Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Contratações’ Category

2014: 2004 de novo?

Nen foi o melhor reforço de 2004

Nen foi o melhor reforço de 2004

Encerrada, com final não tão feliz, a novela Gilson Kleina, é hora de o Palmeiras finalmente correr atrás dos reforços. Quer dizer, na verdade a hora já era desde que o acesso ficou evidente, ou ao menos a partir do jogo contra o São Caetano, mas não adianta chorar o leite derramado.

Diversos nomes tem sido ventilados; alguns de peso, como Alex, Diego ou mesmo o lateral Jonathan. Outros – a maioria – são de gente que, digamos, ainda quer provar seu valor. Gente como Lins, que não vingou no Grêmio mas faz ótimo Brasileiro pelo Criciúma (e que, ao que tudo indica, está acertado); Uendel, lateral da Ponte, ou Lucas Lima, meia do Inter emprestado ao Sport.

Em resumo, nomes que não encantam de saída. Mas, se o passado se repete, são estes que virão para o ano que vem.

Dizemos isso baseado no que ocorreu dez anos atrás. Sim, existem grandes diferenças entre o acesso de 2003 e o desta temporada, sendo duas em especial relevantes:

  1. A motivação do centenário
  2. A presença de um presidente diferente do daquela época (ainda que Paulo Nobre não esteja agradando a este redator, concedo que ele terá agora finalmente a oportunidade de não pegar apenas a sobra do mercado como no resto do ano)

Mas, dizíamos, a história pode se repetir. Afinal, mostramos que assim foi na passagem de 2012 para 2013, quando ainda éramos capitaneados por Nanica, Maçã, Prata e companhia: após as duas quedas, o time demorou para dispensar, e mais ainda para contratar.

Se a sina continuar, temos que ver o que aconteceu em 2004 para entender o futuro. E ambas as situações começam com uma semelhança: a manutenção do treinador, ainda que sem novela em 2003: não havia questionamento em relação à manutenção de Jair Picerni (que quase saiu por conta própria, pois havia recebido bela oferta do Japão).

E os reforços, pombas?

Bom, aí é que o calo aperta. Listamos todos os jogadores que estrearam em 2004 pelo Verdão, e nota-se claramente que houve apenas dois tipos de debutantes: jogadores da base e atletas e busca de um lugar ao sol. A solitária exceção à regra foi Renaldo, atacante que já havia sido artilheiro do Brasileiro e destaque no La Coruña – e que no Palmeiras foi, para sermos bondosos, discreto.

Vale dizer que a aposta na base era à epoca compreensível: foi com a molecada que o Verdão ganhou uma injeção de ânimo em 2003. Diego Souza, Edmílson, Alceu e sobretudo Vágner Love empolgavam a torcida, que no entanto veria apenas um dos moleques vingar – Diego Cavalieri.

Já os reforços trazidos de fora foram principalmente para o ataque, o que se entende: este foi o primeiro setor desmantelado por Mustafá em 2004. Edmílson se despediu ainda em janeiro, Vágner Love em junho. E avantes vieram aos borbotões, mas apenas um teve desempenho realmente digno: Osmar, que fez gols decisivos em suas primeiras quatro partidas (e na estreia foram dois). Mesmo ele, contudo, não teria cadeira cativa no onze titular nos anos seguintes. Isto, um e apenas um jogador da turma daquela temporada conseguiu. Foi o zagueiro Nen, que chegou ostentando um feito nada abonador: fora rebaixado com o Gama para a terceira divisão no ano anterior.

Ou seja, o conceito adotado naquele ano remete diretamente à entrevista de Nobre e Kleina após a renovação do técnico: foram trazidos apenas “reforços pontuais”, mantendo-se a base. Em 2004 até que funcionou: o time chegou à Libertadores, e só não pôde alçar voos mais altos porque o então presidente vendeu a galinha dos ovos de ouro que vestia a nove. Para o ano que vem, no entanto, dificilmente essa, hmmm, estratégia vingará. O elenco tem deficiências claras, e não basta trazer gente para completar elenco e disputar posição.

