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Archive for maio \30\UTC 2012

Giro pela base

Em 2011, o sub-17 levou. Foto: PróPalmeiras

As edições do Paulista 2012 para a turma do sub-20, sub-17 e sub-15 já estão em andamento. Eis um resumo de como a molecada verde está até o momento:

Sub-20

A competição teve início no último fim de semana, e o Palmeiras começou bem: 1 a 0 sobre o Bragantino fora de casa. O grupo tem 7 times, e deles 4 avançarão. Além do time de Bragança Paulista, os adversários nesta etapa são Corinthians, Flamengo (Guarulhos), Guaratinguetá, Red Bull e São José.

O destaque, claro, vai para os dois “derbinhos” – o primeiro já neste sábado às 15:00 em Caieiras, onde o Palmeiras manda seus jogos. A volta será em 11/8, em Guarulhos, onde a base do rival atua.

Em 2011: o time caiu nas oitavas de final contra o Paulínia. O campeão foi o São Paulo.

Antes disso: nos anos anteriores, os resultados haviam sido melhores – o Verdinho foi campeão em 2009, 2004 e 2002, e vice em 2010.

Sub-17

O torneio já está na oitava rodada. Como o grupo do Palmeiras tem número ímpar de times, o time atuou sete vezes até aqui. Foram 6 vitórias e um empate, que nos dão a liderança do grupo. O artilheiro é Mateus, com 3 gols.

Os rivais na chave são a AD Guarulhos (não é o Flamengo), Barcelona Capela, Bragantino, Paulista, Red Bull e Atibaia. Classificam-se os dois primeiros de cada chave e mais os 10 melhores terceiros colocados. No momento, o time tem 10 pontos de vantagem sobre o terceiro do grupo; faltando cinco jogos, parece claro que a classificação está encaminhada.

Em 2011: após 44 anos, o Palmeiras venceu a competição após dois embates finais contra o Santos. Evidentemente, boa parte do grupo campeão estourou a idade e este ano já não atua nesta categoria.

Antes disso: entre 2006 e 2010, o time chegou três vezes às semifinais e duas às quartas. Ou seja, há uma certa regularidade na equipe.

Sub-15

A competição dos mais novos segue o mesmo regulamento e tem os mesmos grupos do sub-17 (os jogos das equipes são disputados todo sábado, um após o outro).

Desta forma, os garotos também jogaram sete partidas, mas o desempenho foi um pouco pior: 5 vitórias, 1 empate e 1 derrota. Ainda assim, o time lidera o grupo, porém não com tanta folga. Na pior das hipóteses, porém, deverá garantir vaga como um dos melhores terceiros. Quem lidera a artilharia da equipe é Lucas Macedo, com 6 gols, quatro a menos que os primeiros colocados neste quesito.

Em 2011: o time caiu na terceira fase de grupos – em uma chave onde dois avançariam, o clube ficou atrás de Red Bull e Santos. O campeão foi o Desportivo Brasil.

Antes disso: entre 2006 e 2010, o time chegou no máximo a uma semifinal. Nessa categoria os resultados não têm sido lá muito bons, mas aguardemos; o começo da caminhada de 2012 tem sido positivo.

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Grêmio 1 x 0 Palmeiras

A camisa limão reestreou com o pé esquerdo

Time que joga pra empatar merece perder. Tristemente, esse foi o caso do Palmeiras ontem: um time que abdicou de atacar (e que nas poucas vezes que tentou fazê-lo esbarrou em enorme incompetência), preferindo aguardar que o jogo se arrastasse num modorrento zero a zero. Quase deu certo, muito à base da sorte pelo pênalti perdido, mas a fronteira entre o quase e o fracasso é tênue, e por conta disso o Verdão vê sua invencibilidade no Brasileirão cair prematuramente – como comparação, em 2011 o time só foi cair na sexta rodada.

O resultado não é preocupante no sentido de que projeta um fiasco na Copa do Brasil – a pressão ali será maior, especialmente para os donos da casa, que talvez modere seu ímpeto pelo medo de levar um gol. Agora, o que assusta é a perspectiva para o próprio Brasileirão: desde já fica claro que a salvação da lavoura da temporada é mesmo a reta final da CB (ou, mais improvável, a Copa Sul-Americana), pois no Nacional a prioridade será fugir dos times mais fracos. Uma Libertadores se mostra simplesmente inatingível.

As poucas alterações na escalação não justificam o resultado, até porque, se é fato que Felipe não reestreou bem, Valdivia não foi melhor. O problema foi claramente de postura e de técnica. Esta foi fraca do início ao fim, e aquela teve seu ápice evidenciado na saída de Barcos, à qual se seguiu o merecido gol gremista. O remendo feito logo depois – a entrada de Betinho – obviamente não poderia dar certo.

E assim o time deixa Porto Alegre rigorosamente empatado na tabela com Portuguesa, Náutico e Ponte Preta. Serão estes os rivais do Palmeiras no resto do ano?

