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Archive for dezembro \15\UTC 2015

Em dois segundos ganharemos o ano

Em dois segundos ganharemos o ano

Tudo está bem quando termina bem. Se esta frase é mesmo verdade, então fechamos 2015 com uma paz de espírito inédita neste século (eu diria que os anos mais próximos foram 2008, que pareceu apontar para um bom futuro, e 2003, por puro alívio e pela molecada de então). Com taça, temos que remontar a 1998.

Foram altos, baixos e um enorme alto de novo no fim. Um ano agitado, de reforços por atacado, de nos acostumar de vez à nova casa, de “água limpa”. De moleque da base que todos queriam ver subir, de moleque da base que poucos conheciam e arrebentou na final. De chapéu.

São os números desse ano que vamos destrinchar agora. Você poderá compará-los com os anos anteriores clicando aqui para 2014aqui para 2013.

E, principalmente, se faltou algo que chame sua atenção, use a caixa de comentários; queremos fazer deste texto o mais completo resumo estatístico do ano em que o maior campeão nacional foi novamente campeão nacional.

Nota: este Instituto Palestrino de Estatística não faz tudo sozinho. Agradecemos alguns dados obtidos através da sempre recomendada Porcopedia e os dados sobre assistências enviados pelo amigo @edersep.

Desempenho

Aproveitamento: 57%

Jogos: 72 (Série A 38, Paulista 19, Copa do Brasil 13, Amistosos 2)

Vitórias: 37 (Série A 15, Paulista 12, Copa do Brasil 8, Amistosos 2)

% Vitórias: 51% (Série A 39, Paulista 63, Copa do Brasil 62)

Empates: 13 (Série A 8, Paulista 2, Copa do Brasil 3)

% Empates: 18% (Série A 18, Paulista 11, Copa do Brasil 23)

Derrotas: 22 (Série A 15, Paulista 5, Copa do Brasil 2)

% Derrotas: 31% (Série A 39, Paulista 26, Copa do Brasil 15)

derby15

Um empate e uma vitória ao mesmo tempo

Gols, gols, gols

Gols marcados: 119 (Série A 60, Paulista 28, Copa do Brasil 25, Amistosos 6)

Gols marcados por jogo: 1,65 (Série A 1,58, Paulista 1,47, Copa do Brasil 1,92)

Gols sofridos: 82 (Série A 51, Paulista 14, Copa do Brasil 14, Amistosos 3)

Gols sofridos por jogo: 1,13 (Série A 1,34, Paulista 0,74, Copa do Brasil 1,08)

Saldo de gols: 37 (Série A 9, Paulista 14, Copa do Brasil 11)

Tripletes: 1 (Lucas Barrios nos 4 a 1 contra o Fluminense no segundo turno do Brasileiro)

Maior goleada aplicada: 5×1 Sampaio Correa (menção honrosa para os 4×0 no SPFC)

Maior goleada sofrida: 1×5 Chapecoense

Zé fez dois na maior goleada do ano.

Zé fez dois na maior goleada do ano.

Classificações finais

Série A: 9° colocado

Campeonato Paulista: vice-campeão

Copa do Brasil: TRICAMPEÃO!

Jogadores

Quem mais atuou: Fernando Prass (68). Em 2014 haviam sido 32 jogos.

O resto do pódio: Vítor Hugo (58), Dudu, Lucas e Rafael Marques (todos 56)

Os outros top 10: Robinho (52), Zé Roberto (51), Cristaldo (46), Arouca e Gabriel (40 cada)

Quantos jogadores atuaram: 50 (o mesmo que em 2014)

Estreantes do ano: 28 (todos os reforços com exceção de Cleiton Xavier e Rafael Marques mais Gabriel Jesus, Matheus Sales, Lucas Taylor, Jóbson e Jaílson ) – quatro a mais que 2014

Todos os 25 reforços: tente lembrá-los!

Artilheiro: Dudu, 16 gols

O resto do pódio: Rafael Marques (15) e Cristaldo (14). Curiosidade: em 2014, o terceiro havia sido Wesley, com 5. Melhorou…

Os outros top 10: Leandro Pereira (10), Robinho (9), Barrios e Vítor Hugo (8 cada), Gabriel Jesus e Zé Roberto (7 cada), Lucas (4)

Mais assistências: Dudu e Robinho (13 cada)

Todos os outros: Lucas e Egídio (7 cada), Zé Roberto (6), Rafael Marques e Allione (5 cada); Kelvin e Gabriel Jesus (3 cada); Valdivia, Alecsandro, Cristaldo, Vítor Hugo, Barrios, João Paulo (2 cada); Cleiton Xavier, Wellington, Gabriel, Arouca e Victor Ramos (1 cada).