Confira na tabela a seguir a relação em ordem alfabética dos craques daquele ano e conclua conosco: 2004 de novo, não!

2004 não

Anúncios

Read Full Post »

Zé Roberto poderia assinar hoje mesmo

Zé Roberto poderia assinar hoje mesmo

Entramos no mês de julho, período fundamental para times que precisam se reforçar, como evidentemente é o caso do Palmeiras.

Mas, peraí: Mendieta, Ananias, Allan Kardec, Felipe Menezes, Eguren (se vier)… já não é o bastante? Bom, para 2013 esperamos que sim. Só que não é disso que tratamos aqui: o que começa agora é a temporada de caça aos reforços para o ano que vem, que para o Verdão é importantíssimo, por ser o do centenário.

Isto porque desde o dia primeiro todos os jogadores cujos contratos vencem no fim deste ano estão liberados para assinar pré-contratos com quaisquer outras agremiações. Quando bem-feita, é uma maneira eficaz de garantir bons atletas a custos menos altos, o que cai como uma luva a um clube que vive apregoando estar de cofres vazios (o que não impediu a vinda dos recém-chegados).

O Palmeiras tem histórico de não saber lidar com essa questão, vide Thiago Neves, que recebeu adiantamento e depois deu uma banana ao clube, ou Martinuccio. Quando acerta com alguém, é um Maikon Leite da vida. Mas há que continuar tentando.

O site da CBF mostra a validade do contrato de todos os atletas vinculados a clubes brasileiros, do Palmeiras ao Plácido de Castro. A forma de visualizá-los, porém, é a cara do futebol brasileiro: confusa. Até 2012, era possível puxar uma lista de todos os jogadores de cada clube e colocá-la em um Excel, o que era uma mão na roda para nós. Agora, é necessário ver um por um, lembrando que quase todos estão listados por seus nomes, não apelidos, o que dificulta ainda mais (um dos jogadores abaixo, por exemplo, consta apenas pelo nome Marcio Passos de Albuquerque. Sabe quem é?).

Nada que os dirigentes do Verdão, dedicados diuturnamente à nossa equipe, não possam superar facilmente. Mesmo assim, se precisarem de uma mãozinha, listamos aqui um exemplo de cada equipe grande do eixo RJ-MG-RS, mais um coirmão. A questão não é se o cara é craque ou cabe no elenco atual, e sim que existem oportunidades por aí (em outros países inclusive!).

– Junior César (Flamengo – emprestado ao Atlético-MG)

– Edinho (Fluminense – mas somos contra retorno de ex-jogadores)

– Bolívar (Botafogo)

– Edmílson (Vasco – vale a ressalva do Flu)

– Diego Renan (Cruzeiro)

– Ronaldinho Gaúcho (Atlético-MG – sabendo que já fomos feitos de bobo por ele)

– Zé Roberto (Grêmio)

– Kléber (Inter)

– Emerson Sheik (Arquirrival – mas aí também já é demais…)

A indefinição sobre o que teremos em 2014 não serve como desculpa para não agir. Diria até que nossa situação está até mais definida que a de vários outros clubes: é muito provável disputarmos Série A e Copa do Brasil e só (o que, claro, é lamentável); já muitos times da primeira divisão sequer sabem se estarão lá no ano que vem. E o fato de ser a temporada do centenário atrairá naturalmente mais holofotes ao Palmeiras, o que deveria facilitar as contratações.

Faz tempo que o Verdão só pega a sobra do mercado; a última vez que foi pró-ativo foi quando tínhamos a Traffic – ou seja, não era o próprio clube que se mexia. Que Paulo Nobre esteja atento às oportunidades e não incorra nos erros de seus antecessores. O time de 2014 precisa ser muito, mas muito mais forte que o atual – já contando os reforços recentes.

Read Full Post »

O novo comandante terá muito trabalho

Depois de uma semana de desorientação, com um acervo de nomes que incluiu Leão, Jorginho, Falcão, Cristóvão Borges, Dorival Júnior e Madre Teresa de Calcutá, a diretoria finalmente conseguiu acertar com um treinador: Gilson Kleina, que comandava a Ponte Preta desde o início de 2011, é desde já o responsável por fazer o time jogar na elite do Nacional – seja em 2013, seja em 2014. Além, claro, da Libertadores de 2013 (pra não falar da Sul-Americana deste ano, que ainda existe).

