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Archive for junho \29\UTC 2012

Com a cabeça dividida entre a situação preocupante no Brasileiro e a finalíssima da Copa do Brasil, o Palmeiras vai a campo para tentar a primeira vitória no certame, para ver se ao menos se aproxima da zona neutra da tabela e encaminha a recuperação antes do jogaço de quinta-feira. Durante os treinos da semana, Felipão treinou com os reservas e a tendência é que poupe os titulares.

Horário e local: Domingo, 01/07, às 18:30, na Arena Barueri (PPV)

Árbitro: será Francisco Carlos Nascimento (AL), cujo histórico nada animador registra 3 jogos, com 0V/1E/2D:

2011 – 1×2 Fluminense (BR, c) / 1×1 Atl-GO (BR, f) / 1×3 Botafogo (BR, f)

Desfalques/Reforços: Marcos Assunção, Thiago Heleno e Artur estão recuperados de lesão mas serão poupados, assim como a maioria dos titulares. Não há suspensos.

Pendurados: Henrique, Araújo e João Vitor. Próxima partida: pelo Brasileiro, será contra a Ponte (f).

Previsão IPE: Bruno; Cicinho, Leandro Amaro, M.Ramos e Fernandinho; Márcio Araújo, J.Vitor, Patrik e Felipe; Maikon Leite e Betinho.

Bola verde IPE: Thiago Heleno mantém a liderança, com média 5,5.

Destaques/Figueirense: sem vencer desde a primeira rodada, o Figueirense vai a campo pressionado. O lateral esquerdo Guilherme Santos retorna à equipe após cumprir suspensão. Recuperado de lesão, o meia Roni também está de volta. O volante Ygor está acertando sua transferência para o Internacional e ficará de fora. O lateral direito Pablo foi barrado e Coutinho deve ser improvisado no setor. O técnico Argel deve ir a campo com Wilson; Coutinho, Canuto, Anderson Conceição e Guilherme Santos; Doriva, Túlio e Almir; Caio, Aloísio e Júlio César.

Ex-palmeirenses no Figueirense: o meia Fernandes, e o ex-zagueiro e atual técnico Argel.

Palpite IPE: 1×0, gol de Betinho.

Última vitória em SPfoi pelo BR2007 – 2×1 – gols de Valdivia (2) para o Palmeiras e Peter para o Figueirense.

Última derrota em SP: foi pelo BR2011 – 1×2 – gols de Ricardo Bueno para o Palmeiras, e Wellington Nem e Júlio César para o Figueirense.

Histórico: o primeiro confronto da história entre Palmeiras e Figueirense foi em 1975, pelo Brasileiro, e terminou empatado – 2×2 – gols de Fedato e Edu Bala (PAL), e Toninho (2) (FIG).

GERAL BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
16 7 6 3 24 18 15 6 6 3 22 18

O IPE NÃO se lembra: em partida válida pelo BR1976, o Palmeiras recebeu o Figueirense e não tomou conhecimento dos adversários – 4×0 – gols de Ademir da Guia, Toninho, Itamar e Gílson (contra).

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Pode ser nossa

Observação: post atualizado em 23/8, após a classificação contra o Botafogo. Os times hachurados já estão fora da disputa.

A Conmebol acaba de sortear a chave da Copa Sul-Americana deste ano, competição que o Palmeiras disputará pela quinta vez. E esse será nosso caminho caso avancemos:

1ª fase: Botafogo, partida de ida em casa. Isso já era esperado, pois foi o resultado da colocação final das equipes no último Brasileiro.

Oitavas-de-final: Guaraní (PAR), Millonarios (COL), Oriente Petrolero (BOL) ou Inti Gas (PER). Ida em casa.

Quartas-de-final: podemos pegar um dos brasileiros da reta final de Copa do Brasil: as opções são Grêmio, Coritiba, Cobreloa (CHI), Barcelona de Guayaquil (EQU), Tacuary (PAR) ou Deportivo Táchira (VEN). Ida em casa.

Semifinal: a hora dos argentinos. Possibilidades: Argentinos Juniors, Tigre, Colón, Racing. Fora eles, Mineros (VEN), Cerro Porteño (PAR), León Huánuco (PER), Deportivo Quito (EQU), Aurora (BOL), Cerro Largo (URU), La Equidad (COL) ou “Chile 3″. Pode ainda ser um brasileiro, caso só sobre um do outro lado da chave. Ida em casa.

Final: os times mais conceituados do outro lado da chave são Boca Juniors/Estudiantes (só um deles jogará a competição), Independiente, São Paulo, Universidad de Chile, Nacional (URU). Qualquer outro time, incluindo aí Bahia, Atlético-GO e Figueirense, seria uma bela zebra. Ida em casa.

Como o atento leitor reparou, o Palmeiras decide SEMPRE fora de casa. Por que isso? No caso do Botafogo, é porque eles terminaram o Brasileiro na nossa frente. Nos demais casos, é que a Conmebol assinala por sorteio um número de 1 a 16 a cada participante das oitavas; o time com menor numeração sempre decide em casa. E ao vencedor de Palmeiras x Botafogo calhou justo o número 16; ou seja, o vencedor deste duelo sempre enfrentará alguém que tenha obtido valor menor.

É possível dizer que tivemos sorte nos cruzamentos e azar nos mandos. Mas o que vale mesmo é a bola rolando; veremos a partir de agosto até onde o Verdão chega em sua próxima competição internacional.

