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Pé de gancho…

Por: Álvaro

O doping psicológico, fruto da troca de treinador, passou e deu lugar à depressão profunda; o time que apareceu em campo com a camisa do Palmeiras nesta noite conseguiu perder uma partida de vida ou morte sem ter ao menos criado uma real chance de gol nos 90 minutos de peleja. Tirando a torcida de campo um pouco, a posição do clube no certame nacional é completamente justificável, é realmente um dos 4 piores times desse torneio. O rival de hoje jogou com a 3ª zaga reserva e o técnico deles tem 33 anos, parece piada.

O novo treinador já tinha apresentado outros sinais de estar perdido, apesar de ter vencido 3 partidas com boas exibições, mas hoje ele passou recibo e nota fiscal. As 3 substituições feitas por Gilson Kleina configuram crime de lesão contra o Palmeiras; foi dito aqui neste espaço logo após a vitória contra o Sport que o time só precisava de 6 vitórias em 11 partidas, eis que esse número foi potencializado e agora são 6 em 9 pra talvez salvar. Pra quem ainda tem pela frente, entre outros, Inter, Cruzeiro, Fluminense e Santos, parece que não vai dar, não é?

O que resta ao Palmeiras é solucionar a complicada equação 2013: (Libertadores + Série B) x Elenco. O resultado é uma incógnita, mas o fato é que 2012 muito provavelmente terminou de maneira melancólica, em um lance que demonstrou toda a fragilidade do time, com Corrêa, Bruno e Maurício Ramos errando bizarramente ao mesmo tempo.

Depois de um primeiro tempo infértil era de se esperar que Gilson Kleina mexesse no time ainda no intervalo, mas a equipe voltou para o campo com o 11 inicial, e o camisa 11 que não consegue dar prosseguimento a uma jogada completa, protagonizou o único lance minimamente decente do Palmeiras em toda a partida, logo no início do 2º tempo Luan entortou o zagueiro e nas sequência o próprio pé, na hora da finalização meteu um gancho na bola e conseguiu errar o gol. Tudo que aconteceu daí pra frente não serve nem pra mostrar em um eventual filme “Como não praticar o ludopédio”. Nem mesmo com a ajudinha do juizão, invalidando gol legal de Deivid, o Palmeiras conseguiu aproveitar.

O gol de penalti dos curitibanos aos 43′ do segundo tempo só serviu para florear com tons de deboche a tragédia Palmeirense, mesmo o empate nessa partida era péssimo resultado. Agora o Palmeiras está a 9 pontos –  3 vitórias sem que os adversários pontuem – de EMPATAR com o primeiro clube fora da zona de rebaixamento, não tem nada que motive realmente a acreditar, é torcer por um milagre.

Que o Sr. Gilson Kleina tenha sua cabeça iluminada e mude de postura e de escalação pro próximo confronto, uma pedreira nordestina em Recife, o Náutico apesar de cambaleante tem sido soberano nos seus ‘aflitantes’ domínios.

FICHA TÉCNICA:
PALMEIRAS X CORITIBA

Estádio: Fonte Luminosa, Araraquara (SP)
Data/hora: 11/10/2012 – 21h
Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)
Auxiliares:  Rodrigo Henrique Correa (RJ) e Fabiano da Silva Ramires (ES)
Cartões Amarelos: Henrique (14′ 2ºT); Willian (17′ 1ºT); Obina (28′ 1ºT); Luccas Claro (4′ 2ºT); Everton Ribeiro (16′ 2ºT); Lincoln (15′ 2ºT); Daniel Carvalho (38′ 2ºT);  Mauricio Ramos (44′ 2ºT)
Cartões Vermelhos: não houve
Gols: Deivid, 44′ 2ºT (0-1)

PALMEIRAS: Bruno, Correa, Maurício Ramos, Thiago Heleno, Leandro, Henrique (Daniel Carvalho/22′ 2ºT), João Denoni, Tiago Real (Vinícius/32′ 2ºT), Luan (Maikon Leite/12′ 2ºT), Maikon Leite e Obina. Técnico: Gilson Kleina

CORITIBA: Vanderlei; Victor Ferraz, Cleiton, Luccas Claro e Dênis Neves; Gil, Willian, Everton Ribeiro (Júnior Urso/46′ 2ºT), Rafinha e Lincoln (Thiago Primão/ 37′ 2ºT); Deivid (Marcel/44′ 2ºT). Técnico: Marquinhos Santos

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Jogo de vida ou morte. Seja o que tiver que ser.

Horário e local: quinta-feira, 11/10, as 21:00, na Arena da Fonte, em Araraquara (PPV).

Árbitro: será Jaílson Macedo de Freitas (BA), cujo histórico “animador” registra 5 partidas, com 1V/1E/3D:

2012 – 0×1 Internacional (BR, c)

2011 – 1×1 América-MG (BR, c)

2009 – 2×1 Atl-PR (BR, c)

2008 – 1×4 Internacional (BR, f) / 0×2 Sport (BR, f)

Desfalques/Reforços: Fernandinho continua entregue ao DM, e agora terá a companhia de Valdivia, que também não joga mais este ano. Além destes, Juninho está lesionado e fica de fora. Artur, suspenso, e Barcos, na seleção argentina, completam os desfalques. Luan e Maikon Leite retornam de suspensão. Thiago Heleno, recuperado de dores pré-clássico no pé, também retorna a equipe.

