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Arquivo da categoria ‘Pós-jogo’

Marrento que só...

Marrento que só…

Vexame vivo na memória, estádio vazio, chuva, muitos desfalques e uma escalação inicial de doer os olhos. Nem mesmo esse coquetel molotov foi capaz de impedir a vitória verde nesta noite.

O jogo começou bastante movimentado. Logo nos primeiros minutos o Palmeiras criou três chances, com Bruno César, Leandro e William Matheus, todos esbarrando em erros de finalização. O Vilhena não assustava, mas contava com alguns vacilos do nosso sistema defensivo para conseguir algumas jogadas de ataque.

Conforme o tempo avançou, o Palmeiras diminuiu um pouco o ritmo, enquanto o Vilhena aguardava a chance de um contragolpe. Aos 18, Marcelo Oliveira lançou William Matheus dentro da área. O lateral dominou bem mas foi bloqueado no chute.

A grande chance da primeira etapa veio aos 35. Leandro tocou para Mendieta, que de calcanhar encontrou Marcelo Oliveira entrando em velocidade. O volante driblou o zagueiro mas na conclusão preferiu encher o pé a deslocar o goleiro, e acabou perdendo o gol.

No segundo tempo a equipe retornou com Serginho no lugar do “atrapalhado” Wellington. A mudança deu mais presença ofensiva à equipe pela direita, mas por mais incrível que pareça, também ofereceu espaços ao Vilhena. Tanto aos 12, em bola defendida por Bruno, quanto aos 26, em bola na trave, os corações palestrinos congelaram.

Como quem não faz toma, no minuto seguinte à bola na trave, saiu o nosso gol. Marquinhos Gabriel, que entrara no lugar de um inoperante Mendieta, fez bela jogada pela direita e cruzou rasteiro para Bruno César que chegou finalizando de trás. Primeiro gol dele com a camisa do clube e comemoração discreta.

Minutos depois, o mesmo Bruno César foi inteligente e se aproveitou da cochilada da zaga do Vilhena para tirar a bola do goleiro, que o derrubou na sequência. Penalti que o próprio camisa 30 cobrou para anotar seu segundo gol na partida, o segundo com a camisa do clube, e dessa vez sem comemoração.

É claro que a classificação de hoje não apaga o vexame de domingo, mas ao menos é uma pitada de tranquilidade para o período de dezoito dias sem jogos que a equipe terá pela frente. Só esperamos que este tempo seja utilizado com inteligência, tanto pela comissão técnica como pela diretoria.

AVALIAÇÕES

- Bruno: justiça seja feita, desta vez evitou uma catástrofe – 7,5

- Tiago Alves: enquanto jogou de lateral até arriscou umas subidas, mas definitivamente não é a dele. No segundo tempo atuou como zagueiro e foi bem  -7

- Wellington: muitos erros de saída de bola que só não custaram caro porque o adversário era muito fraco – 4

- Lúcio: um erro de saída de bola e várias tentativas de levar a equipe ao ataque. Fica com saldo positivo pelo esforço – 7

- W.Matheus: no primeiro tempo se apresentou bastante como opção de ataque. No segundo tempo sumiu – 6,5

- Eguren: partida discreta – 6

- Marcelo Oliveira: ajudou o ataque e quase deixou o dele – 7

- Mendieta: uma centelha de bom futebol em 60 minutos é muito pouco – 5

- Bruno César: de longe o jogador mais acionado da equipe, errou alguns lances bobos, mas decidiu o jogo – 8

- Leandro: tentou algumas jogadas, mas nada de muito animador – 6

- Miguel: tocou na bola pela primeira vez somente aos 22 do primeiro tempo, e errou a maioria das jogadas que tentou – 4

- Serginho: melhorou as jogadas de ataque pela direita e participou da jogada do primeiro gol – 7

- Marquinhos Gabriel: muito bem jogando aberto pela ponta direita, foi dele a jogada do primeiro gol – 8

- Josimar: pegou na bola? Fica sem nota.

MELHORES MOMENTOS

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 2 X 0 VILHENA (RO)

Local: Estádio Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/Horário: 2 de abril de 2014, quarta-feira, às 22h
Árbitro: Wanderson Alves de Sousa (CBF-MG)
Assistentes: Luciano Roggenbaum (CBF-PR) e Diego Grubba Schitkovski (CBF-PR)
Público/Renda: 4.430 pagantes / R$ 124.950
Cartões amarelos: Carlinhos, Edilsinho, Júnior, Tayron e Dalton (VIL); Bruno César, Leandro e Eguren (PAL)
Cartões vermelhos: nenhum

GOLS: Bruno César (27′/2ºT) e (31′/2ºT)

PALMEIRAS: Bruno; Tiago Alves, Lúcio, Wellington (Serginho, Intervalo) e William Matheus; Eguren, Marcelo Oliveira (Josimar, 29′/2ºT), Mendieta (Marquinhos Gabriel, 15′/2ºT) e Bruno César; Leandro e Miguel Técnico: Gilson Kleina

VILHENA: Dalton; Júnior, Marinho (Tayrão, 36′/1ºT) e Alex Barcellos; Portela, Maycon (Tiago Silva, 41′/2ºT), Carlinhos, Cucau e Edilsinho; Jaílson (Roallase, 23′/2ºT) e Sandro Técnico: Marcos Birigui

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Kardec e Wesley colocaram o Palmeiras na semifinal

Kardec e Wesley colocaram o Palmeiras na semifinal

O primeiro triunfo de Gílson Kleina em partidas de mata-mata (a última classificação fora contra o Botafogo, na Sula/2012) veio sem grandes sustos, ainda que com um período preocupante ali no fim do primeiro tempo. Se este time não dá espetáculo, ao menos mostra consistência. Para encarar o Ituano, deve dar – ainda que sem contar com o peru de véspera. E na esperada decisão contra o Santos, não creiam em favoritismo alvinegro.

A escalação de hoje é provavelmente o que temos de melhor (eu ainda gostaria de ver Diogo atuar mais, mas ciente que não é certo que renda mais que Leandro). O time ganha muito no meio-campo com a entrada de Wesley, mesmo que ele não tenha feito grande partida hoje, com gol e tudo. Agora, Marcelo Oliveira volta a ficar sobrecarregado. Contra um time que só deu chuveirinho, OK, mas para a decisão (sim, sim, temos que chegar lá primeiro) será necessário ajustar este desequilíbrio.

O Palmeiras começou a partida com ímpeto, empurrando o Bragantino para trás. Salvo pequenos vacilos individuais, não deu brecha para o Massa Bruta tentar algo – e mesmo eles não estavam lá muito a fim de jogo, ou não fariam cera com 6 minutos. Assim, foi natural que pouco a pouco o Palmeiras chegasse, ainda que quase sempre à base de chutes de longa distância de Bruno César.

