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livro-1942

Bem-vindos à nova seção do blog! Em “Cultura Alviverde”, faremos resenhas de livros, filmes e o que mais apareça ligado ao Verdão. Considerando a enxurrada de material que deve ser lançada em breve por ocasião do centenário, cremos que material para análise não faltará. E para celebrar esta nova coluna, nada melhor que uma promoção, certo? Por isso, sortearemos entre os leitores um exemplar do livro sobre o qual falaremos nesta edição inaugural.

*

Por Claudio RK

Existe um certo preconceito contra livros cujo tema é futebol; muitas vezes eles pecam por superficialidade e parcialidade. Confesso que foi esperando por ambos os defeitos que comecei a ler 1942, o Palestra vai à guerra, de Celso de Campos Jr., obra que narra o período turbulento em que o Palestra se tornou Palmeiras. Mas me surpreendi de forma bastante positiva, especialmente no primeiro quesito.

Percebe-se facilmente que o autor investiu tempo em sua pesquisa. As fontes são inúmeras, e poucos detalhes importantes escaparam; o clima vivido pelo Palmeiras – e pela sociedade paulistana e brasileira – é descrito de forma a não deixar dúvidas sobre como o Estado Novo e alguns de seus integrantes ameaçavam a própria existência do Palestra Italia, e de como a história da sobrevivência de nosso clube vai muito além da troca de nome. Você sabia que o clube quase nem participou do Paulista de 1942, ponto central em nossa história?

O livro alterna as descrições dos cenários político e esportivo daquele ano; ao mesmo tempo em que procura mostrar como o ambiente internacional evoluiu de modo a envolver o Brasil na guerra, destacando obviamente os ataques a navios locais por submarinos germânicos, traça um belo resumo do que foi o Campeonato Paulista daquele ano não somente a partir do ponto de vista alviverde, como também mostrando como os rivais se prepararam (somente a bombástica contratação de Leônidas da Silva pelo São Paulo merece algumas páginas, uma deferência justa).

O estilo do autor particularmente me agradou porque se assemelha ao que tentamos fazer aqui no blog em nossos textos sobre momentos históricos – não só descrever o fato, como todo o contexto em que ele se deu. E aí entendemos como as inúmeras intervenções do governo getulista não deram alternativa à diretoria palestrina. Era se reinventar ou ter um destino assemelhado ao da Associação Alemã de Esportes, que cedeu o Canindé – sim, o terreno onde hoje se situa o estádio da Lusa – ao São Paulo por, digamos, livre e espontânea decisão de fora.

Se a riqueza de histórias, detalhes e causos é preciosa e em minha opinião justifica amplamente por si só a leitura, no quesito “parcialidade” ficam algumas dúvidas. É fato que o Palestra Itália definitivamente não era o clube da predileção da elite paulista, porém o quadro pintado é de que ninguém apoiava o time da Água Branca; naquela época, contudo, o tamanho de nossa torcida era semelhante ao do Corinthians, senão maior. Por mais que o São Paulo Futebol Clube tivesse apoio maciço na imprensa – e Paulo Machado de Carvalho, este que vai saber por quê nomeia o Estádio Municipal, tem sua ação detratória muito bem explicitada - é difícil entender como uma equipe de tão poucos torcedores e sócios (algo destacado por Campos Jr.) conseguia exercer tal influência sobre as outras agremiações. Fiquei com a mesma sensação que tenho sobre a imprensa atual – ora de que os palmeirenses somos injustiçados ao extremo, ora de que somos algo (e “algo” é um eufemismo) paranoicos.

O ano foi passando e o Palestra Italia, que já havia mudado de nome uma vez, se viu forçado a fazê-lo novamente, isso às vésperas do Choque-Rei que poderia decidir o campeonato (e, numa das poucas omissões graves, o autor não diz o que aconteceria caso o Tricolor vencesse a partida e depois terminasse o certame empatado conosco. Haveria jogo-desempate, nos diz Jota Christianini, nosso desafogo nas horas difíceis). O relato da partida que decidiu o torneio, o primeiro jogo da história da Sociedade Esportiva Palmeiras, é o clímax da obra, e as 10 páginas dedicadas a ela são lidas de uma só vez. É um momento que nos traz um orgulho incomparável de termos sangue verde correndo em nossas veias, e que deveria fazer muita gente que hoje tem poder no clube corar de vergonha pelo que se esforçam em nos diminuir. Apesar disso, um clube que triunfou naquelas circunstâncias, amigos, não tem como perder sua grandeza.

O projeto gráfico também merece menção. Senti falta de fotos “de cara limpa” – o trabalho de Gustavo Piqueira sempre tem algum texto de jornal, alguma coloração sobre os retratos; fica contudo a impressão que a opção foi esta porque a qualidade do material à disposição não era das melhores. Ao longo do livro, vamos nos habituando a esse estilo, e ao fim e ao cabo é necessário reconhecer: se pode não ser plenamente de agrado de todos, em compensação cumpre sua função: é chamativo e nos faz ver e rever as imagens, cada vez encontrando algo que nos havia passado despercebido.

