do Paulista-2010, um Palmeiras traumatizado pelo fim de 2009 conseguiu aquela que seria sua maior goleada em todo o ano: 5 a 1 (Diego Souza 2, Léo, Robert, Cleiton Xavier; Geovane).

Última derrota no local do jogo: na fraca campanha verde no Paulista-2005, o Mogi nos derrotou no Palestra por 2 a 1 (Ricardinho; Mendes, Fábio Costa)

Curiosidades:

- O Palmeiras deve tomar cuidado: das cinco vezes em que perdeu para o Mogi, 4 foram em casa.

- Rivaldo enfrentou o Palmeiras quatro vezes pelo Mogi entre 1992 e 1993; marcou um gol. Pelo Palmeiras, foi exatamente o mesmo: quatro partidas e um gol entre 1995 e 1996.

Histórico: o primeiro encontro ocorreu em 1946, e nestes 65 anos pode-se dizer que, mesmo tendo uma fase áurea nos anos 90, o Mogi perde feio no confronto direto.

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
37 24 8 5 77 31 32 20 8 4 60 25

O IPE se lembra: o Mogi foi o adversário de estreia do Palmeiras na temporada de 2003; portanto, foi o primeiro time a enfrentar oficialmente o gigante então rebaixado à segunda divisão. No dia da primeira partida valendo pontos de Jair Picerni, Everaldo e outros menos votados, quem marcou na vitória de 2 a 1 foi Leandro Amaral, que mesmo assim durou muito pouco no Palestra.

Read Full Post »

Pelo menos um pôde comemorar

A primeira partida da história em que o Palmeiras não derrotou o Catanduvense já deve ter feito o amigo ter xingado até a décima geração de todos os palmeirenses ontem, então vamos poupá-lo de ler os impropérios que você já viu por aí. Basta dizer que o adversário passou os primeiros 40 minutos atrás do meio de campo, e depois percebeu que não precisava temer o outrora Alviverde Imponente, que cisca, cisca e chutar uma na meta, nada.

Foi pênalti no Bueno? Foi. Faz diferença? Bom, ainda não é possível crer que o Palmeiras não fique entre os oito classificados: faltam dezesseis jogos, sendo nove em casa. E, dos sete fora, dois são clássicos em campo neutro (e se o Pacaembu não tem nos trazido sorte no Derby, por outro lado Prudente, casa de Santos x Palmeiras no próximo domingo, traz boas memórias). E o time está, pela terceira vez em três jogos, em sétimo lugar.

Portanto, não cabe chorar o erro do juiz; isso cabe ao Linense, que pode ter sido tungado em pontos preciosos. O Palmeiras podia e devia ter feito mais gols, especialmente no primeiro tempo, e é isso que importa muito mais que os três pontos: se há ou não evolução em relação a jogos (e anos) anteriores. A resposta, melhor deixar pra lá: como dissemos, sem palavrões hoje…

De mais ou menos positivo, o time novamente reagiu após tomar um gol (se bem que, contra o Catanduvense, isso não é mais do que obrigação). E Daniel Carvalho mostra que pode ser uma peça importante, mas precisa urgentemente entrar em forma – e chutar mais. É verdade que deu um bom pique antes de sair, mas não adianta fazer isso pra depois rolar mal para o colega; além disso, em várias ocasiões ele nem tentou ir na bola porque sabia que não chegaria. De resto, vimos ontem um Tinga que corre bastante, e um atacante que gastou todo seu talento no meio de semana passado. O carma verde continua.

Avaliações

Deola: foi bem, mas é nítido que na hora do pênalti os cobradores não têm grande respeito por ele. 5,5

Cicinho: tentou em certos momentos até substituir Valdivia, mas não é muito a dele. 5

Leandro Amaro: o que foi esse pênalti, meu filho? 3,5

Henrique: mesmo contra um adversário fraco, deu alguns sustos. 5

Juninho: fica como o melhor do time mais por ter feito uma partida isenta de erros. 6

Márcio Araújo: não teve grande trabalho. 5

Marcos Assunção: melhorando nas faltas, mas ainda mal com a bola rolando. 5

Daniel Carvalho: é torcer para que essa fase de “precisa melhorar a forma” passe rápido. 5,5