E foi num desses chutes, desviado para escanteio, que surgiu o primeiro tento. O zagueiro se atrapalhou, Alan Kardec foi mais ligeiro que o goleiro Rafael Defendi e deu a tranquilidade que o time precisava – o Bragantino bateu São Paulo e Corinthians muito por ter saído na frente e se trancado depois.

O problema é que a tranquilidade se transformou em apatia, e a Linguiça Mecânica tomou fumaças de ofensividade. Pressionou um bocado nos quinze minutos finais da primeira etapa, embora sem grande coordenação. Ficaram ciscando, alçando bolas, sem produzir nada efetivo, até porque a zaga estava bem postada.

O segundo tempo começou péssimo para os dois lados. A bola foi bastante maltratada, o que era melhor para nós; mesmo assim, perigoso. Demorou lá uns 10 minutos para o Palmeiras se lembrar que atacar ainda era permitido, e em cinco minutos foram criadas e desperdiçadas boas chances, até o lance que culminou no gol de Wesley. Faltava meia hora, mas era nítido que só um evento fora do comum poderia recolocar o Bragantino na briga.

Este evento poderia ser a expulsão do como de hábito esquentado Valdivia. Não aconteceu, mas não ficou longe disso. Ele, que agora está pendurado, reflete um problema que nos agoniará daqui por diante: o excesso de pendurados. Contra o Ituano, serão quatro titulares – Wendel, Marcelo Oliveira, Bruno César e o chileno. Mas isso é domingo. Hoje o resto da peleja transcorreu tranquilo, com o rival já se sabendo derrotado e o Palmeiras poupando energias fundamentais para um time que terá 25 horas a menos de descanso que seu próximo rival.

Em resumo: foi um passo sólido rumo à decisão. E aí, meus amigos, poderemos voltar a viver sentimentos já quase esquecidos; afinal, o Palmeiras não fez nenhuma final com clássico neste século XXI. Que comecemos ainda antes do centenário.

Avaliações

Fernando Prass – seguro nas poucas vezes em que foi exigido. 7

Wendel – o Bragantino forçou mais por seu lado, mas se virou bem. 7

Lúcio – atuação firme, parece ter assustado o rival com sua fama. 7,5

Tiago Alves – alguns titubeios (um logo no início), mas nas horas críticas não vacilou. 6,5

Juninho – só foi se soltar no último quarto do jogo. 6,5

Marcelo Oliveira – longe de ser craque, mas bem acima de França e Eguren. 7

Wesley – é o cara que faz o meio de campo ser mais ágil mesmo sem ir tão bem, apesar do gol. 7

Bruno César – não é omisso, mas ainda demora um pouco a engrenar no jogo. Como não aguenta os 90 minutos, tem um pico de rendimento reduzido. 7

Valdivia – partida de razoável para boa, aquém de seu potencial. Pilhado como quase sempre. 6,5

Leandro – sumido em boa parte do jogo, sem ser um desastre. 6

Alan Kardec – já fez o cheque, presidente? 7,5

Eguren - entrou para fazer exatamente o que fez: segurar sem comprometer. 6,5

Patrick Vieira – o jogo já estava resolvido, a bola nem chegou. S/N

Vinicius – aumentou sua estatística de garoto mais jovem a fazer trocentas partidas (quase todas ruins) pelo Verdão. S/N

Kleina – escalou certo, mexeu certo, tirou a inhaca. Vamos ver se dá o passo decisivo nos próximos dias.

Ficha Técnica

Local: Pacaembu, com 25.714 pessoas

Data: 27 de março de 2014, quinta-feira, 21:00

Árbitro: Flávio Rodrigues Guerra, com os assistentes Vicente Romano Neto e Daniel Paulo Ziolli

Cartões amarelos: Bruno César, Marcelo Oliveira e Valdivia (PAL); Francesco e Geandro (BRA)

Gols: Alan Kardec, aos 21 minutos do 1º T, e Wesley, aos 17 minutos do 2º T

PALMEIRAS:  Fernando Prass; Wendel (Vinícius), Tiago Alves, Lúcio e Juninho; Marcelo Oliveira, Wesley, Bruno César (Eguren) e Valdivia; Leandro (Patrik Vieira) e Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina

BRAGANTINO: Rafael Defendi; Yago, Guilherme Mattis e Alexandre; Robertinho, Francesco, Gustavo, Matheus e Léo Jaime; Magno Cruz (Diguinho) e Tássio. Técnico: Marcelo Veiga

Melhores Momentos

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Hoje não deu

Hoje não deu

Hoje era a última partida do ano que o Palmeiras podia perder (salvo se formos campeões brasileiros por antecipação…). E o Verdão cumpriu bem sua missão ao mal ver a cor da bola na Vila Belmiro. A estratégia de não revelar ao principal candidato a adversário na final todo seu futebol foi realmente muito inteligente, ainda que nos deixe uma pulga atrás da orelha. Afinal, é estratégia (do grego strategia, no latim strategi…) ou simplesmente incapacidade de encarar de frente o rival?

Gilson Kleina hoje perdeu seu primeiro clássico em sete pelo Paulistão, mas mais que isso recuou duas casas hoje no tabuleiro da evolução verde. Sim, Prass não jogou (embora provavelmente não pudesse ter feito nada nos gols), mas de resto estava todo mundo ali, talvez sem a mesma motivação de um jogo verdadeiramente decisivo, mas envergando nossa camisa, que é soberana mesmo na acanhada casa alvinegra.

Se encontrarmos daqui a duas semanas o mesmo adversário, dessa vez valendo taça, vamos saber combater a velocidade de seu ataque? Vamos explorar as evidentes deficiências de sua zaga, e descobrir se Aranha é bom goleiro? Hoje ele só precisou pegar a bola na cara de Bruno César.

Este texto soa pessimista, mas não é para tanto. Tenho poucas dúvidas que o Verdão é muito bem capaz de dobrar o time de Oswaldo de Oliveira. Mas precisa botar rapidamente a cabeça no lugar, pois daqui a poucos dias o Bragantino vem aí e pode se aproveitar de qualquer caraminhola na cabeça de nosso elenco. Hora de o treinador, que perdeu seu tabu em clássicos pelo Estadual hoje, botar os nervos do pessoal no lugar a fim de quebrar outro tabu, muito mais importante: o de ainda não ter vencido nenhum mata-mata pelo Palmeiras.