Avaliações

- Bruno: o gol foi uma cabeçada à queima-roupa, seria necessário mais sorte que talento. No geral, foi bem. 7

- Cicinho: Pará já fez a festa no Palmeiras antes (por exemplo, foi dele o primeiro gol santista no dia do Armeration). Mas continua sendo injustificável deixá-lo brilhar. 3

- Leandro Amaro: já teve dias bem piores. 6

- Henrique: não comprometeu; se a atuação da dupla de zaga se repetir na Copa do Brasil, as chances aumentam. 6,5

- Fernandinho: inibido. Ciente de que é reserva, vai apenas evitar grandes bobagens. 4,5

- Márcio Araújo: em noite de pouca inspiração, nem aquelas arrancadas pra perto da área tentou. 4

- Marcos Assunção: foi seu o passe displicente de 2 metros que entregou a bola que redundaria na falta do gol gaúcho. E ainda por cima era ele quem marcava André Lima. 3

- João Vítor: não armou e não marcou. Só não leva nota menor porque o travessão foi parceiro. 3

- Felipe: a tão aguardada chance acabou não dando frutos. Ainda assim, melhor tentar um pouco mais antes de voltar com Patrik. 4

- Luan: sangue, suor e só. 4,5

- Barcos: foi um privilegiado espectador da contenda. 5

- Valdivia: errou e apanhou, apanhou e errou. 4,5

- Maikon Leite: entrou pra puxar contraataques. Um minuto depois, estávamos perdendo e aí ficou sem função. 4,5

- Betinho: vamos poupá-lo da nota para não sermos acusados de má vontade. SN

- Felipão: onde anda aquele treinador com vontade de vencer? Ou aquele que pelo menos empatava?

Ficha Técnica:

Grêmio – Victor; Ga­briel, Gil­berto Silva, Naldo e Pará; Fer­nando, Souza, Léo Gago e Marco An­tonio (Ron­di­nelly); Mi­ralles (André Lima) e Mar­celo Mo­reno (Vilson). Téc­nico: Van­derlei Lu­xem­burgo.

Palmeiras – Bruno; Ci­cinho, Hen­rique, Le­andro Amaro e Fer­nan­dinho; Márcio Araújo, Marcos As­sunção (Be­tinho), João Vitor e Fe­lipe (Val­divia); Luan e Barcos (Maikon Leite). Téc­nico: Luiz Fe­lipe Sco­lari.

Gol – André Lima, aos 26 mi­nutos do se­gundo tempo.

Cartões Amarelos - Marcos As­sunção, Ron­di­nelly, Vilson, Fer­nando.

Árbitro – Mar­celo de Lima Hen­rique (Fifa/RJ).

Renda – R$ 386.014,00 / Público – 18.277 pa­gantes (22.610 no total).

Local – Es­tádio Olím­pico, em Porto Alegre (RS).

Melhores Momentos

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Ainda comemorando a classificação na Copa do Brasil, o Palmeiras volta as atenções novamente para o Campeonato Brasileiro e terá pela frente justamente nosso adversário da semi-final, o Grêmio.

Horário e local: Domingo, 27/05, as 18:30, no Estádio Olímpico (Sportv/PPV)

Árbitro: será Marcelo De Lima Henrique (RJ), cujo histórico registra 12 jogos, com 7V, 4E e 1D:

2011 – 2×2 Atl-PR (BR, f) / 1×2 Atl-MG (BR, f)

2010 – 1×0 Atl-PR (CB, c) / 2×1 Atl-MG (BR, f) / 1×1 Atl-MG (SA, f)

2009 – 2×2 Avaí (BR, c) / 4×0 Goiás (BR, c)

2008 – 2×1 Inter (BR, c) / 3×0 Vitória (BR, c)

2007 – 2×1 Atl-MG (BR, f) / 0×0 América-RN (BR, f)

Desfalques/Reforços: Daniel Carvalho, lesionado, e Román, na seleção, estão fora. Barcos volta à equipe.

Pendurados: não há. Próxima partida: Sport, na Ilha do Retiro.

Previsão IPE: Bruno; Cicinho, L.Amaro, Henrique e Juninho; Araújo, Assunção, J.Vitor e Valdivia; Luan e Barcos.

Destaques/Grêmio: Luxemburgo anunciou antecipadamente que irá a campo com o time titular. O lateral Edílson, que saiu lesionado do último jogo, e atacante Kleber, ainda em fase de recuperação, ficam de fora. A única dúvida fica por conta do volante Souza, que poderá ser poupado. A provável escalação gremista para a partida deverá ter Vitor; Gabriel, Gilberto Silva, Naldo e Pará; Fernando, Vilson (Souza), Marco Antonio e Rondinelly; Marcelo Moreno e Miralles.

Ex-palmeirenses no Grêmio: o atacante Kleber.

Palpite IPE: 1×1, gols de Barcos para o Palmeiras e Marcelo Moreno para o Grêmio.

Último confronto no local do jogo: foi pelo Brasileirão 2012 – 2×2 – gols de Cicinho e Assunção para o Palmeiras, e Fernando e Brandão para o Grêmio.

Última vitória no local do jogo: foi pelo Brasileirão 2011 – 2×1 – gols de Assunção e Ewerthon para o Palmeiras, e Jonas para o Grêmio.

Última derrota no local do jogo: foi pelo Brasileirão 2009 – 0×2 – gols de Rafael Marques e Máxi Lopes.

Histórico: o primeiro confronto da história data de 1946 e foi válido pelo Troféu Cidade de Porto Alegre. Vitória palestrina por 2×1, gols de Villadoniga e Mantovani.