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Cena comum

Nos últimos 20 anos vimos diversos tipos de jogadores passarem pelo clube, de mitos a fiascos brasileiros e estrangeiros. Dentre eles, muitos encrenqueiros ou atletas que faziam das botinadas uma profissão de fé.

Pois é deles que vamos tratar aqui. Afinal, como esquecer as inúmeras confusões de Edmundo, os incontáveis cartões amarelos por reclamação de Valdivia, os acessos de fúria de Djalminha ou a gentileza com que Marcinho Guerreiro tratava os oponentes? Tudo isso nos levou à pergunta: afinal, quem foi o rei dos cartões em sua passagem pelo Verdão? Seria um zagueiro, algo natural por eles lidarem com os mais hábeis adversários? Ou seriam os intempestivos meias e atacantes que tivemos?

Reduzimos a busca para os anos 90 em diante (com algumas exceções notáveis) porque os dados são mais confiáveis. Antes disso, há diversos casos em que não é possível precisar quem levou cartões num jogo. E mesmo no período que cobrimos os dados sobre cartões amarelos não são bons – muitas fichas técnicas omitem essa informação. Assim, esse dado só é preciso mesmo de poucos anos para cá, motivo pelo qual deve-se dar mais destaque às expulsões. Mesmo com tudo isso, não falta matéria-prima para a pesquisa. Sem mais delongas, vamos às curiosidades sobre quem mais aborreceu os homens de preto.

1) O rei do chuveiro (total): para acumular muitas expulsões, é necessário jogar bastante. E, entre todos os jogadores que pesquisamos, nos parece que em toda a história do Verdão ninguém recebeu mais cartões vermelhos do que o 19° atleta que mais vestiu verde: Cléber. O zagueirão dos anos 90 foi expulso 13 vezes nas 371 partidas em que nos defendeu. Logo atrás, Galeano, com 11.

2) O rei do chuveiro (em proporção): Clebão foi expulso 1 vez a cada 28,5 partidas. Não é pouco, mas há quem tenha se destacado mais: Marcinho Guerreiro, por exemplo, levou 7 em 179 jogos (1 a cada 25,5);  Diego Souza levou ainda mais: 6 em 142 partidas (1 a cada 23,7). Roque Júnior os supera: 9 expulsões em 204 partidas (1 a cada 22,7). Porém, entre atletas que defenderam o Verdão pelo menos 50 vezes, o destaque absoluto vai para Djalminha, que em 88 jogos conseguiu ir para o vestiário mais cedo em 5 vezes (1 a cada 17,6). Vale ainda destacar o zagueiro Léo, cujas 3 expulsões em apenas 25 jogos (1 a cada 8,3) contribuíram para abreviar sua passagem pelo Verdão.

3) Amarelo é comigo mesmo (total): como dissemos, os dados para essa categoria só incluem jogadores mais recentes; porém mesmo assim encontramos alguns destaques. Kléber levou 40; Marcinho Guerreiro, 62. Mas o recordista, por enquanto, é um nome bastante previsível; Pierre, que em suas 199 partidas recebeu 67 advertências (pouco mais de um a cada três jogos). Ele, no entanto, está prestes a ser superado.

4) Amarelo é comigo mesmo (em proporção): para levar amarelo em mais de 40% das partidas disputadas, tem que ser muito chato. E realmente o líder desse ranking é especialista em provocação, mas quem acaba pagando o preço somos nós, que o vemos constantemente suspenso. Claro, estamos falando de Valdivia, que tem 65 amarelos em 159 jogos (faltam dois para alcançar Pierre), num índice assustador de 41% – o único jogador pesquisado a superar um cartão a cada 2,5 jogos. Em segundo, ficou Edinho (36%, 22 amarelos em 61 jogos) e em seguida vêm o onipresente Marcinho Guerreiro (62 em 179, 35%), depois Jumar e Pierre, com 34%.

5) Se for pra levar amarelo, me manda pra rua de vez: existem jogadores que têm proporção alta de vermelho em relação ao total que levou. Léo é o campeão, com 3 vermelhos e 7 amarelos (ou seja, em 30% das partidas que levou cartão, terminou na rua). Em seguida, com 20%, Gladstone e Marcão. Só craques que incompreensivelmente não ficaram anos no clube…

6) Os Belfort Duartes: é evidente que jogadores expulsos chamam mais a atenção do que aqueles que nunca saem de cena mais cedo. Por isso vale a pena citar os bons samaritanos que vestem ou vestiram verde. Nesse caso, vale mais a pena destacar quem defende, pois nessa função é mais difícil evitar problemas. E, dentre os jogadores pesquisados, o destaque vai para Márcio Araújo: 162 partidas e nenhum vermelho até aqui. Luan é outro que, apesar dos muitos amarelos (25 em 96 partidas, 1 a cada 3,8 jogos), ainda não foi expulso.

7) Os nomes históricos: quer saber quantas vezes nossos craques foram expulsos? Vamos lá: Evair, que não era de levar desaforo pra casa, oito vezes; Ademir da Guia, Edmundo e Luís Pereira viram seis vermelhos cada; Leão, cinco; César Sampaio, quatro; Marcos, César Maluco e Dudu, três (o que é um excelente número para nosso ex-volante, que atuou mais de 600 vezes). E um bom destaque é Nei, que em 488 partidas (nono na história do Palmeiras) jamais recebeu essa punição.

