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Posts com Tag ‘Paulistão 2012’

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Índio e Adãozinho: em 2002 só eles chegaram.

Passou-se o mês inteiro de dezembro, o mais farto no mercado de jogadores, e o Palmeiras trouxe uma única peça, Fernando Prass (Ayrton fora contratado há tempos, o que é importante em tempos de segunda divisão: será que ele teria vindo se sondado após a queda?).

A torcida se exaspera com a lentidão da diretoria, que ainda se vê tolhida pela decisão do Conselho de Orientação Fiscal de referendar qualquer decisão de Tirone e Frizzo. O técnico Gilson Kleina já deixa claro seu desencanto a cada entrevista, e não poderia ser diferente.

O cenário que pinta para o começo de 2013 é preocupante – e já o seria mesmo que sem termos caído. Mas será que é tão diferente assim do que ocorreu dez anos atrás, quando passamos por este sufoco pela primeira vez?

O Instituto Palestrino de Estatística pesquisou todo o cenário daquela época para analisar o que nos espera. Viaje agora conosco ao túnel do tempo sem luz no fim.

Calendário do futebol

Em 2002, a queda aconteceu na última rodada da primeira fase, em 17/11. Com a decepção e o baque, um amistoso contra o Cene, campeão sul-mato-grossense, acabou sendo cancelado. Com isso, a derrota para o vitória acabou sendo o último jogo do ano. O Palmeiras ficou sem jogos oficiais por 70 dias, até estrear no Paulista/2003 contra o Mogi Mirim em 26/1.

Já em 2012, o empate com o Flamengo em 18/11 não encerrou a temporada – faltavam as derrotas para Atlético-GO e Santos, esta em 1/12. A estréia no Paulista/13 também ocorrerá antes, em 20/1, de modo que a pausa será de exatos 50 dias.

O fato de ter dois jogos após cair fez com que, ao contrário de 2002, o Palmeiras dispensasse jogadores e lançasse alguns jovens ainda durante o campeonato, o que diminui o peso das novidades para o ano seguinte.

Eleições

Há 10 anos, o Palmeiras também vivia um período eleitoral. O pleito estava originalmente marcado para 15/1, mas acabou sendo antecipado para o dia 6 de janeiro de 2003, uma (claro) segunda. Isso por si só mostra que, sim, é possível alterar a data da votação e o clube podia nos poupar da agonia atual de ter que esperar até o longínquo dia 21 de janeiro para saber quem herda a terra arrasada.

Naquela eleição, houve dois concorrentes: um era o então presidente Mustafá Contursi com seu discurso “fiz cair, vou fazer subir” (o que significava na prática “vou virar a mesa”; nem isso, ainda bem, ele cumpriu). O oponente era o famoso economista Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo, que à época criou com seus aliados o movimento Muda Palmeiras, que após 10 anos e algumas mudanças de nome hoje é parte importante da vida política do clube.

Pode-se dizer que foi a campanha do que não queria gastar um tostão contra o que depois torraria muito mais que um milhão, mas o fato é que foi uma disputa muito desigual a favor do Sapo-Boi.

Senão, vejamos: Belluzzo lançou sua campanha convidando conselheiros a um jantar ao qual compareceram personalidades como Joelmir Beting e Aldo Rebelo. Mustafá contra-atacou marcando um evento na mesma hora. Resultado: apenas cerca de 40 votantes deram o ar da graça ao primeiro evento, enquanto quase 200 (incluindo o próprio irmão de Belluzzo) estiveram prestigiaram o presidente – que, ora vejam, não apareceu.

A vitória de Mustafá na eleição foi um pouco menos folgada que no jantar, mas ainda assim foi larga: por 175 votos contra 77 (e 13 nulos), o “bom e barato” continuou assolando o Palestra Itália por mais dois anos.

Patrocínios

De 2012 para 2013 não deveremos ter nenhuma mudança: Kia e Adidas seguirão firme com o Palmeiras. Em 2003, porém, houve uma mudança no começo da temporada – a Rhumell deu lugar à Diadora como fornecedora de uniformes (no entanto, apesar de o acerto ter sido fechado no início da janeiro, a empresa italiana só estreou após algumas rodadas de série B). Quem não se lembra do modelo das bolinhas que mudavam de cor com o suor? A Pirelli, por sua vez, manteve-se como o principal patrocinador da equipe.

Dispensas

Hmmm, aqui a coisa começa a esquentar. Em 2002, uma situação bizarra: após a queda, os jogadores receberam uma semana de folga, mas depois voltaram para uma semana de treinos físicos (as férias só começaram em dezembro). As dispensas só começaram no fim deste período, e foram feitas a conta-gotas.

Em 2012, a diretoria não esperou o campeonato acabar para divulgar a primeira barca. Os cortes foram mais rápidos e devem se encerrar antes (desde que o time ache interessados nos craques disponibilizados).

Em comum, a data de início da degola: 29 de novembro. Confira abaixo como foi o ritmo das dispensas, lembrando que atletas disponibilizados mas que ainda não saíram (Leandro Amaro, Tadeu e outros) não estão listados.

dispensas

Vale comentar ainda que em 21/1, segundo a Folha de S.Paulo, Marcos foi vendido para o Arsenal. Barrigada pouca é bobagem.

Contratações

Você acha que está devagar? Pois em 2002 não foi diferente: o Palmeiras fechou o ano com apenas dois jogadores contratados: Índio, zagueiro do Juventude, e Adãozinho, meia do São Caetano, além do técnico Jair Picerni. Nada muito diferente do que agora, em que veio apenas Fernando Prass (Ayrton, insistimos, é um caso à parte).

Uma semelhança está na expectativa pelo retorno de dois volantes: se agora Kleina conta com Souza e Wendel, em 2003 Picerni recebeu Magrão e Claudecir de braços abertos. Outro que voltou foi o lateral-direito Neném.

Os jogadores só começaram mesmo a chegar após a reeleição de Mustafá: nas duas semanas seguintes, foram oito. Entre eles, porém, houve casos de corar o palmeirense de vergonha, como o do lateral esquerdo João Marcelo, que veio do Ferroviário, ficou dois dias, não acertou salário e voltou. Ou ainda do atacante colombiano Carlos Castro e do meia Toni, que saíram sem atuar.

Parece claro que a indefinição eleitoral custará caro na montagem do elenco: foi isso que ocorreu em 2003, e provavelmente ocorrerá de novo agora. Com três agravantes: a eleição quinze dias mais tarde, um plantel mais reduzido pelo maior número de dispensas e uma Libertadores se avizinhando (o que não era pra ser um problema, mas do jeito que vai pode se transformar em outro vexame).

