Feeds:
Posts
Comentários

Archive for abril \30\UTC 2012

Esta segunda-feira marca o centenário de um dos maiores times considerados pequenos do Brasil: o América mineiro. O time verde e preto ficou famoso por concentrar a torcida de vários famosos políticos de Minas Gerais, como Tancredo Neves e Juscelino Kubitschek (seja por realmente ter a afeição dos mesmos ou para eles não se comprometerem com os fãs de Atlético e Cruzeiro). Porém não foi apenas fora dos gramados que o Coelho alcançou um feito relevante: também em campo eles têm história para contar.

Afinal, o América é um dos dois únicos clubes do Brasil a ter conseguido um decacampeonato Estadual, ao lado do ABC-RN: entre 1916 – ano de sua primeira conquista regional – e 1925, não teve pra ninguém. Depois desta fartura, o time atravessou diversos períodos de jejum, mas ainda assim levantou outros cinco títulos mineiros, o último deles em 2001. Agora, na final do Mineiro-2012, quem sabe o time consiga o que muito time grande falhou em obter: um caneco no centenário.

Além dos títulos regionais, o Coelho também tem em sua galeria um Brasileiro da série B e outro da série C, além da Copa Sul-Minas 2000, torneio nos moldes do Rio-São Paulo que durou alguns anos. Também sua base obteve alguns triunfos, incluindo títulos que o próprio Palmeiras ainda não tem, como uma Copa São Paulo de Futebol Júnior e o Brasileiro sub-20. E foi desta base que saíram alguns atletas de nome, como o campeão mundial Gilberto Silva, o atacante Fred ou o lateral-direito Danilo, para não citar ex-palmeirenses como Éder, Euller e Alex Mineiro.

A história registra somente 17 encontros entre o novo membro dos clube dos três dígitos e o quase centenário Palmeiras. Foram nove vitórias do Verdão contra 3 do time mineiro, a última delas lá se vão 46 anos. Nem por isso eles facilitam: ano passado, mesmo terminando na lanterna do Brasileirão, não perderam para o Palmeiras (e venceram o campeão Corinthians, o vice Vasco e duas vezes o terceiro colocado Fluminense).

O IPE valoriza a tradição e deseja que times de importância histórica sempre se mantenham altivos. É o caso do América, que desce e sobe, mas sempre mantém seu espaço. Que continue assim por muito e muito tempo.

Parabéns, Coelho!

Read Full Post »

App Mídia Palestrina

Com apenas um toque, torcedores do Palmeiras já podem ficar por dentro de tudo o que os blogueiros palestrinos estão escrevendo sobre o time. Será lançado, na próxima segunda-feira (dia 30 de abril), o aplicativo “Mídia Palestrina” – uma ferramenta que vai beneficiar usuários de celulares e tablets do sistema android, sem custo nenhum e livre de qualquer tipo de propaganda.

O aplicativo permite que o torcedor tenha em seu smartphone ou tablet os melhores blogs, sites e rádios feitos por palestrinos de plantão – tudo compilado de maneira fácil e rápida.

Mas não só isso: o novo aplicativo também disponibiliza tabelas com a classificação do Palmeiras, resultados dos jogos e informações sobre as próximas partidas.

Por meio do “Mídia Palestrina”, o torcedor também pode acompanhar transmissões ao vivo dos jogos do Verdão pelas rádios Web Rádio Verdão e Antena Verde.

Para ter acesso ao aplicativo, basta fazer o download diretamente pelo Google Play, a partir do dia 30 da abril.

O aplicativo deverá em breve ganhar uma versão para iPhone/iPad.

Abaixo, algumas imagens do programa.

   

Read Full Post »

Chamou a responsa

Debaixo de muita água e diante de um estádio lotado, o Palmeiras jogou para o gasto e reencontrou a vitória diante do limitado Paraná, ficando em situação tranquila rumo à classificação para as quartas de final. No jogo de volta, a equipe poderá até perder por 1×0 ou empatar por qualquer placar que estará classificada.

O jogo começou morno. Apesar da forte chuva e do campo pesado, a bola rolava bem no gramado e não dificultava a vida das equipes. O Palmeiras procurava tocar a bola, sempre passando por Valdivia, enquanto que o Paraná apostava nos contra-ataques e bolas esticadas em ligação direta.

Apesar da maior posse de bola e do leve domínio alviverde, o primeiro lance de perigo foi paranista. Alex Alves mandou um balaço da intermediária, obrigando Bruno a fazer bela defesa. O Palmeiras continuou impondo seu ritmo e as chances começaram a aparecer.

A primeiro delas foi com Barcos, após jogada de Valdivia. Depois foi a vez de Mazinho, em arrancada pelo meio, quase fazer um belo gol. Na sequência da jogada, falta em Assunção que ele mesmo cobrou para abrir o placar – 1×0. Minutos depois o camisa 20 sentiu dores e foi substituído por Patrik.

