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Posts Tagged ‘2013’

A principal imagem do ano

A principal imagem do ano

Se em 2012 o palmeirense viveu o céu e o inferno, 2013 foi o ano do purgatório. Voltamos à disputa da “obsessão”, defendíamos o escudo da Copa do Brasil e poderíamos beliscar um esvaziado Paulistão, mas a meta mesmo era uma só, e a mais fácil de todas: novamente expiar os pecados na série B, com não menos do que o indesejado título. E, se era isso, a missão do ano foi cumprida. As grandes expectativas se concentram agora em 2014, ano no qual na prática o Palmeiras já entrou há meses, desde que caiu contra o Atlético-PR.

Enquanto aguardamos os reforços e sonhamos com um centenário digno (leia-se “com taça”), revivamos o ano que passou e as histórias que este blog trouxe durante estes longos doze meses. O foco é dentro de campo, embora reconheçamos que há fatos importantíssimos que ocorreram fora dele, como o imbroglio com a WTorre e, não menos relevante, a chocante morte de um operário da Arena.

O 38°

O 38°

Janeiro começou em compasso de espera pelas eleições presidenciais. Antes dela, porém, falamos sobre a Assembleia Geral, que definiu o voto direto dos associados a partir do próximo pleito. Pleito este que decidirá o sucessor de Paulo Nobre, ungido o 38° presidente da história alviverde na noite de 21 de janeiro. Dia em que também lançamos uma longa série para homenagear os 20 anos da conquista do Paulistão de 1993.

Em campo, poucas novidades de nossa parte: a chocha estreia no ano foi num empate por 0 a 0 com o Bragantino, na qual apenas Fernando Prass e Ayrton debutaram. Ficou nítido que novidade mesmo só do outro lado do campo: enfrentaríamos alguns adversários inéditos no ano (e, no fim, perderíamos para todos…). Tirone não quis tomar grandes decisões (que novidade!) antes de passar o bastão, o que talvez tenha sido bom dados os passos mais que errados que dera antes – basta ver que seu último ato foi acertar salários de 500 mil reais com Riquelme. No fim, o principal motivo de espera pelo Paulistão não foi o time, e sim o concurso lançado pelo IPE que no fim premiaria o leitor Raphael Tanaka, na foto com sua camisa retrô superestilosa.

O mês ainda reservaria o primeiro mico do ano – a derrota em casa para o Penapolense – e vitórias contra o Oeste (no primeiro jogo com Nobre no leme) e São Bernardo. Na Copinha, mais um ano de jejum, mas a campanha foi boa, com o time parando somente na semifinal.

No tamo tan xunto

No tamo tan xunto

Os jogos do início de fevereiro pelo modorrento Estadual ficaram em segundo plano quando a bomba explodiu no dia 8: Barcos foi negociado para o Grêmio em um negócio que até hoje não foi resolvido – Leandro fica? Vai? E o tal quinto jogador?

O fato é que Nobre e Brunoro fizeram sua aposta: renovar o reduzido e rebaixado elenco alviverde. O primeiro desafio de parte da tropa (pois quem estava inscrito pelo tricolor gaúcho não pôde ser reinscrito aqui) foi a estreia na Libertadores, em triunfo por 2 a 1 contra o Sporting Cristal. E a semana cheia culminou no único Derby da temporada: um 2 a 2 que estivemos próximos de perder, depois de vencer e que pôde ser visto tanto pela ótica pessimista (os dois pontos que escaparam) quando pela otimista (era o time que caiu contra o que teve um 2012 que nunca mais se repetirá, assim esperamos).

O mês seguiu na toada de vitórias e empates pelo Paulista, mas terminou com uma derrota para o Libertad em que várias deficiências ficaram escancaradas. Mesmo assim, a classficação não parecia distante.

Vexame

Vexame

A frase que encerrou fevereiro foi por água abaixo na primeira partida de março. Uma exibição desastrosa contra o Tigre, em que o time teve tudo para ganhar mas perdeu na última bola da partida, nos fez lembrar por que estávamos na segunda divisão. Poucos dias depois, desperdiçamos ótima chance de acabar com o tabu no Morumbi ao empatar o Choque-Rei com um a mais.