Quantos jogadores marcaram: 22 (fora um gol contra)

Marcaram pela primeira vez em 2014: 14 (Alan Patrick, Alecsandro, Allione, Andrei Girotto, Dudu, Egídio, Gabriel, Gabriel Jesus, Jackson, Kelvin, Leandro Pereira, Lucas, Lucas Barrios, Robinho, Victor Ramos, Vítor Hugo, Zé Roberto)

Mais cartões vermelhos: Victor Ramos, com 2 das 10 expulsões do Palmeiras (as outras foram de Jackson, Dudu, Robinho, Vítor Hugo, Arouca, Cristaldo, Lucas e Leandro Almeida). Sem falar da expulsão anulada de Egídio contra a Chapeconese

Curiosidade: dos 10 vermelhos, 4 foram na Vila Belmiro (Dudu e Victor Ramos na final do Paulista; Cristaldo no returno do BR e Lucas na ida da Copa do Brasil).

Mais cartões amarelos: Lucas, 15, depois Dudu 14, Vítor Hugo 11, Robinho, Jackson e Egídio 9.

O santo: Rafael Marques (56 partidas no ano sem um único cartão)

Dudu foi arco e flecha

Dudu foi arco e flecha

Técnicos

Oswaldo de Oliveira: 31 partidas, com 17V/7E/7D (aproveitamento 62%)

Alberto Valentim: 1 partida, com 1V

Marcelo Oliveira: 40 partidas, com 19V/6E/15D (aproveitamento 53%)

mocampeao

Contestado (por mim inclusive) mas campeão

Nossa casa

Jogos no Allianz Parque: 36 (incluindo a estreia no Paulista com mando do Audax e excluindo o amistoso Brasil 2×0 México)

Maior público e renda: 39.960 pagantes e R$ 5.336.631,25 em Palmeiras 2×1 Santos, decisão da Copa do Brasil

Menor público e renda: 15.037 pagantes e R$ 614.729,50 em Palmeiras 0x2 Coritiba (jogo que antecedeu a final)

Público total: 1.062.325 (média de 29.509 por partida)

Renda total: R$ 75.299.244,06 (média de R$ 2.091.645,67 por partida)

Ticket médio: R$ 70,88 por ingresso. E o salário, ó…

Nosso melhor aproveitamento: Santos (3J/3V)

Nosso pior aproveitamento: Ponte Preta (2J/2D)

Jogos de mata-mata: 8, com sete vitórias e um empate

Jogos em que era obrigatório vencer: 2, com duas vitórias (Fluminense e Santos na semi e na final da Copa do Brasil)

Taças conquistadas: uma

allianz

Ter casa cheia foi e será comum

Árbitros com 3 ou mais jogos ou de finais

Sete jogos

Anderson Daronco: 4×0 SPFC, 4×1 Vasco, 3×2 Cruzeiro (Copa do Brasil), 4×1 Fluminense, 1×1 SPFC, 2×1 Fluminense (Copa do Brasil), 0x2 Vasco

Quatro jogos

Raphael Claus: 0x1 SCCP, 0x1 Grêmio, 3×3 SCCP, 0x1 Ponte Preta (Brasileiro)

Wilton Sampaio: 0x0 JEC, 1×2 Cruzeiro, 3×2 Grêmio, 3×2 Inter (Copa do Brasil)

Três jogos

Luiz Flávio de Oliveira: 3×1 Shandong Luneng, 1×0 Bragantino, 0x1 Santos (final da Copa do Brasil)

Thiago Duarte Peixoto: 3×1 Audax, 1×2 Santos (1ª fase do Paulista), 2×2 SCCP (semi do Paulista)

Vinicius Dias Araújo: 3×0 Rio Claro, 2×0 SCCP, 2×0 Ponte Preta

Marcelo de Lima Henrique: 0x1 Goiás (primeiro turno), 2×1 Cruzeiro (Copa do Brasil), 3×1 Avaí

Leandro Pedro Vuaden: 1×2 Figueirense, 0x1 Goiás (segundo turno), 1×2 Fluminense (Copa do Brasil)

Igor Junio Benevenuto: 3×0 Avaí, 4×2 Flamengo, 0x2 Coritiba

Árbitros das finais

Copa do Brasil: Héber Roberto Lopes (volta) e Luiz Flávio de Oliveira (ida)

Paulista: Guilherme Ceretta de Lima (volta) e Vinicius Furlan (ida)

CAMPEONATO BRASILEIRO 2015: SÃO PAULO FC X PALMEIRAS

Você de novo?