Uma sugestão para uma futura reedição: colocar um índice remissivo. Volta e meia aparece um nome que já tínhamos lido, mas queremos relembrar em qual situação. E uma ressalva: um livro que em minha opinião se destacou justamente por ser tão factual, por deixar pouco passar batido, não precisava terminar num tom tão subjetivo, pinçando cartas de leitores de jornais da época. OK, é um retrato até válido daquele momento, porém escorrega para uma chacota desnecessária. Os fatos por si só já deveriam envergonhar aqueles que fugiram de campo no dia em que o Palmeiras nasceu campeão.

Recomendado para: qualquer palmeirense, claro, mas também para quem queira conhecer um pouco do cenário político do período de guerra e/ou do cenário esportivo do início dos anos 40, quando vários craques perderam a chance de ter seus nomes mais lembrados por não poderem disputar uma Copa do Mundo.

Não recomendado para: quem acha injusto o juiz ter mandado voltar a cobrança do Pato.

Informações:

Livro: 1942 – O Palestra vai à guerra, de Celso de Campos Jr.
Ilustrações: Gustavo Piqueira
Projeto gráfico: Casa Rex
Formato: 16×23 cm, 320 páginas (impressão do miolo em cores, encadernação em capa dura e formato diferenciado)
Editora: Realejo
Preço: R$ 84,90

O autor: Celso de Campos Jr. é formado em Jornalismo pela Cásper Líbero e em História pela Universidade de São Paulo. Escreveu “Adoniran – Uma biografia” e “São Marcos de Palestra Itália”, além de ser um dos autores do livro “Nada mais que a verdade – A história do jornal Notícias Populares”.

O ilustrador: Gustavo Piqueira é um dos designers brasileiros mais premiados aqui e no exterior. É proprietário do estúdio de design “Casa Rex”, com sedes em São Paulo e Londres.

*

Promoção! Que tal poder conferir as mais de 300 páginas do livro na faixa? O IPE reservou um exemplar para nossos leitores, que só precisam responder três perguntinhas de pai pra filho. Estas aqui:

1. Entre Palestra Italia e Palmeiras, o Verdão teve um outro nome, que usou em quase todo o Paulista de 1942. Qual foi?

2. Qual foi o dia, mês e ano em que ocorreu a primeira partida da Sociedade Esportiva Palmeiras?

3. O técnico que nos conduziu àquele título tinha sido campeão também no ano anterior, pelo arquirrival. Qual seu nome?

Mande as respostas para blogdoipe@gmail.com com nome completo e endereço. Sortearemos a obra entre todos que gabaritarem.

Você tem até dia 16 para concorrer, e o resultado sai na semana seguinte. Boa sorte!

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O emissário da Parmalat intimidava os juízes...

O emissário da Parmalat intimidava os juízes…

O fraco clássico da véspera ainda não havia acabado, ao menos em termos de bate-boca. Após a partida, o técnico Telê Santana e dirigentes tricolores disseram que os árbitros vinham ajudando o Palmeiras para “ficarem bem com a Parmalat”. Para conseguir desconto na compra de leite, será?

Fora de campo, não houve treino: o Palmeiras estava desfalcado de sete jogadores servindo à Seleção – um deles, Edílson, de todo modo estava suspenso do jogo seguinte, contra o Noroeste (na sexta-feira, em adiamento provocado pelo amistoso da CBF).

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EP93_SEPxSPFW

O jogo mais aguardado do ano teve um placar frustrante para os torcedores que esperavam um embate histórico, mas satisfatório para as duas equipes. Quase 100.000 pessoas acompanharam uma partida que teve domínio verde na primeira etapa e vermelho, preto e branco na segunda, mas com poucas chances efetivas – os goleiros mal trabalharam.

Os são-paulinos reclamaram muito da arbitragem, dizendo que houve várias faltas não marcadas, mas não citaram nenhum lance que realmente fosse capital; os palmeirenses avaliaram que foi um jogo de muita marcação e que o ponto conquistado, que manteve o Verdão na liderança com 21 pontos (um a mais que o Santos e dois a mais que São Paulo e o surpreendente Rio Branco), estava de muito bom tamanho. Agora só faltava uma rodada para fechar o turno.

E, para um jogo que não deixou fortes emoções, este pós-jogo já está até de bom tamanho.

Ficha Técnica

Palmeiras: Sérgio; Mazinho, Antonio Carlos, Edinho Baiano, Roberto Carlos; César Sampaio, Daniel, Edilson, Zinho; Edmundo, Evair. Técnico: Otacílio Gonçalves

São Paulo: Zetti; Vítor, Válber, Gilmar, André; Pintado, Dinho, Toninho Cerezo; Müller, Palhinha, Raí

Cartões Amarelos: Daniel, Edílson, Zinho, Vítor e Raí.