Avaliações

Bruno: sem culpa nos gols, mas não inspira temor algum aos adversários. 5

Bruninho: estreou na fogueira, improvisado, contra um Rildo muito veloz. Não dá para avaliar (mas deu uma furada feia, hein?) 5

Lúcio: sofreu e nos fez sofrer. 4

Tiago Alves: volta Wellington! 4

Juninho: houve gente bem pior, o que não significa que tenha ido, assim, bem. 5,5

Marcelo Oliveira: responsável direto pelo primeiro gol, e não conseguiu evitar a pressão rival.3,5

Eguren: diz que agora tem um volante na Gávea que poderia fazer seu trabalho bem melhor. Será? 4

Valdivia: apanhou, tentou, mas, pilhado, errou muito. A tarjeta amarilla de sempre não falhou. 5

Bruno César: tanta discrição até aqui só pode ser prenúncio de gols na decisão. Ou não? 4,5

Leandro: segunda partida na Vila, segundo fiasco. 3

Allan Kardec: quase fez um gol antológico, e no fim mostrou novamente ser ótimo cabeceador. Fora os bons passes. 7

Patrick Vieira: não conseguiu dar a centelha de ofensividade que foi o motivo de sua entrada. 4,5

Felipe Menezes: não é que tenha melhorado o time. Mas é que só por Eguren ter saído isso já aconteceria. 4,5

Vinicius: entrou e o time reagiu. Não por mérito dele. 3

 

Melhores Momentos:

 

FICHA TÉCNICA
SANTOS 2 X 1 PALMEIRAS

Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data/Hora: 23/3/2014, às 16h
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira
Assistentes: Carlos Augusto Nogueira Júnior e Danilo Ricardo Manis
Público/Renda: 12.179/R$ 369.066,00
GOLS: Neto, 24′/1ºT (1-0); Thiago Ribeiro, 35′/2ºT (2-0) e Alan Kardec, 43/2ºT (2-1)
CARTÕES AMARELOS: Alison, Bruno Peres, Gabriel, Neto e Thiago Ribeiro (SAN); Valdivia e Eguren (PAL)

SANTOS: Aranha; Bruno Peres, Neto, David Braz e Mena; Alan Santos, Alison (Lucas Otávio – 32′/2ºT) e Gabriel (Lucas Lima – 37′/2ºT); Geuvânio, Thiago Ribeiro e Rildo. Técnico: Oswaldo de Oliveira.

PALMEIRAS: Bruno; Bruninho, Lúcio, Tiago Alves e Juninho; Eguren (Felipe Menezes – 30′/2ºT), Marcelo Oliveira, Valdivia e Bruno César (Patrick Vieira – 24′/2ºT); Leandro (Vinicius – 37′/2ºT) e Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina

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Eguren vs ponte preta

Conforme encomendado previsto pelo IPE, o Verdão bateu a macaca por 3×2 e segue na disputa pelo primeiro lugar da classificação geral, o próximo jogo contra o Santos é que vai decidir isso. Ganhar nunca é demais, não enjoa e nem entristece, o Palmeiras poderia perder descompromissadamente hoje que em nada mudaria sua situação no campeonato, no entanto preferiu pelear até o fim e dar mais uma alegria à torcida.

O time alviverde iniciou o jogo meio sonolento e a Ponte não titubeou: 1×0 logo aos 2′ do 1ºT, dai em diante foi ataque contra defesa, ainda que desordenadamente no início, o time sente a falta de Wesley na organização da saída de bola, Eguren e França até agora não conseguiram suprir essa necessidade – após os 30 minutos a coisa melhorou e Bruno César e Valdívia começaram a mostrar que vão dar trabalho se os deixarem jogar juntos. Nada de gol até o último trilar do apito do árbitro na primeira etapa.

Pro segundo tempo Gilson Kleina mandou o mesmo time pra campo, com o mesmo gás do fim da primeira etapa, marcação na saída de bola campineira, muitas tentativas de marcar mas gol que é bom nada. Aos 15′ Bruno César caiu e o juiz assinalou falta, o meia cobrou e Eguren empurrou pras redes, depois de ter errado tudo e mais um pouco marcou um gol para amenizar, finalmente o empate e nada de moleza pra Ponte. Dois minutos depois Bruno César de novo foi derrubado, desta vez dentro da área, penalti assinalado tem a obrigação de ser convertido. Kardec não decepcionou e o Verdão passou à frente no placar. Logo após foi a vez de Wendell cometer penalti e a macaca voltar a empatar o jogo, até ai tudo normal, a previsão era realmente um 3×2. O jogo seguiu frenético, com direito a uma bola acertando a trave de Fernando Prass e Alan Kardec quase marcando o seu segundo. Aos 42′ Kardec que já estava incomodando na ponta esquerda cruzou e Mendieta, que havia entrado no lugar de França, guardou e garantiu o placar. Vitória e a certeza de um time completamente capaz de erguer o caneco. O árbitro marcou a falta de Bruno César e os dois penaltis do jogo e foi questionado em todos, mais uma vez arbitragem fraca.

A próxima fase do Paulistão (apesar de ainda ter o jogo contra o Santos) é completamente diferente, mata-mata é outro campeonato e tudo pode acontecer, mas se analisarmos com um pouquinho de boa vontade veremos que dá pra sonhar com esse título no Centenário.

Notas:

Prass – seguro, não teve culpa nos gols – 8
Wendell – o juiz exagerou, mas o penalti vai mesmo pra conta do lateral – 5
Tiago Alves – tranquilo, nem parece que ficou um bom tempo sem jogar – 7
Lúcio – a segurança de sempre – 7
Juninho – foi bem ofensivamente e mal na defesa, ou seja, foi ele mesmo – 7
Eguren – errou tudo, menos o gol – 7
França – atacou mais que defendeu, ainda um pouco abaixo do necessário para ser o titular da posição – 7
Valdívia – perdeu uma boa chance de marcar, abusou dos bons passes, vai ‘dar liga’ com o Bruno César – 8
Bruno César – o time ganhou muito na bola parada com ele, se mostrou disposto e participou o jogo todo – 9
Alan Kardec – um gol, uma assistência e um ‘uuuuuhhh’, cumpriu seu papel – 8
Leandro – pareceu um tanto quanto desligado, precisa ganhar ritmo novamente – 6

Mendieta – entrou pra melhorar o meio campo, acabou fazendo o gol da vitória – 8
Patrik Vieira – pouco objetivo, o que já parece ser uma característica dele – 6
Vinícius – errou algumas coisas infantis, estava empolgado com o 100º jogo – 5

Melhores Momentos:

 

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 3 X 2 PONTE PRETA

Local: Estádio do Pacaembu (SP)
Data/Hora: 15 de março de 2014, às 16h
Árbitro: Marcelo Rogério
Assistentes: Daniel Luis Marques e Patricia Carla de Oliveira.
Público/renda: 10.150 pagantes / R$395.020,00
Cartões amarelos: Wendel (Palmeiras); Diego Sacoman, Alef, Bruno Silva, Adrianinho, Thiago Carleto (Ponte Preta)

