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Archive for outubro \31\UTC 2012

Lusa 3 a 0: passou o boi, passou a boiada.

Leitor amigo, você se lembra qual foi a última vez que o Palmeiras saiu atrás (ou esteve atrás em algum momento) e não perdeu?

O maior problema da equipe nos últimos meses talvez tenha sido esse: a capacidade de reação da equipe é praticamente nula. Um gol apenas deixa o time em geral prostrado; chega a dar a impressão que o time crê que dali pra frente não há o que fazer. Foram várias as partidas em que isso aconteceu.

O grande exemplo foi contra o Náutico: os dez minutos iniciais do Verdão foram avassaladores. Quatro boas chances foram desperdiçadas (uma delas salva em cima da linha); aí, na primeira bola que veio, pumba: 0x1. Havia mais 80 minutos de jogo, mas a derrota se consumou ali: o time pouco fez, e mesmo colocando um atacante atrás do outro quase não criou. A expulsão de Thiago Heleno no segundo tempo só mostrou a falta de equilíbrio emocional na desvantagem.

É raro o time dar sinais de vida após sofrer um gol, e isso também vale para quando o time até larga na frente, mas deixa o adversário reagir: contra Inter, Vasco e Santos, passou o boi, passou a boiada. Destes, apenas contra o Inter chegamos a igualar, mas, bom, todos vemos o que está acontecendo. Fato é que reagir é exceção: contra Atlético-GO e Botafogo (este pela Sula) até conseguimos empatar depois de sairmos atrás, mas no fim levamos mais gols, não “re-reagimos” e perdemos de todo jeito. Nas outras vezes todas, depois que o adversário chegou às redes, não fizemos mais nada: Millonarios, São Paulo, Corinthians, Atlético-MG, Portuguesa, Inter e Bahia (no primeiro turno), entre outros, que o digam.

O curioso é que o contrário também vale: na gestão Gilson Kleina, exceção ao jogo de sábado (que oficialmente ainda não está consumado), o Verdão venceu as partidas em que saiu na frente: Cruzeiro, Bahia, Millonarios, Ponte, Figueirense. Vê-se que o time gosta de matar ou morrer – só que gostar de morrer definitivamente é algo que não vai nos ajudar. Esta é uma das missões mais urgentes do treinador, já que é pouco provável que saiamos na frente em todos os cinco jogos finais.

Domingo, enfrentamos um time de boas memórias em 2012. Acredito que a cabeça do elenco não estará mais nos delegados e repórteres delatores, e a motivação do Palmeiras será maior que a do Fogão, que (infelizmente) na prática não está na briga pela Libertadores. Essa motivação (= agonia, = desespero…) tem que se converter rapidamente em vantagem. Porque, já vimos, se Bruno for vazado primeiro…

Ah, a resposta da pergunta que abriu o post: faz mais de 3 meses que o Palmeiras não pontua após sair atrás. A última vez foi no clássico contra o São Paulo no primeiro turno: 1 a 1, com direito a pênalti perdido por Valdivia. No jogo anterior, a final da Copa do Brasil, também saímos atrás e sorrimos. Por fim, a última virada completa 4 meses amanhã: os já longínquos 3 a 1 contra o Figueirense.

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Ganhar do Flu é obrigação (do Botafogo, então…)

A última rodada representou mais um passo rumo ao atoleiro, mas não é ainda o fim. O Bahia manteve o alviverde vivo ao não passar de um empate em casa, e o Sport pela sexta vez seguida teve o mesmo resultado do Palmeiras. Agora, são duas rodadas em que alcançar ambos os nordestinos é essencial, pois as últimas três rodadas não nos favorecem.

Portuguesa e Ponte, que estavam presentes na tabela abaixo semana passada, já não aparecem agora. A briga é realmente com o Tricolor de Aço e o Leão da Ilha, cujos caminhos estão representados abaixo

Calculamos novamente a dificuldade de cada tabela usando um ajuste de 20% (um adversário com 60 pontos “vale” 72 jogando em casa e 48 fora). E aí se percebe a grande vantagem do Bahia na pontuação média dos adversários: a deles é de 39,6, contra 44,3 nossos e 49,4 do Sport.

Não resta outra alternativa: é vencer os dois próximos jogos e torcer para o Bahia não somar mais que um e o Sport não fazer nada de mais. Aí chegaríamos aos 3 últimos confrontos com o pescoço fora d’água – mas com uma tabela complicada. Nisso a gente pensa depois; primeiro é sobreviver até lá.

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Drama demais, bola de menos.