Veja abaixo uma tabela dos jogadores pesquisados, contendo número de partidas disputadas, cartões amarelos e vermelhos recebidos e porcentagem das partidas em que levou amarelo e vermelho. Faltou alguém que você tenha curiosidade? Cite na caixa de comentários e nós a atualizaremos. Importante: a lista contempla o “pior cartão” recebido num jogo. Ou seja, se alguém tomou dois amarelos e consequentemente o vermelho, está computado apenas o último.

Jogador J A V %A %V
Ademir 901 - 6 - 0,7%
Alceu 123 23 2 18,7% 1,6%
Armero 80 19 1 23,8% 1,3%
César 324 - 3 - 0,9%
Cléber 371 - 13 - 3,5%
Daniel 127 37 2 29,1% 1,6%
Danilo 154 28 2 18,2% 1,3%
Diego Souza 142 27 6 19,0% 4,2%
Djalminha 88 - 5 - 5,7%
Dudu 607 - 3 - 0,5%
Edinho 61 22 0 36,1% 0,0%
Edmílson 35 10 0 28,6% 0,0%
Edmundo 222 21 6 2,7%
Evair 245 - 8 - 3,3%
Fernando 128 - 3 - 2,3%
Galeano 473 - 11 - 2,3%
Gladstone 19 4 1 21,1% 5,3%
Henrique 79 16 2 20,3% 2,5%
Jumar 61 21 1 34,4% 1,6%
Júnior Baiano 72 - 2 - 2,8%
Kléber 122 40 4 32,8% 3,3%
Leandro Amaro 56 6 0 10,7% 0,0%
Leão 616 - 5 - 0,8%
Léo 25 7 3 28,0% 12,0%
Léo Lima 47 14 1 29,8% 2,1%
Luan 96 25 0 26,0% 0,0%
Luís Pereira 566 - 6 - 1,1%
Magrão 230 24 7 10,4% 3,0%
Marcão 42 8 2 19,0% 4,8%
Marcinho Guerreiro 179 62 7 34,6% 3,9%
Márcio Araújo 162 22 0 13,6% 0,0%
Marcos Assunção 127 30 3 23,6% 2,4%
Maurício Ramos 134 32 3 23,9% 2,2%
Nen 142 23 2 16,2% 1,4%
Pierre 199 67 6 33,7% 3,0%
Roque Júnior 204 - 9 - 4,4%
Thiago Heleno 54 18 2 33,3% 3,7%
Tonhão 158 - 5 - 3,2%
Valdivia 159 65 3 40,9% 1,9%

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Nossos amigos do blog ANYTHING PALMEIRAS, blog palmeirense em inglês, estão concorrendo ao prêmio do Football Blogging Awards. A votação acontece pela internet e é feita pelos leitores.

O IPE convida os leitores à conhecerem o blog e a votarem. Abaixo, um breve recado do Kristian, editor do blog, e os links para a votação.

O blog Anything Palmeiras foi convidado a concorrer ao prêmio “Melhor Blog De Um Time Específico” (“Best Football Club Specific Blog“) no 2012 Football Blogging Awards. O evento foi criado para divulgar e premiar os melhores blogs futebolísticos e é decidido exclusivamente pelo público.

Gostaria muito poder contar com SEU voto para divulgar o trabalho do Anything Palmeiras e aumentar a visibilidade do Verdão mundo afora!

A votação acontece por meio de twitter e facebook. Para seu voto ser computado, faça o seguinte:

Twitter: tuitar a frase: @TheFBAs @AnyPalmeiras #Club

Facebook: vote no Anything Palmeiras seguindo o link abaixo:http://www.facebook.com/questions/376225389081150 (tem de ter conta no facebook)

Observação importante: só um voto por conta no twitter/facebook (não adianta votar muitas vezes, que só um voto por conta será computado). Outra observação: RTs no twitter NÃO são contabilizados como votos.

A votação está aberta até dia 30 de junho.

Antecipadamente, agradeço o apoio! Por favor fiquem também a vontade para divulgar e arrecadar votos dos seus amigos e parentes! AVANTI PALESTRA!

http://anythingpalmeiras.com/2012/06/23/anything-palmeiras-vira-destaque-internacional/

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Alegria fugaz

A vontade é de xingar a todos indiscriminadamente e partir pra próxima, mas tentemos diminuir o péssimo humor deixado por esse domingo em que, não fosse o Atlético goiano, nós seríamos a luz do fim do túnel desse longo e escuro Brasileirão.

Perder um Derby é ruim no sub-8, em hóquei no gelo, em futebol de botão. Nos profissionais, e contra o time reserva, a palavra “vexame” parece apropriada. Porém, o fato é que o Palmeiras não perdeu APESAR DE enfrentar os suplentes, e sim POR CAUSA disso. O que essa derrota mostra é a diferença entre um time que tem banco – claramente inferior ao time titular, pois sim, mas também seria exigir demais – e outro que não tem opções.

Barcos mal se arrastava. Adiantava sair com Betinho? Juninho pregou no começo do segundo tempo. Deu dó de Fernandinho (na verdade, deu dó de nós mesmos). Henrique foi tenebroso nas saídas de jogo. Quem é o volante reserva mesmo? Daniel Carvalho começou o ano bem, quando os adversários ainda estavam fora de forma. Estes evoluíram, e nosso camisa 19 ainda mostra uma saúde de dar gosto (veja novamente a foto acima). Seu substituto mostrou algo impressionante: não é que seus músculos não lhe permitam jogar duas vezes na semana – ele não consegue, pelo que parece, jogar duas METADES de um jogo.