GOLS: Rossi, 2/1ºT (0-1), Eguren, 15/2ºT (1-1), Alan Kardec, 17/2ºT (2-1), Silvinho, 25’2ºT (2-2), Mendieta, 42’2ºT (3-2)

Palmeiras: Fernando Prass, Wendel, Lúcio, Tiago Alves e Juninho; França (Mendieta, 30′ / 2ºT), Eguren, Valdívia e Bruno César (Patrick Vieira, 27′/2ºT); Leandro (Vinicius, 36′/2ºT) e Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina

Ponte Preta: Roberto, Ferrugem, César, Diego Sacoman e Magal; Bruno Silva (Bruno Silva – Intervalo) , Alef, Adrianinho (Bida – Intervalo) e Silvinho; Rossi (Carleto 14′ / 2ºT) e Antônio Flávio. Técnico: Vadão

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Água, pancadas e decepção

Água, pancadas e decepção

Qualquer comparação que se faça entre Palmeiras e Vilhena será absurdamente injusta e desnecessária. O Verdão tinha obrigação de vencer (e de preferência muito bem), não importando gramado, juiz ruim, viagem difícil. Não foi bem assim, vai ter jogo de volta e caso o Palmeiras esteja na final do Paulistão 2014 a partida contra o Vilhena será exatamente entre as duas partidas da decisão. Ficou caro não ter feito 2 gols em Rondônia.

O pasto do jogo estava alagado, já era impróprio para uma partida profissional seco, encharcado então não tem o que falar. Mas a qualidade do time alviverde sobrava para fazer pelo menos os 2 tentos. O primeiro tempo foi xoxo, o time rondoniense fez de tudo para evitar que o Palmeiras chegasse com perigo no ataque, e só se propôs a atacar caso fosse inevitável. Ninguém no escrete alviverde parecia capaz de vencer as poças de lama, a marcação dura (pra não dizer desleal) dos jogadores do VEC e a preguiça depois do deslocamento até Rondônia.

A segunda etapa começou a mil, Juninho voltou do intervalo elétrico e tentou de todas as maneiras assistir alguém, cruzou para Vinícius que desperdiçou miseravelmente, sozinho na grande área. Depois foi a vez de Eguren subir para cabecear absolutamente desmarcado, bola perfeita para guardar, mas era o Eguren né. Valdívia também desperdiçou uma cabeçada relativamente fácil. O jogo se arrastava e os jogadores vilhenenses despencavam, enrolavam, rolavam na lama e o juizão só olhando… Gilson Kleina resolveu mexer na equipe e colocou Mendieta e Leandro ao mesmo tempo, o paraguaio errava demais e a bola não chegava ao ataque para que Leandro pudesse fazer algo. O jogo parecia fadado ao empate horroroso quando entrou Bruno César e em uma jogada de um pouco mais de esforço entregou para Leandro guardar, em posição diametralmente oposta porém muito parecida com a da chance perdida por Vinícius. Não era difícil ter saído com o resultado necessário. Depois do gol os jogadores adversários passaram a despencar mais ainda, se apegando de todas as maneiras à esperança de jogar em São Paulo. E no momento de dar os acréscimos o juizão mandou TRÊS minutos, é absurdo o baixo nível dos árbitros, o menor tempo aceitável era a placa ‘até fazer o segundo’. Falta bastidor…

Agora é aceitar a situação de ter um jogo entre as duas partidas finais do Paulistão (em que esperamos que o Palmeiras esteja) e tentar mesclar o time de modo que não arrisque passar por um vexame e também não desgaste para a grande final estadual. Hoje foi absurdamente decepcionante não ter feito o resultado, não se esperava nada menos que uma goleada sobre o fraquíssimo Vilhena, apesar do péssimo árbitro e da violência dos jogadores adversários.

Notas:

Prass – no primeiro tempo salvou a patria algumas vezes, no segundo saiu errado umas duas vezes em bolas cruzadas e quase tomou um frangaço em chute de fora – 7

Wendell – não é que ele não quer, só não tem condições – 6

Lúcio – qual era o motivo de ter uma faixa pedindo para ele devolver a bmw pro juvenal? errou muitos lançamentos mas foi seguro da defesa – 7

Marcelo Oliveira – a presepada no final poderia ter custado um vexame pra história do clube, segunda partida ruim seguida – 4

Juninho – foi o mais aplicado do time em diversos momentos, foi bem – 8

Eguren – pancadas, cabeçada torta, faltas desnecessárias – 4

França – foi melhor jogando mais avançado, na defesa esteve estabanado – 6

Valdívia – arredondou várias apesar do campo sofrível, apanhou mais que cachorro de rua – 7

Patrik Vieira – tentou várias jogadas de efeito, se tivesse feito o simples talvez fosse melhor – 6

Alan Kardec – apagado, tanto pela falta de chances quanto pelo pique-esconde com os zagueiros – 5

Vinícius – o gol que perdeu deveria dar cadeia – 4

Mendieta – entrou muito mal, errou várias jogadas simples – 4

Bruno César – reclamou veladamente do banco, fez o certo para sair dessa condição, jogou pouco tempo mas foi dele a assistência para o gol – 8

Leandro – entrou, teve uma chance, guardou, adeus Vinícius – 8

Melhores Momentos:

FICHA TÉCNICA
VILHENA 0 X 1 PALMEIRAS

Local: Portal da Amazônia,Vilhena (RO)
Data/Hora: 12 de março de 2014, às 19h30
Árbitro: Paulo Vollkopf (MS)
Assistentes: Lincoln Taques (MT) e Gislan Antonio da Silva (MT)
Público/renda: Não divulgados

GOL: Leandro (42′/2ºT)
Cartões amarelos: Valdivia (41′/ 1ºT), Alex Barcellos (46′/ 1ºT), Carlinhos (6′/2ºT), Willian (32′/2ºT), Junior (40′/2ºT), Marcelo Oliveira (40′/2ºT), Edinilsinho (47’2ºT), Marcos Cucaú (37′/2ºT)

VILHENA-RO: Dalton, Portela, Junior, Marinho, Thiaguinho, Alex, Willian (Wertinho, aos 44′/2ºT), Carlinhos, Edilsinho (Rocha, aos 48′/2ºT), Cucaú e João Leandro (Roalace, aos 26’2ºT). Técnico: Marcos Birigui

