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Posts com Tag ‘Copa Sul-Americana’

*editado em 22/10, às 14:43

O Palmeiras vai a campo tentando se desligar por 90 minutos do BR, em busca do segundo título no ano.

Horário e local: terça, 23/10, as 21:45, no estádio Nemesio Camacho, mais conhecido como El Campín, em Bogotá (Fox Sports)

Árbitro: será o peruano Victor Carillo, cujo histórico registra 1 partida:

2010 – 1×0 U. de Sucre (SA, f)

Desfalques/Reforços: repetindo a estratégia do jogo de ida, Gilson Kleina poderá poupar alguns atletas, casos de M.Ramos, Assunção e Henrique. Barcos, que também seria poupado, pediu para jogar. Correa e Maikon Leite ainda se recuperam de lesão, ficam de fora. Leandro, Wesley, Patrik Vieira e João Denoni também ficam de fora, pois não estão inscritos na SA.

Pendurados: não há acúmulo de cartões na Copa SA. Próxima partida: caso avancemos, será o vencedor de Grêmio x Barcelona-EQU (em casa). Na ida, o Grêmio bateu o rival em Guayaquil por 1 a 0.

Previsão IPE: Bruno; L.Amaro, Román e T.Heleno; Artur, Araújo, Tiago Real, Luan e Juninho; Betinho e Obina.

Bola verde IPE: só haverá premiação caso avancemos para as quartas-de-final.

Destaques/Millonarios: os colombianos vêm de vitória diante do Dep. Quindío – 2×1 – pelo campeonato nacional, e continuam na liderança do certame. A provável escalação deverá ter Delgado; Ochoa, Franco, Torres e Martínez; Robayo, Ramírez, Ortíz e Candelo; Rentería e Cosme.

Ex-palmeirenses no Millonarios: nenhum.

Palpite IPE: 2×2, gols de Obina e Tiago Real.

Último confronto no local do jogo: a única vez que palmeiras e Millonarios se enfrentaram no El Campín foi em um amistoso, em 1962 – 1×1 – gols de Julinho (PAL) e Zanarob (MIL)

Última vitória na Colombia: foi pelo Torneio Cidade de Manizales – 4×0 – gols de Julinho, Américo (2) e Vavá. 

Última derrota na Colombia: o Palmeiras jamais perdeu para os Millonarios. 

Histórico: estamos invictos e esperamos continuar deste jeito.

GERAL COPA SUL-AMERICANA
 J  V  E  D  GP  GC  J  V  E  D  GP  GC
3 2 1 0 8 2 1 1 0 0 3 1

O IPE se lembra: o histórico entre as equipes é limitado, então ficamos com a lembrança do jogo de ida – 3×1 – gols de Obina, Tiago Real e Luan.

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Ritmo de fiesta

Com público muito acima do que se poderia esperar para o horário e pela relativa importância da partida em comparação à luta no Brasileiro, o Palmeiras conquistou sua terceira vitória seguida – a primeira série dessas desde março. A fragilidade do rival faz parecer que o resultado não foi tão bom, ainda mais pelo gol sofrido perto do fim, mas foi um placar útil, que dá a Gilson Kleina a oportunidade de eventualmente mandar um time bem mais desfalcado para a Colômbia e ainda assim voltar classificado para o que provavelmente seria mais um embate com o Grêmio.

A já tradicional blitz de início de jogo novamente rendeu frutos; em sua terceira partida na casamata, Kleina viu pela terceira vez o Verdão abrir o placar antes do primeiro quarto de hora com um belo lançamento do bissexto Daniel Carvalho, que deixou Obina em condição de apenas escolher o canto. Antes, já havíamos perdido Maikon Leite, em uma contusão que pode sim entrar na conta do treinador – era jogo pra evitar esse tipo de situação. Enfim, o camisa 7 já não jogaria mesmo o Choque-Rei, é esperar para que volte logo (a situação do Palmeiras é tal que, pois é, estamos lamentando a perda de MAIKON LEITE).

O Alviverde seguiu com a posse de bola, mas não soube bem o que fazer com ela. Luan se enrolava pela esquerda, Daniel Carvalho disparava chutes cada vez mais altos e nas cobranças de falta a zaga colombiana comemorava a ausência de Assunção. O Palmeiras não corria riscos, mas também não infligia danos ao rival.

Veio o segundo tempo, e o técnico decidiu que era hora de matar o jogo; tirou Márcio Araújo, que não tinha a quem marcar, para a entrada de Tiago Real. O tiro foi certeiro: o moleque entrou com gana e não só pôs a defesa adversária em polvorosa como rapidamente fez seu gol logo nos primeiros minutos de sua primeira partida internacional. A partir daí, o ritmo do jogo aumentou intensamente; se o camisa 23 procurava abrir o jogo a todo momento, escoltado pelo sempre elétrico Luan, o Millonarios não ficou atrás: mandou seu time para cima e, aproveitando o desgaste físico do Palmeiras (uma mistura de herança maldita da comissão anterior com o fato de ter jogado 72 horas antes), foi atrás da reação.

