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Archive for agosto \31\UTC 2012

Em 2008, também usamos reservas contra o Argentinos Juniors

Hoje de manhã fizemos uma série de tweets sobre a inconveniência de o Palmeiras viajar à Colômbia (que não é certa, mas é quase após a vitória do Millonarios por 4×2 fora de casa ontem) em meio à fase terrível no Brasileiro, e percebemos que existem muitas dúvidas quanto a quem o Verdão pode escalar, às datas e por aí vai. Então segue um resumo do que virá na famosa Sula Miranda:

Quando e onde serão os jogos?

A ida será em São Paulo entre os dias 25 e 27 de setembro. O blog arrisca que será terça, dia 25, por duas razões: o interesse maior da TV aberta será no SPFC, que jogará fora, e porque o Palmeiras terá enfrentado o Figueirense no sábado anterior e o jogo seguinte, contra a Ponte Preta, também tende a ser no sábado.

A volta será entre os dias 23 e 25 de outubro, em Bogotá. O Palmeiras antes terá enfrentado o Cruzeiro (data ainda não definida) e depois pegará o Inter fora no sábado (pois domingo será dia de eleições municipais). É preferível que também também seja na terça; não importa que não passe na TV, a prioridade é que quem viajar descanse antes do jogo em Porto Alegre

Quem pode jogar?

Muita gente quer que a base seja usada para poupar os titulares, mas não dá: só os 25 inscritos podem jogar. Mas três nomes podem ser trocados, e um deles certamente será Fernandinho.

O Palmeiras inscreveu os seguintes jogadores:

Goleiros: Bruno, Raphael Alemão, Fabio

Laterais: Artur, Luiz Gustavo, Juninho, Fernandinho

Zagueiros: Thiago Heleno, Maurício Ramos, Leandro Amaro, Román, Wellington

Volantes: Henrique, Márcio Araújo, João Vítor, Marcos Assunção

Meias: Valdivia, Daniel Carvalho, Patrik

Atacantes: Barcos, Mazinho, Luan, Obina, Betinho, Maikon Leite

Quem pode entrar e sair da lista?

Podem ser feitas três trocas. Parece claro que hoje entrariam João Denoni, Correa e Tiago Real, mas se a coisa apertar muito Felipão poderia optar por outro jovem, como Patrick Vieira, Emerson ou Caio Mancha. Quem sabe até mesmo Vinícius… mas seria preferível pinçar algum defensor, já que se Román ou Wellington estiverem fora de combate teremos que usar um dos zagueiros que atuam sempre.

Já quem sai é uma pergunta importante; Fernandinho é evidente. As outras duas trocas dependem da prioridade que o torneio receberá do Verdão: se houver uma grande reação no Brasileiro e o time puder entrar de cabeça no torneio, talvez só o meia/lateral-esquerdo saia; isso no entanto é improvável que aconteça até o jogo de ida, que é o limite para trocas. Por isso Felipão talvez opte por preservar dois atletas que considere essenciais no torneio nacional.

Palpite/opinião do blog: um dos que deveriam sair é Valdivia, que já joga pouco de qualquer maneira e não faria tanta falta na competição internacional. O terceiro nome poderia ser Marcos Assunção, que também vem baleado.

Qual seria a escalação então?

Se for pra abrir mão de uma vez e vamo que vamo, o time poderia ser Raphael Alemão; Correa, Wellington, Román, Luiz Gustavo; Márcio Araújo, João Denoni, Patrik, Daniel Carvalho; Maikon Leite, Betinho. O Millonarios não é um time desprezível (até tirou o São Paulo em 2007), mas quem sabe dê pra brigar. Aí a fase seguinte já seria junto da reta final do BR quando, tomara, já estejamos fora de risco.

Quem viria depois do Millonarios mesmo?

Nas quartas, Grêmio, Cobreloa (CHI) ou Barcelona (EQU). Na semi, provavelmente Tigre, Colón, Cerro Porteño ou Deportivo Quito (ou São Paulo ou Atlético-GO se ainda sobrar um deles). Na final qualquer um dos outros times ainda vivos, com destaque para a atual campeão Universidad de Chile, o Independiente e o Nacional uruguaio.

 

 

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A água bateu, o desespero tomou conta e as perspectivas são as mais sombrias possíveis. Resumindo, o Palmeiras voltou a ser o Palmeiras dos últimos 10 anos. Daqui para frente são 18 decisões com um único objetivo: terminar o BR em décimo sexto.

Horário e local: sábado, 01/09, as 18:30, no Pacaembu (PPV).