Árbitro: Dionísio Roberto Domingos

Estádio: Morumbi, para 96.340 pagantes com renda de Cr$ 5.164.380.000,00

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Antonio Carlos já havia esquecido o passado tricolor

Antonio Carlos já havia esquecido o passado tricolor

Na sexta-feira, os atletas do Palmeiras tentavam minimizar a importância do Choque-Rei de domingo, que reuniria os dois “supertimes” paulistas. Na realidade, ambos estavam em condições semelhantes: um era o campeão paulista e estava em segundo na tabela, outro era o vice e estava em primeiro; ambos vinham de sequências exaustivas pois tinham jogos atrasados no Estadual, e ambos tiveram sete jogadores convocados para o amistoso da Seleção que ocorreria no dia 18.

Quem vinha sendo bastante entrevistado para falar do jogo do domingo era o zagueiro Antonio Carlos, que havia saído do Tricolor há menos de um ano, e pela primeira vez reencontraria seu ex-time.

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São Paulo 3 x 0 Palmeiras

Presa fácil

Você acha que os 30% de aproveitamento do Palmeiras no Brasileiro são ruins? O que dizer então do aproveitamento contra os paulistas? São 5 pontos em 27 – e isso porque semana passada finalmente conseguimos uma vitória, aquela contra a Ponte. Os ridículos 18% em parte explicam a tenebrosa campanha do Palmeiras, que ainda tem um jogo local – o clássico contra o Santos na última rodada.

Santos que certamente terá Neymar, como hoje o São Paulo teve Luiz Fabiano, pois, hiena Hardy à parte, os jogadores principais sempre dão um jeito de voltar de suspensão ou lesão contra nós.  Ou então um pereba vai lá e acerta um chute daqueles que nunca mais. Jumar, Rivaldo e agora Denílson que o digam.

Só que não dá pra atribuir o atropelo de hoje somente a azares como estes. O Palmeiras, como vimos, foi derrotado desde o pontapé inicial, principalmente pelo erro grosseiro de Kleina ao escalar Daniel Carvalho. Valdivia não tem velocidade para puxar o ataque, e os dois que sobraram armando – Carvalho e Assunção – muito menos. Assim, o Palmeiras não tinha mobilidade alguma, e via um São Paulo muito fluido se insinuando por todos os setores. Era para ter substituição ainda no meio do primeiro tempo, mas o técnico pagou pra ver, e pagou caro. O péssimo posicionamento do time, fruto de incompetências individuais, do natural fato que o novo treinador ainda não conhece bem seu time e da escalação de um zagueiro que ainda não tinha disputado clássico este ano (como, por sinal, o titular que desfalcou o time hoje) permitiu ao rival dois contra-ataques fulminantes – Lucas entortou Araújo e Bruno tentou o milagre, mas o rebote caiu nos pés errados, e um escanteio gerou o segundo.  O primeiro tempo acabou e todo mundo sabia: já era. Este blog, que completa dois anos mês que vem, veria sua primeira derrota num Choque-Rei.

Se ainda havia dúvida, mais um erro bobo de marcação custou a expulsão de Artur. Mais tarde, Valdivia de modo absolutamente inesperado, surpreendente e imprevisível se lesionou, deixando o Palmeiras com nove (lembrando que entre esses nove estavam Román, Araújo e Luan). O Verdão já tinha ido às cordas faz tempo, e se o banco de Ney Franco não fosse tão ruim, teríamos saído de lá em situação ainda pior.

É pra por na conta do treinador? Sim e não. Claro que a escalação matou o time, ainda mais levando em conta que não havia motivo para mudar o sistema que bem ou mal tinha resultado nas três vitórias anteriores. Kleina, porém, mal treinou o time, e o desconhecimento de sua trupe ainda pesa. Na entrevista pós-jogo, admitiu o erro e provavelmente teremos um desempenho melhor na próxima rodada.

Ah, a próxima rodada… desde aquele jogo de Salvador, dez anos atrás, não temos batalha semelhante. Na simulação do Brasileiro que fizemos essa semana, embutimos a derrota hoje, bem como a vitória do Coritiba na última quinta. Portanto, está dentro do normal. Agora, empate quinta que vem está fora de qualquer cogitação, e representaria o fim.

A chegada do atual comandante se deu em situação semelhante, após o fiasco no Derby, e o time reagiu. Não há porque crer que agora seja diferente e o Palmeiras já esteja derrotado de antemão. Kleina teve hoje um aprendizado imenso para sua carreira e, se fizer bom uso dele, podemos ter um caminho melhor adiante.

A porrada foi forte, mas não dá tempo de chorar. Infelizmente hoje um Palmeiras x Coritiba vale mais que um Choque-Rei, e por isso o que importa agora é a Batalha de Araraquara que se avizinha. Tem que terminar bem. Não há opção.