Bruno tentou ao máximo evitar o gol; teve lá um soco esquisito, mas na hora que foi exigido cumpriu seu papel corretamente. Só não contava com o fogo amigo, numa parceria da ingenuidade de Maurício Ramos com o azar de Artur. Menos mal que pouco depois o recém-entrado Valdivia pressionou e o beque entregou, para alegria de Luan e do Palmeiras, que sai novamente com um bom astral, o que hoje em dia é quase tão importante quanto jogar bola direito.

Agora é foco total no clássico de sábado contra Paulo César de Oliveira o SPFC. São 10 anos sem vitórias naquele estádio em que atualmente só pisamos uma vez ao ano, e poucas vezes foi tão importante quebrar esse tabu. O clima é bom e Gilson Kleina vem tendo respaldo de sua trupe, mas a rodada é perigosíssima. À luta!

Atuações

Bruno – fez seu papel muito bem. No gol não dava pra fazer mais nada fora olhar. 7,5

Artur – regular no apoio, sofreu quando o Millonarios veio pra valer. O gol contra foi azar. 5

Maurício Ramos - no seu caso, o gol contra não foi azar, e sim falha. Até lá vinha bem. 4,5

Román – xerifón. 6,5

Juninho – vem deixando a fase ruim pra trás, mas ainda não avançou além de “regular”. Pena o gol perdido. 6

Henrique – sem grande trabalho no primeiro tempo, veio ajudar a zaga no segundo, o que fez bem. 6

Correa – o corte que deixou o zagueiro sentado me fez entender os 8×0 do Real Madrid. Não se contundiu, o que basta. 6

Márcio Araújo – não precisava marcar, não sabe armar, por isso ficou ocioso. 5,5

Daniel Carvalho - seu lance mais incrível não foi o belo lançamento para Obina. Foi ganhar na corrida de um rival momentos antes da substituição. 7

Maikon Leite – sem nota

Obina – apesar do gol, participou pouco. 6

Luan – o de sempre. Na hora de criar se enrolava todo, mas como no gol bastou um tapa e o toque final, não teve erro. 6,5

Tiago Real – o destaque da noite, mas tentemos não nos empolgar ainda. 8

Valdivia – pareceu meio de má vontade quando entrou, mas a impressão foi desfeita na boa roubada de bola do terceiro gol. 7

Gilson Kleina – não inventou muito, mas podia ter poupado alguns jogadores a mais. Enfim, quem sabe do que pega lá dentro é ele.

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De esperança renovada no brasileirão, é hora de virar a chavinha e voltar momentaneamente as atenções para a Copa Sulamericana. Seria excelente fechar o ano com um segundo título, ainda mais internacional, mas certamente a torcida entenderá se o foco estiver totalmente em outro lugar.

Horário e local: terça-feira, 02/10, as 21:45, no Pacaembu (Fox Sports).

Árbitro: será Patricio Lostau (ARG), estreante em jogos do Palmeiras. Apenas como referência, foi ele o árbitro de Nacional 1×3 Corinthians e Santos 2×0 Juan Aurich, ambos pela Libertadores 2012.

Desfalques/Reforços: Fernandinho continua entregue ao DM e foi substituído na lista da SA pro Tiago Real. Correa, recuperado de lesão, substitui Luiz Gustavo entre os inscritos. Thiago Heleno e Assunção serão poupados. Barcos, convocado para o clássico das Américas, também fica de fora. Não há suspensos.

Pendurados: não há acúmulo de cartões na Copa SA. Próxima partida: pela SA, será a partida de volta na Colômbia.

Previsão IPE: Bruno; Artur, M.Ramos, Román e Juninho; Henrique, Correa, Tiago Real e D.Carvalho; M.Leite e Obina.

Bola verde IPE: só haverá premiação se avançarmos para as quartas de final.

Destaques/Millonarios: a equipe lidera o campeonato Colombiano e no final de semana venceu o vice-líder do certame nacional, o Junior de Barranquilla. A delegação que veio à SP não conta com todos os atletas que estiveram em campo no final de semana, entre eles o mais conhecido da torcida brasileira: Rentería. A provável escalação deverá ter Delgado; Ochoa, Franco, Torres e Martínez; Ramírez, Blanco, Tancredi e Candelo; Cosme e Urbano.

Ex-palmeirenses no Millonarios: nenhum.

Palpite IPE: 2×0, gols de Obina e Tiago Real.

Você sabia? A última vez que o Palmeiras recebeu um time colombiano foi na Libertadores de 2006, quando batemos o Atlético Nacional por 3 a 2 no Palestra (gols de Marcinho, Edmundo e Douglas).

Último confronto no local do jogo: Será a primeira vez na história que enfrentamos o Millonarios em solo brasileiro.