Sim, nós com um a mais na casa do São Paulo: sinal de que a arbitragem paulista vem pouco a pouco melhorando, como fizemos questão de ressaltar. Só o que não melhorava muito era o time, que no fim do mês fez seu terceiro clássico e pela terceira vez empatou, em um zero a zero chatíssimo contra o Santos. Resultado que pareceu um milagre tendo em vista o que aconteceria alguns dias depois: os vexaminosos 6 a 2 que levamos do Mirassol.

Ah, os pênaltis...

Ah, os pênaltis…

Abril começou com a vaga no Paulista praticamente assegurada mesmo após o desastre. Era hora de retomar a Libertadores, e o Verdão o fez em grande estilo: bateu o Tigre, o que também não era lá muito difícil, e com quase 34000 pagantes fez o Pacaembu e o Libertad tremerem. Incrível: com uma rodada de antecedência, o time estava classificado!

Mais: no Paulista, uma vitória nunca simples contra a Ponte fora de casa e o Palmeiras engatilhava cinco triunfos sucessivos, no ponto mais tranquilo do semestre. Com as vagas nas duas competições definidas, era hora de ver os cruzamentos. Para a Libertadores, preparamos um manual completo para o dia do último jogo, a derrota em Lima que nos pôs diante do Tijuana. Estavam chegando as decisões – em 2013 e em 1993, quando um novo técnico acabava de chegar.

Com uma derrota besta, o Palmeiras manteve o Ituano na primeira divisão e não provocou o nono rebaixamento por nossos pés. Mais que isso: soube que teria um clássico fora de casa nas quartas-de-final. E o preço foi alto: no dia 27, mais uma vez o time foi até que decente, mas incapaz de vencer. O Santos cobrou melhor os pênaltis e o Paulistão caiu por terra, tendo consagrado Vílson como melhor jogador alviverde da competição.

A recuperação parecia ser rápida: nos últimos momentos do mês, o Verdão trouxe um bom zero a zero do gramado sintético de Tijuana.

Ay caramba!

Ay caramba!

Chegamos àquele que foi de longe o mês mais amargo do ano. A primeira partida de maio ocorreu já na metade do mês, e não poderia ser mais decepcionante: derrota para o Tijuana ante um Pacaembu abarrotado. Era o fim da Libertadores (na qual nosso melhor jogador foi Charles) e, pior, o começo do resto do ano de 38 intermináveis jornadas pela série B, que começou com duas vitórias naquele mesmo mês (para aquecer, lembramos toda a campanha de 2003). Aproveitamos para estimar a pontuação necessária para o acesso – e, revendo agora, acertamos na mosca (veja o último parágrafo), o que não chega a ser propriamente um feito.

Enfim, foi um mês que deixou quase todos os palmeirenses tristes. Mas um teve motivos para sorrir: aproveitando nova promoção do blog, que lançou a ainda esvaziada seção “Cultura Alviverde”, o leitor Diego Rodrigo levou um exemplar do livro 1942 – o Palestra vai à guerra.

Hã? 2013?

Hã? 2013?

Junho teve apenas quatro jogos, com duas vitórias e duas derrotas: a única como mandante em todo o campeonato e uma escandalosa, a de Recife. Tão bizarra que até o Mahatma Gandhi da camisa 18 levou cartão vermelho.

Durante a pausa para a Copa das Confederações, nos dedicamos a outros assuntos. O principal, claro, a lembrança dos 20 anos do inesquecível título de 1993 e o encerramento da série de 143 dias que a rememorou. Mas houve tempo para associar Mendieta a seus nove antecessores paraguaios, sugerir vários camisas 9 – Kléber não ficaria e Allan Kardec ainda não fora contratado – e até lembrar do centenário de nosso colega de Parmalat.

Kardec foi um dos estreantes

Kardec foi um dos estreantes

As férias se acabaram e o trabalho recomeçou. Com novos jogadores e um preparo físico muito acima dos rivais, o Palmeiras atropelou e viveu seu melhor período na temporada: cinco jogos, quatro vitórias e um empate, numa série que seguiria agosto adentro. E nos 4 a 1 contra o ABC houve um feito raro: três jogadores marcaram seus primeiros gols no clube. Gancho, claro, para lembrarmos outras “primeiras vezes”.

Não deixamos passar em branco os seis meses da gestão Nobre, trazendo as opiniões de Vicente Criscio e Marcelo Santa Vicca, e também aproveitamos a visita de Francisco para explicar o que o Papa tem a ver com o Porco.

