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Archive for the ‘Números da temporada’ Category

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Não dava pra não colocar o cavalinho

Ano esquisito esse. Crises, notícias ruins aos montes, entre as quais a cada vez mais inacreditável queda do avião da Chapecoense, inúmeros famosos que se foram (sim, todo ano os há, mas a safra de 2016 parece ter sido maior – e no meu caso a que mais doeu sem dúvida foi a de Gaúcho, meu primeiro ídolo). O mundo fora do futebol – sim, ele existe – foi turbulento.

Para os palmeirenses, contudo, o ano dificilmente poderia se encerrar de maneira melhor. O Brasil voltou a ser nosso (depois de um ou vinte e dois anos, como preferir), ensinamos ao país inteiro com quantos títulos se faz um enea e as perspectivas para 2017 são também muito animadoras.

O começo não foi lá essas coisas, e o capital conquistado por Marcelo Oliveira ao levantar a Copa do Brasil rapidamente se esvaiu. Já em março ele se foi, mas o substituto foi um tiro na mosca. #VoltaCuca

De maio a novembro, com raros momentos de turbulência, o Verdão navegou em mares tranquilos (claro que só podemos afirmar isso mais de um mês após o final feliz, mas o fato é que, revendo calmamente, foi assim mesmo). Não teve nem cheiro de desgraça. 2009 nunca mais.

Agora, enfim trazemos para você o resumo da já saudosa temporada verde. Você poderá compará-la com os anos anteriores clicando aqui para 2015, aqui para 2014aqui para 2013.

Se faltou algo que chame sua atenção, use a caixa de comentários; queremos fazer deste texto o mais completo resumo estatístico do ano em que o maior campeão nacional foi novamente campeão nacional (admito: este parágrafo ficou igual ao de 2015. Bom que seja assim, não?).

Nota: este Instituto Palestrino de Estatística não faz tudo sozinho. Agradecemos alguns dados obtidos através da sempre recomendada Porcopedia e os dados sobre assistências e gols do Brasilerão enviados pelo amigo @edersep.

Chega de papo. Mergulhe agora nos números do ano. O ano do número 9.

Desempenho

Aproveitamento: 62%

Jogos: 67 (Série A 38, Paulista 17, Libertadores 6, Copa do Brasil 4, Amistosos 2)

Vitórias: 36 (Série A 24, Paulista 8, Libertadores 2, Copa do Brasil 1, Amistosos 1)

% Vitórias: 54 (Série A 63, Paulista 47, Libertadores 33, Copa do Brasil 25)

Empates: 16 (Série A 8, Paulista 4, Libertadores 2, Copa do Brasil 1, Amistosos 1)

% Empates: 24% (Série A 21, Paulista 24, Libertadores 33, Copa do Brasil 25)

Derrotas: 15 (Série A 6, Paulista 5, Libertadores 2, Copa do Brasil 2)

% Derrotas: 22% (Série A 16, Paulista 29, Libertadores 33, Copa do Brasil 50)

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O primeiro jogo do ano

Gols, gols, gols

Gols marcados: 110 (Série A 62, Paulista 29, Libertadores 12, Copa do Brasil 5, Amistosos 2)

Gols marcados por jogo: 1,64 (Série A 1,63; Paulista 1,70; Libertadores 2,00; Copa do Brasil 1,25)

Gols sofridos: 63 (Série A 32, Paulista 19, Libertadores 8, Copa do Brasil 4, Amistosos 0)

Gols sofridos por jogo: 0,94 (Série A 0,84; Paulista 1,12; Libertadores 1,33; Copa do Brasil 1,00)

Saldo de gols: 47 (Série A 30, Paulista 10, Libertadores 4, Copa do Brasil 1, Amistosos 2)

Tripletes: nenhum (último: Lucas Barrios (4×1 Fluminense, 16/9/2015)

Maior goleada aplicada: 4×0 River Plate-URU, Atlético-PR e Figueirense

Maior goleada sofrida: 1×4 Água Santa

Jogo com mais gols: Palmeiras 4×3 Grêmio

Placares mais comuns: 2×0 (dez vezes), 2×1 e 1×2 (oito vezes cada)

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Essa bola marota será o gol mais incrível de 2016

Os gols do Brasileirão

Os 62 tentos alviverdes foram assim distribuídos:

29 de pé direito de dentro da área

8 de pé esquerdo de dentro da área

4 de pé direito de fora da área

4 de pênalti (e não venham com essa de que isso afinal é pé direito ou esquerdo dentro da área)

1 de falta (em dois toques)

16 de Cucabol cabeça

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Lá vem Cucabol

Classificações finais

Série A: ENEACAMPEÃO!

Libertadores da América: 18º colocado

Campeonato Paulista: quarto colocado

Copa do Brasil: quadrifinalista

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É nossa

Jogadores

Quem mais atuou: Vítor Hugo (59)

O resto do pódio: Dudu e Jean (53 cada)

Os outros top 10: Gabriel Jesus (48), Zé Roberto (51), Fernando Prass (41), Thiago Santos (40), Moisés e Tchê Tchê (39 cada), Alecsandro (36)

Quantos jogadores atuaram: 41 (nove a menos que em 2015, sendo que dois estrearam na última rodada)

Artilheiro: Gabriel Jesus, 21 gols

O resto do pódio: Alecsandro (12) e Dudu (9). Em 2015 o terceiro tinha feito 14 (Cristaldo), mas em 2014 apenas 5 (Wesley).

