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Posts com Tag ‘Academia’

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Adeus, professor.

Faleceu ontem, em São Paulo, aos 81 anos, Mário Travaglini.

Ex-zagueiro, treinador e dirigente, Travaglini dedicou sua vida ao futebol. Começou a carreira aos 16 anos, nos juvenis do Clube Atlético Ypiranga, e fez sua estreia pelos profissionais aos 21. Como jogador, teve passagens também por Palmeiras, Nacional e Ponte Preta. Pendurou as chuteiras cedo, aos 29 anos, tendo disputado 31 partidas com a camisa alviverde entre 1955 e 1958. 

Mas foi como treinador que Travaglini deixou sua marca no futebol. Responsável por introduzir as variações táticas europeias no país e combiná-las ao talento natural dos jogadores brasileiros, Travaglini iniciou a carreira de técnico nos juvenis do Palmeiras, em 1963, e rapidamente assumiu o time principal. Como treinador do escrete palestrino, Travaglini foi comandante da Primeira Academia, conquistando os títulos Paulista de 1966, e a Taça Brasil (cujo vídeo você pode ver aqui) e o Robertão de 1967.

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O Divino e o Comandante

Permaneceu no Palmeiras até 1971, quando pegou a ponte aérea e foi treinar o Vasco. No clube carioca, além de ter sido o responsável por revelar Roberto Dinamite, levou a nau vascaína ao título Brasileiro de 1974. Em 1976 foi para o Fluminense, onde foi campeão carioca, permanecendo até o início de 1977. Entre 1978 e 1981, atuou como supervisor da seleção brasileira, auxiliando Coutinho na Copa da Argentina.

De volta da seleção, Travaglini assumiu o Corinthians, onde foi um dos técnicos da Democracia. Responsável por revelar Casagrande, conquistou o título Paulista de 1982 pelo rival. Treinou também o São Paulo, mas sem o mesmo brilho.

Voltou ao Palmeiras em 1984, onde alcançou o quarto lugar no Paulista daquele ano. Chegou a treinar o Vitória, em 1987, e rodou por algumas equipes de São Paulo até encerrar a carreira como treinador, no início da década de 90. Como dirigente, atuou como presidente do sindicato dos treinadores de São Paulo.

Seus feitos como treinador nos fizeram escolhê-lo como maior treinador paulista que tivemos. Reconhecimento justo para este grande profissional que nos comandou durante 175 partidas.

O IPE transmite os sentimentos à família de “seo” Mário, mais uma figura indelével da gloriosa história do Campeão do Século. Obrigado!

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Aqui, em sua segunda passagem como técnico

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O capítulo de hoje encerra a série de seleções que montamos de acordo com o local de nascimento de cada atleta ou ex-atleta do Verdão (e que você pode conferir clicando aqui). Esta última esquadra é composta de jogadores dos Estados ainda não contemplados. Sabemos que existe uma grande diferença cultural entre as regiões aqui abordadas, mas pedim0s a compreensão do leitor; é que não há tantos nomes de passagem relevante no clube oriundos dessas plagas. Ainda assim, extraímos o que de lá tivemos de melhor:

1. Edgar - salvo engano, este capixaba que defendeu o Verdão em 1957 e 1958, com destaque para uma vitória na Vila Belmiro por 2 a 1, é o único arqueiro de nossa história proveniente das regiões que estamos analisando.

2. Rosemiro – o lateral direito paraense foi dono da camisa 2 durante a metade final da década de 70, quando em meio a seus 300 jogos conquistou o Paulistão de 1976.

3. Nen - o zagueiro nascido na Capital Federal ficou cinco anos no Palestra. Alternou momentos de titular e reserva, mas volta e meia deixava seus gols, como na importante (para derrubá-los) vitória no Derby do segundo turno do Brasileiro de 2007.

4. Paulo Assunção - o volante matogrossense fez muito mais sucesso fora do Palmeiras do que no clube, mas ainda assim integra esta seleção. Jogará na zaga, pois as opções que haviam para esse setor não eram das mais qualificadas, incluindo Darinta, ícone dos anos de lata.

5. Souza – o volante goiano jogou pouco e ainda forçou sua saída. Mas, dada a falta de opções, aproveitaremos aqui suas boas cobranças de falta (em outros times…)

6. Carlos Henrique - o ponta esquerda capixaba dos anos 80 veio do Flamengo e joga aqui improvisado na lateral. Não brilhou, mas fez boas partidas em um tempo de raras alegrias.

7. Paulo Nunes – foi o nome que motivou essa série, que nasceu quando o redator avistou um carro de sua terra natal (Pontalina, Goiás). O Diabo Loiro foi peça importante nas conquistas do fim dos anos 90, quando desfilou uma coleção de máscaras alusivas a cada vitória do time.

