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Archive for março \31\UTC 2013

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Foi sofrido, foi feio, mas foi a terceira vitória seguida, e com ela o Palmeiras se manteve cada vez mais líder do Paulistão 1993. Numa rodada em que o Corinthians empatou e os outros adversários venceram, um gol perto do fim evitou que os perseguidores do Verdão se aproximassem.

Nem por isso, o desempenho foi bem avaliado: os jogadores estavam cientes de terem feito uma partida ruim contra o lanterna do campeonato. Na primeira etapa, o time de Bauru naturalmente montou a retranca, e um pouco inspirado Palmeiras não conseguiu furar o bloqueio; as jogadas consistiam quase sempre em bolas que Edilson levantava para Evair, prontamente rechaçadas. No segundo tempo, nem isso: Edílson, cansado, diminuiu seu ritmo, e o Alviverde dispunha de poucas alternativas. Mas, quem diria, foi na bola aérea mesmo, mas com outros personagens, que o grito de gol saiu da garganta dos mais de 17 mil espectadores: aos 43 minutos, Maurílio cobrou falta na área e o aniversariante César Sampaio de cabeça vazou a meta de Ronaldo. Os noroestinos reclamaram toque de mão, mas não adiantou: era a 12ª vitória do Palmeiras em 19 rodadas. Era mais um passo em direção ao Paraíso.

Ficha Técnica

Gol: César Sampaio 43 do 2º tempo

Palmeiras: Sérgio; Mazinho, Antonio Carlos, Alexandre Rosa, Roberto Carlos; César Sampaio, Daniel (Maurílio), Edilson, Zinho; Edmundo, Evair. Técnico: Otacílio Gonçalves

Noroeste: Ronaldo, Zé Maria, Campagnolo, Eduardo, e Clodoaldo; Luís Cláudio, Marcelo Gomes (Charles), Evandro; Sérgio Clavero (Luís Henrique), Marco Aurélio, Marcos Roberto. Técnico: Baroninho

Cartões Amarelos: Marcelo Gomes, Campagnolo, Eduardo e Zinho

Árbitro: Joaquim Carlos Caetano

Estádio: Parque Antarctica, para 17.284 pagantes com renda de Cr$ 1.002.708.000,00

Parabéns pra você...

Parabéns pra você…

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Palmeiras 2×1 Linense

Muita festa pra pouca bola.

Muita festa pra pouca bola.

Não deixei a TV ligada nas entrevistas pós-jogo, mas espero que não tenham usado o termo “vitória heróica”, “na raça” ou algo similar – seria mais um passo rumo ao apequenamento que lá de dentro querem nos impor. O Palmeiras não é isso, ou não costumava ser.

Enfim, foram três pontos vitais para a classificação: o bom Chance de Gol estima que temos 50% de probabilidade de classificar ainda que não pontuemos mais – e isso com Guarani e Ituano pela frente. A vaga virá, mas com o futebol de hoje, só com um milagre pra chegar às semis, e nem falo sobre ir além disso.

É verdade que alguns nomes foram poupados; por outro lado, faz grande diferença Ayrton ou Weldinho, Juninho ou Marcelo Oliveira, Márcio Araújo ou João Denoni? O comentarista hoje disse que “o banco do Palmeiras é fraquíssimo”; eu discordo: é do mesmo nível do titular, que é por onde a avaliação dos reservas deve começar. Ou seja, o problema não são os substitutos, são as opções básicas.

Com tudo isso, a vitória foi justa: o Linense só foi exigir uma defesa de Bruno lá pelo final da partida (embora, verdade seja dita, tenha sido a melhor chance de toda a partida); o Verdão, por sua vez, meio que às cegas foi socando seu adversário até conseguir uma vitória agônica por pontos, que deu um alento ao seu treinador (que, vamos e venhamos, já tem um baita carimbo de “demitido” na testa). Agora, o Tigre, que é um time pior que o de Lins.

A equipe começou mais incisiva que o adversário, até mais do que se esperava para um elenco machucado pelo desastre de Mirassol; porém, como de hábito o gol não saía – na melhor chance, Leandro dominou errado e só conseguiu acertar a trave. De resto, trocentos cruzamentos errados; o alvirrubro ameaçava pouco e contentava-se em arrastar a partida no empate.