Árbitro: será Sandro Meira Ricci (PE), cujo histórico registra 9 jogos, sendo 3V/2E/4D:

2012 – 1×2 Atl-GO (BR,f) / 1×1 Coritiba (CB,f)

2011 – 3×2 Atl-MG (BR,c)

2010 – 1×1 Goiás (BR,f) / 0x1 Atl-GO (CB,f)

2009 – 3×1 Atl-MG (BR,c) / 0x2 Flamengo (BR,c) / 2×3 Vitória (BR,f)

2008 – 2×1 Atl-PR (BR,f)

Desfalques/Reforços: Wesley, Assunção, Fernandinho, D.Carvalho, Patrik e Román continuam entregues ao DM. Luan e Artur, que já treinam fisicamente, devem retornar. Valdivia tomou o terceiro amarelo e desfalca a equipe mais uma vez. Maurício Ramos volta de suspensão. O meia Thiago Real será apresentado ainda hoje e pode ser que apareça entre os relacionados.

Pendurados: Araújo, D.Carvalho, Obina e Barcos. Próxima partida: Sport (casa).

Previsão IPE: Bruno; Artur, M.Ramos, T.Heleno e Juninho; Henrique, Corrêa, Luan e Mazinho; Obina e Barcos.

Bola verde IPE: Artur, com média 5,5.

Destaques/Grêmio: Júlio César, Vílson e Fábio Aurélio ficam de fora, lesionados. Elano se recupera de lesão e a tendência é que também fique de fora. Leandro recebeu o terceiro amarelo e está suspenso. Luxemburgo deve repetir a escalação que derrotou o Vasco na última rodada, indo a campo com Marcelo Grohe; Anderson Pico, Naldo, Werley e Pará; Souza, Fernando, Marquinhos e Zé Roberto; Kleber e Marcelo Moreno.

Ex-palmeirenses no Grêmio: o atacante Kleber.

Palpite IPE: 1×0, gol de Betinho.

Último confronto no local do jogo: faz bastante tempo que não enfrentamos o Grêmio no Pacaembu. A última delas foi em jogo válido pela CB1993 – 1×1 – gols de Edmundo (PAL) e Gílson (GRE).

Última vitória no local do jogo: no Pacaembu, foi pelo BR1987 – 2×1 – gols de Lino e Henrique (contra) para o Palmeiras, e Cuca para o Grêmio.

Última derrota no local do jogo: o Palmeiras jamais perdeu para o Grêmio no Pacaembu (medo!!). Em 10 partidas disputadas no estádio municipal, 8 vitórias e 2 empates.

Histórico: no retrospecto geral, uma lavada. No brasileiro, equilíbrio.

GERAL CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
80 30 33 17 116 86 44 18 10 16 57 39

O IPE se lembra: pelo BR1995 o Palmeiras recebeu o Grêmio no Palestra (que saudade!!) e venceu com facilidade – 3×0 – gols de Rivaldo (2) e Edílson.

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Caindo

O fiasco de ontem representa o fim de um campeonato e o começo de outro. Não existe mais o Brasileirão propriamente dito, aquele de 20 times; para o Palmeiras, o que há é uma maratona de 18 jogos a dois em que precisamos de 4 pontos a mais que o Bahia – isso, claro, contando que nenhum dos três times que insistem em ficar atrás de nós resolva reagir.

Vendo o que resta apenas com uma competição cabeça a cabeça com o Tricolor de Aço, não parece assim uma missão tão impossível. Mas quem assistiu um time impotente, incapaz de forçar Dida a uma defesa de verdade até os 48 do segundo tempo, que não acerta passes, cruzamentos, posicionamentos, se assustou e, com razão, vê o precipício se aproximar lenta e agonicamente. Dos últimos 15 pontos, fizemos 3; seria o Palmeiras capaz de repetir o feito do Juventude de 1999, campeão nacional e rebaixado no mesmo ano?

O primeiro tempo de ontem mostrou duas equipes mais preocupadas em discutir do que em jogar; foram inúmeras faltas, alguns cartões e nada de chances de parte a parte. No Palmeiras, o destaque eram as atuações tenebrosas dos três “inhos”: Betinho, numa esquisita função de atacante-marcador, tropeçava na bola, Mazinho se enroscava nas pernas dos zagueiros e Juninho não sabia se ia ou voltava. Valdivia, o único armador, até que não ia mal, porém à sua frente havia três postes – até mesmo Barcos, em noite terrível.

Desta feita, o zero a zero ao intervalo era um placar justo; àquela altura, porém, o Bahia e o Coritiba já haviam triunfado, o Figueirense vencia e o Palmeiras se via num buraco cada vez maior. Felipão tirou o volante-atacante Betinho e nos fez lembrar de como éramos felizes sem Maikon Leite. Da última vez que mudança parecida foi feita num zero a zero, o time rapidamente perdeu o meio e o ataque e viu o Bahia vencer, ainda que com ajuda ostensiva do juizão. Ontem, nem precisou do homem de preto: Juninho, Correa e Leandro Amaro foram sucessivamente vacilando até Bruno Mineiro, sozinho como bombom de canela na caixa da Lacta, cabecear para marcar seu segundo gol no ano contra nós (antes, fizera pelo Atlético-PR na já longínqua Copa do Brasil).

