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Archive for fevereiro \28\UTC 2013

Toma! ñ vamos levar amarelo mesmo!

Toma! ñ vamos levar amarelo mesmo!

Tomando um gol no início de cada etapa, o Palmeiras demonstrou uma grande desorganização e incapacidade de ameaçar um time minimamente mais bem montado. É claro que essa equipe de nível de série B que o Verdão ostenta, tendo em seu principal jogador uma eterna situação de ‘retorno de lesão’, não tem condições de enfrentar de igual para igual uma equipe mais experiente, organizada e técnica, mas existem diversas maneiras de jogar nessa adversidade. Os lances em que o Palmeiras ameaçou a meta paraguaia surgiram em momentos individuais ou erros da defesa do Nick Leóz FC. Não se pode também deixar de comentar a grande atuação do árbitro Venezuelano, o presidente da Conmebol fiscalizou pessoalmente o trabalho do juizão, e aprovou.

A defesa do Verdão começou o primeiro tempo batendo cabeça, Maurício Ramos estava nitidamente tremendo na base e Henrique não conseguia segurar a onda, tanto que protagonizou lance pastelão com Fernando Prass, pouco tempo depois sairia o primeiro tento do Libertad, sempre pelas costas da dupla Marcelo Oliveira-Maurício Ramos o veloz Nuñez cruzou e Weldinho tentou tirar com o pé uma bola que era pra dividir de cabeça: 1×0 e sufoco paraguaio pra cima do Palmeiras. Sem criar grandes chances até perto do fim, quando teve uma bola na trave depois de grande defesa do goleiro paraguaio em chute de Wesley, o Verdão não conseguia organizar uma jogada ofensiva efetiva.

Para a segunda metade do prélio Gilson Kleina resolveu tirar Patrik Vieira, não sei se chegou a pegar na bola, e Maurício Ramos, não sei se deveria ser jogador profissional. Entraram Valdívia e Cléber, ambos retornando de lesão, e  nenhum dos dois apresentou absolutamente nada de bom. O time continuou lento e sem criatividade, depois de um entra e sai sem fim de Henrique por conta de uma cotovelada no nariz, o Libertad cruzou bola na área e ampliou aos 7′ – nesse instante Henrique estava fora por conta do sangramento. Dai em diante o time paraguaio cozinhou o porco e o juiz corroborou para que não acontecesse mais nada na peleja. Faltou marcação, faltou catimba, faltou experiência, faltou jogador diferenciado, sobrou safadeza da arbitragem e sobraram jogadores que saíram do campo devendo muito, todos de verde, diga-se.

O Palmeiras tomou cinco cartões amarelos e teve três jogadores ‘cotovelados’ no rosto pelos paraguaios, mas para eles não teve nenhuma tarjeta amarilla… no segundo tempo a criação do Palmeiras ficou lenta, burra e omissa, os Srs. Souza, Wesley e Valdívia tem que levar uma surra de cinto para abrirem os olhos para a vida. Dos outros pouco se espera e realmente eles desempenham quase nada. Não dá pra contar com os transes psicodélicos do Márcio Araújo ou com jogadas de profunda habilidade de Vilson, Weldinho, Marcelo Oliveira, etc, etc…

Vamos às notas:

Fernando Prass: uma grande defesa e várias indecisões – 6
Weldinho: não tem qualidade para estar ali, é um porco em cima de uma árvore – 4
Maurício Ramos: pior em campo no primeiro tempo, bateu cabeça, fez faltas bestas – 3
Henrique: muito nervoso, injustificável a atuação no ataque no 2ºT – 4
Marcelo Oliveira: deixou a avenida aberta e o jogador adversário corria muito – 4
Vilson: jogou melhor de volante que de zagueiro – 4
Márcio Araújo: sem tanta liberdade não apareceu bem – 4
Souza: lento, deu a impressão de estar tremendo na base – 4
Wesley: dois tempos distintos, bem no primeiro, terrível no segundo, displicente e preguiçoso – 5
Patrik Vieira: achou um cantinho pra se esconder e ficou lá se borrando – 3
Vinícius: apareceu pro jogo, criou uma boa oportunidade no 1ºT, mas não é a praia dele esse negócio de futebol – 4

Valdívia: tomou cartão amarelo ainda no banco, depois que entrou retardou todos os lances e entregou vários contra-ataques, negação – 3
Cléber: péssima estréia, em que pese não ter recebido nenhuma boa bola, não demonstrou nenhuma grande qualidade – 3
Maikon Leite: não teve espaço para correr, ficou na marcação 90% das vezes que tentou ir pra cima – 3

