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Posts Tagged ‘Palmeiras’

Um dia de protagonista

Um dia de protagonista

Não foi um jogo de grandes emoções ou bela atuação do Verdão, tanto individual quanto coletivamente não aconteceu nada de grande destaque. Verdade que o goleiro Fábio é uma grata surpresa e reacende a esperança na ‘escola’ de goleiros do Palmeiras. No entanto, o que mais importa em um campeonato de pontos corridos? vencer. Esses jogos de baixa inspiração e vitória são fundamentais na caminhada do Brasileirão e o Palmeiras já pode se gabar de ser o paulista mais bem colocado no torneio, apenas 2 pontos atrás do líder. Com a graça dos 3 pontos alcançada em Pituaçu o Palmeiras já pode dizer que ‘compensou’ a partida perdida em casa para o Fluminense*.

No primeiro tempo não houve um lance sequer de perigo por parte do alviverde. Wesley chut0u sem direção, Mendieta não criou absolutamente nada e Henrique ficou com a senha do atendimento na mão, mas sem conseguir sequer tocar na bola próximo ao gol. Wellington cabeceou um escanteio por cima da meta e foi só.

Na segunda etapa o Verdão tratou de resolver cedo, Marquinhos Gabriel aproveitou rebote de um bumba-meu-porco na área baiana e emendou de fora, a bola ainda desviou no lateral deles antes de morrer devargazinho no fundo das redes. Dai em diante o Vitória tentou algo mais incisivamente e a defesa Palmeirense entrou em parafuso, espanou jogadas fáceis, se atrapalhou na saída de bola, deixou Fábio resolver por conta mais de uma vez. Claramente o setor defensivo é o que mais precisa de reforços. Cabeça a cabeça com a zaga e laterais vem o meio-campo. Mendieta e Wesley tiveram atuação sofrível, o camisa 11 depois de um determinado tempo em campo parecia muito mais interessado no céu baiano que na partida. Diogo guerreou bastante lá na frente, mas ainda peca nas finalizações, assim que fizer o primeiro esperamos que a porteira se abra.

Alberto Valentim vai fazendo um papel digno como interino do Palmeiras, claramente será o auxiliar ideal para amaciar a chegada do novo treinador. No jogo de ontem soube reorganizar o time na ausência de Wendel (que fase) e faz o que pode para variar jogadas e usar as peças precárias que tem para armar o jogo. Marquinhos Gabriel esteve em todos os lugares do campo, Diogo mudou constantemente de lado e Mendieta ficou solto. Não é culpa do treineiro que o material humano seja tão inapropriado.

Notas:

Fábio – impecável, não está nos deixando sentir falta de Prass – 10

Wellington – um pouco assustado na lateral direita, depois que se acalmou foi relativamente bem – 7

Lúcio – se atrapalhou na saída de bola, mas soube compensar com bastante seriedade  - 6

Marcelo Oliveira – esse não tem mais condições de jogar na zaga, erra demais – 5

Juninho – nulo no ataque, fraco na defesa – 5

Renato – uma ou outra saída de bola erradas a parte, é bom jogador e vai se firmando ali na proteção da zaga – 7

Wesley – horrível, fez péssimas escolhas na hora do último passe, não é a dele ser o 10 – 6

Mendieta – nulo, absolutamente zero participações no jogo – 4

Marquinhos Gabriel – não é nenhum craque mas ontem foi decisivo – 8

Diogo – má pontaria mas muita dedicação, vai readquirindo ritmo e confiança – 7

Henrique – crise no verdão, jejum de gols do camisa 9 preocupa diretoria – 7

Mazinho – inexplicável sua entrada, claramente sem vontade de jogar – 2

Tiago Alves – entrou só para não alterar a forma da defesa jogar quando Wellington saiu machucado – 5

Victor Luís – É bom ir dando uma moral para os garotos, entrou e não comprometeu – 6

Melhores Momentos:

FICHA TÉCNICA:

VITÓRIA 0 x 1 PALMEIRAS

Data: 18/5/2014
Horário: 18h30
Local: Estádio Pituaçu, em Salvador (BA)
Píblico e Renda: Não divulgado
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (FIFA/RS)
Auxiliares: Rafael da Silva Alves (RS) e Lucio Beiersdorf Flor (RS)
Cartões: Não tiveram cartões amarelos

Gol: Marquinhos Gabriel, aos 04′/2°T

Vitória-BA: Wilson, Nino Paraíba, Alemão, Matheus Salustiano, Juan ( Mansur, aos 22′/1ºT); Neto Coruja, José Welison, Mauri (Léo Costa, aos 29′/2°T); Caio, Marquinhos e Alan Pinheiro (Willian Henrique, aos 22′/2°T). Técnico: Carlos Amadeu

