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Archive for abril \30\UTC 2012

Esta segunda-feira marca o centenário de um dos maiores times considerados pequenos do Brasil: o América mineiro. O time verde e preto ficou famoso por concentrar a torcida de vários famosos políticos de Minas Gerais, como Tancredo Neves e Juscelino Kubitschek (seja por realmente ter a afeição dos mesmos ou para eles não se comprometerem com os fãs de Atlético e Cruzeiro). Porém não foi apenas fora dos gramados que o Coelho alcançou um feito relevante: também em campo eles têm história para contar.

Afinal, o América é um dos dois únicos clubes do Brasil a ter conseguido um decacampeonato Estadual, ao lado do ABC-RN: entre 1916 – ano de sua primeira conquista regional – e 1925, não teve pra ninguém. Depois desta fartura, o time atravessou diversos períodos de jejum, mas ainda assim levantou outros cinco títulos mineiros, o último deles em 2001. Agora, na final do Mineiro-2012, quem sabe o time consiga o que muito time grande falhou em obter: um caneco no centenário.

Além dos títulos regionais, o Coelho também tem em sua galeria um Brasileiro da série B e outro da série C, além da Copa Sul-Minas 2000, torneio nos moldes do Rio-São Paulo que durou alguns anos. Também sua base obteve alguns triunfos, incluindo títulos que o próprio Palmeiras ainda não tem, como uma Copa São Paulo de Futebol Júnior e o Brasileiro sub-20. E foi desta base que saíram alguns atletas de nome, como o campeão mundial Gilberto Silva, o atacante Fred ou o lateral-direito Danilo, para não citar ex-palmeirenses como Éder, Euller e Alex Mineiro.

A história registra somente 17 encontros entre o novo membro dos clube dos três dígitos e o quase centenário Palmeiras. Foram nove vitórias do Verdão contra 3 do time mineiro, a última delas lá se vão 46 anos. Nem por isso eles facilitam: ano passado, mesmo terminando na lanterna do Brasileirão, não perderam para o Palmeiras (e venceram o campeão Corinthians, o vice Vasco e duas vezes o terceiro colocado Fluminense).

O IPE valoriza a tradição e deseja que times de importância histórica sempre se mantenham altivos. É o caso do América, que desce e sobe, mas sempre mantém seu espaço. Que continue assim por muito e muito tempo.

Parabéns, Coelho!

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App Mídia Palestrina

Com apenas um toque, torcedores do Palmeiras já podem ficar por dentro de tudo o que os blogueiros palestrinos estão escrevendo sobre o time. Será lançado, na próxima segunda-feira (dia 30 de abril), o aplicativo “Mídia Palestrina” – uma ferramenta que vai beneficiar usuários de celulares e tablets do sistema android, sem custo nenhum e livre de qualquer tipo de propaganda.

O aplicativo permite que o torcedor tenha em seu smartphone ou tablet os melhores blogs, sites e rádios feitos por palestrinos de plantão – tudo compilado de maneira fácil e rápida.

Mas não só isso: o novo aplicativo também disponibiliza tabelas com a classificação do Palmeiras, resultados dos jogos e informações sobre as próximas partidas.

Por meio do “Mídia Palestrina”, o torcedor também pode acompanhar transmissões ao vivo dos jogos do Verdão pelas rádios Web Rádio Verdão e Antena Verde.

Para ter acesso ao aplicativo, basta fazer o download diretamente pelo Google Play, a partir do dia 30 da abril.

O aplicativo deverá em breve ganhar uma versão para iPhone/iPad.

Abaixo, algumas imagens do programa.

   

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Chamou a responsa

Debaixo de muita água e diante de um estádio lotado, o Palmeiras jogou para o gasto e reencontrou a vitória diante do limitado Paraná, ficando em situação tranquila rumo à classificação para as quartas de final. No jogo de volta, a equipe poderá até perder por 1×0 ou empatar por qualquer placar que estará classificada.

O jogo começou morno. Apesar da forte chuva e do campo pesado, a bola rolava bem no gramado e não dificultava a vida das equipes. O Palmeiras procurava tocar a bola, sempre passando por Valdivia, enquanto que o Paraná apostava nos contra-ataques e bolas esticadas em ligação direta.

Apesar da maior posse de bola e do leve domínio alviverde, o primeiro lance de perigo foi paranista. Alex Alves mandou um balaço da intermediária, obrigando Bruno a fazer bela defesa. O Palmeiras continuou impondo seu ritmo e as chances começaram a aparecer.