Pendurados: Henrique, Román, Juninho, M.Araújo, Barcos, Valdivia, Luan, M.Ramos, D.Carvalho e Wellington. Próxima partida: Náutico (fora).

Previsão IPE: Bruno; Correa, M.Ramos, T.Heleno e Leandro; Henrique, Assunção, Araújo e D.Carvalho; M.Leite e Obina.

Bola verde IPE: Thiago Heleno, que sempre dá um jeitinho de ficar de fora dos clássicos, continua na liderança com média 6,13.

Destaques/Coritiba: o atacante Ruidiaz, servindo a seleção peruana, os zagueiros Demerson e Escudero, suspensos, o volante Chico, que pertence ao Palmeiras, o zagueiro Emerson, o lateral Ayrton e o volante Sérgio Manoel, lesionados, ficam de fora. Além destes, os zagueiros Pereira e Bonfim se recuperam de lesões e dificilmente terão condições de jogo. A provável escalação do Coritiba deverá ter Vanderlei; Victor Ferraz, Luccas Claro, Cleiton e Eltinho; Willian Farias, Gil, Thiago Primão, Rafinha e Everton Ribeiro; Deivid.

Ex-palmeirenses no Coritiba: o volante Chico e o meia Lincoln.

Palpite IPE: 2×1, gols de Obina e Marcos Assunção, com Deivid descontando para os paranaenses.

Último confronto no local do jogo: será a primeira vez que Palmeiras e Coritiba se enfrentam na Fonte Luminosa.

Última vitória em SPfoi a final da Copa do Brasil – 2×0 – gols de Valdivia e Thiago Heleno, na Arena Barueri.

Última derrota em SP: foi pelo BR2011 – 0×2 – gols de Davi e Leonardo, na Arena Barueri.

Histórico: o primeiro confronto da história entre as equipes aconteceu em 1938, pelo Torneio do Paraná, e terminou empatado – 3×3 – gols de Barcelona, Octávio e Mathias III (PAL), e Joãozinho, Augusto e Pizzatinho (CTB).

GERAL CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
50 19 17 14 77 63 30 9 12 9 31 27

O IPE se lembra: pelo BR1996 o Palmeiras atropelou o Coritiba – 5×0 – gols de Rincón, Luizão (3) e Djlaminha.

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Era dia do Coritiba descontar – pelo menos um pouquinho – a perda do título da Copa do Brasil 2012 (É CAMPEÃO!) mas nem a falta de trocentos titulares fez o Palmeiras, o Verdão legítimo (já falei que É CAMPEÃO!!?) entrar ‘pra perder’. Os comandados de Murtosa foram para cima e apesar de todas as dificuldades conseguiram um empate, em uma partida com ritmo um pouco acima do normal para o Brasileirão, quem se consagrou foi o herdeiro de São Marcos: Bruno fez excelente jogo e chegou a operar um pequeno milagre no primeiro tempo.

O primeiro tempo começou corrido com o Palmeiras se lançando ao ataque, antes que o Coritiba conseguisse neutralizar as ações do pouco entrosado Verdão, Patrik finalizou depois de boa tabela com Betinho: 1×0 e daí em diante só deu Coritiba, como se estivessemos vendo um replay do primeiro jogo da finalíssima, os paranaenses chegavam na área do Palmeiras e perdiam os gols, o ápice do desperdício coxa branca foi a consagração de Bruno na noite; depois de belo cruzamento de Rafinha o camisa 9 coritibano cabeçeou para o chão e o goleirão resolveu emular São Marcos e tirar de canela. Não dava para cobrar muito entrosamento do time, mas a quantidade de bolas perdidas por Daniel Carvalho foi obscena.

O segundo tempo começou muito parecido com o primeiro, o Palmeiras foi pra cima e mais uma vez a bola foi ajeitada por Betinho para o Patrik, dessa vez não foi bem aproveitada e o preço seria cobrado mais tarde, em um lance infeliz da defesa que preferiu reclamar com o juiz, Anderson Aquino cabeceou pro fundo das redes. No fim das contas o empate foi até certo ponto ‘bom’ em virtude da quantidade de desfalques. Murtosa demorou para mexer e quando o fez não conseguiu colher qualquer resultado.

Vamos às notas:

Bruno: grandes defesas e um pequeno milagre, ficou vendido no lance do gol – 7
Arthur: não produziu nada no ataque e ficou devendo um pouco na defesa – 5
Leandro Amaro: como o resto da defesa, ficou parado no gol de empate – 6
Wellington: faltou entrosamento, perdeu algumas bolas aéreas que não deve – 6
Juninho: bastante disposição, pouca efetividade – 6
Márcio Araújo: matou diversos contra-ataques, errou muitos passes – 5
Patrik: o gol e só, errou tudo o mais – 5
Fernandinho: foi uma boa opção para o ataque pela esquerda – 6
Daniel Carvalho: sem dúvidas o pior em campo, errou tudo e mais um pouco – ZERO
Mazinho: tabelou bem em alguns momentos, mas podia ter apresentado mais – 5
Betinho: já fez a parte dele no gol do título, hoje, assistência pro gol e só – 5

Felipe: uma bela cobrança de falta e péssimas cobranças de escanteio – 5
Obina: no primeiro lance do seu retorno levou mais perigo que 3 ou 4 atacantes que o antecederam – 6
João Denoni: entrou faltando 3 minutos, deveria ter entrado de titular – S/N

