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Archive for abril \25\UTC 2014

SEPxFLU

Após uma vitória suada e polêmica na estreia do campeonato, o Palmeiras volta a campo para sua primeira partida em casa e em meio a mais uma novela envolvendo atleta. Impressionante como os enredos alviverdes são sempre os mesmos e se repetem todo ano.

Horário e local: sábado (26/04) às 21:00, no Pacaembu (PPV com narração de Linhares Jr e comentários de Belletti).

Árbitro: será Dewson Fernando Freitas da Silva (PA), estreante em jogos do Palmeiras.

Situação na tabela: Palmeiras e Fluminense* têm os mesmos três pontos, mas os rebaixados levam vantagem no saldo e lideram o certame.

Desfalques/Reforços: Bruno César se lesionou durante treinamento e pára por um mês. Victorino segue jogando truco no DM. Não há suspensos.

Pendurados: nenhum. Próxima partida: Flamengo (fora).

Previsão IPE: Prass; Wendel, Lúcio, Tiago Alves e Juninho; Marcelo Oliveira, Josimar, Wesley, Valdivia e Marquinhos Gabriel; Kardec.

Destaques/Fluminense*: Diguinho, recuperado de lesão, retorna à equipe. A provável escalação deverá ter Cavalieri; Bruno, Gum, Elivelton e Carlinhos; Diguinho, Jean, Wagner e Conca; Rafael Sóbis e Fred.

Olho neles: Fred e Walter formam uma dupla de ataque de peso (técnico-literalmente falando).

Ex-palmeirenses no Fluminense*: o goleiro Diego Cavalieri.

Palpite IPE: 2×1, gols de Kardec e Valdivia.

Último confronto: foi pelo BR2012, em jogo que deu o título aos rebaixados e encaminhou o rebaixamento dos carcamanos – 2×3 – gols de Patrik Vieira e Barcos.

Última vitória em SP: apesar da freguesia histórica, não vencemos o time da Unimed desde 2009 – 1×0 – gol de Diego Souza.

Última derrota em SP:  foi pelo BR2011, no Canindé – 1×2 – gols de Valdivia para o Palmeiras e Fred (2) para o Fluminense*.

Histórico: a história do confronto teve início em 1926 com uma vitória verde em amistoso disputado no Palestra Itália – 3×2 – e de lá para cá a freguesia só aumentou.

GERAL CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
96 51 15 30 168 139 40 20 8 12 63 51

O IPE jamais esquecerá: com os cumprimentos de Carlos Eugênio Simon.

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Sempre ele fazendo a diferença

Sempre ele fazendo a diferença

Estamos de volta à nossa divisão de origem, direito, dever e onde o Palmeiras é o rei de títulos. E que lição de realidade a Dona Série A nos dava até os 42′ do 2ºT! o Verdão venceu mas não convenceu, 3 pontos importantes para mostrar que voltamos, no entanto foi também uma mensagem de que o Campeonato Brasileiro não é brincadeira. O Palmeiras jamais deveria ter se esquecido disso.

O demérito de Gilson Kleina foi ter escalado tão mal mesmo tendo o tão falado ‘elenco’ com melhores opções até fora do banco. O limbo do professor Girso já está povoado por Diogo, Mazinho, França e Patrik Vieira. Dos que foram relacionados Wesley foi a grande surpresa – que o Palmeiras deve uma nota preta pela contratação dele não é novidade, mas isso o impede de ser titular para dar lugar a Marcelo Oliveira e Josimar? Leandro estava merecendo um banco pra deixar de se achar o craque, mas a atuação de Marquinhos Gabriel complica tudo.

O Palmeiras esteve todo o tempo mais longe de empatar ou vencer a partida do que de perder por mais de um gol. Mas a camisa faz maravilhas, no dia que estreou o fardamento que homenageia o Centenário, pudemos ter mais uma mostra disso. O gol salvador de Leandro, com grande desvio de Escudero, e logo depois o gol de Alan Kardec absolutamente sem marcação, esquecido qual um espírito na grande área. Não teve perdão.

No fim a placa de ‘até empatar’ subiu mas teve que ser guardada, a partida se prolongou até os 51 minutos e foi recheada de erros grotescos de arbitragem, cartões mostrados para quem foi vítima da falta, penalti escandaloso não marcado para o Cricíuma (voadora de Thiago Alves), diversas faltas invertidas… é o nível de sempre da arbitragem brasileira.