8. Elson - o volante/meia paraense foi peça importante na volta do Palmeiras à primeira divisão, e mesmo com críticas da torcida conseguiu seguir carreira na Alemanha. Sinal de que pode ocupar uma vaga nesta equipe.

9. Baltazar – o goiano, conhecido como “artilheiro de Deus”, teve duas passagens no auge dos tempos de vacas magras, mas ainda assim anotou 25 tentos em sua trajetória verde.

10. Achilles – a ironia do destino fez com que o craque deste time tivesse sua carreira encerrada prematuramente por contusões justamente no calcanhar. Antes disso, porém, o meia matogrossense foi campeão paulista em 1950 e da Taça Rio em 1951, na qual não pôde jogar a decisão por ter sofrido fraturas na semifinal contra o Vasco.

11. Maurílio – por critérios exclusivamente técnicos, a vaga seria de Müller. Mas enquanto o hoje comentarista não aprender a exercer decentemente seu atual ofício, fica de fora dessa equipe. Melhor para o candango Maurílio, reserva que pegou o áureo início da era Parmalat. Sua partida histórica, claro, foi a virada sobre o São Paulo no dia da morte de Ayrton Senna. Mas já antes, na Copa do Brasil de 1993, ele fez o gol que nos classificou contra o Vitória e mui justamente teve um lugar na Seleção requisitado pela torcida verde.

Técnico: temos aqui um problema – o Palmeiras jamais teve um treinador das regiões Norte e Centro-Oeste, bem como um capixaba. Portanto, teremos que improvisar um ex-jogador que depois se tornou técnico, mas não teve passagem pelo Verdão nessa carreira. Trata-se do brasiliense Sérgio Soares, hoje no Cerezo Osaka e que pode se orgulhar de ter enfrentado o Alviverde duas vezes na Libertadores de 2005 pelo Santo André e sair sem perder.

O desfalcado banco de reservas (melhor ir com menos do que ir com quem não mereça) contaria apenas com atacantes sul-matogrossenses, no caso Alberto, Keirrison e Müller.

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O time que triunfou em 2000

A CBF anunciou esta semana a possibilidade de que a partir de 2014 a final da Copa do Brasil passe a ser realizada em jogo único, em estádio previamente determinado. A ideia não agrada muito a este redator, que não considera a Champions League o paradigma universal do futebol e pensa que os torcedores devem ter direito a acompanhar a decisão em sua própria casa; porém, é compreensível que a federação em primeiro lugar tente manter na ativa os elefantes brancos estádios construídos para a Copa do Mundo e, em segundo, dê a torcedores afastados dos centros tradicionais a chance de assistir a um jogo que de outra forma não teriam. Um teste é válido.

Se este formato vingar, o Palmeiras pode vir a disputar uma decisão em campo neutro. Não seria a primeira vez que isso aconteceria; para saber nosso retrospecto, levantamos as quatro vezes em que o Verdão fez a partida derradeira longe de sua torcida (e da do adversário). No caso, valem tanto partidas únicas como “negras” (as terceiras partidas de uma série). Não incluímos decisões apenas em ida e volta, porque o resultado da ida influencia na volta – aqui, só entra jogo em que entrávamos iguais, pro tudo ou nada.

1. Palmeiras 2 x 0 Náutico (3ª partida, 2º Campeonato Brasileiro de 1967, Maracanã) – o Palmeiras havia vencido o Náutico em Recife na ida, em 20/12 e o título parecia encaminhado; uma semana depois, porém, o Timbu surpreendeu o Verdão no Pacaembu em e conquistou a vitória. Assim, a decisão ocorreu dois dias depois no Rio de Janeiro. E dali, com gols de César e Ademir, a Taça Brasil – nosso terceiro título nacional – rumou para o Palestra Itália.

2. Estudiantes 2 x 0 Palmeiras (3ª partida, Libertadores da América de 1968, Centenario) - em La Plata, deu Estudiantes; no Pacaembu, Verdão. Na noite de 16/5, no Uruguai, não teve jeito: os argentinos marcaram com Ribaudo e Verón (sim, pai do que atua hoje) e ficaram com o primeiro de seus três títulos consecutivos.

3. Manchester United 1 x 0 Palmeiras (jogo único, Mundial Interclubes de 1999, Nacional Olímpico de Tóquio) – o Palmeiras fez uma boa partida, mas não conseguiu vazar a meta inglesa naquele 30/11. Com isso, o solitário gol de Roy Keane bastou para o campeão europeu derrotar o dono da América.

4. Palmeiras 2 x 1 Sport (jogo único, Copa dos Campeões de 2000, Rei Pelé) – a final em Maceió surpreendeu a todos, que acreditavam em um Flamengo x São Paulo. O brioso Leão e o renovado Palmeiras de Murtosa, no entanto, fizeram a decisão do inédito torneio. Com gols de Asprilla e Alberto, o Verdão levou a vaga na Libertadores do ano seguinte e corroborou a fama de ser o único time do país a ter conquistado todos os torneios nacionais já criados.