Gilson Kleina: deixou a defesa aberta como se o time do outro lado fosse o Bragantino, precisa acordar enquanto é tempo e botar esse time pra jogar um pouco mais, não se justifica ter 3 zagueiros e 4 volantes em campo e não ser bom sequer na defesa – 3

Libertad em ação:

FICHA TÉCNICA

LIBERTAD 2 X 0 PALMEIRAS

Local: Nicolás Leoz, Assunção (PAR)
Data/Hora: 28/2/2012 – 19h15
LADRÃO: Juan Soto (VEN)
CÚMPLICES: Jorge Urrego (VEN) e Carlos Lopez (VEN)

Renda/Público: Não disponíveis
Cartões Amarelos: 
Maurício Ramos, Valdivia, Henrique, Weldinho e Vinícius (PAL)
Cartões Vermelhos: 
GOLS: Pablo Velázquez, aos 10’/1ºT (1-0) e Benítez, aos 9’/2ºT (2-0)

LIBERTAD: Rodrigo Muñoz, Jorge Moreira, Ismael Benegas, Pedro Benítez e Gustavo Mencia; Sergio Aquino, William Mendieta (Claudio Vargas, 24’/2ºT), Pablo Guiñazu e Miguel Samudio (Jorge González, 30’/2ºT); Pablo Velázquez e Ariel Núñez (Mauro Guevgeozián, 31’/2ºT). Técnico: Rubén Israel.

PALMEIRAS: Fernando Prass, Weldinho, Henrique, Maurício Ramos (Valdivia, Intervalo) e Marcelo Oliveira; Márcio Araújo, Vilson, Souza (Maikon Leite, 18’/2ºT) e Wesley; Patrick Vieira (Kleber, Intervalo) e Vinícius. Técnico: Gilson Kleina.

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lusaF

Foi um atropelo. Assim como Santos e Corinthians, a Lusa mal viu a cor da bola contra o Alviverde Imponente, e Sérgio mal sujou seu uniforme nos inapeláveis 4×0 que o Palmeiras impingiu ao rubroverde. Mesmo assim, o placar é enganoso: até 15 minutos do fim, a vantagem era só de um gol.

Otacílio sem aviso prévio mexeu no time, e Mazinho retornou à lateral-direita que fora sua no Paulistão de 1992 (e que, como sabemos, seria sua também dali a alguns meses, num certo 12 de junho). João Luís foi sacado e Daniel Frasson cavou um lugar na equipe.

Edmundo foi o nome do jogo, para o bem e para o mal. Marcou o primeiro aos 16 – um golaço!  – e mesmo antes já tinha acertado o travessão. Depois disso, o Palmeiras se soltou ainda mais e exigiu demais do goleiro Ênio. Mesmo assim, o placar ficou no 1 a 0 até o intervalo.

A Lusa voltou modificada do intervalo e esboçou reação, mas não durou muito; pouco a pouco o Verdão retomou o domínio das ações. Evair perdeu duas boas chances, mas aos 32 minutos uma bonita tabela terminou em cruzamento de João Luís para Edílson, de cabeça, marcar seu primeiro gol pelo Palmeiras. A Lusa foi às cordas e assim acabou vazada mais duas vezes: Evair, em cobrança de pênalti sofrida por Edílson (e que ele ofereceu para quem quisesse bater; ninguém se prontificou), e Zinho.

Tarde totalmente tranqüila? Que nada, lembra daquele “para o bem e para o mal”? Pois é: Edmundo, ao perceber que seria substituído por Jean Carlo enquanto estava 2 a 0, simplesmente se mandou do gramado antes de o juiz autorizar a entrada do reserva. Por alguns momentos, o time ficou com 10. Após o jogo, Otacílio fez cara de paisagem. Como de hábito no Palestra, nem belas vitórias traziam paz.

Ainda assim, o bom resultado manteve o time na vice-liderança do certame, com 14 pontos (5 vitórias e quatro empates); o líder Santos tinha 16, mas uma partida a mais. Corinthians e São Paulo (este com ainda um jogo a menos que nós) tinham apenas 10.

Ficha Técnica

Gols: Edmundo 16 do 1º Tempo; Edílson 32, Evair (pênalti) 38 e Zinho 44 do 2º Tempo.