Luan: começou mal o ano. 4,5

Ricardo Bueno: a Cinderela da quarta voltou a ser abóbora no domingo. 4

Maikon Leite: se o critério usado para Tinga for mantido, não será nem relacionado para a próxima partida. Errou tudo o que tentou. 4

Pedro Carmona: mal o vi pegar na bola. 4,5

Patrik: não conseguiu fazer grande coisa. 4,5

Fernandão: cabeçada com estilo que evitou um grande mico. 6

Murtosa/Felipão: obedeceram aos apelos da torcida e da mídia, e mesmo assim a coisa não melhorou. Enfim, quem indicou grande parte de quem esta aí foram eles, portanto é obrigação fazer o time evoluir.

Ficha técnica

CATANDUVENSE 1 X 1 PALMEIRAS

Local: Estádio Sílvio Salles, em Catanduva (SP)

Data: 29 de janeiro de 2012, domingo

Árbitro: Luiz Vanderlei Martinucho

Assistentes: Daniel Paulo Ziolli e Mauro André de Freitas

Cartões amarelos: Cleber (Catanduvense)

Gols: Osny (pên), 27 minutos do segundo tempo; Fernandão, 38 minutos do segundo tempo

CATANDUVENSE: João Paulo; Lorran, Cleber, Ednei e Anderson Paim; Fabinho Carioca, Ricardo Oliveira, Du, Washington (Sidrailson) e Alex Wilian (Johnson); Alemão (Osny). Técnico: Roberval Davino

PALMEIRAS: Deola; Cicinho, Henrique, Leandro Amaro e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Daniel Carvalho (Patrik) e Luan (Pedro Carmona); Maikon Leite (Fernandão) e Ricardo Bueno. Técnico: Flávio Murtosa

Read Full Post »

Valdemar Carabina

Completaria hoje o octogésimo aniversário, caso estivesse vivo, um dos maiores zagueiros da história do Palmeiras. Depois de uma temporada no extingo Ypiranga, Valdemar dos Santos Figueira se transferiu para a Sociedade Esportiva Palmeiras, para ficar. Jogou com a camisa do Verdão de 1954 a 1966, alcançando assim a honraria de ser o 5º na lista dos que mais vestiram o glorioso manto alviverde, com a incrível marca de 584 jogos, sendo 333V/116E/135D.

Nesse universo de jogos ele foi às redes apenas 9 vezes, mas uma delas em especial rendeu o apelido que carregou até o fim da vida. O comentarista Mário Moraes afirmou após um golaço do zagueiro, no Pacaembu, que tinha sido um chute ‘mais forte que um tiro de carabina’.

Valdemar participou ainda de 2 jogos com a camisa da Seleção Brasileira, um deles o dia histórico em que o Palmeiras foi Brasil no Mineirão (07/09/1965). Depois de se aposentar como jogador ele ainda teve algumas participações como treinador, inclusive do Palmeiras, na temporada de 1987, era ele o comandante quando Zetti ficou 1000 minutos sem sofrer gols, depois de alguns tropeços (típico dos anos 80), foi substituído por Rubens Minelli. Carabina foi ainda treinador do Atlético-PR e do Comercial de Ribeirão Preto.

O ex-jogador e ex-treinador faleceu em 21 de agosto de 2010, aos 78 anos. Com a camisa do Palmeiras ele foi tricampeão do Paulistão (1959/63/66), Campeão Brasileiro (Taça Brasil) de 1960 e do Rio-SP de 1965. Estreou em uma vitória sobre o Santos (4×3 - Rio-São Paulo, 27/5/54, Pacaembu) e fez sua última participação em vitória contra o Bragantino (0 x 2 Palmeiras, Paulistão, 21/8/66, Marcelo Stéfani). Valdemar ficou ainda conhecido como um dos ‘melhores marcadores de Pelé’.

Fica o nosso agradecimento e lembrança ao grande zagueiro que ajudou a contruir a história vitoriosa do Verdão. Obrigado Valdemar Carabina!