GERAL BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
77 32 29 16 113 84 43 18 16 9 57 38

O IPE NÃO se lembra: pelo Brasileirão de 1971, o Palmeiras venceu o Grêmio por 3×1, com direito à um gol do meio de campo de Luís Pereira. Fedato e Hector Silva marcaram os outros gols, com Flecha descontando para o tricolor gaúcho.

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Que venha a semi!

Noite de festa em Barueri. Após treze anos, o Palmeiras volta a garantir presença em uma semi-final de Copa do Brasil.

O primeiro tempo foi de bastante equilíbrio. Ambas as equipes exploravam as jogadas de velocidade. O Palmeiras tentava com Cicinho pela direita e Mazinho pela esquerda. O Atlético, por sua vez, concentrava suas ações pelo lado direito, com Guerrón.

Jogando no contra-ataque, o Atlético se aproveitava dos constantes erros de passe e saídas de jogo afobadas para chegar ao ataque, mas sem perigo real à meta de Bruno. Já o Palmeiras encontrava facilidade para chegar a frente, especialmente pelo lado direito, mas esbarrava em mais uma apresentação infeliz de Cicinho.

A única chance real de gol no primeiro tempo foi de Betinho. Após belo passe diagonal de Valdivia, o estreante da noite invadiu a área em velocidade e chutou rasteiro, em cima do goleiro. O que se viu no restante do primeiro tempo foram seguidos erros do ataque de ambas as equipes.

No segundo tempo, sem Guerrón, o Atlético perdeu a referência no ataque e facilitou a vida do Palmeiras. Com maior volume de jogo e com Valdivia mais ligado do que na primeira etapa, o gol foi amadurecendo.

Felipão então fez as duas mudanças que definiram a partida. Maikon Leite e Luan entraram descansados e mudaram a cara do jogo, imprimindo bastante velocidade pelas pontas.

Foi assim que nasceu o primeiro gol. Maikon Leite aplicou um drible da vaca no zagueiro atleticano e cruzou para Valdivia, que teve calma para passar para Luan, que completou para as redes.

O segundo gol veio em cobrança de escanteio de Maikon Leite, que Valdivia desviou e Henrique completou para o gol – 2×0 – e vaga garantida.

A se lamentar nesta partida o lance bobo que rendeu ao Mago o terceiro cartão amarelo, tirando-o do primeiro jogo da semi. Outro ponto que merece atenção é o alto índice de erros de passe na intermediária da equipe, que acaba proporcionando contra-ataques perigosos ao adversário. Contra um time mais forte (leia-se Grêmio e São Paulo), isso certamente será fatal.

A Copa do Brasil agora dá uma pausa. As semis-finais serão disputadas somente a partir do dia 13 de junho. Tempo para a equipe corrigir os erros e chegar tinindo à decisão.

- Bruno: foi bem nas poucas vezes em que foi exigido – 6

- Cicinho: não conseguiu dar sequência a uma jogada sequer de ataque que participou – 4

- L.Amaro: sem dar sustos, passou um pouco de sufoco com os erros na saída de bola da equipe mas não comprometeu – 7

- Henrique: seguro na defesa, ainda deixou o dele no ataque – 8

- Juninho: sofreu no primeiro tempo com Guerrón, e no segundo com Edigar – 5

- Araújo: abusou nos erros de saída de bola – 5

- Assunção: idem a M.Araújo – 5

- J.Vitor: mais preso à marcação, foi bem. Sofreu penalti que o juiz ignorou – 6

- Valdivia: foi melhorando durante a partida e distribuiu bons passes. Pecou nos dribles e tomou um cartão bobo que o tira da partida de ida da semi-final – 6,5

- Mazinho: esforçado mas sem inspiração – 5,5

- Betinho: dizem que a primeira impressão é a que fica…. poís é – 4

- Luan: entrou e fez o dele – 7

- Maikon Leite: participou da jogada dos dois gols – 7

- Patrik: mal pegou na bola, fica sem nota.

- Felipão: mexeu bem na equipe. Precisa arrumar a saída de jogo e alertar a equipe nas segundas bolas, que sempre caem no pé do adversário – 7

- Arbitragem: impressionante. Até escanteio a juizada anda roubando da gente. Penalti então, melhor não comentar.

FICHA TÉCNICA:
PALMEIRAS 2X0 ATLÉTICO-PR

Estádio: Arena Barueri, em São Paulo (SP)
Data/hora: 22/5/2012 – 19h30
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG)
Auxiliares: Marcos Eustaquio Santiago (Fifa-MG) e Cleriston Clay Barreto (SE)

Renda e público: R$ 460.195,00 / 17.574 pagantes
Cartões amarelos: João Vitor, Betinho e Valdivia (Palmeiras); Zezinho (Atlético-PR)
GOLS: Luan, 23′/2ºT (1-0); Henrique, 37′/2ºT (2-0)

PALMEIRAS: Bruno, Cicinho, Leandro Amaro, Henrique e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, João Vitor (Patrik, 39′/2ºT), Valdivia e Mazinho (Maikon Leite, 21′/2ºT); Betinho (Luan, 15′/2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari

ATLÉTICO-PR: Rodolfo, Pablo, Manoel, Renan Foguinho e Heracles (Gabriel Marques, 33′/2ºT); Deivid, Alan Bahia, Zezinho e Martín Ligüera; Guerrón (Edgar Junio, intervalo) e Bruno Mineiro. Técnico: Juan Carrasco.

