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Archive for dezembro \28\UTC 2010

O time que conquistou nosso primeiro nacional

 

O primeiro título nacional do Palmeiras, de acordo com a contagem agora vigente, completa exatamente meio século nesta terça-feira. A decisão contra o Fortaleza acabou em uma goleada histórica, mas vale a pena relembrar como o Verdão chegou lá.

Os detratores do reconhecimento do torneio dizem que bastaram quatro jogos para a conquista; ignora-se, naturalmente, que para o Palmeiras chegar lá, foi necessário alcançar o título paulista. E não foi qualquer Paulistão: para chegar à Taça Brasil, foi necessário vencer o histórico certame de 1959, quando o Alviverde e o Santos terminaram empatados com 63 pontos cada e foram para uma melhor de três. As duas primeiras partidas terminaram empatadas (1 a 1 e 2 a 2) e a terceira acabou com vitória verde por 2 a 1, de virada, com um balaço de falta de Romeiro sacramentando o título.

Participaram da Taça Brasil campeões de 17 Estados (na época, Rio de Janeiro e Guanabara disputavam campeonatos separados), o que demonstra o caráter nacional da disputa. Palmeiras e Santa Cruz entraram direto nas semifinais; os outros times que chegaram  a essa fase foram Fortaleza, que eliminou o então campeão Bahia, e Fluminense, que batera o Cruzeiro.

Na semifinal nordestina, o Fortaleza avançou ao empatar fora e vencer o Tricolor pernambucano em casa. Enquanto isso, o Palmeiras eliminou o Tricolor carioca com grande dificuldade: a primeira partida, no Pacaembu, terminou sem gols, e a volta, no Maracanã, seguia o mesmo caminho, quando aos 44 do segundo tempo Humberto Tozzi fez o gol que pôs o Verdão na final. Com isso, o Fortaleza chegou ao maior momento de sua história, mas seria difícil encarar aquele time verde.

E isso ficou claro nas duas partidas decisivas: já na primeira, no Presidente Vargas, o Palmeiras abriu 3 a 0 em menos de 20 minutos (Romeiro 2, Humberto Tozzi); o Leão conseguiu marcar apenas um tento na segunda etapa, mas não passou disso: Palmeiras 3 x 1.

A vitória fazia com que o Fortaleza precisasse vencer por dois gols de diferença a segunda partida para provocar um jogo extra. E, naquela noite de quarta-feira no Pacaembu, o time cearense até conseguiu sair na frente aos seis minutos. Mas aos dez o Palmeiras já vencia. O primeiro tempo terminou 4 a 2, e no segundo tempo os desnorteados tricolores viram o time de Oswaldo Brandão (cuja segunda passagem pelo clube terminaria neste jogo) marcar mais quatro vezes. O placar final de 8 a 2 até hoje não foi igualado em finais de competições nacionais.

O título garantiu ao Palmeiras a única vaga na Libertadores de 1961, em que o clube se sagraria vice-campeão. Mas, acima de tudo, entrou para a história como a primeira das oito conquistas que conferem ao Palmeiras o status de maior vencedor de torneios nacionais.

28/12/1960 – PALMEIRAS-SP 8 x 2 FORTALEZA-CE – II TAÇA BRASIL
Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – Pacaembu – São Paulo / SP – Brasil – Público: 40.000 pagantes – Renda: Cr$ 2.900.650,00
Árbitro: Ricardo Bonadies (CE)
Palmeiras (São Paulo/SP): Valdir Joaquim de Moraes, Djalma Santos, Valdemar Carabina, Aldemar, Jorge, Zequinha, Chinesinho, Julinho Botelho, Romeiro, Humberto Tozzi, Cruz – Técnico: Oswaldo Brandão
Fortaleza (Fortaleza/CE): Pedrinho, Mesquita, Sanatiel, Toinho, Sá Penha, Ninoso, Bendito, Walter Vieira, Moésio, Charuto, Bececê
Gols: Charuto (Fortaleza), 6 min, Zequinha (Palmeiras), 8 min, Chinesinho (Palmeiras), 10 min, Romeiro (Palmeiras) 12 min, Julinho Botelho (Palmeiras), 21 min, Charuto (Fortaleza), 44 min primeiro tempo, Cruz (Palmeiras), 8 min, 11 min, Chinesinho (Palmeiras), 24 min, Humberto Tozzi (Palmeiras), 32 min segundo tempo