A primeiro delas foi com Barcos, após jogada de Valdivia. Depois foi a vez de Mazinho, em arrancada pelo meio, quase fazer um belo gol. Na sequência da jogada, falta em Assunção que ele mesmo cobrou para abrir o placar – 1×0. Minutos depois o camisa 20 sentiu dores e foi substituído por Patrik.

O jogo continuou na mesma toada. O Paraná explorava as descidas de seus laterais, especialmente nas costas de Juninho, obrigando a defesa a trabalhar. Foram duas jogadas agudas por aquele lado. Na primeira, Bruno fez boa defesa. Na segunda, Bruno fez grande defesa, mas no rebote Luisinho guardou. Empate paranista – 1×1 – dando números finais ao primeiro tempo.

No segundo tempo, ainda debaixo de muita água, o Palmeiras continuou tendo maior posse de bola, sem levar muitos sustos. A jogada de maior perigo do adversário no segundo tempo foi em cobrança de falta de Douglas, que explodiu no travessão da meta palestrina.

Valdivia e Mazinho, os melhores em campo, levavam perigo nas arrancadas e jogadas pela esquerda. Em uma das muitas jogadas de linha de fundo feitas por Mazinho, Barcos perdeu gol na cara do goleiro, e acabou sendo substituído na sequência por Fernandão. Já pelo lado direito, Cicinho abusava dos erros de passe e das jogadas erradas.

Não era mesmo a noite de Barcos. Poucos minutos depois de ser substituído, penalti a nosso favor. Henrique chamou a responsa e bateu alto, firme, sem chance para o goleiro – 2×1.

O placar poderia ter sido ainda melhor para nós, não fosse um tapinha salvador do goleiro paranista em cabeçada de Patrik, no último lance de perigo da partida.

Missão cumprida no jogo de ida, agora a equipe terá 15 dias para se preparar para o jogo de volta, na Arena Barueri. Nos outros jogos de ontem, Bahia e Lusa não saíram do zero, e o Goiás abriu boa vantagem sobre o Atlético-MG, vencendo por 2×0.

- Bruno: fez 3 boas defesas e estava ligado no jogo – 7

- Cicinho: muito mal na partida, errando passes e matando as jogadas de ataque pela direita – 3

- M.Ramos: arroz-com-feijão, do jeito que tem que ser, só faltou atenção no lance do gol paranista – 5,5

- Henrique: bem na partida, chamou a responsa e fez o gol da vitória. Faltou atenção no lance do gol adversário – 6,5

- Juninho: junto com Mazinho foi responsável pelas jogadas de perigo pela lateral – 6

- M.Araújo: discreto, foi bem nas saídas de bola – 6

- Assunção: continua errando muitos passes com a bola rolando, mas com ela parada é brilhante – 6

 - João Vitor: abusa um pouco do drible em alguns momentos, precisa ser mais objetivo – 5

- Valdivia: quando está a fim de jogo faz a diferença e foi o responsável pela distribuição. O problema é a sequência – 7

- Mazinho: não se intimidou, foi pra cima, driblou, cruzou com precisão e quase guardou o dele. Melhor em campo – 7,5

- Barcos: teve algumas chances meia-boca, uma chance clara e não guardou. A bola precisa chegar mais redonda, mas atacante bom também tem que saber se virar no aperto – 5

- Patrik: manteve a pegada do meio campo e melhor a qualidade do passe – 6

- Fernandão: mal pegou na bola – 5

- Roman: entrou no lugar de Cicinho, alterando o esquema para o 3-5-2 – 5

FICHA TÉCNICA

PARANÁ 1 x 2 PALMEIRAS

Local: Durival de Britto, Curitiba (PR)
Data/Hora - 25/4/2012 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Fabrício Neves Correa (RS)
Auxiliares: Marcelo Bertanha Barison (RS) e José Chaves Franco Filho (RS)

Renda e Público: R$ 372.010,00 /  12.818 pagantes
Cartões Amarelos: André Vinícius, Henrique Alemão (Paraná); Cicinho e Valdivia (Palmeiras)
Cartões Vermelhos: Não houve
GOLS: Marcos Assunção, aos 20′/1ºT (0-1); Luisinho aos 39′/1ºT (1-1) e Henrique aos 32′/2ºT (1-2)

PARANÁ: Thiago Rodrigues, Paulo Henrique, André Vinícius, Alex Bruno (Henrique Alemão, aos 19′/2ºT) e Henrique; Alex Alves, Douglas Packer, Wendell (Fernandinho, aos 20′/2ºT) e Luisinho; Elias e Nilson. Técnico: Ricardinho.