Adversários

Clássicos: 14 (6 vitórias, 3 empates, 5 derrotas). Aproveitamento: 50% (que escondem uma taça, uma classificação em Itaquera e uma goleada).

Corinthians: 1V/2E (com 1V nos pênaltis)/1D

São Paulo: 2V/1E

Santos: 3V/4D

Estreantes: 4 (Shandong Luneng, Red Bull, Capivariano, Vitória da Conquista)

Clubes estrangeiros enfrentados: 1 (Shandong Luneng)

Time enfrentado mais vezes: Santos (7 vezes e duas finais)

robinhoceni

Será que a bola de Robinho entra?

Maiores sequências

Vitórias: 6 (Rio Claro, São Bento, Penapolense, Capivariano, Vitória da Conquista, Bragantino)

Invencibilidade: 8 (SPFC, Chapecoense, Ponte, Avaí, Sport, ASA, Santos, Vasco)

Derrotas: 3 (Atlético-PR, Cruzeiro, Coritiba)

Jogos sem vitórias: 6 (Santos, Vasco, Atlético-PR, Cruzeiro, Santos, Coritiba. Ou seja, os jogos que antecederam a decisão da Copa do Brasil)

Jogos marcando gols: 10 (as seis vitórias seguidas mais Santos, XV, São Bernardo e SPFC).

Jogos sem marcar gols: 3 (Joinville, Goiás, ASA)

Jogos sem levar gols: 4, duas vezes (destaque para 4 vitórias seguidas no BR, SPFC, Chapecoense, Ponte e Avaí)

Jogos levando gols: 19 (todos os últimos jogos da temporada)

Disputas de pênaltis

Número de disputas: 4, com 3 vitórias (Corinthians, Fluminense, Santos) e uma derrota (Santos no Paulista)

Pênaltis cobrados: 20, com 16 acertos e 4 erros

Cobraram nas 4 vezes: Jackson e Rafael Marques

Três acertos: Jackson (nas três que ganhamos)

Dois acertos: Rafael Marques, Cristaldo, Cleiton Xavier

Um acerto: Dudu, Zé Roberto, Allione, Leandro Pereira, Victor Ramos, Kelvin e, claro, Fernando Prass

Dois erros: Rafael Marques

Um erro: Jackson e Robinho

Pênaltis defendidos por Prass: Elias, Petros, Gustavo Scarpa, Gustavo Henrique (Gum e Marquinhos Gabriel chutaram para fora). Sem contar esses, houve um contra o Cruzeiro pelo Brasileirão.

Algumas curiosidades

– O Palmeiras foi o melhor time no confronto somente entre paulistas e entre paulistas e cariocas no Brasileirão. Mesmo assim, terminou pela sexta vez seguida como o pior grande paulista na competição.

– O Palmeiras atuou em 11 Estados durante o ano: SP, RJ, MG, PR, SC, GO, RS, BA, MT, MA, PE. Não jogou em AL porque o ASA transferiu o mando para Londrina.

Os 5 principais jogos do ano (em nossa opinião)

Palmeiras 3×0 SPFC (Paulista): o primeiro clássico do ano tinha terminado em derrota, mas o segundo mostrou que em 2015 não seríamos saco de pancada dos grandes rivais.

Corinthians 2 (5) x 2 (6) Palmeiras (Paulista): a primeira demonstração que o time não tremeria em jogos grandes e de quebra a primeira eliminação do arquirrival em sua própria casa.

Corinthians 0x2 Palmeiras (Brasileiro): fim de um jejum de quase quatro anos sem vitórias no Derby e primeira vitória (no tempo normal) em Itaquera.

