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É chegada a hora de encerrar a primeira fase do Paulistão 2014, detentor da melhor campanha até aqui, o Palmeiras vai a Santos enfrentar o time local para dar números finais à tabela de classificação. Quem vencer será o dono da melhor campanha, em caso de empate caberá ao Verdão o primeiro lugar geral. O suposto complicador de ser o primeiro é enfrentar o SPFC na semi-final, este ano elas eles não nos trouxeram problemas, mas o time da Vila Belmiro aparentemente não está muito confortável com a chance de encarar a trupe do quitandeiro. Como o Verdão não escolhe adversário, Gilson Kleina mandará para campo o time titular e provavelmente o bombardeio será intenso (talvez para os dois lados) com Bruno César e Valdívia na meia cancha palmeirense.

Horário e local: domingo (23/03), as 16:00, no Urbano Caldeira (Globo para SP, exceto Santos), com Cleber Machado, Casagrande e Arnaldo Cesar Coelho e Premiere, com Bachin Jr e Beletti.

Árbitro: será Luiz Flávio de Oliveira, cujo histórico registra 16 jogos, com 12V/1E/3D. Fato positivo sobre esse árbitro é que ele já apitou jogos nossos contra o Santos 4 vezes, com 3V e 1E, empate este na única partida disputada na Vila Belmiro. Últimos confrontos:

2014 – 2×0 SPFC (P, c)

2013 – 2×1 Paulista (P, c)

2012 – 1×2 SCCP (BR, c) / 2×1 Santos (P,c)

2011 – 1×0 SPFC (BR, c) / 2×1 SCCP (BR,c) / 3×0 Santos (BR,c)

Situação na tabela: o Palmeiras é o líder do Grupo D e da classificação geral, com 35 pontos, o Santos é o líder do Grupo C e vice-líder da classificação geral, com 33 pontos.

Desfalques/Reforços: Wendell será poupado por estar pendurado com 2 amarelos, Wesley está recuperado mas segue de fora, Bruninho vai fazer sua estréia atuando na LD e Fernando Prass dá lugar a Bruno, o goleirão titular pediu dispensa para resolver assuntos particulares – San Gennaro nos proteja. França sentiu lesão de última hora e também não joga.

Pendurados: Inacreditavelmente são três, Wendell, Eguren e Wellington. Próximo jogo: Bragantino ou Rio Claro (c)

Previsão IPE: Bruno, Bruninho, Thiago Alves, Lúcio e Juninho; Marcelo Oliveira, Eguren, Valdívia e Bruno César; Alan Kardec e Leandro

Destaques/Santos: Arouca é dúvida e não deve ir para o jogo, Aranha, Mena, Neto e Thiago Ribeiro voltam a ficar a disposição e devem encarar o Verdão. O time que empatou em 3×3 contra o Rio Claro deve receber os 4 acima citados e ser escalado por Oswaldo de Oliveira com: Aranha; Cicinho, Neto, Jubal e Mena; Alison (Arouca), Cícero e Gabriel; Geuvânio, Thiago Ribeiro e Leandro Damião

Olho nele(s): Cícero e Geuvânio, os dois juntos já marcaram 12 gols e tem sido importantes para o Santos.

Ex-palmeirenses no Santos: o zagueiro David Braz e o vovô lateral Léo, ambos reservas.

Palpite IPE: Depois de acertar em cheio os placares contra o Paulista e a Ponte Preta, agora vamos de: 3×1 com gols de Bruno César, Juninho e Vinishow

Último confronto: foi a eliminação no Paulistão 2013, na Vila Belmiro 1×1 no tempo normal e 4×2 nos penaltis.

Última vitória no local do jogo: foi pelo Paulistão 2011 – 1×0 – gol de Kleber.

Última derrota no local do jogo: foi pelo BR2012 – 1×3 – gols de Maikon Leite para o Palmeiras, e Neymar (2) e Victor Andrade para o Santos.

Histórico: vantagem inteiramente verde.

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
310 133 81 96 539 448 179 88 40 51 328 242

O IPE se lembra: pelo Paulistão 2010 o Palmeiras foi à Vila totalmente desacreditado e colocado pela mídia como saco de pancadas. Pois a vitória veio, com direito a Armeration, e de virada  - 4×3 – gols de Robert (3) e Diego Souza.

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O herói de menor duração da história

O herói de menor duração da história

O mata-mata do Paulistão é jogado em partida única, o Palmeiras se classificou fora do G4 e teve que jogar a partida fora de casa; vindo de duas derrotas seguidas depois daquela fase empolgante com vitórias suadíssimas a base de pura raça e gritos da torcida, o time voltou a mostrar suas piores facetas. Defesa esburacada, falta de criatividade no meio e falta de qualidade na hora do arremate são algumas delas – e todas puderam ser vistas na eliminação de hoje. É bem verdade que o time caiu nos penaltis, o time do Santos não é tão superior ou tão mais bem treinado que o alviverde, tanto é que com a presença de algumas peças mais qualificadas o Verdão teria saído vencedor no tempo normal.

