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Marrento que só...

Marrento que só…

Vexame vivo na memória, estádio vazio, chuva, muitos desfalques e uma escalação inicial de doer os olhos. Nem mesmo esse coquetel molotov foi capaz de impedir a vitória verde nesta noite.

O jogo começou bastante movimentado. Logo nos primeiros minutos o Palmeiras criou três chances, com Bruno César, Leandro e William Matheus, todos esbarrando em erros de finalização. O Vilhena não assustava, mas contava com alguns vacilos do nosso sistema defensivo para conseguir algumas jogadas de ataque.

Conforme o tempo avançou, o Palmeiras diminuiu um pouco o ritmo, enquanto o Vilhena aguardava a chance de um contragolpe. Aos 18, Marcelo Oliveira lançou William Matheus dentro da área. O lateral dominou bem mas foi bloqueado no chute.

A grande chance da primeira etapa veio aos 35. Leandro tocou para Mendieta, que de calcanhar encontrou Marcelo Oliveira entrando em velocidade. O volante driblou o zagueiro mas na conclusão preferiu encher o pé a deslocar o goleiro, e acabou perdendo o gol.

No segundo tempo a equipe retornou com Serginho no lugar do “atrapalhado” Wellington. A mudança deu mais presença ofensiva à equipe pela direita, mas por mais incrível que pareça, também ofereceu espaços ao Vilhena. Tanto aos 12, em bola defendida por Bruno, quanto aos 26, em bola na trave, os corações palestrinos congelaram.

Como quem não faz toma, no minuto seguinte à bola na trave, saiu o nosso gol. Marquinhos Gabriel, que entrara no lugar de um inoperante Mendieta, fez bela jogada pela direita e cruzou rasteiro para Bruno César que chegou finalizando de trás. Primeiro gol dele com a camisa do clube e comemoração discreta.

Minutos depois, o mesmo Bruno César foi inteligente e se aproveitou da cochilada da zaga do Vilhena para tirar a bola do goleiro, que o derrubou na sequência. Penalti que o próprio camisa 30 cobrou para anotar seu segundo gol na partida, o segundo com a camisa do clube, e dessa vez sem comemoração.

É claro que a classificação de hoje não apaga o vexame de domingo, mas ao menos é uma pitada de tranquilidade para o período de dezoito dias sem jogos que a equipe terá pela frente. Só esperamos que este tempo seja utilizado com inteligência, tanto pela comissão técnica como pela diretoria.

AVALIAÇÕES

- Bruno: justiça seja feita, desta vez evitou uma catástrofe – 7,5

- Tiago Alves: enquanto jogou de lateral até arriscou umas subidas, mas definitivamente não é a dele. No segundo tempo atuou como zagueiro e foi bem  -7

- Wellington: muitos erros de saída de bola que só não custaram caro porque o adversário era muito fraco – 4

- Lúcio: um erro de saída de bola e várias tentativas de levar a equipe ao ataque. Fica com saldo positivo pelo esforço – 7

- W.Matheus: no primeiro tempo se apresentou bastante como opção de ataque. No segundo tempo sumiu – 6,5

- Eguren: partida discreta – 6

- Marcelo Oliveira: ajudou o ataque e quase deixou o dele – 7

- Mendieta: uma centelha de bom futebol em 60 minutos é muito pouco – 5

- Bruno César: de longe o jogador mais acionado da equipe, errou alguns lances bobos, mas decidiu o jogo – 8

- Leandro: tentou algumas jogadas, mas nada de muito animador – 6

- Miguel: tocou na bola pela primeira vez somente aos 22 do primeiro tempo, e errou a maioria das jogadas que tentou – 4

- Serginho: melhorou as jogadas de ataque pela direita e participou da jogada do primeiro gol – 7

- Marquinhos Gabriel: muito bem jogando aberto pela ponta direita, foi dele a jogada do primeiro gol – 8

- Josimar: pegou na bola? Fica sem nota.

MELHORES MOMENTOS

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 2 X 0 VILHENA (RO)

Local: Estádio Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/Horário: 2 de abril de 2014, quarta-feira, às 22h
Árbitro: Wanderson Alves de Sousa (CBF-MG)
Assistentes: Luciano Roggenbaum (CBF-PR) e Diego Grubba Schitkovski (CBF-PR)
Público/Renda: 4.430 pagantes / R$ 124.950
Cartões amarelos: Carlinhos, Edilsinho, Júnior, Tayron e Dalton (VIL); Bruno César, Leandro e Eguren (PAL)
Cartões vermelhos: nenhum

GOLS: Bruno César (27′/2ºT) e (31′/2ºT)

PALMEIRAS: Bruno; Tiago Alves, Lúcio, Wellington (Serginho, Intervalo) e William Matheus; Eguren, Marcelo Oliveira (Josimar, 29′/2ºT), Mendieta (Marquinhos Gabriel, 15′/2ºT) e Bruno César; Leandro e Miguel Técnico: Gilson Kleina

VILHENA: Dalton; Júnior, Marinho (Tayrão, 36′/1ºT) e Alex Barcellos; Portela, Maycon (Tiago Silva, 41′/2ºT), Carlinhos, Cucau e Edilsinho; Jaílson (Roallase, 23′/2ºT) e Sandro Técnico: Marcos Birigui

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SEPxVIL

Primeiro que este jogo sequer era para acontecer, mas como o Palmeiras não cumpriu sua obrigação em Rondônia, hoje corre o risco de sofrer mais um pouco após a derrota vexatória para o Ituano ainda pelo falecido Paulistão. A lista de desfalques é grande, e a preocupação com as peças de reposição nem pode ser mensurada.

