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Archive for abril \30\UTC 2013

Atibaia, o local do retiro verde

A sexta-feira pós-vitória contra o Bugre foi de tranquilidade, mesmo com um Derby dali a dois dias. Luxemburgo finalmente teria praticamente todo o elenco à disposição, com a não desprezível exceção de Evair. Sem suspensões ou lesões, bastava definir o parceiro de Edmundo no ataque. Maurílio ou Juari?

De resto, o técnico pediu e a diretoria atendeu: depois do clássico, o time ficaria duas semanas treinando em Atibaia, só saindo dali para os jogos do Paulistão. A ideia era aprimorar a tática? Conhecer melhor o elenco? Mais ou menos. No fundo, e nem tão disfarçadamente assim, o objetivo era afastar os atletas da balada. Luxa sabia com quem lidava…

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TIJxSEP

Eliminado nos penaltis do Campeonato Paulista, o foco agora é no que nos resta deste primeiro semestre.

Horário e local: terça-feira (30/04), as 22:30, no Estadio Caliente (FOX Sport).

Árbitro: será Martín Vasquez-URU, cujo histórico registra 4 jogos, com 3V/1E:

2013 – 2×1 Sporting Cristal-PER (Lib, c)

2008 – 1×0 Sport Áncash-PER (SA, c)

2006 – 0x0 Cerro Porteño-PAR (Lib, f)

2005 – 3×0 Dep.Táchira-VEN (Lib, c)

Situação na tabela: 180 minutos para matar ou morrer.

Desfalques/Reforços: Fernando Prass, L.Amaro, Vilson, Patrick Vieira e Valdivia, lesionados, e Léo Gago, Leandro e Rondinelly, não inscritos, ficam de fora. André Luiz e Serginho foram inscritos nos lugares de Marcos Vinícius e Edílson, e podem atuar.

Pendurados: nenhum (os cartões foram zerados ao final da primeira fase). Próxima partida: Tijuana-MEX (casa).

Previsão IPE: Bruno; Ayrton, M.Ramos, Henrique e Juninho; Araújo, Charles, Wesley e Tiago Real; Vinícius e Kleber.

Destaques/Tijuana: a provável escalação dos “xolos” deverá ter Saucedo; Nuñez, Gandolfi, Aguilar e Castillo; Arce, Pellerano e Corona; Riascos, Moreno e Martinez.

Olho nele: o jovem e veloz atacante equatoriano Fidel Martinez.

Ex-palmeirenses no Tijuana: nenhum.

Palpite IPE: 1×1, saímos na frente com Henrique, e Fidel Martinez empata para o Tijuana.

Histórico: será a primeira vez na história que enfrentamos o Tijuana, mas não será a primeira vez que jogamos contra uma equipe mexicana. Ao todo, já enfrentamos 10 equipes do país, totalizando 19 jogos, com 11V/4E/4D:

2000 – 2×0 Atlas (Lib, f) / 3×2 Atlas (Lib, c)

1997 – 1×4 Necaxa (Amistoso, f)

1991 – 3×2 América (Amistoso, f)

1963 – 2×2 Atlante (Amistoso, f) / 3×0 Atlas (Amistoso, f) / 1×2 Chivas (Amistoso, f) / 1×0 Monterrey (Amistoso, f) / 2×2 Nacional (Amistoso, f)

1959 – 2×1 Atlas (Amistoso, f) / 1×1 Irapuato (Amistoso, f) / 3×2 Irapuato (Amistoso, f) / 2×0 Morelia (Amistoso, f) / 1×0 Toluca (Amistoso, f)

1952 – 2×2 Atlante (Amistoso, f) / 0x1 Atlante (Amistoso, f) / 3×1 Chivas (Amistoso, f) / 0x3 Chivas (Amistoso, f) / 3×1 Necaxa (Amistoso, f)

O IPE se lembra: a última vez que visitamos o México foi pela fase de grupos da Libertadores 2000. O adversário foi o Atlas e vencemos – 2×0 – gols de Euller e Pena.

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A quinta-feira trouxe mais dois pontos; foi a terceira vitória seguida do Palmeiras no Paulistão, em que a liderança definitiva estava cada vez mais próxima – agora, bastava um mísero pontinho em três partidas. Após um empate indesejado contra o Grêmio pela Copa do Brasil, o placar vistoso que o time aplicou sobre o Bugre era o combustível necessário para encarar o Derby do domingo com o ânimo em alta.

O curioso é que a boa atuação veio com um time meio improvisado: no meio de campo, apenas César Sampaio era presença habitual. Seus companheiros, Amaral e Juari, tinham pouca rodagem, mas mesmo assim o Palmeiras começou martelando o Guarani, e logo aos 11 minutos Antonio Carlos aproveitou cruzamento de Edmundo para fazer o primeiro.

O gol não mudou o ímpeto da equipe; assustando, o Bugre se defendeu como pôde, e fez isso bem – a partida foi para o intervalo com a vantagem mínima. Mas o cenário se manteve na segunda etapa, e não dava para resistir muito mais. Edmundo marcou aos 15, e o Palmeiras ainda teria dois pênaltis, ambos batidos por Zinho, que desperdiçou o primeiro mas não o segundo. E assim o Verdão passou por cima de mais um adversário, deixando a torcida – que desta vez não compareceu em grande número – com aquele gostoso gosto de quero mais.