No começo do jogo a sensação é de que a garra estava de volta e o Palmeiras conseguiria manter um ritmo forte marcando a defesa adversária com pressão e criando chances, até os 10′ foram duas tentativas – ambas de Leandro – e aos 12′ o castigo: deixaram Neymar (o artista circense) sozinho no meio da área, a ‘jóia’ chutou torto e a bola morreria longe do gol, mas na confusão no meio da área deixaram Cícero sozinho também, ai foi caixa. Com o gol santista a bola começou a queimar nos pés palmeirenses, erro atrás de erro e o alvinegro praiano passou a mandar no jogo e assustar – muito por sinal. Merece destaque a bela atuação pró-time-da-casa do árbitro Guilherme Ceretta de Lima, faltas invertidas, indecisão e o serviço encomendado: proteção a Neymar.

Na volta pro segundo tempo entrou o ‘camisa 9′ no lugar de Léo Gago – este de péssima partida até ali – mas a falta de criatividade não deixou Kléber mostrar nada, o time insistia pelo meio e não conseguia furar a defesa santista, Muricy substituía como se sabotasse os praianos e o time facilitava, mas nem assim o Palmeiras conseguia o empate, Gilson Kleina foi para o tudo ou nada e colocou a peça mais ofensiva que tinha a disposição: Souza – e é sério; parece ser proibido colocar o time pra frente caso o desespero ainda não esteja tomando café na sala de estar da presidência do Palmeiras. Na sequência foi a vez de Valmir no Leandro Maikon Leite no Vinícius. Melhor evitar adjetivos. O Palmeiras desperdiçava chance atrás de chance o jogo estava completamente aberto, o filme do time martelando, martelando e perdendo já estava nítida na memória quando Souza cruzou para Kléber, de cabeça, desencantar com o manto alviverde. 1×1 e agora era tentar o tudo ou nada ou ir para os penaltis.

Não deu tempo para mais nada e Kleina selecionou os cobradores e jogou a responsa nas costas do Bruno, que foi disparado o melhor em campo durante os 90 minutos. Kléber foi para a cobrança e conseguiu ser o herói de menor duração da história do Palmeiras, seu nome ficou com saldo positivo só dos 38′ do 2ºT até a cobrança da penalidade. De cabeça baixa e no meio, foi fácil para Rafael pegar com os pés, o Santos marcou em todas as cobranças (que saudade de um goleiro catador de penaltis…) e Leandro desperdiçou mais uma para o Palmeiras depois das conversões de Souza e Wesley. Nem precisou da quinta cobrança.

A vida do Palmeiras agora é a Libertadores, com jogo fora de casa no gramado sintético e sem reforços para a sequência do torneio. San Gennaro.

Notas:

Bruno: várias defesaças no tempo normal, não é pegador de penaltis – 8
Ayrton: marcando Neymar parecia um amador em campo – 3
Maurício Ramos: falhou na marcação no gol do Santos – 4
Henrique: encostou o pé no Neymar e tomou amarelo, teve que se conter o resto do jogo todo – 5
Marcelo Oliveira: ficou mais na defensiva e marcou pouco no campo adversário – 4
Márcio Araújo: sua melhor participação foi dar lugar a Souza – 4
Léo Gago: conseguiu errar tudo: chutes, desarmes, passes – 2
Wesley: a displicência em pessoa, melhorou bastante no segundo tempo, mas esteve longe de ser o craque do time – 5
Charles: passou o efeito alucinógeno das partidas em que marcou 2 gols salvadores – 4
Leandro: perdeu uma grande chance no começo do segundo tempo e perdeu seu penalti, estava amarrado – 1
Vinícius: ciscou bastante pelo lado esquerdo, arrematou bem no início de segundo tempo e mais nada – 4

Souza: cruzou bem para o empate e converteu sua cobrança – 6
Maikon Leite: melhor nem dar nota para não parecer perseguição.
Kleber: fez o gol e perdeu o penalti – 4

Gilson Kleina: armou mal o time, retranqueiro, botou o time pra frente só na hora do desespero,escalou mal o banco de reservas – RUA

Melhores Momentos:

FICHA TÉCNICA
SANTOS 1 (4)X (2) 1 PALMEIRAS

Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data/Hora: 27/4/2013 – 16h15
Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima (SP)
Auxiliares: Alberto Poletto Masseira (SP) e Maria Nubia Ferreira Leite (SP)

Renda/Público: R$ 443.755/14.172 pagantes
Cartões Amarelos: Renê Júnior, Neto (SAN); Henrique, Márcio Araújo (PAL)
GOLS: Cícero, 12′/1ºT (1-0); Kleber, 38′/2ºT (1-1)

Pênaltis:  Kleber (0-0); Miralles (1-0); Souza (1-1); Cícero (1-2); Wesley (2-2), Montillo (3-2); Leandro (3-2); Renê Júnior (4-2)

SANTOS: Rafael, Alan Santos (Neto, 14/2ºT), Edu Dracena, Durval e Léo; Renê Júnior, Arouca (Marcos Assunção, 37/2ºT) e Cícero; Montillo, Neymar e André (Miralles, 15/2ºT). Técnico: Muricy Ramalho

PALMEIRAS: Bruno, Ayrton, Henrique, Maurício Ramos e Marcelo Oliveira; Márcio Araújo (Souza, 21/2ºT), Léo Gago (Kleber, intervalo), Charles e Wesley; Vinícius (Maikon Leite, 24/2ºT) e Leandro. Técnico: Gilson Kleina.