Avaliações:

Bruno – fez o que pôde, apesar de uma trapalhada com Román que, se resultasse em gol, seria o retrato perfeito do dia. 6

Artur – falaram essa semana em Cicinho da Ponte. Em vez de “falaram”, devia ser “contrataram”. 3,5

Maurício Ramos – sem um zagueiro que presta a seu lado, fica vendido. 4

Román – 13º jogo pelo Verdão, o primeiro realmente relevante. Valeu, obrigado por tudo e até logo. 3

Juninho – o menos pior da zaga, mas não é bem um elogio. 4,5

Henrique – Lucas deitou e rolou. 3

Márcio Araújo – pontua mais que Henrique apenas porque jogou menos. Mas que entortada que levou, hein? 3,5

Marcos Assunção – não é sempre que dá pra salvar, né? 4

Daniel Carvalho – o símbolo desta derrota. 1, para ser bondoso.

Valdivia – pelas primeiras notícias, é capaz que tenha se despedido hoje do Palmeiras. Se a última impressão é a que fica, foi ruim. 4

Barcos – coitado. Só não morreu de fome pois foi fominha (eta trocadalho ruim) em todas as oportunidades. 4,5

Tiago Real – foi lateral, foi volante, foi meia, não foi nada e nem dava pra ser. 4,5

Luan – fez o que dele se esperava. 4

Correa – o São Paulo já estava satisfeito e não lhe deu muito trabalho – 5

Gilson Kleina – vejamos o lado positivo: não deve repetir a formação de hoje.

Ficha técnica

SÃO PAULO 3 x 0 PAL­MEIRAS

São Paulo - Ro­gério Ceni; Paulo Mi­randa, Ra­fael Toloi, Edson Silva e Cortez; Wel­lington (Maicon), De­nilson e Jadson (Dou­glas); Lucas, Os­valdo e Luis Fa­biano (Wil­lian José). Téc­nico: Ney Franco.

Palmeiras - Bruno; Artur, Mau­rício Ramos, Román e Ju­ninho (Correa); Hen­rique, Marcio Araújo (Tiago Real), Marcos As­sunção e Da­niel Car­valho (Luan); Val­divia e Barcos. Téc­nico: Gilson Kleina.

Gols – Luis Fa­biano, aos 34, e De­nilson, aos 42 mi­nutos do pri­meiro tempo; Luis Fa­biano, aos 24 mi­nutos do se­gundo tempo.

Cartões Amarelos – Roman e Hen­rique (Pal­meiras); Lucas (São Paulo).

Cartão vermelh0 - Artur (Pal­meiras).

Árbitro - Paulo César Oli­veira (Fifa-SP).

Local – Es­tádio do Mo­rumbi, em São Paulo (SP).

Melhores momentos

Tem certeza que quer ver? É por sua conta e risco.

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Chegou a prova de fogo para Gilson Kleina. Embalado pelas três vitórias consecutivas, o técnico tem pela frente um choque-rei na casa do inimigo, com direito a tabu e arbitragem “especiais” a serem superados.

Horário e local: sábado, 06/10, as 16:00, no Laudo Natel Morumbi (PPV).

Árbitro: foi só Felipão sair e eis que Paulo César Oliveira apita o choque-rei, “amparado” pelo histórico de 36 jogos, com 13V/15E/8D. Segue o histórico detalhado dos últimos 3 anos:

2011 – 1×1 Corinthians (P, f) / 4×1 Ituano (P, f)

2010 – 1×1 Corinthians (BR, f) / 2×2 G.Prudente (P, f)

2009 – 2×2 G.Barueri (BR, f)

Desfalques/Reforços: Fernandinho continua entregue ao DM. Wesley está liberado e a tendência é que volte aos poucos. Luan, cumprindo o último jogo de suspensão do STJD, e Maikon Leite, suspenso, ficam de fora. Barcos retorna após o jogo apagão em Resistência. Thiago Heleno e Valdivia fizeram treinos separados durante a semana mas vão para o jogo.

Pendurados: M.Ramos, Juninho, M.Araújo, Luan, D.Carvalho, Valdivia, Barcos e Wellington. Próxima partida: Coritiba (“casa”).

Previsão IPE: Bruno; Correa, M.Ramos, T.Heleno e Juninho; Henrique, Araújo, Assunção e Valdivia; Mazinho e Barcos.

Bola verde IPE: mais líder do que nunca, Thiago Heleno tem média 6,13.

Destaques/SPFC: o único desfalque é Rhodolfo, suspenso. Luís Fabiano treinou normalmente durante a semana e vai para o jogo. A provável escalação deverá ter Rogério; Douglas, Edson Silva, Tolói e Cortez; Paulo Assunção, Denílson e Jadson; Lucas, Oswaldo e Luís Fabiano.