Daí pra frente, não dava para esperar mais nada. Barcos tocou de letra para o vazio, Obina foi marcar, Maikon Leite maikonleiteou e Bruno brunou de novo quando a Lusa chegou pela segunda vez; no rebote, 2 a 0 para os donos da casa. O Palmeiras resolveu ao menos brincar de correr, sem saber para onde. À Portuguesa bastou por o alviverde na roda para achar mais um gol, conseguir sua maior vitória em anos e desesperar de vez o torcedor. De quebra, claro, o jogo de ontem indiretamente eliminou o time da Sul-Americana, pois agora naturalmente Vinícius tem que ser titular nessa competição e justificar seu contrato cheirando a Pinhosol.

Felipão deve mudar o time para o confronto de sábado; não apenas porque Valdivia aproveitou a primeira chance pendurado para tirar uma folguinha, como porque Luan estará à disposição, e seu xerox mal-acabado Betinho deve ir para o banco. Mazinho merece o mesmo destino, porém a ausência do chileno deve segurá-lo no time; também Artur deve retornar. A esperança atenderá pelo nome de Tiago Real, num time que possivelmente será escalado com Bruno; Artur, Maurício Ramos, Thiago Heleno, Juninho; Henrique, Correa, João Vítor, Tiago Real; Mazinho e Barcos. Vem mais sofrimento por aí.

Atuações

Bruno – algumas poucas defesas e mais uma falha na conta, a do segundo gol. 3,5

João Vítor – a sorte é que o lateral-esquerdo da Lusa era o reserva. 3

Leandro Amaro – uma imagem vale mais que este comentário. 2

Thiago Heleno – estava nervoso, mas foi o melhor da zaga. 5

Juninho – caindo a cada jogo. 3

Henrique – não liderou e pouco apareceu. 4

Correa – fraquíssimo. 2,5

Valdivia – o melhor do time, o que não significou muito. 5,5

Mazinho – saudades do velho Mazinho. Não digo o de 1993, digo o de maio mesmo. 2

Betinho – domínio de bola inigualável. Isso não é um elogio. 1

Barcos – provavelmente sua pior partida de verde. Ou melhor, de amarelo. 3

Maikon Leite – palavras não podem descrever os 576 cruzamentos e 154 piques inexplicáveis. 2

Obina – alternou lances razoáveis e ruins. No momento está acima de Betinho e Mazinho. 4

Márcio Araújo – correu mais que Correa, produziu tanto quanto. 3

Felipão – ou muda o esquema ou muda de divisão.

Ficha técnica

POR­TU­GUESA 3 X 0 PAL­MEIRAS

Protuguesa – Dida; Luís Ri­cardo, Gus­tavo, Val­do­miro e Ro­gério (Lima); Fer­di­nando, Léo Silva, Moisés e Bo­quita; Ana­nias (Diego Viana) e Bruno Mi­neiro (Maylson). Téc­nico: Ge­ninho.

Palmeiras – Bruno; João Vitor, Le­andro Amaro, Thiago He­leno e Ju­ninho; Hen­rique, Correa (Márcio Araújo) e Val­divia; Be­tinho (Maikon Leite), Ma­zinho (Obina) e Barcos. Téc­nico: Luiz Fe­lipe Sco­lari.

Gols- Bruno Mi­neiro, aos 4 e aos 24, e Moisés, aos 39 mi­nutos do se­gundo tempo.

Árbitro- Wilson Luiz Se­neme (Fifa/SP).

Cartões Amarelos – Bo­quita, Ana­nias, Val­divia, Thiago He­leno, Moisés, Hen­rique, Le­andro Amaro e Fer­di­nando.

Renda/público – Não dis­po­ní­veis.

Local – Es­tádio do Ca­nindé, em São Paulo.

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Agora com Narciso, sub-20 tenta deslanchar

Costumamos avaliar o rendimento da base por dois critérios: os poucos torneios que passam na TV e o desempenho dos jogadores que milagrosamente chegam a ter chance no time principal.

No primeiro item, tivemos uma decepção recente: na Taça BH, a campanha foi muito fraca – 3 derrotas, 1 empate e 1 vitória na última rodada. No segundo, vimos João Denoni, Wellington e Luiz Gustavo começarem a receber oportunidades; até aqui a impressão é que o primeiro pode vingar, o segundo não deve ter vida longa e o terceiro ainda é muito verde para ser julgado. Vários jogadores ainda estão na fila de testes, sendo os principais Bruno Dybal e Diego Souza.