Um mês tranquilo, que só não terminou melhor porque foi o da despedida de um dos gigantes de nossa história: Djalma Santos.

Libertadores, só em 2015

Libertadores, só em 2015

Agosto, mês do desgosto? Na Copa do Brasil, foi: nossa participação começou e acabou ali mesmo, no mês dos Pais, com uma surra em Curitiba que deixou claro que o elenco era mesmo de série B, na qual o time começava a atropelar, assumindo a liderança e só não se mantendo invicto no pós-Copa das Confederações por ter usado os reservas contra o Boa, em jornada sofrível.

O nonagésimo nono aniversário não foi lá muito feliz, mas ao menos o mês terminou com a vaga bem encaminhada.

Disparando

Disparando

Setembro foi o mês em que o ano já poderia ter se dado por encerrado. Sem Copa do Brasil mas com o título de campeão do primeiro turno após sonolento empate com a Chapecoense, o Palmeiras só fez abrir mais vantagem na liderança. Ao menos teve algumas atuações dignas de destaque, como nas vitórias sobre Avaí e Sport.

Em meio a mais do mesmo, aproveitamos a presença da Ponte na Sulamericana, sua primeira presença internacional, para pesquisar sobre nossas estreias nos torneios mundo afora.

De novo de volta

De novo de volta

A tortura acabou em outubro. Quer dizer, faltavam ainda partidas por jogar, mas o principal estava resolvido. Um empate chocho contra o São Caetano, em dia de roupa nova, bastou para colocar o Verdão de volta à série A – esta que até agora não sabemos que times terá e que, a seguir pelo exemplo de 2000, poderia ter o Palmeiras de todo jeito, ainda que por convite. Ainda bem que não precisaremos pagar esse king kong.

O acesso pôs uma pedra na série B, apagando com isso outros jogos marcantes do mês, como uma goleada fácil fácil no Figueirense e uma derrota contra o ABC em dia de casa cheia. Cheia demais, como ficou evidente pelas cenas tristes que o Brasil inteiro pôde ver.

Mas futebol é alegria, e encerramos o mês lembrando da Alegria do Povo – nos 80 anos de Garrincha, levantamos todas as partidas que ele fez contra nós.

Dever cumprido

Dever cumprido

Se outubro foi o mês de garantir o quarto lugar, novembro foi o de gritar BICAMPEÃO. Quer dizer, de os jogadores fazerem isso, pois torcedor eu não vi nenhum. A grande conquista veio ao despachar o Boa no Pacaembu. Depois disso, recebemos a taça em mais uma partida fora de casa – Campo Grande, a única em que jogamos fora sem ter sido por punição. E demos adeus ao ano com uma derrota para a Chapecoense que não deixa nenhuma lembrança.

Como 2013 já era passado mesmo com jogos por vir, nos debruçamos sobre 2014. E, a julgar pelo que vinha e ainda vem ocorrendo, temos um cenário parecido com o de 2004. Até que pegamos vaga na Libertadores daquela vez, mas que os reforços não foram grande coisa, ah, isso não foram.

O craque do ano

O craque do ano

Sem jogos e sem reforços de nome, dezembro foi de recapitulações e memórias. Primeiro, méritos a Fernando Prass, Bola Verde da série B em título roubado de Valdivia na reta final e também escolhido o craque do campeonato pelos leitores, junto com Wesley. O goleiro acabou sendo o destaque neste ano de 68 jogos, cujos números dissecamos.

E, como já era hora de encerrar o assunto 2013, contamos a história de conquistas que fizeram aniversário no finzinho do ano: os 80 anos do primeiro Rio-São Paulo, os 50 do Paulista de 1963, os 93 da primeira taça palestrina e os 15 da Copa Mercosul.

*

Tudo junto, 2013 não será um ano de grande saudade, e nem mesmo conseguiu deixar sementes plantadas para um futuro triunfal. Mas deverá ficar na memória por ser a última vez em que disputamos a famigerada segundona. Não é isso mesmo?

Feliz Ano Novo a todos nossos leitores! Sigam por aqui em 2014, o ano em que a Copa é apenas um pretexto para os 100 anos da gigante Sociedade Esportiva Palmeiras.

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Disputa acirrada!

Disputa acirrada!