Read Full Post »

Esse é um daqueles boletins que tendem a ser raros; afinal, sabe-se lá quando enfrentaremos novamente o Grêmio Catanduvense. Eles mesmos não devem ter ideia; por isso, aproveitaram para cobrar 80 reais de quem quiser ver o Cirque du Soleil verde agitando a pacata Catanduva.

E, para fazer jus ao suado dinheiro que os torcedores terão que desembolsar, o Palmeiras há de buscar sua segunda vitória fora de casa, para se manter no pelotão da frente no Estadual. Às informações:

Horário e local: domingo (29/1), às 17:00, no Silvio Salles (Globo/Band)

Árbitro: será Luiz Vanderlei Martinucho, que nos apita pela primeira vez; já apitou uma partida de time grande: Santos 3 x 0 Paulista, ano passado.

Desfalques: Barcos, Felipão e provavelmente Román ficam de fora, Pedro Carmona segue com situação indefinida.

Pendurados: Henrique. Próxima partida: Mogi Mirim (c)

Palpite IPE: Deola; Cicinho, Leandro Amaro, Henrique, Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Tinga, Valdivia; Luan, Ricardo Bueno.

Destaques/Catanduvense: o time ficou satisfeito com o empate na última rodada, em confronto local com o Mirassol fora de casa. Roberval Davino deve manter o mesmo time daquela partida, em que o nome mais famoso é o do veteraníssimo Lúcio Bala: João Paulo; Lorran, Cleber, Ednei, Anderson Paim; Fabinho Carioca, Ricardo Oliveira, Washington, Alex Wilian; Alemão, Lúcio Bala

Ex-palmeirenses no Catanduvense: não há

Previsão IPE:  com razoável tranquilidade, o Palmeiras faz um gol em cada tempo (Ricardo Bueno e Maikon Leite).

Último confronto e última vitória no local do jogonum amistoso em 1991, o Palmeiras venceu por um magro 1 a 0 (Eduardo). Galeano atuou naquele dia, em que o técnico era Nelsinho Baptista.

Última derrota no local do jogo: não há. O Palmeiras jamais perdeu para o adversário deste domingo.

Histórico: são poucos jogos, e em todos eles o mesmo resultado: vitória verde. No Paulistão, nem gols sofremos.

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
5 5 0 0 10 2 2 2 0 0 4 0

O IPE NÃO se lembra: a única partida no Silvio Salles pelo Paulistão aconteceu em 1989. A vitória por 2 a 0 do Palmeiras (Edu Manga, Careca) é até hoje o recorde de público do estádio, com quase 18000 torcedores.

Read Full Post »

O palco da primeira final de Copa

Depois de falarmos do Maracanã, trazemos nesse segundo capítulo da série outro daqueles estádios que transpiram história.

*

Construído para a primeira Copa do Mundo, o Centenario recebeu seu nome para comemorar um século de Constituição uruguaia, completado exatamente no dia de seu primeiro jogo, a estreia do país-sede no Mundial de 1930. E, mesmo depois da Copa, o estádio seguiu como um dos mais importantes do continente por ser amplamente utilizado por duas potências continentais, os multicampeões de Libertadores Nacional e Peñarol. Até hoje, é o estádio que mais recebeu partidas desta competição de clubes.

O Palmeiras também tem sua história ali: foram 22 jogos nesse templo. O primeiro deles, curiosamente, não foi contra uma equipe local: em partida válida por um torneio amistoso no dia 23/1/1947, o Verdão bateu o Boca Juniors por 3 a 2 (gols de Lula, Neno e Mantovani). Cinco dias depois, o time teria perderia a decisão deste torneio para o Peñarol por 1 a 0, gol do lendário Obdulio Varela.

Já a última partida em solo uruguaio ocorreu há três anos, e não terminou bem: o empate por 0 a 0 contra o Nacional em 17/6/2009 significou a queda nas quartas-de-final da Libertadores. Enquanto aguardamos nova oportunidade de atuar lá (quem sabe na Sul-Americana deste ano?), relembramos aqui as mais famosas partidas dentre as 22, que resultaram em 9 vitórias, 5 empates e 8 derrotas (sim, mesmo fora de casa o retrospecto é positivo), com 29 gols a favor e 21 contra. 