Ex-palmeirenses no SPFC: o zagueiro Paulo Miranda e o volante Paulo Assunção.

Palpite IPE: 1×0, gol de Valdivia.

Último confronto no local do jogo: foi pelo BR2011 – 1×1 – gols de Henrique (SEP) e Dagoberto (SPFC).

Última vitória no local do jogofoi há mais de 10 anos, mas com direito a gol antológico de Alex – 4×2 – gols de Alex, Magrão, Claudecir e Arce.

Última derrota no local do jogo: foi pelo BR2010 – 0×1 – gol de Fernandão.

Histórico: o jogo deste sábado será um desempate em brasileirões no Morumbi. No estádio deles, pelo BR, 7 vitórias e 34 gols para cada lado.

GERAL CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
295 95 97 103 379 392 51 17 25 9 63 53

O IPE se lembra: pelo BR1992 o Palmeiras massacrou o SPFC em pleno Morumbi – 4×0 – gols de Evair (2), Edu Marangon e Andrei.

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Palmeiras 4×2 Grêmio: da última vez, deu certo

E Felipão caiu. Se era essa a decisão correta, provavelmente foi tarde demais – o inferno, diria Fernando Vannucci, é logo ali. Há pouco tempo para reagir, mas será que o reflexo imediato pode ser positivo?

Já vimos nesse campeonato ao menos dois times que nos enfrentaram logo após demitirem seus técnicos: Bahia e Vasco deixaram o gramado com os três pontos. Assim, parece viável crer que ao menos para o Derby essa atitude drástica possa dar uma injeção de ânimo ao combalido elenco. Como comprovar isso?

Para ver como as quedas de treinadores influenciam o curtíssimo prazo do Palmeiras, verificamos como o time se comportou nas duas primeiras partidas após o bilhete azul nos últimos 20 anos.

Excluímos da lista a saída dos treinadores interinos, como Jorginho ou Parraga (Marcelo Vilar entra em 2006 pois foi efetivado), bem como casos de saída no fim do ano (como Caio Júnior em 2007). O que você vê abaixo são os demais treinadores e os dois primeiros jogos sem ele, em ordem do mais recente para o mais antigo:

Ano   Demitido   Jogo da queda   Primeiros jogos pós-queda
2010 Antonio Carlos 0×0 Vasco 4×2 Grêmio / 0×1 SPFC
2010 M. Ramalho 1×4 S. Caetano 2×0 SPFC / 4×0 Flamengo-PI
2009 V. Luxemburgo 2×2 Atlético-PR 1×1 Santos / 3×0 Avaí
2006 Marcelo Vilar 1×3 Goiás 2×4 Paraná / 3×0 Fortaleza
2006 Tite 2×3 Santa Cruz 3×1 SPFC / 1×2 Grêmio
2006 Emerson Leão 1×6 Figueirense 1×1 SPFC / 1×2 Santos
2005 P. Bonamigo 1×2 Fortaleza 4×1 Figueirense / 1×0 Atl-MG
2005 Candinho 1×2 Sto. André 2×2 Azulão / 2×1 Brasiliense
2005 E. Soares 2×2 U. S. João 1×2 Mogi-Mirim / 0×3 SPFC
2004 Jair Picerni 4×4 Sto. André 4×0 Santos / 2×0 Coritiba
2002 Flávio Murtosa 1×5 Paraná 2×2 Coritiba / 2×2 Gama
2002 V. Luxemburgo* 1×1 Grêmio 1×1 Cruzeiro / 3×2 S. Caetano
2001 Celso Roth 1×2 Inter 1×3 Botafogo / 2×6 Flu
2001 Marco Aurélio 2×3 Ponte Preta 0×0 Inter-SP / 2×1 U de Chile
1997 Márcio Araújo 1×4 SPFC 0×2 SCCP / 0×4 Santos
1995 C. A. Silva 2×1 Goiás 1×1 Flu / 0×2 Atlético-MG
1995 Valdir Espinosa 1×3 Santos 3×1 SCCP / 2×0 América-SP
1993 O. Gonçalves 1×2 Mogi-Mirim 0×2 SPFC / 1×0 Vitória
1992 N. Baptista 0×0 Noroeste 1×1 Guarani / 2×2 SCCP

*este foi o único caso em que o treinador saiu por vontade própria.

Percebem-se algumas coisas interessantes nessas 19 mudanças:

- Nos jogos de queda, foram 1 vitória, 6 empates e 12 derrotas (apenas Carlos Alberto Silva foi demitido mesmo após vencer). Nos jogos seguintes, foram 6 vitórias, 8 empates e 5 derrotas, com o aproveitamento subindo de 15% para 45%. Considerando-se as duas partidas depois das quedas, são 16 vitórias, 10 empates e 12 derrotas, aproveitamento de 51%.