Palmeiras: Fábio, Wellington (Tiago Alves, aos 33′/2°T), Lúcio, Marcelo Oliveira e Juninho; Renato, Wesley e Mendieta (Victor Luís, aos 45′/2°T); Diogo, Marquinhos Gabriel (Mazinho, aos 27′/2°T) e Henrique. Técnico: Alberto Valentim

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VITxSEP

É chegada a hora de testar a capacidade do time dirigido pelo interino Alberto Valentim longe de casa. O Palmeiras vem de duas boas vitórias em partidas que jogou bem, exceção feita ao primeiro tempo contra o Sampaio Corrêa, ambas em casa. O desafio agora é vencer fora e ‘recuperar’ os 3 pontos perdidos para o Fluminense* no Pacaembu. O adversário acaba de perder seu técnico para o Flamengo e procurou Gilson Kleina para substitui-lo, tendo ouvido um ‘não’ de imediato do treineiro que tem 3 meses de seguro desemprego bancados pelo Palmeiras. Além disso o Vitória fica sem ‘meio time’ por questões contratuais contra o Palmeiras. É jogo para ganhar.

Horário e local: domingo (18/05/2014) às 18:30h na Arena Pituaçu (SporTV – menos BA – e Premiere com Jota Júnior e Maurício Noriega)

Árbitro: será Leandro Pedro Vuaden, de histórico aterrorizante: 19J com 5V/6E/8D

Curiosidade sobre este árbitro é que ele já apitou uma vitória do Verdão na Arena Pituaçu, foi o 1×0 contra o Bahia em 2012. Outrora ele fora famoso por ser ‘moderno’ e deixar o jogo correr, hoje já sabemos que é só ruim e gaveteiro mesmo.

2012 – 2×3 Fluminense* (BR,c) / 1×0 Bahia (BR,f) / 0×3 Atlético-MG (BR,f) / 1×3 Botafogo (SA,f) / 1×1 Vasco (Br,c) / 1×2 Sport (BR,f)

2011 – 1×1 Vasco (BR,c) / 1×1 Cruzeiro (BR,c) / 0×2 Vasco (SA,f) / 0×0 Flamengo (BR,c) / 0×6 Coritiba (CBR,f)

2010 – 2×0 Atlético-MG (SA,c) / 0×0 Vasco (BR,c) / 0×2 Vitória (SA,f)

2009 – 2×1 Flamengo (BR,f) / 3×1 Cruzeiro (BR,c)

2008 – 0×0 Náutico (BR,f) / 0×1 Botafogo (BR,f) / 3×1 Fluminense* (BR,c)

Situação na tabela: O Palmeiras é o nono com 6 pontos enquanto o Vitória é o décimo segundo com 5.

Desfalques/Reforços: Será a provável estréia de Bernardo como jogador palmeirense. Os desfalques são conhecidos: Prass, William Matheus e Bruno César por lesão – dizem existir um tal Victorino também nessa situação, mas desconheço completamente este jogador. Wendel é dúvida e só deverá ser confirmado amanhã. Leandro foi para a seleção sub-21 disputar o Torneio de Toulon (que fique por lá mesmo).Valdívia misteriosamente tomou o avião rumo a Santiago e deixou o Palmeiras a ver navios. Editado: Wendel ficou mesmo de fora e a principal opção é a entrada do técnico Alberto, que era LD, no time titular.

Pendurados: ninguém Próxima partida: Figueirense (casa).

Previsão IPE: Fábio, Wendel (?), Lúcio, Wellington e Marcelo Oliveira (Juninho); Renato, Wesley e Mendieta; Bernardo, Diogo e Henrique (faz mais um pra gente ver).

Destaques/Vitória: O treinador Amadeu (?) não terá Ayrton, Luiz Gustavo e Vinishow a disposição por questões contratuais, além deles Cáceres e Dinei (obrigado) não estão disponíveis para o duelo com o alviverde. O time que deve ir a campo é recheado de jovens promessas do rubro-negro baiano: Wilson, Nino, Matheus Salustiano, Alemão e Juan; Neto Coruja, José Welison, Mauri; Marquinhos, Caio e Alan Pinheiro.

Olho neles: O ex-palmeirense que tem condição de jogo, Marquinhos, além de bom jogador a maldição sempre ‘ajuda’. Além dele é bom ficar de olho em Salustiano, Neto Coruja e José Welison, o Palmeiras adora tomar gol de jogadores com nomes ‘exóticos’.

Ex-palmeirenses no Flamengo: o lateral Ayrton, o zagueiro-volante Luiz Gustavo, os atacantes Dinei, Marquinhos e o ‘jogador’ Vinishow.