Após o intervalo, sentindo a batata assar cada vez mais, Kleina decidiu pelo óbvio, colocando mais um jogador ofensivo – Patrick Vieira entrou bem, ainda que caindo somente pelo lado direito, onde fica meio torto. Porém, ainda que Ayrton não seja um craque (longe, muito longe disso), ele é praticamente um Djalma Santos se comparado a Wendel. E foi por isso que o Palmeiras, que tanto remou para conseguir seu golzinho com Leandro, cedeu rapidamente o empate. E foi por isso que os interioranos quase conseguiram a virada, forçando sempre no lado direito de nossa zaga. O técnico tomou a mesma atitude de Mirassol: em vez de empurrar o time pra frente, fez substituições trocando seis por meia dúzia, com o agravante de manter o perdido quebra-galho que há sete anos encanta tantos treinadores e tão poucos torcedores.

Mas tudo bem: sobrevivemos com um gol achado no fim, marcado pelo outro lateral, que também viveu uma jornada fraca, mas ao menos sentiu o gosto de por um dia ser o herói. Epa, herói? Olhaí de novo a vontade de ser pequeno…

Avaliações

Bruno – não tinha o que fazer no gol, e salvou o time em sua única intervenção. 7

Ayrton – foi lateral, meia e ponta e jogou em todas as faixas do campo. Lamentavelmente, não foi bem em nenhuma delas. 4,5

André Luís – uma pixotada que quase resultou na derrota. No mais, pouco fez. 4

Vílson – o gol de empate surgiu de um lance que começou de uma furada sua que virou escanteio. Cara de mau e futebol idem. 4,5

Marcelo Oliveira – outro que sofreu com o time adversário, além de fraquejar no apoio. Passa no talo por ter feito o gol. 5

João Denoni – substituiu Marcio Araújo à altura; o leitor resolve se isso é elogio ou não. 5,5

Wendel – no primeiro tempo, enganou um pouco. No segundo, um desastre. 2,5

Léo Gago – não volantou, não armou, não acertou falta, não nada. 4,5

Ronny – discreto demais. 4,5

Leandro – é atualmente a única chama de esperança desse time. 6,5

Caio – brigou com a zaga e com a bola. 5

Patrick Vieira – em terra de cego, teve um olho, mas devia jogar mais pela esquerda. 6

Souza – é titular absoluto desse time, o que diz muito sobre o atual estado das coisas. 5,5

Vinicius – um jovem que vai evoluindo a cada partida rumo a um futuro brilhante… NOT. 4,5

Gílson Kleina – o destemido treinador que no Brasileiro enchia o time de atacantes, pois sabia que não seria considerado culpado pela queda, perdeu aquele ímpeto e tenta se agarrar ao cargo como pode. Calma, você tem uma bela multa rescisória. 4

Ficha Técnica

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)

Data: 30 de março de 2013, sábado

Horário: 18h30 (de Brasília)

Público: 5.151 pagantes

Renda: R$ 136.940,00

Árbitro: Marcio Henrique de Gois (SP) Assistentes: Eduardo Vequi Marciano e Leonardo Schiavo Pedalini; assistentes adicionais: Fabio de Jesus Volpato Mendes e Norberto Luciano Santos da Silveira

Cartões amarelos: Leandro, Wendel e Léo Gago (Palmeiras); Gilsinho e Fernandinho (Linense)

Gols: Leandro, aos dez, Gilsinho, aos 15, Marcelo Oliveira, aos 45 minutos do segundo tempo

Palmeiras: Bruno; Wendel, Vilson, André Luiz e Marcelo Oliveira; Léo Gago, João Denoni (Souza), Ayrton (Patrick Vieira) e Ronny; Leandro e Caio (Vinicius) Técnico: Gilson Kleina

Linense: Leandro Santos; Fábio Lima, Álvaro e Leanderson; Bruno Ribeiro, Leandro Brasília, Gilsinho (Jean Cleber), Lenílson e Tarracha; Fernandinho e Fábio Lopes (Dudu) Técnico: Bruno Quadros

Melhores Momentos

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Só Edinho estava fora do jogo

Só Edinho estava fora do jogo

No último treino antes do jogo contra o Noroeste, Otacílio tinha quase todos os jogadores à disposição. Apenas Edinho Baiano, suspenso, daria lugar a Alexandre Rosa; no mais, Daniel voltava ao meio, e com isso João Luís saia do onze titular. Até Sorato, após meses de afastamento, quase teve sua chance de retornar, mas ficou para depois.

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Com a cabeça ainda latejando e já pensando no confronto da Libertadores, o Palmeiras volta a campo precisando da vitória para não se complicar também no Paulista.

