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Posts com Tag ‘Brasileirão’

Na história

Na história

Enfim chega ao fim este atribulado ano de 2012. Só mesmo o Palmeiras para fazer uma temporada com um título nacional terminar com um sabor tão amargo, em que além de lamber nossas feridas ainda precisamos ver os adversários celebrando feitos. Nem secar deu certo.

Nestes 12 meses, o blog do IPE tentou acompanhar a temporada verde ao mesmo tempo em que trouxe histórias, causos e curiosidades. Agora aproveitamos para relembrar o que de mais marcante tivemos no ano em que o mundo não acabou – mas, olha, não teria sido tão má ideia…

Fui

Fui

Janeiro começou com uma bomba: o último bastião dos tempos de glória, o jogador mais capacitado do elenco, o ídolo que permaneceu nesse trepidante século XXI pendurou as luvas. Trouxemos um emocionante depoimento de um de seus inúmeros fãs, e mostramos como as capas dos jornais divulgaram a aposentadoria de São Marcos.

Nessa mesma época, tivemos mais uma Copinha (um torneio que podia ser melhor), em que o Palmeiras parou nas quartas-de-final ao cair contra o Atlético-PR. Um resultado normal, não dá para classificar nem como bom nem como decepcionante. Enquanto isso, o time principal entrava em campo para um amistoso internacional: na vitória contra o Ajax, o tento da vitória foi de Pedro Carmona, que não ficaria muito mais tempo no clube. Logo depois, um início claudicante no Paulista, em que estreamos Daniel Carvalho.

No aniversário da cidade, relembramos os títulos paulistanos do Verdão. E estreamos uma nova seção no blog, falando dos estádios históricos em que pisamos, como o Maracanã e o Centenario.

Cheguei

Cheguei

Em fevereiro, o time engrenou no Paulista: foram seis vitórias (cinco consecutivas, uma delas contra o Santos) e dois empates (um deles contra o São Paulo). Neste mês tivemos a estreia do grande destaque da temporada. Mas Barcos não deixou uma grande primeira impressão – levou apenas nota 4 contra o XV de Piracicaba.

Foi um mês em que apelamos à diretoria para que desse atenção ao torcedor interiorano (o que não é o caso de nenhum dos três editores do blog), e em que demos sequência à série dos jogos inesquecíveis de nossos leitores (foi em fevereiro que tivemos um dos relatos mais tocantes de todos). Ao amigo que quer mandar sua história, o espaço está aberto.

Para encerrar fevereiro, um post que ou faríamos então ou só em 2016: um histórico dos jogos do Verdão em 29 de fevereiro. Quem diria, até taça conquistamos!

Brandão depois eu

Brandão depois eu

As águas de março fecharam o verão e a sequência invicta do Verdão: na 18ª partida do ano e 22ª de invencibilidade, o time caiu. Justo no Derby em que o Palmeiras fez honras ao recém-falecido Chico Anysio, Márcio Araújo preferiu emular os Trapalhões. Antes disso, porém, outra invencibilidade havia começado: na Copa do Brasil, o Palmeiras eliminou o Coruripe. Aliás, é incrível que o Alviverde tenha sido campeão invicto e que tenha começado o ano com tantas partidas sem derrotas e mesmo assim tenha terminado 2012 com o maior número de derrotas de sua históra, 28. A segunda delas, por sinal, veio logo depois do Derby: foi em casa contra o Mirassol, num prenúncio do que viria no Paulistão.

Também antes do Derby, uma marca histórica: Felipão se tornou o segundo técnico com mais partidas no clube nos 6 a 2 contra o Botafogo em Ribeirão Preto. Como homenagem, fizemos uma lista dos 10 principais jogos do gaúcho – claro, a Copa do Brasil deste ano ainda não podia ser contemplada.

Adeus Paulista

Adeus Paulista

Chegamos ao mês em que o Palmeiras afundou duplamente no Paulista: em abril o time principal colecionou tropeços (ah, o que uma derrota no Derby não faz…), terminou a primeira fase empatado com o Bugre - e, como desempates são um mau negócio, o time se despediu no Brinco de Ouro com uma atuação patética (ao que muitos podem replicar: e o que importa o Paulistão hoje em dia?). Enquanto isso, o time B era responsável pelo primeiro rebaixamento do ano: em 2013, vai disputar a série A3.

A queda no Estadual encerrou prematuramente o Troféu IPE (futuro Bola Verde), que criamos para avaliar os melhores jogadores em cada campeonato através das notas dos pós-jogos. O vencedor do Paulistão? Daniel Carvalho. Quem diria…

O que houve de bom no mês? Claro, o prosseguimento na Copa do Brasil, eliminando o Horizonte de cara e deixando o duelo com o Paraná bem encaminhado. E também os 70 anos de Ademir da Guia. Para um clube que infelizmente depende cada vez mais de seu passado, toda homenagem ao Divino é pouca.

Aliás, homenagens não faltaram nesse mês: falamos do centenário do América-MG e, claro, do Santos. Lembramos até da casa do nosso velho rival e freguês.