O Palmeiras perdeu esse jogo porque não teve gás nem disposição. Teve a felicidade de marcar rapidamente, mas sofreu 85 minutos de sufoco, e contra os descansados alvinegros não teve chance de reagir – ainda mais porque os poucos que tinham energia, como Maikon Leite, não tiveram lá muito cérebro. Não dá para falar um “A” da arbitragem; foi um vareio do início ao fim.

É claro que a batalha de quinta foi dura e a cabeça está mais na decisão da Copa do Brasil que no Brasileiro, mas este clássico jamais pode ser tratado como uma coisa menor. Sempre há consequências, como vimos bem após as derrotas nos últimos dois Paulistas (este ano, a queda da invencibilidade botou o time em parafuso; ano passado, o massacre de Curitiba). Por sorte ainda há dez dias antes da ida contra o Coxa, quando esperamos que o time tenha mais fôlego. Antes disso, um jogo contra o Figueirense que já soa a derrota. Afinal, quem entra em campo domingo são os mesmos jogadores que ontem mal trocavam passes.

A recuperação no Brasileiro vai sendo perigosamente adiada; a campanha atual já é pior que a de 2006 (embora, no caso desta, a partir da sétima rodada foram quatro derrotas seguidas, algo que sinceramente não esperamos que aconteça dessa vez). A lição que fica é que, se o Palmeiras quiser ter sucesso em 2013 – na primeira divisão, esperamos – o trabalho deve começar bem antes. Para não chegarmos a um Derby escalando atletas desgastados porque as opções são Vinícius, Betinho e Patrik.

Avaliações

Bruno: um dos que se salvou; não tinha como evitar os gols. 6

Cicinho: segue sua péssima temporada. Até correu, mas para nada. 3

Maurício Ramos: faltou a concentração dos jogos contra o Grêmio. 4

Leandro Amaro: perdidinho. 3,5

Juninho: o jogo foi por seu lado. Tentou atacar, percebeu que não daria, e acabou sofrendo com o lado direito rival. 4

Henrique: não conseguiu fazer seu papel contra um meio-de-campo com dois volantes e DOUGLAS. E ainda quis posar de atacante. 3,5

Márcio Araújo: Derby não é a praia dele. 3,5

João Vítor: a única jogada que acertou, na verdade errou. 3

Daniel Carvalho: um monstro. No sentido ruim. 2

Mazinho: o gol e só. 4

Barcos: esgotado após três partidas seguidas brigando sozinho contra defesas inteiras. A semana de folga lhe fará bem. 3,5

Valdivia: nulo. De positivo, não tentou dar chute no vácuo. 3

Maikon Leite: quarenta minutos de aquecimento dando piques que paravam nos adversários. Quanto esquentou, já era tarde. 3

Fernandinho: teve que jogar mais na defesa que no ataque. Pelo menos por aquele lado não fomos mais ameaçados. 4

Felipão: em que pese o desgaste físico, parece não ter sabido mostrar a dimensão do Derby para seus comandados. Mexeu corretamente, mas nem isso adiantou. 3,5

Ficha técnica

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)

Data/Hora: 24/06/2012 – 16h (de Brasília)

Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)

Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho (SP) e Rogério P. Zanardo (SP)

Renda/Público: R$ 434.436,50 / 17.519 pagantes

Cartões Amarelos: Douglas e Liedson (COR); João Vitor, Cicinho e Valdivia (PAL)

Cartões Vermelhos: -

Gols: Mazinho, aos 3′/1ºT; Romarinho, aos 33′/1ºT e Romarinho, aos 10′/2ºT

Corinthians: Julio César; Welder, Wallace, Paulo André e Ramón; Marquinhos, Willian Arão e Douglas; Willian (Gilsinho, 21′/2ºT), Romarinho (Adilson, 31′/2ºT) e Liedson. Técnico: Tite.

Palmeiras: Bruno; Cicinho, Leandro Amaro (Maikon Leite, Intervalo), Maurício Ramos e Juninho (Fernandinho, 13′/2ºT); Henrique, Márcio Araújo, João Vitor e Daniel Carvalho (Valdivia, Intervalo); Mazinho e Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

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Embalado pela classificação à final da Copa do Brasil, o Palmeiras vai para o Dérbi 341 com a missão de se reerguer no Brasileiro. Pelos lados do Corinthians, Tite deve optar pelos reservas. Teoricamente, a missão fica facilitada para o Palmeiras, mas também joga toda responsabilidade de vitória para os titulares de Felipão.

Horário e local: Domingo, 24/06, às 16:00, no Pacaembu (Globo/Band/PPV)

Árbitro: o apito será trilado por Luiz Flavio de Oliveira (SP), cujo histórico é amplamente favorável ao Palmeiras. Em 13 jogos, são 10 vitórias, 1 empate, e apenas 2 derrotas. Outro dado interessante: os últimos 3 clássicos que vencemos, foram apitados por ele.