O jogo continuou na mesma toada. O Paraná explorava as descidas de seus laterais, especialmente nas costas de Juninho, obrigando a defesa a trabalhar. Foram duas jogadas agudas por aquele lado. Na primeira, Bruno fez boa defesa. Na segunda, Bruno fez grande defesa, mas no rebote Luisinho guardou. Empate paranista – 1×1 – dando números finais ao primeiro tempo.

No segundo tempo, ainda debaixo de muita água, o Palmeiras continuou tendo maior posse de bola, sem levar muitos sustos. A jogada de maior perigo do adversário no segundo tempo foi em cobrança de falta de Douglas, que explodiu no travessão da meta palestrina.

Valdivia e Mazinho, os melhores em campo, levavam perigo nas arrancadas e jogadas pela esquerda. Em uma das muitas jogadas de linha de fundo feitas por Mazinho, Barcos perdeu gol na cara do goleiro, e acabou sendo substituído na sequência por Fernandão. Já pelo lado direito, Cicinho abusava dos erros de passe e das jogadas erradas.

Não era mesmo a noite de Barcos. Poucos minutos depois de ser substituído, penalti a nosso favor. Henrique chamou a responsa e bateu alto, firme, sem chance para o goleiro – 2×1.

O placar poderia ter sido ainda melhor para nós, não fosse um tapinha salvador do goleiro paranista em cabeçada de Patrik, no último lance de perigo da partida.

Missão cumprida no jogo de ida, agora a equipe terá 15 dias para se preparar para o jogo de volta, na Arena Barueri. Nos outros jogos de ontem, Bahia e Lusa não saíram do zero, e o Goiás abriu boa vantagem sobre o Atlético-MG, vencendo por 2×0.

- Bruno: fez 3 boas defesas e estava ligado no jogo – 7

- Cicinho: muito mal na partida, errando passes e matando as jogadas de ataque pela direita – 3

- M.Ramos: arroz-com-feijão, do jeito que tem que ser, só faltou atenção no lance do gol paranista – 5,5

- Henrique: bem na partida, chamou a responsa e fez o gol da vitória. Faltou atenção no lance do gol adversário – 6,5

- Juninho: junto com Mazinho foi responsável pelas jogadas de perigo pela lateral – 6

- M.Araújo: discreto, foi bem nas saídas de bola – 6

- Assunção: continua errando muitos passes com a bola rolando, mas com ela parada é brilhante – 6

 – João Vitor: abusa um pouco do drible em alguns momentos, precisa ser mais objetivo – 5

- Valdivia: quando está a fim de jogo faz a diferença e foi o responsável pela distribuição. O problema é a sequência – 7

- Mazinho: não se intimidou, foi pra cima, driblou, cruzou com precisão e quase guardou o dele. Melhor em campo – 7,5

- Barcos: teve algumas chances meia-boca, uma chance clara e não guardou. A bola precisa chegar mais redonda, mas atacante bom também tem que saber se virar no aperto – 5

- Patrik: manteve a pegada do meio campo e melhor a qualidade do passe – 6

- Fernandão: mal pegou na bola – 5

- Roman: entrou no lugar de Cicinho, alterando o esquema para o 3-5-2 – 5

FICHA TÉCNICA

PARANÁ 1 x 2 PALMEIRAS

Local: Durival de Britto, Curitiba (PR)
Data/Hora – 25/4/2012 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Fabrício Neves Correa (RS)
Auxiliares: Marcelo Bertanha Barison (RS) e José Chaves Franco Filho (RS)

Renda e Público: R$ 372.010,00 /  12.818 pagantes
Cartões Amarelos: André Vinícius, Henrique Alemão (Paraná); Cicinho e Valdivia (Palmeiras)
Cartões Vermelhos: Não houve
GOLS: Marcos Assunção, aos 20’/1ºT (0-1); Luisinho aos 39’/1ºT (1-1) e Henrique aos 32’/2ºT (1-2)

PARANÁ: Thiago Rodrigues, Paulo Henrique, André Vinícius, Alex Bruno (Henrique Alemão, aos 19’/2ºT) e Henrique; Alex Alves, Douglas Packer, Wendell (Fernandinho, aos 20’/2ºT) e Luisinho; Elias e Nilson. Técnico: Ricardinho.

PALMEIRAS: Bruno, Cicinho (Román, aos 38’/2ºT), Maurício Ramos, Henrique e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção (Patrik, aos 36’/1ºT), João Vítor e Valdivia; Mazinho e Barcos (Fernandão, aos 29’/2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

Read Full Post »

Repetindo o mantra dos últimos anos, o Palmeiras, juntando os cacos de mais um vexame, vai ao estado vizinho tentando ao menos recuperar a dignidade. O confronto é válido pela partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil e, se a vitória é o resultado esperado pelo fato de ser o confronto entre um gigante da série A contra um time da série B, com a vergonha do último domingo, ela se torna obrigação. Esperamos sinceramente que, caso aconteça mais uma vergonha, a diretoria finalmente tome a providência que tem que se tomada para salvar o time de um vexame ainda pior no Brasileirão.