Esperança

Esperança

Quinze dias de folga e já em maio o Palmeiras voltou a campo para despachar Paraná e Atlético-PR na Copa do Brasil. O Verdão chegava às semifinais, mas estava longe de ser favorito contra Grêmio, Coritiba e São Paulo. Também foi nesse mês que começou o Brasileiro, com uma boa amostra do que viria: nos dois jogos de maio, um empate contra a Lusa (Luan fez o primeiro gol do Brasileiro) e uma derrota para o Grêmio. A zona de rebaixamento se aproximava muito cedo.

Mês de poucos jogos, mas muitas histórias: resgatamos os 10 anos do título baiano do Palmeiras, vimos que o time não é uma mãe no dia delas e levantamos o histórico do clube em finais em campo neutro (pois noticiou-se que a final da Copa do Brasil poderia ser em jogo único).

Por fim, concluímos uma série em que montamos seleções dos melhores jogadores que já tivemos nascidos em cada região do país.

Êxtase

Êxtase

O Palmeiras entrou em campo apenas seis vezes em junho, e só ganhou uma. Mas foi a mais importante delas: na principal atuação do ano, o time derrubou o Grêmio por 2 a 0 na última vez em que pisou no agora saudoso Estádio Olímpico; na volta, um empate bastou para eliminar nossa até então alma gêmea e colocar o clube novamente em uma final após quatro anos de jejum. Enquanto aguardava a decisão, os tropeços no Brasileirão iam se acumulando. Junho terminou com nova derrota no Derby (texto sobre Derby é sempre especial, mesmo na derrota. Por isso linkamos todos).

Aproveitamos junho para polemizar: a lenda de Porcus Tristis procede? E também mostramos que Valdivia estava a ponto de um recorde: o de rei dos cartões nesse século (para constar, obviamente ele conseguiu a proeza semanas depois).

Undecacampeão!

Undecacampeão!

É CAMPEÃO! Em julho, milhões de palmeirenses puderam após longos anos soltar o grito que sucede uma grande conquista. Pela 11ª vez, o Verdão conquistava um título nacional. Batemos o Coritiba na maior partida da história de Barueri e, naquele 11 de julho que sabíamos ser um dia para sempreseguramos o empate no Couto Pereira. Cada um a seu jeito, os três editores da casa fizeram questão de registrar a alegria daquele momento inesquecível. Sem seu principal atacante, com a contratação mais cara tendo se lesionado rapidamente e com o camisa 10 sequestrado e depois suspenso, o Palmeiras mostrou que ainda sabia como dar uma volta olímpica. Para tristeza do blog, fizemos um post com as capas dos noticiários do time seguinte, mas este que vos escreve cometeu um erro grotesco e o perdeu em definitivo.

Campeonato encerrado, Bola Verde também: desta vez, o prêmio ficou com Thiago Heleno. Mais uma vez: quem diria…

Foi também o melhor mês da equipe no Brasileirão - a única sequência de três partidas sem perder foi em julho, contra Coritiba, São Paulo e Náutico. Porém, logo depois julho se encerrou com duas derrotas em que a arbitragem pesou demais, contra Bahia e Cruzeiro. O mês terminava com alguma preocupação, mas muita alegria. Escapar da zona parecia questão de tempo.

Os posts especiais do mês falavam, claro, da decisão da Copa do Brasil: tivemos um quiz sobre Palmeiras x Coritiba, relembramos 1996 e 1998, desfiamos uma série de curiosidades sobre a final e mostramos como o histórico do Palmeiras e da Copa do Brasil indicavam que nossa vantagem era grande.

Também não sabíamos se Betinho jamais marcaria outro gol (no fim, fez mais um) e por isso relembramos aqueles que só partiram pro abraço uma única vez enquanto vestiram nosso manto. E, em mês de Olimpíadas, listamos quem foi aos Jogos disputar futebol vestindo as cores do Palmeiras.

O terror do Botafogo

O terror do Botafogo

As únicas alegrias de agosto vieram contra clubes cariocas: em que pese uma derrota para o Flu exatamente na hora no encerramento dos Jogos Olímpicos, o Palmeiras bateu o Flamengo e duas vezes o Botafogo (para este, perdeu uma mas mesmo assim levou a vaga na Sula). De resto, uma série de resultados ruins que, a partir do jogo contra o Santos que encerrou o primeiro turno, puseram o Verdão novamente na zona de rebaixamento, de onde o time não mais sairia. O mês terminou com o jogo símbolo da queda: os 0×3 contra a Lusa. Tivéssemos vencido aquele jogo, talvez não passássemos o resto do campeonato correndo atrás, o que é sempre pior.

A maratona de jogos impediu que o blog se dedicasse mais a outros temas. Mas deu tempo para falar dos estrangeiros convocados enquanto jogavam no Palmeiras – claro, em alusão a Barcos, chamado para a seleção argentina – e para listar os 98 maiores jogos dos 98 anos de vida do Verdão (OK, sejamos sinceros: só entraram partidas de 1988 pra cá…).