Vamos às notas:

Prass – foi estranho no gol sofrido e depois fez pelo menos 3 defesas estupendas – 9
Wendell – reviu seu mentor Caio Jr e assim nos fez lembrar que há 7 anos vemos o ‘menino’ na LD – 5
Thiago Alves – estabanado, caso o penalti absurdo que fez tivesse sido marcado estaríamos mal – 4
Lúcio – um ou outro deslize de praxe, mas muito sério e seguro – 8
Juninho – atacou muito, errou tudo – 4
Josimar – grosseiro no trato com a bola, fez muitas faltas bobas sendo essa a única arma do Criciúma – 6
Marcelo Oliveira – parecia um tanto quanto assustado, deveria ter começado no banco – 5
Marquinhos Gabriel – pior em campo, não dá pra pedir Leandro no banco com ele assim – 4
Bruno César – ainda aparenta estar fora de forma, não acertou quase nada – 6
Valdívia – se poupou no início, terminou o jogo voando baixo, foi o mentor do empate e sofreu a falta da virada – 8
Alan Kardec – até o gol não tinha feito nada, ótimo. A função é meter bola na rede – 8

Leandro – 5 contra-ataques pro Criciúma, 1 gol pro Palmeiras, bastou – 7
Wesley – oscilou muito, mas terminou jogando bem – 7
Rodolfo – fintou bastante e finalizou mal, precisa jogar mais – 6

Melhore Momentos:

 

FICHA TÉCNICA:
CRICIÚMA 1×2 PALMEIRAS

Local: Estádio Heriberto Hulse, em Criciúma (SC)
Data/hora: 20/4/2014, às 18h30
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises (RJ) e Paulo Cesar Silva Faria (MT)
Renda e público: 11.768 pagantes/ R$ 249.590,00
Cartões Amarelos: Marcelo Olivera, Valdivia, Fernando Prass e Alan Kardec (PAL); João Victor, Escudero e Silvinho (CRI)
GOLS: Paulo Baier 12’/1ºT (1-0); Leandro 37’/2ºT (1-1) e Alan Kardec 42’/2ºT (1-2)

CRICIÚMA: Bruno; Eduardo, Fábio Ferreira, Escudero e Giovanni; Serginho, Ricardinho, João Vitor (Bruno Cortez, 44’/2ºT) e Paulo Baier (Wellington Bruno, 29’/2ºT); Silvinho e Bruno Lopes (Vitor, 15’/2ºT). Treinador: Caio Júnior

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Tiago Alves e Juninho; Marcelo Oliveira (Wesley, Intervalo) e Josimar; Bruno César (Rodolfo, 19’/2ºT), Valdivia e Marquinhos Gabriel (Leandro, Intervalo); Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina.

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Seu Bolacha foi minha referência de infância na narração da TV – muito acima de Galvão Bueno ou qualquer outro.

Por isso, fiquem com Luciano do Valle contando alguns momentos de nossa trajetória.

 

 

 

 

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CRIxSEP

Campeonato novo, vida nova! (ah, quantas vezes temos dito isso…) O Brasileirão que marca o ano do centenário do Palmeiras começa como terminou a série B de 2013: no interior de Santa Catarina. Pela frente, o time deste Nacional que há mais tempo não encontramos e que está repleto de ex-palmeirenses. Esperamos que a tradicional zica fique de lado; é importante largar com o pé direito nas nove rodadas pré-vaiterCopadoMundo.

Horário e local: domingo (20/03) às 18:30, no Heriberto Hülse, com SporTV (narração de Luiz Carlos Jr e comentários de Maurício Noriega).

Árbitro: será André Luiz de Freitas Castro (GO), cujo histórico registra 6 jogos, com 4V/2E. Esta invencibilidade tem um porém: ele comandou o jogo que nos mandou para novamente para o cadafalso.

2013 – 2×0 Bragantino (B, f), 1×0 Atlético-PR (CBr, c)

2012 – 1×1 Flamengo (BR, f)

2011 – 1×1 Bahia (BR, c)

2010 –  3×1 Flamengo (BR, f)

2008 – 5×1 Central (CBr, f)

Situação na tabela: o Palmeiras é o líder do Brasileiro com zero pontos, enquanto o Criciúma é o lanterna também com zero. Ou vice-versa.

Desfalques/Reforços: Victorino não conta, certo? Josimar volta de lesão, e espera-se que todas as vítimas da semifinal com o Ituano já estejam restabelecidos. Com 18 dias de intervalo desde o último jogo, Kleina resolveu fazer “testes” de última hora, de modo que nem ele deve saber quem vai pro jogo.