Costuma ser assim, quando envolve drama demais, acaba em tragédia. O Palmeiras conseguiu sair na frente, tomar a virada, fazer um gol de mão que foi validado, depois foi anulado graças a um delegado da CBF que viu o lance no replay na televisão. O jogo ficou parado 6 minutos, mais uns 5 em substituições, faltas e reclamações, ai o juiz deu só 6 minutos de acréscimo. Drama pouco é bobagem, rebaixamento é o que cada vez mais se enxerga no horizonte palestrino…

Não vai ser tomando viradas e cometendo erros bizarros que o Palmeiras vai conseguir se salvar do rebaixamento, se ainda houver algum tipo de salvação, vai ser com inteligência. Na partida do Beira-Rio o Verdão saiu na frente com Luan marcando de cabeça, ainda no primeiro tempo Patrik Vieira, Barcos e Artur desperdiçaram 3 gols incríveis, e a bola pune.

O Inter conseguiu a virada antes dos 20′ do 2º tempo e o time alviverde desesperou, Henrique perdeu a cabeça, Marcos Assunção não acertava um escanteio, e o Luan já queria ir pra porrada, tava na cara que não ia dar certo, até o fatídico lance do gol de mão ser anulado pela presença sórdida e mal intencionada de um tal delegado da CBF, coisa que nunca é vista em jogo algum, o Palmeiras aparentemente TEM que cair… ninguém menciona na imprensa ‘especializada’ que o argentino Barcos estava sendo finalizado pelo ‘indígena’ Índio com uma gravata de dar inveja nos campeões do UFC…

Vamos lá, faltam 5 jogos, precisa ganhar 4, na melhor das hipóteses podem ser 2 vitórias, 1 derrota e mais 2 vitórias, pra não exigir uma sequência tão forte de triunfos consecutivos… não resta mais nada, nem esperança, só torcida.

Notas:

Bruno – Fez boas defesas mas ficou pregado no chão em todos os cruzamentos – 5
Artur – perdeu um gol feito, errou no lance do primeiro gol colorado – ZERO
Maurício Ramos – bastante dedicação, tirou todas por cima – 6
Henrique – pilhou, começou a bater e fazer seus lançamentos pra ninguém – 3
Leandro – nem defendeu nem atacou – 3
João Denoni – seguro, roubou várias bolas e não tem medo de se apresentar pra receber bola no sufoco – 7
Wesley – perdido, estava nítida a falta de ritmo de jogo e noção de posicionamento – 3
Marcos Assunção – não acertou nada, cobrou escanteios curtos, lento na marcação, fraco nos passes – 3
Patrik Vieira – jovem de qualidade querendo se firmar não pode perder gol que nem aquele – 3
Luan – fez o gol, marcou, atacou, tudo dentro de suas infinitas limitações – 6
Barcos – tenta de todos os jeitos, perdeu um gol feito, mas não recebeu outra bola na partida – 6

Juninho – não acrescentou nada, ficou só batendo palmas – 3
Maikon Leite – nulo – 2
Obina – nulo – 2

Gilson Kleina – tem que mudar o esquema de jogo, a defesa está uma mãe, ontem dava pra ter segurado a vitória – 3

Melhores Momentos:

FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 2 X 1 PALMEIRAS

Local: Beira-Rio, Porto Alegre (RS)
Data/hora: 27/10/2012 – 16h20 (de Brasília)
Árbitro: Francisco Carlos Nascimento (AL)
Assistentes: Rodrigo Pereira Joia (RJ) e Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ)
Público Total/Renda: 11.339 /R$ 119.560

Cartões amarelos: Maurício Ramos, Henrique  (PAL) Josimar, Muriel, Forlán, D’Alessandro (INT)
Cartão vermelho: nenhum
Gols: Luan – 21’/1ºT (0-1) Fred – 34’/1ºT (1-1) Rafael Moura 9’/2ºT (2-1)

INTERNACIONAL: Muriel; Nei (Elton – intervalo), Rodrigo Moledo, Índio e Kleber (Fabrício – 23’/2ºT); Josimar, Guiñazú, Fred (Cassiano – 37’/2ºT) e D’Alessandro; Forlán e Rafael Moura. Técnico: Fernandão

 PALMEIRAS: Bruno; Artur, Maurício Ramos, Henrique e Leandro (Juninho – 34’/2ºT); João Denoni, Wesley (Maikon Leite – 30’/2ºT), Marcos Assunção e Patrick Vieira; Luan (Obina – 42’/2ºT) e Barcos. Técnico: Gilson Kleina.