PALMEIRAS: Fernando Prass, Wendel, Lucio, Marcelo Oliveira, Juninho, Eguren (Bruno César, aos 34′/2ºT), França, Valdivia, Patrick Vieira (Leandro, aos 19′/1ºT), Vinicius (Mendieta, aos 19′/2ºT) e Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina

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Redenção

Redenção

E foi como o IPE previu: jogo sem muitos lances de grande destaque porém com o Palmeiras cumprindo seu papel. O time recheado de reservas foi capaz de construir o resultado sem dificuldade, apesar de ter passado boa parte do jogo empatado em 1×1. Alguns jogadores aproveitaram a oportunidade para mostrar que podem ser úteis ao longo da temporada, o que mais aproveitou a chance por assim dizer foi William Matheus, fazendo gol, ajudando fora de posição e principalmente não repetindo nenhuma das burradas feitas na derrota para o Botafogo. Quem pisou na bola dessa vez foi Eguren com pelo menos 5 erros graves na primeira etapa, não a toa nem retornou para o segundo tempo. A torcida deu um show a parte, quase 17 mil presentes, o interior é sempre muito acolhedor, é a força da torcida do Palmeiras fora da capital.

Gilson Kleina mandou um time com formação diferente do habitual, colocando dois volantes na proteção à defesa e sem atacante fixo, Patrik Vieira e Vinícius caiam pelas pontas e Bruno César jogava a frente de Mendieta no meio campo, por vezes sendo um atacante, posição essa em que não rendeu praticamente nada.

No comecinho do jogo o time estava um tanto quanto perdido, fosse pelo desentrosamento, fosse pelo gramado, não saia quase nada de bom. Superando as dificuldades Mendieta lançou William Matheus que bateu de primeira para guardar aos 20′. Belo gol e alívio na pressão sobre o lateral reserva. Eguren ia destoando do restante do time e errava sistematicamente em saídas de bola, numa dessas caiu pedindo falta não assinalada pelo árbitro, o Paulista chegou até a área alviverde e Marcelo Oliveira cometeu penalti convertido por David.

No retorno do intervalo Gilson Kleina sacou Eguren promovendo a entrada de Miguel, é difícil imaginar algum palmeirense que tenha comemorado a escolha, no entanto seria Miguel a desempatar o jogo. Antes do placar ser alterado o Paulista teve um jogador expulso, a partir daí se esperava que o jogo ficasse mais fácil, só não imaginava-se que Marcelo Oliveira também seria expulso menos de 5 minutos depois. Com os dois times com 1 a menos brilhou a estrela de Vinishow, o atacante fez grande jogada individual e cruzou para Miguel completar para o gol vazio, um belo gol que desanimou a turma de Jundiaí. O Verdão desperdiçou duas grandes chances com França isolando a bola mesmo estando dentro da grande área. Ainda houve tempo para Patrik Vieira deixar o seu (que fez muitos lembrarem deste gol aqui) e comemorar a la Cristiano Ronaldo, vamos com calma né… Mendieta ainda tentou encobrir o goleiro em lance que seria um belíssimo gol, mas a bola acabou indo para fora. 3×1 no placar e uma boa sensação de que o elenco se não é dos mais fantásticos, não tem graves deficiências.

As participações de Bruno Oliveira e Victor Luís, além de ver quem realmente é (ou pode ser) William Matheus, e o gol de Miguel (o primeiro dele como profissional pelo Palmeiras), foram importantes tanto para poupar os titulares para a estréia da Copa do Brasil, quanto para fazer o elenco se sentir útil e importante. O adversário já era galo morto, o que em absoluto não desqualifica a boa vitória alviverde, era importante vencer e colocar a moral de quem entrou em campo pra cima. Mérito de Gilson Kleina, o treinador tem o time na mão.

Notas:

Fernando Prass – não teve muito trabalho, quase pegou o penalti – 9
Bruno Oliveira – um tanto quanto tímido, podia ter apoiado mais o ataque – 7
Marcelo Oliveira – cometeu o penalti e foi expulso, péssima noite – 2
Tiago Alves – o adversário não exigiu muito, mas foi seguro – 8
William Matheus – fez gol, jogou de zagueiro, não vacilou – 9
Eguren – errou tudo, deve ter invertido as chuteiras na hora de trocar o meião – 2
França – teve dificuldades em sair jogando e perdeu duas boas chances de gol – 4
Mendieta – assistência para o primeiro gol e bons lances no restante do jogo – 8
Bruno César – pesado, se movimentou pouco e criou menos ainda – 6
Patrik Vieira – Não acertou muita coisa além do gol – 7
Vinícius – voluntarioso, nem sempre consegue executar o que tenta, bem no lance do 2º gol – 8

Victor Luís – tranquilo, não atacou muito e foi firme na defesa – 7
Mazinho – participou do 3º gol e tocou bem a bola – 7
Miguel – errou alguns pivôs, brigou com os zagueiros e guardou um – 7

Melhores Momentos:

FICHA TÉCNICA
PAULISTA 1 X 3 PALMEIRAS

Local: estádio Teixeirão, em São José do Rio Preto (SP)
Data/Horário: 9 de março de 2014, sábado, às 18h30
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Assistentes: Fabrício Porfírio de Moura e Luis Alexandre Nilsen

Público/renda: Não disponíveis.
Cartões amarelos: David Batista (PAU); França, Miguel e Eguren (PAL)
Cartões vermelhos: Victor Hugo (7′/2ºT) e Marcelo Oliveira (11/2ºT)

GOLS: William Matheus, 20/1ºT (0-1); David Batista, 25′/1ºT (1-1); Miguel, 22′/2ºT (1-2); Patrick Vieira, 42′/2ºT (1-3)

PAULISTA: Ian, Crystian, Leandro, Malcon, Victor Hugo, Sodó, Ewerton Pereira, Gabriel Leite, Diego Rosa (Marcos Pit – 14′/2ºT), David Batista, Erik Mamadeira. Técnico: Beto Calvalcante.

PALMEIRAS: Fernando Prass Bruno Oliveira, Marcelo Oliveira, Tiago Alves, William Matheus; França, Eguren (Miguel – intervalo), Mendieta, Bruno César (Victo Luís – 18′/2ºT); Patrick Vieira e Vinicius (Mazinho – 31/2ºT). Técnico: Gilson Kleina.

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Ganhou o jogo

Ganhou o jogo

O Palmeiras recebeu a Portuguesa no Pacaembu para um clássico, afinal são 260 jogos contra os lusos. E como manda a tradição, vencemos. O placar magro sugere alguma dificuldade que realmente houve, mas as chances desperdiçadas pelo Verdão, especialmente no primeiro tempo, poderiam ter dado outros números finais ao jogo. Mais uma vez sem poder contar com vários atletas importantes Gilson Kleina deu um jeito de mandar o time a campo num 4-3-3 com Vinícius e Patrik Vieira caindo pelas pontas e Kardec centralizado, o atacante hoje fez uma partida nada digna de nota, mas dispõe de grande crédito.