Palpite IPE: 3×1 para o Verdão com gols de Henrique, Bernardo e Wendel, Lúcio vai fazer o do garoto.

Último confronto: faz tempo que não encontramos o Vitória, foi pelo BR 2010, empate por 1×1 no Barradão.

Última vitória na BA: foi pela CBR 2003, no jogo de volta daquele maldito 2×7. 3×1 com gols de Anselmo e Vágner Love (2x).

Última derrota na BA:  foi pela Copa Sulamericana 2010, 2×0 para o Vitória com gols de Neto Coruja e Ramon.

Histórico: Palmeiras e Vitória tem uma boa história de embates importantes, já chegando até a decidir o inesquecível BR 1993. A freguesia é toda do time baiano:

                    GERAL    CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
35 18 10 7 63 48 27 14 9 4 48 32

O IPE se lembra: o título brasileiro de 1993 foi vencido sobre os baianos, com gols de Edmundo e Evair no morumbi dominado por mais de 88 mil palestrinos sedentos pela taça do Brasileirão.

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Guardou mais um

Guardou mais um

Parecia que não ia ter jeito. Tudo indicava um vexame. Mas o Palmeiras foi lá e fez seu papel. Com uma exibição apática e desesperadora no primeiro tempo, depois do intervalo o time percebeu que era permitido chutar a gol, que ali do outro lado era só o Sampaio Corrêa – sem desmerecer o clube maranhense, frente ao Palmeiras é ‘só’ mesmo – e que se apertasse o resultado sairia. É inegável que Alberto Valentim tem representado bem na função de interino, talvez até pela ausência de pressão que a temporariedade do cargo sugere ou talvez porque seja um bom leitor do jogo. Ontem suas alterações foram determinantes para o bom resultado e a diferença de postura da equipe na segunda etapa também não deve ter sido obra do acaso. Com a vitória, o treinador dos óculos estilosos já superou outros interinos de tempos passados e igualou Marcelo Vilar.

O número de torcedores deixou muito a desejar, apesar dos presentes terem feito bastante barulho. É frustrante ver o Palmeiras com estádio vazio no glorioso ano do Centenário, e não vemos nenhuma ação da diretoria para reverter o fato, exceto é claro esperar que todo mundo se associe ao Avanti. É pouco. O horário e o clima não ajudaram, mas era um jogo decisivo, precisava de casa cheia.

Uma primeira etapa preocupante, em que só temos que destacar a grande defesa de Fábio em chute de um dos muitos Willians do Sampaio e um belo chute de Henrique que caprichosamente acertou a trave, correu a linha e voltou pro campo de jogo. A falta de criatividade do time era nítida, e ai entra a pergunta inevitável: Por quê cargas d’água Valdívia foi liberado com tamanha antecedência? não merecemos nenhuma explicação? O time estava dependendo de Wesley, que fazia péssima partida, ou Mendieta, que até aquele momento não tinha acertado muita coisa. Leandro, apenas para não variar um pouco, tinha cara de que preferia estar num concerto de música clássica do que ali. Desânimo, desinteresse… está faltando banco para o camisa 38.

O time retornou para a hora da verdade sem alterações, era claro que com Leandro ali nada aconteceria. Alberto Valentim hesitou um pouco mas sacou o cabeça de cotonete e mandou Marquinhos Gabriel a campo, isso aos 15′. Aos 19′ Mendieta abriu o placar, o time mudou sua postura radicalmente. Forçado a ir para o ataque a equipe maranhense até levou algum perigo – muito em função da baixa qualidade da defesa palmeirense – mas acabou dando mais espaços ainda, até os 35′ o Verdão bombardeou a meta tricolor e por pouco não ampliou. O Palmeiras acabou recuando e dando espaço para as investidas do endiabrado Pimentinha, por muito pouco o empate não veio. Wesley desperdiçou chance cara a cara com o goleiro, mas logo na sequência o infalível Henrique guardou o seu, e ainda houve tempo para Felipe Menezes (!!!!) marcar o dele e selar a boa vitória palestrina.

É impensável que o Palmeiras diante de sua grandeza e principalmente por estar em seu Centenário deixe de contratar um treinador o quanto antes. Não se pode perder tempo também para trazer alguns reforços que cheguem para ocupar vagas no time titular: 1 bom zagueiro, 1 lateral direito, 1 meia e 1 atacante. Por enquanto está dando para o gasto, mas ainda falta muito campeonato pela frente. E a Copa do Brasil é sempre uma grande chance de título (quem disser que é de vaga na libertadores tem que sonhar 200 noites seguidas com Mustafá).