Caiu

Caiu

Em setembro, Felipão caiu após três derrotas seguidas, Narciso foi interino na terceira derrota da temporada contra o arquirrival (e pela primeira vez o Corinthians teve 100% de aproveitamento num ano com mais de duas partidas) e Kleina assumiu ganhando suas duas primeiras partidas. Setembro começou em queda livre, o Derby parecia nos ter levado às cordas, mas ainda assim o mês terminou com um sopro de esperança. Pena que o Pacaembu, que se mostrou tão vibrante contra a Ponte Preta, não poderia mais ser uma arma. Obrigado a você que atirou cadeiras no gramado, parte da queda é mérito seu.

Em meio à depressão com a iminente queda, só deu pra buscar ânimo no que a história dizia sobre troca de treinadores. E, no melhor estilo rir para não chorar, vimos por que Tirone e Frizzo quase fecharam com Falcão.

Último alento

Último alento

O efeito Kleina ainda durou na primeira partida de outubro, a vitória contra o Millonarios. A realidade, porém, veio rápido: três derrotas seguidas, entre elas o terrível tropeço contra o Coritiba, adversário direto na estreia em Araraquara, colocaram o Verdão a um passo do precipício. Um pequeno alento veio com a vitória contra o Bahia fora de casa, seguida por outra contra o Cruzeiro – que, não sabíamos, seria a última do ano.

Os sete dias seguintes, porém, foram outro balde de água fria: o time reserva caiu em Bogotá dando adeus ao treino pré-Libertadores e em seguida no jogo do gol de Barcos anulado por interferência externa (e qualquer outra coisa que se diga não muda a essência do que houve: um flagrante desrespeito às regras do jogo. Naturalmente não estamos falando do argentino).

Com apenas cinco jogos por fazer, terminava o outubro vermelho.

O fim

O fim

18 de novembro de 2012. Mais uma data negra para a rica história alviverde: dez anos e um dia após a primeira descida ao inferno, a Sociedade Esportiva Palmeiras, pseudodirigida por uma trupe de incompetentes, volta a encarar o lado B do Brasileiro.

O Palmeiras agonizou pouco a pouco: contra o Botafogo, um empate inútil ainda que tardio. Já ali o blog jogou a toalha; restava partir para a ironia. Mas o time ainda lutou contra o Fluminense; na primeira partida em que matematicamente o time podia ser rebaixado, nova derrota em uma exibição até decente guardadas as proporções do nível das equipes. No fim, servimos pelo segundo ano seguido de coadjuvante na festa do campeão brasileiro – taí algo que não vai acontecer em 2013…

E contra o Flamengo o tubo foi desligado – na verdade, não exatamente ali, mas pontualmente às 21:20 daquela noite de domingo, ao término de Portuguesa 2 x 2 Grêmio que deu à Lusa o ponto que precisava para não ser alcançada por nós. Alguns rojões estouraram em torno de São Paulo; como é certo que não eram torcedores rubroverdes, só podia ser uma homenagem ao respeito que o alquebrado alviverde imponente ainda impõe a seus rivais.

Trouxemos as capas de jornais do dia seguinte, pois não são só os dias de glória que devem ser lembrados. A dor pode mobilizar, embora isto não tenha ocorrido da outra vez. E o fato de que em 2013 a série B não deve ser complicada pode muito bem iludir a diretoria – a torcida, esta está escaldada.

A limpa começou nos dias seguintes, e um elenco renovado foi a campo nas duas rodadas/derrotas finais.

Só eu vim

Só eu vim

Em dezembro, apenas um jogo. Depois, o silêncio, as trevas e melhor nem falar o que se passou nos rivais. Reforços? Apenas Fernando Prass acertou neste mês. Como alento, um sorteio de Libertadores que nos remete a alguns períodos de brilho no ano que virá. Série B sim, mas ainda com altivez.

Quer dizer, altivez no que toca a qualquer um que não seja cacique no Palestra, porque nas entranhas da gestão alviverde tudo continua errado como em 2002. Que em 2013 o novo presidente faça um trabalho realmente bom (não basta desejar que seja melhor que Tirone, isso eu faria sem problemas), e nos devolva o orgulho novamente roubado. Mas os Tirones passam e o Palmeiras sempre ficará.

Números da temporada:

  • 78 jogos, com 30 vitórias, 16 empates e 28 derrotas
  • 107 gols marcados, 94 sofridos, saldo ainda incrivelmente positivo de 13
  • Artilheiros: Barcos 28, Marcos Assunção 10, Maikon Leite 9, Mazinho 6, Henrique e Luan 5, Juninho 4, Valdivia, Artur, Daniel Carvalho, Patrik, Leandro Amaro, Obina e Fernandão 3, Betinho, Correa, Thiago Heleno, João Vitor, Ricardo Bueno, Tiago Real e Patrick Vieira 2, Vinícius, Márcio Araújo, Román e Pedro Carmona 1 e um gol contra.

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Santos 3×1 Palmeiras

O melhor lance foi antes do jogo

Finalmente acabou o ano e o Palmeiras pode descansar em paz (?). A conclusão não podia acontecer de outra forma: com o time se arrastando e torcendo para não ser goleado por um rival que a rigor só tinha um jogador digno – mas que sozinho fez cinco dos seis gols que o Santos fez no Palmeiras este ano (e o sexto foi entregue por ele de bandeja).