PALMEIRAS: Bruno, Cicinho (Román, aos 38′/2ºT), Maurício Ramos, Henrique e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção (Patrik, aos 36′/1ºT), João Vítor e Valdivia; Mazinho e Barcos (Fernandão, aos 29′/2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

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Repetindo o mantra dos últimos anos, o Palmeiras, juntando os cacos de mais um vexame, vai ao estado vizinho tentando ao menos recuperar a dignidade. O confronto é válido pela partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil e, se a vitória é o resultado esperado pelo fato de ser o confronto entre um gigante da série A contra um time da série B, com a vergonha do último domingo, ela se torna obrigação. Esperamos sinceramente que, caso aconteça mais uma vergonha, a diretoria finalmente tome a providência que tem que se tomada para salvar o time de um vexame ainda pior no Brasileirão.

Horário e local: Quarta-feira, 25/04, as 21:50, no estádio Durival Britto (Band/Sportv)

Árbitro: será Fabrício Neves Correa (RS), cujo histórico registra apenas duas partidas, ambas contra o Avaí e ambas goleadas.

2011 – 5×0 Avaí (c)

2003 – 6×1 Avaí (f)

Desfalques: Maikon Leite se recupera de lesão no joelho e é dúvida. Luan, punido pela confusão no Dérbi da última rodada do BR-11, cumpre seu último jogo de suspensão. Além destes, o recém contratado Fernandinho foi punido com 5 jogos de suspensão por uma expulsão na rodada 37 do BR-11 e, como cumpriu apenas 1 jogo desta pena, ainda tem 4 mais quatro jogos a cumprir em competições nacionais.

Pendurados: Barcos. Próxima partida: Paraná (jogo de volta)

Se o IPE fosse o técnico: Rafael Alemão; Artur, Henrique, T.Heleno e Juninho; João Vitor, M.Araújo, Daniel Carvalho e Valdivia; Mazinho e Barcos.

Destaques/Paraná: o único desfalque paranista fica por conta do goleiro Luís Carlos, suspenso. A equipe não deve ter surpresas com relação à que eliminou o Ceará e o técnico Ricardinho (ele mesmo, ex-jogador de Corinthians, Santos e São Paulo) deverá ir a campo com Thiago Rodrigues; Paulo Henrique, André Vinícius, Alex Bruno e Henrique; Alex Alves, Douglas Packer, Wendell e Luisinho; Elias e Nilson.

Ex-palmeirenses no Paraná: o lateral direito Paulo Henrique.

Palpite IPE: 2×1 gols de João Vitor e Barcos.

Última vitória no local do jogo: o Palmeiras jamais venceu o Paraná no estádio Durival Britto (pois é…)

Última derrota no local do jogo: foi em 2007, pelo Campeonato Brasileiro – 0×1 (Márcio Careca)

Histórico: o histórico registra apenas 20 partidas e a vantagem é verde. Na Copa do Brasil foram duas partidas, ambas com vitória do Palmeiras. Já no Durival Britto são 3 partidas, com 2 vitórias do Paraná e 1 empate.

GERAL COPA DO BRASIL
J V E D GP GC J V E D GP GC
20 13 2 5 43 27 2 2 0 0 5 1

O IPE se lembra: este ano será a segunda vez que Palmeiras e Paraná se cruzam na Copa do Brasil. A primeira vez foi em 1996 e o Palmeiras não tomou conhecimento do adversário, vencendo as duas partidas. No jogo  disputado no Paraná, vitória por 3×1 (Luisão, Djalminha e Marcão (contra); Saulo).

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Ano passado eliminamos o Ramalhão

Esta semana o Palmeiras começa sua 14ª participação nas oitavas-de-final da Copa do Brasil. Enquanto você se prepara para dois palpitantes duelos, veja como fomos nas vezes anteriores:

2011 – 2 x 1 e 1 x 0 no Santo André-SP

2010 – 1 x 0 e 1 x 1 no Atlético-PR

2008 – 0 x 0 e 1 x 4 contra o Sport-PE

2004 – 1 x 1 e 1 x 1 contra o Goiás-GO (nos pênaltis, Palmeiras 3 x 1)

2003 – 2 x 7 e 3 x 1 contra o Vitória-BA

1999 – 2 x 2 e 3 x 2 no Vitória-BA

1998 – 1 x 2 e 1 x 0 no Botafogo-RJ (Palmeiras classificado pelo gol fora)

1997 – 1 x 0 e 4 x 2 no Coritiba-PR

1996 – 2 x 1 e 5 x 0 no Atlético-MG

1995 – 1 x 1 e 2 x 2 contra o Grêmio-RS (Palmeiras eliminado pelos gols fora)