Horário e local: Quarta-feira, 25/04, as 21:50, no estádio Durival Britto (Band/Sportv)

Árbitro: será Fabrício Neves Correa (RS), cujo histórico registra apenas duas partidas, ambas contra o Avaí e ambas goleadas.

2011 – 5×0 Avaí (c)

2003 – 6×1 Avaí (f)

Desfalques: Maikon Leite se recupera de lesão no joelho e é dúvida. Luan, punido pela confusão no Dérbi da última rodada do BR-11, cumpre seu último jogo de suspensão. Além destes, o recém contratado Fernandinho foi punido com 5 jogos de suspensão por uma expulsão na rodada 37 do BR-11 e, como cumpriu apenas 1 jogo desta pena, ainda tem 4 mais quatro jogos a cumprir em competições nacionais.

Pendurados: Barcos. Próxima partida: Paraná (jogo de volta)

Se o IPE fosse o técnico: Rafael Alemão; Artur, Henrique, T.Heleno e Juninho; João Vitor, M.Araújo, Daniel Carvalho e Valdivia; Mazinho e Barcos.

Destaques/Paraná: o único desfalque paranista fica por conta do goleiro Luís Carlos, suspenso. A equipe não deve ter surpresas com relação à que eliminou o Ceará e o técnico Ricardinho (ele mesmo, ex-jogador de Corinthians, Santos e São Paulo) deverá ir a campo com Thiago Rodrigues; Paulo Henrique, André Vinícius, Alex Bruno e Henrique; Alex Alves, Douglas Packer, Wendell e Luisinho; Elias e Nilson.

Ex-palmeirenses no Paraná: o lateral direito Paulo Henrique.

Palpite IPE: 2×1 gols de João Vitor e Barcos.

Última vitória no local do jogo: o Palmeiras jamais venceu o Paraná no estádio Durival Britto (pois é…)

Última derrota no local do jogo: foi em 2007, pelo Campeonato Brasileiro – 0x1 (Márcio Careca)

Histórico: o histórico registra apenas 20 partidas e a vantagem é verde. Na Copa do Brasil foram duas partidas, ambas com vitória do Palmeiras. Já no Durival Britto são 3 partidas, com 2 vitórias do Paraná e 1 empate.

GERAL COPA DO BRASIL
J V E D GP GC J V E D GP GC
20 13 2 5 43 27 2 2 0 0 5 1

O IPE se lembra: este ano será a segunda vez que Palmeiras e Paraná se cruzam na Copa do Brasil. A primeira vez foi em 1996 e o Palmeiras não tomou conhecimento do adversário, vencendo as duas partidas. No jogo  disputado no Paraná, vitória por 3×1 (Luisão, Djalminha e Marcão (contra); Saulo).

Read Full Post »

Ano passado eliminamos o Ramalhão

Esta semana o Palmeiras começa sua 14ª participação nas oitavas-de-final da Copa do Brasil. Enquanto você se prepara para dois palpitantes duelos, veja como fomos nas vezes anteriores:

2011 – 2 x 1 e 1 x 0 no Santo André-SP

2010 – 1 x 0 e 1 x 1 no Atlético-PR

2008 – 0 x 0 e 1 x 4 contra o Sport-PE

2004 – 1 x 1 e 1 x 1 contra o Goiás-GO (nos pênaltis, Palmeiras 3 x 1)

2003 – 2 x 7 e 3 x 1 contra o Vitória-BA

1999 – 2 x 2 e 3 x 2 no Vitória-BA

1998 – 1 x 2 e 1 x 0 no Botafogo-RJ (Palmeiras classificado pelo gol fora)

1997 – 1 x 0 e 4 x 2 no Coritiba-PR

1996 – 2 x 1 e 5 x 0 no Atlético-MG

1995 – 1 x 1 e 2 x 2 contra o Grêmio-RS (Palmeiras eliminado pelos gols fora)

1994 – 0 x 0 e 1 x 1 contra o Ceará-CE (Palmeiras eliminado pelo gol fora)

1993 – 1 x 2 e 1 x 0 no Vitória-BA (Palmeiras classificado pelo gol fora)

1992 – 0 x 0 e 5 x 1 no Remo-PA

Em resumo, esses são os números:

- 13 participações

- 9 classificações e quatro eliminações

- Em casa, 8 vitórias, quatro empates e apenas uma derrota (mas também, que derrota: a única vez na história que o Palmeiras sofreu sete gols no Palestra Itália). Fora, são 4 vitórias, 6 empates e 3 derrotas (portanto, um grande equilíbrio). No todo, 12 vitórias, 10 empates e 4 derrotas em 26 partidas, aproveitamento de 59%

- 3 visitas à Bahia, 2 ao Paraná, uma a Pará, Ceará, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Pernambuco e um confronto sem sair do Estado.

- 1 adversário enfrentado três vezes, o Vitória.

Read Full Post »

até ASA tava escrito na camisa dos caras, derrota total

O Palmeiras conseguiu. A desclassificação no Paulistão 2012 vem coroar a incompetência e fragilidade desse elenco, comissão técnica, clube… Num jogo desastroso em que era prudente se olhar no calendário e certificar-se de que o ano NÃO era 2011, o Palmeiras foi eliminado pelo Guarani, um time que luta contra o rebaixamento em todas as competições ano sim, ano também.