O currículo deste curitibano de 44 anos já foi destrinchado por PVC no post que primeiro anunciou sua chegada, faltando apenas citar que seu único título até aqui foi o Alagoano de 2006 pelo Coruripe. Não é obviamente uma folha como a de Felipão, mas quais são os outros técnicos de carreira triunfal que não foram queimados no Palmeiras nos últimos anos? Ao menos Gílson Kleina vem fazendo um trabalho digno na Ponte, de onde o Verdão também trouxe Estevam Soares em 2004 e, num ponto importantíssimo de sua história, Vanderlei Luxemburgo em 1993.

O que falta – a nós e à imensa maioria dos torcedores, não habituados ao noticiário da equipe campineira – é saber o que ele pensa, quais suas táticas favoritas, se é paizão ou linha dura, se é retranqueiro ou destemido. Por isso, deixamos ao próprio Kleina a missão de se apresentar ao torcedor alviverde. A seguir, alguns vídeos daquele a quem a partir de agora confiaremos nossas esperanças. Bem-vindo e muito, mas muito boa sorte.

Entrevista para a TV Bandeirantes

Duas entrevistas para o site da Ponte Preta

Read Full Post »

Seis anos depois, Correa está de volta

Salvo problemas durante a avaliação física, o Palmeiras contará pelo resto do ano com o volante Carlos Rodrigues Corrêa, que volta para o Verdão seis anos após sua despedida. O atleta de 31 anos junta-se a um grande grupo de jogadores recentes com duas passagens pelo clube: Vágner Love, Roque Júnior, Henrique, Obina, Valdivia, Kléber… percebe-se como nem sempre a receita dá certo. Vamos ver o que acontece dessa vez.

Correa chegou ao Palmeiras no início de 2003, vindo do XV de Piracicaba, como parte da reformulação do elenco que havia acabado de cair para a Série B; sua estreia foi no primeiro jogo daquela temporada, numa vitória por 4×2 em amistoso contra a Caldense. Naquela temporada alternou partidas como titular e reserva (no quadrangular final da Segundona foi titular em uma das partidas e veio do banco nas outras cinco), mas no ano seguinte sua eficiência na marcação e nas bolas paradas deu-lhe um lugar cativo no onze inicial, fosse como volante, fosse como lateral-direito. Ficaria no Palmeiras até 2006, quando se despediu na vitória contra o Santa Cruz por 2×1 pelo Brasileiro.

Até aqui, Correa participou de 192 jogos, o que não é pouco: ele já volta como o atleta do elenco com mais partidas – Márcio Araújo, com 17 jogos a menos, fica agora em segundo. Fez 15 gols (o primeiro deles no vexaminoso 2×7 contra o Vitória), número bastante positivo para um volante. O mais importante deles, claro, foi o que deu ao Palmeiras a vaga na Libertadores de 2006. Foi expulso três vezes, uma delas na semifinal que perdemos nos pênaltis para o Paulista no Estadual de 2004.

Isso é seu passado verde, que conhecemos relativamente bem. Mas o que fez Correa depois disso?

Foram seis anos no Dinamo Kyiv, sendo que em nos dois primeiros o camisa 77 era titular absoluto, participando inclusive dos jogos da equipe na Champions League. A partir do fim de 2008, porém, ele foi perdendo espaço, sendo constantemente substituído até o meio de 2009, quando voltou ao Brasil por empréstimo de um ano ao Atlético Mineiro. No Galo, foram 25 jogos e três gols marcados; os palmeirenses puderam revê-lo no dia em que Diego Souza marcou aquele gol do meio de campo. Na ocasião, Correa entrou após o intervalo,.

Em junho de 2010, o Galo não o comprou, mas Correa não retornou à Ucrânia: o Flamengo o contratou também por empréstimo. No Rubro-Negro, foram 25 jogos. Curiosamente, contra o Palmeiras aconteceu o mesmo que no ano anterior: ele entrou após o intervalo do jogo, que acabou 3 a 1 para o Verdão.