- Houve três casos em que a queda livre era tão intensa que mesmo a troca não ajudou e o Palmeiras perdeu os dois jogos seguintes; isso aconteceu após as demissões de Estevam Soares (trocado por Candinho), Celso Roth (Márcio Araújo) e Márcio Araújo (Sebastião Lapolla).

- Por outro lado, após quatro trocas vieram duas vitórias em sequência. Foi quando caíram Muricy Ramalho (OK, Zago teve pela frente o Flamengo do Piauí), Bonamigo (Leão chegou ao seu melhor estilo – funciona no começo, depois…), Jair Picerni (Wilson Macarrão e Estevam Soares) e Valdir Espinosa (o sempre presente Márcio Araújo)

- Há resultados inegavelmente bons após as trocas, como a vitória por 4×2 sobre o Grêmio na despedida do Palestra ou o empate por 1×1 pela Libertadores com o SPFC então campeão mundial após a queda de Leão, quando todos previam um massacre.

- Uma das trocas ocorreu quando o Palmeiras também temia cair, e ao menos de imediato deu certo: em 2006, o Palmeiras bateu o futuro campeão brasileiro por 3 a 1 em Presidente Prudente.

- Oito das dezenove trocas foram logo antes de um clássico. Contra Corinthians e Santos, ganhamos uma e perdemos outra; contra o São Paulo, duas vitórias, um empate e uma derrota.

Em resumo, parece existir sim uma relação entre queda no treinador e resultado na partida seguinte – claro, muitas vezes isso ocorre porque o time jogou para derrubar o professor. O efeito, porém, é limitado e nem sempre garantido. Esperamos que ao menos dessa vez, quando é tão necessário e urgente reagir, o Palmeiras tenha feito a coisa certa.

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Ainda no embalo da conquista da Copa do Brasil, mas sem tempo para mais comemorações, o Palmeiras vai para o choque-rei precisando da vitória para embalar no Brasileiro e sair o mais cedo possível da zona do desespero.

Horário e local: Domingo, 15/07, às 18:30, na Arena Barueri (PPV)

Árbitro: o apito do clássico paulista ficará a cargo de um carioca (!), Perciles Bassols Pegado Cortez, cujo histórico registra 7 jogos com 4V/2E/1D:

2012 – 4×0 Paraná (CB, c)

2011 – 1×0 Atl-PR (BR, c)

2010 – 1×1 Vitória (BR, f) /0×0 Ceará (BR, f) / 1×0 Vitória (BR, c)

2009 – 0×1 Coritiba (BR, f) / 1×0 Sport (BR, f)

Desfalques/Reforços: Luan e Thiago Heleno, que saíram da final contundidos, serão reavaliados mas a tendência é que fiquem de fora. Eles se juntam a Barcos e Wesley, que continuam sob cuidados médicos. Não há suspensos. Em compensação, Valdivia retorna após ter ficado de fora da finalíssima.

Pendurados: Henrique, Araújo, João Vitor e Maikon Leite. Próxima partida: Coritiba (f)

Previsão IPE: Bruno; Cicinho, M.Ramos, L.Amaro e Juninho; Henrique, Araújo, J.Vitor e Valdivia; Mazinho e Betinho.

Bola verde IPE: Thiago Heleno continua na frente, com média 6,17.

Destaques/SPFC: o zagueiro Rhodolfo, recuperado de lesão, vai para o jogo. Rogério Ceni, Cañete, Wellington e Fabrício, lesionados, e Lucas, servindo a seleção olímpica, ficam de fora. Rafael Tolói, recém contratado, já está regularizado e pode ir para o jogo. A provável escalação deverá ter Denis; Douglas, Tolói, Rhodolfo e Cortez; Denílson, Casemiro, Cícero e Jadson; Osvaldo e Luís Fabiano.

Ex-palmeirenses no SPFC: o zagueiro Paulo Miranda.

Palpite IPE: 1×0, gol de Valdivia.

Última vitória com mandante em SP: foi pelo BR2011 – 1×0 – gol de Assunção. 

Última derrota como mandante em SP: foi pelo BR2010 – 0×2 – gols de Fernandão e Lucas.

Histórico: um dos poucos casos em que temos desvantagem no retrospecto geral, apesar de termos larga vantagem no retrospecto do BR.

GERAL BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
294 95 96 103 378 391 50 17 24 9 62 52

O IPE se lembra: pelo BR2005, o Palmeiras recebeu o SPFC no Pacaembu e venceu de virada – 2×1 – gols de Daniel e Juninho Paulista para o Palmeiras, e Richarlyson para o SPFC.

