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Archive for abril \29\UTC 2011

 

Palmeiras x Corinthians em duelo ao qual só um sobrevive. O que pode ser maior que isso?

Neste domingo, o 200º Derby pelo Campeonato Paulista marca o primeiro confronto realmente decisivo entre os dois maiores clubes paulistas desde 2003, quando se encontraram também na semifinal do estadual. Daquela vez, eles se deram melhor, mas nada que os redimissem das ocasiões anteriores, em que caíram duas vezes consecutivas na Libertadores. Enfim, oito anos depois, um novo e importante capítulo da história do clássico de nossas vidas está para ser escrito. Aqui, você se informa e se prepara para as fortes emoções que só esse jogo pode proporcionar.

Horário e local: Domingo, 1/5, às 16:00, no Pacaembu (Globo/Band).

Árbitro: o responsável pela condução do maior clássico paulista será, como todos sabem muito bem, Paulo César de Oliveira. Já levantamos seu currículo no clássico. Seus outros jogos recentes foram:

2011 – 4×1 Ituano (f)

2010 – 1×1 Corinthians (n, BR); 2×2 Barueri (f, P – o jogo do gol impedido em rebote de pênalti)

2009 – 2×2 Barueri (f, BR)

2008 – 1×2 SPFW (f, P – o jogo do gol de mão de Adriano); 5×2 Bragantino (f); 4 x 0 Juventus (em Ribeirão Preto)

Desfalques: possivelmente nenhum. Patrik, Cicinho e Thiago Heleno, que estiveram fora do último jogo, devem retornar (o primeiro possivelmente no banco)

Pendurados: Danilo, Rivaldo, Tinga e Patrik. Próximo jogo: Santos (f) ou São Paulo (indefinido), caso avancemos.

Palpite IPE: Deola; Cicinho, Danilo, Thiago Heleno, Rivaldo; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Tinga, Valdivia; Luan, Kléber

Destaques/Corinthians: o rival está há quase cinco anos sem perder clássicos no Pacaembu. Também sem desfalques, deve adentrar o esmeraldino do próprio da municipalidade sob as ordens de Tite com Júlio César; Alessandro, Chicão, Leandro Castán, Fabio Santos; Ralf, Paulinho, Bruno César, Jorge Henrique; Dentinho, Liédson.

Último confronto e última derrota no local do jogo: na fase de classificação, o Palmeiras martelou o adversário combalido pela queda na Libertadores. Quem não faz, toma, e o Corinthians ressuscitou.

Última vitória no local do jogo: já são mais de 15 anos sem vencer no Pacaembu, embora nesse período tenham sido apenas cinco partidas lá. O derradeiro triunfo foi pelo Brasileirão de 1995: 2 a 0 (Müller, Antonio Carlos)

Histórico: na próxima sexta-feira, a rivalidade completa 94 anos. Ela começou e até hoje se mantém com vantagem verde, apesar do recente jejum:

GERAL   CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC   J V E D GP GC
336 120 100 116 492 450   199 69 57 73 292 270

O IPE se lembra: 13 de outubro de 1991. Há quase 20 anos, dois gols de Betinho deram a vitória num jogo marcado pela rispidez e polêmica, como em todo Derby que se preza. Esse, além de tudo, teve um componente adicional: a famosa cusparada de Neto no árbitro José Aparecido de Oliveira. Confira os melhores momentos aqui (o lance que resulta na expulsão de Neto começa com 1’29”).

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Em 1986, um gol olímpico selou a vaga na final

O domingo vai chegando e a tensão aumenta (a imprensa parece que nem nota o Sansão do sábado. Só se fala no Derby). Enquanto aguardamos o Dia D, apresentamos aqui nosso histórico em fases semifinais do Paulistão, etapa que pela segunda vez ocorrerá em partida única (a outra foi em 1978). Ver-se-á que os números não são bons, muito pelo fato de que a introdução dos regulamentos complexos se deu justamente quando o Palmeiras entrava em seus piores anos – note que o primeiro ano com tal regra foi imediatamente após o título de 1976. Por isso, salvo um período gordo nos anos 90, o time podia até chegar perto da taça, mas dificilmente a tocava.

