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A primeira Copa Mercosul foi nossa!

A primeira Copa Mercosul foi nossa!

Hoje o Palmeiras comemora 15 anos da conquista de um título que foi o ‘vestibular’ da Libertadores: a Copa Mercosul 1998. Era a primeira edição do torneio e foi tratada com extrema importância pela equipe de Felipão, que havia chegado ao clube em 1997 e tinha à disposição um grande elenco precisando de títulos (uma pequena pausa: que ironia! não ganhávamos algo desde 1996 e havíamos sido vice-campeões brasileiros no ano seguinte, mas acontece que àquela época um ano sem ganhar nada era encarado como tragédia, bons tempos… voltando). Aquele torneio era a oportunidade de erguer uma taça continental e trazer confiança. Deu certo e o troféu veio mesmo para o Palestra Itália, como poderia ter vindo em 1999 e 2000, mas aí são outras histórias.

A Copa Mercosul foi a sucessora da Supercopa e predecessora da Copa Sul-Americana, com um formato bastante diferente do utilizado na competição que temos hoje. Vinte clubes de Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile disputariam o torneio, organizado pela Conmebol e gerido pela Traffic (que conheceríamos muito ‘bem’ em 2o08). O critério para a escolha de seus participantes não foi nada convencional: audiência de TV. Posto isso, os clubes que participaram naquele ano foram: Palmeiras, Cruzeiro, São Paulo, Corinthians, Flamengo, Vasco, Grêmio, San Lorenzo, Independiente, Vélez Sarsfield, Boca Juniors, River Plate, Racing, Nacional – URU, Peñarol, Colo-Colo, Universidad de Chile, Universidad Católica, Cerro Porteño e Olímpia. Divididos em 5 grupos e jogando em ida e volta, os primeiros colocados e os três melhores segundos passavam para as quartas-de-final. A curiosidade ficava pela disputa da final ser em até 3 partidas caso necessário – o que foi o caso naquele ano.

(Pouca gente lembra, mas para não ouvir muitos protestos dos clubes dos outros países a ela afiliados, a Conmebol inventou uma Copa Merconorte – nome sem nenhum sentido real – para equipes do Peru, Bolívia, Venezuela, Equador e Colômbia, país que triunfou nas quatro edições realizadas)

O Palmeiras era do Grupo B, junto com Nacional, Independiente e Universidad de Chile, e a primeira partida da história da competição foi justamente do Verdão: num Morumbi gélido e vazio, vitória de virada contra os argentinos por 2 a 1.

A partida seguinte foi histórica: em pleno Centenario, um massacre por 5 a 0 sobre o Nacional. Era o prenúncio de uma campanha perfeita na primeira fase, em que se seguiram vitórias por 2 a 1 contra La U (notem o belíssimo gol da vitória) e 3 a 0 contra o Independiente, ambas fora de casa, depois 3 a 1 no Nacional e 1 a 0 nos chilenos no Brasil. Foram 16 gols a favor e somente 3 contra.

Nas quartas-de-final, o adversário foi o poderoso Boca Juniors, na primeira prova de fogo daquela equipe; a primeira partida foi em casa (vai entender) e o Palmeiras venceu por 3×1, na volta na Argentina o placar terminou empatado em 1×1. Classificação garantida e a próxima fase nos reservava o Olímpia. Mais uma vez decidindo fora, o Verdão venceu as duas partidas: 2×0 em casa e 1×0 fora, em jogo que não terminou devido ao tradicional esporte latino-americano de lançamento de artefatos à escolha do participante.

Enquanto isso, o Cruzeiro eliminava o San Lorenzo e se classificava para a grande final contra o Palmeiras. Seria um grande tira-teima, pois as equipes já haviam se enfrentado seis vezes naquele ano, sendo cinco delas muito importantes: as duas da decisão da Copa do Brasil, que levamos, e as três das quartas-de-final do Brasileiro, no qual o outro ex-Palestra Itália levou a melhor.

Pela melhor campanha em todas as fases o alviverde mandaria a partida de volta da final e a partida de desempate, se houvesse. No Mineirão perdemos por 2×1 (Marcelo Ramos e Fábio Júnior para o Cruzeiro e Roque Jr para o Palmeiras) e apesar da vitória de virada por 3×1 no Palestra Itália (Cléber, Oséas e Paulo Nunes para o Palmeiras e Fábio Júnior para o Cruzeiro) seria necessário o terceiro jogo por não existir o critério de saldo de gols.