Pendurados: sempre dizemos isso, porque geralmente acertamos: Valdivia, daqui a dois jogos.

Previsão IPE: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Tiago Alves, Juninho; Marcelo Oliveira, Wesley, Bruno César, Marquinhos Gabriel, Valdivia; Alan Kardec

Destaques/Criciúma: eliminado, como nós, na semi do Estadual, o Tigre também já caiu na Copa do Brasil – foi eliminado pelo campeão paranaense Londrina. Mesmo assim, seu técnico (ver abaixo) segue prestigiado. Os reforços contratados esta semana ainda não devem atuar; a maior dúvida está na camisa 9, que deve ficar com Bruno Lopes, um jovem de 18 anos. A escalação deve ter Bruno; Eduardo, Fábio Ferreira, Escudero e Giovanni; Serginho, Ricardinho, João Vitor e Paulo Baier; Silvinho e Bruno Lopes.

Olho nele(s): Escudero é aquele folgado que tirou onda do Verdão na Sula-2008 e que fracassou no Corinthians depois. E Paulo Baier é aquele que estava nas caravelas de Cabral – e que, num caso raro para ex-jogadores, costuma ir mal contra o Palmeiras, mas sempre merece respeito. Trata-se afinal do maior artilheiro do Brasileirão desde o início dos pontos corridos.

Ex-palmeirenses no Criciúma: o zagueiro Gualberto, os volantes Martinez e João Vítor, o meia Paulo Baier e o técnico Caio Potter Júnior.

Palpite IPE: num rasgo de otimismo, o Palmeiras abre 2 a 0 (Kardec, Wesley), sofre um aos 30 do segundo tempo, fica com 10 mas leva os três pontos.

Último confronto: pela penúltima rodada do Brasileiro de 2004, uma vitória incrível – estávamos com 2 a 1, levamos o empate aos 46 do segundo tempo e dois minutos depois conseguimos o terceiro. Valeu a vaga na Libertadores, e deixou o Criciúma muito próximo do rebaixamento que se confirmou na semana seguinte (Marcinho Guerreiro, Thiago Gentil, Ricardinho; Vágner Carioca, Toninho)

Última vitória no local do jogo: no primeiro turno do BR-2004 também vencemos: 2 a 1 (Élson, Magrão; Marcos Denner).

Última derrota no local do jogo: faz tempo! Foi pelo Brasileiro de 1996, 2 a 1 (Viola; Mabília, Tôni)

Histórico: vantagem verde num confronto pouco frequente, que teve sua primeira edição em 1981, num 0x0 pela Taça de Prata.

GERAL CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
10 5 2 3 12 9 6 4 0 2 8 6

O IPE se lembra: na Copa do Brasil de 2003 eliminamos os carvoeiros na segunda fase, com um gol salvador de Thiago Gentil que deu a vitória em casa por 2 a 1 após empate de 1 a 1 na ida (notaram que ele gostava de fazer gol nos catarinenses?).

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Marrento que só...

Marrento que só…

Vexame vivo na memória, estádio vazio, chuva, muitos desfalques e uma escalação inicial de doer os olhos. Nem mesmo esse coquetel molotov foi capaz de impedir a vitória verde nesta noite.

O jogo começou bastante movimentado. Logo nos primeiros minutos o Palmeiras criou três chances, com Bruno César, Leandro e William Matheus, todos esbarrando em erros de finalização. O Vilhena não assustava, mas contava com alguns vacilos do nosso sistema defensivo para conseguir algumas jogadas de ataque.

Conforme o tempo avançou, o Palmeiras diminuiu um pouco o ritmo, enquanto o Vilhena aguardava a chance de um contragolpe. Aos 18, Marcelo Oliveira lançou William Matheus dentro da área. O lateral dominou bem mas foi bloqueado no chute.

A grande chance da primeira etapa veio aos 35. Leandro tocou para Mendieta, que de calcanhar encontrou Marcelo Oliveira entrando em velocidade. O volante driblou o zagueiro mas na conclusão preferiu encher o pé a deslocar o goleiro, e acabou perdendo o gol.

No segundo tempo a equipe retornou com Serginho no lugar do “atrapalhado” Wellington. A mudança deu mais presença ofensiva à equipe pela direita, mas por mais incrível que pareça, também ofereceu espaços ao Vilhena. Tanto aos 12, em bola defendida por Bruno, quanto aos 26, em bola na trave, os corações palestrinos congelaram.