Histórico: Palmeiras e Millonarios se enfrentaram duas vezes na história, ambas há 50 anos, e estamos invictos.

GERAL COPA SUL-AMERICANA
J V E D GP GC J V E D GP GC
2 1 1 0 5 1 0 0 0 0 0 0

O IPE não se lembra: pelo Torneio Cidade de Manizales de 1962, o Palmeiras não tomou conhecimento do adversário – 4×0 – gols de Julinho, Américo (2) e Vavá.

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FAQ Sul-Americana

Em 2008, também usamos reservas contra o Argentinos Juniors

Hoje de manhã fizemos uma série de tweets sobre a inconveniência de o Palmeiras viajar à Colômbia (que não é certa, mas é quase após a vitória do Millonarios por 4×2 fora de casa ontem) em meio à fase terrível no Brasileiro, e percebemos que existem muitas dúvidas quanto a quem o Verdão pode escalar, às datas e por aí vai. Então segue um resumo do que virá na famosa Sula Miranda:

Quando e onde serão os jogos?

A ida será em São Paulo entre os dias 25 e 27 de setembro. O blog arrisca que será terça, dia 25, por duas razões: o interesse maior da TV aberta será no SPFC, que jogará fora, e porque o Palmeiras terá enfrentado o Figueirense no sábado anterior e o jogo seguinte, contra a Ponte Preta, também tende a ser no sábado.

A volta será entre os dias 23 e 25 de outubro, em Bogotá. O Palmeiras antes terá enfrentado o Cruzeiro (data ainda não definida) e depois pegará o Inter fora no sábado (pois domingo será dia de eleições municipais). É preferível que também também seja na terça; não importa que não passe na TV, a prioridade é que quem viajar descanse antes do jogo em Porto Alegre

Quem pode jogar?

Muita gente quer que a base seja usada para poupar os titulares, mas não dá: só os 25 inscritos podem jogar. Mas três nomes podem ser trocados, e um deles certamente será Fernandinho.

O Palmeiras inscreveu os seguintes jogadores:

Goleiros: Bruno, Raphael Alemão, Fabio

Laterais: Artur, Luiz Gustavo, Juninho, Fernandinho

Zagueiros: Thiago Heleno, Maurício Ramos, Leandro Amaro, Román, Wellington

Volantes: Henrique, Márcio Araújo, João Vítor, Marcos Assunção

Meias: Valdivia, Daniel Carvalho, Patrik

Atacantes: Barcos, Mazinho, Luan, Obina, Betinho, Maikon Leite

Quem pode entrar e sair da lista?

Podem ser feitas três trocas. Parece claro que hoje entrariam João Denoni, Correa e Tiago Real, mas se a coisa apertar muito Felipão poderia optar por outro jovem, como Patrick Vieira, Emerson ou Caio Mancha. Quem sabe até mesmo Vinícius… mas seria preferível pinçar algum defensor, já que se Román ou Wellington estiverem fora de combate teremos que usar um dos zagueiros que atuam sempre.

Já quem sai é uma pergunta importante; Fernandinho é evidente. As outras duas trocas dependem da prioridade que o torneio receberá do Verdão: se houver uma grande reação no Brasileiro e o time puder entrar de cabeça no torneio, talvez só o meia/lateral-esquerdo saia; isso no entanto é improvável que aconteça até o jogo de ida, que é o limite para trocas. Por isso Felipão talvez opte por preservar dois atletas que considere essenciais no torneio nacional.

Palpite/opinião do blog: um dos que deveriam sair é Valdivia, que já joga pouco de qualquer maneira e não faria tanta falta na competição internacional. O terceiro nome poderia ser Marcos Assunção, que também vem baleado.

Qual seria a escalação então?

Se for pra abrir mão de uma vez e vamo que vamo, o time poderia ser Raphael Alemão; Correa, Wellington, Román, Luiz Gustavo; Márcio Araújo, João Denoni, Patrik, Daniel Carvalho; Maikon Leite, Betinho. O Millonarios não é um time desprezível (até tirou o São Paulo em 2007), mas quem sabe dê pra brigar. Aí a fase seguinte já seria junto da reta final do BR quando, tomara, já estejamos fora de risco.

Quem viria depois do Millonarios mesmo?

Nas quartas, Grêmio, Cobreloa (CHI) ou Barcelona (EQU). Na semi, provavelmente Tigre, Colón, Cerro Porteño ou Deportivo Quito (ou São Paulo ou Atlético-GO se ainda sobrar um deles). Na final qualquer um dos outros times ainda vivos, com destaque para a atual campeão Universidad de Chile, o Independiente e o Nacional uruguaio.

 

 

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Gol que valeu por 3…

Mais uma vez jogando contra 14 e recheado de desfalques, o Palmeiras teve raça e se superou no Engenhão, trazendo a classificação às oitavas para São Paulo.