Entre derrotas importantes e vitórias que dão orgulho, eis aqui o Top 5 Centenario:

5. Peñarol 1 x 5 Palmeiras (Copa del Atlántico, 11/2/1972) - era um torneio amistoso disputado pelas duas equipes, mas San Lorenzo e Boca Juniors. A maior parte das partidas foi disputada em Mar del Plata, mas esse massacre com 3 gols de Fedato (um deles no primeiro minuto), um de Nei e um de Leivinha foi no Centenario. O Palmeiras terminaria vencendo a competição, com 3 vitórias e 3 empates.

4. Peñarol 0 x 2 Palmeiras e Nacional 1 x 2 Palmeiras (Libertadores da América, 21 e 24/3/1973) – o campeão brasileiro foi a Montevideu e conseguiu a rara proeza de bater os dois times em sequência, e um deles de virada.

3. Peñarol 1 x 0 Palmeiras (1ª final da Libertadores da América, 4/6/61) - na primeira partida, Alberto Spencer (maior artilheiro da história da competição) fez o gol da vitória dos manyas já nos descontos. Na semana seguinte, no Pacaembu, o Palmeiras não passou do empate por 1 a 1 e ficou com seu primeiro vice-campeonato continental.

2. Estudiantes 2 x 0 Palmeiras (3ª final da Libertadores da América, 16/5/68) – era a negra; o Palmeiras perdera em La Plata por 2 a 1 e vencera no Pacaembu por 3 a 1, mas não havia critério de desempate por saldo. Assim, a partida decisiva foi marcada para um campo neutro, e pela segunda vez o Palmeiras foi vice-campeão da América em Montevidéu. 

1. Nacional 0 x 5 Palmeiras (Copa Mercosul, 19/8/98) – na primeira fase da competição, os bolsos sofreram uma impiedosa goleada do time que terminaria campeão. Oséas, Magrão duas vezes, Juliano e Tiago Silva foram às redes em nossa maior vitória em solo charrúa.

Oséas abriu o caminho para a goleada

Read Full Post »

Não foi uma das melhores, mas valeu a marca...

O placar condiz com o que foi o jogo; embora tenha pressionado um pouco mais, não se pode dizer que o Palmeiras merecia a vitória. Não há que se lamentar muito o resultado: convenhamos, em termos de classificação à próxima fase ele deveria ser irrelevante; mais importante agora é entender os defeitos do time e saná-los enquanto os jogos não são decisivos.

Ontem, o time pelo menos mostrou algo importante: não se prostra mais quando está atrás do placar. No segundo turno do Brasileiro, vimos como a equipe praticamente largava a partida quando o adversário marcava primeiro, e ontem foi bem diferente. Alguém pode dizer, “ah, mas foi contra a Lusa”. Bom, o Palmeiras foi patético contra vários times que não devem muito ao rubroverde.

Outro sinal positivo: a batata de Tinga parece ter assado. Não é o estilo de Felipão e seu fiel escudeiro trocar jogador no intervalo quando não estamos perdendo; o problema passa a ser o substituto. Maikon Leite também não é tudo isso, e atua em outro setor, Daniel Carvalho ainda precisa de algum tempo. Seria o agora valorizadíssimo Pedro Carmona essa alternativa?

O Palmeiras passou pelos dois primeiros jogos, que poderiam ser arapucas, razoavelmente são e salvo. Agora, dois times que lutam por vaga na série D (portanto, duas partidas em que tropeços significarão turbulências) antes de encarar o Santos. Pelo visto, o roteiro de 2011 começa igual: uma fase de classificação em voo de cruzeiro. Resta saber se a equipe estará melhor preparada na hora de a porca torcer o rabo.