Palmeiras 3×2 Internacional (Copa do Brasil): não fomos brilhantes, mas este jogo teve múltiplos aspectos positivos – eliminar uma enorme asa negra, mostrar a força do time em casa, exibir poder de reação estando a 20 minutos da queda e fazer a torcida sofrer como há muito não acontecia.

Palmeiras 2 (4) x 1 (3) Santos: porque a primeira taça em casa ninguém esquece.

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The End

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Parte dos 40.000 que nos empurraram rumo ao tri

“Bate no peito e fala: o Palmeiras é grande”. O lendário discurso de Zé Roberto no primeiro jogo oficial da temporada no fundo era desnecessário; quem afinal poderia negar a grandeza do maior campeão nacional? Era, porém, compreensível: tão machucado nos últimos anos, a ponto de um presidente rival debochar de um tal “apequenamento”, volta e meia o clube tinha que relembrar seu tamanho a quem só via os resultados recentes.

Ontem, amigos, vimos que o Palmeiras não é grande: é gigante. Há muito tempo, hoje e eternamente. O próprio Zé Roberto disse isso e fico muito feliz que o tenha feito, pois eu havia pensado nessas palavras, neste título, antes mesmo de ouvi-lo.

No 11 contra 11 o Santos até podia ser mais qualificado. Mas no 40 mil contra 11, para não citar os tantos que entupiram a Turiassu (Palestra Itália, desculpem, é o estádio), não tinha como: a torcida apropriou-se do time como há tempos não se via, e como poucos conseguem. Esqueçam as derrotas no Allianz para os Goiases e Pontes: na hora do aperto já nos sentimos verdadeiramente em casa e rapidamente aprendemos a fazer dela um caldeirão – Inter, Flu e agora o Santos que o digam. Bons tempos ainda virão.

Este Palmeiras que empurrou o alvinegro contra as cordas desde literalmente os primeiros segundos, quando Gabriel Jesus podia ter aberto o placar, pode ter mantido seus incontáveis chutões pro alto, mas mesmo assim foi senhor do jogo. O leve time santista viu-se enredado e sofreu demais na primeira metade do primeiro tempo. Lá pelos 30 minutos, o ímpeto arrefeceu um pouco mesmo antes da saída do camisa 33, que forçou uma mudança de estratégia que não pôde ser efetivamente aplicada antes do intervalo. Foi nosso pior momento.

Em compensação, após o reinício… sim, tinha bicão; sim, tinha passe errado. Mas houve luta, apetite, gana, vontade. Se eu tinha uma certeza antes da decisão era que não seríamos derrotados pelo Santos tão facilmente quanto Corinthians e São Paulo haviam sido. E, num lance tão bem feito que surpreendeu até a própria torcida, Barrios, Robinho e Dudu fizeram o adversário provar de seu veneno: era o primeiro gol, e o adversário se encolheu ainda mais a partir de então. Mérito e muito também do tão criticado – por mim mesmo! – Marcelo Oliveira. Ontem, foi de se tirar o chapéu (chapéu? Dudu?).

Vieram mais mudanças, o Palmeiras começou a ceder um pouco de espaço, mas ainda estocava. E de tanto insistir, encontrou o segundo numa bola alçada, a que tanto criticam para dizer que o time não tem recurso mas que vale tanto quanto qualquer outra.

Dois a zero, era só segurar alguns minutos. Ou seja, era óbvio que vinha bucha – não seguramos as vantagens que chegamos a ter nas quartas antes de Andrei Girotto ter seu momento de herói e nas semis antes de um cambaleante Fred fazer o Flu ressurgir. E foi justo de Ricardo Oliveira, o Viola da vez.

A disputa de pênaltis fez com que Dudu deixasse de ser o nome do jogo, ele que nem jogou tão bem assim, mas estava no lugar certo na hora certa (e como isso conta, não, Betinho?). Era hora de surgir uma lenda. Um novo gigante.

Em 9 de julho de 1978 o Palmeiras arrancou um empate contra o São Paulo aos 42 do segundo tempo, gol de Beto Fuscão, e se manteve vivo na campanha que terminaria no vice-campeonato nacional. Mas hoje em dia isso pouco importa. O fato relevante foi que naquele dia, a 1100 km do estádio do Morumbi, mais precisamente na ex-capital gaúcha Viamão, veio ao mundo um piá que recebeu o nome de Fernando Büttenbender Prass. E que, 37 anos e 146 dias depois, este já legítimo membro do panteão que acolhe Oberdan, Valdir, Leão e Marcos colocou-se de vez na história alviverde. Com a diferença de que foi decisivo não só com as mãos mas também com os pés.