Portuguesa:  Ênio; Jorge Luís, Vladimir, Éder, Du (Cléber); Capitão, Carlinhos, Bentinho; Tico, Dinei, Gláucio (Baiano). Técnico: Cilinho

Palmeiras: Sérgio; Mazinho, Antonio Carlos, Alexandre Rosa, Roberto Carlos (João Luís); César Sampaio, Daniel, Edilson, Zinho; Edmundo (Jean Carlo), Evair. Técnico: Otacílio Gonçalves

Cartões Amarelos: Éder, Edílson, Roberto Carlos, Jean Carlo, Carlinhos, Bentinho, Antônio Carlos e Cléber

Árbitro: Dagoberto Teixeira

Estádio: Pacaembu, para 29.954 pagantes com renda de Cr$ 1.698.015.000,00

Em chamas

Em chamas

 

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LIBxSEP

Ostentando uma invencibilidade de 7 jogos, o Palmeiras tem pela frente aquele que promete ser o adversário mais complicado da primeira fase do torneio.

Horário e local: quinta-feira (28/02), as 19:15, no “sugestivo” estádio Dr Nicolás Leoz (Sportv).

Árbitro: será Juan Ernesto Soto (VEN). Será a primeira vez que apita jogo nosso e apenas a segunda partida dele em Libertadores: a primeira foi Tolima 1×0 Univ. César Vallejo, ainda na fase pré-classificatória deste ano.

Situação na tabela: Palmeiras e Libertad têm 3 pontos, mas os paraguaios lideram pelo saldo de gols.

Desfalques/Reforços: Léo Gago e Leandro, inscritos pelo Grêmio na Libertadores, ficam impedidos de atuar. Rondinelly não está inscrito e só poderá atuar a partir das oitavas. Fernandinho e Maikon Leite estão liberados pelo DM, mas apenas o segundo já tem condições de jogo.  Não há suspensos. Gilson Kleina deve manter a cautela com os jogadores que estão voltando de contusão e a tendência é que repita a escalação das últimas partidas, deixando Valdivia, Maikon Leite e Kleber como opções para o segundo tempo.

Pendurados: ninguém. Próxima partida: pela Libertadores, será o Tigre-ARG (fora).

Previsão IPE: Prass; Welder, M.Ramos, Henrique e M.Oliveira; Araújo, Vílson, Souza, Wesley e Patrik Vieira; Vinícius.

Destaques/Libertad: os “gumarelos” estrearam com vitória fora de casa diante do Tigre. Além disso, o Libertad não perde em casa desde maio/2012, acumulando 16 jogos de invencibilidade no período. A provável escalação deverá ter Muñoz; Moreira, Benítez, Benegas e Mencia; Samudio, Aquino, Guiñazu e Mendieta; Núñez e Velázquez.

Olho neles: o atacante grandalhão Pablo Velázquez chegou a ser especulado como reforço do Palmeiras no início de 2010, via Traffic. Pablo Guiñazu, ex-Inter, está de volta ao Libertad, clube que já havia defendido entre 2004 e 2007.

Ex-palmeirenses no Libertad: nenhum.

Palpite IPE: 1×1, suado, gol de Henrique.

Último confronto: faz muito tempo! Foi um amistoso disputado no Pacaembu em 1945 – 3×3 – gols de Oswaldinho, Lima IV e Rolim para o Palmeiras, e Arevalo (3) para o Libertad.

Último confronto no local do jogo: o Palmeiras jamais enfrentou o Libertad no Paraguai.

Histórico: são apenas 3 partidas na história, todas amistosas e disputadas em solo brasileiro. Estamos invictos.

GERAL LIBERTADORES
J V E D GP GC J V E D GP GC
3 1 2 0 9 7 0 0 0 0 0 0

O IPE se lembra: será a primeira vez que enfrentamos o Libertad fora de casa, mas não será a primeira vez que jogamos em solo paraguaio. Em 9 partidas disputadas no país vizinho, registramos 2 vitórias, 5 empates e 2 derrotas. A última vez foi em 2006, um empate sem gols contra o Cerro Porteño, pela Libertadores.

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Volta, Animal!

Volta, Animal!

O retorno de suspensão de Edmundo era a principal novidade do Palmeiras para o confronto do dia seguinte contra a Portuguesa no Pacaembu. O time de Dener vinha fazendo campanha apenas regular (estava em oitavo) e isto só aumentava a pressão sobre o time de Otacílio Gonçalves, vice-líder.

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Ainda buscando seu 1º gol, Edilson estava estressado.

Ainda buscando seu 1º gol, Edilson estava estressado.