Melhores momentos:

Avaliações

Deola: não podia fazer nada no gol e mal teve o que fazer no resto da partida. 5,5

Cicinho: dia tecnicamente infeliz – mas pelo menos não derrubou ninguém na área. 5

Leandro Amaro: de bico em bico, vai se saindo um quebra-galho razoável. 5,5

Henrique: não está assustando como na maior parte do BR. 5,5

Juninho: a camisa não pesou, mas ainda não acertou nenhum cruzamento. 5,5

Márcio Araújo: não conseguiu dar conta do meio-campo luso. 4,5

Marcos Assunção: a 100ª partida acabou sendo uma de suas piores, com vários erros de saída de jogo. 4

Tinga: sair no intervalo significa. 3,5

Valdivia: apagado demais no primeiro tempo, melhorou um pouco no segundo, mas não podia ter furado aquela bola que depois foi na trave. 5

Luan: mal, parecia meio amarrado. 4,5

Ricardo Bueno: incrivelmente o melhor do time. Primeiro tempo muito bom (dentro de padrões buenianos); no segundo foi caindo à medida que as chances passavam (a bola na trave foi inacreditável), mas mesmo assim conseguiu chegar a seu merecido gol. 6,5

Maikon Leite: é um Tinga um pouco mais iluminado. 5,5

Daniel Carvalho: é nítido que sabe jogar. Precisa apenas estar ciente que Paulistão não é Casados x Solteiros. 5

João Vítor: pouco tempo. S/N

Murtosa: assim como na estreia, fez as substituições certas. Dessa vez, entretanto, não demorou para efetuá-las. Está ficando mais ousado…

Ficha Técnica

PALMEIRAS 1 X 1 PORTUGUESA

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)

Data: 25 de janeiro de 2012, quarta-feira

Horário: 22 horas (de Brasília)

Árbitro: Leonardo Ferreira Lima (SP)

Assistentes: Fabio Luiz Freire e Maiza Teles Paiva (ambos de SP)

Cartões amarelos: Henrique (Palmeiras). Maylson (Portuguesa)

Público: 7.983 pagantes

Renda: R$ 245.216,00

Gols: Maylson (4 do 2º tempo), Ricardo Bueno (35 do 2º tempo)

PALMEIRAS: Deola; Cicinho, Henrique, Leandro Amaro e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção (João Vitor), Tinga (Maikon Leite) e Valdivia; Luan (Daniel Carvalho) e Ricardo Bueno. Técnico: Flávio Murtosa

PORTUGUESA: Wéverton; Luis Ricardo, Leandro Silva, Renato e Marcelo Cordeiro; Boquita, Léo Silva, Maylson (Raí) e Edno; Vandinho (Rafael Oliveira) e Henrique. Técnico: Jorginho

Read Full Post »

Palmeiras 3 x 2 SPFC: em 1951, a Quarta Coroa

O dia 25 de janeiro é marcado pelo aniversário da cidade que dá abrigo ao Campeão do Século XX. E o Palmeiras, que tantos títulos estaduais, nacionais e internacionais possui, também tem suas taças municipais (embora não necessariamente promovidas pela cidade). Aqui, um resumo do que o Verdão conquistou em seu quintal:

Taça Cidade de São Paulo

Este torneio foi disputado entre 1942 e 1952; participavam dele Palmeiras, Corinthians, São Paulo, Santos e Portuguesa (mas raramente todos ao mesmo tempo). Das onze edições, o Alviverde conquistou quatro:

  • 1945 (1×0 São Paulo, 1×1 Corinthians)
  • 1946 (4×1 Corinthians, 2×1 São Paulo)
  • 1950 (3×2 Portuguesa, 2×2 São Paulo) - a primeira de nossas Cinco Coroas
  • 1951 (6×2 Santos, 3×2 São Paulo) – a Quarta Coroa

Taça Cidade de São Paulo (inauguração do Pacaembu)

Dois anos antes da criação de seu mais famoso homônimo, esta competição marcou a inauguração do Estádio do Pacaembu, em 1940. Em 28/4, um domingo, o Palmeiras não fez o primeiro gol, mas venceu a primeira partida: 6 a 2 contra o Coritiba. Na sequência da rodada dupla, o Corinthians bateu o Atlético-MG por 4 a 2.

Na semana seguinte, o Derby decidiu o título; o jogo foi para o intervalo em 1 a 1 (Echevarrieta e Begliomini contra). No segundo tempo, porém, Luizinho faria o gol que daria a primeira das diversas taças conquistadas no Municipal.

Troféu Campeoníssimo

Taça concedida em 1942 ao time do Trio de Ferro que apresentasse melhor desempenho nos clássicos. No ano em que o Palestra morreu líder e o Palmeiras nasceu campeão, este foi a cereja do bolo.