No início de 2011, o volante retornou à Europa, mas suas oportunidades minguaram: ele só voltaria a atuar no fim de agosto. E nos últimos 12 meses seus números não impressionam: apenas 14 partidas disputadas (este ano, foram somente cinco, a última delas em maio, e em quatro delas veio do banco). Assim, foi natural que jogador e clube optassem pela rescisão, com a qual o Palmeiras pôde trazê-lo sem custo.

Em resumo, contratamos um jogador que prestou um bom serviço ao clube. Correa, porém, não está mais jovem do que antes e vem de um longo período sem atuar; deve demorar um pouco a entrar em forma. Deve brigar com Assunção por um lugar na equipe, embora João Vítor também deva se sentir ameaçado.

O contrato válido apenas até o fim do ano parece ter sido uma aposta interessante: se não der certo, também não terá sido um grande desembolso. E, se o atleta mostrar o futebol de sua primeira passagem, poderemos contar com mais uma alternativa nas bolas paradas, na marcação e também na lateral-direita, que no momento conta apenas com Artur. Que Correa e todos nós sejamos felizes.

Read Full Post »

Chegou!

O gaúcho Daniel da Silva Carvalho é o novo reforço do Palmeiras, e o primeiro que pode fazer jus ao termo da moda: é talentoso o suficiente para ser considerado um “camarão”. Porém, sabemos que ele tem uma certa tendência a, digamos, manter uma forma física levemente arredondada, e a foto acima não esconde isso.

Daniel Carvalho foi bem por Inter e CSKA (também teve breve estada no Catar), antes de chegar ao Atlético-MG, em maio de 2010. A questão é: os quilinhos a mais e as diversas lesões atrapalharam seu desempenho pelo Galo?

Para responder a isso, vamos a seus números, indo do campeonato mais antigo para o mais novo, a fim de perceber se havia evolução:

Campeonato Brasileiro 2010 – o meia demorou a estrear, mas não por sua culpa: foi a janela de contratações que não permitiu a estreia antes. Mesmo assim, o começo não foi bom: em seu primeiro jogo, na 11ª rodada, ele foi expulso. Devido ao mau condicionamento físico, só retornaria a campo 9 rodadas depois. Da R20 à R31, só perdeu dois jogos, um por suspensão. Porém, nas últimas sete rodadas, só conseguiu entrar atuar uma vez (justo quando o Galo venceu os reservas do Palmeiras em Araraquara), e ainda assim por somente treze minutos. Foram apenas dois gols.

Campeonato Mineiro 2011 – Daniel Carvalho foi operado no fim de 2010 e sua recuperação levou quatro meses; por isso, no Estadual fez apenas quatro partidas, e em todas ele veio do banco, num total de apenas 121 minutos em campo.

Campeonato Brasileiro 2011 – foram 24 partidas (21 como titular), com quatro gols marcados (dois de pênalti) e 9 assistências. As catorze partidas de fora foram principalmente no começo do campeonato – no segundo turno, ele perdeu apenas quatro partidas, sendo uma por suspensão. Também atuou uma vez na Sul-Americana. O lado ruim é que ele saía constantemente dos jogos: foram apenas 11 partidas completas. No total, foram 1795 minutos em campo; como comparação, foram 15 minutos a menos que Henrique.

Ou seja, vemos que Daniel Carvalho jogou pouco no Galo, o que é mau sinal – tudo o que não precisamos é de um novo Lincoln ou Valdivia. Entretanto, seu fim de 2011 mostra que houve um progresso, e que seus problemas podem estar ficando para trás.

O que resta a nós, como sempre, é torcer. Futebol ele tem; esperamos que ele tenha plenas condições de mostrá-lo.

Read Full Post »

Juninho

Já vestiu até o manto grená (Copa SP-2007)

O Palmeiras finalmente formalizou a contratação do lateral-esquerdo Juninho, do Figueirense. Embora a notícia já fosse amplamente sabida, preferimos aqui nos resguardar; sabemos quantas vezes negócios “certos” desandaram pelos lados da Água Branca.