A fogueira das vaidades começava a arder no Palestra. Depois do empate com o União São João, Edílson disse que Evair e Edmundo não ajudavam na marcação e isso o sobrecarregava; além disso, como todos os ataques buscavam El Matador, a marcação pelos adversários estaria sendo facilitada.

Otacílio Gonçalves, por sua vez, começava a viver com gritos de “fora” e insinuações de que não mantinha o controle do grupo. Ele se defendia lembrando das vitórias nos clássicos contra Santos e Corinthians, até porque dali a dois dias o compromisso seria contra a Portuguesa. O vice-líder do campeonato vivia dias turbulentos.

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Em jogo atrasado da primeira rodada, pela terceira vez seguida o Palmeiras empatou contra um interiorano no Palestra. E podia ter sido pior: Sérgio trabalhou muito no 1 a 1 contra o União que resultou nas primeiras vaias ao treinador e à equipe, que no entanto ainda estava invicta.

O Palmeiras teve dois desfalques: Edinho Baiano, lesionado, e Edmundo, suspenso. Isso não deveria impedir o triunfo verde, e Zinho até abriu o placar, em jogada de Antonio Carlos, além de sofrer pênalti não marcado. Mas foi pouco: o time de Araras foi mais organizado e empatou no segundo tempo com Glauco. Sentindo a má jornada, Otacílio nem se dispôs a lançar o time mais à frente tirando um defensor. O Palmeiras raramente ameaçou a zaga comandada pelo futuro zagueiro verde Cláudio (aquele que marcou de falta na primeira final da Copa do Brasil de 1996), e não saiu da igualdade contra o time de Jair Picerni.

Com isto, o Verdão subiu a 12 pontos e isolou-se na vice-liderança. Porém, agora estava com três pontos e um jogo a menos que o Santos, e portanto não poderia alcançá-lo na rodada seguinte. Mas o pior era mesmo a sensação de não conseguir vencer times claramente mais fracos. Menos mal que o time ia melhor nos clássicos, e a partida seguinte seria contra a Portuguesa.

Ficha Técnica

Palmeiras 1 x 1 União São João

Gols: Zinho 18 do 1º Tempo; Glauco 11 do 2º

Palmeiras: Sérgio; João Luís, Antonio Carlos, Alexandre Rosa, Roberto Carlos; César Sampaio, Mazinho, Zinho, Edilson; Maurílio (Jean Carlo), Evair. Técnico: Otacílio Gonçalves

União São João: Luís Henrique, Edinho, Beto Médice, Cláudio, Carlos Roberto; Vinícius, Alexandre, Glauco; Israel, Osías e Esquerdinha. Técnico: Jair Picerni

Cartões Amarelos: Beto Médice e Roberto Carlos

Árbitro: Sérgio Correa da Silva

Estádio: Parque Antarctica, para 16.912 pagantes com renda de Cr$ 954.604.000,00

Na estreia contra seu ex-time, Roberto Carlos foi discreto

Na estreia contra seu ex-time, Roberto Carlos foi discreto

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Gostou da minha estreia, pai?

Gostou da minha estreia, pai?

Jogo em casa, ingressos mais baratos, time em ascendente, Valdivia de volta… só faltaram os gols. Em uma partida completamente dominada pelo Palmeiras, a goleada não veio por detalhes. Seja pelo excesso de preciosismo, pela falta de pontaria ou pela falta de sorte mesmo. Fato é que o Palmeiras mereceu a vitória durante os 90 minutos e já chega ao sétimo jogo seguido sem derrota, encerrando um jejum de sete meses sem vitórias aos domingos.

Repetindo a escalação dos últimos 2 jogos, o Palmeiras começou a partida com a mesma aplicação tática que se viu nas últimas apresentações. Sem abusar da ligação direta e tentando as trocas de passe pelas laterais, a equipe de Gilson Kleina mandou no jogo do começo ao fim.

A primeira grande chance da partida veio em uma arrancada de Vinícius pela esquerda. Ele avançou em velocidade, cortou para dentro e finalizou, obrigando o goleiro Walter a se esticar todo. As chances apareciam com naturalidade e o gol parecia questão de tempo.

Entretanto, o tempo passava, e o gol não vinha. Vinícius (duas vezes), Márcio Araújo e Wesley desperdiçaram boas chances, e o primeiro tempo terminou em branco.