Os outros top 10: Jean (8), Vítor Hugo, Rafael Marques e Allione (5 cada), Moisés, Cleiton Xavier, Róger Guedes, Thiago Martins, Barrios, Mina e Cristaldo (4 cada)

Mais assistências: Dudu (12)

O resto do pódio: Robinho (8) e Cleiton Xavier (7)

Os outros top 10: Jean (6), Róger Guedes (5), Gabriel Jesus, Alecsandro e Thiago Santos (4 cada), Zé Roberto, Egídio e Rafael Marques (3 cada)

Quantos jogadores marcaram: 23 (fora um gol contra)

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O que mais jogou e o que mais marcou

Cartões

Mais cartões vermelhos: num ano com incrivelmente apenas dois expulsos, somente Gabriel Jesus (contra o Rosario Central) e Allione (Grêmio, em momento decisivo da Copa do Brasil) foram pro chuveiro mais cedo. Em 2015 haviam sido 10 vermelhos.

Recorde: O Palmeiras se tornou o primeiro clube na história dos Brasileiros de pontos corridos a terminar o torneio sem expulsões.

Mais cartões amarelos: Gabriel Jesus (claro), 16. Depois Thiago Santos (claro), 12, Vítor Hugo 11, Alecsandro 10, Matheus Sales 9, Edu Dracena 8.

O santo: Cristaldo, 11 jogos sem cartão. Ano passado Rafael Marques passou ileso em 56 partidas

Cartões no banco: houve seis cartões amarelos dados a jogadores no banco em nossas partidas. O único palmeirense advertido assim foi Vagner, contra o Santos na semi do Paulista; no mesmo jogo Elano também foi punido assim – pela segunda vez no ano, já que no 0x0 da primeira fase isso já tinha acontecido!

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Uma cena bem comum

Técnicos

Marcelo Oliveira: 12 partidas, com 5V/5E/2D (aproveitamento 56%)

Cuca: 51 partidas, com 29V/11E/11D (aproveitamento 64%)

Houve ainda partidas com Tico dos Santos (1×2 Nacional), Alberto Valentim (2×0 São Paulo) e Cuquinha (2×0 Flu no turno e 1×3 Botafogo)

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Cucampeão

Nossa casa

Jogos no Allianz Parque: 27

Maior público e renda: 40.986 pagantes e R$ 4 171 317,26 em Palmeiras 1×0 Chapecoense.

Recorde: este jogo marcou o maior público da história do centenário Palestra Itália (que datava de 1976)

Menor público: 18.413 pagantes em Palmeiras 1×2 Ferroviária

Menor renda: R$ 915 440,54 em Palmeiras 4×1 Capivariano

Público total: 855.651 (média de 31.691 por partida)

Renda total: R$ 56.113.907,32 (média de R$ 2.078.292,86 por jogo)

Ticket médio: R$ 65,58 por ingresso (7,5% a menos que em 2015).

Times que nos visitaram mais de uma vez no ano: apenas um, o Santos.

Jogos de mata-mata: 3, com duas vitórias e um empate.

Jogos em que era obrigatório vencer: 2, com uma vitória (River Plate-URU, e não adiantou) e um empate (Grêmio)

Gol Sul: marcamos 30, sofremos 6

Gol Norte: marcamos 20, sofremos 12

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Vira, vira, vira… virou?

Jogos em que saímos ganhando: 44

Viradas sofridas: 2 (Linense, Cruzeiro)

Jogos em que saímos perdendo: 18

Viradas conseguidas: 2 (São Paulo, Vitória)

Todos estes jogos com viradas terminaram 2×1. Vale ainda destacar, claro, que em Palmeiras 4×3 Grêmio houve uma virada e uma revirada.

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Esse foi o empate. O cara mais atrás virou

Adversários

Clássicos: 10 (5 vitórias, 3 empates, 2 derrotas). Aproveitamento: 60%

Corinthians: 3V sem levar gol, o que não acontecia desde 2007.

São Paulo: 2V/1D

Santos: 3E/1D

Quem marcou em clássicos: Mina 3, Dudu e Rafael Marques 2, Robinho, Cleiton Xavier, Vítor Hugo e Moisés

Clubes estrangeiros enfrentados: 4 (Libertad, River Plate-URU, Rosario Central, Nacional)

Times enfrentados mais vezes: Grêmio e Santos (4 vezes cada)

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Batemos o Corinthians em três estádios diferentes

Ineditismos

Novos jogadores: 16 (Artur, Edu Dracena, Erik, Fabiano, Fabrício, Jean, Mina, Moisés, Régis, Rodrigo, Roger Carvalho, Róger Guedes, Tchê Tchê, Vagner, Vinicius Silvestre, Vitinho) – doze a menos que 2015

Novos artilheiros*: 9 (Erik, Fabiano, Jean, Mina, Moisés, Róger Guedes, Tchê Tchê, Thiago Martins, Thiago Santos)

*jogadores que marcaram seu primeiro gol este ano

Novos adversários: 2 (River Plate-URU e Água Santa)

Novos estádios: 2 (Domingo Burgueño em Maldonado-URU e José Liberatti em Osasco-SP)

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Que primeiro gol, hein, Fabiano?