A última partida seria novamente no Palestra Itália e qualquer vitória dava o caneco ao Verdão. E ela foi magra; ficou a cargo de Arce marcar o gol da partida que sagrou o Palmeiras campeão. No simulado da Libertadores, o Palmeiras passou com louvor.

Partida completa:

Melhores Momentos:

FICHA TÉCNICA

29/12/1998 – 3ª partida – Final Copa Mercosul
Palmeiras 1 x 0 Cruzeiro (Arce, 16′ 2ºT)
Campeão: Palmeiras
Estádio: Palestra Itália, São Paulo (SP)
Público: 29.450
Renda: n/d
Árbitro: Luciano Augusto Teotônio Almeida (DF)
PALMEIRAS: Velloso, Arce, Júnior Baiano, Roque Júnior, Júnior, Tiago, Rogério, Alex (Almir), Zinho, (Agnaldo), Paulo Nunes, Oséas (Pedrinho). Técnico: Luiz Felipe Scolari
CRUZEIRO: Dida, Gustavo, Marcelo Djian, João Carlos, Gilberto, Ricardinho (Caio), Marcus Paulo, Valdo, Müller (Alex Alves), Marcelo Ramos, Fábio Júnior. Técnico: Levir Culpi
GOLS: Arce – 16′ 2º T
CARTÕES AMARELOS: Tiago, Zinho e Pedrinho (Palmeiras), Marcelo Dijan, João Carlos e Marcelo Ramos (Cruzeiro)
CARTÕES VERMELHOS: Marcelo Ramos (Cruzeiro)

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Por: Álvaro
Editado 21/10/2012 as 11:30.

 

25

No último pós-jogo ficou a dúvida no ar: canto do Cisne ou despertar do sono? o resultado de hoje, com direito a dois gols d’El Pirata –  além do bom futebol do time como um todo – acendem de novo aquela esperança, a linha é tênue e está tracionada ao máximo, uma derrota e o mundo vira de cabeça pra baixo, mais uma vitória e quero ver quem segura. Só mais um dia normal de Palmeiras.

Fazendo uma partida de extremos, na primeira parte nada parecia capaz de levar o Palmeiras ao gol, contando ainda com uma sorte de outro mundo o time se deu ao luxo de deixar Anselmo Ramón finalizar duas cara a cara com Bruno, a primeira faz tchan o arqueiro catou pelo ‘rabo’, na segunda, só a proteção de São Marcos impediu a bola de entrar, fazendo a gorducha bater na trave e sair, o mesmo Anselmo Ramón deveria ter sido expulso pelo excesso de finalizações com o cotovelo, mandou meia dúzia de Palmeirenses pro chão. Artur teve duas vezes a ‘bola do jogo’ em seus pés e o 0x0 se manteve soberano no placar, por consequência.

Luan vinha fazendo péssima partida, o que não é lá muito anormal em se tratando dele, mas Gilson Kleina mandou o mesmo time pra segunda etapa, quando mexeu, botou os brios da equipe lá em cima, Wesley voltou. Depois de 7 meses de recuperação o meia-volante-atacante-ponta alinhou na lateral e rendeu Betinho. Este por sua vez sabia que não precisava brilhar, o Verdão ia vencer sem sua intervenção, sendo assim ele fez questão de errar só tudo. A chuteira de Barcos já estava ficando desgastada demais e era hora de trocar por uma com menos um número na contagem regressiva, aos 21′ o Pirata escorou cruzamento de Marcos Assunção e chegou aos 24 tentos no ano. Como aqui é Palmeiras, em 10 minutos ele fez questão de fazer o 25º e não deixar margem para o informante do Kfouri coloca-lo no outro lado do muro da Academia em 2013. A nau pirata agora navega em busca de mais 2 saques para bater sua própria meta.

Não tem outra opção, o Palmeiras precisa continuar vencendo e se concentrando em seus resultados, contar com tropeços dos adversários agora é suicídio. Só por hoje podemos estar satisfeitos, amanhã é outro dia. Agora vai lá na sua lista, dá um check VERDE no jogo contra o Cruzeiro, missão cumprida.