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Depois de longas e tediosas 19 rodadas, é chegada a hora da verdade. Em jogo único, seja o que San Gennaro quiser.

Horário e local: sábado (27/04), as 16:15, no Urbano Caldeira (Sportv).

Árbitro: será Guilherme Ceretta de Lima, cujo histórico registra 13 jogos, com 8V/1E/4D. Fato “curioso” sobre esse árbitro é que ele já apitou jogo nosso contra o Santos 3 vezes, e em todas alas perdemos.

2012 – 1×3 Santos (BR, f) / 3X0 Ponte Preta (BR,c) / 1×2 Santos (BR, c)

2011 – 0×1 Santos (BR, f) / 2×1 Mirassol (P, c) / 2×1 S.André (CB, f) / 1×1 S.Caetano (P, f)

2010 – 1×0 Guarani (BR, c) / 1×3 S.André (P, c) / 1×0 Monte Azul (P, c)

2009 – 3×0 Mogi (P, c)

2008 – 3×0 Barueri (P, c)

2007 – 4×1 Juventus (P, c)

Situação na tabela: é matar ou morrer.

Desfalques/Reforços: Patrick Vieira, Fernando Prass,Vilson, Valdivia e Leandro Amaro, lesionados, e João Denoni, suspenso, ficam de fora. André Luiz, Charles e Ayrton retornam de suspensão. Kleber treinou normalmente durante a semana e vai para o jogo.

Pendurados: nenhum (os cartões foram zerados ao final da primeira fase). Próxima partida: Tijuana-MEX (Libertadores, fora). Pelo Paulista, caso avancemos, será o vencedor de Mogi Mirim x Botafogo-SP.

Previsão IPE: Bruno; Ayrton, Henrique, André Luiz e Juninho; Araújo, Léo Gago, Souza e Wesley; Leandro e Kleber.

Destaques/Santos: os rivais praianos contarão com os retornos de Assunção e Miralles, mas ambos devem ficar no banco. Neymar, com dores na coxa, é dúvida. A provável escalação deverá ter Rafael; Galhardo, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Alan Santos, Cícero e Montillo; Neymar e André.

Olho nele: Neymar.

Ex-palmeirenses no Santos: o volante Marcos Assunção e o lateral Léo.

Palpite IPE: 1×0, gol de Kleber.

Último confronto: foi pelo Paulistão 2013, no Pacaembu – 0×0.

Última vitória no local do jogo: foi pelo Paulistão 2011 – 1×0 – gol de Kleber.

Última derrota no local do jogo: foi pelo BR2012 – 1×3 – gols de Maikon Leite para o Palmeiras, e Neymar (2) e Victor Andrade para o Santos.

Histórico: vantagem inteiramente verde.

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
309 133 80 96 538 447 178 88 39 51 327 241

O IPE se lembra: pelo Paulistão 2010 o Palmeiras foi à Vila totalmente desacreditado e colocado pela mídia como saco de pancadas. Pois a vitória veio, com direito a Armeration, e de virada  - 4×3 – gols de Robert (3) e Diego Souza.

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No primeiro turno, no Morumbi, o Palmeiras abriu 3 a 0 e deixou o Santos descontar; desta vez, o roteiro foi diferente – quem saiu na frente, no mesmo estádio, foi o time da Vila. Mas no fim quem ficou com os pontos foi mesmo o Verdão.

Vindo de três vitórias consecutivas, o líder do campeonato entrou relaxado naquele sábado. E por isso pagou o preço: o time até jogava melhor, mas sem aquela insidiosidade de quem quer derrubar o outro; nisso, lá pela metade do primeiro tempo o Santos se aproveitou, e em cruzamento de Ranielli, Almir surgiu cabeceando. A bola foi na trave, mas Guga estava atento ao rebote.

O gigante adormecido foi provocado, mas não reagiu até o fim do primeiro tempo. Em compensação, a segunda etapa foi de blitz verde; o Santos recuou e o empate não tardou: aos 13 minutos, cruzamento de Roberto Carlos e Evair, de cabeça, igualou. A pressão só fez aumentar, e poucos minutos depois o Santos via-se reduzido a 10 jogadores: Gallo, o atual professor da seleção sub-17, foi para o chuveiro após falta em Edílson.

Parecia que a partir dali a fatura estava liquidada, mas não foi bem assim. O Palmeiras não conseguiu vazar a meta de Mauricio até os 42 minutos, quando finalmente o Capetinha apanhou rebote em chute do Matador. Pela segunda vez seguida, o time triunfava no fim. Pela quarta vez seguida, saía sorridente.

No domingo, houve outro clássico: o Majestoso terminou com vitória são-paulina. Com isso,a 20ª rodada, que marcava dois terços da primeira fase, terminava com o Palmeiras e seus 30 pontos à frente do vizinho, com 27. O Santos era o terceiro, com 25, empatado com, ora vejam, o União São João. O arquirrival, com um ponto a menos, estava lado a lado com Guarani, Mogi e Rio Branco.  Na briga pelas seis vagas, um deles iria dançar.