A impressão do blog é que Felipão pretendia usar a reta final do BR para mesclar essa garotada com alguns titulares, enquanto o grosso do elenco principal ficaria dedicado à Sul-Americana, mais ou menos como em 2010. No entanto, a pífia campanha no primeiro turno deve abortar essa ideia; esperamos que ainda seja possível fazer isso nas últimas rodadas.

Enquanto isso, longe dos holofotes*, seguem os Campeonatos Paulistas das categorias de base, e o Verdão vai se virando nas três disputas de que participa, embora ainda falte muito para os finalmentes. Vamos a uma breve atualização da molecada.

Sub-20

Faltando dois jogos para o encerramento da primeira etapa, o Palmeiras está praticamente classificado. Confira abaixo a situação (todas as tabelas desse post foram extraídas do site http://www.ogol.com.br)

O artilheiro da equipe é o meia Mateus (4 gols; o líder é o pontepretano Gian, 10). Alguns jogadores que têm atuado constantemente são o goleiro Walter, o zagueiro Douglas e o atacante Miguel Bianconi, além dos já citados Bruno Dybal e Diego Souza.

Sub-17

Perto do fim da segunda fase, o atual campeão está muito próximo de assegurar a vaga.

O artilheiro do time é, como no ano passado, Hugo Ragelli, com seis gols (Igor, do Paulínia, tem 17 e já ganhou uma etiqueta de “vende-se”).

Sub-15

A vitória contra o Noroeste no último sábado recolocou o time em boa posição, mas ainda não há nada garantido; empates nos dois jogos deste fim-de-semana seriam muito convenientes.

Quem mais foi às redes no Verdinho foi Lucas Macedo (8); no geral, quem lidera é Evandro (Grêmio Prudente), com 20.

Em resumo

Os times vão até aqui cumprindo seus papéis (OK, no fundo o papel é revelar jogadores, mas enfim, já que estamos no campeonato, tem que disputar pra valer). Porém as fases mais agudas ainda não chegaram; vamos acompanhar.

*”Longe dos holofotes” não é totalmente verdade – a Rede Vida tem transmitido partidas do Sub-20 e Sub-17, e há rumores que a Rede TV também passará a televisionar o sub-20.

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Turno novo, vida nova? Em sua primeira partida com 98 anos de idade, o Palmeiras vai a campo para uma decisão às avessas: a luta contra o rebaixamento. Se de um lado buscamos nos afastar da ZR, a Lusa tenta se manter longe dela.

Horário e local: quarta-feira, 29/08, as 20:30, no Canindé (PPV).

Árbitro: será Wilson Luiz Seneme (SP), cujo histórico registra 29 partidas ao longos dos últimos 12 anos, com 11V/7E/11D. Seu histórico dos últimos 3 anos não é nada animador, apesar do equilíbrio no histórico geral:

2012 – 3×3 São Paulo (P, c)

2011 – 0x0 Corinthians (BR, f)

2010 – 1×1 Botafogo-RP (P, f) / 0x1 Corinthians (P, f)

Desfalques/Reforços: Wesley, Assunção, Fernandinho, D.Carvalho, Patrik e Román continuam entregues ao DM. Luan, Artur, Araújo e M. Leite foram liberados para os treinos físicos e têm chance de ser relacionados. M.Ramos está suspenso pelo terceiro amarelo. Em compensação, Thiago Heleno volta de suspensão. O meia Thiago Real, anunciado como novo reforço, só deverá ter condição de jogo na rodada do final de semana.

Pendurados: Araújo, D.Carvalho, Valdivia, Barcos e Obina. Próxima partida: Grêmio (casa).

Previsão IPE: Bruno; Artur, Amaro, T.Heleno e Juninho; Henrique, Corrêa, J.Vitor e Valdivia; Mazinho e Barcos.

Bola verde IPE: o novo líder é Artur, com média 5,5.

Destaques/Lusa: vindo de derrota na última rodada para a Ponte Preta, a Lusa terá time completo para enfrentar o Palmeiras. O técnico Geninho deverá ir a campo com Dida; Ivan, Gustavo, Valdomiro e Rogério; Ferdinando, Léo Silva, Moisés e Heverton; Ananias e Bruno Mineiro.

Ex-palmeirenses na Lusa: o zagueiro Gustavo.

Palpite IPE: 2×0, gols de Barcos e Thiago Heleno.

Última vitória no local do jogofoi pelo Paulistão 2011 – 2×0 – gols de Cicinho e Kleber.

Última derrota no local do jogo: faz tempo! Foi pelo BR2001 – 0x2 – gols de Ricardo Oliveira e Fabiano.

Histórico: o primeiro confronto da história entre Palmeiras e Portuguesa data de 1923 e foi válido pelo Paulistão daquele ano –  1×1 – gols de Heitor para o Palmeiras, e Peres para a Lusa.