Vamos às notas:

Bruno – duas ótimas defesas quando foi exigido – 9
Artur – duas chances de marcar… bem na defesa, mal no ataque – 6
Maurício Ramos – não é o melhor zagueiro do mundo, mas é puro coração nessa reta final – 8
Henrique – defendendo vai bem, tentando ser craque metendo lançamento… – 8
Leandro – nenhum vacilo, não apoiou bem hoje, mas não ficou devendo na defesa – 7
Márcio Araújo – desempenhando seu papel de quebra galho, foi bem, deixou alguns espaços perigosos – 6
Marcos Assunção – mais uma assistência, é um herói em campo – 9
Patrik Vieira – o moleque está ficando a vontade, dribla bem e incomoda o adversário – 7
Luan – errou tudo, atrapalhou os lances de ataque e não ajudou quase nada lá atrás, chega – 4
Betinho – sabia que não precisava marcar, não gastou sua aura mística – 6
Barcos – primeiro quis resolver tudo sozinho, quando teve assistência guardou 2, craque – 10

Wesley – bem vindo de volta, quase deixou um e depois sentiu a falta de ritmo, grande personalidade em voltar nesse momento – 8
Tiago Real – sentindo a pressão, não tem jogado nada, deve estar com saudade do Joinville – 5
Obina – teve calma pra fazer a assistência do 2º gol, foi muito bem – 8

Gilson Kleina – além da boa escalação e das boas mexidas táticas, mexeu com o emocional do Barcos substituindo-o para ser ovacionado – 9

Melhores momentos:

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 X 0 CRUZEIRO

Local: Fonte Luminosa, em Araraquara (SP)
Data-Hora: 20/10/2012 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises (RJ) e Wagner de Almeida Santos (RJ)
Renda e público: R$ 277.420,00 / 9.873 pagantes
Cartões amarelos: Mauricio Ramos (PAL); Everton, Thiago Carvalho, Willian Magrão e Anselmo Ramon (CRU)
Cartões vermelhos: –
Gols: Barcos 21’/2ºT (1-0) e 32’/2ºT (2-0)

PALMEIRAS: Bruno, Artur, Maurício Ramos, Henrique e Leandro; Márcio Araújo, Marcos Assunção e Patrick Vieira; Luan (Obina 17’/2ºT), Betinho (Wesley 11’/2ºT) e Barcos (Tiago Real 42’/2ºT) – Técnico: Gilson Kleina.

CRUZEIRO: Fábio, Ceará, Mateus, Thiago Carvalho e Everton; Leandro Guerreiro, Marcelo Oliveira, Willian Magrão (Tinga 14’/2ºT) e Souza (Borges 30’/2ºT); Anselmo Ramon e Martinuccio (Elber 30’/2ºT) – Técnico: Celso Roth.

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*editado em 19/10, às 16:46

O desfecho que parecia inevitável ganhou novos capítulos. Ainda consideravelmente distante da zona do ar fresco, o Palmeiras vai a campo sem poder pensar em outra coisa que não sejam os 3 pontos, e torcendo por tropeços dos concorrentes.

Horário e local: sábado, 20/10, as 18:30, na Fonte Luminosa (PPV)

Árbitro: pela quarta vez neste BR, será Marcelo de Lima Henrique (RJ), cujo histórico registra 15 partidas, com 8V/4E/3D:

2012 – 0x1 Náutico (BR,f) / 3×1 Sport (BR,c) / 0x1 Grêmio (BR,f)

2011 – 1×2 Atl-MG (BR,f) / 2×2 Atl-PR (BR,f)

2010 – 1×1 Atl-MG (SA,f) / 2×1 Atl-MG (BR,f) / 1×0 Atl-PR (CB,c)

2009 – 4×0 Goiás (BR,c) / 2×2 Avaí (BR,c) / 1×0 Santo André (BR,c)

2008 – 3×0 Vitória (BR,c) / 2×1 Inter (BR,c)

2007 – 0x0 América-RN (BR,f) / 2×1 Atl-MG (BR,f)

Desfalques/Reforços: Wesley, Valdivia, Fernandinho, Maikon Leite e Correa, lesionados, e Thiago Heleno e João Denoni, suspensos, ficam de fora. Juninho retorna após cumprir suspensão.

Pendurados: Barcos, Assunção, Araújo, Luan, Román, Amaro, Valdivia e Wellington. Próxima partida: Inter (fora).