Maiores sequências

Vitórias: 3 (diversas vezes)

Invencibilidade: 10 (Chapecoense, Vitória, Atlético-PR, Ponte Preta, Fluminense, Botafogo-PB, São Paulo, Grêmio, Flamengo, Corinthians)

Derrotas: 4 (Nacional-URU, Audax, Red Bull, Água Santa)

Jogos sem vitórias: 5 (São Bento, Oeste, Linense, River Plate-URU, Santos)

Jogos marcando gols: 13 (todos entre Audax e Fluminense no 1º turno do BR)

Jogos sem marcar gols: 1 (dez vezes). Ou seja, o Palmeiras em nenhum momento do ano ficou dois jogos sem marcar.

Jogos sem levar gols: 3 (Libertad, Nacional e Botafogo-SP, os três primeiros jogos da temporada)

Jogos levando gols: 4 (três vezes)

Palmeiras Campeão Brasileiro de 2016 - Ricardo Stuckert/CBF

Jailsão teve uma sequência própria de 19 jogos invicto no BR

Árbitros com 3 ou mais jogos ou de finais

Cinco jogos: Dewson Freitas (2×1 Flamengo, 3×0 Botafogo-PB, 3×2 Santa Cruz, 0x1 Santos, 2×1 Vitória)

Três jogos: Anderson Daronco (incluindo o Palmeiras 1×0 Chapecoense da taça), Heber Roberto Lopes, Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza Raphael Claus, Ricardo Marques Ribeiro e Vinicius Furlan

Bola na marca fatal

Disputas de pênaltis: 2, com 2 derrotas (Nacional-URU em torneio amistoso e Santos no Paulista)

Pênaltis cobrados nestas disputas: 11, com 5 acertos e 6 erros.

Um acerto e um erro: Rafael Marques e Fernando Prass

Um acerto: Zé Roberto, Cleiton Xavier, Jean

Um erro: Dudu, Allione, Gabriel Jesus, Lucas Barrios

Pênaltis defendidos por Prass (nas disputas): Fernández, Ramírez e Lucas Lima

Pênaltis defendidos durante os jogos: Marco Rúben (Rosario Central) e Lucca (Corinthians)

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Já já vai ter gol. Do Palmeiras.

Algumas curiosidades

– O Palmeiras finalmente deixou de ser o pior time paulista no BR, o que vinha acontecendo seguidamente desde 2011 (2010 se incluirmos os times do interior).

– Pela primeira vez desde 1997 o Palmeiras foi o paulista melhor colocado no Brasileiro.

– O Palmeiras atuou em 9 Estados durante o ano: SP, RJ, MG, PR, SC, RS, BA, PB, PE; além disso, atuou no Distrito Federal e em dois outros países (Argentina e Uruguai).

Os 5 principais jogos do ano em nossa opinião

Palmeiras 2×0 Rosario Central (Libertadores da América): esse jogo não entra por ter sido particularmente importante na temporada, e sim como homenagem a uma das maiores atuações individuais do Verdão no século, certamente a maior do novo estádio. O que Fernando Prass fez foi um espanto.

Palmeiras 4×0 Atlético-PR (Brasileiro): após a queda no Paulista, Cuca havia dito que o time seria campeão brasileiro. A estreia no torneio demonstrou que não eram palavras ao vento.

Botafogo 3×1 Palmeiras (Brasileiro): uma derrota sim, por que não? Foi aqui que Cuca percebeu que para garantir a taça seria necessário mudar um pouco o estilo. Nasceu então o time que só perderia um dos 21 jogos seguintes e com enorme solidez rumou para a glória.

Corinthians 0x2 Palmeiras (Brasileiro): no momento mais difícil do segundo semestre, um simples empate em Itaquera poderia custar a liderança. Mas o time foi absoluto, dominou do início ao fim e ganhou um embalo decisivo.

Palmeiras 1×0 Chapecoense (Brasileiro): entramos 98% campeões, saímos 100%. Um jogo que apesar do placar magro nunca fugiu ao controle, ainda mais com a calma de quem sabia que ao mesmo tempo o Santos tropeçava – o que por si só bastava. E, claro, uma partida que jamais será esquecida não só por representar a reconquista do Brasileirão como por ter sido o ato derradeiro de 13 jogadores e um técnico. De todos os atletas da Chape que atuaram aquele dia, apenas Alan Ruschel escapou da morte 30 horas após o apito final. Não era a intenção terminar esse textão assim, mas agora vejo que não consigo fazê-lo de outra forma. Que sejam sempre lembrados.
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No Allianz, o adeus

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Em dois segundos ganharemos o ano

Em dois segundos ganharemos o ano

Tudo está bem quando termina bem. Se esta frase é mesmo verdade, então fechamos 2015 com uma paz de espírito inédita neste século (eu diria que os anos mais próximos foram 2008, que pareceu apontar para um bom futuro, e 2003, por puro alívio e pela molecada de então). Com taça, temos que remontar a 1998.

Foram altos, baixos e um enorme alto de novo no fim. Um ano agitado, de reforços por atacado, de nos acostumar de vez à nova casa, de “água limpa”. De moleque da base que todos queriam ver subir, de moleque da base que poucos conheciam e arrebentou na final. De chapéu.

São os números desse ano que vamos destrinchar agora. Você poderá compará-los com os anos anteriores clicando aqui para 2014aqui para 2013.

E, principalmente, se faltou algo que chame sua atenção, use a caixa de comentários; queremos fazer deste texto o mais completo resumo estatístico do ano em que o maior campeão nacional foi novamente campeão nacional.