A partir deste ano, além do já tradicional Troféu Bola Verde IPE – premiação baseada nas nossas notas pós-jogo – o blog também abriu espaço para a votação entre os leitores para eleição do destaque da Série B 2013.

A eleição foi feita a partir das enquetes publicadas no blog sempre após os jogos da equipe, nas quais os leitores podiam opinar livremente sobre o melhor jogador em campo. O critério para eleger o vencedor não tem mistério: levou o prêmio aquele que foi eleito mais vezes o melhor em campo durante todo o campeonato.

Sendo assim, após 35 enquetes (sim, “falhamos” em 3 jogos), a disputa pelo prêmio “Escolha dos Leitores” acabou empatada! Os grandes vencedores, eleitos os melhores em campo em 6 oportunidades cada, foram Wesley e Fernando Prass (que também faturou o Troféu Bola Verde IPE).

Parabéns a ambos, fundamentais na campanha que recolou o Palmeiras em seu lugar de direito.

Abaixo, segue a classificação final completa.

Pos. Jogador Indicações Adversários
1 Wesley 6 América-RN (t), Paraná (t), Sport (r), Oeste (r), ABC (r) e Bragantino (r)
Fernando Prass 6 Icasa (t) (r), América-RN (r), Guaratinguetá (r), São Caetano (r) e Boa (r)
2 Valdivia 5 Figueirense (t), Bragantino (t), Ceará (t), Avaí (r) e Joinville (r)
Alan Kardec 5 São Caetano (t), Atl-GO (r), Asa (r), Figueirense (r) e Ceará (r)
3 Leandro 3 Asa (t), Avaí (t) e Paraná (r)
4 Mendieta 2 Paysandu (t) e Chapecoense (t)
Luís Felipe 2 Boa (t) e América-MG (r)
5 Charles 1 Atl-GO (t)
Henrique 1 Sport (t)
Vilson 1 Joinville (t)
Fábio 1 Paysandu (r)
Eguren 1 Chapecoense (r)
Ayrton 1 América-MG (t)

Legenda: (t) = turno ; (r) = returno.

Nota: ficaram de fora por falha do blog as partidas contra Oeste, Guaratinguetá e ABC, todas do primeiro turno.

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Esse é meu e ninguém tasca!

Esse é meu e ninguém tasca!

Até que enfim a série B terminou, e com ela chega ao fim mais uma disputa pelo Troféu Bola Verde IPE.

Para a série B, as regras estipuladas foram as seguintes:

  • Para que um jogador concorra ao prêmio, é obrigatório que participe de ao menos 40% das partidas da equipe no campeonato (16 jogos).
  • Diferente das edições anteriores, não haverá peso para partidas específicas. As notas finais de cada jogador serão as médias simples das notas dos jogos.

E após longas e cansativas trinta e oito rodadas, o grande vencedor é Fernando Prass, com média 7,71. Parabéns ao arqueiro, que com muita segurança e defesas difíceis, garantiu o troféu.

Abaixo, segue a classificação final completa.

Pos. Jogador Média
1 Fernando Prass 7,71
2 Valdivia 7,42
3 Wesley 6,78
4 Mendieta 6,76
5 Alan Kardec 6,63
6 Luís Felipe 6,62
7 Leandro 6,38
8 Serginho 6,29
9 Márcio Araújo 6,22
10 Ananias 6,14
11 André Luiz 6,13
12 Henrique 5,91
13 Charles 5,88
14 Juninho 5,71
15 Felipe Menezes 5,70
16 Vinícius 5,46

Vale lembrar que somente concorrem os jogadores que tenham participado de pelo menos 40% das partidas disputadas pela equipe. Por isso, jogadores como Ronny, Eguren e Marcelo Oliveira não aparecem na classificação, apesar de alguns deles terem médias superiores a alguns da relação acima.

O IPE espera que este tenha sido o primeiro e último troféu bola verde concedido a um craque da série B. A premiação voltará em 2014, contemplando os craques do Paulistão, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro.

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CHAxSEP

Em ritmo de férias, o Palmeiras vai a campo para seu último compromisso no ano e, esperamo, sua última partida da história na série B.

Horário e local: sábado (30/11), as 16:20, na Arena Condá (Band/PPV).

Árbitro: será Wagner do Nascimento Magalhães (RJ), cujo histórico registra 2 vitórias:

2013 – 2×1 Avaí (B,f)

2011 – 1×0 Ceará (BR,c)

Situação na tabela: o campeão tem 79 pontos e o vice tem 69.