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O único Palmeiras que jogou no Natal

Pode parecer incrível hoje em dia, mas o Palmeiras – mais precisamente o Palestra Itália – já jogou num dia de Natal. Não apenas isso, como este jogo foi um clássico contra o Corinthians. Não apenas isso, como o jogo valia o título estadual.

Na última rodada do Campeonato Paulista de 1921, o time do Parque São Jorge liderava com 38 pontos. O Paulistano tinha 37, e o Palestra 36, mas sem chances de título. E o derby era justamente a partida que fecharia o torneio. Na véspera do Natal, o Paulistano fizera sua última partida, batendo o Sírio por 3 a 2. Assim, assumira a liderança, mas bastaria ao Corinthians uma vitória para vingar a derrota por 3 a 1 do primeiro turno e levantar a taça, que seria a primeira de um tetracampeonato, já que o arquirrival triunfou nos três anos seguintes. Se houvesse empate, os dois postulantes haveriam de fazer uma partida extra para definir o campeão.

Domingo, 25 de dezembro, Palestra Itália e Corinthians entraram em campo para o 14º derby até então, disputado no Parque Antarctica. E, com tentos de Martinelli, Imparato e Heitor, o Palestra teve a alegria de tirar a taça do grande adversário. Se o bicampeonato já não podia ser atingido, ao menos o destino do troféu não foi a casa do rival.

O leitor há de notar que a vitória no clássico deixou os clubes empatados com 38 pontos cada. Por esta razão, o jornal A Capital promoveu uma partida extra valendo a taça de vice-campeão. Entretanto, a partida disputada na Chácara da Floresta em 8/1/1922 dutou pouco: aos 20 minutos, discordando da marcação de um pênalti, o Palestra abandonou a partida. Os dois clubes foram declarados perdedores, e o Corinthians, que esteve próximo de ser campeão, acabou até mesmo sem o vice.

De lá para cá, o Palestra e o Palmeiras chegaram a fazer vários jogos nos dias 24 ou 26 de dezembro. Porém, no Natal, só houve mesmo este derby, que se transformaria numa espécie de presente de consolação para os palestrinos – e de grego para os corintianos.

25/12/1921 – PALESTRA ITÁLIA-SP 3 x 0 CORINTHIANS-SP – CAMPEONATO PAULISTA
Estádio Parque da Antártica Paulista – São Paulo / SP – Brasil
Árbitro: Herman Friese
Palestra Itália (São Paulo/SP): Primo, Gasperini, Nigro, Bertolini, Picagli, Ítalo, Forte, Ministro, Heitor, Imparato, Martinelli – Capitão: Picagli
Corinthians (São Paulo/SP): Mário, Nando, Gano, Rafael, Amílcar, Ciasca, Américo, Neco, Garcia, Tatu, Rato – Técnico: Guido Giacominelli
Gols: Martinelli (Palestra Itália), 20 min primeiro tempo, Imparato (Palestra Itália), Heitor (Palestra Itália), segundo tempo

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(Antes de mais nada: como mais e mais pessoas vêm aprendendo graças a Palmeiras e Santos, o termo correto é sim octOcampeonato)
É octo! É octocampeão!

De maneira correta, a CBF ontem decidiu conferir o mesmo status aos campeões de 1959 a 1970 de que dispunham os clubes que levantaram o Brasileirão a partir de 1971. A história do futebol brasileiro tem assim um importante capítulo resgatado, e as gerações futuras saberão mais sobre a Taça Brasil e o Roberto Gomes Pedrosa do que os jovens atuais, que têm como referência apenas o período a partir da década de 70.