Desde o início o Palmeiras deixou claro que pretendia mandar no jogo e alguns lances da Portuguesa a parte, foi um jogo de ataque contra defesa, com revezamento de oportunidades para Wendell, Wesley, Patrik Vieira, Vinícius, Kardec… mas nada de guardar. A Lusa assustou uma vez só no primeiro tempo em grande defesa de Prass – mais tarde veríamos que era só o começo da noite do arqueiro. Sem Valdívia a armação de jogadas passava por Mendieta e o paraguaio não estava em grande noite. Com bastante transpiração e pouca inspiração foi impossível tirar o zero do placar antes do fim da primeira etapa.

Nem bem começou a segunda etapa, falta para o Palmeiras, cobrança ensaiada entre Wesley e Juninho e o lateral encheu o pé para marcar, belo gol de falta, coisa que não acontecia desde o tento de Ayrton contra a Penapolense em 27/01/2013. Nem deu tempo para comemorar e a Portuguesa marcou depois de cobrança de falta, o juizão anulou corretamente para desespero de Argel. O time do Canindé melhorou, muito em função de uma sonolência alviverde, e daí em diante Fernando Prass fez a diferença. Aos 21′ defendeu com a ponta dos dedos uma fuzilada que ainda bateu no travessão antes de ser afastada, depois buscou no cantinho ótima cabeçada do atacante adversário, sem pausa nem pra respirar desviou pra escanteio e na sequência evitou o gol na cobrança. Bruno César e Rodolfo (finalmente) foram a campo e o ataque apareceu um pouco, o meia criou boas oportunidades em curto espaço de tempo e o jovem atacante demonstrou que pode ser útil se tiver mais tempo em campo.

Valeu pela vitória, valeu pela classificação antecipada para a fase de mata-mata. Gilson Kleina tem o grupo na mão e isso é inquestionável, o treinador vem conseguindo arrancar algumas vitórias apesar dos desfalques e tem achado algumas boas alternativas, na falta de Valdívia e em dia ruim de Kardec outros deram um jeito de fazer o time vencer, agora mais que nunca é hora de ver do que o Palmeiras 2014 realmente será capaz, os outros times chegarão mais nivelados para as quartas-de-final e vai ser preciso se sobressair.

Notas:

Fernando Prass – inquestionável – 10
Wendell – apoiou bastante no primeiro tempo e não deixou buracos na defesa – 7
Marcelo Oliveira – um vacilo aqui, outro ali, vai melhor na volância – 7
Lúcio – suspenso para o próximo jogo, esteve bem apesar das falhas do sistema defensivo – 7
Juninho – nada muito além do gol, ainda assim muito melhor que seu reserva – 8
Eguren – lento, estabanado, mandou uma falta à la Pierre e tomou seu amarelinho de lei – 6
Wesley – faltou um pouco de seriedade para fazer o segundo gol, resolvam logo seu contrato – 7
Mendieta – perdido em campo, não vai ser ele o substituto de Valdívia… – 5
Patrick Vieira – já não joga regularmente há tempos, ainda assim é muito melhor que o próximo da lista – 7
Vinícius – fora o ‘drible de cabeça’ e a tentativa errada de encobrir o goleiro, nulo – 5
Kardec – hoje não era noite dele, lento, atrapalhado com a bola, não levou perigo – 5

Bruno César – em poucos minutos criou boas chances e mostrou muita técnica, precisa se estabelecer logo – 7
Rodolfo – boa estréia, não podemos esperar que seja solução pra nada, mas vai ser boa opção – 7
França – entrou pra diminuir a pressão sobre a defesa, deu certo – 7

Melhores Momentos:

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 1 X 0 PORTUGUESA

Local: Estádio do Pacaembu (SP)
Data/Hora: 4/03/2014, às 19h30h
Árbitro: Vinicius Furlan
Assistentes: Carlos Augusto Nogueira Junior e Leonardo Schiavo Pedalini

Público/renda: não disponíveis
Cartões amarelos: Lúcio, Juninho e Eguren (PAL); Renan, Willian Magrão e Henrique (POR)
Cartões vermelhos: nenhum

GOL: Juninho, 3′/2ºT (1-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Marcelo Oliveira e Juninho; Eguren, Wesley, Mendieta (França – 34′/2ºT) e Patrick Vieira (Rodolfo – 25′/2ºT); Vinicius (Bruno César – 19′/2ºT) e Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina.

PORTUGUESA: Gledson; Régis, Diego Augusto, Wagner e Bryan; Diego Silva (Coutinho – 14′/2ºT), Renan, Willian Magrão (Laércio – 34′/2ºT) e Rondinelly (Gabriel Xavier – 18′/2ºT); Leandro e Henrique. Técnico: Argel Fucks.

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Mais um do artilheiro

Mais um do artilheiro

Noite de reabilitação no Pacaembu. Sem sustos, o Palmeiras venceu o São Bernardo e deixou encaminhada a classificação às quartas de final.

O jogo começou com o Palmeiras trocando passes e o São Bernardo abusando das faltas na intermediária. A equipe do ABC tentava matar as jogadas e forçar o erro para sair em contra ataque, e conseguia levar algum perigo em jogadas isoladas.

A primeira boa chance veio aos 15, em bela troca de passes entre Valdivia e Marquinhos Gabriel. O camisa 40 recebeu na frente mas concluiu mal, sendo que poderia ter cruzado rasteiro para Alan Kardec, que fechava pelo meio. Aos 17 outra boa trama entre o mago e Marquinhos, mas o chileno tropeçou. A resposta do Bernô veio na sequência, com Careca, para defesa de reflexo de Prass.

O Palmeiras seguiu martelando. Alan Kardec deu uma casquinha em bola alçada para a área, mas Wilson Jr defendeu bem. No lance seguinte, o gol. Bom cruzamento de Wendel e conclusão de Alan Kardec, para desespero daqueles que torciam para que a não convocação o afetasse.

Aos 29, em bola levantada por Wesley, Lúcio apareceu na esquerda para cabecear para a defesa do goleiro. No rebote Kardec também tentou de cabeça mas a zaga afastou. Em seguida veio a tradicional pisada no freio, e o time recuou, permitindo que o São Bernardo aumentasse a presença ofensiva, mas sem levar perigo até o fim da primeira etapa.

O segundo tempo começou com o São Bernardo pressionando, mas quem marcou foi novamente o Palmeiras, aos 12. Vinícius acertou o único lance dele em todo jogo, cruzando para Valdivia que teve categoria e tranquilidade para dominar, dar uma rápida olhada e correr para o abraço. 