Taça Piratininga

Esta taça era dada ao clube paulistano (Palmeiras, Lusa, São Paulo, Corinthians) que tivesse os melhores resultados nos jogos entre si do Estadual. O Verdão a levou por três vezes, em 1963, 1965  e 1966.

Off: a taça de 25/1

Embora nada tivesse a ver com São Paulo, o Palmeiras curiosamente já foi campeão em um 25 de janeiro: foi no Torneio Euro-América de 1996, aquele em que massacramos o Borussia Dortmund por 6 a 1. Na decisão, o Verdão jogava pelo empate contra o Flamengo. Saiu perdendo já no fim, mas Rivaldo marcou nos descontos e o título de pré-temporada veio para o Palestra.

 

Read Full Post »

Após derrotar o sexto colocado da Série B, o Palmeiras tem agora pela frente o campeão da mesma competição. A Portuguesa estreou perdendo uma invencibilidade de 24 partidas, mas convém não entrar muito confiante. Afinal, neste clássico de aniversário da cidade dos dois clubes, é bom respeitar a poderosa Barcelusa.

Horário e local: quarta (25/1), às 22:00, no Paulo Machado de Carvalho (PPV e talvez Globo/Band para a região do Vale do Paraíba).

Árbitro: será Leonardo Lima Ferreira, que nos apita pela segunda vez. A primeira não foi muito boa:

2010 – 0 x 2 Ponte Preta (c)

Desfalques: Barcos e Felipão estão de fora, Pedro Carmona segue com situação indefinida. Deola volta e Adalberto Román deve ao menos ficar no banco.

Pendurados: ninguém ainda. Próxima partida: Catanduvense (f)

Palpite IPE: Deola; Cicinho, Leandro Amaro, Henrique, Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Tinga, Valdivia; Luan, Ricardo Bueno.

Destaques/Portuguesa: Jorginho não ficou contente com o desempenho do ataque na derrota para o Paulista e deve promover alterações. O volante Guilherme e o atacante Rafael Oliveira, contundidos, estão fora. Assim, a equipe pode ter Wéverton; Luis Ricardo, Leandro Silva, Renato e Marcelo Cordeiro; Boquita, Léo Silva, Henrique e Maylson; Edno e Vandinho.

Ex-palmeirenses na Portuguesa: além do próprio técnico, também o zagueiro Gustavo faz parte do elenco rubroverde, mas ainda não atua nesta quarta

Previsão IPE:  sob chuva, Assunção marca seu primeiro gol no ano ainda no primeiro tempo. No segundo, Fernandão (é…) amplia, mas como nada é tão fácil a Portuguesa desconta e pressiona até o fim, sem surtir efeito.

Último confronto: na estreia de Thiago Heleno, Max Pardalzinho e Adriano Michael Jackson, o Palmeiras derrotou a Lusa por 2 x 0 em sua própria casa portuguesa com certeza (Cicinho, Kléber)

Última vitória no local do jogo: pelo Brasileiro de 2008, o Palmeiras fez 4 a 2 no Pacaembu (Alex Mineiro 2, Gustavo – ora veja, Kléber; Jonas 2).

Última derrota no local do jogo: pelo Paulista de 1991, o zagueiro luso Vladimir fez um gol de cabeça de fora da área aos 47 do segundo tempo. E foi o que bastou.

Curiosidade: nos últimos dez anos, foram 11 confrontos e apenas uma vitória da Lusa, no Paulista de 2005, quando Candinho era o técnico. Do Palmeiras!

Histórico: o primeiro encontro data de uma sexta-feira 13 nos idos de 1921, e foi uma goleada de 5 a 1 do Palestra Itália sobre a então Portuguesa-Mackenzie pelo Paulista. De lá pra cá, 261 partidas (incluímos cinco de Torneios Início), que fazem da Lusa o quarto time que mais enfrentamos.