Confira abaixo o ritmo de chegadas de atletas na pré-temporada, notando que após fevereiro de 2003 o Palmeiras parou de se reforçar.

Contratações

Time-base

O Palmeiras perdeu para o Vitória naquele fatídico 17/11 com Sérgio, Arce, Alexandre, César, Rubens Cardoso (Leonardo Moura), Paulo Assunção, Flávio (Nenê), Juninho, Zinho, Muñoz, Itamar (Lopes). Ou seja: dos 14 que entraram em campo no Barrradão, apenas três seguiriam no clube, aqueles destacados em itálico. Seis atletas sairiam até o fim de dezembro.

Agora, o Palmeiras empatou com o Flamengo com Bruno, Artur (Obina), Maurício Ramos, Román, Juninho, Márcio Araújo, Correa, Tiago Real (Vinícius), Mazinho (Bruno Dybal), Maikon Leite e Barcos. Destes catorze, apenas quatro pegaram o caminho da roça. A renovação pelo visto será menor.

Na estreia de 2003, o time bateu o Mogi-Mirim com Marcos, Neném (Pedro), Índio, Leonardo, Everaldo, Claudecir, Magrão, Pedrinho, Zinho (Adãozinho), Muñoz, Dodô (Leandro Amaral). Foram quatro estreantes, em itálico. Em 2013, é claro que os dois reforços estarão em campo desde o início. Mas serão só eles?

Categorias de base

O Palmeiras não usou sua base no Brasileirão de 2002 – Pedro jogou três vezes, Vágner Love duas, e só. No início de 2003, Picerni estava ciente de que havia uma boa geração (o Verdão foi campeão paulista sub-20 em 2002 e vice da Copinha no ano seguinte) porém só começou a efetivamente usar os moleques após afundar no Paulista e tomar sete do Vitória. Foi então que a geração de Edmílson, Diego Souza e Alceu pediu passagem e se assumiu seu lugar.

Agora, alguns garotos foram promovidos durante o campeonato, casos de Patrick Vieira e principalmente João Denoni. Com o rebaixamento confirmado, Bruno Dybal e Diego Souza, entre outros, também puderam atuar. É certo que eles estarão integrados ao elenco principal já desde o começo do ano que vem – mas como ter certeza que o sucesso será o mesmo da geração de Vágner Love?

Resumo

O fato é um só: a eleição, que deveria ser um detalhe, paralisa todo o ambiente do clube, mesmo que Tirone tome vergonha na cara e decida de uma vez por todas não tentar novo mandato. Até dia 21, o Palmeiras viverá de mais futricas, fofocas, boatos, impasses e incertezas que o habitual.

Reforços? Não contem com isso – o que, a julgar pelo nível de diversos nomes ventilados, é até melhor. É preferível manter o pouco que temos a buscar novos empréstimos para bancar um veterano com pouco a acrescentar como Riquelme.

O time que definiu o acesso e o título da série B em Garanhuns foi escalado com Marcos, Leonardo, Glauber, Adãozinho, Baiano, Magrão, Diego Souza, Lúcio, Élson (Correa), Vágner Love (Denis), Edmilson. Dos treze, sete – mais da metade! – só se juntou ao elenco a partir de março.

Vai ser assim de novo: sem planejamento algum, contando um pouco com a base, bastante com a sorte e mais ainda com a fragilidade dos adversários. Para 2013 vai bastar; subiremos. Mas e o centenário?

Este, senhores, começa apenas dia 21. Que Perin ou Nobre tomem rapidamente pé da situação, e que sejam menos inaptos que o atual mandatário e seus antecessores, pois o campeão do século XX já jogou fora 13 anos do XXI.

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Chegou a hora da verdade. Depois de longas 19 rodadas, começa a fase decisiva do Campeonato Paulista 2012. O Palmeiras vai a Campinas enfrentar o Bugre, pelas quartas-de-final. Lembrando que, em caso de empate, o jogo irá para os penaltis. Vamos às informações da partida.

Horário e local: Domingo, 22/04/12, as 18:30, no estádio Brinco de Ouro da Princesa (Sportv).

Árbitro: será Vinicius Furlan, cujo histórico registra quatro partidas e nenhuma derrota:

2011 – 1×0 Santos (f); 3×1 Paulista (c)

2010 – 3×1 XV de Piracicaba (amistoso)

2009 – 1×1 Guaratinguetá (f)

Desfalques: Wesley só ano que vem. Maikon Leite se recupera de lesão no joelho e deve ficar de fora. Luan (que pediu para jogar), Thiago Heleno e Valdivia já treinam com bola mas não devem ir para o jogo. Não há suspensos.

Pendurados: Cicinho, João Vitor e M.Assunção. Próximo adversário: se avançarmos, será o vencedor de Corinthians x Ponte Preta.

Previsão IPE: Deola; Cicinho, Henrique, L.Amaro e Juninho; M.Araújo, Assunção, João Vitor e D. Carvalho; Fernandão e Barcos.

Destaques/Guarani: a equipe de Vadão foi eliminada da Copa do Brasil pelo Botafogo após perder em casa por 2×1 e empatar no Rio por 0×0. A escalação deve ter apenas duas mudanças com relação à que nos enfrentou na primeira fase do Paulista. O goleiro Emerson está recuperado de lesão e volta à equipe. Já o experiente volante Wellington Monteiro rompeu os ligamentos do joelho e só volta ano que vem. Sendo assim, o Guarani deverá ir a campo com Emerson; Oziel, Domingos, Neto e Bruno Recife; Fábio Bahia, Willian Favoni, Danilo Sacramento e Fumagalli; Fabinho e Bruno Mendes.

Ex-palmeirenses no Guarani: Max Pardalzinho.

Palpite IPE: 1×1 no tempo normal, gol de Assunção. Nos penaltis, dá Palmeiras por 4×3.

Última vitória no local do jogo: foi pelo Campeonato Paulista de 2003. Com gols de Magrão e Pedrinho, o Verdão venceu o Bugre por 2×0.

Última derrota no local do jogofoi os 3×1 da primeira fase, gols de Neto, Fumagalli e Bruno Mendes (GUA) e Barcos (PAL).

Histórico: o primeiro confronto da história data de 1928 e foi vencido pelo Palestra Itália – 4×2 (Bianco, Carrone, Heitor e Perillo (PAL); Robertinho (2) (GUA))

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
185 94 48 43 317 198 124 65 36 23 223 128

O IPE se lembra: pelo Campeonato Brasileiro de 2001, o Palmeiras foi a Campinas e trouxe de volta os três pontos – 3×1 – gols de Arce, Lopes e Tuta para o Palmeiras e do então jovem Fumagalli descontando para o Guarani.