O jogo em si foi bastante feio. O Palmeiras jogava como podia, lançando bolas para o ataque na esperança de que Obina e Barcos conseguissem arredondar e dar sequência às jogadas. Já o Botafogo, que claramente sente muita falta de um atacante de área, tentava por a bola no chão, mas esbarrava no paredão defensivo esmeraldino.

O jogo transcorria com leve superioridade verde quando, mais uma vez, entrou em cena o trio de arbitragem. Andrezinho lançou Lucas que, totalmente impedido, fez a jogada e entregou para Seedorf marcar: Arbitragem 1×0 Palmeiras. Será que o Jornal Nacional de hoje trará manchete sobre esse lance?

O Palmeiras continuou jogando da mesma forma, sem se abater, e foi amadurecendo o empate aos poucos. A primeira chance veio numa bicicleta de Obina, que Jefferson defendeu. Minutos depois, o empate: jogada pelo meio, Barcos lançou Patrik, que chutou cruzado e marcou – 1×1. Alguns “especialistas” se apressaram em dizer que havia impedimento no lance, mas o replay não deixou dúvidas: gol legal.

No segundo tempo as equipes voltaram no mesmo ritmo. A única diferença foi a falta de atenção palmeirense. Em dois lances de apagão verde, o Botafogo chegou aos 3×1, com Renato e Lodeiro.

A entrada de Betinho no lugar de Obina melhorou o meio campo, e o Palmeiras teve 3 boas chances com Barcos, duas delas desperdiçadas pelo artilheiro. Na outra, El Pirata driblou Antonio Carlos e o zagueiro carioca deu um toco na bola. Penalti, certo? Não… Será que vai sair no Jornal Nacional?

O Palmeiras ainda suportou o sufoco nos minutos finais e saiu de campo classificado, apesar da derrota e apesar da arbitragem. Agora, o Palestra aguarda o vencedor de Guarani-PAR x Millionarios-COL nas oitavas. O primeiro jogo está marcado somente para daqui um mês. Tempo de focar somente no BR e sair da lama.

Da partida de ontem fica a imagem de um time que, mesmo todo remendado e jogando contra 14, teve raça e vontade para continuar vivo na disputa.

Avaliações

- Bruno: vai muito bem até o momento em que precisa sair para cortar um cruzamento ou antecipar um lance – 6

- Román: não passa confiança alguma – 4

- M.Ramos: joga simples e sem firula, ciente de suas limitações – 6,5

- L.Amaro: diferente do companheiro de zaga, acha que tem categoria para dar lançamentos e sair jogando – 5,5

- Juninho: muito mal ontem, errando muitos passes e inseguro na defesa – 4

- Henrique: bem na proteção a zaga e nas saídas de bola. Em pouco tempo como volante, já faz a função melhor que J.Vitor e M.Araújo – 7

- J.Vitor: abusa dos erros na saída de bola, armando contra-ataques do adversário a todo momento – 4

- Patrik: mescla erros com momentos de lucidez. Ontem foi decisivo – 7,5

- Mazinho: não joga nada faz tempo – 5

- Obina: sente falta de um meia criativo para fazer as jogas de pivô e receber bolas em profundidade – 5

- Barcos: fez tudo que pôde para segurar a bola no ataque, mas perdeu duas chances de matar o confronto, não pode – 6

- Luiz Gustavo: em 5 minutos em campo fez mais e melhor que Román – 6,5

- Betinho: entrou elétrico na partida e até deixou Barcos na cara do gol – 7

- Thiago Heleno: entrou pra trancar e o fez – 6,5

- Felipão: Tem feio o que pode com o que tem à disposição – 6,5

Melhores momentos

Ficha Técnica

BOTAFOGO 3 X 1 PALMEIRAS

Local: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 22/08/2012, às 22h (de Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
Auxiliares: Márcio Santiago (Fifa-MG) e Fabrício Vilarinho da Silva (Fifa/GO)
Renda e público: R$ 64.995,00,00 / 2.434 pagantes
Cartões amarelos: Jeferson (BOT) / Patrik, Juninho e Román (PAL)
Cartões vermelhos: nenhum

Gols: Seedorf, 35′ 1º/T (1-0); Patrik, 43′ 1º/T (1-1); Renato, 12′ 2º/T (2-1); Lodeiro, 28′ 2º/T (3-1)

BOTAFOGO: Jefferson, Antônio Carlos (Jeferson, 39′ 2º/T), Fábio Ferreira e Brinner; Lucas, Renato, Andrezinho, Seedorf e Lima (Cidinho, 15′ 2º/T); Elkeson e Rafael Marques (Lodeiro, 40′ 1º/T). Técnico: Oswaldo de Oliveira.

PALMEIRAS: Bruno, Román (Luiz Gustavo, 23′ 2º/T), Leandro Amaro, Maurício Ramos e Juninho; Henrique, João Vitor, Patrik (Thiago Heleno, 30′ 2º/T), Mazinho, Obina (Betinho, 17′ 2º/T) e Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

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Chegou a hora de “virar a chavinha” e ir a campo para ratificar a passagem a próxima fase da Sulamericana. O problema a essa altura dos fatos é: vale a pena “arriscar” a continuidade no torneio continental com a situação no BR do jeito que está?