Previsão IPE: Bruno; Artur, M.Ramos, Henrique e Juninho; Araújo, Assunção e Patrik Vieira; Betinho, Luan e Barcos.

Bola verde IPE: Thiago Heleno continua na liderança, com média 5.25, mas já vê o navio pirata se aproximando…

Destaques/Cruzeiro: Alex Silva, Ceará, Montillo, Wallyson e Wellington Paulista, lesionados, ficam de fora. O zagueiro Léo foi punido pelo STJD e também desfalca os mineiros. A provável escalação deverá ter Fábio; Diego Renan, Mateus, Thiago Carvalho e Everton; Marcelo Oliveira, Leandro Guerreiro, William Magrão, Souza e Martinuccio; Anselmo Ramon.

Ex-palmeirenses no Cruzeiro: o zagueiro Léo, o volante Sandro Silva, o meia Martinuccio e o atacante Wellington Paulista.

Palpite IPE: 2×1 – os mineiros saem na frente com Martinuccio e o alviverde vira com dois de Barcos.

Último confronto no local do jogo: Palmeiras e Cruzeiro jamais se enfrentaram na Fonte Luminosa. Em SP, foi pelo BR2011 – 1×1 – gols de Luan (PAL) e Montillo (CRU).

Última vitória em SP: foi pelo BR 2009 – 3×1 – gols de Keirrison (2) e Marcão (PAL), e Bernardo (CRU).

Última derrota em SP: foi pelo BR2010 – 2×3 – gols de M.Ramos e Kleber (PAL), e Roger, Montillo e Farías (CRU).

Histórico: o Palestra de Minas tem a vantagem.

GERAL

CAMPEONATO BRASILEIRO

J

V E D GP GC J V E D GP

GC

78 21 28 29 118 112 45 14 13 18 58

63

O IPE se lembra: pelo BR1997, no Palestra (que saudade!), o Palmeiras atropelou sem dó – 4×0 – gols de Galeano, Oséas e Viola (2).

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Homens de preto atacam novamente

Cheio de desfalques e atuando contra 14 jogadores, o Palmeiras não conseguiu se impor na noite de ontem e foi derrotado pela arbitragem pelo Cruzeiro.

O jogo foi bastante feio. A equipe do Cruzeiro abusou das faltas, com total conivência da arbitragem, que só aplicou o primeiro amarelo para os mineiros já no segundo tempo. O Palmeiras, contando com a volta de Barcos ao time titular e com dois meias, concentrava suas jogadas nas bolas lançadas na esquerda para Mazinho, sem sucesso.

O primeiro gol cruzeirense veio em um penalti inexistente. A falta em Montillo, que originou o lance, foi fora da área. Borges bateu e marcou. No restante do primeiro tempo o que se viu foram poucas chances de lado a lado, com destaque para algumas boas defesas de Bruno.

Na volta para o segundo tempo, já com Obina no lugar de Patrik, o Palmeiras foi para o abafa, mas os homens de preto estavam impossíveis: lance dentro da área palmeirense, Wallyson recebeu passe em condição de impedimento, cruzou para Borges, que marcou o segundo dele na partida. A partir daí, o que se viu foi o Palmeiras postado no campo do Cruzeiro, tentando a reação de forma já desorganizada.

Maikon Leite, que entrara no lugar de Daniel Carvalho, sofreu penalti, convertido por Barcos. O gol reacendeu a esperança alviverde, mas equipe não soube traduzir a pressão em gols.

No final da partida o Palmeiras ainda chegou a marcar, mas o assistente Roberto Braatz marcou impedimento de Artur (e estava mesmo). Engraçado é que o mesmo assistente que viu com precisão o impedimento do Palmeirense, não viu que o lance do Montillo no primeiro tempo foi fora da área. Nem ele, nem o árbitro que fica atrás do gol. “Acontece…”

O Palmeiras agora volta suas atenções para a Copa Sulamericana, quarta-feira, contra o Botafogo, na Arena Barueri. Há quem defenda a escalação dos reservas por conta da situação no Brasileiro. Particularmente, acredito que o Palmeiras não deveria priorizar nenhuma competição, e entrar para valer na competição sulamericana.