O segundo gol encerrou qualquer tipo de tentativa de reação do time do ABC. O bandeira ainda teve tempo de marcar um impedimento de Mendieta que só ele viu, e a equipe teve mais algumas boas chances antes do apito final.

Valdivia, que estava pendurado e não jogaria a próxima por estar convocado para um amistoso da seleção chilena, forçou o terceiro, e coroou a vitória respondendo aos repórteres tudo aquilo que eles não queriam ouvir.

A vitória alçou o Palmeiras aos 26 pontos, na liderança absoluta do grupo D, enquanto que o Bernô permanece sem marcar sequer um mísero gol até aqui na história do confronto entre as equipes.

AVALIAÇÕES

- Prass: comentar as atuações dele tem sido chover no molhado – 8,5

- Wendel: não comprometeu na defesa, errou algumas jogadas no ataque, mas compensou com cruzamento preciso no primeiro gol da equipe – 7,5

- Lúcio: cada vez mais seguro e esbanjando experiência , só precisa prestar um pouco mais de atenção nas saídas de jogo – 8

- M.Oliveira: joga simples e sem dar sustos – 8

- Juninho: depois da atuação de seu concorrente no último final de semana, não há o que reclamar – 7

- Eguren: afoito, estabanado e exagerando na “força” em alguns lances – 5,5

- Wesley: boa movimentação, alguns erros de saída de jogo, e apoio constante ao ataque – 7,5

- Valdivia: distribuiu passes, fez gol, tomou o amarelo quando era pra tomar, e deu duas invertidas nos repórteres após o jogo – 8,5

- Marquinhos Gabriel: foi ao lado de Valdivia o principal articulador da equipe no primeiro tempo – 8

- Vinícius: errou tudo, menos o cruzamento que originou o segundo gol – 7

- Kardec: meteu gol e também deu uma invertida no repórter – 8,5

- Mendieta: apareceu bem em algumas jogadas de ataque, mas na principal delas foi sacaneado pelo bandeira – 7,5

- Patrick Vieira: em seu primeiro lance na partida deu a impressão de que iria mostrar ao Vinícius como se faz, mas depois também não acertou muito mais – 7

- Tiago Alves: entrou para ganhar ritmo, fica sem nota.

MELHORES MOMENTOS

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 2 X 0 SÃO BERNARDO

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data e horário: 27 de fevereiro de 2014, quinta-feira, às 19h30
Árbitro: Aurélio Santanna Martins
Assistentes: Fausto Augusto Viana Moretti e Eduardo Vequi Marciano
Público/renda:
 234.605,00/6742 pagantes
Cartões amarelos: Valdivia (PAL); Castán (SBS)
Cartões vermelhos: Nenhum

GOLS: Alan Kardec, 24′/1ºT (1-0); Valdivia, 10’2ºT (2-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Marcelo Oliveira e Juninho; Eguren, Wesley (Tiago Alves – 43′/2ºT) e Valdivia; Marquinhos Gabriel (Mendieta 19’2ºT), Vinicius (Patrick Vieira – 31′/2ºT) e Alan KardecTécnico: Gilson Kleina.

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Já está devendo...

Já está devendo…

Demorou, mas ela veio. A primeira derrota do ano se deu num cenário totalmente atípico: 6 titulares fora, time com esquema atípico, adversário embalado em casa, carência absoluta de atacante na falta de Kardec. Não foram poucos os fatores que justificaram a derrota de ontem, é óbvio que o time poderia ter saído vitorioso, mas não foi nada espantoso perder esse jogo.

Logo no começo do primeiro tempo o Botafogo já foi pra cima da desentrosada defesa do Palmeiras, a zaga mais uma vez contou com o improviso de Marcelo Oliveira, pela esquerda o substituto de Juninho teve a proeza de nos fazer sentir a ausência do camisa 6, pela direita Wendell e Eguren formavam uma dupla um tanto quanto engessada, do meio pra frente França fazia a função de Wesley, em que não foi tão mal apesar de ser um pouco lento, e Valdívia dava seu lugar sem deixar de estar em campo para Mendieta, o chileno ocupava o espaço de Leandro e num arroubo de falta de critério lógico Miguel era o 9 (onde está o tal Rodolfo?). Colocado isso tudo ai acima podemos ir para os 3 gols do Botafogo, entremeados pelo gol do Palmeiras. No primeiro pane geral da zaga, William Matheus erra a marcação e gol. Ai vem o gol do Palmeiras de penalti, Valdívia, bateu muito bem. Na sequência William Matheus erra saída de bola, gol do Botafogo. Pouco depois William Matheus comete penalti (mão na bola) e gol do Botafogo. Já está um pouco claro quem não foi muito bem no jogo né?

Pra derradeira etapa Gilson Kleina voltou com Bruno César no lugar de Marquinhos Gabriel (apagadíssimo) e Vinishow no lugar de Miguel Bianconi, Valdívia continuava de atacante (por vezes até mesmo de centro-avante) e William Matheus continuava atormentando a própria defesa. A falta de jogadores importantes foi tão sentida que diante da impotência Palmeirense em criar chances de real perigo o Botafogo começou a tocar a bola e matar o tempo, Bruno César que chegou com toda pompa (e uns quilos a mais) não segurou a onda e acabou sendo expulso por excesso de reclamação com o árbitro, a partir daí o porco afundou de vez no brejo e foi só esperar a partida terminar.

Não é motivo para alarde, uma derrota depois de tanta invencibilidade serve (ou deve servir) para alertar os jogadores, reacender o ímpeto de vencer, não pode achar que vai vencer só porque já venceu antes. Então que sirva de lição e que na próxima partida não apareça nenhum esquentadinho, nas duas últimas foram 2 vermelhos, e o time com o retorno de peças importantes – incluso ai o camisa 6 – jogue pra valer.