Nota: este Instituto Palestrino de Estatística não faz tudo sozinho. Agradecemos alguns dados obtidos através da sempre recomendada Porcopedia e os dados sobre assistências enviados pelo amigo @edersep.

Desempenho

Aproveitamento: 57%

Jogos: 72 (Série A 38, Paulista 19, Copa do Brasil 13, Amistosos 2)

Vitórias: 37 (Série A 15, Paulista 12, Copa do Brasil 8, Amistosos 2)

% Vitórias: 51% (Série A 39, Paulista 63, Copa do Brasil 62)

Empates: 13 (Série A 8, Paulista 2, Copa do Brasil 3)

% Empates: 18% (Série A 18, Paulista 11, Copa do Brasil 23)

Derrotas: 22 (Série A 15, Paulista 5, Copa do Brasil 2)

% Derrotas: 31% (Série A 39, Paulista 26, Copa do Brasil 15)

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Um empate e uma vitória ao mesmo tempo

Gols, gols, gols

Gols marcados: 119 (Série A 60, Paulista 28, Copa do Brasil 25, Amistosos 6)

Gols marcados por jogo: 1,65 (Série A 1,58, Paulista 1,47, Copa do Brasil 1,92)

Gols sofridos: 82 (Série A 51, Paulista 14, Copa do Brasil 14, Amistosos 3)

Gols sofridos por jogo: 1,13 (Série A 1,34, Paulista 0,74, Copa do Brasil 1,08)

Saldo de gols: 37 (Série A 9, Paulista 14, Copa do Brasil 11)

Tripletes: 1 (Lucas Barrios nos 4 a 1 contra o Fluminense no segundo turno do Brasileiro)

Maior goleada aplicada: 5×1 Sampaio Correa (menção honrosa para os 4×0 no SPFC)

Maior goleada sofrida: 1×5 Chapecoense

Zé fez dois na maior goleada do ano.

Zé fez dois na maior goleada do ano.

Classificações finais

Série A: 9° colocado

Campeonato Paulista: vice-campeão

Copa do Brasil: TRICAMPEÃO!

Jogadores

Quem mais atuou: Fernando Prass (68). Em 2014 haviam sido 32 jogos.

O resto do pódio: Vítor Hugo (58), Dudu, Lucas e Rafael Marques (todos 56)

Os outros top 10: Robinho (52), Zé Roberto (51), Cristaldo (46), Arouca e Gabriel (40 cada)

Quantos jogadores atuaram: 50 (o mesmo que em 2014)

Estreantes do ano: 28 (todos os reforços com exceção de Cleiton Xavier e Rafael Marques mais Gabriel Jesus, Matheus Sales, Lucas Taylor, Jóbson e Jaílson ) – quatro a mais que 2014

Todos os 25 reforços: tente lembrá-los!

Artilheiro: Dudu, 16 gols

O resto do pódio: Rafael Marques (15) e Cristaldo (14). Curiosidade: em 2014, o terceiro havia sido Wesley, com 5. Melhorou…

Os outros top 10: Leandro Pereira (10), Robinho (9), Barrios e Vítor Hugo (8 cada), Gabriel Jesus e Zé Roberto (7 cada), Lucas (4)

Mais assistências: Dudu e Robinho (13 cada)

Todos os outros: Lucas e Egídio (7 cada), Zé Roberto (6), Rafael Marques e Allione (5 cada); Kelvin e Gabriel Jesus (3 cada); Valdivia, Alecsandro, Cristaldo, Vítor Hugo, Barrios, João Paulo (2 cada); Cleiton Xavier, Wellington, Gabriel, Arouca e Victor Ramos (1 cada).

Quantos jogadores marcaram: 22 (fora um gol contra)

Marcaram pela primeira vez em 2014: 14 (Alan Patrick, Alecsandro, Allione, Andrei Girotto, Dudu, Egídio, Gabriel, Gabriel Jesus, Jackson, Kelvin, Leandro Pereira, Lucas, Lucas Barrios, Robinho, Victor Ramos, Vítor Hugo, Zé Roberto)

Mais cartões vermelhos: Victor Ramos, com 2 das 10 expulsões do Palmeiras (as outras foram de Jackson, Dudu, Robinho, Vítor Hugo, Arouca, Cristaldo, Lucas e Leandro Almeida). Sem falar da expulsão anulada de Egídio contra a Chapeconese

Curiosidade: dos 10 vermelhos, 4 foram na Vila Belmiro (Dudu e Victor Ramos na final do Paulista; Cristaldo no returno do BR e Lucas na ida da Copa do Brasil).

Mais cartões amarelos: Lucas, 15, depois Dudu 14, Vítor Hugo 11, Robinho, Jackson e Egídio 9.