Ficha Técnica

Gols: Antonio Carlos 11 do 1º Tempo; Edmundo 15 e Zinho (pênalti) 43 do 2º

Palmeiras: Sérgio; Mazinho, Antônio Carlos, Edinho Baiano (Tonhão) e Roberto Carlos; César Sampaio (João Luís), Amaral e Juari; Edmundo, Maurílio e Zinho. Técnico: Wanderley Luxemburgo.

Guarani: Narciso, Jura, André Beraldo, Fernando e Marcelo (Alex); Valmir, Da Silva e Robert; Gilmar (Pael), Luizão e Edu Lima. Técnico: Flamarion.

Cartões Amarelos: Fernando, Pael e Jura

Árbitro: Silas Santana

Estádio: Parque Antarctica, para 10.366 pagantes com renda de Cr$ 987.160.000,00

Na segunda cobrança, Zinho marcou.

Na segunda cobrança, Zinho marcou.

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Do Paulistão já tem dono

Do Paulistão já tem dono

Com a participação palestrina encerrada de forma “precoce”, é chegada a hora do anúncio do grande vencedor do Troféu Bola Verde IPE – Paulistão 2013.

A primeira parcial, divulgada ainda durante a fase de classificação, apontava Souza em primeiro lugar, com média 6,25, seguido de perto por João Denoni, com 6,10. Ao final da primeira fase, a liderança passou para os pés do zagueiro-volante Vilson, que não deu bobeira para o azar e tascou o prêmio, com média 6,38.

Parabéns, Vilson! Abaixo, a classificação final.

Pos. Jogador Média
1 Vilson 6,38
2 Souza 6,17
3 Fernando Prass 6,17
4 Henrique 5,86
5 Márcio Araújo 5,48
6 João Denoni 5,35
7 Leandro 5,25
8 Maurício Ramos 5,21
9 Patrick Vieira 5,20
10 Juninho 4,77
11 Caio 4,50
12 Léo Gago 4,45
13 Wesley 4,33
14 Ayrton 4,29

*Nota: para efeito de classificação, foram considerados apenas os jogadores que atuaram em pelo menos 40% das partidas da equipe no certame.

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A torcida aguardava para rever essa cena

Num dos raros dias sem jogos – na véspera o time empatara com o Grêmio, no dia seguinte enfrentaria o Guarani – o destaque foi a entrevista do médico do Palmeiras, Nelson Franco, dizendo que a lesão do Matador não era tão grave quanto se estimara, mas ainda assim faltavam 10 dias para ele voltar a treinar com bola. À equipe, a previsão era de só retornar contra o XV de Piracicaba, na última das quatro partidas que o Verdão ainda teria na primeira fase.

Para o confronto com o Bugre, a baixa seria Jean Carlo, suspenso. Mas Edílson, que não enfrentou o Grêmio, deveria retornar ao líder do campeonato.

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O herói de menor duração da história

O herói de menor duração da história

O mata-mata do Paulistão é jogado em partida única, o Palmeiras se classificou fora do G4 e teve que jogar a partida fora de casa; vindo de duas derrotas seguidas depois daquela fase empolgante com vitórias suadíssimas a base de pura raça e gritos da torcida, o time voltou a mostrar suas piores facetas. Defesa esburacada, falta de criatividade no meio e falta de qualidade na hora do arremate são algumas delas – e todas puderam ser vistas na eliminação de hoje. É bem verdade que o time caiu nos penaltis, o time do Santos não é tão superior ou tão mais bem treinado que o alviverde, tanto é que com a presença de algumas peças mais qualificadas o Verdão teria saído vencedor no tempo normal.

No começo do jogo a sensação é de que a garra estava de volta e o Palmeiras conseguiria manter um ritmo forte marcando a defesa adversária com pressão e criando chances, até os 10′ foram duas tentativas – ambas de Leandro – e aos 12′ o castigo: deixaram Neymar (o artista circense) sozinho no meio da área, a ‘jóia’ chutou torto e a bola morreria longe do gol, mas na confusão no meio da área deixaram Cícero sozinho também, ai foi caixa. Com o gol santista a bola começou a queimar nos pés palmeirenses, erro atrás de erro e o alvinegro praiano passou a mandar no jogo e assustar – muito por sinal. Merece destaque a bela atuação pró-time-da-casa do árbitro Guilherme Ceretta de Lima, faltas invertidas, indecisão e o serviço encomendado: proteção a Neymar.