Em resumo, são apenas quatro jogos. Saímos derrotados nas partidas internacionais, mas triunfamos em território nacional; como estamos falando de uma possibilidade aventada para a Copa do Brasil, já vimos que o Palmeiras saiu no lucro nestes casos. Se uma delas foi contra o Náutico e outra com o Sport, seria possível celebrarmos nosso centenário vencendo o Santa Cruz na decisão?

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Uma grande equipe começa…

Chegou a hora de montar uma seleção trilegal. Seria possível montar uma apenas com gaúchos, mas os reforços paranaenses e catarinenses permitem montar uma forte seleção sulista, que você confere agora:

1. Valdir de Moraes - o maior arqueiro verde nascido fora de São Paulo, e um profissional corretíssimo que dedicou grande parte de sua vida ao Palmeiras, mesmo sendo natural do Rio Grande do Sul.

2. Dida – na ausência de laterais-direitos, improvisamos o canhoto paranaense Dida, que era um bom jogador mas que pegou a fase final do jejum; perdeu o lugar no time para Roberto Carlos, e daí não houve como se manter no Verdão.

3. Agnaldo - o zagueiro catarinense era reserva, mas geralmente fazia sua parte quando solicitado. Foi assim que ultrapassou 100 jogos pelo clube, conquistando tudo o que o Palmeiras levantou no fim dos anos 90.

4. Juvenal - titular da seleção vice-campeã da Copa de 1950, o beque gaúcho chegou ao Palestra no ano seguinte e, assim como Jair Rosa Pinto, conseguiu a redenção ao conquistar a Taça Rio no mesmo Maracanã.

5. Dula– a marcação deste time fica a cargo do médio paranaense dos anos 30, que participou de três títulos paulistas e ainda por cima estava em campo nos históricos 8 a 0 sobre o Corinthians.

6. Zeca - lateral gaúcho que atravessou os anos 70 como titular da Segunda Academia, chegando a quase 400 jogos.

7. Toninho – o atacante barriga-verde dos anos 70 conquistou lugar por ter tido uma boa média de gols enquanto esteve no Palestra.

8. Tupanzinho - grande avante da Primeira Academia, mas nessa seleção um pouco mais recuado, foi peça essencial nas inúmeras conquistas dos anos 60.

9. Gaúcho – em todas as seleções, essa é a escolha mais pessoal do redator, que se lembra vagamente de Mirandinha, nunca foi grande fã de Careca Bianchesi e já era um aborrescente quando Evair brilhou. Gaúcho o primeiro em quem eu depositava as esperanças de finalmente ver o Verdão vencer algo. Mas uma andorinha só não podia fazer verão…

10. Alex – o paranaense foi importantíssimo na conquista da Libertadores, e ainda hoje é sonho de consumo de grande parte da torcida. Ocupa o posto com justiça

11. Chinesinho – o antecessor de Tupãzinho também era gaúcho e craque. Jogou no fim dos anos 50 e começo dos anos 60; sua venda para a Itália recheou os cofres do clube e foi importante na montagem do forte elenco da Academia.

Técnico: o Sul deu ao Palmeiras os dois técnicos que mais o comandaram até hoje. Felipão (o dos anos 90) poderia tranquilamente ser o comandante desta equipe, mas não tem jeito: o posto é de Oswaldo Brandão, de cinco passagens, 580 jogos e incontáveis taças entre os anos 40 e 70.

O banco de reservas contaria com o goleiro Nivaldo, os zagueiros Márcio Alcântara e Henrique, o volante Ivo, o meia-esquerda Ênio Andrade, o meia-direita Jean Carlo e o atacante Escurinho.

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Hoje, o 11 fica com a 10

Oxente, o blog pede desculpas pela ausência prolongada, mas volta arretado. Após trazermos uma seleção de ex-palmeirenses nascidos no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Minas Gerais, chegou a vez de lembrarmos daqueles que vieram do Nordeste para brilhar no Verdão. Como vocês vão conferir, trata-se de um baita time:

1. Bernardino - o baiano conquistou o Paulista de 1976 na reserva de Leão. De acordo com nossos registros, trata-se do único goleiro nordestino a ter passado pelo Verdão; quase um feito, já que essa posição o clube nas últimas décadas quase sempre formou em casa.

2. Mazinho – o volante paraibano não está nem tão improvisado assim, já que foi com a camisa 2 que ele esteve em campo no fim do jejum (quando, apareceu até pela esquerda para servir Evair no segundo gol daquela tarde). Depois, numa atuação soberba os 6 a 1 contra o Boca Juniors, garantiu sua vaga para a conquista da Copa do Mundo de 1994. Curiosamente, é o único titular desta esquadra que não nasceu na Bahia ou em Pernambuco.