O santo: Rafael Marques (56 partidas no ano sem um único cartão)

Dudu foi arco e flecha

Dudu foi arco e flecha

Técnicos

Oswaldo de Oliveira: 31 partidas, com 17V/7E/7D (aproveitamento 62%)

Alberto Valentim: 1 partida, com 1V

Marcelo Oliveira: 40 partidas, com 19V/6E/15D (aproveitamento 53%)

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Contestado (por mim inclusive) mas campeão

Nossa casa

Jogos no Allianz Parque: 36 (incluindo a estreia no Paulista com mando do Audax e excluindo o amistoso Brasil 2×0 México)

Maior público e renda: 39.960 pagantes e R$ 5.336.631,25 em Palmeiras 2×1 Santos, decisão da Copa do Brasil

Menor público e renda: 15.037 pagantes e R$ 614.729,50 em Palmeiras 0x2 Coritiba (jogo que antecedeu a final)

Público total: 1.062.325 (média de 29.509 por partida)

Renda total: R$ 75.299.244,06 (média de R$ 2.091.645,67 por partida)

Ticket médio: R$ 70,88 por ingresso. E o salário, ó…

Nosso melhor aproveitamento: Santos (3J/3V)

Nosso pior aproveitamento: Ponte Preta (2J/2D)

Jogos de mata-mata: 8, com sete vitórias e um empate

Jogos em que era obrigatório vencer: 2, com duas vitórias (Fluminense e Santos na semi e na final da Copa do Brasil)

Taças conquistadas: uma

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Ter casa cheia foi e será comum

Árbitros com 3 ou mais jogos ou de finais

Sete jogos

Anderson Daronco: 4×0 SPFC, 4×1 Vasco, 3×2 Cruzeiro (Copa do Brasil), 4×1 Fluminense, 1×1 SPFC, 2×1 Fluminense (Copa do Brasil), 0x2 Vasco

Quatro jogos

Raphael Claus: 0x1 SCCP, 0x1 Grêmio, 3×3 SCCP, 0x1 Ponte Preta (Brasileiro)

Wilton Sampaio: 0x0 JEC, 1×2 Cruzeiro, 3×2 Grêmio, 3×2 Inter (Copa do Brasil)

Três jogos

Luiz Flávio de Oliveira: 3×1 Shandong Luneng, 1×0 Bragantino, 0x1 Santos (final da Copa do Brasil)

Thiago Duarte Peixoto: 3×1 Audax, 1×2 Santos (1ª fase do Paulista), 2×2 SCCP (semi do Paulista)

Vinicius Dias Araújo: 3×0 Rio Claro, 2×0 SCCP, 2×0 Ponte Preta

Marcelo de Lima Henrique: 0x1 Goiás (primeiro turno), 2×1 Cruzeiro (Copa do Brasil), 3×1 Avaí

Leandro Pedro Vuaden: 1×2 Figueirense, 0x1 Goiás (segundo turno), 1×2 Fluminense (Copa do Brasil)

Igor Junio Benevenuto: 3×0 Avaí, 4×2 Flamengo, 0x2 Coritiba

Árbitros das finais

Copa do Brasil: Héber Roberto Lopes (volta) e Luiz Flávio de Oliveira (ida)

Paulista: Guilherme Ceretta de Lima (volta) e Vinicius Furlan (ida)

CAMPEONATO BRASILEIRO 2015: SÃO PAULO FC X PALMEIRAS

Você de novo?

Adversários

Clássicos: 14 (6 vitórias, 3 empates, 5 derrotas). Aproveitamento: 50% (que escondem uma taça, uma classificação em Itaquera e uma goleada).

Corinthians: 1V/2E (com 1V nos pênaltis)/1D

São Paulo: 2V/1E

Santos: 3V/4D

Estreantes: 4 (Shandong Luneng, Red Bull, Capivariano, Vitória da Conquista)

Clubes estrangeiros enfrentados: 1 (Shandong Luneng)

Time enfrentado mais vezes: Santos (7 vezes e duas finais)

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Será que a bola de Robinho entra?

Maiores sequências

Vitórias: 6 (Rio Claro, São Bento, Penapolense, Capivariano, Vitória da Conquista, Bragantino)

Invencibilidade: 8 (SPFC, Chapecoense, Ponte, Avaí, Sport, ASA, Santos, Vasco)

Derrotas: 3 (Atlético-PR, Cruzeiro, Coritiba)

Jogos sem vitórias: 6 (Santos, Vasco, Atlético-PR, Cruzeiro, Santos, Coritiba. Ou seja, os jogos que antecederam a decisão da Copa do Brasil)

Jogos marcando gols: 10 (as seis vitórias seguidas mais Santos, XV, São Bernardo e SPFC).

Jogos sem marcar gols: 3 (Joinville, Goiás, ASA)

Jogos sem levar gols: 4, duas vezes (destaque para 4 vitórias seguidas no BR, SPFC, Chapecoense, Ponte e Avaí)

Jogos levando gols: 19 (todos os últimos jogos da temporada)

Disputas de pênaltis

Número de disputas: 4, com 3 vitórias (Corinthians, Fluminense, Santos) e uma derrota (Santos no Paulista)

Pênaltis cobrados: 20, com 16 acertos e 4 erros

Cobraram nas 4 vezes: Jackson e Rafael Marques

Três acertos: Jackson (nas três que ganhamos)

Dois acertos: Rafael Marques, Cristaldo, Cleiton Xavier

Um acerto: Dudu, Zé Roberto, Allione, Leandro Pereira, Victor Ramos, Kelvin e, claro, Fernando Prass

Dois erros: Rafael Marques

Um erro: Jackson e Robinho

Pênaltis defendidos por Prass: Elias, Petros, Gustavo Scarpa, Gustavo Henrique (Gum e Marquinhos Gabriel chutaram para fora). Sem contar esses, houve um contra o Cruzeiro pelo Brasileirão.

Algumas curiosidades

– O Palmeiras foi o melhor time no confronto somente entre paulistas e entre paulistas e cariocas no Brasileirão. Mesmo assim, terminou pela sexta vez seguida como o pior grande paulista na competição.