O Verdão agora se preparava para uma semana cheia: na terça, a volta contra o 4 de Julho pela Copa do Brasil. Quinta, jogo em Campinas contra uma Ponte que já não tinha Luxemburgo; por fim, no domingo, novo clássico, agora contra a Lusa. A senda de vitórias seguiria?

Ficha Técnica

Gols: Guga 27 do 1º Tempo; Evair 14 e Edílson 43 do 2º Tempo

Palmeiras: Sérgio; Mazinho, Antonio Carlos, Edinho Baiano, Roberto Carlos (João Luís); César Sampaio, Daniel (Maurílio), Edilson, Zinho; Edmundo, Evair. Técnico: Otacílio Gonçalves

Santos: Maurício, Dinho, Júnior, Vílson, Silva; Gallo, Darci, Cuca; Almir, Guga (Neizinho), Ranielli (Rogério). Técnico: Evaristo de Macedo

Cartão Vermelho: Guga

Cartões Amarelos: Edílson, Edmundo, Vílson e Rogério

Árbitro: João Paulo Araújo

Estádio: Morumbi, para 36.269 pagantes com renda de Cr$ 3.545.960.000,00

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E eles treinam finalizações todo dia...

E eles treinam finalizações todo dia…

Repetindo a história dos dois clássicos anteriores, o Palmeiras saiu de campo com mais um empate com sabor de derrota. Superior em boa parte do jogo, faltaram os gols.

Apesar dos vários desfalques em ambas as equipes, o clássico foi bastante movimentado. Muricy – quem diria – foi para o jogo em um surpreendente 4-3-3, com 2 volantes e um meia, enquanto que Gilson Kleina manteve o 4-4-2, com 4 volantes. Apesar da formação ofensiva do Santos, o Palmeiras dominou as ações ofensivas da primeira etapa sem passar sustos na defesa.

Com Wesley muito bem na partida e comandando o meio campo, o Palmeiras atacava em velocidade pelas pontas, especialmente com Juninho pela esquerda. Quando o Santos eventualmente roubava a bola, não conseguia fazer a ligação com o ataque, esbarrando na superioridade numérica do meio-campo palestrino.

A única chance aguda santista na primeira etapa foi em um lance de escanteio que Giva cabeceou livre para grande defesa de Fernando Prass. Já o Palmeiras marcava presença constante no ataque, especialmente com Leandro, que pecou na finalização em duas oportunidades.

No segundo tempo, Muricy tentou equilibrar as ações do meio campo colocando Alan Santos no lugar de Neílton. Em um primeiro momento pareceu que não surtiria efeito, já que Juninho teve grande chance de abrir o placar, mas a resposta alvinegra foi instantânea. Giva obrigou Fernando Prass a fazer sua segunda grande defesa no jogo, e na sequência André desperdiçou boa chance em cruzamento de Bruno Peres.

Gilson Kleina então decidiu mexer na equipe, e promoveu a estreia de Rondinelly no lugar de Charles. As ações se equilibraram e o jogo ficou embolado na intermediária. As entradas de Miralles e Vinicius, que vieram na sequência, foram daquelas feitas mais para tentar algo diferente no ataque, mas sem efeito.

Aos poucos o Palmeiras foi retomando o controle da partida, com maior presença no campo de ataque, mas sem conseguir criar chances reais de gol. Vinícius, novidade, não conseguia dar sequência às jogadas, e as principais chances vinham de chutes de fora de Léo Gago.

Já no final da partida, Wesley arriscou de longe, Rafael deu rebote, mas a bola caiu no pé de Vinícius. O “atacante” tentou algo que pareceu ser um cruzamento, mas a bola foi para o outro lado do campo, no típico lance que a torcida já sabia o que aconteceria, menos o Kleina.

Diante do que foi o clássico, fica mais uma vez a certeza de que se tivéssemos um Barcos centroavante de verdade, o resultado final teria sido muito mais agradável para nós. Gilson Kleina sai invicto dos 3 clássicos garantidos de 2013, mas certamente o sentimento da torcida é de que essa história poderia ter sido muito melhor.

Notas

- Fernando Prass: duas defesas de puro reflexo que garantiram o empate – 8

- Weldinho: não compromete na defesa e aparece bem no ataque, mas não consegue acertar um cruzamento sequer – 5

- M.Ramos: não comprometeu, mas fica a torcida para que vire reserva tão logo Henrique ou Vilson estejam recuperados – 6,5

- André Luiz: não se afoba nos lances e joga simples. Ainda parece estar recuperando o ritmo de jogo, mas nada que tenha comprometido seu desempenho – 7

- Juninho: parece que o tempo na reserva lhe fez bem, a conferir – 6,5

- Araújo: com o meio campo povoado por volantes seu trabalho fica facilitado e ele vai bem – 6

- Charles: apareceu algumas vezes a frente no primeiro tempo e fez bem a proteção da zaga ao lado de Araújo – 6