2012 – 2×1 Santos (P, c)

2011 – 1×0 São Paulo (BR, c) / 2×1 Corinthians (BR, c) / 3×0 Santos (BR, c)

2010 – 1×4 São Caetano (P, f) / 1×1 Santos (P, f)

2009 – 4×1 Santos (P, c) / 1×0 Santo André (P, c)

2008 – 2×1 Ponte (P, c) / 1×0 Ponte (P, f)

2007 – 1×0 Corinthians (BR, n) / 1×0 Santo André (P, c)

2005 – 0×2 Corinthians (P, n)

Desfalques/Reforços: Luan, lesionado, fica de fora. Felipão anunciou que poupará até 5 titulares. Entre os possíveis poupados, dois já estão definidos: Assunção e T.Heleno. Se o critério para poupar for o número de jogos disputados no ano, a tendência é que também fiquem de fora Juninho, Henrique e Barcos.

Pendurados: Henrique. Próxima partida: Figueirense (casa).

Previsão IPE: Bruno; Cicinho, M. Ramos, L. Amaro e Fernandinho; Araújo, J.Vitor, Patrik e Valdivia; Maikon Leite e Betinho.

Bola Verde IPE: Thiago Heleno assumiu a liderança, com média 5,5.

Destaques/Corinthians: nosso grande rival vai entrar em campo com os reservas, como já vem fazendo no certame nacional. A provável escalação deverá ter Júlio César; Welder, Antonio Carlos, Wallace, Marquinhos e Ramon; Willian Arão, Ramirez e Douglas; Willian e Elton.

Ex-palmeirenses no Corinthians: o lateral direito Alessandro. Também tem o atacante Elton, dependendo da definição de “Palmeiras”.

Palpite IPE: 1×0, gol de Betinho.

Última vitória no local do jogo: faz tempo! Foi um 2×0 pelo Brasileiro de 1995, gols de Muller e Antonio Carlos.

Última derrota no local do jogo: foi a virada no Paulistão desse ano – 1×2 – gols de Assunção para o Palmeiras, e M.Araújo (contra) e Paulinho para o Corinthians.

Histórico: A vantagem é nossa, mas eles estão recuperando terreno. Hora de aumentar de novo a distância e de quebra acabar com o incômodo jejum de 7 dérbis sem vitória no Pacaembu.

GERAL CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
340 121 102 117 496 454 39 13 15 11 49 36

O IPE se lembra: pelo BR2004, o Palmeiras atropelou o rival sem dó – 4×0 – gols de Corrêa, Pedrinho, Muñoz e Vagner Love.

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Magia verde

A espera acabou. Após 14 anos, o Palmeiras está novamente na decisão da Copa do Brasil. E o enredo desta noite não poderia ter sido diferente. Faltas duras, agressões, expulsões e erros da arbitragem. No melhor estilo anos noventa, Palmeiras e Grêmio travaram uma verdadeira batalha na encharcada Arena Barueri. No final, ficou provado que nem mesmo um Imortal é páreo para a fúria de um Titã.

Ambas as equipes entraram tensas em campo. Com Valdivia no banco e Assunção vetado no vestiário, o Palmeiras teve grande chance logo aos dois minutos de jogo. Em jogada de Juninho e Mazinho pela esquerda, D.Carvalho ficou a milímetros de completar cruzamento rasteiro.

Entretanto, o começo animador não deu o tom do que seria o primeiro tempo. Abusando do direito de jogar com o regulamento, o Palmeiras mais se preocupava em não deixar o Grêmio jogar do que em se impor em campo. A tática não deu certo, e a insistência em chutar a bola para o lado que estava virado quase fez com que o Palmeiras saísse de campo no primeiro tempo em desvantagem no placar. Bruno foi exigido algumas vezes, e Artur tirou em cima da hora o lance que poderia ter dado a Kleber o gosto de marcar contra o ex-clube.

Na segunda etapa, o Grêmio voltou mais ofensivo, com Rondinelly no lugar de Souza, mas a mudança pouco alterou o panorama da partida. Aos quinze minutos, Luxemburgo decidiu ir para o tudo ou nada e tirou Marco Antonio para a entrada de André Lima. Felipão então respondeu com a entrada de Valdivia no lugar de D.Carvalho.

As mexidas deram certo primeiro para o Grêmio. Em lance de bola parada, o lançamento para dentro da área passou por todo mundo e pingou na frente de Bruno. O arqueiro não conseguiu segurar a bola molhada e Fernando completou no rebote – 1×0 – e um verdadeiro filme de terror passando na cabeça do torcedor palestrino.

Foi então que entrou em cena o astro da noite. Saído do banco de reservas e carregando nas costas toda a expectativa sobre seu desempenho após o sequestro relâmpago que sofreu, Valdivia botou a bola debaixo do braço e resolveu a partida. Em jogada que o próprio inciou no meio de campo, Juninho recebeu passe, avançou e tocou rasteiro para trás. O chileno chegou completando para as redes e saiu alucinado em direção à Felipão. 1×1 – gol e vaga na final.

O que se viu depois disso foi um Grêmio sem controle emocional. Primeiro, como não poderia deixar de ser, Kleber agrediu Artur de forma covarde, por trás, e o confuso e gesticulador árbitro mineiro apenas aplicou cartão amarelo. Na sequência, Rondinelly parou com carrinho por trás grande jogada de Barcos e foi expulso. Na queda, Edílson atropelou intencionalmente o argentino, e o tempo fechou.

Henrique foi para cima do lateral gremista para tirar satisfação e tomou um soco na cara. O árbitro, que acompanhava de perto a confusão, não teve dúvida e expulsou o gremista.