A derrota para o rival, ainda na fase classificatória, teve um efeito devastador, comeu as tabelas pela raiz, minou os gols, bagunçou a defesa, destruiu tudo que tinha sido apresentado até ali. O Palmeiras 2012 mostrou sua verdadeira cara depois daquela derrota. Rodar ainda nas quartas do Paulistão 2012 apenas abreviou o encerramento de MENOS um ano na história Palmeirense, é um ano onde não teremos títulos, de onde não sairá um grande ídolo, até a ‘escola de goleiros’ faliu, fechou as portas de vez ao promover um FRANGUEIRO ao posto de titular do Palmeiras. Deola é o maior culpado em campo hoje, todos os outros jogadores são culpados também pela falta de colhões, impotentes, fracos mesmo, não recuperar as forças depois daquela fatídica derrota é a prova de que não servem para envergar essa camisa que um dia – mas lá bem no passado – foi de grandes jogadores, homens de VALOR.

Não tem jeito, Felipão tem que prestar um serviço a nação e ir para a Seleção Brasileira, esse serviço a nação Palestrina seria o único grande ato desses 2 anos de fracassos, micos, tragédias. A situação é insustentável, esquema tático furado, emocional aos pedaços, nada é positivo nessa era desastrosa da segunda passagem de Luiz Felipe Scolari pelo Palmeiras. Acorda Tirone!

O limpa para evitar um desastre no BR12 tem que começar a ser feito hoje mesmo, do gol ao ataque, jogadores que poucas semanas atrás vendiam uma imagem de grandes boleiros hoje são menininhas assustadas, peguem suas coisas, voltem para seus países, seus estados, o ninho de chocadeira de onde tenham saído, enfim.

Vamos às notas:

Deola – é uma palhaçada um cara desses ser goleiro do Palmeiras – ZERO absoluto.
Cicinho – outro que enfiou o rabinho entre as pernas e não tem jogado nada – um.
Henrique – melhorzinho, um gol no fim que não serviu pra nada – dois.
Maurício Ramos – entrou na fogueira, nada justifica os erros bobos – um.
Juninho – não produziu nada que se aproveitasse – um.
Márcio Araújo – ficou nervosinho por perder pro Guarani, realidade, meu filho – um.
Marcos Assunção – fez o primeiro gol mas entregou contra-ataques À la vonté para os caras, em um deles saiu o 3º – um.
João Vitor – produziu pouco, reclamou muito – um.
Daniel Carvalho – os atleticanos devem estar sorrindo muito – um.
Luan – apesar de estar a uma vida afastado, entrou e fez sua parte, tem vergonha na cara – dois.
Barcos – enganador – um.

Valdívia – até apareceu bastante, o problema foi não prestar pra nada um lance seu sequer – um.
Fernandão – hoje não guardou – um.
Patrik – piada né? um.

Felipão – o único que pode tomar uma nota tão ruim quanto a do Deola, treinador que não consegue comandar o grupo não serve, nitidamente perdeu o controle emocional, tanto o próprio quanto o coletivo – ZERO absoluto.

Melhores Momentos:

FICHA TÉCNICA

GUARANI 3 X 2 PALMEIRAS

Local: Brinco de Ouro, em Campinas (SP)
Data/Hora: 22/04/2012 – às 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Vinicius Furlan (SP)
Assistentes: Vicente Romano Neto (SP) e Gustavo Rodrigues de Oliveira (SP)

GOLS: Fumagalli, 5’/1ºT (1-0); Fabinho, 8’/2ºT (2-0); Marcos Assunção, 9’/2ºT (2-1); Fabinho, 45’/2ºT (3-1); Henrique, 45’/2ºT (3-2)
CARTÕES AMARELOS: Bruno Recife, Willian Favoni (GUA); Mauricio Ramos, João Vitor, Barcos, Fernandão, Márcio Araújo, Juninho (PAL)
CARTÕES VERMELHOS: -
RENDA E PÚBLICO: R$ 447.400,00 / 15.005 pagantes

GUARANI: Emerson; Oziel, Domingos, Neto e Bruno Recife; Willian Favoni (Ewerton Páscoa, 8’/2ºT), Fábio Bahia, Danilo Sacramento e Fumagalli; Fabinho e Bruno Mendes (Bruno Peres, 43’/2ºT). Técnico: Vadão.

PALMEIRAS: Deola, Cicinho, Mauricio Ramos, Henrique e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, João Vítor (Valdivia, 15’/2ºT) e Daniel Carvalho (Fernandão, 34’/2ºT); Barcos e Luan (Patrik, 38’/2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

Read Full Post »

Chegou a hora da verdade. Depois de longas 19 rodadas, começa a fase decisiva do Campeonato Paulista 2012. O Palmeiras vai a Campinas enfrentar o Bugre, pelas quartas-de-final. Lembrando que, em caso de empate, o jogo irá para os penaltis. Vamos às informações da partida.