O mínimo que pode ser feito hoje é vencer, e bem. Para honrar a camisa do Palmeiras e amenizar a queda no Paulistão.

Horário e local: quarta (02/04), as 22:00, no Pacaembu (Globo para SP com Cléber Machado, Caio Ribeiro e Gaciba e SporTV2 e PFC1, com Jorge Vinícius e Wagner Vilaron)

Árbitro: será Wanderson Alves de Sousa (MG), que estreia em jogos do Palmeiras, repetindo o acontecido no jogo de ida, quando também tivemos a estréia de um árbitro desconhecido em jogos do Verdão.

Desfalques/Reforços: Wendell, Juninho, Wesley, França, Valdívia, Alan Kardec e talvez Fernando Prass que ainda vai passar por avaliação, desfalcam o Palmeiras. Vinícius reforça o time não sendo relacionado, além de Victorino, Josimar, Serginho, Rodolfo e Miguel, que voltam a ter uma chance.

Pendurados: ainda ninguém.

Próxima partida: Se avançarmos, pegaremos o vencedor de Sampaio Correa-MA x Interporto-TO, que empataram a ida por 2×2. O IPE torce para jogarmos em Tocantins.

Previsão IPE: Fernando Prass; Tiago Alves, Lúcio, Wellington, William Matheus; Marcelo Oliveira, Eguren, Mendieta, Bruno César; Leandro e Miguel

Bola verde IPE: Bruno César, Juninho e Leandro dividem a liderança com nota 8 na primeira partida.

Destaques/Vilhena: O VEC poupou titulares essa semana e deve ir com força máxima para a partida da vida do clube.

Ex-palmeirenses no Vilhena: o lateral-direito chamado Igor Pontes (apelidado Portela), que passou pela base há nove anos.

Palpite IPE: 2×1 com gols de Patrik Vieira e Lúcio

Último confronto: o primeiro jogo em Rondônia, quando vencemos por 1×0.

Histórico: é a primeira vez que recebemos um rondoniano. E também foram poucas as vezes que hospedamos clubes nortistas: em nossas contas, apenas 10, com 9 vitórias e um empate.

O IPE se lembra: pela Copa do Brasil de 1999, recebemos o amazonense São Raimundo no Palestra. E com a base que seria campeã da Libertadores e tudo fomos pro intervalo perdendo de um a zero (o que ainda dava a vaga – fora havia sido 2 a 1). No segundo tempo, eles cansaram, ficaram com 10 e tiveram que trocar de goleiro, o que evitou o vexame: 3 a 1 (Arce, Roque Júnior 2).

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Essa doeu. Algumas vezes no passado recente o Palmeiras chegou desacreditado em partidas decisivas e realmente não conseguiu vencer, mas hoje era diferente. A certeza da vitória era tamanha que até deve estar entre os fatores que levaram a mais essa frustração. O devaneio que nublava a visão invariavelmente crítica e criteriosa da torcida alviverde, tão calejada por sucessivos vexames e fracassos, foi por terra.

A  ilusão do bom elenco, da mentalidade diferente, da solidez da equipe, nada disso hoje faz sentido, bastou carecer de 3 jogadores para todo um trabalho virar pó diante do mítico, respeitado e poderoso elenco do Ituano. Se o Palmeiras e o palmeirense aceitarem que foi pela ausência de Valdívia 100%, Alan Kardec e Fernando Prass, e não pelas presenças de Vinícius, Leandro (o 2014 em nada lembra o 2013), Tiago Alves de lateral direito, Bruno-é-só-chutar, Wesley-arrumem-meu-contrato, entre outros que povoam o elenco alviverde, que se deu a derrota de hoje, então realmente estaremos em maus lençóis logo mais quando se iniciarem as competições mais exigentes, por assim dizer. É imperativo contratar e arejar o comando da equipe, pra não pedir a cabeça de Kleina de maneira tão explícita. Ter o time na mão não basta, quem precisa ser amigão da galera é professor de ensino médio, técnico tem que saber treinar, escalar, mexer e conduzir a equipe ao sucesso quando tem a oportunidade.

Hoje a única palavra cabível é vexame. Puro e simples vexame, aquele tipo de vexame que ninguém sequer sonharia passar no centenário, mas que já deveríamos prever que existiria. Títulos deixaram de ser constantes, mas os vexames, esses teimam em estar junto de nós. Mais uma vez o Palmeiras estará do lado errado nas notícias, mais uma vez é aquele que não chegou lá apesar de tudo indicar que chegaria. E outra vez com um time que sequer serve para limpar as botas da história palmeirense.

É hora de ação, o Palmeiras não pode ser passivo, o ano está apenas no começo e ainda tem conserto. Só depende de quem manda na Sociedade Esportiva Palmeiras, ou vão dar um jeito de eximir Paulo Nobre dessa responsabilidade?