Avaliações

– Bruno: sem culpa nos gols, dessa vez acertou o canto da cobrança e fez boas defesas durante o jogo – 7

– Artur: bem na marcação e fraco no apoio. Com a venda de Cicinho, precisa de uma sombra com urgência – 5

– Amaro: partida sem sustos – 5,5

– Henrique: impressionante como vai muito melhor como volante – 5

– Fernandinho: não compromete quando solicitado. Bom reserva – 6

– Araújo: partida discreta – 5

– João Vitor: foi dele o “penalti”, mas teve atuação regular – 5

– Patrik: não conseguiu ajudar Daniel Carvalho na armação – 4,5

– D.Carvalho: chovendo no molhado, se tivesse 10 quilos a menos, desiquilibraria – 4,5

– Mazinho: fazendo a função de válvula de escape, ficou vendido no meio da zaga mineira – 5

– Barcos: o lutador de sempre, guardou mais um – 7

– Obina: com Barcos em campo, bate cabeça. “Problema” para Felipão… – 6

– Maikon Leite: sua correria desta vez ao menos nos rendeu um penalti – 6,5

– Betinho: pegou na bola 1 vez, fica sem nota – SN

– Felipão: tem armado a equipe com o que tem em mãos e feito de tudo em busca as vitórias, até mesmo fugindo do seu estilo “cauteloso” nas substituições. Se já tem sido difícil por conta dos desfalques, tendo que passar por cima da arbitragem também fica praticamente impossível – 7

Melhores Momentos

Ficha Técnica

CRUZEIRO 2 X 1 PALMEIRAS

Local:
 Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data/hora: 29/7/2012, às 18h30
Árbitro: Fabrício Neves Corrêa (RS)
Assistentes: Roberto Braatz (PR) e José Eduardo Calza (RS)
Renda e público:
 não disponíveis
Cartões amarelos: Victorino, Willian Magrão (CRU). João Vitor, Daniel Carvalho, Barcos, Leandro Amaro (PAL)

GOLS:
 Borges, 36’1ºT (1-0), Borges, 10’/2ºT (2-0), Barcos, 23’/2ºT (2-1)

CRUZEIRO: Fábio; Ceará, Thiago Carvalho, Victorino e Diego Renan; Leandro Guerreiro, Tinga, Charles e Montillo (Souza – 39’/2°T); Borges (Anselmo Ramon – 35’/2T) e Wallyson (Willian Magrão – 32’/2ºT). Técnico: Celso Roth

PALMEIRAS: Bruno; Artur, Leandro Amaro, Henrique e Fernandinho; Márcio Araújo, João Vitor, Patrik (Obina – intervalo) e Daniel Carvalho (Maikon Leite – 20’/2°T); Mazinho e Barcos (Betinho – 32’/2°T). Técnico: Luiz Felipe Scolari

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Flertando novamente com a ZR, o Palmeiras enfrenta o Cruzeiro precisando se reabilitar após o tropeço de quinta-feira.

Horário e local: domingo, 29/07, às 18:30, no estádio Independência (Sportv/PPV)

Árbitro: será Fabrício Neves Correa (RS), cujo histórico registra 3 jogos, todos com vitória:

2012 – 2×1 Paraná (CB, f)

2011 – 5×0 Avaí (BR, c)

2003 – 6×1 Avaí (BR-b, f)

Desfalques/Reforços: Thiago Heleno, Assunção, Valdivia, Wesley e Román, lesionados, e Juninho, suspenso, ficam de fora. M.Ramos já treina normalmente, mas ainda é dúvida. O mistério fica por conta do 9 titular: Barcos ou Obina?

Pendurados: Henrique e Araújo. Próxima partida: Internacional (c).

Previsão IPE: Bruno; Artur, Amaro, M.Ramos e Fernandinho; Henrique, Araújo, J.Vitor e D.Carvalho; Mazinho e Barcos.

Bola verde IPE: Bruno se mantém na liderança, com média 5,67.

Destaques/Cruzeiro: Sandro Silva e Léo, suspensos, e Ceará e Alex Silva, lesionados, ficam de fora. O volante Charles volta de suspensão. O técnico Celso Roth deve ir a campo com Fábio; Marcelo Oliveira, Mateus, Rafael Donato e Diego Renan; Leandro Guerreiro, William Magrão, Charles e Montillo; Wellington Paulista e Borges.

Ex-palmeirenses no Cruzeiro: o zagueiro Léo, o volante Sandro Silva e o atacante Wellington Paulista.