– O Palmeiras atuou em 11 Estados durante o ano: SP, RJ, MG, PR, SC, GO, RS, BA, MT, MA, PE. Não jogou em AL porque o ASA transferiu o mando para Londrina.

Os 5 principais jogos do ano (em nossa opinião)

Palmeiras 3×0 SPFC (Paulista): o primeiro clássico do ano tinha terminado em derrota, mas o segundo mostrou que em 2015 não seríamos saco de pancada dos grandes rivais.

Corinthians 2 (5) x 2 (6) Palmeiras (Paulista): a primeira demonstração que o time não tremeria em jogos grandes e de quebra a primeira eliminação do arquirrival em sua própria casa.

Corinthians 0x2 Palmeiras (Brasileiro): fim de um jejum de quase quatro anos sem vitórias no Derby e primeira vitória (no tempo normal) em Itaquera.

Palmeiras 3×2 Internacional (Copa do Brasil): não fomos brilhantes, mas este jogo teve múltiplos aspectos positivos – eliminar uma enorme asa negra, mostrar a força do time em casa, exibir poder de reação estando a 20 minutos da queda e fazer a torcida sofrer como há muito não acontecia.

Palmeiras 2 (4) x 1 (3) Santos: porque a primeira taça em casa ninguém esquece.

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The End

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De bom mesmo este ano só a volta pra casa

De bom mesmo este ano só a volta pra casa

Já estamos com a cabeça em 2015, mas vamos aqui fechar o ano com os números da temporada do futebol alviverde. Para outras modalidades acesse este abrangente resumo feito por Fernando Galuppo; para comparar com os números de 2013 clique aqui.

Se faltou algo que chame sua atenção, use a caixa de comentários; queremos fazer deste texto o mais completo resumo estatístico do decepcionante 2014 verde e branco.

Desempenho

Jogos: 64 (Série A 38, Paulista 17, Copa do Brasil 8, Copa Euro-Americana 1)

Vitórias: 29 (Série A 11, Paulista 12, Copa do Brasil 5, Copa Euro-Americana 1)

% Vitórias: 45% (Série A 29, Paulista 71, Copa do Brasil 62, Copa Euro-Americana 100)

Empates: 9 (Série A 7, Paulista 2)

% Empates: 14% (Série A 14, Paulista 18, Copa do Brasil 0)

Derrotas: 26 (Série A 20, Paulista 3, Copa do Brasil 3)

% Derrotas: 41% (Série A 53, Paulista 18, Copa do Brasil 38)

Aproveitamento: 49%

Maior sequência de vitórias: 6 (Linense, Comercial, Atlético Sorocaba, Penapolense, SPFC, XV – os seis primeiros jogos da temporada)

Maior sequência invicta: 9 (os seis jogos acima mais Audax, Corinthians, Ituano)

Maior sequência de derrotas: 5 (Atlético-MG, SPFC, Sport, Coritiba, Inter)

Maior sequência sem vitórias: 6 (os cinco jogos acima mais Atlético-PR – ou seja, os seis últimos jogos do ano)

Um clássico vencido na melhor sequência da temporada

Um clássico vencido na melhor sequência da temporada

Gols, gols, gols

Gols marcados: 75 (Série A 34, Paulista 29, Copa do Brasil 10, Copa Euro-Americana 2)

Gols marcados por jogo: 1,17 (Série A 0,89, Paulista 1,70, Copa do Brasil 1,25, Copa Euro-Americana 2,00)

Gols sofridos: 79 (Série A 59 (!!), Paulista 14, Copa do Brasil 5, Copa Euro-Americana 1)

Gols sofridos por jogo: 1,23 (Série A 1,55, Paulista 0,82, Copa do Brasil 0,63, Copa Euro-Americana 1,00)

Saldo de gols: -4 (Série A -25, Paulista 15, Copa do Brasil 5, Copa Euro-Americana 1)

Maior sequência de jogos marcando gols: 17 (todo o Paulistão exceto o jogo contra o Ituano e mais a ida contra o Vilhena) – um dos raros índices melhores do que o de 2013.

Maior sequência de jogos sem marcar gols: 4, duas vezes (Chapecoense, Botafogo, Grêmio, Santos e Atlético-MG, SPFC, Sport, Coritiba)

Maior sequência de jogos sem levar gols: 4 (Goiás, Sampaio Correa, Figueirense, Vitória)

Maior sequência de jogos levando gols: 6 (os últimos seis jogos da temporada)

Maior goleada aplicada: 4×1 Atlético Sorocaba

Maior goleada sofrida: 0x6 Goiás

A maior goleada foi logo no terceiro jogo

A maior goleada foi logo no terceiro jogo

Classificações finais

Série A: 16° colocado

Campeonato Paulista: 3º colocado

Copa do Brasil: caiu nas oitavas-de-final

Copa Euro-Americana: campeão junto com os colegas de continente

O Troféu Julinho Botelho

O Troféu Julinho Botelho

Jogadores

Quem mais atuou: Marcelo Oliveira, 53 vezes

O resto do pódio: Lúcio (47) e Wesley (43, também foi o terceiro em 2013). Não admira o desempenho do time no ano…

Os outros top 11: Juninho (40), Henrique (39), Leandro (35), Diogo (34), Victor Luís (33), Wendel, Fernando Prass e Renato (32 cada)

Quantos jogos Valdivia fez: 29 (45%). Mais que em 2013!