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Eliminado da Copa SA, o Palmeiras agora foca todas as atenções e energia no que realmente interessa neste final de ano: tentar escapar do rebaixamento. Pela frente, um adversário dos mais azedos…

Horário e local: sábado, 27/10, as 16:20, no que restou do Beira-Rio (Globo/PPV)

Árbitro: será Francisco Carlos Nascimento (AL), cujo histórico registra 5 partidas, com 2V/1E/2D:

2012 – 2×1 Botafogo (BR, f) / 3×1 Figueirense (BR, c)

2011 – 1×2 Fluminense (BR, c) / 1×1 Atl-GO (BR, f) / 1×3 Botafogo (BR, f)

Desfalques/Reforços: Valdivia e Fernandinho, lesionados, ficam de fora. Thiago Heleno está “com dores” e também deve ficar de fora. Não há suspensos. Correa e Maikon Leite voltaram aos treinos e reforçam a equipe.

Pendurados: Román, Araújo, Barcos, Valdivia, Luan, Amaro, Assunção e Wellington. Próxima partida: Botafogo (casa).

Previsão IPE: Bruno; Artur, M.Ramos, Henrique e Leandro; Denoni, Assunção, Wesley e Patrick Vieira; Maikon Leite e Barcos.

Bola verde IPE: Barcos é o novo líder, com média 5,41.

Destaques/Inter: o zagueiro Índio e os atacantes Leandro Damião e Dagoberto, lesionados, ficam de fora. O volante Ygor, suspenso, também é desfalque. A provável escalação do colorado deverá ter Muriel; Nei, Rodrigo Moledo, Juan e Kleber; Guiñazu, Josimar, Fred e D’Alessandro; Rafael Moura e Forlán.

Ex-palmeirenses no Inter: o zagueiro Índio.

Palpite IPE: 1×1 – o Palmeiras sai na frente com Wesley, mas Rafael Moura empata.

Último confronto no local do jogo: foi pelo BR2011 – 2×2 – gols de Luan e Rodrigo (contra) para o Palmeiras, com Leandro Damião e Araújo (contra) para o Inter.

Última vitória no local do jogo: lá se vão quase 15 anos! Foi pelo BR1997 – 1×0 – gol de Wágner.

Última derrota no local do jogo: também faz algum tempo. Foi pelo BR2009 – 0x2 – gols de Danny Moraes e D’Alessandro.

Histórico: ao lado de Cruzeiro e SPFC, é um dos poucos com vantagem no histórico. No caso do Inter, nosso problema é justamente os jogos no Beira-rio, com apenas 3 vitórias em toda história.

GERAL

CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP

GC

76 24 20 32 81 102 54 16 15 23 55

76

O IPE se lembra: em uma das únicas 3 vitórias no Beira-rio, 2×0 pelo BR1994, Edmundo fez isso aqui. O outro gol foi marcado por Rivaldo.

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Às margens do Guaíba o Palmeiras costuma sentar e chorar. Só até amanhã?

Sábado o Palmeiras tem uma partida importantíssima; somar pontos apenas em casa (seja esta em São Paulo, Araraquara ou Prudente) não bastará, é preciso buscar bons resultados fora. O problema é que não podia haver local pior para uma decisão como esta: poucos estádios estão tão associados a resultados ruins quanto o Estádio Beira-Rio. Estamos condenados? Bom, há argumentos para pessimistas e otimistas.

O lado ruim

Os números são assustadores: desde a primeira vez que o Verdão pisou no José Pinheiro Borda, em 1969, são 31 jogos. Destes, 19 acabaram em derrota, 8 em empates e 4, apenas quatro, em vitórias. Detalhe: destas vitórias, duas foram em amistosos (sendo uma contra o América-RJ, na única vez em que enfrentamos lá uma equipe que não o Colorado) e uma em partida que pouco valia, no Brasileiro de 1997, pois o Inter já estava eliminado e nós classificados para a final. Naquela ocasião, o lateral esquerdo reserva Wagner fez o gol solitário (confira aqui, no vídeo mais rápido da história do Youtube).

Vitória digna do nome, mesmo, só houve uma: há 18 anos, com o timaço que se sagraria bi(octo)campeão nacional, Rivaldo e Edmundo (provocador como sempre) fizeram os tentos da vitória por 2 a 0. É verdade que com Velloso; Claudio, Tonhão, Cléber, Roberto Carlos; Flávio Conceição, Amaral, Rivaldo, Zinho; Edmundo e Evair fica mais fácil, mas ainda assim é difícil justificar um desempenho tão fraco no Gigante da Beira-Rio – ainda mais tendo em vista que no estádio do Grêmio temos algumas vitórias recentes, sendo a da semi da Copa do Brasil particularmente memorável.