Murtosa: só figurou, deveria ter mexido antes no time – 5

Os gols:

FICHA TÉCNICA:

CORITIBA 1 X 1 PALMEIRAS

Local: Couto Pereira, Curitiba (PR)
Data/Hora: 19/07/2012 – 21h (de Brasília)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (FIFA-MG)
Auxiliares:Thiago Gomes Brígido (CE) e Celso Luiz da Silva (MG)
RENDA/PÚBLICO: Não disponíveisCARTÕES AMARELOS: Wellington, Juninho, Mazinho (PAL); Lucas Mendes, Everton Ribeiro, Pereira, Lincoln (CTB)CARTÕES VERMELHOS: Pereira, 46′/2ºT (CTB)GOLS: Patrik, 5′/1°T (0-1); Anderson Aquino, 22′/2ºT (1-1)
CORITIBA: Vanderlei, Ayrton, Pereira, Emerson e Lucas Mendes (Anderson Aquino – intervalo); Willian (Lincoln – intervalo), Junior Urso, Rafinha, Robinho e Everton Ribeiro; Everton Costa (Thiago Primão -17′/2º). Técnico: Marcelo Oliveira

PALMEIRAS: Bruno, Artur, Leandro Amaro, Wellington e Juninho; Márcio Araújo, Fernandinho, Patrik e Daniel Carvalho (Felipe – 18′/2º); Mazinho (João Denoni – 46′/2ºT) e Betinho (Obina – 29′/2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

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Oito dias após o confronto mais importante da história deste duelo, Coritiba e Palmeiras voltam a se enfrentar, dessa vez com o mui menos nobre objetivo de fugir da zona da degola. No duelo entre o deprimido com sede de vingança e o estropiado com autoestima lá em cima, o que será que vai dar?

Horário e local: Quinta-feira, 19/07, as 21:00, no Major Antônio Couto Pereira (Sportv)

Árbitro: será o mineiro Ricardo Marques Ribeiro, que nos apita pela terceira vez no ano. No todo, ele tem 6 jogos, com 2V/2E/2D:

2012 - 1×1 Grêmio (CB, c), 2×0 Atlético-PR (CB, c)

2011 – 1×2 Figueirense (BR, c) / 0×0 Grêmio (BR, c)

2009 – 1×0 Fluminense (BR, c)

2008 – 0×2 Coritiba (BR, f)

Desfalques/Reforços: “reforço” é no singular mesmo: Obina, que provavelmente fica no banco. Já os desfalques ocupam quase meio boletim: Felipão, Henrique, Valdivia, João Vítor e Maikon Leite estão suspensos, Marcos Assunção gripado e Thiago Heleno, Maurício Ramos, Adalberto Román, Luan, Barcos, Vinícius e Wesley lesionados. Isso até as 07:57 de hoje.

Pendurados: Cicinho e Márcio Araújo. Próxima partida: Náutico (c)

Previsão IPE: Bruno; Cicinho, Artur, Leandro Amaro, Juninho; Márcio Araújo, João Denoni, Patrik, Daniel Carvalho; Mazinho, Betinho.

Bola verde IPE: dentro do critério de 40% de jogos disputados, o líder é Bruno, com 5,33.

Destaques/Coritiba: o técnico deles, Marcelo Oliveira, também está suspenso por ofensas à arbitragem; já os desfalques dentro de campo são 2, os suspensos Gil e Roberto; Lucas Mendes é dúvida. O time que levou 4 a 1 da Ponte no sábado passado vem para o confronto provavelmente com Vanderlei, Ayrton, Pereira, Emerson, Lucas Mendes; Willian, Junior Urso, Rafinha, Robinho, Everton Ribeiro; Everton Costa.

Ex-palmeirenses no Coritiba: o volante Chico e o picareta Lincoln.

Palpite IPE: pra sermos muito otimistas, zero a zero.

Último confronto em Curitiba: nuncanos esqueceremos

Última derrota em Curitiba: outra pra não esquecer, mas os 0×6 cicatrizaram um pouco semana passada.

Última vitória em Curitiba: lá se vão 15 anos desde que Marquinhos fez o gol solitário pela Copa do Brasil de 1997.

Histórico: será o 50° confronto da história, que tem razoável equilíbrio.

GERAL CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
49 19 16 14 76 62 33 13 10 10 40 30

O IPE se lembra: pedimos perdão, mas depois do jogo da semana passada, fica difícil lembrar de outro…

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O maior Campeão do Brasil

Por Pedro Ivo

É CAMPEÃO INVICTO! É BICAMPEÃO! É O MAIOR CAMPEÃO DO BRASIL!

Confesso: já escrevi e apaguei o texto neste post algumas vezes. Difícil escolher as palavras quando há tanto a dizer. Esta partida não começou as 21:50. Para nós, Palmeirenses, essa partida começou lá atrás, quando o destino nos botou à prova com a contusão de Wesley e depois com todos os outros “azares” desta caminhada, sofrida como uma bela ópera italiana. A noite de hoje foi o último degrau conquistado por um grupo desacreditado, criticado, e que precisou passar por cima de muito mais do que os adversários para entrar na história do clube. Pode até haver quem considere que este é apenas mais um título na vasta galeria palestrina, mas na minha humilde opinião, este título, por tudo que aconteceu neste semestre, por todas os obstáculos que o azar nos impôs, e por todos os fatores externos que só o Palmeirense conhece bem, é ÉPICO!