Desfalques/Reforços: Wesley, Prass, Valdivia, Marcelo Oliveira, André Luiz, Vilson, Henrique, Mendieta, Márcio Araújo e Vinícius, lesionados, ficam de fora. Leandro antecipou suas próprias férias ao tomar um cartão amarelo por reclamação aos 45 minutos do segundo tempo contra o Ceará. Luís Felipe não joga mais pelo clube.

Pendurados: Wendel, Marcelo Oliveira e André Luiz. Próxima partida:  só em 2014.

Bola verde IPE: Prass segue na liderança, com média 7,71.

Previsão IPE: Fábio; Wendel, Tiago Alves, Thiago Martins e Juninho; Eguren, Renatinho, Charles e Felipe Menezes; Serginho e Kardec.

Destaques/Chapecoense: também de férias, mas encarando a partida como uma prévia da série A, a Chape deve ir a campo com Danilo; Alemão, Dão, Rafael Lima e Tiago Saletti; Wanderson, Paulinho Dias, Diego Felipe e Danilinho; Soares e Bruno Rangel.

Ex-palmeirenses na Chapecoense: nenhum.

Olho nele: Bruno Rangel, artilheiro isolado da série B, com 30 gols marcados.

Palpite IPE: 4×3, gols de Araújo, André Luiz, Caio e Wendel para o Palmeiras, e Bruno Rangel fazendo hat-trick pela Chape.

Histórico: apenas uma partida na história entre as equipes – 0x0 – no primeiro turno, em SP.

Curiosidade: a Chapecoense é o quarto adversário na história do Palmeiras vindo do interior do estado de Santa Catarina. Os outros três foram Joinville (6J /4V / 1E / 1D / 9GP / 3GC) , Criciúma (10J / 5V / 2E / 3D / 12GP / 9GC), e Atlético Operário (1J / 1V / 2GP / 0GC).

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Gol se comemora assim...

Gol se comemora assim.

No jogo da taça, só deu Palmeiras. Jogando solto, sem pressão, mas com seriedade, a equipe de Gilson Kleina, mesmo saindo atrás no placar, dominou as ações da partida e venceu com tranquilidade.

No primeiro tempo, o Ceará bem que tentou. Prass fez duas boas defesas, enquanto o Palmeiras perdia chances na frente. Na mas clara delas, Serginho saiu na cara do gol e concluiu mal, facilitando a defesa de Fernando Henrique. No lance seguinte, o castigo. Magno Alves deixou André Luiz sentado e abriu o placar.

A alegria cearense não durou muito. Minutos depois Eguren subiu mais do que todo mundo e marcou de cabeça – 1×1 – e fim de papo na primeira etapa.

No segundo tempo, Charles, que entrara no lugar de Serginho, apareceu no ataque e completou de cabeça cruzamento de Felipe Menezes, virando a partida. O Ceará ainda tentava entender o que havia acontecido quando Alan Kardec dominou bola com extrema categoria, balançou na frente do zagueiro e sofreu penalti. O próprio Kardec cobrou para ampliar o placar.

A essa altura, o Ceará, que chegara a vislumbrar G4 com a confirmação da derrota do Icasa, se via não só fora dele como também ultrapassado pelo Figueirense. Perdido em campo, o gol derradeiro veio com  Leandro, em mais um golaço.

Na última rodada, o Palmeiras vai até a Arena Condá e enfrenta a vice-campeã Chapecoense.

NOTAS

– Prass: mais um partidaço com pelo menos 3 grandes defesas – 9

– Wendel: bastante vigor físico, disposição, raça, caráter, que esbarram em sua limitação técnica aguda – 7

– André Luiz: assistiu sentado ao gol adversário – 6

– Henrique: partida tranquila, sem subidas desvairadas ao ataque – 8

– Juninho: resolveu engatar uma sequência de boas partidas somente quando a fatura no campeonato estava liquidada. Belo passe para o quarto gol – 8

– Eguren: hoje apareceu mais na parte ofensiva e foi bem, com direito a gol – 8,5

– Araújo: incansável na cobertura e desarmes, boa partida – 7,5

– Felipe Menezes: boa movimentação e armou boas jogadas, com direito a assistência – 8

– Serginho: não pode perder um gol daquele – 6

– Leandro: vida deatacante é assim mesmo… vai fazendo partida apagada até que surge aquela chance e o cara mete um golaço – 8

– Alan Kardec: busca jogo, faz pivô, dipsuta as bolas estouradas da defesa… e marca gols – 9

– Charles: entrou e fez o que se esperava do Serginho – 7,5

– Bruno Oliveira: não pegou na bola, fica sem nota.