Como quem não faz toma, no minuto seguinte à bola na trave, saiu o nosso gol. Marquinhos Gabriel, que entrara no lugar de um inoperante Mendieta, fez bela jogada pela direita e cruzou rasteiro para Bruno César que chegou finalizando de trás. Primeiro gol dele com a camisa do clube e comemoração discreta.

Minutos depois, o mesmo Bruno César foi inteligente e se aproveitou da cochilada da zaga do Vilhena para tirar a bola do goleiro, que o derrubou na sequência. Penalti que o próprio camisa 30 cobrou para anotar seu segundo gol na partida, o segundo com a camisa do clube, e dessa vez sem comemoração.

É claro que a classificação de hoje não apaga o vexame de domingo, mas ao menos é uma pitada de tranquilidade para o período de dezoito dias sem jogos que a equipe terá pela frente. Só esperamos que este tempo seja utilizado com inteligência, tanto pela comissão técnica como pela diretoria.

AVALIAÇÕES

– Bruno: justiça seja feita, desta vez evitou uma catástrofe – 7,5

– Tiago Alves: enquanto jogou de lateral até arriscou umas subidas, mas definitivamente não é a dele. No segundo tempo atuou como zagueiro e foi bem  -7

– Wellington: muitos erros de saída de bola que só não custaram caro porque o adversário era muito fraco – 4

– Lúcio: um erro de saída de bola e várias tentativas de levar a equipe ao ataque. Fica com saldo positivo pelo esforço – 7

– W.Matheus: no primeiro tempo se apresentou bastante como opção de ataque. No segundo tempo sumiu – 6,5

– Eguren: partida discreta – 6

– Marcelo Oliveira: ajudou o ataque e quase deixou o dele – 7

– Mendieta: uma centelha de bom futebol em 60 minutos é muito pouco – 5

– Bruno César: de longe o jogador mais acionado da equipe, errou alguns lances bobos, mas decidiu o jogo – 8

– Leandro: tentou algumas jogadas, mas nada de muito animador – 6

– Miguel: tocou na bola pela primeira vez somente aos 22 do primeiro tempo, e errou a maioria das jogadas que tentou – 4

– Serginho: melhorou as jogadas de ataque pela direita e participou da jogada do primeiro gol – 7

– Marquinhos Gabriel: muito bem jogando aberto pela ponta direita, foi dele a jogada do primeiro gol – 8

– Josimar: pegou na bola? Fica sem nota.

MELHORES MOMENTOS

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 2 X 0 VILHENA (RO)

Local: Estádio Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/Horário: 2 de abril de 2014, quarta-feira, às 22h
Árbitro: Wanderson Alves de Sousa (CBF-MG)
Assistentes: Luciano Roggenbaum (CBF-PR) e Diego Grubba Schitkovski (CBF-PR)
Público/Renda: 4.430 pagantes / R$ 124.950
Cartões amarelos: Carlinhos, Edilsinho, Júnior, Tayron e Dalton (VIL); Bruno César, Leandro e Eguren (PAL)
Cartões vermelhos: nenhum

GOLS: Bruno César (27’/2ºT) e (31’/2ºT)

PALMEIRAS: Bruno; Tiago Alves, Lúcio, Wellington (Serginho, Intervalo) e William Matheus; Eguren, Marcelo Oliveira (Josimar, 29’/2ºT), Mendieta (Marquinhos Gabriel, 15’/2ºT) e Bruno César; Leandro e Miguel Técnico: Gilson Kleina

VILHENA: Dalton; Júnior, Marinho (Tayrão, 36’/1ºT) e Alex Barcellos; Portela, Maycon (Tiago Silva, 41’/2ºT), Carlinhos, Cucau e Edilsinho; Jaílson (Roallase, 23’/2ºT) e Sandro Técnico: Marcos Birigui

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SEPxVIL

Primeiro que este jogo sequer era para acontecer, mas como o Palmeiras não cumpriu sua obrigação em Rondônia, hoje corre o risco de sofrer mais um pouco após a derrota vexatória para o Ituano ainda pelo falecido Paulistão. A lista de desfalques é grande, e a preocupação com as peças de reposição nem pode ser mensurada.

O mínimo que pode ser feito hoje é vencer, e bem. Para honrar a camisa do Palmeiras e amenizar a queda no Paulistão.