GERAL CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
258 120 72 66 449 329 27 11 8 8 33 31

O IPE se lembra: pelo BR98, o Palmeiras foi ao Canindé e saiu com uma vitória suada – 3×2 – gols de Arce, Oséas e Jr. Baiano para o Palmeiras, e Fabrício e Evair para a Portuguesa.

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Por Claudio RK

26 de agosto, uma data sagrada para todos nós de coração verde. Dia de celebrar o time pelo qual sofremos, pelo qual cantamos, com o qual nos emocionamos dia após dia. Se é fato que no último dia do ano que passou tivemos um revés dolorido, também é verdade que temos motivos para comemorar; afinal, aleluia!, o Palmeiras nos deu um ótimo presente no último 11 de julho. Com a vaga garantida na Libertadores e o estádio caminhando a passos largos, temos motivos para acreditar num bom 99º ano, aquele que será o da preparação do centenário. Que o clima pré-eleitoral não contamine o ambiente dentro de campo, o melhor em muito tempo (mesmo com os tropeços recentes).

O aniversário do Verdão merece um post especial. Em 2011, fizemos uma lista dos 97 maiores jogadores que os redatores acompanharam; agora, vamos a uma lista dos 98 grandes jogos que marcaram a vida deste redator. Tem jogo que eu estava lá, tem jogo que foi pela TV. Tem título, tem goleada, tem muito Derby, tem até uma ou outra decepção. Mas, se cada jogo do Palmeiras tem um significado próprio, estes são ainda mais especiais. Confira e veja se cada um deles também não lhe tocou de alguma forma.

Critérios? Só houve uma autoimposição: que houvesse ao menos um jogo de cada ano a partir de 1988, quando cheguei aos 10 anos. A ordem é bastante subjetiva, às vezes um jogo de meio de campeonato traz uma lembrança maior que um título, mas no fim todos os campeonatos de que o Verdão participou nos últimos 25 anos estão aí, até amistoso tem. Faça sua lista e divida conosco, você verá como é difícil fazer um ranking. Por ora, reviva esses grandes momentos:

98 2×0 SPFC (Paulista 1990) 84 0x0 Vasco (volta, final BR 1997)
97 3×2 Vasco (BR 2007) 83 2×1 Cruzeiro (BR 2009)
96 2×1 Flamengo (BR 2009) 82 4×0 SPFC (BR 1992)
95 4×3 Portuguesa (Série B 2003) 81 5×2 Cerro Porteño (Libert. 1999)
94 5×1 Fluminense (BR 1996) 80 1×0 Corinthians (Libert. 1999)
93 5×1 Mogi (Paulista 1995) 79 4×2 SPFC (Rio-SP 2002)
92 3×1 Santos (BR 2009) 78 3×1 Juventude (BR 1999)
91 6×0 Botafogo (BR 1999) 77 1×0 Corinthians (1º turno BR2007)
90 4×3 Portuguesa (Paulista 1999) 76 2×0 São Caetano (Paulista 2003)
89 2×0 Corinthians (Paulista 1993) 75 5×2 Bragantino (Paulista 2008)
88 6×0 Grêmio (BR 1999) 74 4×1 Atlético-MG (Mercosul 2000)
87 3×1 Corinthians (Paulista 1995) 73 3×0 Fluminense (BR 2002)
86 1×0 Inter (quadrangular BR 1997) 72 1×0 Corinthians (2º turno BR 2007)
85 2×1 SPFC (BR 2004) 71 7×0 Racing (Mercosul 1999)
70 2×1 Corinthians (BR 2011) 60 3×1 Cruzeiro (final Mercosul 1998)
69 7×3 Cruzeiro (Mercosul 1999) 59 1×1 Flamengo (BR 1988)
68 6×1 Borussia (amistoso 1996) 58 1×0 São Caetano (Libert. 2001)
67 5×0 Nacional (Mercosul 1998) 57 1×0 Corinthians (BR 2006)
66 3×1 SPFC (BR 2006) 56 3×1 Atlético-MG (BR 2009)
65 1×0 Ponte Preta (final Paulista 2008) 55 2×0 Corinthians (Paulista 1988)
64 4×0 Corinthians (BR 2004) 54 4×3 Santos (Paulista 2010)
63 2×1 SPFC (BR 2000) 53 3×0 Corinthians (Paulista 2007)
62 2×0 Corinthians (Paulista 1989) 52 2×1 Corinthians (Paulista 1994)
61 2×0 Santos (Paulista 1996) 51 2×1 Sport (C. Campeões 2000)
50 1×0 Olimpia (semi Mercosul 1998) 40 3×2 SPFC (Paulista 1994)
49 3×0 Corinthians (BR 2009) 39 5×1 Grêmio (oitavas Libert. 1995)
48 3×1 Corinthians (Paulista 1996) 38 2×0 Sport (1ª fase Libert. 2009)
47 2×1 Corinthians (Paulista 1991) 37 3×1 Peñarol (oitavas Libert. 2000)
46 2×1 Guarani (semifinal BR 1994) 36 2×0 Corinthians (final Rio-SP 1993)
45 0x0 Corinthians (final Rio-SP 1993) 35 4×0 Vasco (final Rio-SP 2000)
44 1×0 Botafogo (oitavas CB 1998) 34 3×0 Vitória (Sul-Americana 2010)
43 3×1 Grêmio (semifinal CB 1996) 33 2×1 Santos (semi Paulista 1999)
42 0x1 Manchester Utd (Mundial 1999) 32 3×2 Fluminense (BR 2005)
41 1×0 Corinthians (Paulista 1992) 31 2×0 Grêmio (semi CB 2012)
30 2×0 Marília (fase final série B 2003) 20 2×0 SPFC (quadrangular BR 1993)
29 2×2 Cruzeiro (Libert. 2001) 19 1×0 Colo-Colo (Libert. 2009)
28 2×2 Santos (semi CB 1998) 18 6×0 Santos (Paulista 1996)
27 6×1 Boca (Libert. 1994) 17 1×0 Cruzeiro (final Mercosul 1998)
26 5×0 Ponte Preta (final Paulista 2008) 16 2×0 Coritiba (final CB 2012)
25 1×1 Vasco (oitavas Libert. 1999) 15 3×0 River (semi Libert. 1999)
24 2×2 Boca Juniors (ida, Libert. 2001) 14 4×2 Vasco (oitavas Libert. 1999)
23 1×0 Vitória (final BR 1993) 13 2×0 Vitória (final BR 1993)
22 2×2 Boca Juniors (ida, final Lib 2000) 12 1×1 Corinthians (final BR 1994)
21 0x1 Sport (oitavas Lib. 2009) 11 2×0 Corinthians (4ªs Libert. 1999)