Empurra empurra, bate-boca, e então entrou em cena o bandeira, Sr. Márcio Eustáquio. Inconformado, o auxiliar chamou o árbitro nada menos do que 3 vezes à beira do gramado e praticamente exigiu a expulsão de Henrique. Sabe-se lá o que eles conversaram, ou o recado que receberam no rádio, e Henrique acabou expulso. O pior desfalque que a arbitragem poderia ter imposto ao Palmeiras. Coisa que já estamos “acostumados” a ver…

Jogo encerrado e vaga na final. O Palmeiras agora tem pela frente duas rodadas para tentar se reerguer no Brasileiro, com direito a semana livre para treinos e descanso, já que a primeira partida da final será somente dia 04 de julho. É hora de comemorar, mas com moderação. Domingo tem Dérbi.

- Bruno: seguro em todas as vezes que foi exigido. Com bola e campo encharcados, e a bola do jeito que veio, não pode ser totalmente culpado pelo gol – 6,5

- Artur: partida segura e sem sustos. Livrou o time de tomar um gol no primeiro tempo. Mostrou não tremer em jogo importante – 8

- M.Ramos: falhou bisonhamente e foi salvo por Artur, no mais fez uma partida discreta – 7,5

- T.Heleno: incrível como a zaga ficou mais sólida depois que voltou – 8,5

- Juninho: foi bem nos cruzamentos, não comprometeu na zaga, e deu passe para o gol de Valdivia – 8,5

- Henrique: mais uma partidaça. Sua expulsão foi uma vergonha sem tamanho – 8,5

- Araújo: não pode jogar decisões. Inseguro, errou muitas saídas de bola e passes fáceis. Sem Henrique, teremos mais 90 minutos de sofrimento na final – 4

- J.Vitor: idem ao M.Araújo, mas se for para escolher entre os dois, é o titular – 5

- D.Carvalho: quase abriu o placar aos 2 minutos e depois apagou – 6

- Mazinho: muito bem no jogo, não se intimidou com o clima hostil da partida e nem com a condição ruim do gramamdo. Jogador de ataque mais agudo da equipe – 9

- Barcos: segurou a bola no ataque, lutou, foi pra cima, incomodou. Excelente partida – 8,5

- Valdivia: entrou e decidiu – 10

- L.Amaro: entrou e não se ouviu falar seu nome. Fica sem nota.

- Patrik: só entrou para gastar tempo. Também fica sem nota.

- Felipão: com ele e Luxemburgo à beira do gramado a partida não poderia ter sido diferente. Parece ter superado toda a pressão, polêmicas e fofocas do dia-a-dia do clube e tomou as rédeas da equipe. O grupo assimilou sua proposta e tem se doado ao máximo. Mostra que ainda tem lenha para queimar e cartadas na manga – 8

- Arbitragem: confuso, cheio de gestos e caretas, o árbitro irritou demais os jogadores de ambas as equipes. Não tem autoridade nenhuma, a ponto de se deixar levar pela insistência de um auxiliar e expulsar um jogador 5 minutos depois de um lance que o próprio árbitro acompanhou à uma distância não maior do que 5 metros. Impressionante. E olha que o sujeito tem escudo FIFA…

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 1X1 GRÊMIO

Local: Arena Barueri, Barueri (SP)
Data/hora: 21/6/2012 – 21h (de Brasília)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG)
Auxiliares: Márcio Eustáquio S. Santiago (Fifa-MG) e Guilherme Dias Camilo (MG)

GOLS: Fernando, 21′/2°T (0-1) e Valdivia, 27′/2°T (1-1)
Público e renda: 26.225 / Não disponível
Cartões amarelos: Gilberto Silva e Pará (Grêmio); Daniel Carvalho e Barcos (Palmeiras)
Cartões vermelhos: Edilson e Rondinelly (Grêmio); Henrique (Palmeiras)

PALMEIRAS: Bruno; Artur, Maurício Ramos, Thiago Heleno (Leandro Amaro, 40′/2°T) e Juninho; Henrique, Márcio Araújo, João Vitor (Patrik, 47′/2°T), Daniel Carvalho (Valdivia, 15′/2°T) e Mazinho; Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

GRÊMIO: Victor, Edilson, Werley, Gilberto Silva e Pará; Fernando, Souza (Rondinelly, intervalo), Léo Gago e Marco Antônio (André Lima, 15′/2°T); Kleber e Marcelo Moreno (Miralles, 23′/2°T). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

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Com a vantagem de 2×0 construída no jogo de ida em Porto Alegre, o Palmeiras recebe o Grêmio pela partida de volta de semi-final da Copa do Brasil 2012 podendo até perder por 1 gol de diferença, que estará na final. A vantagem é muito boa, mas nada está ganho. Cabe ao Palmeiras entrar em campo focado para ratificar a classificação, em jogo que provavelmente será ainda mais duro do que a primeira partida.

Horário e local: Quinta-feira, 21/06, as 21:00, na Arena Barueri (Sportv/ESPNbr)

Árbitro: será Ricardo Marques Ribeiro (MG), cujo histórico registra 5 jogos, com 2V/1E/2D:

2012 – 2×0 Atl-PR (CB, c)

2011 – 1×2 Figueirense (BR, c) / 0×0 Grêmio (BR, c)

2009 – 1×0 Fluminense (BR, c)

2008 – 0×2 Coritiba (BR, f)

Desfalques/Reforços: Valdivia está recuperado das dores no joelho e deve ir para o jogo. Assunção e Artur estão em tratamento de lesões mas não preocupam e também devem ficar à disposição. Luan rompeu o músculo posterior da coxa e ficará de fora por pelo menos 6 semanas.