Porém, nem tudo foi de acordo com o script. Quem diria que Maikon Leite, o homem que corre e chuta à Usain Bolt, acertaria um petardo logo no início? Será que o Verdão se despediria deixando ao menos um gosto menos amargo? Doce ilusão. Em 20 minutos Neymar e Román se encarregaram de colocar as coisas de volta ao normal (observação 1: nunca é normal o Santos bater o Palmeiras, o que só mostra o tamanho do buraco. Observação 2: a expulsão do paraguaio foi rigorosa, mas foi bom: ele se despediu mais cedo, o que não se pode lamentar).

Da virada em diante, restava apenas esperar que o alvinegro não passasse o carro por cima do combalido campeão do Brasil. Por sorte, eles também tiveram um atleta expulso antes de consumarem o crime. Assim, só restou à calopsita fazer suas firulas de hábito, sempre com o inconfessado objetivo de tirar uma casquinha do drama verde. Paciência. É apenas uma parte ínfima do legado de Tirone e companhia.

Foi a penúltima partida do Palmeiras sob sua gestão. Ele se despede contra o Bragantino, na abertura da próxima temporada. Pelo que vemos, deixará um cenário de terra arrasada, com um elenco possivelmente ainda mais fraco que esse. O que esperar da Libertadores, e mais ainda, da série B?

Onde você foi amarrar seu burro, Kleina? O que estão tentando fazer com o maior campeão nacional?

Ficha Técnica

SANTOS 3 X 1 PALMEIRAS

Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 1 de dezembro de 2012, sábado
Horário: 19h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima (SP)
Assistentes: Carlos Augusto Nogueira Júnior (SP) e João Bourgalber Nobre Chaves (SP)
Renda: R$ 275.695,00
Público: 11.641 pagantes
Cartões amarelos e vermelhos: Alan Santos (Santos); Román (Palmeiras)
Gols:  Maikon Leite, aos 4, Victor Andrade, aos 12 e Neymar aos 22 (pênalti) e 38 do primeiro tempo;

SANTOS: Rafael; Bruno Peres, Bruno Rodrigo, Durval e Juan; Alan Santos, Arouca (Gérson Magrão), Felipe Anderson e Patito Rodríguez (Geuvânio); Neymar e Victor Andrade (Miralles)
Técnico: Muricy Ramalho

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ademir embaixo das pernas de pele

Encerrando mais um vexame histórico, o Palmeiras entra em campo embalado pela espetacular lista de dispensas e com o futuro incógnito a frente. Não será surpresa se sairmos de campo goleados, para coroar o excelente trabalho de Tirone e Frizzo no clube.

Horário e local: sábado, 01/12, as 19:30, no Urbano Caldeira (PPV).

Árbitro: a cada jogo vemos como o Palmeiras trabalha bem nos bastidores. Guilherme Ceretta de Lima (SP), o mesmo árbitro de Palmeiras x Santos no primeiro turno (gol do Santos em falta inexistente e penalti claro em Corrêa não marcado) será o árbitro. Seu histórico registra 12 jogos, com 8V/1E/3D:

2012 – 3X0 Ponte Preta (BR,c) / 1×2 Santos (BR, c)

2011 – 0×1 Santos (BR, f) / 2×1 Mirassol (P, c) / 2×1 S.André (CB, f) / 1×1 S.Caetano (P, f)

2010 – 1×0 Guarani (BR, c) / 1×3 S.André (P, c) / 1×0 Monte Azul (P, c)

2009 – 3×0 Mogi (P, c)

2008 – 3×0 Barueri (P, c)

2007 – 4×1 Juventus (P, c)

Desfalques/Reforços: Wesley, Marcos Assunção, João Denoni, Henrique, Valdivia, Tiago Real e Fernandinho, lesionados, ficam de fora. Além deles, também não atuam os jogadores dispensados e aqueles que foram colocados à disposição para negociação.

Pendurados: mais hein? Próxima partida: só em 2013.

Previsão IPE: Raphael Alemão, Artur, Maurício Ramos, Román e Juninho; Araújo, Correa, Dybal e Vieira; Barcos e Vinicius.

Bola verde IPE: Barcos continua na liderança.

Destaques/Santos: a única motivação dessa raça será fechar o ano nos afundando ainda mais. Para isso, a escalação deverá ter Rafael, Bruno Peres, Bruno Rodrigo, Durval e Juan; Gerson Magrão, Felipe Anderson e Arouca; Patito Rodriguez, Neymar e Miralles.

Ex-palmeirenses no Santos: nenhum.

Palpite IPE: como nada é tão ruim que não possa piorar, perdermos por 3×0.

Última vitória na Vilafoi pelo Paulista 2011 – 1×0 – gol de Kléber.

Última derrota em Vila: foi pelo BR2011 – 0×1 – gol de Borges.

Histórico: freguesia alvinegra no retrospecto geral e equilíbrio em brasileiros.

xxxxxxx GERALxxxxxxxx CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
307 133 79 95 537 444 51 15 20 16 67 63

O IPE se lembra: pelo BR2000, vitória na raça – 3×2 – gols de Arce, Basílio e Adriano para o Palmeiras, com Edmundo (2) descontando para os santistas.