Quantos jogadores atuaram: 50 (quatro a mais que em 2013)

Estreantes do ano: 24 (Allione, Bernardo, Bruninho, Bruno César, Chico, Cristaldo, Diogo, Eduardo Júnior, Erik, França, Gabriel Dias, João Pedro, Josimar, Léo Cunha, Lúcio, Marquinhos Gabriel, Mouche, Nathan, Rodolfo, Tobio, Victor Luís, Victorino, Washington, William Matheus) – um a mais que 2013

Artilheiro: Henrique, 18 gols

O resto do pódio: Alan Kardec (10, também foi o segundo em 2013) e Wesley (5, também foi o terceiro em 2013)

Os outros top 9: Juninho, Leandro, Valdivia (4), Felipe Menezes, Mendieta, Mouche (3). Seis atletas marcaram duas vezes.

Quantos jogadores marcaram: 24 (quatro a menos que 2013)

Marcaram pela primeira vez em 2014: 14 (Bruno César, Cristaldo, Diogo, França, Henrique, João Pedro, Lúcio, Marquinhos Gabriel, Miguel, Mouche, Renato, Tobio, Victor Luís, William Matheus)

Mais cartões vermelhos: Allione e Bruno César, 2 cada (de 11 no total do ano, 1 a cada 6 jogos). Foram duas expulsões a menos que no ano passado. Os outros expulsos: Kardec, Marcelo Oliveira, Wesley, Tobio, Josimar, Valdivia e Nathan

Mais cartões amarelos: Juninho, 13, depois Marcelo Oliveira 12, Valdivia, Lúcio e Henrique 11.

Curiosidade: em proporção, o rei do cartão foi Eguren, 7 cartões em 15 jogos (muitos deles só atuando em parte)

O santo: Mazinho (26 partidas no ano sem nenhum cartão)

Mais vezes vindo do banco: Felipe Menezes (15 vezes), depois Mendieta e Diogo, 12, e Bruno César, Mouche e Cristaldo, 11

O artilheiro de 2014 não deve ficar em 2015

O artilheiro de 2014 não deve ficar em 2015

Técnicos

Gílson Kleina: 23 partidas, com 15V/2E/6D/37GP/22GC (aproveitamento 68%)

Alberto Valentim: 8 partidas, com 4V/1E/3D/7GP/6GC (aproveitamento 54%)

Ricardo Gareca: 13 partidas, com 4V/1E/8D/11GP/16GC (aproveitamento 33%)

Dorival Júnior: 20 partidas, com 6V/5E/9D/20GP/35GC (aproveitamento 38%)

E se tivesse chegado antes? E se tivesse ficado depois? Gareca foi a esfinge de 2014

E se tivesse chegado antes? E se tivesse ficado mais? Gareca foi a esfinge de 2014

Adversários

Clássicos: 9 jogos, 1 vitória (2×0 SPFC), 2 empates (ambos vs Corinthians) e 6 derrotas

Estreantes: 2 (Grêmio Osasco Audax, Vilhena)

Clubes estrangeiros enfrentados: 1 (Fiorentina)

Time enfrentado mais vezes: Atlético-MG (4 derrotas, digo, vezes)

Galo de novo nããão!

Galo de novo nããão!

Curiosidades

Este foi o terceiro ano com maior porcentual de derrotas em nossa história – mas à frente estão somente os dois primeiros anos (1915 e 1916), quando o clube ainda era novato e enfrentava adversários mais experientes.

Depois de três anos e meio, finalmente um palmeirense marcou três vezes em um jogo. A façanha coube a Henrique, nos 4 a 2 contra a Chapecoense.

Feliz 2015, e lembre-se: até 25/8/15 ainda é centenário

Feliz 2015, e lembre-se: até 25/8/15 ainda é centenário

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A imagem que resume 2013

Para o bem e o mal, a imagem que resume 2013

Direto e reto: números, números e mais números da temporada alviverde.

Desempenho

Jogos – 68 (Série B 38, Paulista 20, Libertadores 8, Copa do Brasil 2)

Vitórias – 37 (Série B 24, Paulista 9, Libertadores 3, Copa do Brasil 1)

% Vitórias – 54% (Série B 63, Paulista 45, Libertadores 38, Copa do Brasil 50)

Empates – 16 (Série B 7, Paulista 8, Libertadores 1, Copa do Brasil 0)

% Empates – 24% (Série B 18, Paulista 40, Libertadores 12, Copa do Brasil 0)

Derrotas – 15 (Série B 7, Paulista 3, Libertadores 4, Copa do Brasil 1)

% Derrotas – 22% (Série B 18, Paulista 15, Libertadores 50, Copa do Brasil 50)

Aproveitamento – 62%

Maior sequência de vitórias – 7 (Icasa – Bragantino – São Caetano – Paraná – Joinville – Paysandu – Atlético/PR)

Maior sequência invicta – 12 (América/RN – Oeste – ABC – Figueirense – Guaratinguetá – os sete jogos acima)

Maior sequência de derrotas – 2 (Libertad – Tigre, Sporting Cristal – Ituano e Boa – Atlético/PR)

Maior sequência sem vitórias – 5 (Sporting Cristal – Ituano – Santos – Tijuana – Tijuana)

Disputa de pênaltis – 1 (1 derrota: contra o Santos no Paulista)