3. Luís Pereira - um dos maiores beques de nossa história, veio do São Bento mas é baiano. É nome indiscutível nessa relação.

4. Júnior Baiano - sua passagem foi breve, mas marcada por vários gols e dois títulos internacionais. Dava bons sustos na torcida, mas com Luís Chevrolet a seu lado não há tanto o que temer.

5. Zequinha – mais de 400 jogos, 40 gols (é o volante que mais marcou pelo Verdão), campeão mundial de 1962 e multivitorioso pelo Verdão. O pernambucano conquistou facilmente lugar nessa lista.

6. Júnior - para o autor deste texto, o lateral-esquerdo baiano foi melhor que Roberto Carlos. Isso basta?

7. Gildo – ponta-esquerda e ponta-direita, deteve por muito tempo o recorde de gol mais rápido da história. Mas o pernambucano não entra na relação só por isso: seus quase 250 jogos durante a marcante década de 60 justificam a escolha.

8. Lino - por questão de talento e armação ofensiva, o lugar poderia ser de Edílson, mas seu relacionamento com a torcida palmeirense após sua passagem pelo arquirrival não permite escalá-lo. Melhor para outro baiano, o volante e eventualmente meia que foi um dos bons nomes em meio à draga dos anos 80, mas que como tantos outros saiu sem nenhuma faixa no peito sequer.

9. Oseás – o redator relutou demais em não escalar Vavá, um craque indiscutível (que podia até tomar a 8 de Lino, mas a equipe ficaria bem desequilibrada). No fim, a decisão foi de escalar o atacante baiano que, se não era talentoso como o Peito de Aço,  fez sua parte ao marcar gols decisivos em dois títulos inéditos: a Copa do Brasil e a Libertadores (que, afinal, só jogamos por causa do título da CB). Fazer o certo estando no local certo na hora certa justifica plenamente sua escalação.

10. Rivaldo – na opinião deste que vos escreve, o pernambucano foi simplesmente o maior jogador do Palmeiras pós-Academia. No clube, jogou com a 11, mas aqui recebe a 10 da qual seria o mais digno herdeiro de Ademir, e com a qual foi o maestro do título mundial de 2002.

11. Rinaldo – grande ponta-esquerda pernambucano dos anos 60, conquistou muitas taças com a primeira Academia e com isso seu espaço nesta relação.

Técnico: em toda sua história, o Palmeiras só teve um comandante nordestino – e ainda assim interino. Com apenas duas partidas chefiando o Alviverde, o ex-zagueiro pernambucano dos anos 60 Minuca assume o posto. Menos mal que nestas duas partidas ele teve 100% de aproveitamento, conseguindo até mesmo algo em que Carbone depois falharia: derrotar a Inter de Limeira no Paulista de 1986 (no caso, no primeiro turno: 3 a 1 no Palestra).

O banco de reservas contaria com o próprio Minuca, o lateral direito Gil Baiano, o volante baiano Pierre, o meia Edílson (é…), os atacantes Vavá (pernambucano) e Mirandinha (cearense) e o ponta-direita baiano Copeu.

O Nordeste unido em um só time

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Uma seleção mineira

A 9 tem dono e ninguém tasca

Essa semana a série continua, uai. Desta vez, trazemos aqui a nata do que Minas Gerais deu ao Palmeiras. Já não há tanta fartura de atletas como no caso das seleções carioca e paulista, e por isso desta vez a equipe adota o 3-5-2, mas ainda assim é um time respeitável.

Duvida? Confira então:

1. Chicão – o bom goleiro, que perderia seu lugar na equipe para o jovem Emerson Leão, levantou o Robertão de 1969.

2. Eurico – o lateral que sucedeu a Djalma Santos não decepcionou: foi dono da posição por sete anos, conquistando em seus mais de 450 jogos vários títulos com a Segunda Academia

3. Roque Júnior - o zagueiro chegou discretamente ao Palestra (tanto que começou sendo chamado de Júnior II) mas rapidamente se impôs. Conquistou a América em 1999 e o mundo em 2002

4. Cléber - outro grande (literalmente) representante dos anos 90, período fértil no Verdão. Clebão não esteve no fim do jejum, mas participou de todo o resto daqueles anos dourados contribuindo muitas vezes até no ataque.

5. Caieira – um dos grandes zagueiros da história do Palestra Itália mineiro, também teve boa passagem pelo xará paulista, e forma o trio de defensores com os colegas mais jovens

6. Pipi – o atleta de ótima passagem no começo dos anos 40 na verdade era ponta-esquerda, porém aqui fica deslocado para ocupar a ala.

7. Ronaldo – o atacante conquistou dois brasileiros, dois paulistas e ainda pôs água no chope corintiano ao marcar o gol que nos deu o Estadual de 1974 e os manteve na fila por mais três anos.