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Ão ão ão

O capítulo de hoje encerra a série de seleções que montamos de acordo com o local de nascimento de cada atleta ou ex-atleta do Verdão (e que você pode conferir clicando aqui). Esta última esquadra é composta de jogadores dos Estados ainda não contemplados. Sabemos que existe uma grande diferença cultural entre as regiões aqui abordadas, mas pedim0s a compreensão do leitor; é que não há tantos nomes de passagem relevante no clube oriundos dessas plagas. Ainda assim, extraímos o que de lá tivemos de melhor:

1. Edgar - salvo engano, este capixaba que defendeu o Verdão em 1957 e 1958, com destaque para uma vitória na Vila Belmiro por 2 a 1, é o único arqueiro de nossa história proveniente das regiões que estamos analisando.

2. Rosemiro – o lateral direito paraense foi dono da camisa 2 durante a metade final da década de 70, quando em meio a seus 300 jogos conquistou o Paulistão de 1976.

3. Nen - o zagueiro nascido na Capital Federal ficou cinco anos no Palestra. Alternou momentos de titular e reserva, mas volta e meia deixava seus gols, como na importante (para derrubá-los) vitória no Derby do segundo turno do Brasileiro de 2007.

4. Paulo Assunção - o volante matogrossense fez muito mais sucesso fora do Palmeiras do que no clube, mas ainda assim integra esta seleção. Jogará na zaga, pois as opções que haviam para esse setor não eram das mais qualificadas, incluindo Darinta, ícone dos anos de lata.

5. Souza – o volante goiano jogou pouco e ainda forçou sua saída. Mas, dada a falta de opções, aproveitaremos aqui suas boas cobranças de falta (em outros times…)

6. Carlos Henrique - o ponta esquerda capixaba dos anos 80 veio do Flamengo e joga aqui improvisado na lateral. Não brilhou, mas fez boas partidas em um tempo de raras alegrias.

7. Paulo Nunes – foi o nome que motivou essa série, que nasceu quando o redator avistou um carro de sua terra natal (Pontalina, Goiás). O Diabo Loiro foi peça importante nas conquistas do fim dos anos 90, quando desfilou uma coleção de máscaras alusivas a cada vitória do time.

8. Elson - o volante/meia paraense foi peça importante na volta do Palmeiras à primeira divisão, e mesmo com críticas da torcida conseguiu seguir carreira na Alemanha. Sinal de que pode ocupar uma vaga nesta equipe.

9. Baltazar – o goiano, conhecido como “artilheiro de Deus”, teve duas passagens no auge dos tempos de vacas magras, mas ainda assim anotou 25 tentos em sua trajetória verde.

10. Achilles – a ironia do destino fez com que o craque deste time tivesse sua carreira encerrada prematuramente por contusões justamente no calcanhar. Antes disso, porém, o meia matogrossense foi campeão paulista em 1950 e da Taça Rio em 1951, na qual não pôde jogar a decisão por ter sofrido fraturas na semifinal contra o Vasco.

11. Maurílio – por critérios exclusivamente técnicos, a vaga seria de Müller. Mas enquanto o hoje comentarista não aprender a exercer decentemente seu atual ofício, fica de fora dessa equipe. Melhor para o candango Maurílio, reserva que pegou o áureo início da era Parmalat. Sua partida histórica, claro, foi a virada sobre o São Paulo no dia da morte de Ayrton Senna. Mas já antes, na Copa do Brasil de 1993, ele fez o gol que nos classificou contra o Vitória e mui justamente teve um lugar na Seleção requisitado pela torcida verde.

Técnico: temos aqui um problema – o Palmeiras jamais teve um treinador das regiões Norte e Centro-Oeste, bem como um capixaba. Portanto, teremos que improvisar um ex-jogador que depois se tornou técnico, mas não teve passagem pelo Verdão nessa carreira. Trata-se do brasiliense Sérgio Soares, hoje no Cerezo Osaka e que pode se orgulhar de ter enfrentado o Alviverde duas vezes na Libertadores de 2005 pelo Santo André e sair sem perder.

O desfalcado banco de reservas (melhor ir com menos do que ir com quem não mereça) contaria apenas com atacantes sul-matogrossenses, no caso Alberto, Keirrison e Müller.

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O Palmeiras vai a campo nesta quarta-feira atrás de um feito que não se repete desde 1999: avançar à semi-final da Copa do Brasil. Com o empate em 2×2 no jogo de ida, o Palmeiras pode empatar por 0×0 e 1×1, que estará classificado.

Horário e local: Quarta-feira, 23/05, as 19:30, na Arena Barueri (Sportv/ESPN Brasil)

Árbitro: será Ricardo Marques Ribeiro (MG), cujo histórico registra:

2011 – 0×0 Grêmio (BR, c) / 1×2 Figueirense (BR, c)

2009 – 1×0 Fluminense (BR, c)

2008 – 0×2 Coritiba (BR, f)

Desfalques/Reforços: Barcos está suspenso pelo terceiro amarelo. Daniel Carvalho saiu contudido do último jogo e ainda é dúvida. L.Amaro, que também saiu lesionado, tem poucas chances de ser relacionado. O atacante Betinho teve sua documentação regularizada e está liberado.