Notas:

Prass – parece piada que um dos mais regulares do elenco se lesione justo em uma decisão – 7

Tiago Alves – terrível, não é a dele jogar de lateral direito, cadê o reserva, aliás, cadê o titular?! – 2

Lúcio – umas faltas bobas à la Pierre, no mais seriedade e vontade, a mesma que faltou em outros – 7

Wellington – um erro feio no final, comprometeu no lance do gol – 2

Juninho – se agigantou na campanha, se borrou na decisão – 2

Marcelo Oliveira – joga mais ou menos em várias posições, não comprometeu – 6

Wesley – preguiçoso, desinteressado, descompromissado – ZERO

Mendieta – uma no cravo e outra na ferradura, armou mais contra-ataques contra que a favor – 4

Bruno César – escondido, no segundo tempo apareceu um pouco mais antes de sentir o próprio peso – 4

Alan Kardec – apanhou, lesionou, e o zagueiro criminoso nem cartão tomou – 6

Leandro – preciosista, perdeu a melhor chance do jogo, não serve – 2

Valdívia – deu seus bons passes, tomou seu cartão habitual, não deveria ter entrado meia bomba – 4

Vinícius – esse é um dos maiores mistérios do Palmeiras, não é possível que não tenha alguém que o banque lá – ZERO

Bruno – sua simples presença anima o adversário, não teve culpa no gol que todos sabiam que ele ia tomar – 2

Gilson Kleina – teve uma grande oportunidade de atingir um outro patamar, o de técnico campeão pelo Palmeiras, suas más escolhas custaram caro para uma instituição que merece alguém no mínimo mais preparado do que legal, vaza. – ZERO

 

FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 0 X 1 ITUANO

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/Horário: 30/3/2014, às 18h30
Árbitro: Antonio Rogério do Prado
Assistentes: Fausto Augusto Moretti e Luis Alexandre Nilsen
Público/Renda: 29.166 pagantes/R$ 1.363.977,50
Cartões amarelos: Tiago Alves, Wellington, Valdivia e Vinicius (PAL); Dener e Rafael Silva (ITU)

PALMEIRAS: Fernando Prass (Bruno, intervalo); Tiago Alves, Lúcio, Wellington e Juninho; Marcelo Oliveira, Wesley, Mendieta (Valdivia, 25′/2ºT) e Bruno César; Leandro e Alan Kardec (Vinicius, 41′/2ºT). Técnico: Gilson Kleina.

ITUANO: Vagner; Dick, Alemão, Anderson Salles e Dener; Josa, Jackson, Esquerdinha e Cristian (Claudinho, 19′/2ºT); Rafael Silva (Gercimar, 40′/2ºT) e Jean Carlos (Marcelinho, 29′/2ºT). Técnico: Doriva

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SEPxITU

Vencemos bem nas quartas, mas isso já não importa mais, em jogo único a semi-final pode nos levar à grande final do campeonato que não conquistamos desde 2008. Mais que isso, pode transformar o início do glorioso ano do Centenário Alviverde em festa, depois de tanta incerteza e frustração por estar em paragens nada dignas em 2013, é o que o torcedor merece no momento. Gilson Kleina vai para seu centésimo jogo a frente do Verdão com totais condições de colocar o time na final e seu nome na história.

Horário e local: domingo (30/03) no Pacaembu, as 18:30h (SporTV) com narração de Milton Leite e Maurício Noriega

Árbitro: será Antônio Rogério Batista do Prado, de retrospecto curto e equilibrado, apenas 9 jogos com 4V/3E/2D. Desde 2011 não somos derrotados sob arbitragem dele:

2013 – 1×0 Guaratinguetá (B,c) / 4×0 Oeste (B,c) / 2×2 Corinthians (P,c)

2012 – 0× São Caetano (P, c) / 2×0 Mogi Mirim (P, c)

2011 – 0×1 Corinthians (P, f)

2010 – 4×3 Santos (P, f)

2008 – 2×2 Mirassol (P,c) / 1×4 América-SP (P,c)

Situação na tabela: Como já dissemos antes, a pontuação continua a ser contada para definir quem mandará o segundo jogo da final em casa, segue a mesma coisa com o Palmeiras ‘em 2º’ e o Santos ‘em 1º’.

Desfalques/Reforços: Valdívia não é tratado como dúvida, apesar da lesão no tornozelo. Bruno Oliveira e França seguem de fora.

Pendurados: A lista aumentou muito no último jogo, agora são sete pendurados: Wendel, Wellington, Eguren, Marcelo Oliveira, Valdivia, Mendieta (esse o IPE não divulgou no último boletim) e Bruno César. Próxima partida:  Jogo de ida da final.

Previsão IPE: Prass; Wendel, Lúcio, M.Oliveira e Juninho; Eguren, Wesley, Valdivia e Bruno César, Alan Kardec e Leandro.

Destaques/Ituano: O técnico Doriva tem um desfalque para o jogo, o volante Paulinho, para seu lugar as opções são Marcinho Porpeta ou Marcelinho para um time mais ofensivo e Ewerthon Cabeça e Claudinho para fechar na defesa.

Ex-palmeirenses no Ituano: os meias Marcinho “Porpeta” e Cristian “Mendigo”.

Palpite IPE: 3×1 com gols de Bruno César, Kardec pra assumir a artilharia isolada e Eguren pra cavar uma vaga no time da final.

Último confronto: foi pela fase de grupos do  Paulistão 2014, no Pacaembu – 1×0 gol de Alan Kardec

Última derrota como mandante: jamais perdemos para o Ituano jogando em casa.

Histórico: o primeiro confronto da história entre as equipes acabou com um chocolate palestrino – 7×1 – gols de Zequinha, Américo (2), Vasconcelos (2), Paulinho e Géo.

                   GERAL       CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
24 15 4 5 48 21 23 14 4 5 41 20

O IPE se lembra: pelo eterno Paulistão 1993, o Palmeiras recebeu o Ituano no Palestra (que saudade de casa!) e venceu – 2×0 – gols de Jean Carlo e Edmundo.