- Léo Gago: apareceu bem no ataque em dois lances e arriscou chutes de fora da área – 6

- Wesley: foi o dono do jogo no primeiro tempo. Na segunda etapa, com o meio mais congestionado, apareceu menos, mesmo tendo a companhia de mais um meia – 7,5

- Leandro: teve chances em bolas mascadas ou rebotes, mas pecou na finalização. Foi para cima e deu trabalho para a defesa santista. Não fosse pelo Vinícius, teria matado o clássico no fim do jogo – 7

- Caio: faz bem o pivô e a marcação na saída do adversário, mas lhe falta mais presença de área – 6

- Rondinelly: logo em seu primeiro lance foi para cima e animou a torcida, mas depois sumiu do jogo – 5

- Vinícius: maldito seja quem um dia achou que esse cara servia para o futebol. Teve em seus pés a jogada para matar o jogo e isolou a redonda. Isso sem contar outras 3 ou 4 jogadas que morreram em seus dois pés esquerdos – ZERO

- M.Oliveira: entrou no lugar do contundido Juninho mas mal pegou na bola. Fica sem nota.

Melhores Momentos

Ficha Técnica

PALMEIRAS 0 X 0 SANTOS

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 24/3/2013 – 16h
Árbitro: Marcelo A. Ribeiro de Souza (SP)
Auxiliares: Daniel Paulo Ziolli (SP) e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (SP)

Renda/Público: R$ 384.920,00/11.912 pagantes
Cartões Amarelos: André Luiz (PAL); Renê Júnior (SAN)
GOLS: -

PALMEIRAS: Fernando Prass, Weldinho, Maurício Ramos, André Luiz e Juninho (Marcelo Oliveira, 35’/2ºT); Charles (Rondinelly, 12’/2ºT), Léo Gago, Márcio Araújo e Wesley; Leandro e Caio (Vinícius,21’/2ºT). Técnico: Gilson Kleina

SANTOS: Rafael, Bruno Peres, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Renê Júnior e Cícero; Giva (Victor Andrade, 39’/2ºT), Neílton (Alan Santos, Intervalo) e André (Miralles, 20’/2ºT) . Técnico: Muricy Ramalho

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Repletos de desfalques, Palmeiras e Santos duelam em busca de consolidação no G4.

Horário e local: domingo (24/03), as 16:00, no Pacaembu (Globo/PPV).

Árbitro: será Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, cujo histórico registra 8 jogos, com 2V/3E/3D. Nunca vencemos um clássico com ele no apito:

2012 – 0×2 SCCP (BR, f) / 0×1 Ponte Preta (BR, f) / 1×0 Ajax (Amistoso)

2011 – 1×1 SPFC (P, f)

2010 – 0×1 SPFC (BR, f) / 2×2 Rio Branco (P, c) / 3×3 Ituano (P, c)

2006 – 4×3 Juventus (P, c)

Situação na tabela: o Palmeiras é o quarto colocado com 24 pontos, enquanto que o Santos é o vice-líder, com 27.

Desfalques/Reforços: Valdivia, Souza, Fernandinho, Maikon Leite, Henrique, Kleber, Vilson e Leandro Amaro ficam de fora, lesionados. Não há suspensos. Maurício Ramos retorna de suspensão.

Pendurados: Ayrton, Weldinho, M.Araújo e Valdivia. Próxima partida: Mirassol (fora).

Previsão IPE: Prass; Welder, M.Ramos, André Luiz e Juninho; Charles, Araújo, Léo Gago e Wesley; Leandro e Caio.

Destaques/Santos:  Neymar e Montillo, convocados para seleção, Assunção e Miralles, lesionados, e Felipe Anderson e Patito Rodriguez, suspensos, ficam de fora. O meia Cícero retorna de suspensão. Já o lateral Emerson será reavaliado e é dúvida. A provável escalação deverá ter Rafael; Bruno Peres, Edu Dracena, Durval e Léo (Emerson); Renê Júnior, Arouca, Alan Santos e Cícero; André (Neilton) e Giva.

Olho neles: a provável dupla de ataque, com André e Giva, tem junta 7 gols marcados no campeonato.

Ex-palmeirenses no Santos: o lateral esquerdo Léo e o volante Marcos Assunção.

Palpite IPE: 2×1 – o Santos sai na frente com Giva, mas Leandro e Charles garantem o trunfo alviverde.

Último confronto: foi pelo BR2012, na Vila Belmiro – 1×3 – gols de Maikon Leite para o Palmeiras, e Neymar (2) e Victor Andrade para o Santos.

Última vitória no local do jogo: foi pelo BR2011 – 3×0 – gols de M.Ramos, Patrik e Maikon Leite.

Última derrota no local do jogo: foi pelo BR2012 – 1×2 – gols de Corrêa para o Palmeiras, e Neymar (2) para o Santos.

Histórico: a maior freguesia entre os grandes paulistas.

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
308 133 79 96 538 447 177 88 38 51 327 241

O IPE não se lembra: pelo Paulistão 79, um chocolate – 5×1 – gols de Polozi, Jorginho (2), Carlos Alberto Seixas e César para o Palmeiras, com Juari descontando para os caiçaras.