Pendurados: Cicinho e Valdivia. Próxima partida: se nos classificarmos, será o vencedor do duelo Grêmio x Bahia. Na partida de ida, em Salvador, deu Grêmio (2×1).

Previsão IPE: Bruno; Cicinho, Henrique, Maurício Ramos e Juninho; Araújo, Assunção, J.Vitor e Valdivia; Luan e Maikon Leite (Betinho).

Destaques/Atlético-PR: vindo de vitória na estreia da série B (4×1 Joinville), o Furacão não poderá contar com o zagueiro Bruno Costa, lesionado. Além deste, o lateral direito Gabriel Marques, também se recuperando de lesão, está praticamente vetado. Já na lateral esquerda, Heracles está recuperado de lesão e volta à equipe, liberando Zezinho para atuar no meio. Poupado, o meia Paulo Baier também está fora do confronto. O técnico Juan Carrasco fez testes na equipe e, se mantiver a escalação do último treino antes da decisão, deverá deixar Guerrón no banco, indo a campo com Rodolfo; Pablo, Manoel, Renan e Heracles; Deivid, Alan Bahia, Liguera e Zezinho; Edigar e Bruno Mineiro.

Ex-palmeirenses no Atlético: o atacante Fernandão (que jogou alguns minutos da CB pelo Palmeiras e por isso fica fora) e o meia Paulo Baier.

Palpite IPE: 2×1, gols de Assunção e Henrique (PAL), e Bruno Mineiro (ATP).

Último confronto no local do jogo: será a primeira vez na história que o Palmeiras enfrenta o Atlético-PR na Arena Barueri.

Última vitória em SP: foi pelo BR-2011 – 1×0 – gol de Chico.

Última derrota em SP: foi pelo BR-2007 – 0×2 – gols de Edno e Alex Mineiro.

Histórico: O Palmeiras jamais perdeu para o Atlético-PR na Copa do Brasil (M-E-D-O).

GERAL COPA DO BRASIL
J V E D GP GC J V E D GP GC
42 21 14 7 63 45 4 3 2 0 8 4

O IPE se lembra: na primeira vez que Palmeiras e Atlético se cruzaram na Copa do Brasil, em São Paulo, vitória verde por 3×1, gols de Cuca e Evair (2) para o Palmeiras, e Reinaldo para o Atlético.

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foi pouco…

Começou o campeonato nacional mais disputado e interessante do mundo, o Brasileirão. Na versão 2012 o Palmeiras estreou com time misto e fita velha carregada no tape, a versão 2011 do rei dos empates entrou em campo e ‘garantiu’ o ponto depois de estar vencendo até os 42′ do 2ºT.

O jogo começou com o Verdão tomando a iniciativa, a Lusa demorou até os 10′ para se encontrar em campo, equilibrando um pouco a partida, pouca ação (e muitos erros defensivos palestrinos) até sair o golaço de Luan aos 37′, depois de interessante tabela entre Barcos, Patrik e o próprio Luanel a  bola sobrou para ser disparada pro fundo das redes.

O treinador Luiz Felipe encenou durante a semana que daria chances para o recém-repatriado Felipe mas o segundo tempo foi passando e nada da entrada do meia, Daniel Carvalho deu lugar a Mazinho – que jogou bem – Barcos se lesionou e Maikon Leite o substituiu e finalmente Leandro Amaro foi rendido por Maurício Ramos. Dessa maneira o Palmeiras passou o 2ºT inteiro sem meia armador e implorando para levar o gol que consagraria a missão: o empate. Tanto fez que conseguiu, aos 42′ da segunda etapa, em falha bisonha da zaga, Rodriguinho cabeceou com a mais absoluta liberdade, livre de qualquer marcação alviverde e sacramentou; comemora Felipão! conseguimos!

Vamos às notas:

Bruno: boas defesas, mas ficou plantado nas bolas alçadas – 6
Cicinho: perderam a chance de vender, não tá jogando absolutamente nada – 3
Leandro Amaro: tava louco pra entregar, mas não teve tempo: 4
Henrique: falhou completamente no gol dos caras – 3
Juninho: outro que caiu demais, péssimo na defesa – 3
Márcio Araúj0: o arroz com feijão de sempre, só que com menos sal na parte defensiva – 4
João Vitor: ficou sem função, só o treinador achou que precisava dele ali para conter a poderosa BarceLusa – 4
Patrik: e o Felipe no banco, vai levar nota só pela triangulação no gol – 4
Daniel Carvalho: sem ritmo, sem brilho, sem graça – 5
Luan: dedicação, vergonha na cara, gol, mas não consegue carregar o time sozinho, ele e Patrik juntos não dá – 7
Barcos: criou uma boa chance no 1ºT, participou do gol e recebeu pouquíssimas bolas – 6

Maurício Ramos: seguro, não vai ficar isento pela falha generalizada da defesa no gol da Lusa – 5
Mazinho: se jogar na frente vai render mais, Felipão, o cara NÃO é meia!! – 5
Maikon Leite: quase brilhou, mas parou na trave – 5