O que ele fez vocês viram; só digo que eu fiquei com inveja. Como eu queria ser Fernando Prass na hora que o chute forte, seco e reto decretou o tricampeonato da Copa do Brasil. Como eu queria ser o homem que, fazendo ainda mais do que dele se esperava – e dele se esperava muito, deixou em êxtase milhões de palmeirenses paulistanos, acrianos, suecos. Prass já tinha uma taça dessa mesma competição, erguida pelo Vasco, mas é impossível que ontem não tenha sido seu momento mais sublime calçando luvas e chuteiras.

O capitão e líder Zé Roberto fez as honras da casa ao levantar o troféu do dodecacampeonato nacional verde. E então fez a única coisa que podia fazer: entregá-lo a quem tornou sua conquista possível desde o jogo da ida, em que já havia sido monumental.

E eu quis ser Prass de novo.

*

Atuações:

Fernando Prass – há conquistas que, anos e anos depois, remetem imediatamente a um personagem. 1993 é Evair. 1994 é Rivaldo. 2015 será para sempre Fernando Prass.

João Pedro – era o ponto frágil e se mostrou como tal. Dou um desconto pois vinha sem jogar com regularidade, foi bem no ataque e é mesmo difícil marcar o bom ataque santista. 6

Jackson – boa partida apesar de ratear no gol. A ótima cobrança de pênalti (mais uma) limpou a barra. 8

Vítor Hugo – excelente. 9

Zé Roberto – o cara que tentava passar a bola enquanto os outros iam de bola pro mato. 8

Matheus Sales – jantou Lucas Lima e não tenho medo de cravar: tornou-se ídolo. 10

Arouca – mais calmo que no primeiro jogo, mas coadjuvante de seu jovem parceiro no meio-de-campo. 8

Robinho – não é o 10 que precisamos, mas se esforçou demais para ser o que ia resolver. Resolveu. 9

Gabriel Jesus – o gol perdido tira pontos. O resto do jogo soma. O resto do torneio, mais ainda. 8

Barrios – partida excepcional para um jogador que precisa urgente de férias após emendar uma temporada e meia sem descanso. Vai arrebentar em 2016. 10

Dudu – s.m. : “Volta por cima”. 10

Rafael Marques – participou do segundo gol. Fiquemos com isso. 7

Cristaldo –  não deve e não deveria ficar. Se for assim, fechou com 100% em pênaltis decisivos. 8

Lucas Taylor – se João Pedro entrou na fogueira, Taylor pegou um incêndio. Se virou como pôde. 7

Marcelo Oliveira – contra títulos há poucos argumentos. Vai ficar, sem sombra de dúvida. É ver o que fará com o elenco tendo o início do ano e o Paulista pra encaixar.

*

Ficha técnica:

PALMEIRAS 2 x 1 SANTOS
Data: 02/12/2015
Horário: 22h (de Brasília)
Competição: Copa do Brasil (final)
Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho Van Gasse (ambos de SP)
Gol: Dudu aos 11 e aos 39 minutos do segundo tempo (Palmeiras); Ricardo Oliveira aos 41 minutos do segundo tempo (Santos).
Pênaltis: Palmeiras – Zé Roberto (gol), Rafael Marques (Vanderlei), Jackson (gol), Cristaldo (gol), Fernando Prass (gol); Santos – Marquinhos Gabriel (fora), Gustavo Henrique (Fernando Prass), Geuvânio (gol), Lucas Lima (gol), Ricardo Oliveira (gol)
Cartões amarelos: Gabriel (Santos); Matheus Sales, João Pedro e Dudu (Palmeiras)
PALMEIRAS: Fernando Prass, João Pedro, Jackson, Vitor Hugo e Zé Roberto; Matheus Sales, Arouca, Dudu, Robinho e Gabriel Jesus (Rafael Marques); Barrios (Cristaldo). Técnico: Marcelo Oliveira.
SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz (Werley), Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia (Paulo Ricardo), Renato e Lucas Lima; Gabriel (Geuvânio), Ricardo Oliveira e Marquinhos Gabriel. Técnico: Dorival Júnior.

prasscampeão

Um homem e seu destino

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