Um esclarecimento: no resumo abaixo, consideramos “semifinal” como a fase imediatamente antes da decisão. Ou seja, incluímos aqueles campeonatos cujos finalistas foram decididos em quadrangulares, como por exemplo em 1993. Isto posto, veja como o Palmeiras se saiu até hoje, em ordem cronológica inversa:

2009 – eliminado pelo Santos (1×2 fora, 1×2 casa)

2008 – classificado contra o São Paulo (1×2 fora, 2×0 casa)

2004 – eliminado pelo Paulista (1×1 casa, 3×3 em Araras, 3×4 nos pênaltis)

2003 – eliminado pelo Corinthians (2×2 e 2×4 no Morumbi)

2000 – eliminado pelo Santos (0x0 fora, 2×3 no Morumbi)

1999 – classificado contra o Santos (1×2 e 2×1 no Morumbi, Palmeiras tinha melhor campanha)

1998 – eliminado pelo São Paulo (1×2 e 1×3 no Morumbi)

1995 – classificado num quadrangular contra São Paulo, Mogi Mirim e Guarani (3V/3E)

1993 – classificado num quadrangular contra Guarani, Ferroviária e Rio Branco (6V)

1992 – classificado num quadrangular contra Corinthians, Mogi Mirim e Guarani (4V/2D)

1991 – eliminado num quadrangular contra São Paulo, Botafogo e Guarani (4V/1E/1D – o SPFC se classificou por ter vindo da segunda divisão com melhor campanha)

1990 – segundo colocado atrás do Novorizontino num grupo de sete times

1988 – eliminado num quadrangular contra Corinthians, São Paulo e Santos (1V/3E/2D)

1987 – eliminado pelo São Paulo (0x0 e 1×3 no Morumbi)

1986 – classificado contra o Corinthians (0x1 e 3×0 no Morumbi)

1983 – eliminado pelo Corinthians (1×1 e 0x1 no Morumbi)

1979 – eliminado pelo Corinthians (1×1 e 0x1 no Morumbi)

1978 – eliminado pelo São Paulo (0x1 no Morumbi)

1977 – eliminado em grupo com Ponte Preta, Botafogo e Santos (4E/2D – os jogos eram dentro e fora do grupo)

Em resumo, estes são os números:

– 19 participações;

– 6 classificações e 13 eliminações (8 delas nos anos terríveis entre 1976 e 1993);

– 6 confrontos conta o Corinthians, com duas classificações e quatro eliminações;

– 7 confrontos contra o São Paulo, com duas classificações e quatro eliminações (em uma vez, nenhum dos dois passou);

– 5 confrontos contra o Santos, com uma classificação e duas eliminações (por duas vezes, nenhum passou);

– em mata-mata “puros”, sem quadrangulares, são 3 confrontos bem-sucedidos e 9 quedas.

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O 1º Derby a gente nunca esquece

O sorteio da FPF acaba de indicar Paulo César de Oliveira para conduzir a semifinal entre Palmeiras e Corinthians no domingo. O Jornal da Tarde de hoje já havia apontado que ambos os times fizeram um acordo para que ele fosse o escolhido, de modo que apenas uma forte repercussão sobre esse vazamento pode mudar algo.

A torcida ficou ressabiada (e a própria equipe do IPE torceu o nariz), principalmente porque ainda vem à memória o gol de mão de Adriano, na semifinal do Paulista de 2008. Entretanto, nós gostamos de lidar com dados. E a pergunta óbvia que vem é: quais foram os resultados dos Derbies apitados por PC Oliveira?

Surpreendentemente, a se julgar apenas por eles, não há motivos para os palmeirenses se revoltarem: o árbitro Fifa conduziu o clássico seis vezes, e em nenhuma deles fomos derrotados, apesar de alguns erros pelo caminho. Eis o histórico:

2010 – 1 x 1 (Campeonato Brasileiro): Jorge Henrique marcou em impedimento; Edinho empatou

2004 – 4 x 0 (Campeonato Brasileiro): o rival vinha mal, e o Palmeiras apenas um pouco melhor. Mas naquele dia atropelamos: Rincón contra, Pedrinho, Muñoz e Vágner Love foram os responsáveis por nossa última goleada no clássico.