Quem se opõe a isso argumenta, entre outros, que os regulamentos eram diferentes – como também o foram durante décadas, até que em 2003 se estabilizou a regra (embora o número de participantes ainda tenha variado). Também falam na questão do nome, sem levar em conta que em 1971 surgiu o “Campeonato Nacional”, mas este depois veio a se chamar Copa Brasil, Taça de Ouro, Copa União, e por aí vai. Ou ainda que vários dos campeões tiveram que jogar poucas partidas. Por um critério assim (que por sinal ignora que havia a necessidade de triunfar no Estadual antes), as Copas que o Brasil ganhou até 1970 valem menos que as de 1994 ou 2002. E, em um exemplo que passou batido, Palmeiras e Guarani poderiam ter sido campeões em 1979 apenas com sete partidas disputadas – o Verdão terminou em quarto com apenas cinco jogos disputados.

A ironia também vem quando se fala que o Palmeiras foi campeão nacional duas vezes no mesmo ano, 1967 – como se isso, ao invés de mostrar o mérito da Academia, fosse razão para desqualificar suas conquistas. Ademais, temos outro exemplo claro no futebol nacional: o Flamengo tem um tricampeonato estadual em 1978/1979/1979 especial que é amplamente aceito.

Existem outros argumentos usados por quem não concorda com a chamada unificação, mas não é nossa intenção estender esse assunto, e sim contar algumas curiosidades que advêm da nova realidade trazida à luz ontem. E vamos a elas:

– Ademir da Guia, Dudu e César se tornam pentacampeões nacionais – têm mais títulos que Corinthians e Vasco, por exemplo.

– Leivinha, com 40 gols, deixa de ser o maior artilheiro do Palmeiras na história dos Nacionais; o posto passa a ser ocupado por César, que em nossa contagem fez 60.

– Por sinal, César agora se torna o único jogador do Palmeiras artilheiro de um Campeonato Brasileiro, o Robertão de 1967 (empatado com Ademar, do Flamengo). Desde 1971, o Palmeiras jamais havia feito um artilheiro, mesmo nos anos em que se sagrou campeão.

César, o maior artilheiro verde em Nacionais

– O Palmeiras foi o maior vencedor de títulos nacionais no século XX: oito, contra seis do Santos e quatro de Vasco e Flamengo (considerando-se a decisão judicial pró-Sport no caso de 1987)

– Em alguns períodos, como agora, o Palmeiras deteve o posto de maior vencedor: em 1960 e 1961 (empatado com Bahia e depois com o Santos, um troféu cada) e desde 1974 (até 1992 e de 2004 em diante empatado com o Santos, mas entre 1993 e 2003 de forma isolada). Note-se que apenas três times detiveram isoladamente o posto de maior campeão: Bahia, no primeiro ano, Santos, entre 1962 e 1972, e Palmeiras, entre 1993 e 2003.

– A maior goleada em uma final de Brasileiro passa a ser a que o Alviverde aplicou no Fortaleza, em 28/12/1960: 8 a 2 no Pacaembu. Este título também foi o único dos oito que o Palmeiras venceu de forma invicta.

– O Palmeiras é o quarto time com maior participação em Nacionais: 49 vezes, contra 51 de Santos e Grêmio e 50 do Cruzeiro.

– Oswaldo Brandão soma aos títulos de 1973 e 1974 a Taça Brasil de 1960 e torna-se tricampeão nacional. Rubens Minelli, que já tinha dois títulos pelo Inter e um pelo São Paulo, soma a eles o Robertão de 1969.

– – –

Hoje, 23 de dezembro, o Palmeiras celebra os 38 anos do título nacional de 1972 – antes o primeiro, agora a quinta conquista. Na tarde daquele sábado, o Verdão empatou por 0 a 0 com o Botafogo no Morumbi e, como tinha melhor campanha, o resultado lhe bastou.