8. Mexicano – considerado um dos maiores jogadores da história do Atlético Mineiro, foi campeão paulista de 1950 em sua passagem pelo Palmeiras.

9. Evair – o maior atacante pós-Academia é ídolo de toda uma geração de palmeirenses, este que vos escreve incluído. Dificilmente haveria escolha mais fácil.

10. Zezé Procópio – o médio era bom marcador mas também sabia conduzir o time ao ataque. Disputou a Copa de 1938 e fez mais de 100 jogos pelo Verdão.

11. Éder – o atacante fica aqui um pouco mais recuado, mas com liberdade para avançar e desferir seus petardos. Outro que também tem no currículo um gol marcante contra o arquirrival, na semifinal do Paulista de 1986.

Técnico: foram poucos os treinadores mineiros no Verdão, e nenhum deles levantou taça. Assim, escolhemos Telê Santana, que chegou perto disso ao eliminar o Flamengo no Maracanã em 1979. Se o título nacional não veio, ao menos o reconhecimento ele conseguiu, sendo em seguida convidado para conduzir a seleção nacional.

O banco de reservas conta com Procópio, Thiago Heleno, Fernando Henrique, Alex Mineiro, Caxambu, Dario e Euller.

O templo do futebol mineiro recebeu um Palmeiras de amarelo

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Uma seleção paulista

A dupla de zaga desta seleção foi imortalizada no clube

Aí, mano, se liga no time que montamos essa semana. Se a seleção carioca que trouxemos semana passada contava com nosso maior jogador, a paulista não deixa por menos, desfilando craques em todas as posições – há apenas uma curiosa carência, que veremos mais à frente.

Sem mais delongas, que paulista é tudo apressado, eis o esquadrão com os melhores atletas do Estado de São Paulo que já vestiram a camisa verde em nossa opinião:

1. Marcos – e que nos desculpem Leão e Oberdan. Taí uma posição mais do que bem servida.

2. Djalma Santos – o melhor lateral direito da Copa de 1958 (jogando apenas a final!) também foi um monstro no Verdão, aonde chegou um ano depois. Entre 1959 e 1968, foram quase 500 partidas e inúmeros títulos deste que é um mito do Palestra.

3. Junqueira – o maior zagueiro de nossa história, dono da primeira estátua conferida a um ex-atleta do clube.

4. Waldemar Fiúme - para compor com Junqueira, é justo escalarmos o dono da segunda estátua conferida a um ex-atleta do clube.

5. Dudu – Nos tempos das Academias, Dudu era o cão de guarda que permitia a Ademir e todo o ataque funcionarem tranquilamente. Mas não era apenas um brucutu desprovido de técnica, que esse não é (ou não costumava ser) o feitio da Sociedade Esportiva Palmeiras.

6. Geraldo Scotto - antes que perguntem: sim, é um pouco de pinimba com Roberto Carlos, mas nem por isso deixa de ser um craque.

7. Julinho – artilheiro duas vezes do Paulistão, tem uma das maiores médias de gols da história do clube (0,93 gol/jogo), jogou a Copa de 1954

8. Romeu - o meia que hoje é imediatamente associado aos quatro gols que fez na maior vitória da história do Derby não ficou somente nisso. Disputou a Copa de 1938 e participou de todas as temporadas de nosso tricampeonato paulista.

9. Heitor – o maior artilheiro de nossa história, com 327 gols em 358 jogos (média de 0,91 gol/jogo).

10. Lima – a posição era delicada. Quem seria o, digamos, Ademir paulista? Para essa função, escalamos o “Garoto de Ouro”, que em dezesseis anos de clube disputou mais de 450 partidas e marcou 149 gols (apenas quatro a menos que o Divino), conquistando entre inúmeros troféus a Taça Rio. Creio que é uma escolha sensata.

11. Rodrigues – possivelmente o maior ponta-esquerda de nossa história, foi vice na Copa de 1950 mas conquistou o planeta um ano depois como titular da esquadra verde.

Técnico: curiosamente, o brilho que os paulistas tiveram dentro de campo não se refletiu tanto à beira do gramado: os mais vitoriosos técnicos do clube vieram de fora. Pensamos em escalar Amílcar Barbuy, bicampeão paulista em 1926/27, que chegou até a dirigir a Lazio. Mas no fim a escolha recai sobre Mario Travaglini, que levantou o Paulista de 1966, a Taça Brasil em 1967 e que era visto como homem de confiança no Palmeiras, tanto que o dirigiu em outras três oportunidades depois de sair em 1968.

No banco de reservas, mais craques: Oberdan (desculpa de novo, Leão), Cafu, Valdemar Carabina, César Sampaio, Leivinha, Servílio, Imparato, Nei, Mazzola e, claro, Fedato.