Horário e local: quarta (02/04), as 22:00, no Pacaembu (Globo para SP com Cléber Machado, Caio Ribeiro e Gaciba e SporTV2 e PFC1, com Jorge Vinícius e Wagner Vilaron)

Árbitro: será Wanderson Alves de Sousa (MG), que estreia em jogos do Palmeiras, repetindo o acontecido no jogo de ida, quando também tivemos a estréia de um árbitro desconhecido em jogos do Verdão.

Desfalques/Reforços: Wendell, Juninho, Wesley, França, Valdívia, Alan Kardec e talvez Fernando Prass que ainda vai passar por avaliação, desfalcam o Palmeiras. Vinícius reforça o time não sendo relacionado, além de Victorino, Josimar, Serginho, Rodolfo e Miguel, que voltam a ter uma chance.

Pendurados: ainda ninguém.

Próxima partida: Se avançarmos, pegaremos o vencedor de Sampaio Correa-MA x Interporto-TO, que empataram a ida por 2×2. O IPE torce para jogarmos em Tocantins.

Previsão IPE: Fernando Prass; Tiago Alves, Lúcio, Wellington, William Matheus; Marcelo Oliveira, Eguren, Mendieta, Bruno César; Leandro e Miguel

Bola verde IPE: Bruno César, Juninho e Leandro dividem a liderança com nota 8 na primeira partida.

Destaques/Vilhena: O VEC poupou titulares essa semana e deve ir com força máxima para a partida da vida do clube.

Ex-palmeirenses no Vilhena: o lateral-direito chamado Igor Pontes (apelidado Portela), que passou pela base há nove anos.

Palpite IPE: 2×1 com gols de Patrik Vieira e Lúcio

Último confronto: o primeiro jogo em Rondônia, quando vencemos por 1×0.

Histórico: é a primeira vez que recebemos um rondoniano. E também foram poucas as vezes que hospedamos clubes nortistas: em nossas contas, apenas 10, com 9 vitórias e um empate.

O IPE se lembra: pela Copa do Brasil de 1999, recebemos o amazonense São Raimundo no Palestra. E com a base que seria campeã da Libertadores e tudo fomos pro intervalo perdendo de um a zero (o que ainda dava a vaga – fora havia sido 2 a 1). No segundo tempo, eles cansaram, ficaram com 10 e tiveram que trocar de goleiro, o que evitou o vexame: 3 a 1 (Arce, Roque Júnior 2).

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Kleina 100 disfarce

Kleina ainda tenta ensinar Vinicius

Kleina ainda tenta ensinar Vinicius

Sem qualquer motivo para celebração, Gilson Kleina completou na queda para o Ituano sua centésima partida na casamata verde (bem como seu 46° ano de vida). Não é pouco: ele já é o 16° treinador com mais partidas pelo Verdão. Antes da Copa chegará a 14° e, se terminar a temporada chegando às oitavas-de-final da Copa do Brasil, entra no Top 10.

Foi tempo suficiente para avaliarmos seus defeitos e virtudes. Estas vinham aparecendo mais claramente este ano, fazendo com que muitos torcedores inconformados por sua renovação ao fim do ano passado se convertessem ou ao menos se resignassem; o fiasco de domingo, porém, dá munição farta e compreensível a seus não poucos detratores.

(para não muretar, mas muretando, eu diria que não é o técnico dos meus sonhos, mas se não ele, hoje quem?)

Como pontos positivos, temos que na média ele não prima pela retranca – a não ser em momentos em que está acuado no cargo, ou em mata-matas – e soube ganhar e unir o grupo, o que é uma qualidade frequentemente subvalorizada: se o time não é brilhante, que pelo menos corram uns pelos outros, e isso eles fazem.

Em compensação, dói na alma a insistência com alguns jogadores claramente desqualificados para atuar no Palmeiras (sim, Vinícius) e, mais que tudo, já está colada a pecha de fracassado em mata-mata, não sem razão: foram cinco eliminações e uma classificação – o Vilhena deve lhe ajudar amanhã. Menos mal que o Brasileiro é em pontos corridos… quem sabe estejamos diante de um Felipão ao contrário? (Já ouço os gritos de ‘herege’).