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Santos 3×1 Palmeiras

O melhor lance foi antes do jogo

Finalmente acabou o ano e o Palmeiras pode descansar em paz (?). A conclusão não podia acontecer de outra forma: com o time se arrastando e torcendo para não ser goleado por um rival que a rigor só tinha um jogador digno – mas que sozinho fez cinco dos seis gols que o Santos fez no Palmeiras este ano (e o sexto foi entregue por ele de bandeja).

Porém, nem tudo foi de acordo com o script. Quem diria que Maikon Leite, o homem que corre e chuta à Usain Bolt, acertaria um petardo logo no início? Será que o Verdão se despediria deixando ao menos um gosto menos amargo? Doce ilusão. Em 20 minutos Neymar e Román se encarregaram de colocar as coisas de volta ao normal (observação 1: nunca é normal o Santos bater o Palmeiras, o que só mostra o tamanho do buraco. Observação 2: a expulsão do paraguaio foi rigorosa, mas foi bom: ele se despediu mais cedo, o que não se pode lamentar).

Da virada em diante, restava apenas esperar que o alvinegro não passasse o carro por cima do combalido campeão do Brasil. Por sorte, eles também tiveram um atleta expulso antes de consumarem o crime. Assim, só restou à calopsita fazer suas firulas de hábito, sempre com o inconfessado objetivo de tirar uma casquinha do drama verde. Paciência. É apenas uma parte ínfima do legado de Tirone e companhia.

Foi a penúltima partida do Palmeiras sob sua gestão. Ele se despede contra o Bragantino, na abertura da próxima temporada. Pelo que vemos, deixará um cenário de terra arrasada, com um elenco possivelmente ainda mais fraco que esse. O que esperar da Libertadores, e mais ainda, da série B?

Onde você foi amarrar seu burro, Kleina? O que estão tentando fazer com o maior campeão nacional?

Ficha Técnica

SANTOS 3 X 1 PALMEIRAS

Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 1 de dezembro de 2012, sábado
Horário: 19h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima (SP)
Assistentes: Carlos Augusto Nogueira Júnior (SP) e João Bourgalber Nobre Chaves (SP)
Renda: R$ 275.695,00
Público: 11.641 pagantes
Cartões amarelos e vermelhos: Alan Santos (Santos); Román (Palmeiras)
Gols:  Maikon Leite, aos 4, Victor Andrade, aos 12 e Neymar aos 22 (pênalti) e 38 do primeiro tempo;

SANTOS: Rafael; Bruno Peres, Bruno Rodrigo, Durval e Juan; Alan Santos, Arouca (Gérson Magrão), Felipe Anderson e Patito Rodríguez (Geuvânio); Neymar e Victor Andrade (Miralles)
Técnico: Muricy Ramalho

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ademir embaixo das pernas de pele

Encerrando mais um vexame histórico, o Palmeiras entra em campo embalado pela espetacular lista de dispensas e com o futuro incógnito a frente. Não será surpresa se sairmos de campo goleados, para coroar o excelente trabalho de Tirone e Frizzo no clube.

Horário e local: sábado, 01/12, as 19:30, no Urbano Caldeira (PPV).

Árbitro: a cada jogo vemos como o Palmeiras trabalha bem nos bastidores. Guilherme Ceretta de Lima (SP), o mesmo árbitro de Palmeiras x Santos no primeiro turno (gol do Santos em falta inexistente e penalti claro em Corrêa não marcado) será o árbitro. Seu histórico registra 12 jogos, com 8V/1E/3D:

2012 – 3X0 Ponte Preta (BR,c) / 1×2 Santos (BR, c)

2011 – 0×1 Santos (BR, f) / 2×1 Mirassol (P, c) / 2×1 S.André (CB, f) / 1×1 S.Caetano (P, f)

2010 – 1×0 Guarani (BR, c) / 1×3 S.André (P, c) / 1×0 Monte Azul (P, c)

2009 – 3×0 Mogi (P, c)

2008 – 3×0 Barueri (P, c)

2007 – 4×1 Juventus (P, c)

Desfalques/Reforços: Wesley, Marcos Assunção, João Denoni, Henrique, Valdivia, Tiago Real e Fernandinho, lesionados, ficam de fora. Além deles, também não atuam os jogadores dispensados e aqueles que foram colocados à disposição para negociação.

Pendurados: mais hein? Próxima partida: só em 2013.

Previsão IPE: Raphael Alemão, Artur, Maurício Ramos, Román e Juninho; Araújo, Correa, Dybal e Vieira; Barcos e Vinicius.

Bola verde IPE: Barcos continua na liderança.

Destaques/Santos: a única motivação dessa raça será fechar o ano nos afundando ainda mais. Para isso, a escalação deverá ter Rafael, Bruno Peres, Bruno Rodrigo, Durval e Juan; Gerson Magrão, Felipe Anderson e Arouca; Patito Rodriguez, Neymar e Miralles.

Ex-palmeirenses no Santos: nenhum.

Palpite IPE: como nada é tão ruim que não possa piorar, perdermos por 3×0.