2002 – 2 x 2 (Campeonato Brasileiro): o Palmeiras caiu, mas não perdeu para o rival. Gil e Itamar marcaram no primeiro tempo, Arce e Rogério no segundo, ambos de pênalti – duvidosos, os dois.

2000 – 2 x 2 (Campeonato Paulista): o time cujo ataque era Basílio, Pena e Euller saiu de campo sem perder – todos os gols (Alex, Pena e Marcelinho duas vezes) aconteceram no segundo tempo

1999 – 2 x 2 (Campeonato Paulista – Final): o jogo que não acabou a bem da verdade não valia muito; a missão se tornara muito difícil após Oscar Roberto de Godói nos prejudicar nos 0 a 3 da semana anterior. Mesmo assim, o Palmeiras foi para o intervalo em vantagem, com 2 gols de Evair contra um de Marcelinho. Mas Edílson igualou e o tempo fechou

1999 – 2 x 0 (Libertadores da América – Quartas-de-final): o Derby mais importante que PC Oliveira apitou foi logo o primeiro, o da histórica Noite de São Marcos, quando o arqueiro não deixou passar nem pensamento enquanto Oséas e Rogério marcavam nossos gols.

Portanto, convém ficar de olho, mas o quadro que pintamos pode ser mais feio que a realidade.

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Atrás apenas do Palmeiras

O último fim de semana foi muito bom para quem gosta do Campeonato Paulista. Não falamos dos resultados da A1, que garantirão quatro clássicos até o fim do torneio, mas sim da excelente notícia que é o retorno de Guarani, XV de Piracicaba e Comercial à elite estadual. Ano que vem, aos já conhecidos clássicos entre os grandes, somar-se-ão o Derby campineiro e o Come-Fogo riberopretano.

Dentre os novos-velhos integrantes da A1, o Bugre é quem estava há menos tempo fora dela: caiu em 2009, não logrou o acesso ano passado, mas este ano sim triunfou. Seu último confronto contra o Palmeiras pelo Estadual terminou em 1 a 0 para nós, com gol de Deyvid Sacconi no Palestra Itália, em 2009. O sétimo time que mais disputou o Paulistão participará desta competição em 2012 pela 64ª vez.

O XV de Piracicaba, por sua vez, está há 16 anos longe do convívio com os grandes. Em 1995, ano de sua última participação na primeira divisão, perdeu no Palestra Itália no turno (3 a 1, Rivaldo 2 e Edmundo) e empatou no Barão de Serra Negra em 0x0 com um time misto do Verdão no returno. O ano que vem verá a 42ª exibição do Nhô Quim no topo, o que faz dele o 13º time com mais aparições no certame. Vale dizer que o time tem em seu currículo o vice-campeonato paulista de 1976, ano de nossa última taça antes do longo e tenebroso inverno, e a partida que decidiu o título em nosso favor até hoje é o recorde de público do Estádio Palestra Itália.

E o Bafo, para completar, é dentre os três o que está há mais tempo sem saber o que é atuar nesse nível: desde 1986. O 18º clube em termos de anos na primeira divisão se igualará ano que vem ao Jabaquara, com 30 participações. Assim como no caso do XV, em seu último ano na elite nós os batemos no Palestra no turno (3 a 0, Mirandinha, Lino e Jorginho) e ficamos no 0x0 no Palma Travassos. Vale lembrar que, assim como o Guarani, o Comercial também celebra seu centenário em 2011. Ou seja, este alvinegro paulista terá o que comemorar ao atingir esta importante marca.