Notas:

Fábio – seguro, saiu bem do gol quando precisou e salvou o time ainda no início do primeiro tempo – 9

Wendel – misteriosamente apoiou bem o ataque, na defesa teve um pouco de trabalho – 7

Lúcio – é um lutador em campo, mas não pode ficar no mano a mano com atacantes rápidos – 7

Marcelo Oliveira – não passa segurança alguma, no fim como LE foi melhor – 6

Renato – grata surpresa, tem jogado sem medo algum, tem futuro – 8

Wesley – fez uma partida abaixo da média, ficou com a responsabilidade de armar o jogo, não é a dele – 6

Mendieta – mandou duas bolas na trave e um gol, não cria jogadas feito o Valdívia, mas esteve bem – 8

Leandro – pior em campo disparado, desinteressado e displicente, quase arrumou uma expulsão – zero

Diogo – participativo, ainda demonstra dificuldade depois do longo tempo afastado, está numa crescente – 7

Henrique – uma bola na trave e um gol, é o matador – 8

Marquinhos Gabriel – entrou e mudou o jogo, bela assistência para o segundo gol – 8

Felipe Menezes – entrou e deixou o dele – 7

Wellington – sua maior contribuição foi ter tirado Marcelo Oliveira da posição de zagueiro – 7

Melhores Momentos:

 

FICHA TÉCNICA:
PALMEIRAS 3 X 0 SAMPAIO CORRÊA

Local: estádio Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/Horário: 14 de maio de 2014, quarta-feira, 22h
Árbitro: Marcos André Gomes da Penha (ES)
Assistentes: Fabiano da Silva Ramires e Vanderson Antonio Zanotti (ambos do ES)
Público e Renda: 7.958 pagantes/ R$ 240.560,00
Cartões Amarelos: Leandro; Wendel; Diogo (PAL); Válber; Edimar (SCO)

GOLS:: Mendieta, aos 19′/2°T (1-0); Henrique, aos 45′/2°T (2-0); e Felipe Menezes, aos 47′/2°T (3-0);

PALMEIRAS: Fábio; Wendel, Lúcio, Marcelo Oliveira e William Matheus (Wellington, 35′/2°T); Renato, Wesley e Mendieta (Felipe Menezes, aos 44′/2°T); Leandro (Marquinhos Gabriel, 14′/2°T), Henrique e Diogo. Técnico: Alberto Valentim (interino).

SAMPAIO CORRÊA: Rodrigo Ramos; Paulo Ricardo (Anderson Pimenta, aos 26′/2°T), Edimar, Paulo Sérgio e Willian Simões; Jonas, Uillian Correia, Arlindo Maracanã e Valber ( Eloir, 17′/2°T); Waldir (Edgar, aos 24′/2°T) e Willian Paulista. Técnico: Flávio Araújo.

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Os artilheiros da noite

Os artilheiros da noite

Duelo de alviverdes no Pacaembu com vitória do legítimo Verdão. Não víamos a hora de fazer um pós-vitória por aqui! depois de 3 derrotas em sequência e a queda mais tarde do que o correto de Gilson Kleina, finalmente o Palmeiras voltou a sentir o doce sabor de ganhar. Comandado pelo interino (atenção diretoria, é isso que Alberto Valentim é! nada de apostas!) mas com postura de time querendo provar algo a seu novo comandante. Foi assim que o Palmeiras conseguiu construir o resultado no primeiro tempo. É assim que deve ser sempre, tem que jogar todas com dedicação e vontade. O destaque negativo absoluto da partida, e do ano, é a falta de sensibilidade da diretoria em relação aos ingressos, no ano da glória do Centenário da Sociedade Esportiva Palmeiras, estádios vazios e ingressos caros… vamos avante(i).

Juninho não iniciou entre os titulares por supostamente ter sentido um desconforto na coxa, William Matheus foi em seu lugar e acabou sendo um dos improváveis protagonistas da peleja. Com duas assistências, uma em cobrança de falta e outra em arremesso lateral (!!), o lateral esquerdo foi essencial para a vitória. Apesar do primeiro gol ter sido validado de maneira irregular, não estamos em posição de dispensar o benefício.

Valdívia foi o verdadeiro camisa 10, uma característica que lhe falta é a finalização, excluido esse detalhe, o chileno arrebentou. Chamou a responsabilidade, fintou, deu excelentes passes e comandou como se deve o espetáculo, tomou a tarjeta amarilla de lei, mas dessa vez pode ter sido para voltar da Copa do Mundo (se é que volta) zerado. Com ele é Sociedade Valdívia-Palmeiras. Não podemos deixar de observar com olhar crítico a inferioridade do Goiás hoje, seja por vontade ou qualquer outro motivo, o esmeraldino goiano estava pregado, especialmente na primeira etapa. Quem achar que o Palmeiras que perdeu do Sampaio é passado pode quebrar a cara em poucos dias, as carências do elenco permanecem, as falhas da defesa não vão evaporar como que num passe de mágica…

Na segunda etapa vimos um pouco do Palmeiras dos últimos 3 jogos, alguns sustos na defesa, dificuldade contra marcação forte e imprecisão nas finalizações. Se estivesse precisando do gol nos últimos 45 minutos poderia ter nos frustrado mais uma vez.