Horário e local: sábado (30/03), as 18:30, no Pacaembu (PPV).

Árbitro: será Márcio Henrique de Góis, que estreou em jogos do Palmeiras há quatro rodadas atrás, no empate em 1×1 com o São Caetano.

Situação na tabela: o Palmeiras continua estacionado na sétima posição, com 25 pontos. Já o Linense é o décimo, com 21.

Desfalques/Reforços: Valdivia, Maikon Leite, Henrique, Kleber e L.Amaro, lesionados, ficam de fora. Além destes, Kleina poupará Weldinho, Wesley, Souza, Juninho, Araújo e Charles visando o jogo contra o Tigre. Vilson está recuperado de lesão e, suspenso na Libertadores, vai para o jogo. Fernandinho volta a ser relacionado após se recuperar de lesão nos ligamentos do joelho. Não há suspensos.

Pendurados: Ayrton, Valdivia, Weldinho, Araújo, André Luiz e Léo Gago. Próxima partida: Tigre (Libertadores – casa). Já pelo Paulista, será a Ponte Preta (fora).

Previsão IPE: Prass; Ayrton, Vilson, André Luiz e M.Oliveira; Denoni, Wendel, Léo Gago e Rony; Leandro e Caio.

Destaques/Linense: o atacante Daniel Lovinho, que pertence ao Palmeiras, fica impedido de atuar. O volante Elias, suspenso, também fica de fora. A provável escalação deverá ter Leandro Santos; Bruno Ribeiro, Álvaro, Fábio Lima e Tarracha; Leanderson, Leandro Brasília, Gilsinho e Lenílson; Fernandinho e Fábio Lopes.

Olho neles: o meia Lenílson (ex SPFC) é o cérebro da equipe e o volante Leandro Brasília aparece como surpresa no ataque, com 4 gols marcados no certame.

Ex-palmeirenses no Linense: o lateral direito Bruno Ribeiro e o atacante Daniel Lovinho.

Palpite IPE: 2×1, gols de Caio e Wesley.

Último confronto: foi pelo Paulistão 2012, em Lins3×1 – gols de Daniel Carvalho, Maikon Leite e Barcos.

Última vitória no local do jogo: no Pacaembu, foi pelo Paulistão 1954 – 7×2 – gols de Liminha (2), Richard (2), Berto (2) e Lima. Em SP, foi pelo Paulistão 2011 – 3×0 – gols de Patrik (2) e Kléber.

Última derrota no local do jogo: o Palmeiras jamais perdeu para o Linense jogando em casa.

Histórico: a primeira partida entre as equipes foi um amistoso-chocolate em 1949 – 6×0 – gols de Abelardo (2), Lima (2), Bóvio e Renato.

GERAL CAMPEONATO PAULISTA
J V E D GP GC J V E D GP GC
13 10 1 2 40 13 10 8 0 2 32 13

O IPE não se lembra: pelo Paulistão 1954, o Palmeiras recebeu o Linense e atropelou – 5×1 – gols de Valdemar Carabina, Humberto (2) e Rodrigues (2).

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Fomos vice nos pênaltis

Fomos vice nos pênaltis

O Palmeiras decidiu se juntar a uma cruzada que começou por iniciativa de Telê Santana – a realização de exames anti-doping em todas as partidas, o que demoraria anos para se tornar realidade. Em paralelo, a segunda foi de boas notícias para o clube. Quer ver?

– Daniel, o último jogador no DM, foi liberado.

– aventava-se a possibilidade de o Palmeiras representar o Brasil na Copa América

– empresários negociavam a presença do Verdão em torneios amistosos no Japão (vingou apenas no ano seguinte) e na Espanha (deu certo)

– foi oficializado o retorno do Torneio Rio-São Paulo, que dali a menos de quatro meses daria um sabor ainda mais doce ao inesquecível ano de 1993.

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Daniel seguia como único desfalque do time

Daniel seguia como único desfalque do time

De Marília a Mirassol são 168 km e 20 anos de distância. Se hoje vivemos um momento deprimente, em 1993 era hora de a esperança se renovar. Naquele domingo, os atletas palmeirenses curtiram folga após vitória contra o MAC, mas não deixaram de acompanhar a ótima rodada: nenhum dos rivais diretos venceu, e a liderança ficou mais folgada.

Melhor: o time contaria com a volta de Edmundo e Evair, que cumpriram suspensão, no duelo seguinte, contra o arquirrival do time derrotado na véspera: o Noroeste.