Bem-vindos de volta, e que estes acessos sirvam de exemplo aos outros clubes tradicionais que andam longe da divisão que tanto frequentaram. Quais seriam eles? Eis os 20 clubes que mais vezes disputaram o Paulistão (entre parênteses, a última vez no caso dos que hoje estão fora do topo):

1. Corinthians – 98 vezes

2. Palmeiras e Santos – 96 vezes

4. Portuguesa – 89 vezes

5. São Paulo – 76 vezes

6. Juventus – 71 vezes (2008, hoje na A3)

7. Guarani – 63 vezes (2009, recém-promovido à A1)

8. Portuguesa Santista – 50 vezes (2006, hoje na série B, que é a quarta divisão)

9. Ponte Preta – 48 vezes

10. Botafogo  e Ypiranga – 46 vezes (o Ypiranga, hoje sem futebol profissional, jogou pela última vez em 1958)

12. América – 44 vezes (2007, hoje na A2)

13. XV de Piracicaba – 41 vezes (1995, recém-promovido à A1)

14. Ferroviária – 40 vezes (1996, hoje na A2)

15. Noroeste – 37 vezes (2011, recém-rebaixado para a A2)

16. São Bento – 31 vezes (2007, recém-rebaixado para a A3)

17. Jabaquara – 30 vezes (1963, hoje na série B)

18. Comercial – 29 vezes (1986, recém-promovido à A1)

19. Paulistano e Internacional – 28 vezes (o CAP pela última vez em 1929; o Internacional se despediu em 1932)

***

Se por um lado alguns tradicionais paulistas voltam, em outros cantos do país as equipes de mais história penam. É de se lamentar o novo rebaixamento do América carioca e o inédito descenso do Paraná Clube, que em seu DNA carrega um Palestra Itália. Em Alagoas, o CSA – que já foi vice-campeão continental – escapou de ser rebaixado pela terceira vez aos 45 do segundo tempo da última partida do Estadual.

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Magia

Apesar das dificuldades do jogo em si, o Palmeiras fez o esperado e agora está classificado para as semi-finais do Paulistão 2011. O adversário mostrou no primeiro turno que não seria presa tão fácil assim, mas dificilmente seria páreo para o Verdão. Agora é enfrentar o maior rival, em uma batalha que merecia ser a derradeira do campeonato pelo histórico da rivalidade.

O Palmeiras começou melhor a partida demonstrando estar interessado em garantir logo a classificação. O Mirassol quis aproveitar o embalo e também foi pra cima, obrigando Deola a começar cedo os trabalhos. Não demorou para Valdívia, que vem melhorando a cada partida, colocar o Verdão na frente, um golaço-aço-aço, pombo sem asa de muito longe, no ângulo, pura ‘magia’… daí em diante a parte ofensiva do time de Palestra Itália tratou de desperdiçar categoricamente todas as chances que criou, parecia faltar entrosamento ao ataque que mais joga junto, além é claro, qualidade nas finalizações em especial por parte de Luan. Quem não faz blá blá blá, aos 40’ gol do Mirassol e o que parecia ser um passeio no parque foi tomando contorno de drama. Fim de primeiro tempo e empate no placar.

O segundo tempo repetia o primeiro, algumas chances perdidas e um balaço de fora para mudar o placar: Márcio Araújo, o Incansável. Pouco tempo depois o Mirassol levou uma ‘cartada’ final: Xuxa foi expulso pelo segundo amarelo. Don Felipone então resolveu retrancar de leve e levar o jogo de vencida até o final. Luan foi destaque negativo novamente na segunda etapa, perdendo gols inacreditáveis.

A única ressalva a se fazer é quanto ao desperdício de chances, já dissemos antes e falaremos novamente: dessa vez deu, mas pode faltar…

FICHA TÉCNICA

Palmeiras 2 x 1 Mirassol

Local: Estádio Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu), em São Paulo.
Árbitro:  Guilherme Cereta de Lima
Auxiliares: Herman Brumel Vani e Bruno Salgado Rizo
Cartões amarelos: Esley e Dezinho (Mirassol). Rivaldo, Danilo, Tinga e Deola (Palmeiras).
Cartões vermelhos:  Xuxa (Mirassol)
Renda: R$466.662,00
Público: 16.653
Gols: Valdivia, aos 10, Marcelinho, aos 40 minutos do primeiro tempo; Márcio Araújo, aos 11 minutos do segundo tempo

Palmeiras
Deola; Márcio Araújo, Danilo, Leandro Amaro e Rivaldo; João Vitor, Marcos Assunção, Tinga (Chico) e Valdivia (Lincoln); Luan e Kleber
Técnico: Luiz Felipe Scolari