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A primeira partida antes de nossa partida será contra um time que reveremos no ano que vem. Com diversas caras novas – mas com a velha diretoria velha – o Palmeiras enfim retorna ao Pacaembu, onde não poderá jogar nas primeiras partidas da série B. A torcida promete estar presente. É o que nos resta de bom.

Horário e local: domingo, 25/11, as 17:00, no Pacaembu (PPV).

Árbitro: será Márcio Chagas da Silva (RS), cujo histórico registra 7 jogos, com 2V/1E/4D. Sua última aparição foi na derrota para o Flu durante o encerramento da Olimpíada.

Desfalques/Reforços: Além dos habituais lesionados, Mauricio Ramos, Luan e Barcos estão de fora.

Pendurados: Araújo, Barcos, Correa, Amaro, Assunção e Wellington. Despedida: Santos (fora).

Previsão IPE: Raphael Alemão, Bruno Oliveira, Wellington, Artur e Juninho; Correa, Dybal e Vieira; Mazinho, Vinicius e Obina

Bola verde IPE: Barcos mantém a liderança, com média 5,53.

Destaques/Atlético: também em ritmo de despedida, o Dragão de Jairo Campos já dispensou Ricardo Bueno, e seu lateral Eron, que fez um gol contra nós, deve rumar para o Santos. O time deve ter Márcio; Adriano, Gustavo, Diego Giaretta e Eron; Dodó, Ernandes, Marino e Rayllan; Patric e Diogo Campos.

Ex-palmeirenses no Atlético: até o começo da semana, Ricardo Bueno.

Palpite IPE: agora que Inês é morta, venceremos por 3 a 1 (Obina, Mazinho, Correa).

Último confronto: em mais uma de suas inúmeras derrotas fora, caímos em Goiânia por 2 a 1.

Última vitória em SPfoi pelo BR2011 – 2×0 na estreia de Maikon Leite

Última derrota em SP:  foi o chocolate que levamos no aniversário de 2010 (0×3)

Histórico: é curto e ruim.

xxxxxxx GERALxxxxxxxx CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
9 3 1 5 11 14 5 1 1 3 4 9

O IPE se lembra: em casa, a melhor lembrança foi a da vitória agônica pela Copa do Brasil de 2010, com gol de pênalti de Cleiton Xavier nos descontos.

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Obituário

O Palmeiras não vai morrer, para desgosto de tantos. Mas o que está aqui nunca deve ser esquecido para que jamais precise ser relembrado.

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ET: parabéns ao Lance*, e o palmeirense que de hoje em diante comprar uma edição desse tal Mais não pode reclamar do presidente que tem.

*esse “parabéns” tem uma ressalva; como comentado abaixo, o Lance e o Mais são irmãos. Aí não pode um fazer e outro desfazer, né?

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Por que caiu?

Os jogadores não são grande coisa, é verdade – mas os elencos de Sport, Lusa e Bahia não são melhores.

Os técnicos cometeram erros aqui e ali – mas também levaram a um título e a uma reação parcial.

Os diretores são notórios incompetentes – mas não perdem gols feitos nem entregam passes pros adversários.

Se todo mundo é culpado, talvez ninguém seja. O que você acha? Amigo leitor, deixe aqui sua opinião, seu desabafo, sua sugestão. Este post é seu.

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Na queda, nem Verdão o Verdão foi.

Phileas Fogg apostou 50 mil libras que conseguiria dar a volta ao mundo em 80 dias. Para ajudá-lo na empreitada, contratou um auxiliar, o Faz-Tudo, que recebia bons conselhos de sua pulga falante. Juntos, cruzaram Europa, Índia, China, Japão e Estados Unidos, ainda com tempo de salvar uma princesa no meio do caminho. Escaparam do dragão, dos trens quebrados, dos índios, destruiram a madeira do navio para compensar a falta de carvão. Tudo isso para desembarcar na Inglaterra e ser preso pelo detetive Fix, que considerava Fogg suspeito do sumiço de, ora vejam, 50 mil libras do Banco Central. Por sorte, o equívoco foi desfeito a tempo, e o herói conseguiu completar sua jornada nos instantes derradeiros. De quebra, conquistou o amor da princesa.

Infelizmente, a peça infantil acabou ainda durante o intervalo de Flamengo x Palmeiras, de modo que este narrador teve que trocar a inocência pela angústia. Foi ligar o rádio e ouvir o grito de gol, ainda sem saber de quem, mas naquela certeza de que, claro, era rubronegro. Não, ainda não era. Vinícius teve a duvidosa honra de fazer o último gol do Verdão ainda como time de primeira divisão, juntando-se a quem mesmo naquela terrível tarde de Salvador? (OK, Arce, se alguém se importa). Ainda pelo rádio, segui o inacreditável gol perdido pelo inominável Maikon Leite, a expulsão de um rubronegro e o golpe final, que evidentemente tinha que vir de um ex-atleta nosso, com a contribuição daquele que esteve presente nos rebaixamentos de dois gigantes da América. Román, VAI SER PÉ FRIO ASSIM NO PARQUE SÃO JORGE!