E agora, o Top 10:

10. Palmeiras 2xo São Paulo (semifinal do Paulistão 2008)uma vitória que pareceu exorcizar anos de frustrações, especialmente contra o rival. A classificação não apenas encaminhava o primeiro título do século, já que ninguém imaginava perder para a Ponte, como também foi encarada como o ponto zero da retomada das conquistas do Verdão. No fim, não foi desse jeito – ficamos só no Paulista mesmo – mas mesmo assim foi um jogo de lavar a alma.

9. Sport 1×2 Palmeiras (jogo do acesso da Série B 2003) – jogo que marcou o fim de um pesadelo que, cremos, jamais voltará a se repetir. Em Garanhuns, “à luz dos vaga-lumes”, como disse Marcos, o Palmeiras saiu do fundo do poço e fez milhões de torcedores sentirem um alívio ímpar.

8. Coritiba 1×1 Palmeiras (final da Copa do Brasil 2012) – assim como no caso do São Paulo, outro triunfo para apagar o passado, mas este ainda mais importante: era a decisão de um título nacional, era a vaga na Libertadores, era o êxito dos renegados, era o buzinaço há tanto aguardado.

7. Palmeiras 0x2 Corinthians (quartas-de-final da Libertadores 1999) – o Palmeiras quase deixa escapar uma vaga que parecia próxima após os 2 a 0 na ida, mas o arquirrival também tinha um grande time. Nos pênaltis, São Marcos brilhou na frente dos peladões (pode clicar sem medo!) Dinei e Vampeta e a torcida respirou mais do que aliviada: o sonho da Libertadores continuava vivo.

6. Corinthians 1×3 Palmeiras (1ª final do Brasileiro 1994) – uma partida de gala de Rivaldo, mas não só dele. O Palmeiras que tudo ganhou durante dois anos sairia de cena com uma imensa conquista em cima dos fregueses de ontem, hoje e sempre. No jogo seguinte, foi cumprir tabela e gastar os poucos rojões que sobravam.

5. Palmeiras 2×0 Cruzeiro (final da Copa do Brasil) – um estádio tenso que explodiu em ondas à medida que as pessoas percebiam que a bola impossível de Oséas havia mesmo entrado no gol. Sim, Felipão havia cumprido a primeira parte da promessa, e o futuro parecia ser ainda mais brilhante. A América era questão de tempo.

4. Palmeiras 3×2 Corinthians (semifinal da Libertadores 2000) – se em 1999 os dois times eram parelhos, dessa vez o arquirrival era superior. Isso no papel; na prática, o Verdão se desdobrou para alcançar uma virada incrível (no começo do segundo tempo, o Corinthians vencia por 2 a 1 após a vitória por 4 a 3 na ida). Numa disputa de pênaltis que punha goleiros do quilate de Dida de um lado e Marcos do outro, coube a Marcelinho o infortúnio (ou não) do erro fatal. O Palmeiras novamente negava ao rival a chance do título e se encaminhava para o bi, que pode não ter vindo, mas deu àquela competição uma lembrança histórica.