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A fase final do Campeonato Paulista, no formato atual, foi adotada ano passado, mas a existência de quartas-de-final em si não é novidade. Além de 2011, houveram outras duas edições em que esta fase existiu, ambas também em confronto único, e o Palmeiras esteve presente nelas.

Em 2003, o Palmeiras se classificou na bacia das almas: eram 3 grupos de sete times; classificavam-se os dois primeiros de cada grupo e os dois melhores terceiros colocados. O Verdão passou justamente como o segundo melhor segundo colocado ao empatar em Americana na última rodada. Tivesse sofrido um gol a mais nessa partida, a vaga ficaria com o próprio Rio Branco.

Desta forma, nos coube enfrentar a sensação do torneio até ali: o São Caetano, 6 vitórias em 6 jogos, incluindo um atropelamento por 3 a 0 ao futuro campeão Corinthians em pleno Pacaembu. Para piorar, o regulamento previa a vantagem do empate ao time melhor colocado; entretanto, em noite inspirada de Thiago Gentil, um Palmeiras rebaixado, sob desconfiança geral e com diversas caras novas que não durariam sequer até o início da Série B, resolveu lembrar de sua grandeza: 2 a 0 no Anacleto Campanella. Na semifinal, o time esteve na frente quase todo o tempo na primeira partida, mas cedeu o empate ao Corinthians; no segundo jogo, com a equipe sem nenhum zagueiro em condição de jogo, o rival rapidamente abriu 3 a 0 e venceu por 4 a 2.

Em 2004, a primeira fase mudou: eram dois grupos, um com 11 e outro com 10 times – não é de hoje que o Paulista apresenta bizarrices. No grupo maior, o Palmeiras encerrou a primeira fase em terceiro lugar, lhe cabendo o segundo colocado do outro grupo em jogo único fora de casa. Desta forma, o Verdão desceu a serra para encontrar a Portuguesa Santista. A regra era diferente: empate no tempo normal levaria à prorrogação, e dali aos pênaltis. A Briosa chegou ao intervalo na frente, mas Vágner Love e Pedrinho puseram o recém-promovido Palmeiras nas semifinais contra o Paulista, que nos eliminaria nas penalidades.

Ano passado, o Palmeiras fez as quartas “em casa”, após terminar a primeira fase na segunda colocação. Assim como este ano, os primeiros quatro colocados tinham como única vantagem o direito de decidir em casa. No caso de empate no tempo normal, a decisão iria para os penaltis. Nos emparelhamentos, o adversário foi o Mirassol, e a vitória por 2×1 no Pacaembu nos colocou na semi, que perderíamos para o Corinthians, nos penaltis, após jogar boa parte da partida com um a menos, em jogo que ficou marcado pela polêmica escalação antecipada de Paulo César de Oliveira antes mesmo do sorteio na FPF.

Este ano o regulamento é o mesmo e, já que conseguimos a façanha de ficarmos em quinto lugar, decidiremos a vaga fora de casa, contra o Guarani. Esperamos que o retrospecto de vitórias nesta fase se mantenha!

FICHAS TÉCNICAS

26/02/2003 – SÃO CAETANO-SP 0 x 2 PALMEIRAS-SP – CAMPEONATO PAULISTA
Estádio Anacleto Campanella – São Caetano / SP – Brasil – Horário: 21h00
Árbitro: Sálvio Spínola Fagundes Filho (SP) – Assistentes: Marinaldo Silvério (SP), Francisco Feitosa (SP)
São Caetano (São Caetano/SP): Sílvio Luiz, Rafael, Dininho, Serginho, Zé Carlos, Marcos Aurélio (Mineiro), Ramalho (Marlon), Fábio Santos, Luís Carlos Capixaba, Marcinho, Adhemar (Anaílson) – Técnico: Mário Sérgio
Palmeiras (São Paulo/SP): Marcos, Pedro, Índio, Leonardo, Marquinhos, Adãozinho, Claudecir, Magrão, Zinho (Corrêa), Muñoz (Everaldo), Anselmo (Thiago Gentil) – Técnico: Jair Picerni
Cartões amarelos: Dininho, Marco Aurélio (São Caetano), Marcos, Leonardo, Magrão (Palmeiras) – Cartões vermelhos: Rafael (São Caetano), Pedro, Claudecir (Palmeiras)
Gols: Thiago Gentil (Palmeiras), 8 min, 42 min segundo tempo

21/03/2004 – PORTUGUESA SANTISTA-SP 1 x 2 PALMEIRAS-SP – CAMPEONATO PAULISTA
Estádio Ulrico Mursa – Santos / SP – Brasil – Horário: 16h00 – Público: 7.549 pagantes – Renda: R$ 98.140,00
Árbitro: Sálvio Spínola Fagundes Filho (SP) – Assistentes: Nílson de Souza Monção (SP), Émerson Augusto de Carvalho (SP)
Portuguesa Santista (Santos/SP): Cristiano, Édson Mendes, Diguinho, Chicão, Fabinho, Axel, Beto (Leandro Moreno), Reinaldo (Gileno), João Fumaça (Luciano Barbosa), Nando, Marlon – Técnico: Nenê
Palmeiras (São Paulo/SP): Marcos, Baiano, Leonardo, Nen, Lúcio, Marcinho (Rafael Marques), Corrêa, Diego Souza, Pedrinho (Fábio Gomes), Vágner Love, Adriano Chuva (Muñoz) – Técnico: Jair Picerni
Cartões amarelos: Axel, João Fumaça (Portuguesa Santista), Baiano, Lúcio, Leonardo (Palmeiras) – Cartão vermelho: Diguinho (Portuguesa Santista)
Gols: Beto (Portuguesa Santista), 21 min primeiro tempo, Vágner Love (Palmeiras), 11 min, Pedrinho (Palmeiras), 14 min segundo tempo

24/04/2011 – PALMEIRAS-SP 2 x 1 MIRASSOL-SP – CAMPEONATO PAULISTA
Estádio Paulo Machado de Carvalho – São Paulo / SP – Brasil – Horário: 18h30 – Público: 17.538 pagantes – Renda: R$ 466.682,00
Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima (SP) – Assistentes: Hérman Brúmel Vani (SP) e Bruno Salgado Rizo (SP)
Palmeiras (São Paulo/SP): Deola, João Vitor, Danilo, Leandro Amaro, Rivaldo, Marcos Assunção, Márcio Araújo, Tinga (Chico), Valdivia (Lincoln), Luan, Kléber – Técnico: Luiz Felipe Scolari

Mirassol (Mirassol/SP): Fernando Leal, Samuel (Daniel Marques), Luiz Henrique, Dezinho, Diego, Magal, Jairo, Esley (Marcelinho), Xuxa, Wellington Amorim, Serginho (Renato Peixe) – Técnico: Ivan Baitello

Cartões amarelos: Deola, Danilo, Rivaldo e Tinga (Palmeiras), Dezinho, Esley (Mirassol) – Cartão vermelho: Xuxa (Mirassol)
Gols: Valdivia (Palmeiras), 10 min primeiro tempo, Marcelinho (Mirassol), 40 min primeiro tempo, Márcio Araújo (Palmeiras), 11 min segundo tempo.