Surras, foram muitas: já na primeira partida, 0x3 no lombo. Também foi ali que o Palmeiras sofreu sua maior goleada na história do Brasileirão, um humilhante 6×0 no péssimo ano de 1981, assim como duas derrotas por 4×1. Não à toa, nosso déficit é grande: são 25 gols feitos e 52 sofridos.

São 10 jogos desde aquele 6 de dezembro de 1997; dentre todos os estádios do Brasileiro, apenas no Couto Pereira a seca é maior (11 partidas e alguns meses a mais, desde março de 1997), mas em Curitiba podemos dizer que levantamos uma taça. O jejum porto-alegrense é sem dúvida pior.

O lado, hmmm, “bom”

Não se pode dizer que o Palmeiras tenha feito grandes campanhas nos Brasileiros de 2010 e 2011, muito pelo contrário. Ainda assim, nestes últimos dois anos o time sobreviveu ao confronto do Beira-Rio – e por muito pouco não quebrou o jejum, o que tiraria a pressão extra do sábado, já que é claro que o elenco sabe desta sina.

Em 2010, na última partida do breve comando de Parraga, o Palmeiras vinha despencando. Havia perdido do São Paulo, empatado com o Barueri (ou era Prudente?) e perdido em casa para o Flamengo. A derrota eram favas contadas, mas Lincoln marcou logo no começo e deu alguma esperança. A pressão do Inter – que, vale lembrar, seria campeão da América pouco depois – foi grande, e Giuliano acabou empatando no segundo tempo. No fim, a igualdade acabou sendo até relativamente comemorada; a pausa para a Copa começava com um resultado aceitável. E Felipão seria contratado semanas depois.

Já no ano passado, chegou a dar pena de nós mesmos. O início do Brasileiro era bom – após o massacre de Curitiba pela Copa do Brasil, tínhamos largado no Nacional com duas vitórias em casa e um empate fora. Na primeira etapa, equilíbrio com ligeira vantagem verde; mas, no início do segundo tempo, Márcio Araújo fez um golaço. Contra. Era o velho filme se repetindo, mas pouco depois o Colorado devolveu a gentileza e o placar novamente se igualou. Pouco depois, lançamento espetacular de Marcos Assunção para Luan e, no lance mais inacreditável do Brasileiro, este passou como quis por Nei e, com pouco ângulo, fuzilou Renan. Era a impensável virada.

E o tempo passou. Faltavam 10 minutos, e o tabu ia pro espaço. Faltavam 5. Faltavam só os descontos. Era muito ainda: Leandro Damião subiu mais alto que todos em um escanteio e prorrogou a agonia por mais um ano. Exatamente este ano, quando contaremos com um, digamos, reforço: enfrentaremos somente meio estádio, já que estão em andamento as obras para a Copa de 2014.

A vitória anda amadurecendo, se é que se pode dizer isso de um local onde pisamos uma vez por temporada. E, se quisermos atuar ali novamente em 2013, é bom que já seja com esta escrita quebrada. Que o nosso argentino valha por todos os estrangeiros do lado de lá.

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A tabela da reta final

Na tabela, a vantagem é baiana.

Finda a participação na Sul-Americana, é hora de pensar na única coisa que importa até o fim do ano: a desesperada tentativa de permanecer na Série A.

Neste aspecto, a última rodada foi péssima: apesar de termos vencido, todos os adversários pontuaram (à exceção do Figueirense, derrotado ontem). E, como nós corremos atrás, não nos bastam os triunfos; é preciso secar, e secar muito.

Após esta rodada, decidimos não considerar mais na briga o clube de Florianópolis, cuja desvantagem aumentou muito. O Flamengo está atrás da Ponte no desempate, mas mantemos apenas a Macaca na disputa pela complicada tabela que ela tem (ainda que os oito pontos de vantagem para nós representem uma grande folga). Isto colocado, eis a tabela dos concorrentes:

Ponte (40)   Lusa (39)   Bahia (36)   Sport (33)   Palmeiras (32)
R33 CRU (c) FIG (f) GRE (c) SPFC (c) INT (f)
R34 GRE (f) BAH (c) POR (f) VAS (f) BOT (c)
R35 INT (c) BOT (f) CRU (f) FIG (f) FLU (c)
R36 BAH (f) GRE (c) PON (c) BOT (c) FLA (f)
R37 SPFC (c) INT (f) NAU (c) FLU (c) ATG (c)
R38 POR (f) PON (c) ATG (f) NAU (f) SAN (f)

Como julgar qual a melhor e a pior tabelas? Dá para ter uma ideia, mas uma análise numérica, adotamos um procedimento: quando um time joga em casa, pegamos a pontuação do adversário e descontamos 20%, pois é mais fácil enfrentá-lo; quando o jogo é fora, aumentamos a pontuação em 20%.