O Palmeiras foi a campo diferente da semana passada. Não em sua proposta de jogo, mas sim na maneira como se impôs em campo. Com a vantagem debaixo do braço, a equipe empurrou o Coritiba para trás, impedindo que a pressão vista em Barueri se repetisse no lotado Couto Pereira.

Jogando consciente do que precisava fazer, o Palmeiras levou apenas 10 minutos para tomar conta do meio campo, mesmo com a pressão inicial do Coxa e de sua torcida. Prova disso é que as melhores chances do primeiro tempo foram do Palmeiras, especialmente a de Betinho.

Ainda no primeiro tempo, a sorte resolveu nos mostrar que realmente não ajudaria. Thiago Heleno que, a não ser por um lance em que quase entregou a rapadura, vinha fazendo uma excelente partida, saiu contundido para a entrada de Leandro Amaro. Mas nem isso abalou a equipe, e a missão do primeiro tempo foi cumprida com maestria – 0×0.

No segundo tempo o panorama continuou o mesmo. O Coritiba voltou a campo com Ayrton no lugar de Jonas. Aos 11, Daniel Carvalho, único jogador que destoava do restante da equipe, deu lugar a Luan. Cinco minutos depois, veio a apreensão. Falta na esquerda, cobrança perfeita de Ayrton – 1×0.

Era tudo que o Coritiba precisava para infernizar o Palmeiras nos 30 minutos restantes, certo? Pois nem deu tempo dos paranaenses comemorarem. Quatro minutos depois, falta pela direita, cobrança de Assunção e gol de Betinho. Ele mesmo, que veio do São Caetano sob desconfiança e revolta geral.

Pois quando parecia que o destino nos daria uma folga, não bastasse sequestro relâmpago, ligamentos rompidos, apêndice e afins, Luan se machucou minutos após Felipão fazer sua terceira substituição: Araújo no João Vitor. Isso não impediu que Luan atormentasse a vida do Coxa, e muito menos que o Palmeiras perdesse o controle do jogo pós-gol de empate.

O restante da partida foi de impotência do bom time paranaense e de tranquilidade do Campeão da Copa do Brasil 2012. Festa pelo Brasil inteiro. Parabéns, Sociedade Esportiva Palmeiras!

- Bruno: fez uma partida perfeita. Não tinha como pegar a falta – 9

- Artur: tem mostrado personalidade e feito partidas irretocáveis na defesa. Só falta aparecer mais no ataque – 8,5

- M.Ramos: partidaça, não perdeu uma sequer – 9,5

- T.Heleno: a não por um lance, até sair vinha fazendo partida excelente – 8,5

- Juninho: mesmo tendo tomado amarelo cedo não comprometeu e ainda tomou conta do lado esquerdo do campo – 8,5

- Henrique: perfeito na proteção a zaga, ainda fez muito bem a ligação com o ataque – 8,5

- Assunção: experiência, cabeça-fria, profissionalismo e mais uma assistência – 9

- J.Vitor: fez bem o seu papel e ajudou a trancar o meio-campo – 8

- D.Carvalho: destoou do restante da equipe – 6

- Mazinho: caiu pelas pontas, cavou faltas, imprimiu velocidade… só faltaram as arrancadas pra cima dos zagueiros – 8

- Betinho: iluminado – 10

- Leandro Amaro: discreto, fez partida tranquila e não deu sustos – 8

- Luan: dá orgulho ver um jogador arrebentado dando o sangue em campo – 9,5

- Araújo: entrou e não comprometeu. Em se tratando dele, foi excelente – 8

- Felipão: por tudo que só ele mesmo sabe que teve que superar interna e externamente, pela maneira como montou a equipe e pelo sucesso de todo seu trabalho, mostra mais uma vez que se trata de um treinador diferenciado, que sabe preparar e motivar uma equipe como poucos no mundo – 10

FICHA TÉCNICA

CORITIBA 1 X 1 PALMEIRAS

Local: Couto Pereira, Curitiba (PR)
Data/Hora: 11/07/2012 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (FIFA-DF)
Assistentes: Carlos Berkenbrok (FIFA-SC) e Alessandro Rocha de Mattos (FIFA-BA)

Renda e público: R$1.193.108,00/ 31.382 pagantes
Cartões amarelos: Rafinha, Lincoln e Lucas Mendes (CTB); Juninho, João Vítor, Artur e Marcos Assunção (PAL)
Cartão vermelho: Pereira (CTB)
GOLS: Ayrton, 16′/2ºT (1-0) e Betinho, 20′/2ºT (1-1)

CORITIBA: Vanderlei, Jonas (Ayrton, Intervalo), Pereira, Demerson e Lucas Mendes; Willian, Sergio Manoel (Lincoln, 14′/2ºT), Rafinha, Everton Ribeiro e Roberto (Anderson Aquino, 21′/2ºT); Everton Costa. Técnico: Marcelo Oliveira

PALMEIRAS: Bruno, Artur, Maurício Ramos, Thiago Heleno (Leandro Amaro, 37′/1ºT) e Juninho; Henrique, Marcos Assunção, João Vítor (Márcio Araújo, 29′/2ºT) e Daniel Carvalho (Luan, 11′/2ºT); Mazinho e Betinho. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

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“É hoje”, eu havia ouvido três vezes, e ainda não eram sete da manhã. E é isso mesmo: céu ou inferno, o sorriso bobo estampado no rosto por uma semana pelo maior momento desde 1999 ou a terrível decepção pela maior tristeza desde 2002. Hoje não há meio-termo.