Para ilustrar seus altos e baixos no Verdão, separamos cinco jogos bem sucedidos e outros cinco que ele preferirá esquecer. A lista está em ordem cronológica, sem intenção de ranqueá-las:

As boas lembranças

Figueirense 1×3 Palmeiras (1º jogo) – logo na estreia, um belo cartão de visitas. O time vinha de três derrotas seguidas, a última no Derby, e só não estava na lanterna porque batia o Atlético-GO no número de vitórias. Estava numa festa e consegui ligar o rádio com 15 minutos. Ouvi que estava 2 a 0 e, claro, desanimei. Mas daquela vez pelo menos era um belo triunfo, que deu um ânimo que infelizmente não durou tanto.

Corinthians 2×2 Palmeiras (24°) – o campeão do mundo contra o rebaixado. O salto alto alvinegro nos ajudou muito, é certo, mas o fato é que o Verdão entrou em campo de cabeça erguida, lembrando-se que não é e nunca será coadjuvante. Saiu atrás, conseguiu a virada e, pena, cedeu o empate, mas foi um alento num período tão desgraçado.

Palmeiras 1×0 Libertad (37°) – a exibição não foi brilhante. Mas foi um daqueles momentos de comunhão entre torcida e time que poucos técnicos conseguem, ainda mais somente 15 dias depois do massacre de Mirassol. O Palmeiras dava mostras de que poderia ir além do que seu frágil elenco lhe parecia permitir.

Figueirense 2×3 Palmeiras (51°) – a situação na série B ainda não era tão confortável (OK, a vitória valeu a liderança, mas a diferença para os adversários era pequena). Esta ótima vitória de virada contra um adversário direto – tanto que também subiu – serviu para tranquilizar elenco e torcida: não haveria mais sofrimento na série B.

Palmeiras 2×0 SPFC (87°) – eram dois anos sem ganhar um clássico; Kleina mesmo tinha perdido dois no Brasileiro de 2012 e empatado todos os de 2013. Naquele domingo, o Palmeiras se impôs amplamente contra o São Paulo e jogou o tabu por terra.

As más lembranças

SPFC 3×0 Palmeiras (4°) – 3 jogos, 3 vitórias. Mas era o clássico que poria a prova o novo treinador. E ali ele fez uma escolha que se provou muito infeliz: a de escalar o já ex-atleta Daniel Carvalho, que havia tido atuação razoável contra o Millonarios no meio de semana. O time parou e fomos feitos de gato e sapato.

Libertad 2×0 Palmeiras (26°) – perder para o time que àquela altura era tido como o bicho-papão do grupo – mas que não se classificaria – até era considerado normal. O problema foi a postura do time, que em momento algum tentou atacar, mesmo saindo atrás cedo.

Mirassol 6×2 Palmeiras (33°) – nesta lista tentei evitar jogos que pudessem ser atribuídos principal ou exclusivamente aos jogadores (caso, por exemplo, da derrota pro Tigre, quando perdemos gols aos borbotões, ou mesmo da eliminação ante o Ituano). Agora, se é verdade que nenhum treinador consegue sozinho fazer o time levar três gols nos primeiros dez minutos, também é fato que depois de encostar no placar com os 3 a 2 não se podia deixar o raio cair de novo. Mas foi assim, num fiasco que nos faz pensar qual catástrofe então causaria sua dispensa. Não, melhor não pensar.

Palmeiras 1×2 Tijuana (43°) – não foi Kleina quem tomou um frango constrangedor. Mas era ele quem comandava a equipe que já vinha jogando mal, e que inexplicavelmente se perdeu em campo, mesmo com 70 minutos e 35000 vozes a favor. Vivemos tais situações repetidamente ao longo dos anos, sim, mas é papel do técnico impedir essa sina.

Atlético-PR 3×0 Palmeiras (62°) – o futuro vice-campeão da Copa do Brasil e futuro terceiro colocado do BR era muito mais time que nós. Mas, de novo, é uma questão de postura. Sem tentar em nenhum momento atacar, apenas segurar o resultado, depois os pênaltis, depois sabe-se lá o quê, naufragamos sem qualquer contestação.

*

Parece claro que Paulo Nobre não irá dispensá-lo sem que o Palmeiras se afunde no começo do Brasileiro, seja por realmente acreditar nele, seja por questões econômicas. Neste caso, é confiar que ele faça o melhor com o melhor elenco que teve nas mãos desde sua chegada (consequentemente em toda sua carreira). Que faça desabrochar talentos ocultos e que tente fazer de vários limões uma limonada. Menos no caso do Vinícius, que aí não tem jeito.

Contra o Libertad. vitória tensa dele e da torcida

Contra o Libertad. vitória tensa dele e da torcida

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