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Jorginho veio do Marília

Por Nivaldo Nocelli*

Pego carona na ideia das seleções do IPE para demonstrar o meu desconsolo com o atual Campeonato Paulista, cujos times perderam a identificação com as cidades e, pior, não revelam mais ninguém. É suficiente lembrar que a última promessa interiorana a chegar ao Palmeiras foi Tinga, da Ponte.

Basta ver, abaixo, a lista de revelações que o Palmeiras trouxe diretamente de clubes interioranos no tempo em que, mal terminava o Paulista, os clubes (não os empresários) saiam no tapa para firmar contrato com os jovens jogadores que se destacavam na vitrine do interior.

Era o tempo em que os diretores de futebol dos grandes de São Paulo (e do Rio) tinham que demonstrar astúcia e disponibilidade financeira para as contratações. Com essa demanda, os clubes do interior tinham fôlego financeiro para prosseguir no garimpo de novos valores, fortes na missão de ser o “celeiro de craques”. Até que surgiu a Lei Pelé…

Salvo algum previsível engano, relacionei apenas os jogadores adquiridos diretamente de clubes do interior. Por isso, um craque como Evair (revelado no Guarani, mas trazido da Atalanta) não está nesse elenco.

Negritei os titulares e, por birra, deixei Roberto Carlos no banco, reserva do Ferrari. Havia um ponta-direita que veio do São Bento, Copeu, uma espécie de Luan dos anos 60, que não entrou nessa lista, pois me contive e resolvi estabelecer certo nível técnico para os jogadores de linha.

Ah, também tenho uma especial admiração pelo rompedor Ademar Pantera que forma um ataque demolidor junto com Romeu (que, garanto aos leitores, não vi jogar, assim como Américo e Mazzola, mas estão escalados com base nos informes históricos). De resto, ótimos suplentes. A única posição em que há um titular que nada de braçada é a do gol: nenhum foi do nível do Leão.

- Leão (Comercial) /  Donah (XV Piracicaba) / Chicão (São Bento) / Neuri (América) / Rosan (Ferroviária)

- Eurico (Botafogo) / Gil Baiano (Bragantino) / Benazzi (Comercial)

- Luiz Pereira (São Bento) / Baldochi (Botafogo)

- Roque Jr (São José) / Polozzi (Ponte)

- Ferrari (Guarani) / R.Carlos (União SJ)

Dudu (Ferroviária) / Flávio Conceição (Rio Branco) / Jair Gonçalves (Comercial) / Pires (América) / Dorival Júnior (São José)

- Djalminha (Guarani) / Américo Murolo (Linense) / Suingue (Prudentina)

- Jorginho (Marília) / Carlos Alberto Borges (Comercial)

- Mazzola (CA Piracicabano) / Edilson (Guarani)

- Romeu Pellicciari (São João de Jundiaí) / Careca (Guarani) / Luisão (Guarani)

- Ademar Pantera (Prudentina) / Nei (Ferroviária) / Pio (Ferroviária) / Baroninho (Noroeste)

Infelizmente, hoje não se pode esperar nada parecido com o que já tivemos antes.

*Nivaldo é Palmeirense e exigente (quase um pleonasmo, admitimos), pois cresceu vendo Ademir da Guia jogar.

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Há exatos 70 anos nascia Ele, que foi o domingo (e todos os outros dias da semana) dos Palmeirenses por 17 anos. O filho do ‘Seo’ Domingos completa 70 anos, e registramos aqui nosso parabéns e muito obrigado!

Formado na base do Bangu-RJ, o Divino chegou ‘em casa’ em 1961. Dono de uma técnica sobrenatural e estilo de jogo refinad0 – por diversas vezes chamado injustamente de lento – Ele colocou a 10 e nunca mais tirou. Essa que é a camisa D’Ele, até hoje está emprestada nas costas de outros jogadores. Nada que se diga aqui traduzirá a importância desse Senhor de feição calma, fala mansa e futebol ARREBATADOR para a Sociedade Esportiva Palmeiras. Foram nada menos que 901 jogos (recorde absoluto do clube), 153 gols, 12 títulos oficiais, sabe-se lá quantos MILHÕES de aplausos, sorrisos e encantamentos. Quem viu não esquece, quem não viu cultua sem duvidar. Ídolo máximo do clube, o Divino comandou as 1ª e 2ª Academias do Verdão.

Só mesmo alguém Divino para dar uma caneta no Rei

Com a missão ingrata de fazer frente ao Santos de Pelé, o Palmeiras do Divino não fez feio, pelo contrário. Único clube a conquistar títulos em SP durante a fase de ouro do time da Vila, os Paulistas de 63 e 66 e os dois Campeonatos Brasileiros de 1967. Comandando a meiuca, acompanhado por monstros do quilate de Dudu, Leivinha, Julinho, César Maluco e tantos outros, Ele não se intimidou pelo talento do outro camisa 10 e protagonizou duelos épicos, partidas inesquecíveis, campeonatos inacreditáveis.