– Valdivia: entrou para fazer graça – 5

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 4 X 1 CEARÁ

Local: Morenão, Campo Grande (MS)
Data-Hora: 23/11/2013 – 17h20 (de Brasília)
Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS)
Auxiliares: Eduardo Gonçalves da Cruz (MS) e Vanessa de Abreu Amaral (MS)
Público/renda: R$ R$ 444.725,00/7.121
Cartões amarelos: (PAL); Thiago Humberto, Ricardinho, Vicente (CEA)
Cartão vermelho: Nenhum

GOLS: Magno Alves, 19’/1ºT (0-1); Eguren, 30’/1ºT (1-1); Charles, 14’/2ºT (2-1); Alan Kardec, 18’/2ºT (3-1); Leandro, 34’/2ºT (4-1)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel (Bruno Oliveira – 32’/2ºT), André Luiz, Henrique e Juninho; Eguren, Márcio Araújo e Felipe Menezes (Valdivia – 39’/2ºT); Serginho (Charles – intervalo), Leandro e Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina.

CEARÁ: Fernando Henrique; Marcos (Léo Gamalho – 23’/2ºT), Gustavo Henrique, Ricardo Silva e Vicente; João Marcos, Ricardinho, Lulinha (Diego Ivo – 37’/2ºT) e Thiago Humberto (Diogo Orlando – 12’/2ºT); Motta e Magno Alves. Técnico: Sérgio Soares.

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SEPxCEA

Cumprindo tabela e longe de casa, o Palmeiras recebe as faixas e o caneco diante de uma equipe que ainda luta pelo acesso.

Horário e local: sábado (23/11), as 17:20, no Morenão, em Campo Grande-MS (PPV)

Árbitro: será Márcio Chagas da Silva (RS), cujo péssimo histórico registra 8 partidas, com 2V/1E/5D:

2012 – 1×2 Atl-GO (BR,c) / 0x1 Fluminense (BR,f) / 0x1 Atl-MG (BR, c)

2011 – 0x1 Vasco (BR, f) / 1×0 Botafogo (BR, c) / 5×1 Comercial-PI (CB, c)

2010 – 0x2 Atl-MG (BR, c) / 1×1 Fluminense (BR, f)

Situação na tabela: o Campeão tem 76 pontos, enquanto o Ceará é o primeiro fora do G4, com 59 pontos.

Desfalques/Reforços: Vilson, Wesley e Vinícius seguem em tratamento de lesões e ficam de fora. Valdivia, de volta da seleção, sente dores e deve ficar no banco. Henrique, liberado após suspensão, retorna à equipe. Léo Gago voltou a treinar com bola, mas ficou de fora dos relacionados.

Pendurados: Wendel, Marcelo Oliveira, André Luiz, Leandro e Luís Felipe. Próxima partida:  Chapecoense (fora).

Bola verde IPE: Prass é o líder, com média 7,66.

Previsão IPE: Prass; Wendel, Henrique, André Luiz e Juninho; Eguren, Araújo e F.Menezes; Serginho, Leandro e Kardec.

Destaques/Ceará: o meia Rogerinho, suspenso, fica de fora. Em compensação, retornam de suspensão o goleiro Fernando Henrique, o zagueiro Potiguar e o volante Ricardinho. A provável escalação do Vovô deverá ter Fernando Henrique; Marcos, Gustavo, Potiguar e Vicente; João Marcos, Ricardinho, Thiago Humberto e Lulinha; Mota e Magno Alves.

Ex-palmeirenses no Ceará: nenhum.

Olho nele: o veterano atacante Magno Alves é um dos artilheiros do país em 2013.

Palpite IPE: jogo das faixas contra adversário que precisa de resultado – 1×1 – gol de Kardec.

Último confronto: foi pelo turno – 2×2 – gols de Leandro e Kardec para o Palmeiras, e Marcos e Magno Alves para o Ceará.