Última vitória na Vilafoi pelo Paulista 2011 – 1×0 – gol de Kléber.

Última derrota em Vila: foi pelo BR2011 – 0×1 – gol de Borges.

Histórico: freguesia alvinegra no retrospecto geral e equilíbrio em brasileiros.

xxxxxxx GERALxxxxxxxx CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
307 133 79 95 537 444 51 15 20 16 67 63

O IPE se lembra: pelo BR2000, vitória na raça – 3×2 – gols de Arce, Basílio e Adriano para o Palmeiras, com Edmundo (2) descontando para os santistas.

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Palmeiras 4×2 Grêmio: da última vez, deu certo

E Felipão caiu. Se era essa a decisão correta, provavelmente foi tarde demais – o inferno, diria Fernando Vannucci, é logo ali. Há pouco tempo para reagir, mas será que o reflexo imediato pode ser positivo?

Já vimos nesse campeonato ao menos dois times que nos enfrentaram logo após demitirem seus técnicos: Bahia e Vasco deixaram o gramado com os três pontos. Assim, parece viável crer que ao menos para o Derby essa atitude drástica possa dar uma injeção de ânimo ao combalido elenco. Como comprovar isso?

Para ver como as quedas de treinadores influenciam o curtíssimo prazo do Palmeiras, verificamos como o time se comportou nas duas primeiras partidas após o bilhete azul nos últimos 20 anos.

Excluímos da lista a saída dos treinadores interinos, como Jorginho ou Parraga (Marcelo Vilar entra em 2006 pois foi efetivado), bem como casos de saída no fim do ano (como Caio Júnior em 2007). O que você vê abaixo são os demais treinadores e os dois primeiros jogos sem ele, em ordem do mais recente para o mais antigo:

Ano   Demitido   Jogo da queda   Primeiros jogos pós-queda
2010 Antonio Carlos 0×0 Vasco 4×2 Grêmio / 0×1 SPFC
2010 M. Ramalho 1×4 S. Caetano 2×0 SPFC / 4×0 Flamengo-PI
2009 V. Luxemburgo 2×2 Atlético-PR 1×1 Santos / 3×0 Avaí
2006 Marcelo Vilar 1×3 Goiás 2×4 Paraná / 3×0 Fortaleza
2006 Tite 2×3 Santa Cruz 3×1 SPFC / 1×2 Grêmio
2006 Emerson Leão 1×6 Figueirense 1×1 SPFC / 1×2 Santos
2005 P. Bonamigo 1×2 Fortaleza 4×1 Figueirense / 1×0 Atl-MG
2005 Candinho 1×2 Sto. André 2×2 Azulão / 2×1 Brasiliense
2005 E. Soares 2×2 U. S. João 1×2 Mogi-Mirim / 0×3 SPFC
2004 Jair Picerni 4×4 Sto. André 4×0 Santos / 2×0 Coritiba
2002 Flávio Murtosa 1×5 Paraná 2×2 Coritiba / 2×2 Gama
2002 V. Luxemburgo* 1×1 Grêmio 1×1 Cruzeiro / 3×2 S. Caetano
2001 Celso Roth 1×2 Inter 1×3 Botafogo / 2×6 Flu
2001 Marco Aurélio 2×3 Ponte Preta 0×0 Inter-SP / 2×1 U de Chile
1997 Márcio Araújo 1×4 SPFC 0×2 SCCP / 0×4 Santos
1995 C. A. Silva 2×1 Goiás 1×1 Flu / 0×2 Atlético-MG
1995 Valdir Espinosa 1×3 Santos 3×1 SCCP / 2×0 América-SP
1993 O. Gonçalves 1×2 Mogi-Mirim 0×2 SPFC / 1×0 Vitória
1992 N. Baptista 0×0 Noroeste 1×1 Guarani / 2×2 SCCP

*este foi o único caso em que o treinador saiu por vontade própria.

Percebem-se algumas coisas interessantes nessas 19 mudanças:

- Nos jogos de queda, foram 1 vitória, 6 empates e 12 derrotas (apenas Carlos Alberto Silva foi demitido mesmo após vencer). Nos jogos seguintes, foram 6 vitórias, 8 empates e 5 derrotas, com o aproveitamento subindo de 15% para 45%. Considerando-se as duas partidas depois das quedas, são 16 vitórias, 10 empates e 12 derrotas, aproveitamento de 51%.

- Houve três casos em que a queda livre era tão intensa que mesmo a troca não ajudou e o Palmeiras perdeu os dois jogos seguintes; isso aconteceu após as demissões de Estevam Soares (trocado por Candinho), Celso Roth (Márcio Araújo) e Márcio Araújo (Sebastião Lapolla).

- Por outro lado, após quatro trocas vieram duas vitórias em sequência. Foi quando caíram Muricy Ramalho (OK, Zago teve pela frente o Flamengo do Piauí), Bonamigo (Leão chegou ao seu melhor estilo – funciona no começo, depois…), Jair Picerni (Wilson Macarrão e Estevam Soares) e Valdir Espinosa (o sempre presente Márcio Araújo)

- Há resultados inegavelmente bons após as trocas, como a vitória por 4×2 sobre o Grêmio na despedida do Palestra ou o empate por 1×1 pela Libertadores com o SPFC então campeão mundial após a queda de Leão, quando todos previam um massacre.