Tanto quanto a chegada do treinador, a vinda de reforços é que vai determinar se o Palmeiras vai tentar ir pra parte de cima da tabela ou patinar contra aquela coisa horrível que começa com ‘r’. A bola continua com a diretoria, a vitória hoje foi importante para não desgarrar demais do grupo da frente, mas ainda podemos terminar a rodada na 11ª colocação. É pouco, sabemos bem da importância de não deixar para conquistar pontos no fim do torneio.

Notas:

Fábio – seguro, trouxe tranquilidade para esse período sem Prass – 8

Wendel – se não fosse a bola… – 5

Lúcio – marcou seu primeiro gol pelo clube, vestiu a braçadeira, não assustou – 8

Marcelo Oliveira – rateia um pouco, mal na saída de bola – 6

William Matheus – duas assistências, grande primeiro tempo – 8

Renato – sem muito alarde vai se firmando, bem na proteção da zaga – 7

Wesley – errou muitos passes e armou uns contra-ataques perigosos, deve estar com saudade de GK – 5

Valdívia – o dono do jogo, é outro o Palmeiras de Valdívia – 9

Leandro – menos sonolento, ainda assim abaixo da expectativa em torno dele – 6

Diogo – pareceu sem ritmo, o que é compreensível – 7

Henrique – 3 jogos, 3 gols, já igualou Arthur e passou Kahê – 8

Juninho – mal pegou na bola – S/N

Josimar – pra quem achava que Gilson Kleina não deixaria sequelas – 6

Chico – importante a entrada do garoto, se portou bem e procurou o jogo – 7

Melhores Momentos:

 

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 X 0 GOIÁS

Data e horário: 10/5/2014, às 18h30
Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Árbitro: Felipe Gomes da Sila (ASP-FIFA/RJ)
Assistentes: Fabrício da Silva (FIFA/GO) e Cristhian Sorence (GO)
Público e Renda: 6.454 pagantes / R$ 270.527,50
Cartões Amarelos: Fábio, Lúcio, Wesley e Valdívia (PAL); Amaral, Alex Alves, Edson e Jackson (GOI)

GOLS: Lúcio, aos 14′/1ºT (1-0); Henrique, aos 31′/1°T (2-0)

PALMEIRAS: Fábio; Wendel, Lúcio, Marcelo Oliveira e William Matheus; Renato, Wesley (Josimar, 41′/2ºT) e Valdivia; Diogo, Leandro (Chico, 32′/2ºT) e Henrique (Juninho, 42′/2ºT). Técnico: Alberto Valentim.

GOIÁS: Renan; Vitor (Esquerdinha, intervalo), Jackson, Alex Alves e Lima; Amaral, David, Thiago Mendes e Ramon ; Araújo (Léo Bonatini, intervalo) e Erik (Danilo, 18′/2ºT). Técnico: Ricardo Drubsky.

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Alegria, alegria! FAÇAM ALGUMA COISA INAPTOS!

Alegria, alegria! FAÇAM ALGUMA COISA INAPTOS!

Não, o dileto leitor não leu errado, nem o editor teve um surto ao digitar. O Palmeiras ontem chegou no auge do inimaginável, o imponderável, o rídiculo se fez. Nós alertamos no IPE Informa que o time do Sampaio não deveria ser desmerecido por ser do Maranhão e todas as dificuldades que isso implica. Estão na série B, é verdade, mas ainda são somente o Sampaio Corrêa. Até ontem o Palmeiras tinha jogado 3 vezes contra eles, feito 11 gols, não sofrido nenhum e com 100% de aproveitamento. Dia após dia a história e a moral do Palmeiras são esfregadas na lama, sem dó, sem pudor.

Perder para um time de segunda divisão não é nenhum absurdo – até porque esse elenco de que o Palmeiras dispõe… – mas da maneira como foi é de dar medo no rei dos otimistas. Desde o início o time maranhense apertou a saída de bola alviverde, misteriosamente Josimar, Marcelo Oliveira, Wendell e Juninho se viam enrolados com a bola antes da metade do campo defensivo alviverde, e Lúcio, bom, nariz pra frente e bica nela. O ‘esquema’ adotado pelo treinador do Verdão contava com 3 volantes, mas mantinha a mesma defesa que sofreu um vareio do Flamengo na última rodada do BR14. Não tinha como dar certo. Só uma pessoa não percebeu. O primeiro tempo foi um ataque contra defesa, com o Palmeiras se segurando como podia e não devia, o primeiro chute a gol, ali naquele retângulo de 7,32 x 2,44 foi já depois dos 40′ em bola parada de Wesley.