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Impedido!?

Nada é tão ruim que não possa piorar. Para os torcedores da Sociedade Esportiva Palmeiras essa frase pessimista tem se transformado em regra ano após ano.

Não bastassem as seguidas administrações desastrosas, que até acertam, mas pecam em um volume tão assustador, que o balanço é sempre desastroso…

Não bastasse o “azar” que adora bater na nossa porta mais do que o normal (o azar acompanha os incompetentes)…

Não bastasse a má vontade da imprensa, que nem disfarça mais a torcida…

Não bastasse a roubalheira histórica da juizada…

Não bastasse a total e completa falta de força do clube nos bastidores sujos do futebol…

…ainda somos obrigados a aguentar um futebol bisonho, medíocre, limitado, que em nada honra a única coisa que ainda deveria restar ao clube que um dia já foi chamado de Academia.

O Comercial entrou perdido em campo. Nos primeiros minutos de jogo, até marcarem o gol, os jogadores do Comercial erravam passes de 5 metros, reposições de bola e tempo de bola. Absolutamente tudo. O Palmeiras, parecendo querer resolver tudo em 5 minutos, não teve categoria e tão pouco soube se impor em campo. Uma lástima. Os jogadores de ataque querem resolver tudo sozinhos. Não trocam passes, não levantam a cabeça e não pensam. Os zagueiros estão sempre tensos, afobados e tentando fazer ligação direta. Entre eles um meio campo que não se apresenta, não chama o jogo e não organiza a equipe.

Os jogadores do Palmeiras, individualmente, não são ruins. Todo mundo viu a maneira como o time estava jogando no começo do ano. Troca de passes, ultrapassagem dos laterais, contra-ataques rápidos, jogadas de pé em pé. Puxando pela memória lembro de pelo menos 5 gols com trocas insinuantes de passes, jogadas que não víamos há tempos no Palestra.

Agora a equipe entra sempre pilhada, tensa, e quando leva um gol desmorona psicologicamente. Hoje não foi diferente. Tá certo que a arbitragem aprontou das suas na jogada do primeiro gol, mas isso não justifica a falta de tranquilidade desde o primeiro segundo da partida.

A partir do gol o que se viu foi um time que tem tudo para dar resultado, sem saber o que fazer. Os jogadores rebaixados do Comercial obviamente perceberam e começaram a provocar. Era tudo o que queriam, e os jogadores do Palmeiras, sem preparo psicológico algum, caíram na pilha.

Na volta do segundo tempo o clima esquentou, vieram as expulsões, e se o Comercial tem algum motivo para reclamar em termos de arbitragem é neste quesito. Não pelas expulsões merecidas de seus jogadores, mas porque o juizão tinha que ter botado palmeirense para fora também.

Mesmo com dois a mais em campo, a equipe continuou não tendo calma. Qualquer moleque que gosta de futebol cresce ouvindo “Tá com jogador a mais em campo? Roda a bola que vai sempre sobrar jogador livre.” Mas que nada. Com uma substituição ridícula no intevalo, o culpado pela falta de qualidade futebolística e equibilíbrio psicológico da equipe entortou o time. Restou ao time, com um armador a menos e um grandalhão a mais para esperar a bola que nunca chega, tentar o gol na base do chuveirinho e cruzamento.

Só que essa técnica batida, velha, manjada, só dá certo contra o Palmeiras (porque será, né?). A equipe sofreu e só foi conseguir o empate aos 42 do segundo tempo, gol de Fernandão. Tarde demais, difícil demais. Mesmo porque, como disse no início do texto, não podemos esquecer daquilo que já virou regra em se tratando de Palmeiras. E foi como um filme se repetindo que veio o segundo gol do poderosíssimo – e com 2 a menos – Comercial, aos 45 do segundo tempo.

Quando a vergonha parecia consumada, com aquele que é o último recurso restante desta equipe, veio o empate na cabeça de Henrique, após cruzamento de Tinga.

Foi então que entrou definitivamente em cena a arbitragem. É impressionante a forma descarada como a juizada nos prejudica. Que fique bem claro que não quero ver o Palmeiras beneficiado e nem que isso justifica a apresentação pífia da equipe. Acho que a única coisa que o Palmeirense clama é por uma arbitragem isenta. Coisa que definitivamente nós não temos.

Foram dois penaltis: em um deles a jogada que prosseguiu deu origem ao primeiro gol do Comercial. Além dos penaltis, o gol totalmente legal anulado no último lance do jogo. Sinceramente, se fosse qualquer outro time grande, o gol teria sido anulado? E olha que o gol não estava impedido!

Agora que a crise já é realidade no Palmeiras teremos pela frente o Guarani, em Campinas. Além disso, com a derrota do SPFC e a vitória do SCCP, caso avancemos (alguém acredita!?), pegaremos o vencedor de Corinthians x Ponte Preta. Haja unha.

O que parece mais do que claro é que com Felipão a coisa não tem mais jeito mesmo. A derrota no Dérbi desandou o ambiente e o gaúcho parece estar perdido.