- Uma das trocas ocorreu quando o Palmeiras também temia cair, e ao menos de imediato deu certo: em 2006, o Palmeiras bateu o futuro campeão brasileiro por 3 a 1 em Presidente Prudente.

- Oito das dezenove trocas foram logo antes de um clássico. Contra Corinthians e Santos, ganhamos uma e perdemos outra; contra o São Paulo, duas vitórias, um empate e uma derrota.

Em resumo, parece existir sim uma relação entre queda no treinador e resultado na partida seguinte – claro, muitas vezes isso ocorre porque o time jogou para derrubar o professor. O efeito, porém, é limitado e nem sempre garantido. Esperamos que ao menos dessa vez, quando é tão necessário e urgente reagir, o Palmeiras tenha feito a coisa certa.

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Palmeiras 1 x 2 Santos

Fez a festa…

Findo o primeiro turno o saldo é desesperador, o Palmeiras dorme hoje a última noite dos DIGNOS; aqueles mais conhecidos por não estarem na zona de rebaixamento; Outra vez o time jogou relativamente bem e perdeu, oras, voltemos a jogar mal e vencer ou, quem nos dera, ser um peixe empatar.

No primeiro tempo só deu Palmeiras e aquele medo de que se não fizesse logo o gol acabaria perdendo foi tomando de conta; quando a rede praiana finalmente estufou em belo chute de fora da área de Correa – que hoje poderia ter sido o herói da vitória – já se iam 40′ de prélio. Aquele alívio que corre nas veias depois do gol a favor logo nos foi tirado. Valdívia fez falta boba por trás e Neymar foi para a cobrança, daquela distância  não era nem pra preocupar, quanto menos pra ter sido gol. Dava pro Bruno ter chegado.

Na segunda etapa os auriverdes voltaram menos inspirados e o Santos foi ‘gostando do jogo’ e não demorou muito para Neymar bater fraco, mascado e colocado. Dava pro Bruno ter chegado. A partir daí foi que nem bater com o dedo mindinho no pé na quina da estante de cerejeira: acabou a graça. O Douradão Verdão chegava mas não marcava, Barcos sentiu o peso da camisa argentina que ainda nem teve a gola deflorada por sua cabeleira e abusou do direito de perder gols. Definitivamente a linha que separa o herói do vilão é mais estreita que a que fica embaixo das traves.

Não tem nem o que dizer, é só ir lá e fazer os gols e não tomar, não é admissível chegar na 19ª rodada com 4 vitórias.

Notas:

Bruno – piada – ZERO
João Vitor – fez o que todo mundo tem que fazer contra Neymar: bateu. Mas também jogou bem – 6
Maurício Ramos – não comprometeu – 5
Leandro Amaro – idem Maurício Ramos – 5
Juninho – parece que o time só pode jogar por ali, e desse mato não sei nem mosquito – 2
Henrique – defendendo vai bem, atacando, meldels – 5
Correa – bons passes, caiu pelos dois lados do campo, fez o gol, se salvou hoje – 7
Valdívia – nunca deu migué nem passe de 5 metros certo, quis aparecer mais que jogar – ZERO
Mazinho – ali não é a dele, ou volta a jogar mais lá na frente ou vai virar mico – 2
Barcos – hoje não fez, apesar dos bons pivôs, belos dribles, atacante que não faz, zera – ZERO
Betinho – muito nervosinho, pouca bola, deu um bom chute e tentou umas tabelas – 2

Obina – não produziu nada – 2
João Denoni – entrou sem tremer, merece mais oportunidades – 5
Vinícius – Felipão é um cara cômico às vezes – S/N

Felipão – não dá para ficar esperando os lesionados voltarem, o trem da série B chega logo depois que o da série A passa – 2

Melhores Momentos:

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 1 X 2 SANTOS

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/hora: 25/8/2012, às 18h30
Árbitro: Guilherme Cereta de Lima (SP)
Auxiliares: Marcio Luiz Augusto e Danilo Ricardo Simon Manis (SP)
Renda e público: R$ 772.640/ 22.020 pagantes
Cartões amarelos: João Vitor, Valdivia e Maurício Ramos (PAL); Adriano (SAN)
Cartões vermelhos: -

Gols: Correa, 40′ 1º/T (1-0); Neymar, 43′ 1º/T (1-1); Neymar, 17′ 2º/T (1-2)

PALMEIRAS: Bruno; João Vitor (João Denoni, 36′ 2ºT), Leandro Amaro, Maurício Ramos e Juninho; Henrique, Correa, Valdivia e Mazinho (Obina, 24′ 2ºT); Barcos e Betinho (Vinícius 45’2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

SANTOS: Rafael; Bruno Peres, Bruno Rodrigo, Durval e Juan; Adriano (Gerson Magrão, 33′ 2º/T), Arouca, Patito Rodríguez (Felipe Anderson, 34′ 2ºT) e P.H.Ganso; Neymar e André (Bill 39’2ºT). Técnico: Muricy Ramalho.

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