1994 – 0 x 0 e 1 x 1 contra o Ceará-CE (Palmeiras eliminado pelo gol fora)

1993 – 1 x 2 e 1 x 0 no Vitória-BA (Palmeiras classificado pelo gol fora)

1992 – 0 x 0 e 5 x 1 no Remo-PA

Em resumo, esses são os números:

- 13 participações

- 9 classificações e quatro eliminações

- Em casa, 8 vitórias, quatro empates e apenas uma derrota (mas também, que derrota: a única vez na história que o Palmeiras sofreu sete gols no Palestra Itália). Fora, são 4 vitórias, 6 empates e 3 derrotas (portanto, um grande equilíbrio). No todo, 12 vitórias, 10 empates e 4 derrotas em 26 partidas, aproveitamento de 59%

- 3 visitas à Bahia, 2 ao Paraná, uma a Pará, Ceará, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Pernambuco e um confronto sem sair do Estado.

- 1 adversário enfrentado três vezes, o Vitória.

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até ASA tava escrito na camisa dos caras, derrota total

O Palmeiras conseguiu. A desclassificação no Paulistão 2012 vem coroar a incompetência e fragilidade desse elenco, comissão técnica, clube… Num jogo desastroso em que era prudente se olhar no calendário e certificar-se de que o ano NÃO era 2011, o Palmeiras foi eliminado pelo Guarani, um time que luta contra o rebaixamento em todas as competições ano sim, ano também.

A derrota para o rival, ainda na fase classificatória, teve um efeito devastador, comeu as tabelas pela raiz, minou os gols, bagunçou a defesa, destruiu tudo que tinha sido apresentado até ali. O Palmeiras 2012 mostrou sua verdadeira cara depois daquela derrota. Rodar ainda nas quartas do Paulistão 2012 apenas abreviou o encerramento de MENOS um ano na história Palmeirense, é um ano onde não teremos títulos, de onde não sairá um grande ídolo, até a ‘escola de goleiros’ faliu, fechou as portas de vez ao promover um FRANGUEIRO ao posto de titular do Palmeiras. Deola é o maior culpado em campo hoje, todos os outros jogadores são culpados também pela falta de colhões, impotentes, fracos mesmo, não recuperar as forças depois daquela fatídica derrota é a prova de que não servem para envergar essa camisa que um dia – mas lá bem no passado – foi de grandes jogadores, homens de VALOR.

Não tem jeito, Felipão tem que prestar um serviço a nação e ir para a Seleção Brasileira, esse serviço a nação Palestrina seria o único grande ato desses 2 anos de fracassos, micos, tragédias. A situação é insustentável, esquema tático furado, emocional aos pedaços, nada é positivo nessa era desastrosa da segunda passagem de Luiz Felipe Scolari pelo Palmeiras. Acorda Tirone!

O limpa para evitar um desastre no BR12 tem que começar a ser feito hoje mesmo, do gol ao ataque, jogadores que poucas semanas atrás vendiam uma imagem de grandes boleiros hoje são menininhas assustadas, peguem suas coisas, voltem para seus países, seus estados, o ninho de chocadeira de onde tenham saído, enfim.

Vamos às notas:

Deola – é uma palhaçada um cara desses ser goleiro do Palmeiras – ZERO absoluto.
Cicinho – outro que enfiou o rabinho entre as pernas e não tem jogado nada – um.
Henrique – melhorzinho, um gol no fim que não serviu pra nada – dois.
Maurício Ramos – entrou na fogueira, nada justifica os erros bobos – um.
Juninho – não produziu nada que se aproveitasse – um.
Márcio Araújo – ficou nervosinho por perder pro Guarani, realidade, meu filho – um.
Marcos Assunção – fez o primeiro gol mas entregou contra-ataques À la vonté para os caras, em um deles saiu o 3º – um.
João Vitor – produziu pouco, reclamou muito – um.
Daniel Carvalho – os atleticanos devem estar sorrindo muito – um.
Luan – apesar de estar a uma vida afastado, entrou e fez sua parte, tem vergonha na cara – dois.
Barcos – enganador – um.

Valdívia – até apareceu bastante, o problema foi não prestar pra nada um lance seu sequer – um.
Fernandão – hoje não guardou – um.
Patrik – piada né? um.

Felipão – o único que pode tomar uma nota tão ruim quanto a do Deola, treinador que não consegue comandar o grupo não serve, nitidamente perdeu o controle emocional, tanto o próprio quanto o coletivo – ZERO absoluto.