Do jogo não tem muito mais o que falar, ninguém jamais vai se lembrar se o time foi bem, se foi mal, se o juiz atrapalhou, se tinha gente machucada ou suspensa. Além disso, vale o chavão: não caímos hoje. Caimos há muito tempo – anos, talvez. Mas isso discutiremos nas próximas semanas.

Cair é horrível, e sabemos pela experiência anterior que não é garantia de mudanças. Mas dessa vez, em épocas de redes sociais, mídia palestrina e consciência cada vez maior por parte do torcedor em relação ao que ocorre nas alamedas da Turiassu, tem que ser. Chega de Tirones, Frizzos, Piracis, Belluzzos, Pescarmonas e que tais.

Lambam suas feridas, ignorem os rivais e bola pra frente. Amanhã é o dia 1 da reconstrução.

FICHA TÉC­NICA

A VOLTA AO MUNDO EM 80 DIAS

Temporada: de 12 de outubro a 16 de dezembro, às 15h e 17h

SESC Pinheiros

Endereço: Rua Paes Leme, 195.
Local: Auditório, 3º andar.
Duração: 60 minutos
Lugares: 101
Classificação etária: Livre para todas as idades
Ingressos: R$ 8,00 (inteira); R$ 4,00 (usuário inscrito no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) R$ 2,00 (comerciários e trabalhadores em empresas do comércio de bens, serviços e turismo).

FLA­MENGO 1 X 1 PAL­MEIRAS

Flamengo – Paulo Victor; Wel­lington Silva, Re­nato Santos, Marcos Gon­zález e Ramon; Amaral, Re­nato, Ibson (Mattheus) e Cleber San­tana (Wel­lington Bruno); Her­nane (Paulo Sérgio) e Vágner Love. Téc­nico – Do­rival Jú­nior.

Palmeiras - Bruno; Artur (Obina), Román, Mau­rício Ramos e Ju­ninho; Corrêa, Márcio Araújo, Tiago Real (Vi­ni­cius) e Ma­zinho (Bruno Dybal); Maikon Leite e Barcos. Téc­nico – Gilson Kleina.

Gols – Vi­ni­cius, aos 17, e Vagner Love, aos 43 mi­nutos do se­gundo tempo.

Árbitro – André Luiz de Freitas Castro (GO).

Cartões Amarelos - Amaral, Barcos, Márcio Araújo, Adal­berto Román e Corrêa. Cartão Vermelho – Paulo Sérgio.

Local - Es­tádio Rau­lino de Oli­veira, em Volta Re­donda (RJ).

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O Palmeiras é tão bondoso com sua torcida que, para termos o direito de acreditar em um milagre, o time precisa vencer de qualquer maneira, o que por si só já é uma grande pegadinha…

Horário e local: domingo, 18/11, as 17:00, no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (PPV/Globo).

Árbitro: será André Luiz de Freitas Castro (GO), cujo histórico registra 3 jogos, com 2V/1E/0D:

2011 – 1×1 Bahia (BR,c)

2010 – 3×1 Flamengo (BR,f)

2008 – 5×1 Central-PE (CB,f)

Desfalques/Reforços: Valdivia, Fernandinho, Denoni, Henrique, Wesley, Leandro e  Thiago Heleno, lesionados, ficam de fora. Luan, suspenso, também é desfalque. Patrik Vieira e Assunção, com dores, são dúvida.

Pendurados: Román, Araújo, Barcos, Valdivia, Amaro, Ramos, Assunção e Wellington. Próxima partida: Atlético-GO (casa).

Previsão IPE: Bruno; Artur, M.Ramos, L.Amaro e Juninho; Araújo, Correa, Patrik Vieira e Mazinho; Maikon Leite e Barcos.

Bola verde IPE: Barcos mantém a liderança, com média 5,6.

Destaques/Flamengo: livre do rebaixamento, o Flamengo entra em campo livre, leve e solto, buscando garantir a vaga na sulamericana 2013. Os desfalques ficam por conta do goleiro Felipe, do lateral direito Léo Moura e do atacante Liedson, todos lesionados. O lateral Ramon volta de suspensão. A provável escalação dos cariocas deverá ter Paulo Victor; Wellington Silva, Renato Santos, González e Ramon; Amaral, Ibson, Renato e Cleber Santana; Hernane e Vagner Love.

Ex-palmeirenses no Flamengo: o lateral direito Léo Moura e o atacante Vágner Love.

Palpite IPE: 2×1, gols de Barcos abre o placar, Love empata, mas Barcos dá números finais, mantendo a chama acesa.

Último confronto no RJ: foi pelo BR11 – 1×1 – gols de Maikon Leite para o Palmeiras e Thiago Neves para o Flamengo.

Última vitória no RJfoi pelo BR10 – 3×1 – gols de Kleber (2) e Lincoln para o Palmeiras, com Petkovic descontando para os cariocas.

Última derrota em RJ: faz algum tempo, mas foi de goleada – 2×5 – Kleber e Alex Mineiro para o Palmeiras, e Ibson (3), Kleberson e Marcelinho Paraíba para o Flamengo. 