3. Palmeiras 2×1 Deportivo Cali (final da Libertadores 1999) – pode ser injusto não colocar esta partida num lugar melhor, mas é porque infelizmente não pude estar no Palestra na noite mágica em que a América foi enfim pintada de verde. Após Vasco, Corinthians e River, a final parecia o menor dos obstáculos, mas não há conquista sem suor, e assim tivemos que esperar até o décimo pênalti para atingir o topo do continente.

2. Palmeiras 4×2 Flamengo (quartas-de-final da Copa do Brasil 1999) – uma das viradas mais incríveis da história do futebol nacional. Saímos perdendo com um minuto, empatamos, levamos o 2 a 1 que nos forçava a conseguir mais três. O empate até veio rápido, mas Euller só conseguiu nos salvar após os 44 minutos, com dois gols surreais. Aquele dia quem venceu não foi o time, foi o estádio todo; jamais vi comunhão igual entre torcida e atletas, no maior jogo da Era Felipão. Após o gol decisivo, um torcedor gritou para mim e um amigo: “Eu não acredito!”. E meu amigo rubronegro balançou a cabeça num sorriso amarelo e disse apenas “eu também não”. Inesquecível!

1. Palmeiras 4×0 Corinthians (final do Paulista 1993) – o jogo de nossas vidas, aquele que nos emociona só de lembrar e que levaremos para o túmulo como a maior de nossas memórias.

Os colegas do blog também têm suas listas, vamos a elas:

Álvaro 8/80

1 – Palmeiras 2 x 1 Deportivo Cali – uma grande, solitária e silenciosa comemoração.

2 – Palmeiras 4 x 1 SPFC – 2008 – último jogo antes de saber que eu seria pai, pq não te calas, rogéria?

3 – Palmeiras 2 x 1 Santa Cruz – 2006 – depois de um longo calvário a primeira vitória naquele BR, usei a camisa do Palmeiras a cada dia desde a primeira partida do campeonato até essa vitória.

4 – Palmeiras 2 x 0 Corinthians – 1999 – chupem mais um pouco

5 – Palmeiras 4 x 2 Flamengo – 1999 – felicidade gratuita, misturada com orgulho de ver que o time era capaz

6 – Palmeiras 3 x 2 Corinthians – 2000 – ave São Marcos

7 – Palmeiras 5 x 0 Ponte Preta – 2008 – primeiro e único jogo no estádio com meu Pai e com parte da horda, valeu a viagem e rendeu a história de ‘torcedor de final’…

8 – Palmeiras 3 x 0 Corinthians – 2007 – ver o Edmundo jogando daquele jeito de novo foi especial

9 – Palmeiras 1 x 1 Coritiba – 2012 – o resgate do orgulho foi digno de nota, já nem parecia que algum dia o Palmeiras tinha sido campeão de alguma coisa importante

10 – Sport 1 x 2 Palmeiras – Garanhuns, 2003 – impensável ter um jogo de série B como inesquecível, ali o torcedor fortaleceu seu amor, tipo um namoro que passa por uma crise dolorida e volta mais forte… afinal, temos honra.

Pedro Ivo

1 – Palmeiras 4×0 Corinthians – Final do Paulista 93 – O fim das (até então) intermináveis chacotas.

2 – Palmeiras 2×1 Deportivo Cali – A vitória mais importante que presenciei do Palmeiras em toda minha vida.

3 – Palmeiras 4×2 Flamengo – CB1999 – Lembro de ter ido a este jogo após muita insistência de um amigo. Aos 40 do segundo tempo, com o Palestra abarrotado de gente e com o placar apontando 2×2, comecei a me encaminhar para as proximidades da saída a fim de evitar tumulto. Foi então que um torcedor que nunca havia visto na vida virou para mim e disse: “Não vai embora não, que o jogo vai terminar 4×2.” Dito e feito. Foi o jogo mais emocinante que assisti in loco em toda minha vida.

4 – Palmeiras 2×0 Cruzeiro – Final CB98 – Nas arquibancadas vermelhas do Morumbi o pessoal só gritou gol porque viu o povo lá do outro lado explodindo de alegria!

5 – Palmeiras 3×1 Corinthians – 1o. jogo Final BR 94

6 – Palmeiras 6×0 Santos – Paulistão 96 – Para um Palmeirense nascido e criado em Santos, essa vitória teve um gosto que só entende mesmo quem cresceu convivendo com a torcida santista.

7 – Palmeiras 3×2 Corinthians – Libertadores 2000 – Correu Marcelinho, bateeeeeuuuu…. MAARRRRRCOOOOSSSS!!!