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Dia de clássico, estádio cheio, obrigação de vitória cumprida, não sem algum drama. Que mais é necessário para um jogo daqueles que não sairão da memória? É essa a partida que nossa amiga e leitora de primeira hora, a jornalista Ana Kabbach, levará pra sempre consigo. Eis seu relato:

Difícil eleger apenas um jogo inesquecível do Palmeiras. Até porque, no final de tudo, todos eles são. Seja aquele jogo emocionante ou entediante, eles sempre ficam na memória. Quem é que não lembra o placar daquele jogo antigo, morno, que não valia nada? Ou quem esquece aquele clássico decisivo? Seja no sofá ou na arquibancada, pra quem é palestrino de verdade, todos os jogos são memoráveis.

Talvez o meu jogo inesquecível tenha sido o Chocolate com Pimenta (semifinal do Campeonato Paulista em 2008 – Palmeiras x São Paulo). Não tive a oportunidade de frequentar muito a arquibancada dessa minha segunda casa. Mas, quando paro pra pensar nos jogos em que fui, esse é o primeiro que vem na minha cabeça, até mesmo por todo o clima (delicioso) de rivalidade.

Alguém lembra do impasse de conseguir que o Palestra fosse sede para esse jogo? Ter conseguido isso foi uma das demonstrações da disposição do Clube em garantir uma competição honesta, a despeito de interesses mal disfarçados. Mas enfim…

Logo depois disso, pessoalmente, tudo começou com o pedido de autorização pra ir ao jogo. Porque, claro, uma menina indo a um clássico sempre preocupa o velho e poderoso chefão. Depois de tudo ok, lembro de chegar ao redor do Palestra e sentir aquele clima intenso, como todo o reforço policial e cavalaria maior que o normal. Os ânimos estavam à flor da pele e, eu, ansiosa por conseguir viver tudo aquilo.

Ver o time decidido e em busca de bons resultados, além de ver o Valdívia honrar o manto sagrado com futebol de primeira, deixava o sorriso no rosto por todos aqueles 90 minutos. Afinal, era época do Mago dizer “Valdívia não provoca. Futebol de Valdívia provoca” (bons tempos, aliás). E foi bem isso que aconteceu. Irritadinho com as graças do Mago, o tal cobrador de falta não se aguentou e sentou um bofetão na cara do Valdívia que, lógico, não perdeu tempo e fez seu dramalhão. Fez esquentar ainda mais o jogo.

Se ainda não bastasse a partida em sim, algo bem inusitado aconteceria. Além do apagão no estádio, que deixou o jogo atrasado por alguns minutos, foi o dia do famoso Gás de Pimenta. Os jogadores do SPFW saíram do vestiário alegando que alguém (não lembro se houve culpado ou não) teria jogado um gás de pimenta, o que impediria a presença deles por lá, esquentando ainda mais os ânimos.

Tudo isso foi construindo o que hoje eu chamo de meu jogo inesquecível. Inesquecível pelas circunstâncias e pelo resultado. Afinal, meu primeiro clássico foi com pé direito: ganhamos com classe e ainda eliminamos o timeco da competição!

*

CONTEXTO

Era a partida de volta da semifinal do Paulistão de 2008. O Palmeiras havia perdido no Morumbi por 2 a 1, com direito a gol de mão de Adriano, e precisava vencer por qualquer placar. A pressão por nove anos de jejum se fazia sentir, mas o time vinha de uma longa sequência de bons resultados (interrompidos apenas por aquela derrota na primeira partida) e estava num momento de grande confiança.

FICHA TÉCNICA

Palmeiras 2 x 0 São Paulo

Data: 20 de abril de 2008 (domingo)
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (Fifa-SP)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Vicente Romano Neto (SP) (SP)
Renda: R$ 1.144.355,00
Público: 27.680 pagantes
Cartões amarelos: Élder Granja, Valdívia (Palmeiras), Dagoberto, Fábio Santos, Jorge Wagner, Rogério Ceni (São Paulo)
Cartão vermelho: Martinez (Palmeiras), André Dias (São Paulo)

GOLS: Léo Lima, aos 22 minutos do primeiro tempo, Valdívia, aos 39 minutos do segundo tempo

PALMEIRAS: Marcos; Élder Granja, Gustavo, Henrique e Leandro; Martinez, Léo Lima, Diego Souza (Wendel) e Valdívia; Kléber (Denílson) e Alex Mineiro (Lenny); Técnico: Wanderley Luxemburgo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Alex Silva, André Dias e Miranda; Joílson (Sérgio Mota), Hernanes, Fábio Santos, Jorge Wagner e Júnior (Hugo); Dagoberto (Borges) e Adriano; Técnico: Muricy Ramalho

NO DIA SEGUINTE

A Folha de S. Paulo do dia seguinte até que demorou para citar o caso do gás. Antes disso, ressaltou até mesmo a falha de Rogério Ceni, quem diria.

MELHORES MOMENTOS

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O momento é bom, dentro do possível: três partidas de invencibilidade, vindo de vitória, livre da queda e próximo da Copa Sul-Americana. O que resta, portanto, é melar o ano dos rivais, e a primeira oportunidade é neste domingo. O Choque-Rei reúne dois times que caíram muito no segundo turno. Se estamos mal, o lado de lá do muro não vai muito melhor.