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SEPxBRA

O jogo mais importante do ano, até aqui, e consequentemente menos importante que o próximo caso o Verdão faça sua parte, ao contrário de uns adversários ai que nos inspiram PENApolense. Os comandados de Gilson Kleina recebem o Bragantino no Pacaembu para as quartas-de-final, em jogo único e com penaltis no caso de empate. É hora de vencer afinal, Gilson Kleina ainda não ganhou em mata-mata. Seria fantástico vencer o campeonato mais tradicional do país no glorioso ano do Centenário Alviverde. Um jogo de cada vez!

Horário e local: quinta-feira (27/03), as 21:00, no Pacaembu (SporTV e Premiere), com Milton Leite e Maurício Noriega.

Árbitro: será Flávio Rodrigues Guerra, cujo histórico registra 7 jogos, com 5V/1E/1D. Curiosidade: é o árbitro dos 4×1 spfc de 2008, com direito a três penaltis pró Palmeiras. Confira o histórico:

2013 – 2×1 São Caetano (B, f)

2012 – 3×2 Guaratinguetá (P, f)

2011 – 2×0 Grêmio Prudente (P, c) / 2×1 Noroeste (P,f)

2010 – 1×1 Mirassol (P, c)

2008 – 4×1 spfc (P,c)

2007 – 1×2 Ponte Preta (P, f)

Situação na tabela: a pontuação da fase de mata-mata será somada à da fase de classificação somente para efeito de determinação de mandos. Passando pelo Bragantino o Verdão encara o Ituano, que ontem venceu o Botafogo-SP na outra partida das quartas.

Desfalques/Reforços: Wesley volta ao time e provavelmente Bruno César volta para o banco de reservas, França e Bruno Oliveira estão no DM.

Pendurados: Wellington, Wendel e Eguren.

Previsão IPE: Prass, Wendel, Marcelo Oliveira, Lúcio e Juninho; Eguren, Wesley e Valdívia; Leandro, Kardec e Vinishow

Destaques/Bragantino: o volante Mateus que era titular não foi nem relacionado, os demais estão a disposição e o Bragantino deve ir de: Rafael Defendi, Yago, Guilherme Mattis e Alexandre; Robertinho, Francesco, Gustavo e Geandro; Léo Jaime, Magno Cruz e Tássio

Olho nele: Léo Jaime é a principal arma do Massa Bruta, o ala que virou atacante tem 3 gols no Paulistão.

Ex-palmeirenses no Bragantino: o goleiro Pegorari está lá por empréstimo.

Palpite IPE: Jogo decisivo, o Bragantino vai dificultar um pouco mas venceremos: 2×1 com gols de Kardec e Lúcio.

Último confronto: foi pela Série B 2013, em Bragança Paulista, vencemos por 2×0, gols de Kardec e Wesley.

Última vitória no local do jogo: foi também pela Série B 2013, primeiro turno – 2×1, gols de Kardec e Valdívia.

Última derrota no local do jogo: O Palmeiras nunca perdeu para o Bragantino jogando no Pacaembu.

Histórico: vantagem absolutamente verde.

                  GERAL      CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
36 19 9 8 59 32 24 12 8 4 39 18

O IPE se lembra: pelo Paulistão 2008 o Palmeiras foi até Bragança Paulista e saiu perdendo por 2×0, teve Marcos expulso em lance que sofreu a agressão, mas Diego Souza, Valdívia, Leandro e Denílson (2x) fizeram o jogo virar festa, 5×2.

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É chegada a hora de encerrar a primeira fase do Paulistão 2014, detentor da melhor campanha até aqui, o Palmeiras vai a Santos enfrentar o time local para dar números finais à tabela de classificação. Quem vencer será o dono da melhor campanha, em caso de empate caberá ao Verdão o primeiro lugar geral. O suposto complicador de ser o primeiro é enfrentar o SPFC na semi-final, este ano elas eles não nos trouxeram problemas, mas o time da Vila Belmiro aparentemente não está muito confortável com a chance de encarar a trupe do quitandeiro. Como o Verdão não escolhe adversário, Gilson Kleina mandará para campo o time titular e provavelmente o bombardeio será intenso (talvez para os dois lados) com Bruno César e Valdívia na meia cancha palmeirense.

Horário e local: domingo (23/03), as 16:00, no Urbano Caldeira (Globo para SP, exceto Santos), com Cleber Machado, Casagrande e Arnaldo Cesar Coelho e Premiere, com Bachin Jr e Beletti.

Árbitro: será Luiz Flávio de Oliveira, cujo histórico registra 16 jogos, com 12V/1E/3D. Fato positivo sobre esse árbitro é que ele já apitou jogos nossos contra o Santos 4 vezes, com 3V e 1E, empate este na única partida disputada na Vila Belmiro. Últimos confrontos:

2014 – 2×0 SPFC (P, c)

2013 – 2×1 Paulista (P, c)

2012 – 1×2 SCCP (BR, c) / 2×1 Santos (P,c)

2011 – 1×0 SPFC (BR, c) / 2×1 SCCP (BR,c) / 3×0 Santos (BR,c)

Situação na tabela: o Palmeiras é o líder do Grupo D e da classificação geral, com 35 pontos, o Santos é o líder do Grupo C e vice-líder da classificação geral, com 33 pontos.

Desfalques/Reforços: Wendell será poupado por estar pendurado com 2 amarelos, Wesley está recuperado mas segue de fora, Bruninho vai fazer sua estréia atuando na LD e Fernando Prass dá lugar a Bruno, o goleirão titular pediu dispensa para resolver assuntos particulares – San Gennaro nos proteja. França sentiu lesão de última hora e também não joga.