Horário e local: Domingo, 22/04/12, as 18:30, no estádio Brinco de Ouro da Princesa (Sportv).

Árbitro: será Vinicius Furlan, cujo histórico registra quatro partidas e nenhuma derrota:

2011 – 1×0 Santos (f); 3×1 Paulista (c)

2010 – 3×1 XV de Piracicaba (amistoso)

2009 – 1×1 Guaratinguetá (f)

Desfalques: Wesley só ano que vem. Maikon Leite se recupera de lesão no joelho e deve ficar de fora. Luan (que pediu para jogar), Thiago Heleno e Valdivia já treinam com bola mas não devem ir para o jogo. Não há suspensos.

Pendurados: Cicinho, João Vitor e M.Assunção. Próximo adversário: se avançarmos, será o vencedor de Corinthians x Ponte Preta.

Previsão IPE: Deola; Cicinho, Henrique, L.Amaro e Juninho; M.Araújo, Assunção, João Vitor e D. Carvalho; Fernandão e Barcos.

Destaques/Guarani: a equipe de Vadão foi eliminada da Copa do Brasil pelo Botafogo após perder em casa por 2×1 e empatar no Rio por 0x0. A escalação deve ter apenas duas mudanças com relação à que nos enfrentou na primeira fase do Paulista. O goleiro Emerson está recuperado de lesão e volta à equipe. Já o experiente volante Wellington Monteiro rompeu os ligamentos do joelho e só volta ano que vem. Sendo assim, o Guarani deverá ir a campo com Emerson; Oziel, Domingos, Neto e Bruno Recife; Fábio Bahia, Willian Favoni, Danilo Sacramento e Fumagalli; Fabinho e Bruno Mendes.

Ex-palmeirenses no Guarani: Max Pardalzinho.

Palpite IPE: 1×1 no tempo normal, gol de Assunção. Nos penaltis, dá Palmeiras por 4×3.

Última vitória no local do jogo: foi pelo Campeonato Paulista de 2003. Com gols de Magrão e Pedrinho, o Verdão venceu o Bugre por 2×0.

Última derrota no local do jogofoi os 3×1 da primeira fase, gols de Neto, Fumagalli e Bruno Mendes (GUA) e Barcos (PAL).

Histórico: o primeiro confronto da história data de 1928 e foi vencido pelo Palestra Itália – 4×2 (Bianco, Carrone, Heitor e Perillo (PAL); Robertinho (2) (GUA))

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
185 94 48 43 317 198 124 65 36 23 223 128

O IPE se lembra: pelo Campeonato Brasileiro de 2001, o Palmeiras foi a Campinas e trouxe de volta os três pontos – 3×1 – gols de Arce, Lopes e Tuta para o Palmeiras e do então jovem Fumagalli descontando para o Guarani.

Read Full Post »

A fase final do Campeonato Paulista, no formato atual, foi adotada ano passado, mas a existência de quartas-de-final em si não é novidade. Além de 2011, houveram outras duas edições em que esta fase existiu, ambas também em confronto único, e o Palmeiras esteve presente nelas.

Em 2003, o Palmeiras se classificou na bacia das almas: eram 3 grupos de sete times; classificavam-se os dois primeiros de cada grupo e os dois melhores terceiros colocados. O Verdão passou justamente como o segundo melhor segundo colocado ao empatar em Americana na última rodada. Tivesse sofrido um gol a mais nessa partida, a vaga ficaria com o próprio Rio Branco.

Desta forma, nos coube enfrentar a sensação do torneio até ali: o São Caetano, 6 vitórias em 6 jogos, incluindo um atropelamento por 3 a 0 ao futuro campeão Corinthians em pleno Pacaembu. Para piorar, o regulamento previa a vantagem do empate ao time melhor colocado; entretanto, em noite inspirada de Thiago Gentil, um Palmeiras rebaixado, sob desconfiança geral e com diversas caras novas que não durariam sequer até o início da Série B, resolveu lembrar de sua grandeza: 2 a 0 no Anacleto Campanella. Na semifinal, o time esteve na frente quase todo o tempo na primeira partida, mas cedeu o empate ao Corinthians; no segundo jogo, com a equipe sem nenhum zagueiro em condição de jogo, o rival rapidamente abriu 3 a 0 e venceu por 4 a 2.

Em 2004, a primeira fase mudou: eram dois grupos, um com 11 e outro com 10 times – não é de hoje que o Paulista apresenta bizarrices. No grupo maior, o Palmeiras encerrou a primeira fase em terceiro lugar, lhe cabendo o segundo colocado do outro grupo em jogo único fora de casa. Desta forma, o Verdão desceu a serra para encontrar a Portuguesa Santista. A regra era diferente: empate no tempo normal levaria à prorrogação, e dali aos pênaltis. A Briosa chegou ao intervalo na frente, mas Vágner Love e Pedrinho puseram o recém-promovido Palmeiras nas semifinais contra o Paulista, que nos eliminaria nas penalidades.