Mirassol
Fernando Leal; Diego, Luiz Henrique e Dezinho; Samuel (Daniel Marques), Magal, Jairo, Esley (Marcelinho), Xuxa e Serginho (Renato); Wellington Amorim
Técnico: Ivan Baitello

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E vai começar a tão esperada fase final!! Segundo colocado na primeira fase do Paulistão 2011, o Palmeiras tem a vantagem de jogar “em casa” contra o Mirassol, que chegou a liderar o certame durante algumas rodadas este ano. Vamos às informações da primeira decisão nesta reta final:

Situação do confronto: o Palmeiras tem o mando de jogo como única vantagem. Em caso de empate no tempo normal, a decisão vai para a loteria os penaltis.

Horário e local: Domingo, 24/4, às 18:30, no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – Pacaembu (SporTV).

Árbitro: será Guilherme Cereta de Lima. Histórico:

2011 – 1×1 São Caetano (f – Paulista); 2×1 Santo André (f – CB).

2010 – 1×0 Monte Azul (f – Paulista); 1×3 Sto. André (f – Paulista); 1×0 Guarani (c – BR).

Desfalques: Cicinho lesionado. Thiago Heleno é dúvida. Marcos, Pierre, Dinei e Patrik seguem treinando a parte física. Lincoln já treina com bola e pode ser opção no banco de reservas.

Pendurados: somente Patrik está pendurado, mas não estará disponível para esta partida.

Palpite IPE: Deola; M. Araújo, Danilo, Thiago Heleno (L. Amaro) e Rivaldo; João Vitor, M. Assunção, Tinga e Valdivia; Adriano e Kléber.

Destaques/Mirassol: O “Leão da Araraquarense” contará com as voltas do lateral esquerdo Diego e do volante Magal que estavam suspensos, mas também terá um desfalque de última hora: o zagueiro-artilheiro Gustavo Bastos, cogitado como reforço Palmeirense para o segundo semestre, sentiu uma contusão na coxa e está vetado. O técnico Ivan Baitello deixou de lado o mistério e vai a campo no 3-6-1: Fernando Leal; Daniel Marques, Luiz Henrique e Dezinho; Samuel, Magal, Jairo, Esley, Xuxa e Diego; Wellington Amorim.

Último confronto: Na primeira fase do Paulistão 2011, vitória por 1×0 em noite de festa.

Última vitória no local do jogo: será a primeira vez que o Palmeiras enfrenta o Mirassol no Pacaembu.

Última derrota no local do jogo: o Palmeiras jamais perdeu para o Mirassol.

Curiosidade: o histórico entre as duas equipes é recente e o Palmeiras está invicto. Entretanto, nas duas vezes que o Mirassol veio a SP, as partidas terminaram empatadas. Será que teremos penaltis pela frente?

Histórico: 

GERAL PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
4 2 2 0 7 5 4 2 2 0 7 5

O IPE se lembra: com o time mal das pernas e sem chances de classificação no Paulista de 2010, atuando em casa o Palmeiras apenas um empatou com o Mirassol – 1×1 – gols de Robert (PAL) e Pablo Escobar (MIR).

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O regulamento do Paulistão de 2011 tem aspectos que o tornam único na história do campeonato, mas a existência de quartas-de-final não é um deles: houve duas edições em que esta fase existiu, ambas também em confronto único. E o Palmeiras esteve presente nelas.

Em 2003, o Palmeiras se classificou na bacia das almas: eram 3 grupos de sete times; classificavam-se os dois primeiros de cada grupo e os dois melhores terceiros colocados. E o Verdão passou justamente como o segundo melhor segundo colocado ao empatar em Americana na última rodada. Tivesse sofrido um gol a mais nessa partida, a vaga ficaria com o próprio Rio Branco.

Desta forma, nos coube enfrentar a sensação do torneio até ali: o São Caetano, 6 vitórias em 6 jogos, incluindo um atropelamento por 3 a 0 ao futuro campeão Corinthians em pleno Pacaembu. Para piorar, o regulamento previa a vantagem do empate ao time melhor colocado; entretanto, em noite inspirada de Thiago Gentil, um Palmeiras rebaixado, sob desconfiança geral e com diversas caras novas que não durariam sequer até o início da Série B, resolveu lembrar de sua grandeza: 2 a 0 no Anacleto Campanella. Na semifinal, o time esteve na frente quase todo o tempo na primeira partida, mas cedeu o empate ao Corinthians; no segundo jogo, com a equipe sem nenhum zagueiro em condição de jogo, o rival rapidamente abriu 3 a 0 e venceu por 4 a 2.