Notas:

Fernando Prass – não teve culpa nos gols e quase pegou o penalti – 8

Wendell – atrapalhado com a bola, perdido na marcação, tomou um vareio – 4

Lúcio – já demonstra uma certa regularidade, não vai eliminar totalmente os erros de tempo de bola – 6

Marcelo Oliveira – cada vez mais fixo na improvisação – 5

William Matheus – conseguiu nos fazer sentir falta do Juninho, errou quase tudo que tentou – ZERO

Eguren – pesado, prendeu muito o jogo, em que pese ter sido difícil achar alguém pra quem tocar – 5

França – um dos melhores em campo, não é muito rápido mas demonstrou uma boa condução de bola – 7

Mendieta – não conseguiu encaixar jogo com Valdívia e ai não rendeu nada – 4

Valdívia – por vezes teve que ser o 9, não deu certo, mas insistiu e jogou razoavelmente bem – 7

Marquinhos Gabriel – nulo, escondido, a estréia boa foi ponto fora da curva – 4

Miguel – cadê o tal Rodolfo? – 3

Vinícius – Vinishow ficou preso na ponta esquerda qual um cão numa corrente curta – 4

Bruno César – segundo jogo e já um vermelinho na conta – ZERO

Serginho – entrou no desespero do treinador, não pôde fazer muita coisa – 4

Momentos:

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO-SP 3 x 1 PALMEIRAS

Local: Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto (SP)
Data/Horário: 23/2/2014, às 18h30
Árbitro: Robério Pereira Pires
Assistentes: Leonardo Schiavo Pedalini e Giulliano Neri Colisse
Público: 16.373 pagantes
Cartões Amarelos: Gilmak, Gilvan, Alex Silva (BOT); William Matheus, Bruno César, França (PAL)
Cartões Vermelhos:  Bruno César, aos 28′/2ºT (PAL); Alex Silva, aos 41′/2ºT (BOT)

GOLS: Mike, aos 19′/1ºT (1-0); Valdivia, aos 24′/1ºT (1-1); Camilo, aos 33′/1ºT (2-1); Marcelo Macedo, aos 38′/1ºT (3-1)

BOTAFOGO-SP: Gilvan; Daniel, Henrique Mattos, Lima e Giovanni; Gilmak (Alex Silva – 32′/2ºT), Hudson, Camilo e Wellington Bruno (Léo – 25′/2ºT); Mike e Marcelo Macedo (Leandro – 21′/2ºT). Técnico: Wagner Lopes.

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Marcelo Oliveira e William Matheus; França, Eguren, Mendieta (Serginho – 25′/2ºT) e Valdivia; Marquinhos Gabriel (Bruno César – Intervalo) e Miguel (Vinicius – Intervalo). Técnico: Gilson Kleina.

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Decidindo mais uma vez

Decidindo mais uma vez

Em um jogo onde encontrou muitas dificuldades, o Palmeiras voltou a vencer depois de dois empates e mantem-se invicto no campeonato.

O Ituano, que já havia dado uma canseira no Santos e estava invicto há cinco partidas, veio ao Pacaembu com dez jogadores atrás da bola, apostando no erro do Palmeiras e nos contra ataques. Com Josimar, França e Diogo no lugar de Wesley, Wellington e Leandro, o time ficou um pouco mais pesado e, com deficiências nas laterais, não conseguia furar o bloqueio do galo.

O primeiro chute a gol veio somente aos 11 minutos, com Diogo, e não levou perigo algum. A bola pipocava no meio campo, sem chances de lado a lado. Somente aos 37 surgiu a grande chance de gol do primeiro tempo, e não foi do Palmeiras. Lúcio errou o tempo da bola e Cristian saiu na cara do gol. O ex-meia palestrino encheu o pé, para excelente defesa de Prass. O segundo e último chute a gol do Palmeiras na primeira etapa foi de Mazinho, aos 44, e também não levou muito perigo.

Na volta para o segundo tempo, com Marquinhos Gabriel no lugar de Mazinho, o Palmeiras começou em cima do Ituano. Em 1 minuto a equipe criou mais do que em todo primeiro tempo. Kardec fez bela jogada, mas infelizmente quem saiu na cara do gol foi Juninho, que chutou em cima do goleiro. Na cobrança de escanteio que veio na sequência, a bola sobrou para Lúcio que encheu o pé, mas também em cima do guarda-meta.

O jogo seguiu bastante embolado no meio. O Palmeiras levava algum perigo em jogadas de bola parada, como na cobrança de falta de Lúcio, mas todos os chutes eram em cima do goleiro. Com o aumento da pressão verde, o Ituano encontrava mais espaços para o contra-ataque. Em um deles, Jean Carlo saiu na cara do gol e tentou a cavadinha, para nossa sorte, e Prass defendeu.

Só aos 42 veio o gol. Depois de muito martelar, Kardec aproveitou bola cruzada da esquerda e fuzilou. O primeiro chute a não ir totalmente em cima do goleiro, entrou. Depois do gol, o juiz ainda teve tempo de expulsar Kardec, em um empurra empurra no meio campo.

A equipe agora vai até Ribeirão Preto, onde enfrenta o líder do grupo B, o Botafogo. Gilson Kleina terá que mexer mais uma vez na equipe, já que “o” 14 estará suspenso.

AVALIAÇÕES

- Prass: mais uma dia comum de trabalho para ele. Defesas difíceis e muita segurança – 9

- Wendel: limitado e incapaz de respeitar essas limitações. Não dá – 4

- Lúcio: uma pixotada que poderia ter custado caro no primeiro tempo, e depois foi bem, aparecendo bem no ataque tb – 7

- M.Oliveira: multiuso – 7,5

- Juninho: forma com Mazinho um dos piores lados esquerdos em 100 anos de clube, mas só o Kleina não vê isso – 4

- França: arroz com feijão, e uma pitada de vida loca – 6

- Josimar: lento, errou alguns passes – 5

- Mendieta: mais lúcido do ataque, tentou alguns passes – 7,5

- Mazinho: até quando? – 3

- Diogo: apagado, perdeu boa chance de cavar um lugar na equipe – 6

- Kardec: cai pelas pontas, ajuda na marcação, busca jogo, faz pivô e decide partidas – 9

- Marquinhos Gabriel: ao menos a bola não queima nos pés dele – 6,5

- Bruno César: estreia tímida, precisa de sequência – 6,5

- Eguren: só entrou porque França machucou, porque se depender do Kleina… – 6

MELHORES MOMENTOS

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 1 X 0 ITUANO

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/Horário: 19/2/2014, às 22h
Árbitro: Wilson Luiz Seneme
Auxiliares: Rogério Pablos Zanardo e Gustavo Rodrigues de Oliveira
Cartões amarelos: França (PAL); Josa, Dener e Dick (ITU)
Cartões vermelhos: Dener e Jackson (ITU); Alan Kardec (PAL)
Gol: Alan Kardec, aos 42 minutos do segundo tempo

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Marcelo Oliveira e Juninho; França (Eguren – 34′/2ºT), Josimar (Bruno César – 26′/2ºT), Mazinho (Marquinhos Gabriel – intervalo) e Mendieta; Diogo e Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina

ITUANO: Vagner; Dick, Alemão, Anderson Salles e Dener; Josa, Paulinho (Gercimar – 37′/2ºT), Jackson, Cristian (Jean Carlos – 27′/2ºT) e Esquerdinha; Rafael Silva (Túlio – 42′/2ºT). Técnico: Doriva.

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