Mais uma vez o gênio da casamata se viu obrigado a tirar o craque incompreendido Josimar ainda no intervalo. Com a entrada de Diogo o time melhorou substancialmente, mas a cozinha ainda estava pegando fogo. Aos 21′ Mendieta acertou seu primeiro passe digno de nota e Henrique não perdoou. O treinador do Sampaio deve ter corrido assistir uns trechos do VT de Flamengo x Palmeiras, coisa que o comedor de pastel deveria ter feito, e mandou um atacante salseiro, aqueles personagens folclóricos que toda Copa do Brasil que se preze deve ter, Pimentinha entrou no jogo e a defesa deu pane, entre os minutos 35 e 39 já estava 2×1 para o Sampaio, o primeiro gol originado por uma falta besta de Wendel – aquele que aceita redução de salário, é bom de grupo e garoto ainda apesar dos 32 anos; o segundo repetiu um lance que vimos na semana passada: 3 marcando 1, aparece um avante adversário no mano a mano e caixa. Detalhe é que quem ficou sozinho contra o adversário era o bacaníssimo Wendel.

E não fosse Fábio o placar teria sido mais elástico a favor dos ludovicenses, o rapaz substituiu Bruno e evitou um vexame, é verdade que no segundo gol sofrido ele estava pregado em virtude de ter sentido alguma lesão durante o jogo e permanecido em campo, qualquer coisa era melhor que Bruno, então não pode entrar para a conta do camisa 47.

Com a velocidade e energia que não conseguimos nos habituar, a diretoria pensa, repensa, espera um pouco, faz as contas de padaria e Gilson Kleina permanece como treinador até o fechamento deste. O discurso dele após 20 meses é que o time está sendo remontado, está em evolução, vai render, não são essas derrotas que vão apagar o bom trabalho… nem essas nem as de Mirassol, Tijuana, Atlético-PR. Estão brincando com a sorte. Estão dando de ombros para o torcedor.

Notas:

Fábio – muito bem durante todo o jogo, no segundo gol dava pra ter saído antes – 8

Wendel – os dois gols na conta dele, cruzamentos ridículos não vamos nem comentar – ZERO

Lúcio – é notório que precisa de um parceiro de zaga rápido, está passando vergonha – 4

Marcelo Oliveira – polivalente, joga mal em várias posições – 2

Juninho – teve um arroubo de disposição no segundo tempo, quando o porco já estava no brejo – 2

Josimar – incompreensível como pode ser atleta do Palmeiras – ZERO

Wesley – apesar da falta de vontade é o mais lúcido do time – 6

Renato – não comprometeu, tem boas possibilidades de se estabelecer – 6

Mendieta – que falta Valdívia faz, não acerta quase nada, ontem pelo menos uma assistência – 5

Leandro – contrato assinado, freio de mão puxado, é nítida a falta de vontade, mas não vai pro banco – ZERO

Henrique – dois jogos, dois gols, definitivamente não é por falta de ação dele que estamos perdendo – 7

Diogo – já merece uma chance de titular, caso não volte pro DM – 6

Mazinho – entrou pra saída do atacante que tentava algo, culpa do técnico – ZERO

Serginho – não dá pra entender sua entrada, tendo 5 minutos pra jogar – S/N

Reveja para crer:

FICHA TÉCNICA
SAMPAIO CORRÊA 2 X 1 PALMEIRAS

Data e horário: 7/5/2014, às 22h
Local: Castelão, em São Luís (MA)
Árbitro: Pathrice Wallace maia (RJ)
Assistentes: Dibert Pedrosa Moises e Luiz Regazone (ambos do RJ)
Público e Renda: Não disponível
Cartões Amarelos: Jonas, Uillian Correia e Edgar (SAM); Wendel e Juninho (PAL)

GOLS: Henrique, aos 21′/2ºT (0-1); Edimar, aos 36′/2ºT (1-1) e Edgar, aos 39′/2ºT (2-1)

SAMPAIO CORRÊA: Rodrigo Ramos; Paulo Ricardo, Edimar, Jadson e Wilian Simões; Jonas, Uillian Correia, Arlindo Maracanã e Valber (Anderson Pimenta, 18′/2ºT); Waldir (Edgar, 18′/2ºT) e Willian Paulista. Técnico: Flávio Araújo.