- Deola: sem culpa nos gols – 5

- Artur: tava mais preocupado em bater boca com o Leandro do que jogar bola – 3

- L.Amaro: volta logo, Thiago Heleno! Merecia ter sido expulso, e falhou de forma bisonha no segundo gol – 2

- Henrique: salvou o time de vexame ainda maior e poderia ter sido o herói da tarde se a arbitragem fosse honesta – 6

- Juninho: caiu de rendimento junto com o time. Foi dele o cruzamento para o gol de Fernandão – 5

- Chico: antes do jogo li várias matérias com ele dizendo que queria aproveitar a chance, coitado… – 3

- Assunção: se nem mais a bola parada faz a diferença… – 2

- Pedro Carmona: não venderam quando puderam, agora aguenta – 3

- Daniel Carvalho: dá dó ver um jogador tão talentoso sem alternativas pra jogar – 5

- Maikon Leite: corre, corre, corre… – 2

- Barcos: já perdeu a paciência com a falta de qualidade com que a bola chega, e fica vendido no esquema torto – 5

- Fernandão: o cara realmente faz gols “decisivos”. Espero que isso seja suficiente para que, caso seja necessário escolher, Ricardo Bueno seja mandado para bem longe do Palmeiras – 5

- Vinícius: é capaz de mesclar boas e péssimas jogadas com uma facilidade impressionante – 4

- Tinga: deu o cruzamento para o gol do Henrique – 4

- Felipão: o time precisando vencer e ele tira no intervalo um armador e coloca um atacante grandalhão para esperar bola na área. Depois, para desfazer a burrada, coloca em campo um volante, que só ele acha que é meia, no lugar de quem deveria ter saído para a entrada de Fernandão. Nem vou comentar Vinícius no Maikon Leite porque a essas alturas é seis por meia-dúzia – 0,5

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 2 X 2 COMERCIAL-SP

LOCAL: Pacaembu (SP)
DATA/ HORA: 15/04/2012, às 16h
ÁRBITRO: José Cláudio Rocha Filho (SP)
ASSISTENTES: João Bourgalber Chaves (SP) e Maria Nubia F. Leite (SP)

Renda/Público: R$ 197.395,00 / 5.363 pagantes
Cartões Amarelos: Marcos Assunção, Henrique, Leandro Amaro e Fernandão (PAL); Marcel, Alex, Henrique Motta, Marcelo Ferreira, Diogo Acosta e Marcelo Labarthe (COMl)
Cartões Vermelhos: Marcelo Labarthe, aos 3′/2ºT e Leandro Camilo, aos 7′/2ºT (Comercial)
GOLS: Diogo Acosta, aos 36′/1ºT (0-1); Fernandão, aos 42′/2ºT (1-1); Diogo Acosta, aos 45′/2ºT (1-2) e Henrique, aos 47′/2ºT (2-2)

PALMEIRAS: Deola, Artur (Tinga, aos 26′/2ºT), Leandro Amaro, Henrique e Juninho; Chico, Marcos Assunção, Pedro Carmona (Fernandão, Intervalo) e Daniel Carvalho; Maikon Leite (Vinícius, aos 17′/2ºT) e Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

COMERCIAL-SP: Alex, Marcelo Ferreira, Leandro Camilo, Fabão (Marcel, aos 18′/1ºT) e Rafinha (Wellington, aos 23′/2ºT); Marcelo Labarthe, Jeffinho (Baratella, aos 9′/2ºT), Henrique Motta e Ricardo Conceição; Leandro e Diogo Acosta. Técnico: Gil Baiano.

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Finalmente chega ao fim a fase de classificação e poderemos nos concentrar no que realmente interessa neste Campeonato Paulista: as finais. Para completar o calvário de 19 partidas (qualquer torcedor sabe muito bem como seria a fórmula ideal do Paulista, menos a FPF) o Palmeiras recebe o já rebaixado e lanterna Comercial, ainda brigando por uma melhor posição entre os classificados e a consequente vantagem de decidir em casa. A rodada deverá ser interessante, já que dependendo de seu desfecho, poderemos ter um clássico já nas quartas de final.

Horário e local: Domingo, 15/4/12, as 16h no Pacaembu (PPV)

Árbitro: será Jose Claudio Rocha Filho, cujo histórico é inexistente. Apesar de já vir apitando na série A1 do Paulista desde 2010, será a primeira vez que apita um jogo nosso. Neste ano, já apitou 8 jogos, com destaque para Corinthians 1×0 Paulista, Santos 5×0 Guaratinguetá e Corinthians 1×1 Guarani.

Desfalques: Luan, Thiago Heleno, Valdivia e Wesley lesionados. Cicinho, M.Araújo e Patrik suspensos.

Pendurados: Cicinho e João Vitor.

Cenários: a disputa entre a terceira e sexta colocação está em aberto e dependerá dos jogos de Palmeiras, Santos, Guarani e Mogi para sua definição. Palmeiras e Santos teoricamente têm jogos mais fáceis, pois encaram times já rebaixados (Comercial e Catanduvense, respectivamente). Já Guarani e Mogi pegam times que ainda brigam contra o descenso (Botafogo e XV, respectivamente), sendo que o Guarani é o único a jogar fora de casa entre os 4. Desta maneira, alguns dos cenários possíveis são:

- Cenário 1: Vitórias de Santos, Palmeiras e Mogi, e empate ou derrota do Guarani. Com estes resultados o Palmeiras termina em quarto lugar e pega o Mogi nas quartas. Na opinião do IPE, é o mais provável.

- Cenário 2: Vitórias de Santos, Palmeiras e Guarani. Neste caso nada se altera e pegamos o Guarani no Brinco de Ouro.

- Cenário 3: Empate ou derrota do Palmeiras e vitória do Mogi. Caso a equipe consiga esta façanha, ficamos em sexto e pegamos o Santos ou até mesmo o Guarani. Vale ressaltar que nesta condição, se mantendo as atuais posições de Corinthians e São Paulo, caímos do lado da chave cuja semi-final tende a ser um Dérbi.

- Cenário 4: Vitória do Palmeiras, empate ou derrota de Santos e Guarani. Muito improvável, mas neste caso ficaríamos em terceiro lugar, pegando o Guarani, no Pacaembu, nas quartas.

Previsão IPE: Deola; Artur, Henrique, L.Amaro e Juninho; Chico, Assunção, João Vitor e D.Carvalho; Maikon Leite e Barcos.

Destaques/Comercial: o zagueiro Rafael Tavares, o volante Jordã e o atacante Eliomar Bombinha não jogam pois cumprem suspensão. Diante dos desfalques o técnico Gil Baiano acena com a possibilidade de utilizar alguns dos jovens jogadores que tem à disposição.  Baratella deve atuar no lugar de Jordã, enquanto Kaique e Hudson disputam a vaga de Eliomar Bombinha. Desta maneira o Leão deve ir a campo com Alex; Marcelo Ferreira, Fabão, Leandro Camilo e Rossato; Baratella, Ricardo Conceição, Hudson (Kaique) e Jeffinho; Leandro Lessa e Diogo Acosta.

Ex-palmeirenses no Comercial: o atacante Enílton.

Palpite IPE: 2×0, gols de Barcos e Artur.