Luiz Felipe: chega, não é possível, sempre os mesmos jogadores, as mesmas substituições, chora, reclama, grita e na hora do ‘vamo vê’ faz tudo sempre igual (e errado), adeus, não dá mais – ZERO

Camisa nova: sem entrar no mérito do design, quem permitiu escrever em PRATA na camisa do Palmeiras?! ZERO

Melhores momentos:

Ficha Técnica:

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 1 x 1 PORTUGUESA

Local: Estádio Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 19/5/12 – 18h30
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Anderson Moraes Coelho (SP) e Fabio Rogério Baesteiro (SP)
Renda/ público: R$ 271.801/ 8.939
Cartões amarelos: Ananias 34′/1T (POR); Luis Ricardo 15′/2T (POR); Rogério 37′/2T (POR); João Vitor 47′/2T (PAL)
Cartões vermelhos: - 

GOLS: Luan 37′/1T (1-0) e Rodriguinho 41′/2T (1-1)

PALMEIRAS: Bruno, Cicinho, Henrique, Leandro Amaro (Maurício Ramos 2T) e Juninho; Márcio Araujo, João Vitor, Patrik, Daniel Carvalho (Mazinho 7′/2T) e Luan; Barcos (Maikon Leite 35′/2T). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

PORTUGUESA: Wéverton, Luis Ricardo, Renato, Rogério e Raí; Wilson Matias (Bruninho 39′/2T), Léo Silva, Boquita (Michael 24′/2T) e Henrique; Ricardo Jesus (Rodriguinho 16′/1T) e Ananias Técnico: Geninho.

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O time que triunfou em 2000

A CBF anunciou esta semana a possibilidade de que a partir de 2014 a final da Copa do Brasil passe a ser realizada em jogo único, em estádio previamente determinado. A ideia não agrada muito a este redator, que não considera a Champions League o paradigma universal do futebol e pensa que os torcedores devem ter direito a acompanhar a decisão em sua própria casa; porém, é compreensível que a federação em primeiro lugar tente manter na ativa os elefantes brancos estádios construídos para a Copa do Mundo e, em segundo, dê a torcedores afastados dos centros tradicionais a chance de assistir a um jogo que de outra forma não teriam. Um teste é válido.

Se este formato vingar, o Palmeiras pode vir a disputar uma decisão em campo neutro. Não seria a primeira vez que isso aconteceria; para saber nosso retrospecto, levantamos as quatro vezes em que o Verdão fez a partida derradeira longe de sua torcida (e da do adversário). No caso, valem tanto partidas únicas como “negras” (as terceiras partidas de uma série). Não incluímos decisões apenas em ida e volta, porque o resultado da ida influencia na volta – aqui, só entra jogo em que entrávamos iguais, pro tudo ou nada.

1. Palmeiras 2 x 0 Náutico (3ª partida, 2º Campeonato Brasileiro de 1967, Maracanã) – o Palmeiras havia vencido o Náutico em Recife na ida, em 20/12 e o título parecia encaminhado; uma semana depois, porém, o Timbu surpreendeu o Verdão no Pacaembu em e conquistou a vitória. Assim, a decisão ocorreu dois dias depois no Rio de Janeiro. E dali, com gols de César e Ademir, a Taça Brasil – nosso terceiro título nacional – rumou para o Palestra Itália.

2. Estudiantes 2 x 0 Palmeiras (3ª partida, Libertadores da América de 1968, Centenario) - em La Plata, deu Estudiantes; no Pacaembu, Verdão. Na noite de 16/5, no Uruguai, não teve jeito: os argentinos marcaram com Ribaudo e Verón (sim, pai do que atua hoje) e ficaram com o primeiro de seus três títulos consecutivos.

3. Manchester United 1 x 0 Palmeiras (jogo único, Mundial Interclubes de 1999, Nacional Olímpico de Tóquio) – o Palmeiras fez uma boa partida, mas não conseguiu vazar a meta inglesa naquele 30/11. Com isso, o solitário gol de Roy Keane bastou para o campeão europeu derrotar o dono da América.

4. Palmeiras 2 x 1 Sport (jogo único, Copa dos Campeões de 2000, Rei Pelé) – a final em Maceió surpreendeu a todos, que acreditavam em um Flamengo x São Paulo. O brioso Leão e o renovado Palmeiras de Murtosa, no entanto, fizeram a decisão do inédito torneio. Com gols de Asprilla e Alberto, o Verdão levou a vaga na Libertadores do ano seguinte e corroborou a fama de ser o único time do país a ter conquistado todos os torneios nacionais já criados.

Em resumo, são apenas quatro jogos. Saímos derrotados nas partidas internacionais, mas triunfamos em território nacional; como estamos falando de uma possibilidade aventada para a Copa do Brasil, já vimos que o Palmeiras saiu no lucro nestes casos. Se uma delas foi contra o Náutico e outra com o Sport, seria possível celebrarmos nosso centenário vencendo o Santa Cruz na decisão?

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Bem no meio das decisões da Copa do Brasil e da Libertadores (dá-lhe calendário!) eis que se inicia o campeonato nacional mais disputado do planeta. A primeira das 38 rodadas deste ano reserva ao Palmeiras um ‘clássico’ paulista diante da Portuguesa, que conseguiu o acesso ano passado, sagrando-se campeã da série B, mas em compensação foi rebaixada no Paulista deste ano.