Pendurados: Inacreditavelmente são três, Wendell, Eguren e Wellington. Próximo jogo: Bragantino ou Rio Claro (c)

Previsão IPE: Bruno, Bruninho, Thiago Alves, Lúcio e Juninho; Marcelo Oliveira, Eguren, Valdívia e Bruno César; Alan Kardec e Leandro

Destaques/Santos: Arouca é dúvida e não deve ir para o jogo, Aranha, Mena, Neto e Thiago Ribeiro voltam a ficar a disposição e devem encarar o Verdão. O time que empatou em 3×3 contra o Rio Claro deve receber os 4 acima citados e ser escalado por Oswaldo de Oliveira com: Aranha; Cicinho, Neto, Jubal e Mena; Alison (Arouca), Cícero e Gabriel; Geuvânio, Thiago Ribeiro e Leandro Damião

Olho nele(s): Cícero e Geuvânio, os dois juntos já marcaram 12 gols e tem sido importantes para o Santos.

Ex-palmeirenses no Santos: o zagueiro David Braz e o vovô lateral Léo, ambos reservas.

Palpite IPE: Depois de acertar em cheio os placares contra o Paulista e a Ponte Preta, agora vamos de: 3×1 com gols de Bruno César, Juninho e Vinishow

Último confronto: foi a eliminação no Paulistão 2013, na Vila Belmiro 1×1 no tempo normal e 4×2 nos penaltis.

Última vitória no local do jogo: foi pelo Paulistão 2011 – 1×0 – gol de Kleber.

Última derrota no local do jogo: foi pelo BR2012 – 1×3 – gols de Maikon Leite para o Palmeiras, e Neymar (2) e Victor Andrade para o Santos.

Histórico: vantagem inteiramente verde.

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
310 133 81 96 539 448 179 88 40 51 328 242

O IPE se lembra: pelo Paulistão 2010 o Palmeiras foi à Vila totalmente desacreditado e colocado pela mídia como saco de pancadas. Pois a vitória veio, com direito a Armeration, e de virada  - 4×3 – gols de Robert (3) e Diego Souza.

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Eguren vs ponte preta

Conforme encomendado previsto pelo IPE, o Verdão bateu a macaca por 3×2 e segue na disputa pelo primeiro lugar da classificação geral, o próximo jogo contra o Santos é que vai decidir isso. Ganhar nunca é demais, não enjoa e nem entristece, o Palmeiras poderia perder descompromissadamente hoje que em nada mudaria sua situação no campeonato, no entanto preferiu pelear até o fim e dar mais uma alegria à torcida.

O time alviverde iniciou o jogo meio sonolento e a Ponte não titubeou: 1×0 logo aos 2′ do 1ºT, dai em diante foi ataque contra defesa, ainda que desordenadamente no início, o time sente a falta de Wesley na organização da saída de bola, Eguren e França até agora não conseguiram suprir essa necessidade – após os 30 minutos a coisa melhorou e Bruno César e Valdívia começaram a mostrar que vão dar trabalho se os deixarem jogar juntos. Nada de gol até o último trilar do apito do árbitro na primeira etapa.

Pro segundo tempo Gilson Kleina mandou o mesmo time pra campo, com o mesmo gás do fim da primeira etapa, marcação na saída de bola campineira, muitas tentativas de marcar mas gol que é bom nada. Aos 15′ Bruno César caiu e o juiz assinalou falta, o meia cobrou e Eguren empurrou pras redes, depois de ter errado tudo e mais um pouco marcou um gol para amenizar, finalmente o empate e nada de moleza pra Ponte. Dois minutos depois Bruno César de novo foi derrubado, desta vez dentro da área, penalti assinalado tem a obrigação de ser convertido. Kardec não decepcionou e o Verdão passou à frente no placar. Logo após foi a vez de Wendell cometer penalti e a macaca voltar a empatar o jogo, até ai tudo normal, a previsão era realmente um 3×2. O jogo seguiu frenético, com direito a uma bola acertando a trave de Fernando Prass e Alan Kardec quase marcando o seu segundo. Aos 42′ Kardec que já estava incomodando na ponta esquerda cruzou e Mendieta, que havia entrado no lugar de França, guardou e garantiu o placar. Vitória e a certeza de um time completamente capaz de erguer o caneco. O árbitro marcou a falta de Bruno César e os dois penaltis do jogo e foi questionado em todos, mais uma vez arbitragem fraca.

A próxima fase do Paulistão (apesar de ainda ter o jogo contra o Santos) é completamente diferente, mata-mata é outro campeonato e tudo pode acontecer, mas se analisarmos com um pouquinho de boa vontade veremos que dá pra sonhar com esse título no Centenário.

Notas:

Prass – seguro, não teve culpa nos gols – 8
Wendell – o juiz exagerou, mas o penalti vai mesmo pra conta do lateral – 5
Tiago Alves – tranquilo, nem parece que ficou um bom tempo sem jogar – 7
Lúcio – a segurança de sempre – 7
Juninho – foi bem ofensivamente e mal na defesa, ou seja, foi ele mesmo – 7
Eguren – errou tudo, menos o gol – 7
França – atacou mais que defendeu, ainda um pouco abaixo do necessário para ser o titular da posição – 7
Valdívia – perdeu uma boa chance de marcar, abusou dos bons passes, vai ‘dar liga’ com o Bruno César – 8
Bruno César – o time ganhou muito na bola parada com ele, se mostrou disposto e participou o jogo todo – 9
Alan Kardec – um gol, uma assistência e um ‘uuuuuhhh’, cumpriu seu papel – 8
Leandro – pareceu um tanto quanto desligado, precisa ganhar ritmo novamente – 6