PALMEIRAS: Fábio; Wendel (Serginho, 42′/2ºT), Lúcio, Marcelo Oliveira e Juninho; Renato, Josimar (Diogo, intervalo), Wesley e Mendieta; Leandro e Henrique (Mazinho, 39′/2ºT). Técnico: Gilson Kleina.

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SAMxSEP

Hora de esquecer temporariamente o vareio em terras fluminenses e focar na Copa do Brasil, se existe um título que o Palmeiras e sua atual condição ainda despertam esperanças em 2014, é este. A viagem é longa, o adversário está relativamente bem dentro de suas possibilidades, joga em um estádio enorme empurrado por uma torcida fanática e que costuma comparecer em excelente número, ou seja: parada dura em São Luis. Não é prudente subestimar a Bolívia Querida simplesmente por jogar em um estado precário e de baixa tradição no futebol. Já enfrentamos o Sampaio Corrêa em outra oportunidade na Copa do Brasil, relembre aqui. Mas o momento deles hoje é outro (e por quê não, o nosso também).

Horário e local: quarta-feira (07/05/2014) às 22:00h no Governador João Castelo, o Castelão (Fox Sports (1) para todo o Brasil)

Árbitro: será Pathrice Wallace Corrêa Maia (RJ), que nunca apitou jogos do Palmeiras

Desfalques/Reforços: Fernando Prass pára por 3 meses (San Gennaro nos ajude), Valdívia sentiu que a viagem era longa e fisgou a coxa. Bruno César segue em recuperação.

Pendurados: ninguém. Próxima partida: Provavelmente a volta contra o Sampaio Corrêa.

Previsão IPE: Bruno… Wendell, Lúcio, Tiago Alves e Juninho; Josimar, Wesley, Mendieta e Serginho; Leandro e Henrique. Que catado.

Destaques/Sampaio Corrêa: O tricolor maranhense está de volta à Série B depois de 12 anos perambulando pelas séries C e D, o clube passa por reformulação e tem ido bem, é o nono colocado na segundona com 4 pontos em 3 jogos. O treinador Flávio Araújo não deve ter problemas para escalar sua equipe, a única dúvida é a presença do atacante recém re-contratado Pimentinha. O meia Cleitinho se recuperou e garantiu participação na partida. O time que deve ir a campo é: Rodrigo Ramos, Paulo Ricardo, Edimar, Alex e Jadson; Jonas, Uilian Corrêa, Arlindo Maracanã e Cleitinho; Willian Paulista e Waldir.

Olho neles: Cleitinho é o craque do time.

Ex-palmeirenses no Sampaio Corrêa: ninguém. Vamos ver se depois desses 2 jogos não pinta algum ex-Sampaio no Palmeiras, como é de praxe.

Palpite IPE: 2×1 com gols de Leandro e Wesley

Último confronto: foi pela CBR1992, em jogo válido pela primeira rodada do torneio. No Palestra Itália o Verdão não teve piedade e venceu por 4×0.

Última vitória no MA: foi também pela Copa do Brasil de 1992, o jogo de ida da partida acima, vencemos por 1×0.

Última derrota no MA:  a última vitória no MA foi também a única partida disputada naquele estado.

Histórico: a história do confronto é breve e o domínio é 100% alviverde. Não poderia ter começado senão naqueles loucos campeonatos dos anos 70. Foi no maledetto ano de 1978 que o Palmeiras se apresentou ao Sampaio com um sapeca-ia-ia por 6×0 no Pacaembu (Toninho 4x e Escurinho 2x). Aquele campeonato foi disputado por ‘apenas’ 74 times e a vitória podia valer 2 ou 3 pontos, dependendo do placar – se por mais de 3 gols de diferença então 3 pontos.

GERAL COPA DO BRASIL
J V E D GP GC J V E D GP GC
3 3 0 0 11 0 2 2 0 0 5 0

 

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Muito pior que Josimar e Eguren

Muito pior que Josimar e Eguren

Num prenúncio apocalíptico do que pode se tornar 2014, o torcedor assistiu incrédulo a um revés doloroso, sofrido de virada após estar vencendo por 2×1. O espantoso é a condição de praticamente ausência tática que o Palmeiras apresentou em diversos momentos da partida. A defesa está em frangalhos – lenta, 50% improvisada, coberta por um volante de contenção que não serve sequer para segundo reserva. A pá de cal foi ter atuado mais da metade do jogo com o maior chama-gol que já vimos na história quase centenária do clube: Bruno. Ele teve culpa em dois gols sim, mas mesmo que não tivesse, quando ele entrou até o Flamengo se animou. Tomamos gol de Márcio Araújo, com direito a comemoração ‘fala muito’, alguém arrisca qual o destinatário da mensagem?