Eurico, Leão, Luís Pereira, Alfredo, Dudu, Zeca; Edu, Madurga, Leivinha, Ademir, Nei

Para lembrar esta conquista e muitas outras, o IPE trará a partir de janeiro uma nova seção, onde você não saberá apenas o básico sobre cada campeonato vencido pelo Palmeiras, mas sim como eles se desenrolaram: quais foram os altos e baixos, quem se destacou e o que acontecia em paralelo à competição. Por enquanto, a ficha da decisão cujo aniversário celebramos hoje:

23/12/1972 – PALMEIRAS-SP 0 x 0 BOTAFOGO-RJ – CAMPEONATO BRASILEIRO
Estádio Cícero Pompeu de Toledo – Morumbi – São Paulo / SP – Brasil – Público: 58.287 pagantes – Renda: Cr$ 649.445,00
Árbitro: Agomar Martins (RS)
Palmeiras (São Paulo/SP): Leão, Eurico, Luís Pereira, Alfredo, Zeca, Dudu (Zé Carlos), Ademir da Guia, Edu (Ronaldo), Madurga, Leivinha, Nei – Técnico: Oswaldo Brandão
Botafogo (Niterói/RJ): Cao, Valtencir, Brito, Osmar, Marinho Chagas, Nei Conceição, Carlos Roberto, Zequinha, Jairzinho, Fischer, Ademir Vicente (Ferretti) – Técnicos: Sebastião Leônidas

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Albertão: começa aqui de novo

 A CBF divulgou ontem a tabela da Copa do Brasil. Em busca do bicampeonato, o caminho das pedras verdes terá times desconhecidos, pode ter velhos conhecidos, e, claro, tem suas curiosidades:

Primeira fase: pela quinta vez em dezesseis participações, o Palmeiras inaugura sua jornada no Estádio Governador Alberto Silva, o Albertão, em Teresina. Fora o Palestra Itália, claro, é o local em que o Palmeiras mais terá atuado pela competição. Até hoje, foram duas vitórias frente ao 4 de Julho de Piri-Piri, em 1993 e 1994, uma frente ao Flamengo, neste ano, e um empate contra o River em 1997, quando o Alviverde jogou com time misto.

O adversário da vez é o Comercial, que não é de Teresina – o campeão piauiense está sediado em Campo Maior, cidade a cerca de 80 km da capital estadual. Entretanto, o pequeno Estádio Deusdeth Melo, onde o clube pela primeira vez levantou a taça de campeão estadual, não terá condições de comportar a partida. Toca pro Albertão!

Segunda fase: Se passarmos pelos piauienses, teremos pela frente Uberaba (MG) ou Santa Helena (GO), ambos das cidades homônimas.

O Palmeiras jamais enfrentou o vice-campeão goiano. Contra o bicampeão da Taça Minas Gerais, foram três partidas amistosas no interior mineiro. O último deles e único que o Palmeiras não ganhou (2×2), ocorreu há 56 anos.

Vale lembrar que o Palmeiras já enfrentou um time do interior mineiro na segunda etapa da CB. E a experiência não foi boa: o time de Caio Júnior foi eliminado pelo Ipatinga nos pênaltis em 2007.

Oitavas de final: em seguindo adiante, os adversários mais prováveis são o Sport e o Santo André. O primeiro, enfrentamos duas vezes na CB (passamos em 1998 e caímos em 2008, neste caso exatamente nas oitavas); o segundo nos tirou em 2004. É curioso notar que, nesses três casos, o vencedor do confronto se sagrou campeão. Bom presságio?

As outras possibilidades de confronto são Naviraiense (o time que tomou 10 a 0 do Santos na edição 2010) e Sampaio Correa – que foi o primeiro adversário do Palmeiras na história da competição, em 1992.

Quartas de final: nesta etapa o Palmeiras poderia cruzar pela primeira vez com rivais da Série A de 2011 – os candidatos a tal são Atlético-GO, justamente o time que nos tirou exatamente nesta mesma fase este ano, e o Coritiba, que eliminamos em 1997. Outra possibilidade é o atual vice-campeão, o Vitória, que derrotamos em 1993 e 1999, embora o que a história ressalte seja o fiasco de 2003.

Semifinal: faz tempo que o Palmeiras não chega aqui na Copa do Brasil – a última vez foi em 1999. E, se aqui novamente estivermos, poderemos encontrar rivais históricos, como o Flamengo, que nos bateu em 1997 mas caiu em 1999, ou o Atlético-MG, derrotado em 1996 com direito a 5 x 0 no Palestra.