Mendieta – entrou pra melhorar o meio campo, acabou fazendo o gol da vitória – 8
Patrik Vieira – pouco objetivo, o que já parece ser uma característica dele – 6
Vinícius – errou algumas coisas infantis, estava empolgado com o 100º jogo – 5

Melhores Momentos:

 

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 3 X 2 PONTE PRETA

Local: Estádio do Pacaembu (SP)
Data/Hora: 15 de março de 2014, às 16h
Árbitro: Marcelo Rogério
Assistentes: Daniel Luis Marques e Patricia Carla de Oliveira.
Público/renda: 10.150 pagantes / R$395.020,00
Cartões amarelos: Wendel (Palmeiras); Diego Sacoman, Alef, Bruno Silva, Adrianinho, Thiago Carleto (Ponte Preta)

GOLS: Rossi, 2/1ºT (0-1), Eguren, 15/2ºT (1-1), Alan Kardec, 17/2ºT (2-1), Silvinho, 25’2ºT (2-2), Mendieta, 42’2ºT (3-2)

Palmeiras: Fernando Prass, Wendel, Lúcio, Tiago Alves e Juninho; França (Mendieta, 30′ / 2ºT), Eguren, Valdívia e Bruno César (Patrick Vieira, 27′/2ºT); Leandro (Vinicius, 36′/2ºT) e Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina

Ponte Preta: Roberto, Ferrugem, César, Diego Sacoman e Magal; Bruno Silva (Bruno Silva – Intervalo) , Alef, Adrianinho (Bida – Intervalo) e Silvinho; Rossi (Carleto 14′ / 2ºT) e Antônio Flávio. Técnico: Vadão

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SEPxPON

No retorno à capital paulista depois de uma viagem longa e complicada até Rondônia, o Verdão já classificado e líder garantido do grupo D, recebe a Ponte Preta, que ainda corre risco de não se classificar. O treinador alviverde chegou a sinalizar que mandaria uma equipe no mínimo mesclada, se não totalmente reserva, para o jogo, mas relacionou todos os titulares e esconde qual será a escalação.

Horário e local: sábado (15/03), as 16:00hrs, no Pacaembu (PPV, com Linhares Jr. e Wagner Vilaron).

Árbitro: será Marcelo Rogério, cujo histórico equilibradíssimo registra 3 jogos, com 1V/1E/1D:

2012 – 1 x 2 Corinthians (P,c)

2010 – 1 x 1 Portuguesa (P,c)

2009 – 1 x 0 Guarani (P,c)

Situação na tabela: o Palmeiras lidera o grupo D, com 32 pontos. A Ponte Preta é a segunda colocada do grupo C, com 24.

Desfalques/Reforços: Wesley ‘lesionado’, Marcelo Oliveira suspenso e Marquinhos Gabriel e Diogo aprimorando a parte física estão fora do jogo. Bruno César foi julgado, pegou um jogo de suspensão já cumprido e está liberado para ir a campo.

Pendurados: Wellington e Eguren. Próxima partida:  Santos (fora).

Previsão IPE: Prass; Wendel, Lúcio, Tiago Alves e Juninho; Eguren, França e Valdívia; Vinícius, Leandro e Kardec.

Bola verde IPE: Prass reina isolado, com média 8,27.

Destaques/Ponte: O meia Fernando Bob e o atacante Alemão estão fora do jogo por lesão, grande vantagem pois Alemão é o artilheiro da Ponte no Paulistão com 6 gols. Vadão já confirmou as entradas de Alef e Rossi em seus respectivos lugares, Ferrugem que vem jogando improvisado na lateral direita pode perder a vaga.

Ex-palmeirenses na Ponte: ninguém.

Palpite IPE: 3×2, gols de Bruno César, Vinícius e Leandro

Último confronto: foi pelo Paulista 2013, no Moisés Lucarelli – 2×1 – gols de Tiago Real e Leandro para o Palmeiras e Ramírez para a Ponte Preta

Última vitória como mandante: foi pelo BR2012, no Pacaembu – 3×0 – gols de Barcos (2x) e Marcos Assunção

Última derrota como mandante: foi pelo Paulistão 2010, no Palestra – 0×2 – gols de Diego e Finazzi para a Ponte Preta.

Histórico: o primeiro jogo da história entre as equipes foi um amistoso em 1939 e terminou com chocolate palestrino – 5×0 (Echevarrieta (2), Zalli (2) e Carnera).

                     GERAL          CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
117 60 29 28 199 124 82 38 26 17 132 81

O IPE se lembra: o Palmeiras convidou a Ponte Preta para ver o jogo da final do Paulistão 2008 de dentro do campo, show alviverde no Palestra Itália lotado (que saudade!). 5×0 com gols de Ricardo Conceição (contra), Alex Mineiro (3x) e Valdivia.

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Água, pancadas e decepção

Água, pancadas e decepção

Qualquer comparação que se faça entre Palmeiras e Vilhena será absurdamente injusta e desnecessária. O Verdão tinha obrigação de vencer (e de preferência muito bem), não importando gramado, juiz ruim, viagem difícil. Não foi bem assim, vai ter jogo de volta e caso o Palmeiras esteja na final do Paulistão 2014 a partida contra o Vilhena será exatamente entre as duas partidas da decisão. Ficou caro não ter feito 2 gols em Rondônia.