Última vitória como mandante: foi pelo BR2011 – 1×0 – gol contra de Tiago Mathias.

Última derrota como mandante: o Palmeiras jamais perdeu para o Ceará como mandante.

Histórico: o primeiro confronto da história entre as equipes foi válido pelo “Quandrangular de Fortaleza” (1938) e terminou com goleada palestrina – 5×1 – gols de Luisinho, Barrilote (2), Feitiço e Imparato III.

GERAL SÉRIE B
J V E D GP GC J V E D GP GC
22 12 8 2 50 15 2 0 2 0 3 3

O IPE se lembra: pela CB98, um chocolate – 6×0 – gols de Alex, Zinho (2), Paulo Nunes (2) e Cris.

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Voltamos.

Voltamos.

Missão cumprida. Com tranquilidade, o Palmeiras não tomou conhecimento do adversário e garantiu o título da série B. Esperamos, pela última vez.

O jogo começou bastante movimentado e pegado. O Palmeiras assustou logo no início, com Alan Kardec, em cobrança de falta que explodiu no travessão. O Boa, abusando da força e reclamando muito, também ameaçou em alguns lances, mas Prass estava em tarde iluminada.

O primeiro gol veio em uma jogada improvável. Wendel roubou bola em cochilo do defensor mineiro e tocou para Felipe Menezes. O meia bateu rasteiro para abrir o placar do jogo, aos 28 minutos. Depois do gol, a partida esfriou e o primeiro tempo não teve maiores emoções.

No segundo tempo, o jogo melhorou. O Palmeiras, com Charles no lugar de Wendel, dominou o meio campo e logo aos 10 minutos ampliou o placar. Charles fez a jogada pelo meio e achou Leandro livre na esquerda. O camisa 38 teve frieza, driblou o goleiro adversário com o corpo e completou para o gol vazio. Um belo gol.

O Boa, já entregue na partida, ainda viu o Palmeiras liquidar a fatura aos 31, com Juninho, desta vez com passe de Eguren.

O Palmeiras agora vai até Campo Grande para o jogo das faixas e terá pela frente o Ceará, que ainda briga pelo acesso a série A.

NOTAS

– Prass: bela partida, com pelo menos 3 defesas difíceis – 9

– Wendel: estava ligado no lance do primeiro gol – 7

– André Luiz: pensando em série A, pode no máximo ser segundo reserva – 7

– M.Oliveira: mais uma boa partida como zagueiro – 8

– Juninho: partida tranquila coroada com mais um gol – 8

– Eguren: melhorou em relação a última partida, com direito a assistência – 8

– Araújo: o mesmo vigor de sempre na marcação e sem compremeter nos passes – 7,5

– Felipe Menezes: ia mal até fazer o gol, depois melhorou – 8

– Serginho: muita movimentação e velocidade – 7,5

– Leandro: humilhou o goleiro do Boa – 8,5

– Kardec: poucas chances na frente, mas buscou jogo a todo momento – 8

– Charles: boa movimentação e passe pra gol – 8

– Fernandinho: mal pegou na bola, fica sem nota.

– Rondinelly: não pegou na bola, também fica sem nota.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 3 X 0 BOA

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/Horário: 16/11/2013, às 16h20 (de Brasília)
Árbitro: Edivaldo Elias da Silva (PR)
Assistentes: Edina Alves Batista (PR) e Luiz Santos Renesto (PR)
Renda e público: 17.163 pagantes / R$ 611.560, 00
Cartões amarelos: Betinho, Marcelinho Paraíba, Vinícius, Ciro Sena, Moisés (BOA); Wendel, Alan Kardec, Charles (PAL)
Gols: Felipe Menezes, aos 28’/1ºT (1-0); Leandro, aos 10’/2ºT (2-0); Juninho, aos 31’/2ºT (3-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel (Charles – intervalo), André Luiz, Marcelo Oliveira e Juninho (Rondinelly – 44’/2ºT); Eguren, Márcio Araújo e Felipe Menezes; Serginho, Leandro e Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina.

BOA: Douglas; Rafinha (Moisés – 31’/2ºT), Ciro Sena, Thiago Carvalho e Crystian (Luiz Paulo – intervalo); Rodrigo Souza, Betinho, Vinícius Hess e Marcelinho Paraíba; Petros e Fernando Karanga. Técnico: Nedo Xavier.

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