Nós é que agradecemos

 É nesta etapa também que poderíamos encontrar duas asas negras nordestinas: o Ceará, eliminado em 1997 e 1998, mas de triste lembrança em 1994, e o ASA, que, bom, esquece.

Também é aqui que poderíamos pegar dois clubes que encontramos em finais nacionais: o Fortaleza, adversário na final da Taça Brasil de 1960 (ou, desta semana em diante, nosso primeiro título nacional) e o Guarani, que impediu o então heptacampeonato em 1978. Na CB ainda não encaramos nenhum deles.

Final: desde 1998 não pomos os pés aqui. A última vez foi com o mesmo treinador de agora; poderá o Palmeiras bisar o título daquele ano?

Os mais tradicionais clubes que se encontram na outra chave são Vasco, Botafogo e São Paulo. O primeiro nunca nos enfrentou na competição; o segundo nos derrotou em 1999 após ser eliminado no ano anterior, e o rival paulistano nos tirou em 2000. Convém ficar de olho ainda em times como o Atlético-PR, eliminado em 1992 e 2010. E, como a Copa do Brasil é pródiga em surpresas, quem sabe não encontremos na grande decisão times como os “estrangeiros” River Plate-SE ou Peñarol-AM? Ou então poderíamos fazer um inusitado derby contra o Coríntians-RN…

Bom, o que importa é que no dia 1º de junho possamos estar ansiosos pelo apito inicial da decisão, e que o dia 8 de junho entre para a história do clube como mais um dia de festa verde.

Trinta de maio de 1998. Oito de junho de 2011?

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É sabido que o Palmeiras detém contratos com uma grande quantidade de atletas. Tendo em vista o fim da temporada e as especulações que se aproximam, mostramos aqui qual o vínculo de cada jogador do clube. Não incluímos a maioria dos jovens, já que são mais de 130 atletas profissionais (e o mesmo tanto de amadores). Se você quiser saber sobre algum outro nome, por exemplo da base, a caixa de comentários é sua.

Dividimos os dados em duas categorias: os que têm contrato se encerrando nas próximas semanas e os demais jogadores do elenco profissional. Quem deveria partir e quem deveria ficar?

Contrato até dezembro/2010: esses terão seus destinos decididos em breve.

Amaral (LD) – aquele que veio do Fortaleza há vários anos; emprestado ao Duque de Caxias. Contrato encerrado no último sábado.

Fabrício (Z) – emprestado pela Traffic.

Ivo (M) – emprestado à Ponte Preta

Rafael Dida (G) – emprestado ao Guarani

Robert (A) – emprestado ao Cruzeiro

Dinei (A) – emprestado pelo Atlético-PR

Thiago Gomes (Z) – emprestado à Portuguesa

Washington (A) – emprestado ao Ceará

Rodrigo Defendi (Z) – jogador de 24 anos do time B

Vinicius (LE) – teve poucas partidas no time profissional e foi emprestado diversas vezes

Demais jogadores do elenco: mostrados por posição e por data de encerramento do contrato.