Horário e local: quarta-feira, 22/08, às 21:50, no Engenhão (Globo/FOX Sports)

Árbitro: será Leandro Pedro Vuaden (RS), cujo histórico registra 15 jogos, com 4V/6E/5D. A última vitória palestrina com ele no apito aconteceu há 2 anos e foi em casa:

2012 – 1×1 Vasco (BR, c) / 1×2 Sport (BR, f)

2011 – 1×1 Vasco (BR, c) / 1×1 Cruzeiro (BR, c) / 0×2 Vasco (SA, f) / 0×0 Flamengo (BR, c) / 0×6 Coritiba (BR, f)

2010 – 2×0 Atl-MG (SA, c) / 0×0 Vasco (BR, c) / 0×2 Vitória (SA, f)

2009 – 2×1 Flamengo (BR,f) / 3×1 Cruzeiro (BR, c)

2008 – 0×0 Náutico (BR, f) / 0×1 Botafogo (BR, f) / 3×1 Fluminense (BR, c)

Desfalques/Reforços: Assunção fez uma artroscopia no joelho e desfalcará a equipe de 30 a 40 dias. Fernandinho rompeu os ligamentos do joelho e ficará fora por até 8 meses. Eles se juntam a Luan, Wesley, D.Carvalho, Maikon Leite, Araújo e Artur, todos lesionados. Para completar, Valdivia e T.Heleno saíram com dores da última partida e são dúvida. Corrêa e João Denoni não estão inscritos nesta fase da SA e também ficam de fora. Não há suspensos. Henrique, que ficou de fora por suspensão no BR, volta à equipe.

Pendurados: não há acúmulo de cartões na SA. Próxima partida: caso avancemos, será o vencedor de Guaraní-PAR x Millionarios-COL, pelas oitavas de final.

Previsão IPE: Bruno; Román, M.Ramos, L.Amaro e Juninho; Henrique, J.Vitor, Patrik e Valdivia; Mazinho e Barcos.

Bola Verde IPE: para a Copa SA só haverá premiação caso o Palmeiras avence até as quartas de final.

Destaques/Botafogo: os meias Fellype Gabriel e Vitor Jr., e o volante Rodrigo Dantas, lesionados, ficam de fora. O lateral esquerdo Márcio Azevedo, com dores musculares, também é desfalque. Em compensação, o volante Renato, recuperado de lesão, volta à equipe. O técnico Oswaldo de Oliveira testou a equipe com 3 zagueiros, e a escalação da estrela solitária deverá ter Jefferson; Brinner, Fábio Ferreira e Antonio Carlos; Lucas, Renato, Seedorf, Lodeiro, Andrezinho e Lima; Elkeson.

Ex-palmeirenses no Botafogo: o atacante Rafael Marques.

Palpite IPE: 1×1 - o Botafogo assusta com Seedorf, mas Barcos empata, selando a classificação às oitavas de final.

Última vitória no local do jogofoi há poucos dias, pelo BR2012 – 2×1 – gols de Barcos (2) para o Palmeiras e Andrezinho para o Botafogo.

Última derrota no local do jogo: foi pelo BR2011 – 1×3 – gols de Assunção para o Palmeiras, e Herrera, Maicossuel e Gustavo para o Botafogo.

Histórico: o confronto desta quarta será a vera em competições sulamericanas.

GERAL COMPETIÇÕES SUL-AMERICANAS
J V E D GP GC J V E D GP GC
107 41 35 31 161 136 4 2 0 2 6 6

O IPE se lembra: pelo BR2005 o Palmeiras foi até o Rio e, em jogo duro, venceu o Botafogo – 2×1 – gols de Marcinho Guerreiro e Marcinho para o Palmeiras, e Alex Alves para o Botafogo.

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El Pirata matador (Foto: Eduardo Viana / Lance)

Em uma partida de dois tempos distintos, o Palmeiras suportou a correria do Botafogo e teve paciência para se impor e largar com vitória na Copa Sulamericana 2012.

O primeiro tempo foi todo alvinegro. Com muita velocidade e empurrando o Palmeiras para o seu campo, o Botafogo criava chances, especialmente com Elkeson e Andrezinho, que infernizavam a zaga alviverde. Não fosse a atuação irretocável de Bruno e os cariocas teriam ido para o intervalo vencendo por pelo menos dois gols.

O Palmeiras, com Mazinho na meia e Maikon Leite fazendo dupla com Barcos, errava as saídas de bola e não criar jogadas de ataque.