Hoje podemos fazer uma comparação que parecerá descabida ao leitor mais velho, que viveu tempos de bonança e vacas magras: a partida desta noite não tem paralelo com a outra final da Copa do Brasil que vencemos; importante, mas na prática tratada como o passaporte para a Libertadores (e o resto é outra bela história). Afinal, nos cinco anos anteriores tínhamos amealhado três Paulistas, dois Brasileiros e um Rio-São Paulo.

Hoje o Palmeiras pode quebrar um jejum de mais de década (o Paulista de 2008 foi mais um momento de renovar esperanças no futuro do que a comemoração pelo título em si). Mais que isso: pode dar a toda uma geração de pequenos torcedores sua primeira grande alegria. Penso naquele japonesinho que retratou a decepção da Sul-Americana e em tantos moleques que vi nos últimos dias com o manto verde, e não tem jeito: é a partida de suas vidas.

Hoje, tomara, eles terão seu 12 de junho de 1993, como eu e você tivemos. Não vamos comparar Evair com Betinho, Mazinho com Mazinho, nem Corinthians com Coritiba, não faz sentido. Porém a ansiedade e o brilho nos olhos de quem será responsável por manter o Palmeiras grande nas décadas por vir, esses possivelmente serão iguais.

Hoje às dez da noite todas as histórias e números que desfilamos nos últimos dias ficam de lado. É hora de sentir medo, de passar nervoso, de sofrer desesperadamente durante quase duas horas, e de ao final se libertar de todas as dores acumuladas, porque hoje tem que dar tudo certo.

Hoje palmeirense nenhum dorme.

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Chegou a hora! Anos de espera podem finalmente acabar nos noventa minutos finais da decisão da Copa do Brasil 2012. Com a vantagem construída no jogo de ida, o Palmeiras vai a campo com o regulamento debaixo do braço, podendo até perder por um gol de diferença. Vale lembrar também que um ou mais gols palestrinos obrigam o Coxa a fazer 3 gols de diferença.

Horário e local: Quarta-feira, 11/07, as 21:50, no Couto Pereira (Band, Sportv, ESPN Brasil e também Globo, mas nem pense nisso)

Árbitro: o apito será trilado pela mais nova estrela da CBF, Sandro Meira Ricci (DF), cujo histórico registra 7 jogos, com 3V/1E/3D. Nesta Copa do Brasil, Ricci apitou Grêmio 2×0 Fortaleza, nas oitavas, e Coritiba 4×1 Vitória, nas quartas.

2011 – 3×2 Atl-MG (BR, c)

2010 – 1×1 Goiás (BR, f) / 0×1 Atl-GO (CB, f)

2009 – 3×1 Atl-MG (BR, c) / 0×2 Flamengo (BR, c) / 2×3 Vitória (BR,f)

2008 – 2×1 Atl-PR (BR, f)

Destaques/Palmeiras: Barcos, se recuperando de cirurgia, e Valdivia, suspenso, ficam de fora. Maikon Leite e Román, lesionados contra a Ponte, devem ficar de fora. Luan já está liberado para os treinos e pode ser surpresa na decisão. Henrique volta após cumprir suspensão.

Destaques/Coritiba: Emerson levou o terceiro amarelo no jogo de ida e está fora. O volante Sérgio Manoel volta de suspensão, e o atacante Roberto e o lateral Ayrton estão recuperados de lesão e vão para o jogo.

Ex-palmeirenses no Coritiba: o meia Lincoln e o volante Chico.´

Escalações prováveis:

Palmeiras

Bruno  7J / 4GS / 0 CA. Bola Verde: 6,97
Artur  4J / 0 CA. Bola Verde: 7,15
Maurício Ramos  5J / 1 CA. Bola Verde: 6,20
Thiago Heleno  3J / 1G / 0 CA. Bola Verde: 8,50
Juninho  9J / 1G / 1 CA. Bola Verde: 6,45
Henrique  8J / 1G / 2 CV. Bola Verde: 7,03
Marcos Assunção  9J / 2G / 2 CA. Bola Verde: 5,76
João Vítor  9J / 2 CA. Bola Verde: 5,71
D.Carvalho  4J / 0 CA. Bola Verde: 5,50
Mazinho  7J / 3G / 0 CA. Bola Verde: 6,94
Betinho  2J / 0 CA. Bola Verde: 5,20

Coritiba

Vanderlei  11J / 6 GS / 0 CA
Ayrton  4J / 2 CA
Demerson  8J / 1 CA
Pereira  3J / 0 CA
Lucas Mendes  8J / 4 CA
Sérgio Manoel  6J / 3 CA
Gil  8J / 3 CA
Rafinha  4J / 1 CA
Everton Ribeiro  9J / 4G / 1 CA
Everton Costa  5J / 2G / 1 CA
Roberto  10J / 2G / 2 CA

Palpite IPE: o Coritiba abre o placar aos 5 do segundo tempo, com Roberto, mas Marcos Assunção cala o Couto Pereira aos 25. Dali pra frente, bola pro mato que o jogo vale muito mais que um campeonato.