Goleiros   2011
Marcos 31/12/2011   Marcos Assunção 30/07/2011
Deola 31/12/2012   Luan 31/07/2011
Bruno 31/12/2013   Ewerthon 31/12/2011
      Jorge Preá 31/12/2011
Laterais   Lenny 31/12/2011
Vítor 31/12/2013   Lincoln 31/12/2011
Gabriel Silva 23/02/2015   Luís “Maluco” 31/12/2011
Luís Felipe 01/03/2014   Marcos 31/12/2011
      Wendel 31/12/2011
Zagueiros      
Danilo 31/12/2013   2012
Maurício Ramos 01/02/2014   Gualberto 25/01/2012
Gualberto 25/01/2012   Bruno Turco 08/03/2012
Leandro Amaro 31/08/2014   Deyvid Sacconi 30/06/2012
      Willian 30/06/2012
Volantes   Valdivia 16/08/2012
Marcos Assunção 30/07/2011   Vinícius 07/09/2012
Rivaldo 10/12/2012   Rivaldo 10/12/2012
Pierre 31/12/2012   Deola 31/12/2012
Edinho 31/12/2013   Maurício Nascimento 31/12/2012
Márcio Araújo 31/12/2013   Pierre 31/12/2012
Fernando 01/12/2014   Souza 31/12/2012
Tinga 30/06/2015      
Bruno Turco 08/03/2012   2013
      Fabinho Capixaba 29/04/2013
Meias   Tadeu 30/06/2013
Lincoln 31/12/2011   Bruno 31/12/2013
Valdivia 16/08/2012   Daniel Lovinho 31/12/2013
Patrick 18/03/2014   Danilo 31/12/2013
Jean 22/11/2014   Edinho 31/12/2013
      Márcio Araújo 31/12/2013
Atacantes   Vítor 31/12/2013
Kléber 07/06/2015      
Luan 31/07/2011   2014
Ewerthon 31/12/2011   Maurício Ramos 01/02/2014
Lenny 31/12/2011   Luís Felipe 01/03/2014
Vinícius 07/09/2012   Patrick 18/03/2014
Tadeu 30/06/2013   Leandro Amaro 31/08/2014
      Fernando 01/12/2014
Encostados   Jean 22/11/2014
Luís “Maluco” 31/12/2011      
Jorge Preá 31/12/2011   2015
Wendel 31/12/2011   Gabriel Silva 23/02/2015
Deyvid Sacconi 30/06/2012   Kléber 07/06/2015
Willian 30/06/2012   Tinga 30/06/2015
Souza 31/12/2012      
Maurício Nascimento 31/12/2012      
Fabinho Capixaba 29/04/2013      
Daniel Lovinho 31/12/2013      

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O Palmeiras encerrou o campeonato décimo colocado, posição mais baixa do clube desde o quase rebaixamento em 2006. Contudo, mesmo dentro desta campanha opaca, encontramos algo (bom) que lideramos. Eis algumas curiosidades da campanha alviverde em 2010:

Defesa que ninguém passa

Quer dizer, até passa, mas fora de casa nem tanto: o Palmeiras foi o time que menos sofreu gols jogando fora de casa. Foram 20 em 19 partidas (o Fluminense levou um a mais; Botafogo, Grêmio e Cruzeiro levaram 23).

O Palmeiras levou mais de um gol fora em apenas três partidas: Avaí, Atlético-GO e Cruzeiro, as últimas duas já com os reservas. Foram cinco partidas sem a meta vazada: Vasco, Ceará, Guarani, Prudente e Botafogo. Em todas as demais, o Verdão levou um gol.

O Botafogo nem de pênalti marcou

 
Bom começo, mau final

Uma das críticas que se fez ao Palmeiras ao longo do campeonato foi sobre a preparação física. A distribuição dos gols pode ser indício desse problema: foram 9 gols nos primeiros 15 minutos (apenas o Grêmio, com 11, fez mais; Flu e São Paulo também fizeram nove). Dos 30 do segundo tempo em diante, no entanto, foram apenas cinco (só o São Paulo fez menos, três). E, junto apenas com Vitória e Botafogo, não marcamos nenhum nos descontos. 

Campeonato de primeiros tempos

O dado anterior deixa claro o time ia melhor no primeiro tempo. De fato, se as partidas tivessem apenas os 45 minutos iniciais, o Palmeiras subiria para a sexta posição. Contudo, ainda bem que não era assim: o Corinthians teria sido campeão. Curiosamente, o Santos teria sido rebaixado e o Inter seria o primeiro a escapar da degola.

No meio da tabela

O dado que talvez mostre melhor o que foi a campanha palmeirense: das 38 rodadas, o Palmeiras ficou fora dos quatro melhores e quatro piores em 37. A única exceção foi a terceira rodada, que o time terminou na quarta posição.  De fato, com exceção do momento no segundo turno em que batemos na sequência Prudente, Flamengo e Inter, o time em nenhum momento demonstrou que poderia ir mais longe.

O Palmeiras ocupou a décima posição nas últimas 9 rodadas. Desde o empate com o Ceará, em meados de outubro, o clube se acomodou lá e dali não mais saiu.