Pendurados: Cicinho, João Vitor e Assunção. Próxima partida: se avançarmos, será o vencedor de Coritiba x SPFC.

Previsão IPE: Bruno; Cicinho, M.Ramos, T.Heleno e Juninho; Henrique, Assunção, J.Vitor, Valdivia e Mazinho; Barcos.

Destaques/Grêmio: O zagueiro Werley e o volante Souza são dúvida, mas apenas o primeiro deve ficar de fora. Luxemburgo deixou no ar a possibilidade de jogar no 4-3-3 e até testou a formação contra o Náutico, no último domingo. Se optar pelos 3 atacantes, Souza deverá dar lugar a Miralles. A provável escalação deverá ter Vitor; Edílson, Vílson, Gilberto Silva e Pará; Fernando, Léo Gago, Souza (Miralles) e Marco Antonio; Kleber e Marcelo Moreno.

Ex-palmeirenses no Grêmio: o atacante Kleber.

Palpite IPE: 2×1 – o Palmeiras abre o placar com Valdivia, o Grêmio empata com Marcelo Moreno e Mazinho dá números finais à peleja.

Último confronto em SP: foi pelo BR2011 – 0×0 – no Canindé.

Última vitória em SPfoi pelo BR2010, na despedida do Estádio Palestra Itália – 4×2 – gols de Ewerthon (2), Cleiton Xavier e M.Ramos para o Palmeiras, e Jonas e Hugo para o Grêmio.

Última derrota em SP: foi pelo BR2008 – 0×1 – gol de Tcheco, na partida em que Marcos enlouqueceu e foi jogar de atacante. Vale lembrar que o Grêmio só venceu o Palmeiras em SP duas vezes em toda história.

Histórico: a vantagem é palestrina.

GERAL COPA DO BRASIL
J V E D GP GC J V E D GP GC
79 33 29 17 115 85 7 2 4 1 11 8

O IPE se lembra: em 1996, também pela fase semi-final da Copa do Brasil, o Palmeiras recebeu o Grêmio na partida de ida e construiu a vantagem para a partida de volta – 3×1 – gols de Muller, Djalminha e Rivaldo (PAL), e Paulo Nunes (GRE).

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Messi Black: sempre ele

O Palmeiras bem que deu a impressão de que venceria, mas conseguiu mais uma vez frustrar a torcida e se manter no fundo da tabela do Brasileirão 2012. O jogo não foi lá muito emocionante mas apresentou bons momentos, no fim o resultado acabou ‘justo’ do ponto de vista futebolístico e trágico para o Verdão.

Logo no início João Vitor perdeu um gol fácil e Luan se machucou, a previsão era das piores, o Vasco foi para cima e manteve a bola na defesa Palmeirense, sem causar grandes sustos. Mazinho entrou na saída do Luan e pouco produziu na primeira parte do jogo, perto do fim da etapa Marcos Assunção também sentiu e foi rendido por Márcio Araújo… a peleja intervalou com o placar zerado.

Para o segundo tempo a trupe de Verde voltou mais inspirada e partiu pra cima, Mazinho, sempre ele, entortou Dedé e acertou um belo chute cruzado, abrindo o placar logo aos 11′. O jogo então ficou sob controle alviverde, que não conseguiu elastecer o placar por pura incompetência – os erros de passes no meio campo e as entregadas da defesa, com menção desonrosa para Juninho, foram animando o Vasco até que aos 37′ Henrique caiu em finta de Carlos Alberto e NÃO tocou a bola com a mão, mas fez menção e Vuaden apitou, dali para o Juninho Pernambucano é quase penalti- em que pese a dura que Barcos deu no Bruno por achar que este falhou, sugerindo uma leve CRISE antes da partida decisiva da década na próxima quinta-feira… tem coisas que nunca mudam no Palmeiras. O jogo encerrou empatado e os 2 pontos colocam o Verdão na penúltima colocação do BR12, mais que isso, gera uma certa incerteza para o jogo de volta contra o Grêmio.

Felipão fez bem em repetir a escalação que venceu o tricolor gaúcho em Porto Alegre, mas foi omisso em manter Maikon Leite no banco enquanto o lateral esquerdo do Vasco se apresentava de gravata vermelha em campo… abre o olho Felipão!!

Vamos às notas:

Bruno: fez defesas seguras em várias oportunidades, pecou ao escolher canto na batida de falta do Juninho – 6
Cicinho: mais participativo que em suas últimas apresentações – 6
Thiago Heleno: segurança total, com ele a zaga tem outra postura – 7
Maurício Ramos: algumas espirradas e umas bolas devolvidas para o ataque do Vasco, fraco – 5
Juninho: errou quase tudo que tentou, inclusive no mano a mano, entregando bolas que poderiam custar até o mísero ponto conquistado – 4
Henrique: está se adaptando relativamente bem na nova função, deu umas rateadas mas nada que comprometesse – 6
Marcos Assunção: não fez nada até se machucar – 5
João Vitor: perdeu um gol que poderia mudar o panorama da partida desde o início – 5
Daniel Carvalho: pouco objetivo, bateu uma falta muito boa e só – 6
Luan: jogou muito pouco – S/N
Barcos: Não teve nenhuma chance clara, mas também não apareceu bem para receber hora nenhuma, tomara que sua boquinha nervosa não prejudique o bom andamento do time na Copa do Brasil – 5