Último confronto em Curitiba: foi pelo BR2011 – 1×1 – gols de Assunção para o Palmeiras e Jéci para o Coritiba.

Última derrota em Curitiba: essa o palmeirense nunca mais vai esquecer – 0×6 pela Copa do Brasil 2011.

Última vitória em Curitiba: faz muito tempo, mas curiosamente foi pela Copa do Brasil – 1×0 – gol de Marquinhos, em 1997.

Histórico: como se pode ver, o histórico é equilibrado, mas com leve vantagem palestrina.

GERAL COPA DO BRASIL
J V E D GP GC J V E D GP GC
48 19 15 14 75 61 5 4 0 1 9 8

O IPE se lembra: em 1997 o Palmeiras enfrentou o Coxa pela segunda fase da Copa do Brasil. No jogo de ida, em Curitiba – 1×0 – gol de Marquinhos. Este jogo marcou a apresentação aos Palmeirenses do futuro camisa 10 alviverde: Alex.

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Em 1999, passamos no sufoco

O Palmeiras conseguiu ontem sem dúvida um excelente resultado ao bater o Coritiba por 2 a 0. Era preciso muito otimismo para crer que o time construiria essa vantagem, ainda mais sem seu artilheiro. Pra completar, os dados que traremos nesse post são positivos, mas devagar com o andor.

A missão desse blog é trazer dados e histórias que você dificilmente encontraria em outros lugares. Às vezes nos deparamos com situações em que trazemos estatísticas desagradáveis (o caso de Porcus Tristis é um exemplo), mas faz parte, paciência. Por outro lado, dados positivos também devem ser vistos com reservas, especialmente quando se trata de projeções, como é o caso agora.

O Verdão está próximo do fim do jejum de títulos nacionais? Sim, bastante. Mas não se esqueça: somos o time que, com a mesma vantagem de 2 a 0 (1 a 0 fora e 1 a 0 parcial em casa), deixou o Goiás ficar com a vaga na final da Sul-Americana. Que levou uma tremenda paulada na última partida de Copa do Brasil no Couto Pereira. E que ontem levou uma enorme pressão no primeiro tempo. Portanto, cautela, tem muito ainda pela frente – e cremos que o time terá ciência disso, que não haverá salto alto.

Isto posto, vamos lá: baseando-se na História, com H maiúsculo pra ficar mais imponente, qual o risco da zebra? Para responder, fizemos duas análises, expostas abaixo:

1. O histórico do Palmeiras

Pesquisamos todos os mata-matas de Copa do Brasil, Libertadores, Taça Brasil, Robertão e Paulistas para ver o que aconteceu quando o Palmeiras fez 2 a 0 em casa na primeira partida. Encontramos seis casos em que isso aconteceu, e em todos eles o Palmeiras avançou, embora às vezes com bastante drama:

2005 – Deportivo Táchira (Libertadores), placar da volta 4 x 2

1999 – Corinthians (Libertadores), placar da volta 0 x 2 e vitória nos pênaltis

1996 – Paraná (Copa do Brasil), placar da volta 3 x 1

1993 – Corinthians (Rio-SP), placar da volta 0 x 0

1978 – Internacional (Brasileiro), placar da volta 1 x 1

1961 – Coritiba, vejam só (Taça Brasil), placar da volta 1 x 3; a “negra” terminou 4 x 1 para o Palmeiras no Pacaembu

Só de curiosidade, os casos em que vencemos a ida por 2 a 0 fora de casa também sempre terminaram bem (Grêmio agora na CB, Atlas na Lib/2000, Sport na CB/1998, 4 de Julho na CB/1993)

2. O histórico da Copa do Brasil

Os 24 anos de existência da competição já nos permitem obter uma boa quantidade de dados. Verificamos todos os duelos até hoje para ver com que frequência um 2 a 0 em casa foi revertido no segundo jogo.

No todo, foram 66 confrontos que tiveram esse placar na primeira partida. Destes, somente em 15 ocasiões (23%) houve a reversão do placar. E a maioria destes duelos revertidos foi em fases iniciais, entre equipes que não avançaram muito. Este ano, por exemplo, foram cinco casos com duas reversões: o Guarani venceu o Brasiliense na volta por 3 a 0 e a Lusa fez 4 a 0 no Juventude no Canindé, mas América-RN, Atlético-MG e Goiás caíram respectivamente ante Horizonte, Goiás e São Paulo.

É interessante destacar que o Coritiba perdeu duas vezes fora de casa por 2 a 0 na partida de ida, e em nenhuma delas conseguiu reverter. Essas eliminações aconteceram em 2007 (Náutico) e 2003 (Ituano, então campeão paulista).

Em finais, esse placar aconteceu quatro vezes, e nunca o time derrotado na ida conseguiu sagrar-se campeão. Isso aconteceu em 2005 (Paulista x Fluminense), 2007 (Flamengo x Vasco), 2009 (Corinthians x Inter) e 2010 (Santos x Vitória); a única volta bem-sucedida aconteceu num placar parecido, mas não igual: foi o Sport, que levou 3 a 1 na ida e conseguiu seus 2 a 0 no Recife. Bom presságio?