O pasto do jogo estava alagado, já era impróprio para uma partida profissional seco, encharcado então não tem o que falar. Mas a qualidade do time alviverde sobrava para fazer pelo menos os 2 tentos. O primeiro tempo foi xoxo, o time rondoniense fez de tudo para evitar que o Palmeiras chegasse com perigo no ataque, e só se propôs a atacar caso fosse inevitável. Ninguém no escrete alviverde parecia capaz de vencer as poças de lama, a marcação dura (pra não dizer desleal) dos jogadores do VEC e a preguiça depois do deslocamento até Rondônia.

A segunda etapa começou a mil, Juninho voltou do intervalo elétrico e tentou de todas as maneiras assistir alguém, cruzou para Vinícius que desperdiçou miseravelmente, sozinho na grande área. Depois foi a vez de Eguren subir para cabecear absolutamente desmarcado, bola perfeita para guardar, mas era o Eguren né. Valdívia também desperdiçou uma cabeçada relativamente fácil. O jogo se arrastava e os jogadores vilhenenses despencavam, enrolavam, rolavam na lama e o juizão só olhando… Gilson Kleina resolveu mexer na equipe e colocou Mendieta e Leandro ao mesmo tempo, o paraguaio errava demais e a bola não chegava ao ataque para que Leandro pudesse fazer algo. O jogo parecia fadado ao empate horroroso quando entrou Bruno César e em uma jogada de um pouco mais de esforço entregou para Leandro guardar, em posição diametralmente oposta porém muito parecida com a da chance perdida por Vinícius. Não era difícil ter saído com o resultado necessário. Depois do gol os jogadores adversários passaram a despencar mais ainda, se apegando de todas as maneiras à esperança de jogar em São Paulo. E no momento de dar os acréscimos o juizão mandou TRÊS minutos, é absurdo o baixo nível dos árbitros, o menor tempo aceitável era a placa ‘até fazer o segundo’. Falta bastidor…

Agora é aceitar a situação de ter um jogo entre as duas partidas finais do Paulistão (em que esperamos que o Palmeiras esteja) e tentar mesclar o time de modo que não arrisque passar por um vexame e também não desgaste para a grande final estadual. Hoje foi absurdamente decepcionante não ter feito o resultado, não se esperava nada menos que uma goleada sobre o fraquíssimo Vilhena, apesar do péssimo árbitro e da violência dos jogadores adversários.

Notas:

Prass – no primeiro tempo salvou a patria algumas vezes, no segundo saiu errado umas duas vezes em bolas cruzadas e quase tomou um frangaço em chute de fora – 7

Wendell – não é que ele não quer, só não tem condições – 6

Lúcio – qual era o motivo de ter uma faixa pedindo para ele devolver a bmw pro juvenal? errou muitos lançamentos mas foi seguro da defesa – 7

Marcelo Oliveira – a presepada no final poderia ter custado um vexame pra história do clube, segunda partida ruim seguida – 4

Juninho – foi o mais aplicado do time em diversos momentos, foi bem – 8

Eguren – pancadas, cabeçada torta, faltas desnecessárias – 4

França – foi melhor jogando mais avançado, na defesa esteve estabanado – 6

Valdívia – arredondou várias apesar do campo sofrível, apanhou mais que cachorro de rua – 7

Patrik Vieira – tentou várias jogadas de efeito, se tivesse feito o simples talvez fosse melhor – 6

Alan Kardec – apagado, tanto pela falta de chances quanto pelo pique-esconde com os zagueiros – 5

Vinícius – o gol que perdeu deveria dar cadeia – 4

Mendieta – entrou muito mal, errou várias jogadas simples – 4

Bruno César – reclamou veladamente do banco, fez o certo para sair dessa condição, jogou pouco tempo mas foi dele a assistência para o gol – 8

Leandro – entrou, teve uma chance, guardou, adeus Vinícius – 8

Melhores Momentos:

FICHA TÉCNICA
VILHENA 0 X 1 PALMEIRAS

Local: Portal da Amazônia,Vilhena (RO)
Data/Hora: 12 de março de 2014, às 19h30
Árbitro: Paulo Vollkopf (MS)
Assistentes: Lincoln Taques (MT) e Gislan Antonio da Silva (MT)
Público/renda: Não divulgados

GOL: Leandro (42′/2ºT)
Cartões amarelos: Valdivia (41′/ 1ºT), Alex Barcellos (46′/ 1ºT), Carlinhos (6′/2ºT), Willian (32′/2ºT), Junior (40′/2ºT), Marcelo Oliveira (40′/2ºT), Edinilsinho (47’2ºT), Marcos Cucaú (37′/2ºT)

VILHENA-RO: Dalton, Portela, Junior, Marinho, Thiaguinho, Alex, Willian (Wertinho, aos 44′/2ºT), Carlinhos, Edilsinho (Rocha, aos 48′/2ºT), Cucaú e João Leandro (Roalace, aos 26’2ºT). Técnico: Marcos Birigui

PALMEIRAS: Fernando Prass, Wendel, Lucio, Marcelo Oliveira, Juninho, Eguren (Bruno César, aos 34′/2ºT), França, Valdivia, Patrick Vieira (Leandro, aos 19′/1ºT), Vinicius (Mendieta, aos 19′/2ºT) e Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina

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Redenção

Redenção

E foi como o IPE previu: jogo sem muitos lances de grande destaque porém com o Palmeiras cumprindo seu papel. O time recheado de reservas foi capaz de construir o resultado sem dificuldade, apesar de ter passado boa parte do jogo empatado em 1×1. Alguns jogadores aproveitaram a oportunidade para mostrar que podem ser úteis ao longo da temporada, o que mais aproveitou a chance por assim dizer foi William Matheus, fazendo gol, ajudando fora de posição e principalmente não repetindo nenhuma das burradas feitas na derrota para o Botafogo. Quem pisou na bola dessa vez foi Eguren com pelo menos 5 erros graves na primeira etapa, não a toa nem retornou para o segundo tempo. A torcida deu um show a parte, quase 17 mil presentes, o interior é sempre muito acolhedor, é a força da torcida do Palmeiras fora da capital.