O soteropolitano Evanildo Borges Barbosa Júnior completará 22 anos no próximo dia 11/1. Revelado pelo Pão de Açúcar Esporte Clube (atual Audax), foi vice-campeão paulista sub-17 em 2007 (não menospreze; pense em nossos garotos recém-campeões!). Na época, era eventualmente escalado também na lateral direita.

Após atuar na equipe sub-20 do PAEC por mais um ano e meio, foi emprestado para o Figueirense em 2009. Naquele ano, jogou apenas 2 partidas da Série B, mas agradou e ficou para a temporada de 2010. Na Segundona que marcou o retorno do time catarinense à Série A, ele jogou bastante: 36 das 38 partidas da equipe, sendo o atleta do clube com mais minutos de jogo (e o quinto em toda a competição). Além disso, marcou três gols.

Agora em 2011 também atuou bastante: pelo catarinense, jogou 20 das 21 partidas de sua equipe e anotou um tento. E em sua primeira Série A esteve presente em 35 partidas da boa campanha alvinegra, indo pras redes duas vezes, contra Atlético-PR e Ceará. Atuou nas duas partidas contra o Palmeiras, sendo que no Canindé foi substituído no intervalo.

É um jogador disciplinado: nas 93 partidas que fez pelo Figueira, recebeu 18 cartões amarelos, mas não foi para o chuveiro nenhuma vez. Além disso, como vimos, marcou seis gols (o mesmo que todos nossos laterais – Cicinho, Paulo Henrique, Gabriel Silva, Gerley e Rivaldo – somados).

Este ano, uma das poucas apostas certas foi o lateral-direito. Quem sabe agora estejamos acertando também do outro lado? Currículo, ele começa a construir: foi Bola de Prata e finalista da eleição da CBF.

Bem-vindo, Juninho! O último lateral-esquerdo de alcunha semelhante à sua também era baiano, e dele temos ótimas lembranças…

Fique com seus gols pelo BR-2011 e um vídeo de sua passagem pela base.

Read Full Post »

Chegou o camisa... 21!

Ontem foi anunciado o último reforço do Palmeiras para o ano, trata-se do meia Pedro Carmona. Seu último jogo foi pelo Criciúma-SC (30/8/2011) e seu passe era do São José-RS, ao que consta seus direitos federativos foram adquiridos pelo Verdão. O jogador é natural de Porto Alegre-RS e tem 23 anos (15/4/1988), canhoto, é considerado habilidoso pelos torcedores dos clubes por onde passou, a conferir. Seu primeiro clube foi o Juventude-RS e já teve passagens por Internacional-B, São José, Figueirense e Criciúma.

O Palmeiras é o primeiro clube da série A que Carmona vai defender efetivamente, antes de chegar ao Palestra atuou em uma única partida pelo BR2007, na derrota por 3×1 do Juventude frente ao Goiás, jogou pouco mais de 20 minutos. Em 2010 atuou na reta final do Brasileirão-B pelo Figueirense, que acabou subindo de divisão mas preferiu não manter o atleta, apesar de seus bons 4 gols em 6 jogos, o melhor deles numa bela cobrança de falta. Vamos dividir as cobranças ai Marcos Assunção! Em 2011 o meia já defendeu o Criciúma na série B em 17 partidas (7V-5E-5D) começando 10 como titular e entrando no decorrer das outras 7, anotou 1 gol e 4 assistências.

A nova contratação tem boas chances de começar a mostrar seu valor logo no próximo domingo, em Florianópolis contra o Avaí, seu nome ainda não apareceu no BID mas espera-se que apareça hoje, com os desfalques certos de Valdívia (não importa o motivo, desfalque certo) e Patrik (suspenso), as opções de Felipão para a posição são Patrik Vieira e Pedro Carmona, boa sorte ao garoto.

No vídeo abaixo você pode conferir uma compilação dos gols do garoto e saber mais ou menos o que esperar dele:

Read Full Post »

Older Posts »