Horário e local: Sábado, 19/05, as 18:30, no Pacaembu (PPV)

Árbitro: será Raphael Claus (SP), cujo histórico registra 3 vitórias em 3 jogos:

2011 – 1×0 Sto.André (c) / 2×0 Portuguesa (f)

2010 – 3×2 Sertãozinho (c)

Desfalques/Reforços: Felipão tem todo o elenco à disposição mas deve poupar alguns jogadores visando o duelo de volta pelas quartas-de-final da Copa do Brasil. Valdivia e João Vitor devem ficar de fora. Já Barcos, que no BR envergará a camisa 9, deverá ir a campo, já que está suspenso na CB.

Pendurados: não há. Próxima partida no certame: Grêmio (f)

Previsão IPE: Bruno; Artur, Henrique, Thiago Heleno e Fernandinho; Araújo, Assunção, Patrik e D.Carvalho; Mazinho e Barcos.

Destaques/Portuguesa: ainda juntando os cacos após o rebaixamento no campeonato paulista, a Lusa vai tentando montar a equipe para a disputa do BR. Gustavo e Vandinho foram reintegrados ao elenco, e foram contratados o meia Moisés, do América-MG, o zagueiro André Luís, ex-Flu e Santos, o goleiro Gledson, do Boa Esporte, e o volante Wilson Mathias, do Internacional. Além dos novos contratados, o técnico Geninho poderá contar com o retorno do atacante Ricardo Jesus, recuperado de lesão. Por outro lado, o meia Henrique foi punido pelo STJD e está fora da partida. A provável escalação deverá ter Gledson; Luís Ricardo, Gustavo, André Luís e Marcelo Cordeiro; Guilherme, Wilson Mathias, Moisés e Hugo; Vandinho e Ricardo Jesus.

Ex-palmeirenses na Portuguesa: o zagueiro Gustavo.

Palpite IPE: 1×0, gol de Barcos.

Último confronto: foi pelo Paulistão deste ano – 1×1 – gols de R.Bueno (PAL) e Maylson (POR).

Última vitória no local do jogo: foi pelo BR2008 e foi de goleada – 4×2 – gols de Gustavo, Alex Mineiro (2) e Kleber (PAL) e Jonas (2) (POR).

Última derrota no local do jogo: faz tempo! Foi pelo Paulista de 1991 – 0×1 – gol de Vladimir

Histórico: no histórico geral a vantagem é toda verde. Já no Brasileiro, há um equilíbrio maior, mas o número de partidas é pequeno.

GERAL CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
257 120 71 66 448 328 26 11 7 8 32 30

O IPE NÃO se lembra: em 1979 o Palmeiras de Telê Santana não tomou conhecimento da Portuguesa e atropelou sem dó – 5×1 – gols de Zé Mário, Luís Sílvio, Nedo, César e Baroninho.

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Desencantou

* Corrigido em 17/05, às 13:55

Fim dos primeiros 90 minutos das quartas-de-final.  O Palmeiras volta do Paraná trazendo um empate com dois gols marcados fora de casa. Um resultado muito bom, ainda mais se levado em consideração o primeiro tempo da equipe, em especial, o desempenho da zaga esmeraldina.

Logo de cara as escalações deram o tom exato do que aconteceria no primeiro tempo. Enquanto o Atlético foi a campo com três atacantes, o Palmeiras também foi a campo com três… volantes.

O equilíbrio da partida não durou mais do que 10 minutos. O Atlético, com maior volume no ataque, não demorou a dominar a partida. Já o Palmeiras, mesmo com três volantes em campo, não conseguia dominar o meio-campo.

Com seguidos erros na saída de bola e com opções limitadas no ataque, o Palmeiras sofria com as investidas velozes do Atlético, sempre pelas laterais, com Guerrón e Edgar Junio.

O esquema demasiadamente cauteloso – para não dizer retrancado – dificulta imensamente as jogadas de ataque do Palmeiras. Valdivia e Barcos ficam na dependência da inspiração dos laterais, o que não tem acontecido há tempos, e acaba sobrando para os volantes, em especial João Vitor, chegar no auxílio ao ataque. Dois lances do primeiro tempo mostram porque jogar com três volantes é uma afronta às tradições da Academia.

No primeiro deles, Valdivia mostrou boa visão de jogo e da lateral esquerda descolou boa virada de jogo para João Vitor, que errou a jogada na sequência. Fosse um jogador de ataque ao invés de um volante, teria partido para cima e feito o gol. No outro lance, Deivid dominou uma bola na intermediária defensiva e avançou sem qualquer tipo de marcação até a intermediária ofensiva.

Com o domínio da partida, o Atlético não demorou a abrir o placar. Bruno ficou de boca aberta olhando a bola cruzar toda a área, o jogador atleticano escorou e Bruno Mineiro cabeçou para as redes.

A partida seguiu com domínio do adversário mas quem marcou foi o Palmeiras. Em jogada de Valdivia, Barcos recebeu dentro da área, limpou o zagueiro e empatou a partida com categoria, após quatro jogos sem marcar.

O Palmeiras ainda comemorava quando o Atlético ficou novamente na frente. Em jogada de velocidade pela ponta, cruzamento rasteiro para trás para o gol de Edgar Junio.