Gilson Kleina mandou um time com formação diferente do habitual, colocando dois volantes na proteção à defesa e sem atacante fixo, Patrik Vieira e Vinícius caiam pelas pontas e Bruno César jogava a frente de Mendieta no meio campo, por vezes sendo um atacante, posição essa em que não rendeu praticamente nada.

No comecinho do jogo o time estava um tanto quanto perdido, fosse pelo desentrosamento, fosse pelo gramado, não saia quase nada de bom. Superando as dificuldades Mendieta lançou William Matheus que bateu de primeira para guardar aos 20′. Belo gol e alívio na pressão sobre o lateral reserva. Eguren ia destoando do restante do time e errava sistematicamente em saídas de bola, numa dessas caiu pedindo falta não assinalada pelo árbitro, o Paulista chegou até a área alviverde e Marcelo Oliveira cometeu penalti convertido por David.

No retorno do intervalo Gilson Kleina sacou Eguren promovendo a entrada de Miguel, é difícil imaginar algum palmeirense que tenha comemorado a escolha, no entanto seria Miguel a desempatar o jogo. Antes do placar ser alterado o Paulista teve um jogador expulso, a partir daí se esperava que o jogo ficasse mais fácil, só não imaginava-se que Marcelo Oliveira também seria expulso menos de 5 minutos depois. Com os dois times com 1 a menos brilhou a estrela de Vinishow, o atacante fez grande jogada individual e cruzou para Miguel completar para o gol vazio, um belo gol que desanimou a turma de Jundiaí. O Verdão desperdiçou duas grandes chances com França isolando a bola mesmo estando dentro da grande área. Ainda houve tempo para Patrik Vieira deixar o seu (que fez muitos lembrarem deste gol aqui) e comemorar a la Cristiano Ronaldo, vamos com calma né… Mendieta ainda tentou encobrir o goleiro em lance que seria um belíssimo gol, mas a bola acabou indo para fora. 3×1 no placar e uma boa sensação de que o elenco se não é dos mais fantásticos, não tem graves deficiências.

As participações de Bruno Oliveira e Victor Luís, além de ver quem realmente é (ou pode ser) William Matheus, e o gol de Miguel (o primeiro dele como profissional pelo Palmeiras), foram importantes tanto para poupar os titulares para a estréia da Copa do Brasil, quanto para fazer o elenco se sentir útil e importante. O adversário já era galo morto, o que em absoluto não desqualifica a boa vitória alviverde, era importante vencer e colocar a moral de quem entrou em campo pra cima. Mérito de Gilson Kleina, o treinador tem o time na mão.

Notas:

Fernando Prass – não teve muito trabalho, quase pegou o penalti – 9
Bruno Oliveira – um tanto quanto tímido, podia ter apoiado mais o ataque – 7
Marcelo Oliveira – cometeu o penalti e foi expulso, péssima noite – 2
Tiago Alves – o adversário não exigiu muito, mas foi seguro – 8
William Matheus – fez gol, jogou de zagueiro, não vacilou – 9
Eguren – errou tudo, deve ter invertido as chuteiras na hora de trocar o meião – 2
França – teve dificuldades em sair jogando e perdeu duas boas chances de gol – 4
Mendieta – assistência para o primeiro gol e bons lances no restante do jogo – 8
Bruno César – pesado, se movimentou pouco e criou menos ainda – 6
Patrik Vieira – Não acertou muita coisa além do gol – 7
Vinícius – voluntarioso, nem sempre consegue executar o que tenta, bem no lance do 2º gol – 8

Victor Luís – tranquilo, não atacou muito e foi firme na defesa – 7
Mazinho – participou do 3º gol e tocou bem a bola – 7
Miguel – errou alguns pivôs, brigou com os zagueiros e guardou um – 7

Melhores Momentos:

FICHA TÉCNICA
PAULISTA 1 X 3 PALMEIRAS

Local: estádio Teixeirão, em São José do Rio Preto (SP)
Data/Horário: 9 de março de 2014, sábado, às 18h30
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Assistentes: Fabrício Porfírio de Moura e Luis Alexandre Nilsen

Público/renda: Não disponíveis.
Cartões amarelos: David Batista (PAU); França, Miguel e Eguren (PAL)
Cartões vermelhos: Victor Hugo (7′/2ºT) e Marcelo Oliveira (11/2ºT)

GOLS: William Matheus, 20/1ºT (0-1); David Batista, 25′/1ºT (1-1); Miguel, 22′/2ºT (1-2); Patrick Vieira, 42′/2ºT (1-3)

PAULISTA: Ian, Crystian, Leandro, Malcon, Victor Hugo, Sodó, Ewerton Pereira, Gabriel Leite, Diego Rosa (Marcos Pit – 14′/2ºT), David Batista, Erik Mamadeira. Técnico: Beto Calvalcante.

PALMEIRAS: Fernando Prass Bruno Oliveira, Marcelo Oliveira, Tiago Alves, William Matheus; França, Eguren (Miguel – intervalo), Mendieta, Bruno César (Victo Luís – 18′/2ºT); Patrick Vieira e Vinicius (Mazinho – 31/2ºT). Técnico: Gilson Kleina.

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