Kleina não mexeu na equipe para o segundo tempo e a Barbarense encaixou a marcação criando mais dificuldades a medida em que a ansiedade do Palmeiras aumentava. Nem mesmo a entrada de Valdivia foi suficiente para os espaços aparecerem. Para piorar, aos 22 minutos, Marcelo Oliveira cometeu falta e foi expulso pelo segundo amarelo.

A equipe não se intimidou, mas com um a menos em campo passou a dar espaços ao adversário. As chances continuavam aparecendo, mas em menor volume. Novamente Vinícius e Araújo perderam chances. Caio também quase marcou e Maurício Ramos quase fez de cabeça.

Quando finalmente Kleina decidiu tirar Vinícius de campo, veio a vitória. Leandro dominou uma bola espanada pelo zagueiro adversário, clareou e bateu no canto, decretando a vitória aos 36 minutos. Na comemoração, camisa para os ares, volta semi-olímpica e amarelinho.

Com a vitória, o Palmeiras chega aos 16 pontos ganhos e termina a rodada na quinta posição. Pelo Paulistão, o próximo compromisso será o choque-rei, mas só daqui duas semanas. Antes disso, a equipe viaja à Assunção, onde terá pela frente talvez o jogo mais difícil da primeira fase da Libertadores, contra o time do titio Leóz Libertad.

Notas:

– Prass: como é bom ter um goleiro que sai para cortar os cruzamentos. Foi muito bem nas poucas vezes em que foi exigido – 7

– Weldinho: sua melhor partida até agora pelo clube. Só precisa entender que não está mais no antigo clube, portanto não adianta tentar cavar penalti – 7

– M.Ramos: partida segura, sem sustos – 7

– Henrique: idem ao parceiro de zaga – 7

– M.Oliveira: a pior parte de sua expulsão é que teremos Juninho titular no choque-rei – 5

– Vilson: compensa a falta de técnica na raça, fazendo bem o revezamento com Henrique em subidas ao ataque – 6,5

– Araújo: 200 vezes craque. Atravessa boa fase, a ponto de sair aplaudido de campo – 6,5

– Souza: titular absoluto da equipe, só precisa caprichar mais nos treinos de bola parada – 7,5

– Wesley: fez bom primeiro tempo, a despeito de um ou outro lance onde abusou do individualismo. No segundo tempo exagerou na indolência e irritou a torcida. Se fizer o simples, cairá rapidamente nas graças da torcida pois bom jogador ele é – 4,5

– Patrik Vieira: vem mantendo o bom nível de suas apresentações, com muita disciplina tática, velocidade e vontade. Bom valor das categorias de base que precisa ser trabalhado com paciência – 6,5

– Vinícius: com moral pelo gol marcado no derby, teve 3 chances de marcar (uma delas na cara do goleiro), e não aproveitou. Que sua titularidade dure somente até Kleber estar em condições – 4,5

– Valdivia: entrou no lugar do vaiado Wesley, mas não acrescentou muito. Precisa de ritmo/sequência, coisa que tem sido impossível para ele – 6,5

– Leandro: entrou e fez o que se espera de um atacante: gol. Boa estreia – 8

– Caio: em seu primeiro toque na bola quase abriu o placar – 6

– Kleina: encaixou um esquema e aguarda melhores condições dos reforços para poder mexer as peças. Só precisa ser mais ligeiro para mexer no time, e também um pouco mais ousado em algumas substituições – 6,5

Melhores momentos:

Ficha técnica:

PALMEIRAS 1 X 0 UNIÃO BARBARENSE

Local: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data/hora: 24/2/2013 – 16h
Árbitro: Rodrigo Guarizo do Amaral (SP)
Assistentes: Vicente Romano Neto e Alex Ang Ribeiro

Renda/ público: R$ 476.310/ 19.128
Cartões amarelos: Itaqui, Bruno Pires, Juliano e Edilson (UBA); Leandro (PAL)
Cartões vermelhos: Marcelo Oliveira (PAL)
GOL:
 Leandro 36’/2T (1-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass, Weldinho, Maurício Ramos, Henrique, Marcelo Oliveira, Vilson, Márcio Araújo (Caio), Souza, Wesley (Valdivia), Patrick Vieira, Vinícius (Leandro). Técnico: Gilson Kleina.

UNIÃO BARBARENSE: Walter, Alex, Juliano, Edson Borges, Guilherme Batata, Júnior Goiano (Edilson), Itaqui, Bruno Pires (Rafael Silva), Cesinha, Caihame (Dairo), Bachin. Técnico: Moisés Egert.

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