O que se viu até o fim do primeiro tempo foi um festival de chances perdidas pelo Atlético. Não fosse a falta de pontaria e lentidão em alguns lances do ataque atleticano, e poderíamos ter ido para o intervalo perdendo por até 4×1.

O começo do segundo tempo teve dois lances marcantes. No primeiro deles, o técnico uruguaio Juan Carrasco pôs a mão na garganta de Valdivia, em um lance de lateral, e foi expulso de campo. Em outro lance, Barcos tomou um cartão besta que lhe custará o bicho da partida de volta, semana que vem.

Felipão resolveu mexer na equipe e, fazendo o simples, mudou o panorama da partida. As entradas de Luan e Maikon Leite tiveram o resultado óbvio: com mais alternativas no ataque, o Palmeiras sufocou o Atlético em seu campo, forçando o erro na saída de bola do furacão.

Não demorou e veio o empate. Maikon Leite acertou um belo chute de canhota, de fora da área, e marcou um golaço. A equipe ainda teve a chance de sair de campo com a vitória, mas assim como o Atlético no primeiro tempo, pecou na hora de finalizar.

A equipe agora volta as atenções para o início do Campeonato Brasileiro contra a Portuguesa, mas sem tirar da cabeça a partida de volta, quarta que vem. Vamos às notas:

- Bruno: ficou olhando a bola cruzar toda a área no primeiro gol do Atlético. No segundo tempo fez uma bela defesa em chute de longa distância – 6

- Cicinho: pouco apareceu no ataque e não passa confiança na defesa. Seu futebol sumiu, impressionante. Artur não merece uma chance? – 4

- L.Amaro: lento, sem tempo de bola e afobado. Não é a toa que virou reserva. Sorte que o ataque do Atlético estava com o pé torto – 4

- M.Ramos: melhor que o companheiro de zaga, mas sozinho não tem como segurar a bronca – 5

- Juninho: passou aperto com Guerrón. Precisa voltar a ser mais efetivo no ataque – 5

- Araújo: foi bem na proteção da zaga e nas antecipações de bola – 6,5

- Assunção: errou muitos passes na saída de bola, proporcionando contra-ataques ao Atlético – 4,5

- João Vitor: não é mau jogador, mas não se pode esperar dele a qualidade de um meia-atacante. Jogando nesta função, vai acabar queimado com a torcida – 5

- Valdivia: reclama demais com o árbitro. Tem melhorado a cada partida, mas em ritmo lento – 6,5

- Mazinho: apagado, pouco produziu – 5

- Barcos: teve duas chances claras e deixou o dele, do jeito que se espera de um centroavante. Tomou um cartão amarelo bobo, totalmente evitável e que, além de tirá-lo do jogo de volta, vai pesar na nota de aqui – 7

- Luan: sua entrada juntamente com Maikon Leite deu o domínio da partida ao Palmeiras – 6

- Maikon Leite: entrou e mostrou ter aquela estrela do famoso “jogador de segundo tempo”. Na segunda vez que tocou na bola, fez um golaço – 7

- Román: entrou no lugar do M.Ramos e não comprometeu. Não é possível que ele seja pior que a dupla que jogou hoje – 6

- Felipão: As entradas de Luan e Maikon Leite deram o domínio da partida ao Palmeiras. Viu como é fácil fazer o óbvio!? – 6

- Arbitragem: péssima, fraca e confusa. Teve de tudo. Dois penaltis para o Palmeiras e um para o Atlético, todos ignorados. Um toco na bola de Cleberson em cobrança de falta de Assunção, também ignorado. E “por fim”, o segundo gol do Atlético, em impedimento claro, na cara do bandeira.

- Muller/Sportv:  – Até quando? Criticou o Palmeiras o jogo todo. Vaticinou que o segundo gol do Atlético havia sido legal e quando a imagem o desmentiu por completo se enrolou, tentou brigar com a imagem dizendo que estava “um pouco a frente”, chegando até a engasgar. Patético.

FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-PR 2  x 2 PALMEIRAS

Local: Durival de Britto, Curitiba (PR)
Data/Hora: 16/5/2012 – 19h30
Árbitro: Paulo Henrique Godoy Bezerra (SC)
Assistentes: Márcio E. Santiago (MG) e Ângelo Rudimar Bechi (SC)

Cartões Amarelos: Cleberson e Deivid (CAP); Cicinho, Valdivia e Barcos (PAL)
Cartões Vermelhos:
Público/renda: 7.307 pagantes / R$ 166.230,00
GOLS: Bruno Mineiro, 16′/1ºT (1-0); Barcos, 21′/1ºT (1-1); Edigar Junio, 22′/1ºT (2-1); Maikon Leite, 14′/2ºT (2-2)

ATLÉTICO-PR: Rodolfo, Cleberson (Pablo – intervalo), Manoel, Renan Foguinho e Zezinho; Deivid, Alan Bahia e Ligüera; Bruno Mineiro, Guerrón (Ricardinho – 23′/2ºT) e Edigar Junio. Técnico: Juan Carrasco.

PALMEIRAS: Bruno, Cicinho (Luan – 11′/2ºT), Leandro Amaro, Maurício Ramos (Román – 37′/2ºT) e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, João Vítor e Valdivia; Mazinho (Maikon Leite – 11′/2ºT) e Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

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