Melhores Momentos:

FICHA TÉCNICA

GUARANI 3 X 2 PALMEIRAS

Local: Brinco de Ouro, em Campinas (SP)
Data/Hora: 22/04/2012 – às 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Vinicius Furlan (SP)
Assistentes: Vicente Romano Neto (SP) e Gustavo Rodrigues de Oliveira (SP)

GOLS: Fumagalli, 5′/1ºT (1-0); Fabinho, 8′/2ºT (2-0); Marcos Assunção, 9′/2ºT (2-1); Fabinho, 45′/2ºT (3-1); Henrique, 45′/2ºT (3-2)
CARTÕES AMARELOS: Bruno Recife, Willian Favoni (GUA); Mauricio Ramos, João Vitor, Barcos, Fernandão, Márcio Araújo, Juninho (PAL)
CARTÕES VERMELHOS: -
RENDA E PÚBLICO: R$ 447.400,00 / 15.005 pagantes

GUARANI: Emerson; Oziel, Domingos, Neto e Bruno Recife; Willian Favoni (Ewerton Páscoa, 8′/2ºT), Fábio Bahia, Danilo Sacramento e Fumagalli; Fabinho e Bruno Mendes (Bruno Peres, 43′/2ºT). Técnico: Vadão.

PALMEIRAS: Deola, Cicinho, Mauricio Ramos, Henrique e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, João Vítor (Valdivia, 15′/2ºT) e Daniel Carvalho (Fernandão, 34′/2ºT); Barcos e Luan (Patrik, 38′/2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

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Chegou a hora da verdade. Depois de longas 19 rodadas, começa a fase decisiva do Campeonato Paulista 2012. O Palmeiras vai a Campinas enfrentar o Bugre, pelas quartas-de-final. Lembrando que, em caso de empate, o jogo irá para os penaltis. Vamos às informações da partida.

Horário e local: Domingo, 22/04/12, as 18:30, no estádio Brinco de Ouro da Princesa (Sportv).

Árbitro: será Vinicius Furlan, cujo histórico registra quatro partidas e nenhuma derrota:

2011 – 1×0 Santos (f); 3×1 Paulista (c)

2010 – 3×1 XV de Piracicaba (amistoso)

2009 – 1×1 Guaratinguetá (f)

Desfalques: Wesley só ano que vem. Maikon Leite se recupera de lesão no joelho e deve ficar de fora. Luan (que pediu para jogar), Thiago Heleno e Valdivia já treinam com bola mas não devem ir para o jogo. Não há suspensos.

Pendurados: Cicinho, João Vitor e M.Assunção. Próximo adversário: se avançarmos, será o vencedor de Corinthians x Ponte Preta.

Previsão IPE: Deola; Cicinho, Henrique, L.Amaro e Juninho; M.Araújo, Assunção, João Vitor e D. Carvalho; Fernandão e Barcos.

Destaques/Guarani: a equipe de Vadão foi eliminada da Copa do Brasil pelo Botafogo após perder em casa por 2×1 e empatar no Rio por 0×0. A escalação deve ter apenas duas mudanças com relação à que nos enfrentou na primeira fase do Paulista. O goleiro Emerson está recuperado de lesão e volta à equipe. Já o experiente volante Wellington Monteiro rompeu os ligamentos do joelho e só volta ano que vem. Sendo assim, o Guarani deverá ir a campo com Emerson; Oziel, Domingos, Neto e Bruno Recife; Fábio Bahia, Willian Favoni, Danilo Sacramento e Fumagalli; Fabinho e Bruno Mendes.

Ex-palmeirenses no Guarani: Max Pardalzinho.

Palpite IPE: 1×1 no tempo normal, gol de Assunção. Nos penaltis, dá Palmeiras por 4×3.

Última vitória no local do jogo: foi pelo Campeonato Paulista de 2003. Com gols de Magrão e Pedrinho, o Verdão venceu o Bugre por 2×0.

Última derrota no local do jogofoi os 3×1 da primeira fase, gols de Neto, Fumagalli e Bruno Mendes (GUA) e Barcos (PAL).

Histórico: o primeiro confronto da história data de 1928 e foi vencido pelo Palestra Itália – 4×2 (Bianco, Carrone, Heitor e Perillo (PAL); Robertinho (2) (GUA))

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
185 94 48 43 317 198 124 65 36 23 223 128

O IPE se lembra: pelo Campeonato Brasileiro de 2001, o Palmeiras foi a Campinas e trouxe de volta os três pontos – 3×1 – gols de Arce, Lopes e Tuta para o Palmeiras e do então jovem Fumagalli descontando para o Guarani.

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