Vendo a equipe ser dominada, Felipão não esperou nem o intervalo e colocou Obina no lugar de Mazinho, aos 38 do primeiro tempo. A mexida não foi suficiente para dar ao Palmeiras o domínio da partida, mas empurrou o Botafogo para trás. Ao fim dos primeiros 45 minutos, a impressão que se teve é que o Palmeiras saiu no lucro.

Na volta para o segundo tempo, Felipão fez a mudança que complementaria a reviravolta tática da partida. A entrada de Fernandinho no lugar de Maikon Leite foi suficiente para dar o domínio do meio campo ao Palmeiras, e as chances começaram a surgir.

O gol parecia questão de tempo e veio em grande estilo. Barcos dominou no peito cruzamento da direta e com categoria colocou a bola no canto superior oposto (mais conhecido como gaveta) de Jefferson – 1×0 – Golaço.

O ímpeto que restava ao Botafogo se transformou em nervosismo. Os cariocas passaram a errar bastante e o Palmeiras aumentou o domínio. Barcos e Obina criavam boas chances, e o segundo gol veio com naturalidade. Barcos recebeu bola nas proximidades da área, girou, levantou a cabeça e bateu de canhota, com curva – 2×0 – dois golaços.

A vantagem construída deixa o Palestra em situação confortável para o jogo de volta, que será somente no dia 22 de agosto. Até lá, o Palmeiras volta totalmente as atenções para a situação incômoda no Brasileirão.

Avaliacões

- Bruno: atuação irretocável, com duas belas defesas e muita segurança – 10

- Artur: defensivamente é muito regular, mas no ataque deixa a desejar em alguns momentos – 7

- Ramos: deu alguns sustos, mas não comprometeu – 7

- Amaro: quando joga sem inventar vai bem – 7,5

- Juninho: quando tem alguém para auxiliá-lo na recomposição do lado esquerdo, cresce na partida – 7

- Henrique: definitivamente, vai muito melhor como volante – 7,5

- J.Vitor: bem na defesa, mas peca demais na saída de bola – 6

- Assunção: voltou descalibrado e também errou demais na saída de bola – 6

- Mazinho: confesso que acreditava que ele poderia render bem no meio campo, mas o jogo de hoje provou que não – 6

- Maikon Leite: pouco se ouviu seu nome, mesmo tendo atuado 45 minutos – 6

- Barcos: dois golaços e muita raça no ataque – 10

- Obina: dividiu as atenções da defesa do Botafogo, abrindo espaço para El Pirata brilhar – 8

- Fernandinho: sua entrada consertou o meio campo – 8

- Araújo: entrou para ajudar a segurar o resultado – 7

- Felipão: percebeu que sua escalação inicial não daria certo e começou a corrigir ainda no primeiro tempo. Com a vantagem costruída, poderá trabalhar a equipe para a recuperação no BR com tranquilidade – 8

- Arbitragem: A impressão que fica do jogo de hoje é a de que, com arbitragens isentas, o Palmeiras não passaria o aperto que está passando no Brasileiro de maneira alguma. Mas certas coisas no futebol são “inexplicáveis”…

Os Gols

Ficha Técnica

PALMEIRAS 2 X 0 BOTAFOGO

Local: Arena Barueri, Barueri (SP)
Data/Hora: 01/08/2012 – 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Héber Roberto Lopes (FIFA-PR)
Auxiliares: Roberto Braatz (FIFA-PR) e Altemir Hausmann (FIFA-PR)
Renda/Público: 3.833 pagantes/R$144.440,00
Cartões Amarelos: João Vitor (PAL); Renato (BOT)
Cartões Vermelhos: Não Houve

GOLS: Barcos, 1′/2ºT (1-0); Barcos, 19′/2ºT (2-0)

PALMEIRAS: Bruno, Artur, Maurício Ramos, Leandro Amaro e Juninho; João Vitor, Henrique, Marcos Assunção (Márcio Araújo – 20′/2ºT); Maikon Leite (Fernandinho – Intervalo), Mazinho (Obina – 38′/1ºT) e Barcos. Técnico: Flávio Murtosa.

BOTAFOGO: Jefferson; Lucas (Lennon – 36′/2ºT), Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo (Lima – 36′/2ºT); Jadson, Renato, Fellype Gabriel (Rafael Marques – 15′/2ºT) e Andrezinho; Vitor Júnior e Elkeson. Técnico: Oswaldo de Oliveira.

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Nesta quarta, o Palmeiras arranca para sua quinta participação na Copa Sul-Americana. Em 2003, caímos na primeira fase; em 2008, nas quartas; 2010 teve uma desagradável surpresa na semi e em 2011 caímos logo de cara. Como será em 2012? A caminhada rumo ao grande objetivo do segundo semestre se inicia logo mais. Eis as informações do confronto contra o time da Estrela Solitária.

Horário e local: quarta-feira, 01/08, às 21:50, na Arena Barueri (FOX Sports)

Árbitro: será Heber Roberto Lopes (PR), cujo histórico registra 36 jogos, com 15V/8E/13D, e que nos últimos quatro anos apitou as partidas abaixo. Mas não dá pra deixar de citar que um dos bandeiras será o grande amigo de Felipão, Roberto Braatz.