GERAL   CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC   J V E D GP GC
261 124 73 64 476 337   151 73 46 32 273 175

O IPE se lembra: no confronto pela série B, em 2003, teve de tudo. O Palmeiras teve um pênalti no começo, desperdiçou mas teve uma segunda chance pois o goleiro se adiantara: 1 a 0. Vinte minutos depois, 2 a 0 e tudo parecia calmo. Mas cinco minutos depois a Lusa havia empatado, e assim terminou o primeiro tempo. Aos 30 da segunda etapa, a Portuguesa do estreante Müller virou, mas logo depois houve outro pênalti e o nosso estreante André Balada bateu e perdeu. Mas novamente Gléguer se adiantara, novamente a cobrança voltou, novamente o Palmeiras fez o gol na segunda chance. No fim, para desespero rubroverde, o juiz prometera três minutos mas decidiu acrescentar mais um; foi o suficiente para Daniel marcar o tento da polêmica vitória, que deu ao Verdão pela primeira vez a liderança, da qual não sairíamos.

Read Full Post »

 

O leitor já deve ter notado uma imagem interessante aí na barra da direita. Pois é, damos apoio à ótima iniciativa dos colegas Eduardo Almeida Beserra e Diego Baccarat, organizadores da segunda (e desde já tradicional) edição do Encontro de Colecionadores de Camisas do Palmeiras.

A data e locais são propícios: sábado sem jogo do Palmeiras com que se preocupar, e perto de nossa casa em reforma; ou seja, um local em que os palmeirenses se sentem à vontade.

Quem tiver quaisquer dúvidas, pode entrar em contato direto com o Eduardo. E, para saber o que aconteceu na primeira edição, clique aqui e aqui.

Compareça e confira a grande diversidade de uniformes que o Alviverde Imponente já envergou. Sim, mesmo na era pré-camisas azuis, pratas e limões havia variação.

Alguém vai ter coragem de levar essa?

Read Full Post »

Começou bem o ano...

A campanha do Paulistão 2012 começou bem! Jogo fora de casa, adversário com time bem montado e que quase conseguiu acesso à série A do Brasileirão em 2011, os prognósticos não eram bons, só 1 jogador estreava pelo Verdão, mantendo a formação que fracassou ano passado quase completa em campo. Juninho, a propósito, foi bem, e só.

Não deu tempo nem de acostumar com aquela camisa sem patrocínio master e Leandro Amaro já começava a contagem dos tentos versão 2012. Eram apenas seis minutos quando Marcos Assunção (autor do último gol de 2011 e já marcando presença no primeiro do ano) cobra escanteio e o zagueirão estufou as redes: 1×0. Com a vantagem no placar o time mostrou muita valentia e… recuou. O Bragantino atacou, principalmente em bolas cruzadas e Bruno mostrou serviço. A primeira etapa da peleja pós-churrasquérias 2011 acabou com vantagem no placar.

Na parte final Cicinho acabou cometendo falta em Léo Jaime dentro da área, pênalti que Wellington converteu. Ricardo Bueno ia desperdiçando chances e Valdívia era (e foi) o melhor palmeirense em campo. Murtosa então trocou 6 por meia-dúzia e mandou Fernandão a campo no lugar de Bueno; nada acontecia, então um pouco de ousadia seria necessária, Maikon Leite entrou no lugar de Tinga e foi premiado, 2 minutos depois já estava lá testando cruzamento em trama bem armada por Luan e Valdívia, 1×2 e assim foi até o fim. Vitória!

Apesar dos sustos da defesa e a evidente falta de qualidade do ataque (Barcos pra que te quero!!) é importante iniciar o ano vencendo, na próxima partida, clássico contra a Lusa (que estreou com derrota ontem). Deola volta de suspensão mas Felipão continua fora, é ir vencendo e acumulando gordura e, principalmente, um pouco de paz.

Avaliações: a partir de agora, ficaremos de olho no desempenho por todo o campeonato e concederemos o simbólico (que a grana tá curta) Troféu IPE ao melhor jogador do time na competição. A regra é simples: vale a nota média das atuações, mas jogos contra Corinthians, Santos e São Paulo e eventuais partidas de mata-mata têm peso 2. Exige-se um mínimo de 40% de atuações.