Última vitória no local do jogo: a última vitória no Pacaembu foi pelo Paulistão-84 – 4×1 – gols de Luisinho, Diogo, Jorginho e Gúbio (contra).

Última derrota no local do jogoa última e única derrota do Palmeiras para o Comercial no Pacaembu foi pelo Paulistão-79 – 0×1 – gol de Jáder.

Histórico: o primeiro jogo entre as equipes data de 1917 e terminou empatado em 1×1. De lá para cá o Palestra-Palmeiras tratou de formar uma bela vantagem, como de costume.

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
58 32 14 12 116 58 46 25 12 9 88 41

O IPE NÃO se lembra: o Comercial já figurou entre os principais times do país, tendo disputado os Brasileirões de 1978 e 1979, época em que o campeonato nacional chegou a ter até 94 equipes (!!!!). Em 1979, o Palmeiras não tomou conhecimento do Leão e atropelou – 5×1 – gols de Polozi, Jorge Mendonça, Jorginho e César (2).

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1 feito e 1 perdido

Pós-jogo de derrota é uma “M”, não tem jeito de ver muita vantagem nos revezes… hoje não foi diferente e o Palmeiras 2012 volta a passar a impressão que deu um load no programa 2011 e atolou já em Abril, ano de Palmeirense tem durado de 2 a 4 meses, no máximo. Apesar da ótima classificação no jogo da Copa do Brasil, a 3ª derrota consecutiva no Paulistão jogou o Verdão para a 5ª colocação, correndo o risco de jogar as quartas-de-final fora de casa contra o próprio Guarani.

O primeiro tempo começou mal, o Palmeiras estava desorganizado e o Guarani marcava a saída de bola com muita pressão, ‘obrigando’ a zaga palmeirense a protagonizar um festival pastelão de bicudos para onde o nariz estava virado. Wesley lesionou-se e deu lugar a Maikon Leite. O castigo veio cedo em falta cobrada pelo highlander Fumagalli e desviada por alguma cabeça bugrina, Deola cuidou da lavanderia e bateu bem a roupinha, estendendo no meio da área, não teve erro, gol campineiro. O empate veio logo a seguir em penalti mal marcado que Barcos conferiu. Muito pouco depois Leandro Amaro saiu da área pra fazer besteira e mais uma vez Fumagalli mandou pra área, bola no travessão, chute na cabeça do Cicinho bem feito e Gerley não teve dúvidas: chutou até a alma do atacante do Guarani. Penalti. Fumagalli na cobrança e Deola inaugura uma nova postura em defesas de penalti: pular depois que a bola já está dentro do gol. O jogo continuou agitado com algumas chances desperdiçadas de parte a parte e placar 2×1 pro time da casa.

Pra segunda etapa o Palmeiras tinha a missão de empatar e virar o jogo, mas aos 12′ Cicinho furou bisonhamente em carrinho, cruzamento pra área é caixa: 3×1. Fim de jogo, ali mesmo o roupeiro podia ter chamado o time pro vestiário, o descontrole emocional e a falta de categoria, além da bela partida executada pelo time do treinador Vadão, somaram-se e martelaram a cabeça Palmeirense. Registre-se a péssima atuação do árbitro Rodrigo Amaral que expulsou Cicinho sem o lateral sequer tocar o jogador adversário, inverteu diversos lances e segurou demais o jogo. MAS, nada justifica a derrota e a transformação da forma de atuar do Palmeiras.

Vamos às notas:

Deola – mais uma vez comprometeu – 2
Cicinho – péssimo no apoio, muito fraco na defesa, uma entregada e foi expulso – 1
Leandro Amaro – fez a falta que originou a jogada do 2º gol, no mais, muito chutão pra frente – 3
Henrique – bateu cabeça com o restante da defesa, mas não comprometeu – 4
Gerley – afobado, sem ritmo, fez um penalti, foi substituido no intervalo… – 1
Márcio Araújo – dessa vez não conseguiu apoiar muito, mas defendeu bem – 4
João Vitor – apagado, muito afobado e pouco produtivo – 3
Marcos Assunção – além de não acertar nada, correu muito pouco – 3
Wesley – nem deu tempo, fica sem nota.
Daniel Carvalho – apesar de alguns bons passes, muitos erros e pouca produtividade – 4
Barcos – tirou um pouquinho da zica mas errou um gol capital quando estava 2×1, continua saindo muito da área  - 5

Maikon Leite – perdeu dois gols feitos e manteve sua afobação costumeira – 3
Chico – entrou a mil por hora e freou com tudo – 3
Patrik – difícil até de lembrar que esteve em campo – 3

Felipão – não dá pra imaginar o que acontece, mas a maionese desandou pesado – 1

Melhores momentos:

FICHA TÉCNICA

GUARANI 3 X 1 PALMEIRAS

LOCAL: Brinco de Ouro, Campinas (SP)
DATA/ HORA: 08/04/2012, às 16h
ÁRBITRO: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
ASSISTENTES: Carlos Alberto Funari e Claudenir Donizeti Gonçalves da Silva

Renda e Público: R$ 268.198,00/ 9.399 pagantes
Cartões Amarelos: Fumagalli, Bruno Recife, Fábio Bahia, Fabinho, Max Pardalzinho e Domingos (Guarani); Gerley, João Vitor, Márcio Araújo e Patrik (Palmeiras)
Cartões Vermelhos: Cicinho (Palmeiras)
GOLS: Neto, aos 14′/1ºT (1-0); Barcos, aos 17′/1ºT (1-1); Fumagalli, aos 23′/1ºT (2-1) e Bruno Mendes, aos 11′/2ºT (3-1)

GUARANI: Juliano; Oziel, Domingos, Neto (André Leone, aos 38′/2ºT) e Bruno Recife; Wellington Monteiro, Fábio Bahia, Danilo Sacramento, Fumagalli (Thiaguinho, aos 44′/2ºT); Fabinho (Max Pardalzinho, aos 34′/2ºT) e Bruno Mendes. Técnico: Vadão

PALMEIRAS: Deola; Cicinho, Leandro Amaro, Henrique e Gerley (Chico, no intervalo); Márcio Araújo, João Vitor, Marcos Assunção, Wesley (Maikon Leite, aos 11′/1ºT) e Daniel Carvalho (Patrik, aos 31′/2ºT); Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

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O Palmeiras vai até Campinas tentar se manter no G4 do Paulistão 2012, depois de uma vitória contra o Horizonte – CE eliminando o jogo de volta da Copa do Brasil, vamos torcer para que o ânimo da equipe retorne e o Verdão se recupere da derrota para o Mirassol na última rodada. Temos que esperar também que a escalação nova de Felipão, preterindo Maikon Leite em função de jogar com 4 volantes, consiga engrenar, já que o velho bigode não deve abrir mão de João Vitor, Wesley ou Márcio Araújo. Pobre Barcos.