2012 – 2×0 Grêmio (CB, f)

2011 – 3×1 Vasco (SA, c) / 0×1 Fluminense (BR, f) / 0×2 Ceará (BR, f)

2010 – 1×2 Goiás (SA, c) / 0×1 Corinthians (BR, f) / 1×0 Grêmio Prudente (BR, f) / 2×3 Cruzeiro (BR, c) / 3×0 Vitória (SA, c)

2009 – 0×2 Grêmio (BR, f) / 2×2 Corinthians (BR, n) / 0×0 São Paulo (BR, f) / 2×1 Vitória (BR, c)

Desfalques/Reforços: Luan e Wesley continuam de fora, lesionados. Thiago Heleno e Valdivia já treinam fisicamente, mas ainda devem ficar de fora. Assunção e M.Ramos, recuperados, vão para o jogo. Não há suspensos.

Pendurados: não há acúmulo de cartões na SA. Próxima partida: pela Copa SA, será o jogo de volta contra o Botafogo, daqui a três semanas (f).

Previsão IPE: Bruno; Artur, Maurício Ramos, Leandro Amaro e Juninho; Henrique, João Vitor, Marcos Assunção e Patrik; Mazinho e Barcos.

Bola Verde IPE: para a Copa SA só haverá premiação caso o Palmeiras avence até as quartas de final.

Destaques/Botafogo: O técnico Oswaldo de Oliveira chegou a anunciar que pouparia os titulares mas mudou de ideia. Entre os titulares, o meia Seedorf será poupado e os laterais Lucas e Márcio Azevedo também têm chance de ganhar um descanso. O volante Lucas Zen rompeu os ligamentos e não atua mais em 2012. Outro que pode ficar de fora é Vitor Jr., lesionado. A provável equipe do Botafogo para a partida deverá ter Jéfferson; Lennon, Brinner, Antônio Carlos e Lima; Jadson, Renato, Fellype Gabriel e Andrezinho; Elkeson e Rafael Marques.

Ex-palmeirenses no Botafogo: nenhum.

Palpite IPE: 2×0, gols de Barcos e Obina.

Último confronto em SP: foi pelo BR2010, no Pacaembu – 2×2 – gols de Assunção e Kleber (PAL) e Antônio Carlos e Jóbson (BOT).

Última vitória em SP: faz tempo! Foi pelo BR2006 – 2×1 – gols de Edmundo e Enílton (PAL) e Juninho (BOT).

Última derrota em SP: foi pelo BR2008 – 0×1 – gol de Zé Carlos.

Você sabia? Palmeiras e Botafogo fizeram a final do Campeonato Brasileiro de 1972, e o título ficou com o Palestra, após empate em 0×0 na finalíssima.

Histórico: o primeiro confronto da história foi em SP no ano de 1922 e deu Palestra: 1 a 0. Será a primeira vez que o Palmeiras enfrenta o Glorioso na Copa SA, mas houve três duelos pela Libertadores/1973. No retrospecto geral, vantagem palestrina.

GERAL COMPETIÇÕES SUL-AMERICANAS
J V E D GP GC J V E D GP GC
105 39 35 31 157 135 3 1 0 2 4 6

O IPE se lembra: em 1999, pelo Campeonato Brasileiro, o Palmeiras atropelou o Botafogo sem dó – 6×0 – gols de Pena, Cléber, Agnaldo, Evair e Asprilla (2), registrando assim a maior goleada da história do confronto.

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Pode ser nossa

Observação: post atualizado em 23/8, após a classificação contra o Botafogo. Os times hachurados já estão fora da disputa.

A Conmebol acaba de sortear a chave da Copa Sul-Americana deste ano, competição que o Palmeiras disputará pela quinta vez. E esse será nosso caminho caso avancemos:

1ª fase: Botafogo, partida de ida em casa. Isso já era esperado, pois foi o resultado da colocação final das equipes no último Brasileiro.

Oitavas-de-final: Guaraní (PAR), Millonarios (COL), Oriente Petrolero (BOL) ou Inti Gas (PER). Ida em casa.

Quartas-de-final: podemos pegar um dos brasileiros da reta final de Copa do Brasil: as opções são Grêmio, Coritiba, Cobreloa (CHI), Barcelona de Guayaquil (EQU), Tacuary (PAR) ou Deportivo Táchira (VEN). Ida em casa.

Semifinal: a hora dos argentinos. Possibilidades: Argentinos Juniors, Tigre, Colón, Racing. Fora eles, Mineros (VEN), Cerro Porteño (PAR), León Huánuco (PER), Deportivo Quito (EQU), Aurora (BOL), Cerro Largo (URU), La Equidad (COL) ou “Chile 3″. Pode ainda ser um brasileiro, caso só sobre um do outro lado da chave. Ida em casa.