Palpite IPE: 1×1, gols de Barcos para o Palmeiras e Montillo para o Cruzeiro.

Última vitória no local do jogo: o histórico registra apenas dois jogos entre Palmeiras e Cruzeiro no estádio Independência, ambos derrotas.

Última derrota no local do jogo: foi pelo BR1991 – 0x2 – gols de Nonato e Marco Antônio Boiadeiro.

Você sabia? A maior goleada do confronto aconteceu em 1999, pela extinta Copa Mercosul, e é verde! – 7×3 – gols de Euller (2), Evair (2), Paulo Nunes (2) e Alex.

Histórico: o Cruzeiro é um dos poucos clubes no país que possui vantagem no retrospecto geral contra o Palmeiras.

GERAL CAMPEONATO BRASILEIRO
J V E D GP GC J V E D GP GC
77 28 21 28 117 110 44 14 13 17 57 61

O IPE se lembra: em 2000, pelas quartas de final da Copa Mercosul, o Palmeiras foi até Belo Horizonte e voltou com a vitória debaixo do braço – 1×2 – gols de Arce e Galeano para o Palmeiras e Sérgio Manoel para o Cruzeiro.

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O time que levantou a primeira Copa do Brasil verde

É com muita alegria que escrevemos este post; afinal, se o Palmeiras não tivesse chegado até aqui, não haveria por que fazê-lo. Assim, depois de descrever a história do Verdão em cada etapa da Copa do Brasil (os textos anteriores estão distribuídos aqui), é hora de relembrar nossa pequena história nas decisões.

O Palmeiras segue para sua terceira final, a primeira no século XXI. Como sabemos bem, as duas anteriores foram contra o mesmo adversário. E assim foram os duelos que resultaram em uma taça para cada ex-Palestra Itália.

1996 – 1 x 1 (fora) e 1 x 2 (casa) contra o Cruzeiro

O Paulistão dos mais de 100 gols havia recém-terminado, e a expectativa era de que aquele rolo compressor verde faturasse também a Copa do Brasil para coroar aquele semestre mágico. Porém, havia sinais de dificuldade no ar: o time já sofrera para chegar à decisão, após derrota por 2 a 1 para o Grêmio, que acabou sendo suficiente pois o Verdão fizera 3 a 1 no Palestra. Além disso, havia sérios desfalques: o contrato de Müller acabara sem que houvesse renovação, Cafu, Sandro e Djamilnha cumpririam suspensão na ida e Flávio Conceição estava contundido. O entrosamento daquela equipe certamente não seria o mesmo.

A primeira partida aconteceu curiosamente numa sexta-feira. O alviverde logo saiu na frente em belíssima cobrança de falta de Claudio, mas aos poucos foi perdendo o gás. O time celeste passou a exercer o domínio e chegou ao empate no segundo tempo, em cabeçada do habitual algoz Marcelo Ramos. O resultado não parecia ruim, e depois da expulsão de Galeano soava ainda melhor.

Na quarta-feira seguinte, Cafu e Djalminha estavam de volta, mas ainda assim Luxemburgo teve que improvisar ao colocar o zagueiro Claudio como volante. De todo jeito, logo aos seis minutos Luizão abriu o placar. A resposta cruzeirense, no entanto, não tardou muito: aos 25, Roberto Gaúcho empatou após furada bisonha de Amaral. Depois disso, por mais uma hora não saiu gol nenhum, e a decisão parecia que iria para os pênaltis. Uma falha do arqueiro verde, no entanto, calou o Palestra: Velloso soltou uma bola aos pés do camisa 9 adversário, que não desperdiçou. Marcelo Ramos, que depois vestiria verde, selou o destino daquela competição, que classificou o Cruzeiro para a Libertadores do ano seguinte, da qual se sagraria campeão.

1998 – 0 x 1 (fora) e 2 x 0 (casa) contra o Cruzeiro

Dois anos se passaram e novamente o destino reuniu Raposa e Porco na decisão. Mais uma vez, a partida de ida seria em Belo Horizonte, num dia incomum – desta vez, terça-feira.