Por fim, vale citar os “quases”, pois pode acontecer: houve três vezes em que um time que perdera a ida conseguiu fazer os mesmos 2 a 0 na volta, só para cair nos penais depois. Foram eles o Vasco contra o Sport em 2008, o Juventude contra o Corinthians em 1997 e, olha nós aí, o Palmeiras contra o Ipatinga em 2007. Na pior das hipóteses, que seja este o destino da decisão quarta que vem.

Curioso pra saber quem conseguiu dar o troco? Eis a lista dos jogos de volta bem-sucedidos, do mais recente para o mais antigo: Portuguesa 4 x 0 Juventude e Guarani 3 x 0 Brasiliense (2012), Fortaleza 4 x 1 Fast Clube (2011), Guarani 2 (pen) x 0 Fortaleza (2010), Criciúma 3 x 0 Tupi (2009), Náutico 3 x 0 Juventus e Inter 5 x 1 Paraná (2008), Ceará 4 x 0 Paysandu (2005), São Paulo 6 x 0 São Raimundo (2002 – sim, os amazonenses haviam feito 2 a 0 em casa), Juventude 5 x 0 Comercial-MS e Atlético-PR 2 (pen) x 0 Trem (2001), Remo 6 x 2 América-RN (2000), Ponte Preta 5 x 2 Sergipe (1999), Lusa 5 x 0 Remo (1998) e Inter 2 (pen) x 0 Santos (1997).

Tudo isso permite dizer: não teremos Barcos, Valdivia e a força da maioria da torcida, porém está bem encaminhado. Mantenha os pés no chão, pense bem antes de apostar com seu amigo corintiano, mas sustente sua fé que agora, finalmente, vai.

A festa do Paulista em 2005: reverter um 2×0 não é fácil

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Incontestável

Mais na base do vai ou RACHA que na qualidade técnica, mais pela vontade de vencer do que pela capacidade, o fato é que o Palmeiras vai pro ‘segundo tempo’ da finalíssima da Copa do Brasil 2012 podendo perder por até 1 gol de diferença para ser CAMPEÃO. Em tempos de jejum, o troféu pode vir amassado e virado de ponta cabeça, o título é o que mais importa no momento. Nesse instante no espaço-tempo que compreende o intervalo entre as duas partidas nada vale mais que o título, nomes, qualidade do futebol apresentado, nada, só o título. É o resgate do orgulho do campeão do século XX.

A partida foi quase tão bipolar (com a licença poética da palavra) quanto a própria torcida, na primeira metade do embate o time Alviverde de Palestra Itália limitou-se ao posto de ESPECTADOR do futebol paranaense, o Coritiba desperdiçou chances inacreditáveis. O desespero já tinha tomado conta, roubado uma cerveja da geladeira e estava tirando uma com a nossa cara quando no último minuto do tempo regulamentar o lateral Jonas agarrou Betinho – por quê Barcos, por que!? – e o juizão botou na cal. Valdívia cobrou um tanto quanto perigosamente e conferiu: 1 x 0 inacreditável pelo futebol apresentado até então.

Pro segundo tempo o Verdão tomou uns bons tapas na cara no vestiário e voltou mais calmo, tocando melhor a bola e dominando as ações do jogo, finalmente jogávamos em casa de verdade.  Pouco antes dos 20′ falta perto da grande área coxa branca e Marcos Assunção contou com assistência de Lincoln para colocar a bola na cabeça de Thiago Heleno, bola no ângulo e goleiro grudado no chão, inacreditáveis 2×0. No entanto, o excesso de reclamações em todas as faltas assinaladas pela arbitragem viria a cobrar caro; depois de simular que jogaria a bola no adversário ainda no começo do 2ºT, Valdívia tomou o primeiro amarelo, não satisfeito continuou reclamando, gesticulando e principalmente ACOTOVELANDO adversários, não deu outra e o homem de preto amarelo botou o chileno pra fora, uma baita dor de cabeça GRATUITA pro jogo de volta. Outro ponto negativo foi a chance desperdiçada infantilmente por Maikon Leite; depois de entrar no lugar de Mazinho, o camisa 7 recebeu excelente passe na cara do goleiro, tentou o drible, se atrapalhou com suas duas pernas esquerdas e recuou a bola para o zagueiro adversário que fazia a cobertura, jogando no lixo a chance de finalizar o Coritiba, um 3×0 em casa praticamente asseguraria o título. Ao final o 2×0 ficou no placar e não se pode negar que foi um excelente resultado.

O time não pode achar que já ganhou, foco e dedicação mais uma vez vão garantir esse título, NÃO PODEM RELAXAR, ainda.