Palmeiras 1x0 Atlético-PR: sétima vitória seguida

Palmeiras 1×0 Atlético-PR: sétima vitória seguida

Gols, gols, gols

Gols marcados – 113 (Série B 71, Paulista 35, Libertadores 6, Copa do Brasil 1)

Gols marcados por jogo – 1,66 (Série B 1,87, Paulista 1,75, Libertadores 0,75, Copa do Brasil 0,5)

Gols sofridos – 63 (Série B 28, Paulista 25, Libertadores 7, Copa do Brasil 3)

Gols sofridos por jogo – 0,93 (Série B 0,74, Paulista 1,25, Libertadores 0,88, Copa do Brasil 1,5)

Saldo de gols – 50 (Série B 43, Paulista 10, Libertadores -1, Copa do Brasil -2)

Maior sequência de jogos marcando gols – 12 (ver a sequência invicta)

Maior sequência de jogos sem marcar gols – 3 (Libertad – Tigre – SPFC)

Maior sequência de jogos levando gols – 4 (Guarani – Sporting Cristal – Ituano – Santos)

Maior sequência de jogos sem levar gols – 2 (diversas vezes)

Maior goleada aplicada – 4×0 (sobre Oeste, Icasa e Figueirense)

Maior goleada sofrida – 2×6 Mirassol

Sobre o Figueira, uma das maiores goleadas.

Sobre o Figueira, uma das maiores goleadas.

Classificações finais

Série B – Campeão

Campeonato Paulista – 6º colocado

Libertadores da América – 15º colocado

Copa do Brasil – caiu nas oitavas-de-final

Gozado, esse ano não rolou pôster...

Gozado, esse ano não rolou pôster…

Jogadores

Quem mais atuou – Márcio Araújo, 61 vezes (não diga!)

O resto do pódio – Fernando Prass (55) e Wesley (52)

Os outros top 10 – Henrique e Juninho (51 cada), Vinícius (46), Charles e Leandro (42), Vílson (32), Maurício Ramos (29)

Quantos jogos Valdivia fez – 27 (40%)

Quantos jogadores atuaram – 46

Estreantes do ano – 23 (Allan Kardec, Ananias, André Luiz, Ayrton, Charles, Edílson, Eguren, Emerson, Fabio, Felipe Menezes, Kléber, Leandro, Léo Gago, Marcelo Oliveira, Mendieta, Renatinho, Rondinelly, Ronny, Serginho, Thiago Martins, Tiago Alves, Vílson, Weldinho)

Artilheiro – Leandro, 19 gols

O resto do pódio – Allan Kardec (14) e Wesley (7)

Os outros top 10 – Charles, Vílson e Vinícius (6 cada), Henrique e Serginho (5), Juninho, Mendieta, Tiago Real e Valdivia (4)

Quantos jogadores marcaram – 28

Marcaram pela primeira vez em 2013 – 19 (Allan Kardec, André Luiz, Ayrton, Caio, Charles, Eguren, Felipe Menezes, Fernandinho, Kléber, Leandro, Léo Gago, Luís Felipe, Marcelo Oliveira, Mendieta, Ronny, Serginho, Souza, Vílson, Wesley)

Mais cartões vermelhos – Leandro, 3 (de 13 no total do ano, 1 a cada 5 jogos)

Mais cartões amarelos – Leandro e Charles, 12 cada (de 135 no total do ano, 2 por jogo)

Valdivia – 10 amarelos, nenhum vermelho

Márcio Araújo – 2 amarelos e um vermelho. Repito: DOIS amarelos. Não fosse a expulsão após o fim do jogo contra o Sport, ele não teria nenhuma suspensão no ano.

Curiosidade – os 2 amarelos foram no Paulista. Araújo passou a Libertadores, a Copa do Brasil e TODA a série B sem ser advertido durante os 90 minutos.

O santo – Felipe Menezes (17 partidas no ano sem nenhum cartão)

Mais vezes vindo do banco – Caio (18 vezes)

...and counting.

…and counting.

Técnicos

Gílson Kleina – 67 partidas

Juninho – 1 partida (Palmeiras 4×0 Oeste; Kleina estava suspenso)

Juninho

Juninho

Adversários

Clássicos – 4 jogos, 4 empates (2×2 Corinthians, 0x0 SPFC, 0x0 e 1×1 Santos)

Estreantes – 6 (Penapolense, Tigre, Tijuana, Icasa, Boa, Chapecoense)

Curiosidade negativa – todos os times que pegamos pela primeira vez em 2013 nos venceram

Países visitados – 4 (Argentina, México, Paraguai, Peru)

Time enfrentado mais vezes – Oeste, Bragantino, São Caetano (3 vezes cada)

Azulão: 3 vezes em 2013, 0 em 2014

Azulão: 3 vezes em 2013, 0 em 2014

Recorde e curiosidades

Melhor defesa da história da Série B em pontos corridos: 28 gols sofridos.

O pênalti defendido por Fernando Prass contra o Icasa encerrou jejum de 3 anos sem defesa de pênalti durante uma partida: a última vez havia sido de Deola na estreia de Felipão contra o Avaí em 2010 (e no rebote os catarinenses marcaram)

Pelo terceiro ano seguido nenhum palmeirense marcou três vezes em um jogo. A última vez foram os quatro gols de Adriano Michael Jackson contra o Comercial-PI no começo de 2011.

O pênalti salvo contra o Icasa garantiu o recorde.

O pênalti salvo contra o Icasa garantiu o recorde.

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