8 – Palmeiras 3×0 River Plate – Libertadores 99 – Lembro de cada detalhe desta partida. Desde a chegada ao estádio, 3 horas antes do início, até o apito final. Toda a movimentação, o clima nas arquibancadas. Uma partida e uma festa memoráveis. Da posição que eu estava na arquibancada, o gol do Alex foi ainda mais bonito do que na TV.

9 – Palmeiras 2×0 Corinthians – Libertadores 99

10 – Palmeiras 1×0 Cruzeiro – Copa Mercosul 98 – Nem tanto pelo título em si, mas mais porque foi a última vez em que fui com meu pai ao estádio.

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Fez a festa…

Findo o primeiro turno o saldo é desesperador, o Palmeiras dorme hoje a última noite dos DIGNOS; aqueles mais conhecidos por não estarem na zona de rebaixamento; Outra vez o time jogou relativamente bem e perdeu, oras, voltemos a jogar mal e vencer ou, quem nos dera, ser um peixe empatar.

No primeiro tempo só deu Palmeiras e aquele medo de que se não fizesse logo o gol acabaria perdendo foi tomando de conta; quando a rede praiana finalmente estufou em belo chute de fora da área de Correa – que hoje poderia ter sido o herói da vitória – já se iam 40′ de prélio. Aquele alívio que corre nas veias depois do gol a favor logo nos foi tirado. Valdívia fez falta boba por trás e Neymar foi para a cobrança, daquela distância  não era nem pra preocupar, quanto menos pra ter sido gol. Dava pro Bruno ter chegado.

Na segunda etapa os auriverdes voltaram menos inspirados e o Santos foi ‘gostando do jogo’ e não demorou muito para Neymar bater fraco, mascado e colocado. Dava pro Bruno ter chegado. A partir daí foi que nem bater com o dedo mindinho no pé na quina da estante de cerejeira: acabou a graça. O Douradão Verdão chegava mas não marcava, Barcos sentiu o peso da camisa argentina que ainda nem teve a gola deflorada por sua cabeleira e abusou do direito de perder gols. Definitivamente a linha que separa o herói do vilão é mais estreita que a que fica embaixo das traves.

Não tem nem o que dizer, é só ir lá e fazer os gols e não tomar, não é admissível chegar na 19ª rodada com 4 vitórias.

Notas:

Bruno – piada – ZERO
João Vitor – fez o que todo mundo tem que fazer contra Neymar: bateu. Mas também jogou bem – 6
Maurício Ramos – não comprometeu – 5
Leandro Amaro – idem Maurício Ramos – 5
Juninho – parece que o time só pode jogar por ali, e desse mato não sei nem mosquito – 2
Henrique – defendendo vai bem, atacando, meldels – 5
Correa – bons passes, caiu pelos dois lados do campo, fez o gol, se salvou hoje – 7
Valdívia – nunca deu migué nem passe de 5 metros certo, quis aparecer mais que jogar – ZERO
Mazinho – ali não é a dele, ou volta a jogar mais lá na frente ou vai virar mico – 2
Barcos – hoje não fez, apesar dos bons pivôs, belos dribles, atacante que não faz, zera – ZERO
Betinho – muito nervosinho, pouca bola, deu um bom chute e tentou umas tabelas – 2

Obina – não produziu nada – 2
João Denoni – entrou sem tremer, merece mais oportunidades – 5
Vinícius – Felipão é um cara cômico às vezes – S/N

Felipão – não dá para ficar esperando os lesionados voltarem, o trem da série B chega logo depois que o da série A passa – 2

Melhores Momentos:

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 1 X 2 SANTOS

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/hora: 25/8/2012, às 18h30
Árbitro: Guilherme Cereta de Lima (SP)
Auxiliares: Marcio Luiz Augusto e Danilo Ricardo Simon Manis (SP)
Renda e público: R$ 772.640/ 22.020 pagantes
Cartões amarelos: João Vitor, Valdivia e Maurício Ramos (PAL); Adriano (SAN)
Cartões vermelhos: –

Gols: Correa, 40′ 1º/T (1-0); Neymar, 43′ 1º/T (1-1); Neymar, 17′ 2º/T (1-2)

PALMEIRAS: Bruno; João Vitor (João Denoni, 36′ 2ºT), Leandro Amaro, Maurício Ramos e Juninho; Henrique, Correa, Valdivia e Mazinho (Obina, 24′ 2ºT); Barcos e Betinho (Vinícius 45’2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

SANTOS: Rafael; Bruno Peres, Bruno Rodrigo, Durval e Juan; Adriano (Gerson Magrão, 33′ 2º/T), Arouca, Patito Rodríguez (Felipe Anderson, 34′ 2ºT) e P.H.Ganso; Neymar e André (Bill 39’2ºT). Técnico: Muricy Ramalho.

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