Ano passado, o Palmeiras fez as quartas “em casa”, após terminar a primeira fase na segunda colocação. Assim como este ano, os primeiros quatro colocados tinham como única vantagem o direito de decidir em casa. No caso de empate no tempo normal, a decisão iria para os penaltis. Nos emparelhamentos, o adversário foi o Mirassol, e a vitória por 2×1 no Pacaembu nos colocou na semi, que perderíamos para o Corinthians, nos penaltis, após jogar boa parte da partida com um a menos, em jogo que ficou marcado pela polêmica escalação antecipada de Paulo César de Oliveira antes mesmo do sorteio na FPF.

Este ano o regulamento é o mesmo e, já que conseguimos a façanha de ficarmos em quinto lugar, decidiremos a vaga fora de casa, contra o Guarani. Esperamos que o retrospecto de vitórias nesta fase se mantenha!

FICHAS TÉCNICAS

26/02/2003 – SÃO CAETANO-SP 0 x 2 PALMEIRAS-SP – CAMPEONATO PAULISTA
Estádio Anacleto Campanella – São Caetano / SP – Brasil – Horário: 21h00
Árbitro: Sálvio Spínola Fagundes Filho (SP) – Assistentes: Marinaldo Silvério (SP), Francisco Feitosa (SP)
São Caetano (São Caetano/SP): Sílvio Luiz, Rafael, Dininho, Serginho, Zé Carlos, Marcos Aurélio (Mineiro), Ramalho (Marlon), Fábio Santos, Luís Carlos Capixaba, Marcinho, Adhemar (Anaílson) – Técnico: Mário Sérgio
Palmeiras (São Paulo/SP): Marcos, Pedro, Índio, Leonardo, Marquinhos, Adãozinho, Claudecir, Magrão, Zinho (Corrêa), Muñoz (Everaldo), Anselmo (Thiago Gentil) – Técnico: Jair Picerni
Cartões amarelos: Dininho, Marco Aurélio (São Caetano), Marcos, Leonardo, Magrão (Palmeiras) – Cartões vermelhos: Rafael (São Caetano), Pedro, Claudecir (Palmeiras)
Gols: Thiago Gentil (Palmeiras), 8 min, 42 min segundo tempo

21/03/2004 – PORTUGUESA SANTISTA-SP 1 x 2 PALMEIRAS-SP – CAMPEONATO PAULISTA
Estádio Ulrico Mursa – Santos / SP – Brasil – Horário: 16h00 – Público: 7.549 pagantes – Renda: R$ 98.140,00
Árbitro: Sálvio Spínola Fagundes Filho (SP) – Assistentes: Nílson de Souza Monção (SP), Émerson Augusto de Carvalho (SP)
Portuguesa Santista (Santos/SP): Cristiano, Édson Mendes, Diguinho, Chicão, Fabinho, Axel, Beto (Leandro Moreno), Reinaldo (Gileno), João Fumaça (Luciano Barbosa), Nando, Marlon – Técnico: Nenê
Palmeiras (São Paulo/SP): Marcos, Baiano, Leonardo, Nen, Lúcio, Marcinho (Rafael Marques), Corrêa, Diego Souza, Pedrinho (Fábio Gomes), Vágner Love, Adriano Chuva (Muñoz) – Técnico: Jair Picerni
Cartões amarelos: Axel, João Fumaça (Portuguesa Santista), Baiano, Lúcio, Leonardo (Palmeiras) – Cartão vermelho: Diguinho (Portuguesa Santista)
Gols: Beto (Portuguesa Santista), 21 min primeiro tempo, Vágner Love (Palmeiras), 11 min, Pedrinho (Palmeiras), 14 min segundo tempo

24/04/2011 – PALMEIRAS-SP 2 x 1 MIRASSOL-SP – CAMPEONATO PAULISTA
Estádio Paulo Machado de Carvalho – São Paulo / SP – Brasil – Horário: 18h30 – Público: 17.538 pagantes – Renda: R$ 466.682,00
Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima (SP) – Assistentes: Hérman Brúmel Vani (SP) e Bruno Salgado Rizo (SP)
Palmeiras (São Paulo/SP): Deola, João Vitor, Danilo, Leandro Amaro, Rivaldo, Marcos Assunção, Márcio Araújo, Tinga (Chico), Valdivia (Lincoln), Luan, Kléber – Técnico: Luiz Felipe Scolari

Mirassol (Mirassol/SP): Fernando Leal, Samuel (Daniel Marques), Luiz Henrique, Dezinho, Diego, Magal, Jairo, Esley (Marcelinho), Xuxa, Wellington Amorim, Serginho (Renato Peixe) – Técnico: Ivan Baitello

Cartões amarelos: Deola, Danilo, Rivaldo e Tinga (Palmeiras), Dezinho, Esley (Mirassol) – Cartão vermelho: Xuxa (Mirassol)
Gols: Valdivia (Palmeiras), 10 min primeiro tempo, Marcelinho (Mirassol), 40 min primeiro tempo, Márcio Araújo (Palmeiras), 11 min segundo tempo.