O Palmeiras nos ludibriou com um bom futebol no campeonato paulista, que ficou meio estranho na desclassificação do mesmo e agora aparentemente temos um time débil mental defensivamente e incapaz de encarar uma retranca por não ter artifícios além dos excelentes passes de Valdívia. Wendell cruzando é de dar dó, Juninho nem se arriscou hoje, estava com medo demais pra isso.

Nem tudo foi terrível na peleja no Maracanã. O Verdão foi pra cima desde o início se aproveitando do fato de o Flamengo estar torto – mal escalado por seu estagiário (que no fim deu uma aula para o nosso) – e Valdívia abusou da categoria distribuindo grandes passes e infiltrando-se na marcação rubro-negra. Wesley abriu o placar aos 10′, Paulinho empatou para eles aos 14′ e Henrique recolocou o alviverde a frente aos 30′. Jogo movimentado e o defeito crônico da defesa palmeirense mascarado pela inoperância do ataque flamenguista.

Pro segundo tempo Jayme voltou com o meio-campo reforçado e o Palmeiras voltou com Bruno no gol, os 3 minutos em que ele esteve debaixo da meta palestrina no primeiro tempo não lhe deram oportunidade de ser vazado. MAS, nos 30 minutos seguintes ele se superou – ele e toda a defesa palmeirense, formada por um volante na LD, um zagueiro lento (apesar de técnico) e um volante completando a zaga, além de um LE que em jogos contra timecos é um craque, e contra times minimamente mais estruturados, é um covarde. Voltemos a Bruno, sem culpa no gol de Márcio Araújo (ela não falha, a maldição do ex) com toda culpa do mundo no terceiro tento e inoperante no quarto, quase estático tal o pavor de estar ali com a camisa do Palmeiras.

Lúcio e Marcelo Oliveira nunca mais devem ficar sozinhos num raio de 500 metros de distância de um estádio de futebol. O carismático, comedor de pastel e recebedor de vínculo por produtividade, Gilson Kleina, assistiu embasbacado ao baile que o Palmeiras sofreu por conta de UMA alteração do estagiário rival. É muito fraco, jamais esteve em alto nível na série A, e a menos que o Palmeiras esteja com planos de passear na B novamente em 2015, é hora do treineiro ir aprender em outras paragens.

Isso é a série A, amigos. Primeira divisão. O Palmeiras não jogou feito time de primeira divisão ainda e três rodadas já se foram. Ganhou com grande auxílio do juiz contra o Criciúma – que será em breve novamente um time de segunda divisão; perdeu em casa para o Fluminense – que por sua vez perdeu para o VITÓRIA; e agora sofreu esse vexame perante um Flamengo com 5 desfalques. Flamengo este que além de não ter vencido ainda no campeonato SEQUER havia marcado um gol.

O que mais o Sr. vai esperar, Paulo Nobre? Ainda há tempo, mas é preciso acordar e sair da fantasia que um time de futebol brasileiro funciona feito uma multinacional de tecnologia. Ou resolve ou teremos um inglório rebaixamento no ano do centenário.

Hoje vamos ficar sem notas, não que um ou outro valor individual não tenha se destacado, mas de nada adiantará qualquer coisa se a barca afundar. Fiquem todos com um glorioso ZERO pelo conjunto da obra.

Quem tiver estômago, reveja:

FLAMENGO 4 X 2 PALMEIRAS

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data-hora: 4/5/2014 – 16h
Árbitro: Paulo H. Godoy Bezerra (SC)
Auxiliares: Carlos Berkenbrock (SC) e Cristhian P. Sorence (GO)
Público e Renda: 21.082 pagantes/R$ 763.125,00
Cartão Amarelo: Josimar, Negueba, Juninho, André Santos, Henrique e Mendieta,
Cartão Vermelho:Nenhum

GOLS: Wesley (11′/1ºT), Paulinho (12′/1ºT), Henrique (30′/1ºT), Márcio Araújo (4′/2ºT), Alecsandro (14′/2ºT), Alecsandro (27′/2ºT),

FLAMENGO: Felipe, Luiz Antônio, Wallace, Samir, André Santos, Cáceres, Márcio Araújo, Negueba (João Paulo 32′/2ºT), Nixon (Lucas Mugni – Intervalo), Paulinho e Alecsandro - Técnico: Jayme de Almeida.

PALMEIRAS: Fernando Prass (Bruno 43′/1ºT) , Wendel (Mendieta 37′/2ºT), Lúcio, Marcelo Oliveira, Juninho, Josimar, Wesley, Serginho (Marquinhos Gabriel 18′/2ºT), Valdivia, Leandro e Henrique - Técnico: Gilson Kleina.

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