Na volta pro segundo tempo entrou o ‘camisa 9’ no lugar de Léo Gago – este de péssima partida até ali – mas a falta de criatividade não deixou Kléber mostrar nada, o time insistia pelo meio e não conseguia furar a defesa santista, Muricy substituía como se sabotasse os praianos e o time facilitava, mas nem assim o Palmeiras conseguia o empate, Gilson Kleina foi para o tudo ou nada e colocou a peça mais ofensiva que tinha a disposição: Souza – e é sério; parece ser proibido colocar o time pra frente caso o desespero ainda não esteja tomando café na sala de estar da presidência do Palmeiras. Na sequência foi a vez de Valmir no Leandro Maikon Leite no Vinícius. Melhor evitar adjetivos. O Palmeiras desperdiçava chance atrás de chance o jogo estava completamente aberto, o filme do time martelando, martelando e perdendo já estava nítida na memória quando Souza cruzou para Kléber, de cabeça, desencantar com o manto alviverde. 1×1 e agora era tentar o tudo ou nada ou ir para os penaltis.

Não deu tempo para mais nada e Kleina selecionou os cobradores e jogou a responsa nas costas do Bruno, que foi disparado o melhor em campo durante os 90 minutos. Kléber foi para a cobrança e conseguiu ser o herói de menor duração da história do Palmeiras, seu nome ficou com saldo positivo só dos 38′ do 2ºT até a cobrança da penalidade. De cabeça baixa e no meio, foi fácil para Rafael pegar com os pés, o Santos marcou em todas as cobranças (que saudade de um goleiro catador de penaltis…) e Leandro desperdiçou mais uma para o Palmeiras depois das conversões de Souza e Wesley. Nem precisou da quinta cobrança.

A vida do Palmeiras agora é a Libertadores, com jogo fora de casa no gramado sintético e sem reforços para a sequência do torneio. San Gennaro.

Notas:

Bruno: várias defesaças no tempo normal, não é pegador de penaltis – 8
Ayrton: marcando Neymar parecia um amador em campo – 3
Maurício Ramos: falhou na marcação no gol do Santos – 4
Henrique: encostou o pé no Neymar e tomou amarelo, teve que se conter o resto do jogo todo – 5
Marcelo Oliveira: ficou mais na defensiva e marcou pouco no campo adversário – 4
Márcio Araújo: sua melhor participação foi dar lugar a Souza – 4
Léo Gago: conseguiu errar tudo: chutes, desarmes, passes – 2
Wesley: a displicência em pessoa, melhorou bastante no segundo tempo, mas esteve longe de ser o craque do time – 5
Charles: passou o efeito alucinógeno das partidas em que marcou 2 gols salvadores – 4
Leandro: perdeu uma grande chance no começo do segundo tempo e perdeu seu penalti, estava amarrado – 1
Vinícius: ciscou bastante pelo lado esquerdo, arrematou bem no início de segundo tempo e mais nada – 4

Souza: cruzou bem para o empate e converteu sua cobrança – 6
Maikon Leite: melhor nem dar nota para não parecer perseguição.
Kleber: fez o gol e perdeu o penalti – 4

Gilson Kleina: armou mal o time, retranqueiro, botou o time pra frente só na hora do desespero,escalou mal o banco de reservas – RUA

Melhores Momentos:

FICHA TÉCNICA
SANTOS 1 (4)X (2) 1 PALMEIRAS

Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data/Hora: 27/4/2013 – 16h15
Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima (SP)
Auxiliares: Alberto Poletto Masseira (SP) e Maria Nubia Ferreira Leite (SP)

Renda/Público: R$ 443.755/14.172 pagantes
Cartões Amarelos: Renê Júnior, Neto (SAN); Henrique, Márcio Araújo (PAL)
GOLS: Cícero, 12’/1ºT (1-0); Kleber, 38’/2ºT (1-1)

Pênaltis:  Kleber (0-0); Miralles (1-0); Souza (1-1); Cícero (1-2); Wesley (2-2), Montillo (3-2); Leandro (3-2); Renê Júnior (4-2)

SANTOS: Rafael, Alan Santos (Neto, 14/2ºT), Edu Dracena, Durval e Léo; Renê Júnior, Arouca (Marcos Assunção, 37/2ºT) e Cícero; Montillo, Neymar e André (Miralles, 15/2ºT). Técnico: Muricy Ramalho

PALMEIRAS: Bruno, Ayrton, Henrique, Maurício Ramos e Marcelo Oliveira; Márcio Araújo (Souza, 21/2ºT), Léo Gago (Kleber, intervalo), Charles e Wesley; Vinícius (Maikon Leite, 24/2ºT) e Leandro. Técnico: Gilson Kleina.

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Sorato voltou depois de longa lesão.

Sorato voltou depois de longa lesão.

A terça feira foi de jogo pela Copa do Brasil, e o resultado não foi bom para o Verdão: no Pacaembu, a equipe ficou no empate por 1 a 1 contra o Grêmio (Edmundo e Gílson). Os desfalques de Antonio Carlos, Edinho Baiano, Zinho, Edílson e Evair pesaram – Luxemburgo escalou Juari de titular e no segundo tempo colocou Sorato, que não jogava havia mais de oito meses.

O jogo da volta, no Olímpico, seria dali a somente três semanas. Portanto, era hora de consolidar a liderança no Paulistão, pois dali a dois dias o Palmeiras receberia o Guarani, sexto colocado, e no domingo teria o Derby. Não havia tempo para lamentar o tropeço.

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