Final: os times mais conceituados do outro lado da chave são Boca Juniors/Estudiantes (só um deles jogará a competição), Independiente, São Paulo, Universidad de Chile, Nacional (URU). Qualquer outro time, incluindo aí Bahia, Atlético-GO e Figueirense, seria uma bela zebra. Ida em casa.

Como o atento leitor reparou, o Palmeiras decide SEMPRE fora de casa. Por que isso? No caso do Botafogo, é porque eles terminaram o Brasileiro na nossa frente. Nos demais casos, é que a Conmebol assinala por sorteio um número de 1 a 16 a cada participante das oitavas; o time com menor numeração sempre decide em casa. E ao vencedor de Palmeiras x Botafogo calhou justo o número 16; ou seja, o vencedor deste duelo sempre enfrentará alguém que tenha obtido valor menor.

É possível dizer que tivemos sorte nos cruzamentos e azar nos mandos. Mas o que vale mesmo é a bola rolando; veremos a partir de agosto até onde o Verdão chega em sua próxima competição internacional.

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Um momento de insanidade

Há momentos de catarse que só o futebol proporciona. Foi o que percebeu Kristian Bengtson, dono do provavelmente único blog do Verdão em inglês, o Anything Palmeiras, e com absoluta certeza o mais fanático palmeirense sueco, que relata aqui quando isso aconteceu.

*

Um zumbido nos ouvidos e a sensação de leveza na cabeça preocupam um pouco. Idem o coração martelando forte no peito. Estou nitidamente fora de forma. Busco apoio na parede do corredor, enquanto traço meu caminho de volta, sentindo minha testa já molhado de suor apesar da explosão de atividade ter sido tão breve.

Passo em frente a uma porta que não estava aberta segundos atrás e que já vai se fechando novamente. Passo por outra, e outra semi-aberta, também a ponto de se fechar.

Um pouco mais adiante, meu colega me observa, lentamente sacudindo a cabeça. Passo também pela porta do quarto onde ele está hospedado e ameaço abrir um sorriso ao escutar um “Maluco, vai se tratar!” antes de a porta dele também se fechar.

Estou novamente sozinho, no fim do corredor do Hotel Internacional, em Campo Grande, às 23h43 no dia 19 de agosto de 2010. Minha insanidade barulhenta e triunfal durou menos de 30 segundos. Se bobear, o jogo nem recomeçou após Assunção ter colocado a gorduchinha na gaveta! Mas recomeçar por quê? Foi praticamente o último lance do jogo! Palmeiras classificado!

Viro a maçaneta. Solto um suspiro. Desço novamente o corredor todo, agora menos triunfal, rumo ao lobby, pedir ajuda para abrir a maldita porta trancada.

*

CONTEXTO

Era a primeira fase da Copa Sul-Americana de 2010, e o Palmeiras havia levado 2 a 0 em Salvador. Não parecia que o time que caíra para o Atlético-GO na Copa do Brasil teria forças para reagir. Mas havia uma grande esperança aos olhos do torcedor: era a oitava partida de Felipão desde seu retorno, e a primeira em que o espírito dos anos 90 deveria prevalecer. Na noite em que Marcos completava sua quingentésima partida pelo Verdão tudo deu certo – tão certo que até Tadeu marcou dois de seus únicos três gols no clube. E a cereja do bolo foi a estupenda cobrança de falta de Marcos Assunção, com quem o palmeirense ainda não estava acostumado (foi apenas seu segundo gol pelo clube).

Por uma noite, os palestrinos reviveram tempos de glória.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 3 x 0 VITÓRIA

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP) Data: 19 de agosto de 2010, quinta-feira Horário: 21h50 (de Brasília) Renda: R$ 437.422,00 Público: 21.950 pagantes (458 não pagantes) Árbitro: Heber Roberto Lopes (Brasil) Assistentes: Erich Bandeira e Dibert Pedrosa (ambos do Brasil) Cartões amarelos: Eduardo (Vitória) Gols: PALMEIRAS: Tadeu, aos 47 minutos do primeiro tempo e aos 12 minutos do segundo tempo; Marcos Assunção, aos 44 minutos do segundo tempo.

PALMEIRAS: Marcos; Maurício Ramos, Danilo e Fabrício (Ewerthon); Márcio Araújo, Edinho, Marcos Assunção, Tinga e Rivaldo; Luan (Patrik) e Tadeu Técnico: Luiz Felipe Scolari

VITÓRIA: Viáfara; Eduardo Diniz, Anderson Martins, Wallace e Egídio; Vanderson, Ricardo Conceição, Ramon (Neto Coruja depois Renato) e Thiago Humberto; Elkeson e Schwenck (Junior) Técnico: Toninho Cecílio.

NO DIA SEGUINTE

A Folha conseguiu captar a importância daquele momento, mesmo sendo apenas a primeira fase do torneio

RELEMBRE

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