Read Full Post »

Uma seleção mineira

A 9 tem dono e ninguém tasca

Essa semana a série continua, uai. Desta vez, trazemos aqui a nata do que Minas Gerais deu ao Palmeiras. Já não há tanta fartura de atletas como no caso das seleções carioca e paulista, e por isso desta vez a equipe adota o 3-5-2, mas ainda assim é um time respeitável.

Duvida? Confira então:

1. Chicão – o bom goleiro, que perderia seu lugar na equipe para o jovem Emerson Leão, levantou o Robertão de 1969.

2. Eurico – o lateral que sucedeu a Djalma Santos não decepcionou: foi dono da posição por sete anos, conquistando em seus mais de 450 jogos vários títulos com a Segunda Academia

3. Roque Júnior – o zagueiro chegou discretamente ao Palestra (tanto que começou sendo chamado de Júnior II) mas rapidamente se impôs. Conquistou a América em 1999 e o mundo em 2002

4. Cléber - outro grande (literalmente) representante dos anos 90, período fértil no Verdão. Clebão não esteve no fim do jejum, mas participou de todo o resto daqueles anos dourados contribuindo muitas vezes até no ataque.

5. Caieira – um dos grandes zagueiros da história do Palestra Itália mineiro, também teve boa passagem pelo xará paulista, e forma o trio de defensores com os colegas mais jovens

6. Pipi – o atleta de ótima passagem no começo dos anos 40 na verdade era ponta-esquerda, porém aqui fica deslocado para ocupar a ala.

7. Ronaldo – o atacante conquistou dois brasileiros, dois paulistas e ainda pôs água no chope corintiano ao marcar o gol que nos deu o Estadual de 1974 e os manteve na fila por mais três anos.

8. Mexicano – considerado um dos maiores jogadores da história do Atlético Mineiro, foi campeão paulista de 1950 em sua passagem pelo Palmeiras.

9. Evair – o maior atacante pós-Academia é ídolo de toda uma geração de palmeirenses, este que vos escreve incluído. Dificilmente haveria escolha mais fácil.

10. Zezé Procópio – o médio era bom marcador mas também sabia conduzir o time ao ataque. Disputou a Copa de 1938 e fez mais de 100 jogos pelo Verdão.

11. Éder – o atacante fica aqui um pouco mais recuado, mas com liberdade para avançar e desferir seus petardos. Outro que também tem no currículo um gol marcante contra o arquirrival, na semifinal do Paulista de 1986.

Técnico: foram poucos os treinadores mineiros no Verdão, e nenhum deles levantou taça. Assim, escolhemos Telê Santana, que chegou perto disso ao eliminar o Flamengo no Maracanã em 1979. Se o título nacional não veio, ao menos o reconhecimento ele conseguiu, sendo em seguida convidado para conduzir a seleção nacional.

O banco de reservas conta com Procópio, Thiago Heleno, Fernando Henrique, Alex Mineiro, Caxambu, Dario e Euller.

O templo do futebol mineiro recebeu um Palmeiras de amarelo

Read Full Post »

Em 2009, a derrota na rodada final nos tirou da Libertadores

O tropeço (para não dizer coisa pior) de domingo contra o Comercial custou ao Palmeiras a possibilidade de decidir a vaga na semifinal em casa. Agora, o Verdão joga sua sorte em Campinas.

O que pouca gente reparou é que o Palmeiras não terminou atrás do Guarani na pontuação – ambos encerraram a fase com 36 pontos. A diferença foi o número de vitórias (10 para nós, 11 para eles), e esse pequeno detalhe vai certamente causar sofrimento à torcida palestrina no fim de semana.

O que chamou a atenção do IPE é que essa não é a primeira vez que o Alviverde paga o preço de terminar atrás em critérios de desempate; em outras oportunidades, chegamos até mesmo a perder a chance de (re)conquistar a América.

Coincidência? Não parece: fizemos um levantamento das vezes em que o Palmeiras terminou uma fase empatado com outra equipe, e é fácil perceber que na imensa maioria dos casos ficamos atrás. Isso se explica: há muito tempo o Verdão tem um índice alto de empates, ou então desperdiça chances claras de golear (sem forçar a memória, só nesse Paulista tivemos duas partidas com dois jogadores a mais: além do empate com o Comercial, tivemos uma magra vitória contra o Guaratinguetá). Como os critérios geralmente são vitórias e saldo, pagamos o preço da falta de apetite. Isso quando o critério não é estapafúrdio, e ainda assim caímos nele, como no clássico caso do Rio-São Paulo de 2002.

Esta questão parece um simples detalhe, mas não é: significa que quase sempre o Palmeiras tem que lutar por mais pontos que seus adversários (no Brasileiro do ano passado, um dos motivos do drama que vivemos até a arrancada final foi o fato de que perderíamos no desempate para qualquer outro time que brigava para não cair).  E, nas retas finais, esta sina significa também maior pressão, pois surgem situações em que poderíamos jogar por empates, mas somos obrigados a ganhar.