Por exemplo, o Vasco tem 50 pontos. Nesse cálculo, quando ele joga fora, “vale” 40 pontos (50/1,2); em São Januário, 60 (50 x 1,2). Aí simplesmente verificamos a “pontuação média ponderada” dos adversários de cada time. Claro que isso não inclui fatores como motivação, suspensões e lesões, mas permite uma comparação razoável.

Baseado nesse critério, temos este grau de dificuldade para cada um:

1. Sport – 47,6

2. Ponte Preta – 47,1

3. Palmeiras – 45,3

4. Portuguesa – 43,4

5. Bahia – 40,4

Percebe-se que Sport e Ponte têm a vida mais difícil. Num degrau abaixo, estão o Palmeiras e, depois, a Portuguesa. O Bahia, por sua vez, tem uma tabela bastante favorável, especialmente nas três rodadas finais. E sem dúvida parece ser essa a maior barreira que o Verdão terá, além, claro, de nossas próprias partidas.

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Nem Barcos salvou…

O espetáculo dos horrores palestrino se apresentou para a surra, com uma escalação de causar arrepios até no mais tranquilo dos Palmeirenses, o Verdão foi até a Colômbia tomar um sapeca-ia-ia do Millonarios e dar adeus à Copa Sulamericana.

Claramente focado na permanência na série A, o técnico Gilson Kleina mandou pro relvado uma turma no mínimo incompatível, por assim dizer, o ‘time’ era incapaz de dar prosseguimento a qualquer jogada racional e parecia rezar para que o jogo acabasse logo, enquanto isso os donos da casa mostravam o quanto pode ser ruim, independente do adversário enfrentado. A classificação parecia que viria, num daqueles jogos que milagrosamente termina empatado ou mesmo com derrota simples.

Foi só sair o primeiro gol pra essa impressão desaparecer, dali em diante nada mais foi lógico ou efetivo, o Palmeiras fez questão de perder esse jogo da forma mais patética possível. Ficou claro ao menos que alguns jogadores são de confiança, outros são caso de polícia mesmo. Luan, Betinho e Thiago Heleno desempenharam papel pífio e vergonhoso, o primeiro não tem condições técnicas de calçar as próprias chuteiras, o segundo foi expulso depois de 9 minutos em campo e o terceiro foi mais displicente que motorista de carro de empresa de tv por assinatura. Isso sem falar na inoperância de Daniel Carvalho, mas esse é café com leite (ou cerveja com bacon, pelo porte…)

Com um sonoro 3×0 retumbando na cabeça, o Palmeiras precisa jogar bem contra o Inter no meio-Beira-Rio e continuar somando pontos contra o rebaixamento, no próximo fim de semana vamos saber até onde essa derrota na competição internacional pode influenciar negativa ou positivamente no Brasileirão.

Ficha técnica

MILLONARIOS 3 x 0 PALMEIRAS

Gols
MILLONARIOS:
Ortiz, aos 34min do 1º tempo; Rentería, aos 15min do 2º tempo; Ochoa, aos 31min do 2º tempo

MILLONARIOS: Luis Delgado; Lewis Ochoa, Román Torres, Pedro Franco, Járol Martínez, Mayer Candelo (Vázquez), Hárrison Otálvaro (Robayo), Juan Esteban Ortiz, Jhonny Ramírez, Wilberto Cosme (Blanco) e Wason Rentería
Treinador: Hernán Torres

PALMEIRAS: Bruno; Artur, Thiago Heleno, Leandro Amaro e Juninho; Márcio Araújo, Patrik (Betinho), Tiago Real e Daniel Carvalho (Obina); Mazinho (Luan) e Barcos
Treinador: Gilson Kleina

Cartões amarelos
MILLONARIOS: Román Torres e Vázquez
PALMEIRAS: Patrik e Luan

Cartão vermelho
PALMEIRAS: Betinho

Árbitro
Victor Hugo Carrillo Casanova

Local
Estádio El Campín, em Bogotá (COL)

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