No ano seguinte, a primeira fase mudou: eram dois grupos, um com 11 e outro com 10 times – não é de hoje que o Paulista apresenta bizarrices. No grupo maior, o Palmeiras encerrou a primeira fase em terceiro lugar, lhe cabendo o segundo colocado do outro grupo em jogo único fora de casa. Desta forma, o Verdão desceu a serra para encontrar a Portuguesa Santista. A regra era diferente: empate no tempo normal levaria à prorrogação, e dali aos pênaltis. A Briosa chegou ao intervalo na frente, mas Vágner Love e Pedrinho puseram o recém-promovido Palmeiras nas semifinais contra o Paulista, que nos eliminaria nas penalidades.

Este ano, pela primeira vez o Palmeiras faz as quartas em casa, porém sem qualquer vantagem. Esperamos que mesmo assim o time faça com que o Mirassol siga o caminho de São Caetano e Portuguesa Santista, mas que galgue depois os degraus que faltaram em 2003 e 2004.

FICHAS TÉCNICAS

26/02/2003 – SÃO CAETANO-SP 0 x 2 PALMEIRAS-SP – CAMPEONATO PAULISTA
Estádio Anacleto Campanella – São Caetano / SP – Brasil – Horário: 21h00
Árbitro: Sálvio Spínola Fagundes Filho (SP) – Assistentes: Marinaldo Silvério (SP), Francisco Feitosa (SP)
São Caetano (São Caetano/SP): Sílvio Luiz, Rafael, Dininho, Serginho, Zé Carlos, Marcos Aurélio (Mineiro), Ramalho (Marlon), Fábio Santos, Luís Carlos Capixaba, Marcinho, Adhemar (Anaílson) – Técnico: Mário Sérgio
Palmeiras (São Paulo/SP): Marcos, Pedro, Índio, Leonardo, Marquinhos, Adãozinho, Claudecir, Magrão, Zinho (Corrêa), Muñoz (Everaldo), Anselmo (Thiago Gentil) – Técnico: Jair Picerni
Cartões amarelos: Dininho, Marco Aurélio (São Caetano), Marcos, Leonardo, Magrão (Palmeiras) – cartões vermelhos: Rafael (São Caetano), Pedro, Claudecir (Palmeiras)
Gols: Thiago Gentil (Palmeiras), 8 min, 42 min segundo tempo

21/03/2004 – PORTUGUESA SANTISTA-SP 1 x 2 PALMEIRAS-SP – CAMPEONATO PAULISTA
Estádio Ulrico Mursa – Santos / SP – Brasil – Horário: 16h00 – Público: 7.549 pagantes – Renda: R$ 98.140,00
Árbitro: Sálvio Spínola Fagundes Filho (SP) – Assistentes: Nílson de Souza Monção (SP), Émerson Augusto de Carvalho (SP)
Portuguesa Santista (Santos/SP): Cristiano, Édson Mendes, Diguinho, Chicão, Fabinho, Axel, Beto (Leandro Moreno), Reinaldo (Gileno), João Fumaça (Luciano Barbosa), Nando, Marlon – Técnico: Nenê
Palmeiras (São Paulo/SP): Marcos, Baiano, Leonardo, Nen, Lúcio, Marcinho (Rafael Marques), Corrêa, Diego Souza, Pedrinho (Fábio Gomes), Vágner Love, Adriano Chuva (Muñoz) – Técnico: Jair Picerni
Cartões amarelos: Axel, João Fumaça (Portuguesa Santista), Baiano, Lúcio, Leonardo (Palmeiras) – cartão vermelho: Diguinho (Portuguesa Santista)
Gols: Beto (Portuguesa Santista), 21 min primeiro tempo, Vágner Love (Palmeiras), 11 min, Pedrinho (Palmeiras), 14 min segundo tempo

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