Primando sempre pela qualidade, aos passos largos e passes precisos, Ele brilhou nos campos Brasileiros e também internacionais, sob sua batuta o Palmeiras conquistou 3 Ramón de Carranza e um Troféu Mar del Plata, 5 Campeonatos Brasileiros (recordista do clube), outros 5 Paulistas e 1 Rio-São Paulo. Apesar desse portfólio teve pouquíssimas chances na Seleção Brasileira, uma injustiça sem tamanho, um desperdício da parte da CBD. Um baita Azar… DELES!

As histórias a respeito D’Ele são infinitas, cada um de nós conhece algumas, sejam presenciais ou contadas por nossos Pais, Avós, Tios, amigos. Esse craque formou grande, ENORME parte da torcida Palmeirense. Não seria preciso sequer citar seu nome em lugar algum, sua alcunha e suas características o identificam tão bem ou até melhor que o nome próprio. Em algum lugar do tempo O Divino e a Sociedade Esportiva Palmeiras tiveram o privilégio e a felicidade de se juntarem, um é responsável pela grandeza do outro de alguma forma, ninguém teria sido melhor camisa 10 desse clube que Ademir da Guia. Obrigado Divino. Feliz Aniversário.

“Sem Ademir da Guia o Palmeiras é menos Palmeiras” - Treinador Rubens Minelli ainda nos anos 60.

“Ele está jogando demais. É para o Palmeiras o que o Pelé é para o Santos. Quem ganhou do Fluminense não foi o Palmeiras, foi o Ademir da Guia”. - Zagallo, em 1971, sobre a derrota do Fluminense para o Palmeiras na Copa Libertadores da América.

“A gente brincava de ‘bobinho’ nos treinos e tentava fazer o Ademir ir para o meio. Todo mundo tocava para ele com efeito, mas não tinha jeito. Do jeito que a bola viesse ele dominava. Eu não me lembro de uma única vez em que o Ademir tenha ido para o meio da roda.” - Leivinha, ex-jogador do Palmeiras.

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O melhor em campo

Com uma facilidade que não se via há tempos, o Palmeiras não tomou conhecimento do Botafogo e volta à capital trazendo os 3 pontos e a moral lá em cima. A vitória recolou a equipe na vice-liderança, a um ponto deles.

A partida começou bastante movimentada e o Palmeiras não demorou a se impor em campo. Na primeira grande chance do jogo Maikon Leite se enroscou com o zagueiro, caiu, pediu penalti, o árbitro mandou seguir e ele meteu um balaço defendido por Juninho. Alguns minutos depois, Maikon Leite novamente teve a chance de abrir o placar, aproveitando um rebote em chute de Assunção, mas que Juninho novamente salvou.

Barcos também teve suas chances. A primeira, após receber bom passe de M. Araújo, se livrar de dois zagueiros e chutar de canhota. Mais uma vez para a defesa de Juninho. A segunda em boa jogada de Maikon Leite que deixou Barcos na cara de Juninho. O matador driblou o goleiro, mas acabou sendo desarmado na sequência.

Quando parecia que o Palmeiras caminhava para fazer o nome do goleiro adversário, abriu-se a porteira. Em cobrança de falta, Valdivia tentou desviar, mas quem desviou foi o zagueiro ribeiro-pretano – 1×0.

O gol tornou o jogo ainda mais fácil. O Botafogo, precisando do resultado, passou a se expor mais, e ao Palmeiras coube apenas continuar a explorar a velocidade de Maikon Leite.

Foi então que apareceu no jogo Juninho. O nosso. E com um belo lançamento deixou Maikon Leite na cara do gol para fazer o segundo e sacramentar o placar do primeiro tempo.

Na segunda etapa, o panorama se manteve o mesmo. O Palmeiras pressionava e o terceiro gol, que parecia questão de tempo, veio com extrema categoria. Márcio Araújo arrancou do meio-campo, conduziu a bola em velocidade até quase a entrada da área e descolou passe para penetração de Juninho. O lateral foi inteligente e tocou para trás, em Valdivia, que dominou, cortou o zagueiro e passou para Barcos completar. Gol de futebol de salão.

O Botafogo então achou seu primeiro gol. Cruzamento tipo balão pelo lado esquerdo. Deola olhou, olhou, hesitou, e o veterano Alessandro cabeceou para o fundo das redes. Durante alguns minutos parecia que a equipe se acomodaria em campo, mas não foi o que aconteceu.

Daniel Carvalho, que entrara aos 21 minutos no lugar de Assunção (esse Felipão é um retranqueiro mesmo!), cobrou falta na medida para a cabeçada certeira de Ricardo Bueno, que entrara no lugar de Valdivia – 4×1.