O Palmeiras já não tinha uma equipe encantadora como a de 1996, porém possuía um grupo talhado para esse tipo de embate. Era já o time de Felipão, de Paulo Nunes, de Arce, cuja missão era emular o sucesso gremista de poucos anos antes. O Cruzeiro não tinha Dida, convocado para a Copa do Mundo (pelo mesmo motivo, o Alviverde não contou com seu lateral paraguaio na volta), mas contava com Marcelo Ramos, Gilberto e uma nova pedra no sapato verde – Fábio Júnior, responsável pelo gol solitário do primeiro embate. Resultado que punha dessa vez o time mineiro como favorito para a partida em SP.

A partida decisiva ocorreu em 30/5, e o Palmeiras precisava de vitória por 2 gols. O primeiro não tardou a acontecer: Paulo Nunes abriu o placar aos 12. Depois disso, por mais uma hora não saiu gol nenhum, e a decisão parecia que iria para os pênaltis. Uma falha do arqueiro azul, no entanto, explodiu o Morumbi: Paulo César soltou uma bola aos pés do camisa 9 adversário, que não desperdiçou. Oséas, que depois vestiria azul, selou o destino daquela competição, que classificou o Palmeiras para a Libertadores do ano seguinte, da qual se sagraria campeão.

Resumo: 4 jogos, com uma vitória, um empate e duas derrotas; 4 gols feitos e 4 gols sofridos. A história prossegue a partir de quinta; serão apenas mais dois jogos, mas que importância eles terão!

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Jogo fora de casa, contra um dos favoritos segundo a imprensa “especializada” e com desfalques importantes. Olhando desta maneira, o empate de hoje pode ser considerado um bom resultado, apesar de termos saído na frente.

Atuando com 3 atacantes, o Cruzeiro começou se impondo. Jogando em velocidade, os mineiros chegavam com facilidade pelas laterais, com Gilberto na esquerda e Wallyson na direita. O Palmeiras, sentindo a pressão incial, se defendia e esticava bolas ao ataque, especilamente com Luan, na esquerda.

Aos poucos o Palmeiras foi achando espaços e equilibrou a partida, apesar das principais chances continuarem sendo dos mineiros. Wallyson e Gilberto poderiam ter aberto o placar, mas foram parados pela trave e por Marcos, respectivamente.

No segundo tempo, o Cruzeiro começou assustando com Anselmo Ramon, que perdeu gol incrível. O Palmeiras voltou melhor, sempre explorando os contra-ataques. Em um desses contra-golpes, Assunção lançou Luan que acertou um belo chute – 1×0 – golaço.

O Cruzeiro veio para cima e criou muitas oportunidades, mas era parado por Marcos ou pela falta de pontaria. Felipão então resolveu segurar o resultado, e o castigo veio em menos de 5 minutos. Escanteio no primeiro pau, leve desvio, e conclusão de Anselmo Ramon no segundo pau. Era o empate. Os 15 minutos finais foram de pressão do time casa, mas sem sucesso.

O jogo de hoje serve para confirmar mais uma vez a urgência com a relação à reforços em alguns setores da equipe. Em especial a lateral esquerda e o meio campo. Gabriel Silva e Tinga fizeram hoje mais uma partida sofrível. O melhor em campo, na opinião do IPE, foi Marcos. Na próxima rodada o Palmeiras recebe no Canindé o Atlético-PR, que vem de duas derrotas, e deverá contar com as voltas de Lincoln e Wellington Paulista.

CRUZEIRO 1 X 1 PALMEIRAS
Local: Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG)
Data: 29/5/11
Cartões amarelos: Thiago Ribeiro, Gil (CRU); Luan, Márcio Araújo (PAL)
Gols: Luan, 14’/2ºT (0-1); Anselmo Ramon, 29’/2ºT (1-1)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (DF)
Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e Thiago Gomes Brigido (CE).
Renda/Público: R$ 147.838,25 – 9.080 pagantes

CRUZEIRO: Fábio, Marquinhos Paraná, Gil, Léo e Gilberto; Leandro Guerreiro, Henrique e Montillo; Brandão (Anselmo Ramon, intervalo), Wallyson (Everton, 35’/2ºT) e Thiago Ribeiro (Ortigoza, 17’/2ºT). Técnico: Cuca.

PALMEIRAS: Marcos; Cicinho, Danilo, Thiago Heleno e Gabriel Silva; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Tinga (Chico, 26’/2ºT), Patrik e Luan (Adriano Michael Jackson, 35’/2ºT); Kleber (Dinei, 46’/2ºT)  Técnico: Felipão.

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