Horário e local: Domingo, 8/4/12, as 16h no Brinco de Ouro da Princesa – Campinas – SP. (Globo/SP e Band)

Árbitro: será Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP), cujo histórico registra 2 vitórias, 3 empates e 1 derrota, todos pelo campeonato paulista:

2011 – 0×0 Mogi Mirim (f)

2010 – 0×1 Rio Claro (f)

2009 – 1×1 Oeste (f)

2007 – 1×1 Bragantino (c)

2006 – 4×0 São Caetano (c)

2005 – 4×1 Marília (c)

Desfalques: Luan, Thiago Heleno e Valdivia, lesionados. Juninho, suspenso.

Pendurados: Cicinho, Márcio Araújo e Patrik. Próximo jogo: Comercial (c).

Previsão IPE: Deola; Cicinho, Henrique, L.Amaro e Gerley; M.Araújo, Assunção, João Vitor, Wesley e D. Carvalho; Barcos.

Destaques/Guarani: o Guarani é o sexto colocado apenas 2 pontos atrás do Palmeiras e joga para entrar no G4, o Bugre vai ter o desfalque do goleiro Emerson, lesionado; apesar disso o veterano Fumagalli retorna com a 10, depois de cumprir suspensão contra a Catanduvense. A escalação campineira que deve ir a campo é: Juliano; Oziel, Domingos, Neto e Bruno Recife; Wellington Monteiro, Fábio Bahia, Fumagalli e Danilo Sacramento; Fabinho e Bruno Mendes.

Ex-palmeirenses no Guarani: Max Pardalzinho

Palpite IPE: 1×2 Palmeiras, com 1 de Barcos e 1 de Henrique.

Última vitória no local do jogo: foi pelo Campeonato Paulista de 2003, com gols de Magrão e Pedrinho o Verdão venceu o Bugre por 2×0.

Última derrota no local do jogopelo Campeonato Paulista 2004, o Verdão foi a Campinas e saiu derrotado por 1×0.

Histórico: o Guarani é um adversário tradicional do Palmeiras, os dois clubes já se enfrentaram diversas vezes e a vantagem é toda nossa:

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
184 94 48 42 316 195 123 65 36 22 222 125

O IPE se lembra: Em 1994 o Guarani tinha um timaço e chegou as semi-finais do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras foi a campo contra o time comandado por Julio Cesar Imperador e Luizão, a revelação do Guarani, e não fez feio, o Verdão venceu por 3×1 com gols de Cléber, Zinho e Evair. O desfecho desse Brasileirão, todo mundo já sabe…

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Ainda sem bússola...

Nem o mais crédulo cidadão Mirassolense, nem o torcedor Palmeirense mais LIMÃO poderiam apostar no resultado do jogo de ontem. Nem o mais amador dos técnicos nem o mais professor Pardal poderiam fazer o Verdão ‘jogar’ como ontem. No primeiro tempo uma leseira só, no segundo as mais mirabolantes e indigitáveis modificações no time, só podia dar em derrota.

O Palmeiras começou mais um jogo como se não houvesse ontem, dando mais munição ainda para os SÁBIOS que disseram acreditar que uma derrota no derby, mesmo em fase classificatória, seria uma catástrofe, e foi. O time está desfigurado, estéril, Wesley não achou seu espaço, talvez por Felipão colocá-lo no lado AVESSO ao que está acostumado a jogar, o fato é que o trio de volantes que em tese agilizaria a troca de passes uma vez que Assunção ganhou um merecido repouso, fez tudo errado, péssimos passes, armação zero e Daniel Carvalho era o último dos moicanos meias armadores. Barcos (e sua chuteirinha zicada) não conseguiu finalizar uma sequer e o primeiro tempo terminou assim, com o Mirassol “mais organizado” jogando melhor que o Verdão em pleno Pacaembu.

Pra segunda etapa Felipão promoveu suas bizarrices, trocou Wesley de lado, meteu Chico no Arthur e o diabo a quatro, até que logo depois do Palmeiras desperdiçar boa chance de gol, o Mirassol abriu o placar, aquele time calmo que conseguia impor seu ritmo de jogo sobre qualquer adversário, até a fatídica derrota para o arqui-rival, conseguiu se desesperar e passar a errar mais ainda, a segunda derrota de um time grande para um do interior no campeonato se deu contra um time sem pretensões, que até então era o 14º, sem estrelas, sem nada, mas que mesmo assim, segundo o grande Scolari, é ‘mais organizado’ que o Palmeiras. 2011 vive.

Vamos às notas:

- Deola: na primeira vez que foi de fato exigido, tomou o gol, e depois desandou a fazer defesas – 4
- Artur: razoável na marcação, nulo no ataque – 4
- M.Ramos: passou o jogo correndo atrás dos atacantes adversários – 3
- Henrique: a braçadeira de capitão devia estar pesando uns 800 quilos. Tava louco pra entregar – 3
- Juninho: razoável no apoio e uma avenida em suas costas – 4
- M.Araújo: sofreu para cobrir as subidas do Juninho – 4
- João Vitor: idem Márcio Araújo, e depois foi tentar ser lateral direito – 4
- Wesley: totalmente fora de ritmo, caso contrário teria feito 2 gols – 4
- D.Carvalho: tentou de todos os jeitos, mas sozinho não vai resolver nada – 5
- Maikon Leite: muita velocidade e nenhuma inteligência – 3
- Barcos: quando o camisa nove vai buscar jogo no meio e cai pelas laterais o jogo inteiro é porque tem alguma coisa muito errada – 5

- Chico: entrou pra proteger a zaga (!) quando o jogo ainda estava 0×0 – 4
- Ricardo Bueno: o consolo é que só teremos que aguentar esse traste mais 1 mês – 3
- Pedro Carmona: pegou duas vezes na bola, fica sem nota
- Felipão: se tinha ficado com algum crédito ‘na casa’ do IPE, tratou de queimá-los com 2 derrotas em 3 jogos e a real possibilidade terminar o Campeonato Paulista 2012 numa posição ‘Caio Juniana’.
“Melhores” momentos:

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 0 X 1 MIRASSOL

Local: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data/Hora - 31/03/2012 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Márcio Roberto Soares (SP)
Auxiliares: Eduardo Vequi Marciano (SP) e Maria Eliza Correia Barbosa (SP)
Renda/ público: R$ 29.740/ 8.502
Cartões amarelos: Henrique Dias 8′/2T (MIR), Fernando Leal 38′/2T (MIR), Juninho 43′/2T (PAL)

GOL: Preto 23′/2T (0-1)

PALMEIRAS: Deola, Artur (Chico 19′/2T), Maurício Ramos, Henrique e Juninho; Márcio Araújo, João Vítor, Wesley (Ricardo Bueno 26′/2T) e Daniel Carvalho (Pedro Carmona 35′/2T); Maikon Leite e Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

MIRASSOL: Fernando Leal, Samuel, Matheus Ferraz, Dezinho e Willian Simões; Sérgio Manoel, Alex Silva, Luciano Sorriso e Xuxa; Preto (Borebi 33′/2T) e Henrique Dias (Malaquias 13′/2T – Igor 46′/2T). Técnico: Ivan Baitello.

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Vindo de um vitória magra e suada diante do Paulista de Jundiaí, o Palmeiras (3o.) recebe o Mirassol (14o.) buscando melhorar a posição na tabela para ter vantagem na fase de mata-mata. Os três jogos restantes também servirão para ajustar de vez a equipe titular para as fases decisivas do Paulistão e da Copa do Brasil.

Horário e local: Sábado, 31/03, às 18:30, no estádio Paulo Machado de Carvalho (PPV)

Árbitro: será Márcio Roberto Soares. Este árbitro já apitou 3 partidas nossas, todas em casa, com 1 vitória e 2 empates.

2011 – 0×0 Botafogo-SP (c)

2010 – 0×0 Oeste (c)

2009 – 1×0 Paulista (c)

Desfalques: Luan, Thiago Heleno e Valdivia, lesioandos.

Pendurados: Cicinho, Juninho, M.Araújo e Patrik. Próxima partida: Guarani (f)

Previsão IPE: Deola; Cicinho, L.Amaro, Henrique e Juninho; M.Araújo, Assunção, Wesley e D.Carvalho; Maikon Leite e Barcos.

Destaques/Mirassol: o “Leão da Araraquarense” não vence há 5 partidas, vindo de derrota nas últimas 3 rodadas. Para o confronto diante do Palestra, o lateral direito Eric e o volante Alex Silva ficam à disposição após cumprirem suspensão, assim como o volante Luciano sorriso, recuperado de lesão. Sendo assim, o técnico Ivan Baitello terá força máxima, devendo ir a campo com Fernando Leal; Eric, Dezinho, Igor e Willian Simões; Sérgio Manoel, Alex Silva, Acleisson e Xuxa; Henrique Dias e Preto.

Ex-palmeirenses no Mirassol: o veterano lateral esquerdo Márcio Careca.

Palpite IPE: 2×0, Barcos e Wesley.

Última vitória no local do jogo: foi pelas quartas de final do Paulistão-11 – 2×1 (Márcio Araújo e Valdivia; Marcelinho)

Última derrota no local do jogo: o Palmeiras jamais perdeu para o Mirassol.

Histórico: a primeira partida entre as equipes aconteceu apenas em 2008, e o Palmeiras está invicto no confronto.

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
5 3 2 0 9 6 5 3 2 0 9 6

O IPE se lembra: com um histórico tão recente fica difícil não ser repetitivo, mas o editor que vos escreve esteve “in loco” no primeiro confronto da história entre as duas equipes e teve a felicidade de presenciar o surgimento de um verdadeiro mito dos gramados: Fabinho Capixaba. A partida acabou empatada em 2×2 (Gustavo e Alex Mineiro; Montoya e Léo Mineiro)

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Após experimentar o gosto da derrota pela primeira vez em 2012 (e justo em um Dérbi…), o Palmeiras vai a campo em busca de mais 3 pontos e, acima de tudo, para testar o preparo psicológico da equipe. Pela frente, um Paulista que ainda briga por vaga no G8. Um bom teste para vermos como o grupo digeriu a derrota. A expectativa fica também por conta da estreia de Wesley, finalmente apresentado nesta terça-feira.

Horário e local: Quarta-feira, 28/03, às 22:00, no estádio Jayme Cintra (Globo/Band)

Árbitro: será Demetrius Pinto Candançan, que para variar apitará pela primeira vez uma partida de time grande. O mais curioso é que ele apitou 5 partidas do Paulista 2010, ficou “na geladeira” em 2011, e em 2012 apitou apenas 1 jogo da primeira divisão, na última rodada, São Caetano 0×1 Catanduvense. Obrigado, Cel. Marinho!

Desfalques: Luan e Thiago Heleno, lesioandos; Henrique suspenso.

Pendurados: Patrik e Márcio Araújo. Próxima partida: Mirassol (c)

Previsão IPE: Deola; Cicinho, L.Amaro, Roman e Juninho; M.Araújo, Assunção, João Vitor (Wesley) e Valdivia; Maikon Leite e Barcos.

Destaques/Paulista: os desfalques ficam por conta do meio-campista Dener (suspenso) e do atacante Cassiano (lesionado). Com isso, o técnico Luiz Carlos Martins deverá ir a campo com Vagner; Samuel Xavier, Diogo, Diego Ivo e Reinaldo; Madson, Formigoni, Fabrizzyo, Wellington e Chiquinho; Rychely.

Ex-palmeirenses no Paulista: o meia Chiquinho.

Palpite IPE: 3×1, gols de Barcos (2) e Valdivia.

Último confronto: pelo Paulistão-2011, Palmeiras 3×1 Paulista (M.Assunção, Kleber e Patrik; M.Ramos (contra)).

Última vitória no local do jogo: foi semana passada, pela Copa do Brasil, Palmeiras 3×0 Coruripe-AL (M.Assunção, Barcos e Juninho).

Última derrota no local do jogo: foi pelo Paulistão-2010 – 1×3 (Lincoln; Felipe Azevedo (2) e Samuel Xavier).

Histórico: o histórico é amplamente favorável em todas as competições. A história do confronto se iniciou em 1975, pelo campeonato paulista daquele ano, com uma vitória palestrina por 3×0 (Edson, Leivinha e Nei).

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
37 21 10 6 79 47 24 13 8 3 45 26

O IPE se lembra: a maior goleada da história do confronto aconteceu em 2004 e foi válida pelo campeonato paulista daquele ano – 5×2 (Corrêa, Muñoz (2), Edmílson e Diego “Bunda de Urso” Souza; Isaías e João Paulo).

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