Confira abaixo todas as ocasiões em que o Palmeiras teve alguém a seu lado nos últimos 20 anos, e quais foram as conseqüências:

Campeonato Brasileiro

  • 2009: Cruzeiro em quarto, Palmeiras em quinto com uma vitória a menos. Perdemos a vaga na pré-Libertadores por isso.
  • 2007: Grêmio em sexto, Palmeiras em sétimo com uma vitória a menos. Mudou apenas a chave da Copa Sul-Americana do ano seguinte.
  • 2002: Portuguesa em 23º, Palmeiras em 24º com uma vitória a menos. Ambos caíram, mas vale destacar que, se o Verdão não tivesse perdido, e sim empatado o jogo derradeiro contra o Vitória, ainda assim cairíamos, pois perderíamos no desempate para o Paraná (o primeiro a escapar). Isto é, a busca por um empate em Salvador não bastava, o que afetou ainda mais a equipe naquele fatídico dia.
  • 2000: Grêmio em décimo, Palmeiras em 11º no saldo de gols (6 a -1). Mudou apenas a chave no mata-mata.
  • 1999: Atlético-PR em nono, Palmeiras em décimo com uma vitória a menos. Não houve conseqüência.
  • 1996: Guarani em segundo, Palmeiras em terceiro com uma vitória a menos. A chave no mata-mata mudaria e em vez de pegarmos o Grêmio de Felipão, que nos eliminou, teríamos nas quartas o Goiás.
  • 1992: Palmeiras em 11º, Sport em 12º no saldo de gols. O único caso em que levamos vantagem não fez diferença alguma, já que só os oito primeiros avançavam.

Libertadores

  • 2009: ficamos a quatro minutos da eliminação no desempate. O golaço de Cleiton Xavier foi essencial porque Colo-Colo e Palmeiras entraram ambos com 7 pontos, mas os chilenos tinham saldo melhor. Fosse de outra forma, eles é que estariam pressionados.
  • 2000: Palmeiras em primeiro, El Nacional em segundo no grupo por saldo (6 a 3). Se fosse o contrário, teríamos enfrentado o Boca já nas oitavas e quem sabe perdêssemos a chance de tirar o Corinthians mais pra frente.

Paulista

  • 2012: Guarani em quarto, Palmeiras em quinto com uma vitória a menos. Não muda a chave, mas faz com que o jogo único seja em Campinas.
  • 2011: São Paulo em primeiro, Palmeiras em segundo com uma vitória a menos. Mudaria a chave no mata-mata.
  • 2010: Ponte Preta em décimo, Palmeiras num vexaminoso 11º com uma vitória a menos. Só aumentou um pouco a humilhação.
  • 2008: Guaratinguetá em primeiro, Palmeiras em segundo com uma vitória a menos. Se a final fosse contra o time do interior e não contra a Ponte, decidiríamos fora.
  • 2007: Bragantino em quarto, Palmeiras em quinto no saldo (18 a 14). O time de Bragança foi às semifinais e nós não.
  • 2001: Palmeiras em sétimo, São Paulo em oitavo com uma vitória a menos. Ambos ficaram de fora do mata-mata.
  • 1995: Palmeiras em quarto, Guarani em quinto no saldo (17 a 4). Só mudou a ordem dos jogos no quadrangular.

Rio-São Paulo

  • 2002: o caso mais curioso dessa lista. Na primeira fase, o Corinthians ficou em primeiro e o Palmeiras em segundo no saldo de gols (16 a 9); por isso, pegamos o São Paulo e eles o São Caetano. Na semifinal, empatamos os dois jogos contra o time do Morumbi e fomos eliminados pelo número de cartões amarelos acumulados nessas duas partidas. Ou seja, conseguimos em um torneio levar duas desvantagens.
  • 1993: Palmeiras em primeiro, Santos em segundo no saldo de gols (4 a 1). Com isso, avançamos à final para derrotar o Corinthians. Foi o único caso da lista em que houve efetivamente uma vantagem em vencer nos critérios de desempate.

Em resumo, foram 18 casos em que pontuamos igual a um adversário. Em treze deles ficamos atrás, sendo que em pelo menos três o prejuízo foi claro: as não classificações para a Libertadores de 2010, para a semifinal do Paulista de 2007 e para a decisão do Rio-São Paulo de 2002. Das cinco vezes em que ficamos à frente, uma foi essencial: a que nos levou à decisão do Rio-SP de 1993.

Além da grande diferença, olhe novamente as datas: a última vez que ficamos à frente de alguém foi em 2001. Certamente não é coincidência que pouco depois o Palmeiras tenha pago a conta do “bom e barato” e daí por diante nunca mais tenha enfileirado vitórias ou goleadas em profusão.

Portanto, o time deve perceber ainda antes do Brasileirão que não adianta lutar por um ponto aqui e ali quando o jogo parecer complicado. O Palmeiras deve ser ambicioso e querer sempre o triunfo. Se não por sua rica história, que por si só já faz da busca pelo sucesso uma obrigação, pelo menos por um detalhe como o recente risco do desempate.

Eliminação por cartões: você só vê por aqui.

Read Full Post »

Older Posts »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 42 outros seguidores