Histórico:

xxxxxxxxGERALxxxxxxxx CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
103 42 25 36 172 148 48 18 15 15 60 58

O IPE se lembra: não será a primeira vez que enfrentamos o Flamengo em Volta Redonda. Em 2004, pelo Brasileiro – 1×0 – gol de Baiano.

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Luta, raça e zero pontos

O time novamente lutou, novamente vibrou, novamente errou e novamente perdeu. Nada disso mais é novidade, certo? As poucas esperanças que restavam tornam-se agora mera abstração matemática – nem tanto pela necessidade de ganhar os jogos que restam, que até são vencíveis: dois times que não têm mais o que fazer no campeonato e o lanterna. Porém, crer que Bahia ou Lusa não vencerão ao menos uma partida (sendo que o primeiro recebe o Náutico, a quem a derrota não doeria tanto sabendo-se que ajudaria a afundar seu arquirrival Sport, e ambos recebem uma Ponte também já de papo pro ar).

Atitudes como dispensas certamente só serão tomadas após a confirmação do desastre, então nem adianta especular muito agora. Melhor falar do jogo mesmo.

Jogo que até começou bom. O Palmeiras não teve tanto ímpeto como se poderia esperar, o que se deveu tanto ao bom posicionamento do Flu – disparado o melhor time do campeonato – quanto ao forte calor (aliás, nos quatro jogos fora, foram uma vitória, um empate e duas derrotas, após uma apresentação bastante decente contra a Ponte na despedida do Pacaembu. Cadê os responsáveis pelas cadeiras voadoras do Derby pra assumir sua parcela agora?). Porém, cabeçada de Fred espalmada por Bruno à parte, todas as chances do primeiro tempo foram nossas. Até o último segundo.

Era óbvio que a contusão de Henrique se faria sentir. Já não basta Román ser Román, temos Maurício Ramos em uma fase, hmmm, mais atrapalhada que o habitual, e a inversão do posicionamento da dupla pesou. Bola pra Wellington Nem, mal marcado. No desespero, Román largou Fred e aí não tem jeito.

Começou o segundo tempo com a mexida mais que evidente: Obina, um desastre nessa segunda passagem pelo Palmeiras (e ainda assim aparentemente o único dos reforços de contrato curto que deve ser renovado. Ê Palmeiras), deu lugar a Maikon Leite, na esperança de que sua correria atrapalhasse os desgastados defensores grenás. Nem deu tempo pra ver se daria certo e pum, 0×2. Gol de time rebaixado.

O Verdão partiu pro mesmo bumba-meu-boi dos jogos contra Botafogo, Inter e Náutico, com a diferença que dessa vez a bola entrou ainda em tempo hábil e sem que algum repórter dissesse que, sei lá, Barcos estava despenteado. O argentino marcou seu 28º tento no ano, e logo depois foi agarrado claramente em cruzamento de Correa; o pênalti nem precisou ser discutido, porque Patrick Vieira marcou seu primeiro gol como profissional, um grande alívio para ele após os gols perdidos no fim de semana anterior.

Restava quase meia hora e o momento era todo verde. Correa assumiu uma inesperada liderança inesperada e tentou como pôde levar o time à improvável virada. Mas Diego Cavalieri, bem abaixo de Marcos mas muito acima de Bruno, impediu a redenção de Maurício Ramos. Com as contusões de Denoni, Correa e Patrick Vieira somadas à atuação patética de Luan, o gás verde se exauriu e a partida caminhava para o empate que, claro, era muito melhor ao Flu. Mas quem nasceu virado pra Lua e tem Maurício Ramos como adversário sempre pode acreditar. Fred, solto como os parafusos da diretoria, recebeu na medida pra fuzilar Bruno, Palmeiras, Grêmio, Atlético-MG e Tirone (não literalmente, o que até certo ponto é uma pena). Espero apenas que não fuzile Kleina, quase nada responsável pelo que ora se avizinha – seu aproveitamento de 43% nos colocaria junto a Ponte e Cruzeiro.

Se os jogadores do Palmeiras ainda demonstraram um resto de confiança após o jogo, não sei. Desliguei na sequência, que dois anos seguidos sendo a vítima do jogo do título (pelo menos esse ano não foi Derby) já está ruim o suficiente.

Repetindo: é até capaz que o Palmeiras junte seus cacos e consiga derrotar o Flamengo. Talvez até faça os nove pontos finais. Mesmo assim, perdoem o desalento, não vemos saída. Não em 2012.