Curiosidade: o pessoal gosta de falar mal do nosso ano e não se fala muito do rival. Até é justificável, pois ao menos eles não correram risco de cair, mas vejam como os dois times foram semelhantes em 2011:

- Paulista: líderes da primeira fase e eliminados na semifinal

- Copa do Brasil: eliminados nas quartas-de-final

- Sul-Americana: um pegou o vice-líder do Brasileiro e caiu no primeiro mata-mata, outro pegou um dos rebaixáveis e só sobreviveu a esse duelo

- Brasileiro: um virou o turno em terceiro, o outro em sexto, três pontos atrás. No segundo turno, um ficou nove e o outro dez jogos sem vencer.

A diferença é que a derrocada verde começou mais cedo, ainda no final do primeiro turno; a deles veio depois. E, claro, eles ainda podem ao menos ter uma vaga na Libertadores, e cabe apenas a nós impedir. 

Cenário para a Sul-Americana: o Palmeiras está quase lá, confira o que falta para fechar o assunto já neste fim de semana.

- Em caso de vitória, a vaga está garantida

- Em caso de empate, basta Bahia (pega Santos fora) ou Atlético-MG (pega Botafogo em casa) não vencerem.

- Em caso de derrota, basta Bahia ou Atlético-MG perderem

Horário e local: domingo (27/11), às 17:00, no Pacaembu (PPV).

Árbitro: será Luiz Flávio de Oliveira.  O maninho de Paulo César apitou os dois clássicos que vencemos no Brasileiro. Bom préssagio? No todo, foram 11 partidas dele, com 8 vitórias, um empate e duas derrotas. Eis o histórico dele, que apita seu primeiro Choque-Rei:

2011 – 2×1 Corinthians, 3×0 Santos (c),

2010 – 1×1 Santos (f, BR); 1×4 São Caetano (c)

2009 – 4×1 Santos (c, P); 1×0 Santo André (n, P)

Situação na tabela: o Palmeiras agora nos orgulha com sua 12ª posição. Já o São Paulo, que coisa, está apenas em sétimo.

Nesse momento, em 2010: o Palmeiras perderia para o Fluminense por 2 a 1 após o fiasco da Sul-Americana.

Pendurados: a última lista do ano tem seis nomes, que podem perder o Derby final: Thiago Heleno, Márcio Araújo, Valdivia, Henrique, João Vítor, Pedro Carmona. Henrique agora virou banco, mas era titular e curiosamente está pendurado desde o jogo contra o Vasco ainda no primeiro turno.

Desfalques: apenas Marcos.

Palpite IPE: Deola; Cicinho, Leandro Amaro, Thiago Heleno, Gerley; Marcio Araújo, Marcos Assunção, Patrik, Valdivia; Luan, Ricardo Bueno.

Destaques/São Paulo: duas vitórias põem o time na Libertadores – e a despedida é contra os reservas santistas. Assim, o time deve vir pra matar ou morrer, mas não terá os suspensos Xandão e Lucas. A escalação provável de Leão é Rogério Ceni; Piris, Bruno Uvini, Rhodolfo, Juan; Wellington, Casemiro, Cícero; Dagoberto, Luís Fabiano, Fernandinho

Ex-palmeirenses no São Paulo: há apenas um, mas que jogador!

Previsão IPE: vai ter discussão, briga, expulsão e pênalti perdido. Só não vai ter gol.

Último confronto: o Palmeiras desperdiçou uma boa chance de quebrar o tabu no Morumbi ao empatar por 1 a 1 (Henrique; Dagoberto)

Última vitória no local do jogo: o penúltimo jogo no Pacaembu teve vitória palmeirense por 2 a 1 pelo Brasileiro de 2005 (Daniel, Juninho Paulista; Richarlyson)

Última derrota no local do jogo: o último jogo no Pacaembu teve vitória tricolor por 2 a 0 pelo Brasileiro de 2010 (Lucas, Fernandão)

Histórico: o São Paulo leva vantagem no confronto, cuja primeira partida data de 1936. Mas em Campeonatos Brasileiros a vantagem é nossa, fruto de um tabu que durou 27 anos (entre 1973 e 2000)

GERAL   CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC   J V E D GP GC
285 93 93 99 371 382   53 17  26  10  66  56

O IPE se lembra: em 2006 o Palmeiras também fazia campanha fraca. Três dias antes do clássico, Tite caíra após derrota para o lanterna Santa Cruz e discussão com Palaia. Marcelo Villar assumiu a equipe provisoriamente, e o time acabou reagindo inicialmente bem: em Prudente, vencemos de virada por 3 a 1, com gols de Nen, Paulo Baier e Marcinho. O resultado contra o líder foi essencial para dar alguma folga pra equipe, que continuaria caindo na tabela, mas não de divisão.

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