Uuuuuuuuuh

Defesa que em geral se comportou bem, ataque que em geral foi mal. Com isso, saíram apenas 85 gols nas partidas do Palmeiras. Empatado com o Flamengo, é a segunda menor marca do campeonato – só os jogos do Ceará foram ainda mais chochos, com 79 gols. Não à toa, Palmeiras e Ceará (com a companhia do Vasco) foram os reis do zero a zero: seis cada. Só contra estes colegas de “oxo” o Alviverde ficou no zero três vezes.

Pouco público, renda boa

A campanha evidentemente se refletiu na arquibancada: o Palmeiras teve apenas a 14ª média de público do campeonato (10971 pagantes). Na arrecadação, o índice é melhor devido ao alto preço do ingresso em São Paulo: oitavo (R$ 331290,89/jogo).

Disciplina: entre extremos

A contagem de cartões do Palmeiras no Brasileiro foi pitoresca: ao mesmo tempo em que foi 11º em amarelos, foi o segundo time com mais expulsos por dois amarelos (seis, com Botafogo e Atlético-GO, atrás apenas do Atlético-PR), mas foi o que teve menos expulsões diretas, empatado com outros times (foram duas – Marcos Assunção contra o Botafogo no turno, Kléber contra o Botafogo no returno).

Você de novo?

Wilton Sampaio (DF) apitou nada menos que seis jogos do Palmeiras (não nos lembramos de outro caso semelhante). Dos 20 jogos em que atuou – ficou apenas atrás de Carlos Simon e Sandro Ricci – 30% tinham o Verdão em campo. Foram uma vitória, dois empates e três derrotas, mas estas foram todas com os reservas.

Dois outros juízes comandaram três partidas do Palmeiras: Péricles Cortez (RJ) e Héber Roberto Lopes (PR).

O moleque

Até novembro, Vinícius era o jogador mais jovem do campeonato (completou 17 anos em 3/8). Acabou superado por Douglas William, do Guarani, três meses mais novo.

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Cruzeiro 2 x 1 Palmeiras

De camisa branca. Pensando no réveillon?

 Na última partida do time do ano, a quarta derrota seguida, a segunda de virada. O time se esforçou, saiu na frente com o primeiro gol de Rivaldo com a camisa verde, mas sucumbiu à pressão dos mineiros, em resultado que classificou o ex-Palestra Itália mineiro diretamente à Libertadores da América.

Ao se ver somente os gols do jogo, tem-se a impressão que Bruno foi mal ao falhar no gol da virada. Porém o goleiro antes fez boas defesas, que impediram que o Cruzeiro já terminasse o primeiro tempo vencendo. Fato é que terminou o “vestibular” de Felipão. Agora é ver quem sai e quem fica para 2011. O ano termina sem deixar saudades aos palmeirenses; esperamos que o período eleitoral não cause ainda maiores dificuldades na montagem do elenco para o ano que vem.

Cruzeiro 2 x 1 Palmeiras

Local: Arena do Jacaré, em Sete Lagoas-MG
Público: 16.191 pagantes
Renda: R$ 445.445.
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio-DF
Auxiliares: João Antonio Sousa Paulo Neto-DF e
Kleber Lucio Gil-SC
Cartões amarelos: Patrik, Luís Felipe e Leandro Amaro (Palmeiras)
Gols: Henrique aos 17’/2T e Wallyson aos 47’/2T (Cruzeiro); Rivaldo aos 7’/2T (Palmeiras)

Cruzeiro
Fábio; Rômulo (Gilberto), Gil, Léo e Diego Renan; Marquinhos Paraná, Henrique, Roger (Farias) e Montillo; Thiago Ribeiro e Wellington Paulista (Wallyson).
Técnico: Cuca.

Palmeiras
Bruno; Leandro Amaro, Gualberto e Fabrício; Vítor, Fernando (Jean), Patrik, Bruno Turco (Luís Felipe) e Rivaldo; Vinícius (Lenny) e Dinei.
Técnico: Luiz Felipe Scolari.

 

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