O Botafogo ainda fez mais um, talvez na única jogada em que o time realmente falhou durante toda a partida. Artur acabou marcando contra após cruzamento rasteiro da direita.

Mas o Palmeiras queria mais, e não podia faltar o gol do melhor jogador em campo. Após boa jogada de D.Carvalho, Juninho aproveitou o rebote e fez o quinto. Não satisfeito, Juninho ainda sofreu o penalti que daria números finais à goleada. El Pirata cobrou com frieza e firmeza – 6×2.

Mais do que a vitória, a atuação do time e a maneira como os reservas têm se comportado mostram que a equipe incorporou o espírito dos times clássicos de Felipão. Com muita disposição e obediência tática. Se a equipe ainda peca em alguns momentos pela falta de um brilho a mais, compensa na base da vontade.

Na próxima rodada do paulistão o Palmeiras recebe a Ponte no Pacaembu, mas antes tem pela frente o Coruripe-AL, pela Copa do Brasil. A vitória deixa a equipe colada em seu arqui-rival e já dá para imaginar o Derbi que vem por aí, daqui dois domingos…

- Deola: falhou no primeiro gol e há quem diga que o segundo também era evitável. Destoou do resto da equipe – 3

- Artur: não tem a mesma habilidade e velocidade de Cicinho, mas em compensação dá muito mais segurança na defesa – 6

- L.Amaro: deu uma pixotada em uma bola que, sejamos honestos, recebeu meio na fogueira, mas de resto foi bem – 6

- Henrique: uma de suas melhores partidas no ano, sem sustos – 7,5

- Juninho: Participou diretamente de 2 gols e ainda deixou o dele. Melhor em campo – 9

- Araújo: boas arrancadas pelo meio. Além de proteger a zaga, também ajudou na construção das jogadas ofensivas – 7,5

- Assunção: discreto, participou do primeiro gol – 5,5

- João Vitor: boa movimentação. Sofreu penalti ignorado pelo fraquíssimo árbitro – 6,5

- Valdivia: ainda parece um pouco fora de ritmo mas claramente faz a diferença quando está a fim de jogo – 7

- Maikon Leite: soube explorar bem sua principal característica, deu trabalho à zaga adversária e deixou o dele – 7

- Barcos: quase fez dois golaços mas acabou anotando mesmo em gols de atacante oportunista – 8

- Daniel Carvalho: deu uma assistência e fez a jogada que originou o gol de Juninho – 7,5

- Patrik: entrou no lugar do Assunção e pouco apareceu – 6

- Ricardo Bueno: 15 segundos depois de entrar deu seu primeiro e último toque na bola na partida e mostrou ao menos ter estrela. Fez o que se espera de um atacante – 7

- Felipão: não encheu o time de volantes e o resultado foi a goleada. Equipe parece ter incorporado o padrão de jogo do gaúcho – 7

*Durante a semana passada noticiou-se a visita de César Sampaio à FPF para apresentar uma queixa formal à qualidade das arbitragens deste campeonato. Vendo a atuação do árbitro na partida de ontem, vê-se que a reclamação não surtiu efeito. O problema não é má intenção, mas sim ruindade mesmo. O nível da arbitragem nesse campeonato está sofrível.

FICHA TÉCNICA:
BOTAFOGO-SP 2 X 6 PALMEIRAS

Estádio: Santa Cruz, em Ribeirão Preto (SP)
Data/hora: 11/3/2012 – 16h
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araújo
Auxiliares: Alexandre Basilio Vasconcellos e Rodrigo Soares Aragão

Cartões amarelos: Murilo Ceará, Marquinhos e Alessandro (BOT); Maikon Leite (PAL)
Cartão vermelho: Marquinhos, aos 14′/2ºT e Juninho, aos 48′/2ºT (BOT)
GOLS: Marquinhos, contra, aos 23′/1ºT (0-1); Maikon Leite, aos 36′/1ºT (0-2); Barcos, aos 9′/2ºT (0-3), Alessandro, aos 32′/2ºT (1-3), Ricardo Bueno, aos 34′/2ºT (1-4), Marcos Aurélio, aos 42′/2ºT (2-4), Juninho, aos 45′/2ºT (2-5) e Barcos, aos 49′/2ºT (2-6)

BOTAFOGO-SP: Juninho; Alessandro, Marquinhos, Marco Aurélio e Murilo Ceará (Talles Cunha, intervalo), Daniel Paulista, Leandro Carvalho, Camilo (Álvaro, aos 6′/2ºT) e Alex; Caíque e Clebinho. Técnico: Vagner Benazzi.

PALMEIRAS: Deola; Artur, Leandro Amaro, Henrique e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção (Patrik, aos 28′/2ºT), João Vitor, Valdivia (Ricardo Bueno, aos 34/2ºT); Maikon Leite (Daniel Carvalho, aos 21/2ºT) e Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

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