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1,2,3,4,5...

1,2,3,4,5…

Confesso que  essa foi uma derrota de emudecer e fazer aflorar todas as opiniões ao mesmo tempo, não é fácil ter que definir quem é (são) o (s) culpado (s) por esse momento do Palmeiras, é uma pizza “a moda da casa”, tem nos seus ingredientes um pouco de técnico medroso, bastante de elenco perna-de-pau refugado, uma porção generosa de complexo de vira-latas da diretoria e o tempo de preparo já margeia ai fácil uns 5 anos ininterruptos. Não tem como dar certo.

Algumas coisas que endossam a falta de certeza a respeito do que realmente faz o Palmeiras ser o pior clube ‘grande’ do Brasil:

– Esta foi a 20ª derrota da história alviverde levando seis gols.
– De 2001 para cá é a QUINTA dessa maneira.
– Em compensação só marcou tal quantidade de gols em 3 oportunidades.
– O Palmeiras nunca havia levado seis gols no primeiro tempo, NUNCA.

Tá bom ou quer mais? não será fácil para o presidente do Palmeiras explicar a derrota de hoje, mesmo porque provavelmente ele não está sabendo muito bem, afinal está muito ocupado viajando, mas ai o presidente terceirizado (“CEO”) poderia assumir a bucha e realmente explicar algo, só que ele não foi ao jogo…

A propalada profissionalização do Palmeiras 2013 está no mínimo incoerente, senão vejamos: deram o Barcos para não ter problemas com dívidas de salários e montar um elenco maior e melhor. O salário de todos os jogadores está atrasado. Dos refugos que vieram na negociação do Barcos somente Léo Gago e Leandro jogaram hoje. O treinador declarou dias atrás que o elenco de hoje é inferior ao que foi rebaixado no ano passado. Alguém explica?

Mesmo que expliquem, não é algo inteligível. O Palmeiras de hoje não é compreensível, aceitável ou digno de despertar esperanças. Vão esperar para gastar quando? ou só o Palmeiras deve entre todos os clubes? só o Palmeiras não consegue verba para contratar? vão esperar não ter mais jeito de subir e jogar nosso centenário na série B?

Não venham pedir paciência, não venham chorar falta de dinheiro, não venham culpar a gestão anterior, nada senão AÇÃO pode ser admitido no momento. Muito se fala em oposição predatória, alguém consegue tecer algum elogio hoje? alguém tem algum argumento que justifique? então enfie naquele lugar, o Palmeiras precisa de quem o defenda, não de politicagem, BATA NA MESA PAULO NOBRE! caso você realmente seja o Presidente.

E que ninguém jamais esqueça a derrota de hoje, nem a contra o Coritiba, nem a contra o Figueirense… não é esquecendo os vexames que cresceremos, acorda Palmeiras!

Pra que possamos ver e rever, pois só lendo mal dá para acreditar.

FICHA TÉCNICA:

MIRASSOL 6 x 2 PALMEIRAS

Local: Estádio José Maria de Campos Maia, em Mirassol (SP)
Data/Horário: 27/3/2013 – 19h30
Árbitro: Vinícius Gonçalves Dias Araújo
Assistentes: Alexandre Basílio Vasconcellos e Leonardo Schiavo Pedalini

Renda/Público: R$ 112.836,00/ 4.159
Cartões Amarelos: Gustavo, Pio e Leomir (MIR); André Luiz e Marcos Vinícius (PAL)
Cartão Vermelho: –
GOLS: Marcos Vinícius, contra, 36” (1-0); Caion, 9’/1ºT (2-0), Caion, 11’/1ºT (3 -0); Caio, 22’/1ºT (3-1); Ronny, 30’/1ºT (3-2); Leomir, 39’/1ºT (4-2); Medina, 43’/1ºT (5-2) e Camilo, 46’/1ºT (6-2)

MIRASSOL: Gustavo, Pio (Mineiro, 24’/2ºT), Augusto, Gian e Diogo; Alex Silva, André Luís (Medina, 25’1ºT), Leomir e Camilo; Caion e Thiago Luís (Felipe Lima, 36’/2ºT). Técnico: Ivan Baitello

PALMEIRAS: Fernando Prass; Weldinho (Ayrton, 18’/2ºT), André Luiz, Marcos Vinícus e Juninho; Márcio Araújo, Charles (Ronny, 18’/1ºT), Léo Gago (João Denoni, Intervalo) e Wesley; Leandro e Caio. Técnico: Gilson Kleina

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