Avaliações:

Bruno – as velhas rebatidas pro meio da área, algumas evitáveis, outras, como a do primeiro gol, não. 5,5

Wesley – muito melhor que Artur. E daí? 5

Henrique – não teve trabalho até sua contusão. 5,5

Maurício Ramos – jesus. 1

Juninho – o segundo e o terceiro gols foram por seu lado. Os que fizemos, não. 3

Denoni – bom jogador, vai ser útil ano que vem (sem sacanagem alguma). 6

Assunção – não vem bem, e o calor ontem em nada ajudou. 4

Correa – se multiplicou, buscando até drible na área. 6,5

Patrick Vieira – as pedaladas previsíveis são um vício de juventude que precisa ser corrigido. Difícil saber se vai vingar. 5,5

Obina – ah que bom seria, se o Obina voltasse lá pra China. 1

Barcos – quando recebe perto da área, não passa pra ninguém, e na maioria das vezes acaba perdendo a bola. Mas, pombas, no fim só ele que decide mesmo. 6

Román – muchas gracias puer niada. 2

Maikon Leite – contra o Botafogo, até conseguiu fazer algo. Ontem, só ciscou. 4

Luan – já entrou xingado, o que atrapalha. Mas também não precisava ser TÃO ruim. 1

Kleina – faltou sorte na contusão de Henrique, faltou ver que Obina não tem condições nem de ser banco. Mas tem a manha da série B.

Ficha Técnica
PALMEIRAS 2 X 3 FLUMINENSE

Local: Estádio Eduardo José Farah, em Presidente Prudente (SP)
Data: 11 de novembro de 2012 (Domingo) Horário: 17 horas (de Brasília) Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
Assistentes: Carlos Berkenbrock (Fifa-SC) e Fabiano Ramires (ES)
Cartões amarelos: Luan (Palmeiras) Público: 8.461 Renda: R$ 223.495,00

GOLS: PALMEIRAS: Barcos, aos 16, e Patrick Vieira, aos 19 minutos do segundo tempo FLUMINENSE: Fred, aos 45 minutos do primeiro tempo e aos 43 do segundo. Maurício Ramos (contra), aos 8 minutos do segundo tempo

PALMEIRAS: Bruno; Wesley, Mauricio Ramos, Henrique (Román) e Juninho; João Denoni, Marcos Assunção (Luan), Correa e Patrick Vieira; Obina (Maikon Leite) e Barcos Técnico: Gilson Kleina

FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno (Diguinho), Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean e Thiago Neves; Wellington Nem (Marcos Junior), Rafael Sobis (Valencia) e Fred Técnico: Abel Braga

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Choros simultâneos de alegria e tristeza em Prudente? Não é o mais provável, mas é possível. Luta, pelo menos, não vai faltar ao Palmeiras, mas será que contra o virtual campeão isso bastará?

Horário e local: domingo, 11/11, as 17:00, no Prudentão (PPV para SP, TV aberta para o resto do país. Naquele canal que não ousamos mencionar o nome, a narração será de Galvão Bueno. Azar do Flu).

Árbitro: será Leandro Pedro Vuaden (RS), cujo histórico registra 18 jogos, com 5V/6E/7D:

2012 – 1×0 Bahia (BR,f) / 0×3 Atl-MG (BR,f) / 1×3 Botafogo (SA, f) / 1×1 Vasco (BR, c) / 1×2 Sport (BR, f)

2011 – 1×1 Vasco (BR, c) / 1×1 Cruzeiro (BR, c) / 0×2 Vasco (SA, f) / 0×0 Flamengo (BR, c) / 0×6 Coritiba (BR, f)

2010 – 2×0 Atl-MG (SA, c) / 0×0 Vasco (BR, c) / 0×2 Vitória (SA, f)

2009 – 2×1 Flamengo (BR,f) / 3×1 Cruzeiro (BR, c)

2008 – 0×0 Náutico (BR, f) / 0×1 Botafogo (BR, f) / 3×1 Fluminense (BR, c)

Desfalques/Reforços: Valdivia, Fernandinho, Leandro e  Thiago Heleno, lesionados, ficam de fora. Não há suspensos.

Pendurados: Román, Araújo, Barcos, Valdivia, Luan, Amaro, Ramos, Assunção e Wellington. Próxima partida: Flamengo (fora).

Previsão IPE: Bruno; Correa, M.Ramos, Henrique e Juninho; Denoni, Assunção, Wesley e Patrik Vieira; Luan e Barcos.

Bola verde IPE: Barcos mantém a liderança, com média 5,58.

Destaques/Fluminense: Diego Cavalieri, com dores, é dúvida. Wagner, lesionado, fica de fora. A provável escalação do tricolor carioca deverá ter Cavalieri; Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean e Thiago Neves; Wellington Nem, Rafael Sobis e Fred.

Ex-palmeirenses no Fluminense: o goleiro Cavalieri, o volante Edinho e o meia Thiago Neves.

Palpite IPE: 0×1 Fluminense, com um gol de Fred idêntico ao de Obina em 2009.

Último confronto no local do jogo: será a primeira vez que as equipes se enfrentam em Prudente.

Última vitória em SPfoi pelo BR2009 – 1×0 – gol de Diego Souza.

Última derrota em SP:  foi pelo BR2011 – 1×2 – gols de Valdivia para o Palmeiras e Fred para o Fluminense (reparem quem foi o árbitro desta partida).

Histórico: o Fluminense é freguês histórico.

xxxxxxx GERALxxxxxxxx CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
95 51 15 29 166 136 39 20 8 11 61 48

O IPE se lembra: enfrentar o Fluminense no interior do estado e até mesmo fora de SP com mando nosso não é novidade. Em 1996 o Palmeiras enfrentou o Fluminense em Londrina e massacrou – 5×1 – com show de Djalminha.

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