Mazinho: tem estrela demais, entrou, fez um bom jogo e um golaço, pelo conjunto, fica com a melhor nota – 8
Márcio Araújo: completamente perdido, entregou várias para o ataque adversário, não dá – 4
Maikon Leite: com esse tempinho que o gaúcho deu pra ele, não dava pra fazer nada melhor – S/N

Felipão: ‘esqueceu’ de aproveitar a Avenida Felipe, podia ter vencido se estivesse mais interessado – 6

Melhores Momentos:

FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 1 X 1 VASCO

Local: Arena Barueri, em Barueri (SP)
Data/Hora - 17/6/2012 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Leandro Vuaden (Fifa-RS)
Auxiliares: Marcelo Bertanha Barison (RS) e José Chaves Franco Filho (RS)

Renda/ público: R$ 178.090/ 6.651 pagantes
Cartões amarelos: Thiago Heleno e Henrique (PAL); Nilton e Felipe (VAS)
Cartões vermelhos: -
GOLS
: Mazinho, 11′/2ºT (1-0); Juninho Pernambucano, 37′/2ºT (1-1)

PALMEIRAS: Bruno, Cicinho, Thiago Heleno, Maurício Ramos e Juninho; Henrique, Marcos Assunção (Márcio Araújo – 44′/1ºT), João Vítor e Daniel Carvalho (Maikon Leite – 40′/2ºT); Luan (Mazinho – 18′/1ºT) e Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

VASCO:Fernando Prass, Fagner, Dedé, Rodolfo e Felipe (Thiago Feltri 39′/2T); Rômulo, Nilton, Juninho e Diego Souza (Carlos Alberto 27′/2T); Eder Luis e Alecsandro. Técnico: Cristovão Borges.

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De espírito e moral renovados (assim esperamos!) após a épica vitória na partida de ida da semi-final da Copa do Brasil, o Palmeiras vai à campo para mais uma batalha, dessa vez pelo Brasileirão. O adversário é o atual líder invicto da competição. Cabe ao Palmeiras se impor e conquistar os três pontos, antes que “seja tarde demais”. Difícil vai ser tirar da cabeça a partida da próxima quinta…

Horário e local: Domingo, 17/06, às 16 horas, na Arena Barueri (PPV)

Árbitro: será Leandro Pedro Vuaden (RS), cujo histórico registra 14 jogos, com 4V/5E/5D:

2012 – 1×2 Sport (BR, f)

2011 – 1×1 Vasco (BR, c) / 1×1 Cruzeiro (BR, c) / 0×2 Vasco (SA, f) / 0×0 Flamengo (BR, c) / 0×6 Coritiba (CB, f)

2010 – 2×0 Atl-MG (SA, c) / 0×0 Vasco (BR, c) / 0×2 Vitória (SA, f)

2009 – 2×1 Flamengo (BR, f) / 3×1 Cruzeiro (BR, c)

2008 – 0×0 Náutico (BR, f) / 0×1 Botafogo (BR, f) / 3×1 Fluminense (BR, c)

Desfalques/Reforços: Valdivia segue com situação indefinida e a tendência é que permaneça sem atuar. Artur saiu lesionado de campo contra o Grêmio e é dúvida.

Pendurados: não há. Próxima partida: pelo brasileiro, será o Dérbi (f)

Previsão IPE: Bruno; Cicinho, T.Heleno, Henrique e Juninho; Araújo, Assunção, Felipe e D.Carvalho; Luan e Barcos.

Bola verde IPE: Barcos mantém a liderança, com média 5,25.

Destaques/Vasco: a única dúvida do técnico Cristovão está no meio campo. Juninho treinou em separado nos últimos dias, mas não deve ser problema. A provável escalação do cruzmaltino para a partida deverá ter Fernando Prass; Fagner, Dedé, Rodolfo e Felipe; Rômulo, Nilton, Juninho (Fellipe Bastos) e Diego Souza; Eder Luis e Alecsandro.

Ex-palmeirenses no Vasco: o meia Diego Souza e lateral Felipe.

Palpite IPE: 2×1, gols de Barcos e Maikon Leite.

Último confronto em SP: foi pelo segundo turno do BR2011 – 1×1 – gols de Luan (PAL) e Dedé (VAS).

Última vitória em SP: foi pela fase classificatória da Copa Sulamericana 2011 – 3×1 – gols de Assunção, Kleber e Luan (PAL), e Jumar (VAS).

Última derrota em SP: faz tempo, mas foi uma derrota dolorosa, e que é cultuada pelos Vascaínos como “a virada do século” – 3×4 – pela final da Mercosul 2000. Gols de Arce, Tuta e Magrão (PAL), e Romário (3) e Juninho Paulista (VAS).

Histórico: a primeira vez que Palmeiras e Vasco se enfrentaram foi em um amistoso em 1924, vencido pelo Palestra Itália – 2×0 – gols de Coe. De lá para cá, a vantagem é verde.

GERAL BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
120 54 37 29 194 154 42 18 14 10  58 40

O IPE se lembra: pelo Brasileirão 1994, o Palmeiras recebeu o Vasco no saudoso Palestra Itália e venceu fácil – 3×0 – gols de Zinho, Evair e Rivaldo.

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