Bruno – alternou momentos em que pareceu mais e menos seguro, mas não comprometeu. 5,5

Cicinho – foi bem no apoio, mas quase decidiu a partida do jeito errado ao cometer um pênalti tolo. 4

Leandro Amaro – a única que ganhou pelo alto foi a mais importante, mas pode não ser assim sempre. 5,5

Henrique – igual a seu colega, mas bateu bastante. 5

Juninho – discreto, mas não ruim. 5

Márcio Araújo – teve que correr por ele e por Assunção e Tinga. 5,5

Marcos Assunção - além do escanteio, alçou outras bolas perigosas. Com a bola rolando, não foi tão bem. 5

Tinga – não que o Carmona seja um craque, mas não dá pra despachar o 17 no lugar e ver se cola? 4,5

Valdivia – melhor do time, até como um voto de confiança em um 2012 melhor. 7

Luan – para quem estava quase fora do jogo, foi decente. 5,5

Ricardo Bueno – Frizzo assinaria embaixo: sorte do 9 que o novo reforço é Barcos, pois se fosse Aviones, já teria chegado e o despachado para o banco, que já seria muito. 3,5

Fernandão – ganha nota mais alta que Bueno apenas por não ter tido tempo de igualá-lo. 4

Maikon Leite – era pra ficar sem nota, mas é importante estar no lugar certo na hora certa. 6

Chico – participação importantíssima ao gastar 18 segundos. Sem nota

Murtosa – fez três substituições óbvias, mas que podiam ter acontecido ao menos 5 minutos antes. 5,5

Nota especial

Edemar Annuseck – dez, com estrelinha no caderno. O comentarista do Premiere FC foi um show à parte e merece um destaque. Vamos aos melhores momentos:

“O Palmeiras tem dificuldades na troca de passes na entrada da área do Bragantino”. Isso aos QUATRO minutos, quando o time só tinha chegado uma vez até ali.

“O Bragantino está ganhando todas as bolas pelo alto”. Verdade que foram várias, mas houve uma que eles perderam. E foi a que definiu o placar do primeiro tempo.

Marcos Assunção devia ter a inteligência de cobrar a falta tirando da barreira”. Neto ainda poderia ter alguma autoridade para dizer isso. Mas, pombas, querer ensinar justo o Assunção a bater falta?

Valdivia EGOÍSTA (frisando bem o termo)”, “Valdivia prende demais”, “Valdivia está atrasando o jogo do time”. OK, Edemar, deu pra entender.

“Valdivia foi decisivo na jogada”. Agora que o gol saiu, fazer o quê, né? (Em tempo: o chileno prendeu a bola sim, mas sinceramente ontem me parece que ele fez isso quase sempre para esperar alguém se posicionar melhor.)

Melhores momentos:

FICHA TÉCNICA


BRAGANTINO 1 X 2 PALMEIRAS

Estádio: Nabi Abi Chedid, Bragança Paulista (SP)
Data/hora: 22/1/2012 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Leandro Bizzio Marinho
Auxiliares: Rafael Ferreira da Silva e Fausto Augusto Viana Moretti
Renda/público: R$ 240.986,00 / 8.200 pagantes
Cartões amarelos: Murilo Henrique (BRA), Wellington (BRA), Luis Henrique (BRA), Serginho (BRA), Paulo Roberto (BRA), Júnior Lopes (BRA); Cicinho (PAL), Henrique (PAL), Maikon Leite (PAL), Leandro Amaro (PAL)
GOLS: Leandro Amaro, 6’1º/T (0-1), Wellington de pênalti, 14′ 2º/T (1-1), Valdivia 39’2º/T (1-2)

BRAGANTINO: Rafael Santos; Murilo Henrique, André Astorga e Luiz Henrique; Victor Ferraz, Serginho, Wellington, Fernando (Júnior Lopes, 18’2º/T) e Léo Jaime; Romarinho (Paulo Roberto 20’2º/T) e Giancarlo (Bruno, 38’2º/T). Técnico: Marcelo Veiga.

PALMEIRAS: Bruno; Cicinho, Henrique, Leandro Amaro, Juninho; Márcio Araújo, Tinga (Maikon Leite, 37′ 2º/T), Marcos Assunção, Valdívia (Chico 47′ 2º/T); Luan e Ricardo Bueno (Fernandão, 22’2º/T). Técnico: Murtosa

Read Full Post »

Older Posts »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 42 outros seguidores