Vamos às notas:

Bruno – salvou o time no primeiro tempo, ótimas defesas e um milagre logo no começo – 9
Artur – boa partida na defesa. Ia fazer um gol se nao sofresse a falta do Émerson – 7
Maurício Ramos – perdido no 1ºT, soberano no 2º – 7
Thiago Heleno – é disparado o melhor zagueiro do time, segurança total – 9
Juninho – no 1ºT marcou mal e não apoiou nada, no 2º se apresentou mais ao ataque – 7
Márcio Araújo – mais uma vez destoou, errou muitos passes na saída de bola e fez faltas bobas perigosas perto da área – 5
Marcos Assunção – só apareceu na hora das faltas, uma delas foi assistência, ótimo – 7
João Vitor – muito mal nos passes e afobado na marcação, acompanhou Márcio Araújo – 5
Valdívia – é o herói e o vilão, fez o gol que deu tranquilidade ao time e depois foi expulso infantilmente, sequer pensou no jogo da volta, rua! – ZERO
Mazinho – discreto, ficou devendo muito – 5
Betinho – abaixo do que precisávamos, acima do que esperávamos – 6

Maikon Leite – jogou no lixo a chance de ir para Curitiba com 3×0 no placar, foi displicente – 5

Felipão – o time começou muito mal e depois que voltou do vestiário era outro, tem dedo do treinador nas duas coisas, hoje fica com o mérito de abrir uma vantagem tão boa – 8

Confira os melhores momentos:

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 2 X 0 CORITIBA

Local: Arena Barueri, Barueri (SP)
Data e hora: 5/7/2012, às 21h50
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Auxiliares: Alessandro Rocha de Matos (BA) e Fabricio Vilarinho da Silva (GO)
Público e renda: 28.557 / R$ 1.874.214,00
Cartão vermelho: Valdivia, aos 24′/2ºT
Cartões amarelos: Júnior Urso, Jonas, Emerson e Tcheco (CO); Valdivia e Márcio Araújo (PAL)
GOLS: Valdivia, aos 47′/1ºT; Thiago Heleno, aos 19′/2ºT

PALMEIRAS: Bruno, Artur, Maurício Ramos, Thiago Heleno e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, João Vitor e Valdivia; Mazinho (Maikon Leite, aos 35′/2ºT) e Betinho. Técnico: Luiz Felipe Scolari

CORITIBA: Vanderlei, Jonas, Pereira, Emerson e Lucas Mendes; Willianm, Júnior Urso (Tcheco, aos 30′/2ºT), Gil (Anderson Aquino, aos 23′/2ºT) e Everton Ribeiro (Lincoln, aos 11′/2ºT); Rafinha e Everton Costa. Técnico: Marcelo Oliveira

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Chico já pode gritar campeão

Ainda otimistas, mas tentando absorver o impacto do desfalque de Barcos – o jogo de ontem pouco importa – vamos ao último post pré-decisão (desta semana). Hoje faz exatos 5150 dias que o Palmeiras jogou sua última final de Copa do Brasil. Enquanto esperamos só mais algumas horas até a bola rolar para a partida do século (e é mesmo!), vamos a algumas curiosidades que envolvem esta grande final – já notaram que toda decisão é sempre uma “grande final”? Eis o pequeno festival da cultura inútil:

- O Coritiba, como sabemos, está em sua segunda final consecutiva. Até hoje, isso aconteceu quatro vezes: Grêmio (1993/94/95, único caso de três decisões em seguida), Corinthians (2001/02 e depois 2008/09) e Flamengo (2003/04). Desses, o Rubro-Negro foi o único que não triunfou em nenhuma delas.

- É a segunda decisão de um clube paranaense (a primeira, claro, foi a do ano passado); consequentemente, é a primeira final PR x SP.

- O Palmeiras segue um roteiro semelhante ao do Vasco no ano passado: Atlético-PR nas quartas, um time do Sul na semi, Coritiba na final.

- Não só isso, como é uma trajetória semelhante à de nosso título de 1998: estreia contra um alagoano no Rei Pelé, que foi eliminado com 1 a 0 fora e 3 a 0 em casa; segunda fase contra um cearense, um rubro-negro nas quartas-de-final e um ex-atacante de quem a torcida não queria saber nas semis (Kléber agora, Viola então).

- Este redator estava certo que era a primeira vez que um time faria três fases da competição contra times de um mesmo Estado (Paraná, Atlético e Coxa). Negativo: ano passado o Flamengo pegou Fortaleza, Horizonte e Ceará. Podia então ser a primeira vez que joga 3 vezes na mesma cidade, Curitiba. Errado de novo: o Figueirense em 2007 foi à Cidade Maravilhosa enfrentar Madureira, Botafogo e Fluminense.

- O Palmeiras pode ser campeão invicto; o Coritiba não (perdeu para o ASA). O último campeão invicto foi o Cruzeiro, em 2003. Para Felipão não seria novidade: o gaúcho venceu o torneio sem derrotas com Criciúma (1990) e Grêmio (1994)

- Caso vença as duas partidas, o Palmeiras terminaria a competição com 9 vitórias e 2 empates, num aproveitamento de 88% que seria recorde da competição.

- Um jogador já pode se considerar campeão seja qual for o resultado: Chico, que está no Coxa mas não pode jogar pois atuou pelo Palmeiras menos de 15 minutos contra o Coruripe.

- Se o Palmeiras triunfar, dois atletas do elenco serão bicampeões: Wesley, campeão em 2010 pelo Santos e que nesta campanha atuou apenas contra o Horizonte e Maikon Leite, que daquela vez só jogou 13 minutos – e na época da final já estava no Atlético-PR – mas este ano já atuou em seis partidas. Pelo Coritiba, o bi seria Emerson, de passagem relâmpago pelo Flamengo em 2006. Robinho estava no Santos em 2010, porém não jogou naquela campanha.

- Salvo engano, o coxa-branca Jonas pode ser tetra-vicecampeão, após atuar pelo Inter em 2009, Vitória em 2010 e pelo próprio Coritiba em 2012.

Chegou a hora. Vai, Verdão!

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